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laura.bonvini

Viagem para o Havaí

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Oi pessoal! 

Pretendo ir pro Havaí em Fevereiro, e tô com muita dúvida! Tô com muita dificuldade de encontrar informação também. Não acho lugares baratos pra ficar, etc.

Preciso de ajuda de quem já foi pra lá!! 

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Havaí é considerado um dos destinos turísticos mais caros dos EUA, sendo no geral mais caro que New York e Califórnia, que já são locais bem caros.

Então não querendo lhe desanimar, mas Havaí é um destino caro pra caramba, é bom você já se preparar logo desde o inicio do planejamento da viagem para gastar bastante dinheiro.

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Em 16/09/2019 em 08:24, laura.bonvini disse:

Oi pessoal! 

Pretendo ir pro Havaí em Fevereiro, e tô com muita dúvida! Tô com muita dificuldade de encontrar informação também. Não acho lugares baratos pra ficar, etc.

Preciso de ajuda de quem já foi pra lá!! 

Oi Laura, tudo bem?

 

Voce pode facilmente conseguir um Hostel em Waikiki por cerca de 30 - 35 dólares por noite. 

Se for viajar com mais gente, vale mais a pena pegar um airbnb. Estando no hawaii, as coisas não são tao caras assim..  da pra fazer muita coisa de bicicleta, andando mesmo , etc.. 

E uma viagem que vale muito a pena!

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      EXPERIÊNCIA EM JERICOACOARA
      Vou fazer aqui um resumão da viagem😉. Começando pelo transfer. Existem duas formas de chegar até Jeri, uma é saindo de Fortaleza e a outra é saindo de Cruz, uma cidade que fica bem mais próxima de Jeri. Saindo de Fortaleza o translado dura em torno de 6 horas, são 5 horas de Fortaleza até Jijoca e mais uma hora de Jijoca até a Vila de Jeri. Saindo de Cruz o translado até a Vila de Jeri dura em torno de uma hora e meia. Só lembrando que Jericoacoara não tem aeroporto, é em Cruz o aeroporto mais próximo de Jeri.
      Chegando em Jijoca é cobrada uma taxa de turismo, o valor é de 5 reais por cada dia que você vai ficar na cidade. Bom, tem 3 opções de Passeios em Jeri, são os seguintes: Passeio do Lado Leste, Passeio do Lado Oeste e o Passeio de Barrinha. Esses passeios são feitos de buggy ou de Jardineira(Hilux). O Passeio do Lado Oeste inclui: Mangue Seco, Cavalo Marinho, Tirolesa, Tobogã e Lagoa da Tatajuba. O passeio do Lado Leste inclui: Pedra Furada, Árvore da Preguiça, Praia do Preá, Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso. Vou agora um falar um pouco de cada um dos passeio👇👇👇.
      O Mangue Seco tem um cenário incrível, bem diferente, você não encontra um cenário como esse em nenhum outro lugar, dá pra colocar a criatividade pra funcionar e tirar várias fotos perfeitas📸. Pena que a parada é rápida de apenas 20 minutos, por isso tem que correr pra poder aproveitar bem. O passeio do cavalo marinho optamos por não fazer, pra fazer o passeio você tem que pagar R$ 15, além disso não é certeza encontrar os cavalos marinhos, tem a possibilidade de fazer o percurso sem encontrar nada.
      Pra quem gosta de aventura tem a tirolesa e o tobogã, os dois fazem parte do passeio do Lado Oeste. Pra você participar dessa brincadeira tem que pagar R$ 15. Pagando esse valor você tem direito a descer duas vezes na tirolesa ou duas descidas no tobogã. A última parada do passeio do Lado Oeste é na Lagoa da Tatajuba, lá você pode tirar aquela tradicional foto na rede📸. Além disso, em Tatajuba também tem passeio de canoa e de standup, quem optar por fazer esses passeios tem que pagar R$ 30 por 30 minutos.
      Na Tatajuba é o ponto de parada para o almoço. Sinceramente, não gostamos da comida, além de muito cara não tem qualidade nenhuma. O peixe mais barato lá é R$ 120, tem porções minúsculas de camarão ou de lagostas por R$ 100, tudo um absurdo. A dica é levar alguma coisa pra comer por lá e deixar pra almoçar quando voltar para Vila, é bem melhor.
      A Pedra Furada é o cartão postal de Jeri, o passeio até a Pedra pode ser feito de duas formas, uma delas é caminhando da Vila até o local que fica a Pedra, normalmente essa caminhada está inclusa no transfer das agências de turismo. A outra forma de ir até a Pedra Furada é no passeio do Lado Leste, onde o bugueiro deixa você em um ponto mais próximo da Pedra, o restante do trajeto tem que fazer caminhando, são mais ou menos uns 20 minutos de caminhada pra ir e mais 20 pra voltar, todo esse trajeto é feito pela praia. No trajeto da Pedra Furada que sai caminhando da Vila, o percurso é bem mais longo, são mais ou menos uns 40 minutos pra ir e mais 40 pra voltar. A caminha até a Pedra Furada é bem longa e cansativa, por isso é bom ir preparado e bem hidratado. Lá na Pedra você vai poder usar a criatividade para tirar fotos nas mais diversas poses📸, dá pra fazer muitas fotos legais.
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      No período que fomos (no final de maio agora), as lagoas estavam muito cheias, devido as fortes chuvas do primeiro semestre, por isso não deu pra aproveitar muito, principalmente a Lagoa Azul, pois a água estava muito turva, não estava legal nem pra tomar banho e nem pra tirar fotos. Na Lagoa do Paraíso fomos no Alchymist. O Alchymist é o local mais badalado e mais procurado de Jeri, as pessoas costumam ir lá pra tirar aquela foto que vai arrasar no insta📸. A barraca tem uma estrutura extraordinária, coisa de outro mundo, é tudo muito lindo lá, parece coisa de cinema. Pena que dessa vez a Lagoa estava muito cheia, por causa das fortes chuvas que aconteceram no primeiro semestre, isso acabou comprometendo um pouco a beleza do lugar. Mas a vibe da Alchymist é surreal, é um ambiente muito agradável, com um dj tocando músicas bem animadas. A barraca fica na Lagoa do Paraíso, além dessa barraca tem várias outras opções, por isso, se você não quiser ir na Alchymist, é só pedir ao bugueiro para lhe levar em outra barraca. Os preços da barraca são bem elevados, por isso vá com seu bolso preparado💸💸💸.
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      Em Jeri também a duna do pôr do sol, que é onde as pessoas se reúnem no final da tarde para apreciar um belo pôr do sol. Como tudo que é bom dura pouco😁😁😁, é bom chegar cedo na duna, por volta das 17 horas, pois o sol se põe muito rápido. Você não vai querer perder uma belezura dessas né?! Apesar da duna ficar lotada, não se preocupe, tem espaço pra todo mundo tirar aquela fotinha especia 📸. Esse é um cenário que vale a pena apreciar todos os dias que você estiver por lá, cada dia é um espetáculo diferente da natureza😉
      Um ponto de destaque de Jeri é a segurança, você pode andar a qualquer hora do dia ou da noite, é tudo muito seguro por lá. A Vila é bem pequena, os hotéis e pousadas que ficam dentro da Vila são todos bem localizados, não precisa se preocupar. A gastronomia de Jeri também é maravilhosa, tem opções para todos os gostos e bolsos, desde os tradicionais frutos do mar até massas, pizzas e tudo mais que você imaginar. Os restaurantes que mais gostamos foram o Na Casa Dela e o Dona Amélia,  nos dois a experiência foi incrível. Resumindo, Jeri é uma cidade incrível, tem uma energia muito boa, vale muita a pena conhecer😍😍😍. Quem tiver alguma dúvida é só deixar aqui nos comentários.😉
      No meu instagram tem dicas, fotos, vídeos e os preços dos principais passeios e restaurantes de Jeri. Quem quiser pode conferir minha viagem completa lá: www.instagram.com/turistainiciante
    • Por Vander Amaral - Roaming
      Certeza que você que ama viajar vai gostar desse programa!
      Essa semana dia 5 de agosto estreou o novo programa de viagens Roaming no canal de televisão Woohoo com apoio do Mochileiros.com! 
      O programa é a continuação do The Routineproof Project, onde dois amigos brasileiros decidem viajar o Canadá de ponta a ponta e a ideia é de viajar o mundo com o Programa!

       
      O programa de TV Roaming nasceu de um road trip entre os amigos Vander Amaral e Ray Andrade no Canadá há alguns anos atrás, ambos com conhecimento em produção de documentários e experiência na televisão Canadense e Brasileira. Aventureiros, eles queriam mostrar mais do que apenas paisagens exuberantes, eles decidiram então botar o pé na estrada para capturar em vídeo o espírito de cada lugar por onde passarem, a cultura, o esporte, as pessoas e a vida selvagem.
       


      O programa conta com dicas de viagens pelo Canadá e EUA. As viagens contam com uma pitada de esportes radicais como Hiking, trekking, Escalada, Via-ferrata, Snowboard, Surf, Skate e muito mais!

      O que já tem no primeiro Episódio?

      O primeiro episódio do programa já começa com uma viagem de surf de trem pelo Canadá! Onde os meninos saem de Montreal para Halifax numa viagem de trem de 20 horas, durante a viagem eles mostram os quartos, o restaurante do trem e o vagão panorâmico, que da vista para a paisagem! O primeiro episódio está disponível também no Canal do Youtube do programa Roaming: Clicando aqui!

      Não tenho como assistir na TV tem canal Youtube?
      Pra quem quiser assistir o programa no Youtube segue o canal Clicando aqui,
      No canal youtube você encontra também uma playlist com todos os episódios da primeira temporada do programa The Routineproof Project. Para os inscritos no canal vamos fazer um vlog das viagens para contar cada detalhe que não conseguimos colocar na TV.

       
      Quais canais na TV e horários?
      Pra quem quiser assistir na TV segue os horários no Canal Woohoo para o próximo mês:

      Segunda-feira: 05h15 10h30 15h15 21h30 23h15
      Terça-feira: 9h15
      Quarta-feira: 19h00
      Quinta-feira: 20h30 
      Sexta-feira: 09h30  14h15  21h45 
      Sábado: 07h15 

      O Canal Woohoo está disponível nas principais TVs a cabo do Brasil. 
      NET, SKY, Oi TV, VIVO, Claro HDTV e GVT.

      O horário do programa na TV pode mudar no futuro de acordo com a grade do Canal!
      Curtiu o programa na TV ou no Youtube, ou tem alguma idéia de viagem para o programa , deixe seu comentário!
       






      Fotos: The Routineproof Project
    • Por Luan Torres
      E aí pesoal! Beleza? Então,eu tô indo agora dia 11/07 para o Ceará prestar um concurso público, e como a grana é curta tive que  comprar passagem pra ficar uma semana em Fortaleza porque era a passagem mais barata(mesmo a prova sendo apenas um dia), gostaria de saber se alguém aqui conhece algum local que eu possa fazer CouchSurfing ou um Trabalho Voluntátio em troca de acomodação e, quiçá, alimentação? Qualquer informaçãoserá válida, valeu galera!!!
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Já era o quinto dia de acampamento e viagem. Acordei muito cedo, recomendação do Holandês do Mar, para procurar algumas conchas naquela imensidão deserta que é a Praia do Sol. Depois de uma hora de caminhada, Apolo (o deus do Sol) mostra-me o porquê do nome da Praia. Aos poucos as cores vão transitando por vários tons dourados, estarrecedores. Foi de esquecer até as conchas, hshs. Como não tenho espírito holandês, não tinha encontrado muitas mesmo.

      Retornando para o acampamento, e depois de uma pomposa refeição à base de frutas, o dono do camping apareceu, e lá fomos nós pelas areias. A primeira parada do dia foi na Ponta do Gi, uma graciosa elevação no meio da areia, coberta da cascalho e pedras, dá para imaginar um cenários daqueles que nos pintam da superfície de Marte - só que com plantas. Bem no ápice da elevação, fica a Pedra do Frade, uma beldade, completando o cenário extraterreno - parece que foi colocado minuciosamente uma rocha sobre a outra. Infelizmente um ponto negativo daqui fica por conta das pessoas sem juízo que sobem com seus carros e ficam perambulando sobre a paisagem, destruindo a graciosidade dos deuses.


      Na sequência fica a imensa Praia do Gi, deserta com 5 km até o início da Praia do Mar Grosso já na cidade de Laguna. Mar Grosso, não me pareceu muito interessante, sabe aquelas praias meio burguesinhas de São Paulo, tipo Maresias, então bem isso. Um resort à direita da rodovia com passarela e tudo até a praia. Ainda eram 10:00 e fomos direto para o Molhes da Barra onde, inocente, eu, com os vidros do carro baixados entrei feliz da vida. Poseidon me agraciou com suas agradáveis águas que rebentaram no molhes e entraram pelas janelas sem educação nenhuma, kkkkk. No molhes vimos muita gente pescando, era cada robalo; 😍. Muitos pescadores, de todos os lugares do sul. Na ponta um Farol, modesto mas simpático, contudo não ficamos muito à vontade, já que Poseidon insistia com suas graças.

      Fomos até o centro histórico, uma experiência indispensável. Visitamos o Marco de Tordesilhas, o museu de Anita Garibaldi, a Paróquia Santo Antônio do Anjos, A Fonte da Carioca, pena que a Casa de Anita estava fechada para reforma, e o Museu da cidade tinha sofrido um incêndio recente, então não tivemos acesso. Fomos depois ao Morro da Glória de onde podemos ver todo o molhes e boa parte da cidade. Antes de pegar a balsa, passamos na Fonte da Carioca reabastecer as águas e ver o a Casa Pinto D'ulysséia.



      Seguimos até a Balsa, esperamos 5 min e lá se fomos. Após a travessia, pegamos à esquerda e fomos procurar a Praia do Tamborete, uma teteia com se diz aqui no sul. Como Poseidon se desgasta no molhes, o Tamborete tem águas abrigadas e bem calmas, além de transparentes. A areia é limpinha e um morro rochoso faz a graça à direita. Um fato curioso é que em algumas rochas da lateral da praia emitem um 'eco' das ondas e um ruído das águas, acredito que possa ser o motivo do nome da praia. Outro detalhe curioso é uma espécie de oratório, parecendo aqueles dos Jesuítas que vemos nos livros, este fica um pouco antes da Praia do Tamborete.


      Na volta, pegamos mais à direita antes da rodovia, e fomos em busca da Praia do Gravatá. Depois de um bom trecho de vielas, subida acima, as casas acabam. Perguntei a um morador que me instruiu deixar o veículo no seu estacionamento e seguir a pé, não era recomendado deixar o carro no meio da mata, alguns roubos, segundo ele acontecem por ali. Pegamos a mochila e lá fomos nós, após 400 m na rua de paralelepípedos, entramos numa trilha pouco desgastada. Só a trilha já vale o esforço, por entre as colinas, algumas vacas e palmeiras retorcidas que lembram o nordeste do país. Nada mais que 30 min de caminhada, e a deserta Praia do Gravatá se descortina à nossa frente, indescritível, poderia dizer que é a mais incrível que encontrei nas minhas andanças. Na verdade são duas: a Praia do Gravatá e a do Maneloni, separadas apenas por uma elevação - mistura de areia e pedras coberta de grama. Com areias brancas e a água azul que se confunde com o céu.

      Ficamos um bom tempo por ali, antes de seguir. Nossa próxima parada foi a também isolada Praia da Tereza, uma vila com uma 10 casas. A praia não é muito bem conservada, mas conta até com um parquinho para as crianças. Logo em seguida fomos para a Praia do Ypuã, ao menos tentamos, kkkk. É uma extensão de areia enorme, e rapidamente encalhamos. Com algum trabalhos conseguimos desencalhar, e seguimos caminhando conhecer: a praia brevemente, só tinha gringo, e o nosso primeiro Sambaqui, o Sambaqui da Roseta.

      O final do dia já se aproximava, mas como o horário era verão, fomos conhecer a mais charmosa praia que já vi, a Praia da Galheta. Incrível, uma pequena vila, irregular. Casas de vários estilos culturais, sem muros ou cercas, emergindo da areia. Uma sinfonia perfeita com o grande Sambaqui que amortece as ondas. Ao norte do Sambaqui a Praia da Galheta, mas agitada, de areia branca e fina, com água azul carregada de 'carneirinhos' das ondas que quebram muito antes da margem; ao sul a Praia Grande, de areia mais grossa e água muito calma. Dá vontade de dormir ali, não fosse ter deixado o carro 1 km na estrada - depois do Ypuã preferi não me aventurar na areia - e estarmos de partida para o Farol de Santa Marta.

      Sigo com o final da trip no próximo post.
       
       


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