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Olá Mochileiros! 

Sempre me perguntam por que utilizo o bastão de caminhada e a resposta é bem simples, ele ajuda MUITO na fadiga, principalmente das pernas.

Porém, algo que fica mais difícil de passar, é como escolher o bastão de caminhada, principalmente pelo fato de cada atividade pedir um bastão diferente. 

Mas, encontrei esse vídeo, e acho que pode ajudar quem precisa: 

 

Se alguém tiver mais informações sobre bastões, bora compartilhar com os amigos mochileiros por aqui! 

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    • Por Diego_Alternative_Rio
      Eu estou com viagem marcada para Macaé (RJ) para o dia 14/01/2020. Na ida eu devo: Pegar um ônibus urbano (ônibus esse com uma boa altura em relação ao solo + uma escada (felizmente larga porque é embutida com o elevador de PNE)) de quase em frente à minha casa até o Centro do Rio de Janeiro + Caminhar uns 300 metros do ponto de ônibus até a estação Carioca do VLT + Pegar um VLT até a Estação Rodoviária (que não fica bem em frente à rodoviária Novo Rio como muitos devem pensar) + Caminhar uns 200 metros até dentro da rodoviária Novo Rio (inclui-se nessa caminhada uma travessia de 1 via de trilhos do VLT + uma travessia de uma avenida meio larga porém de um sentido só) + Pegar um ônibus DD (mas para eu ir da entrada da rodoviária até a plataforma de embarque desse ônibus (ao menos que eu queira subir para o mezanino para ir ao banheiro, fotografar ônibus através de um "mirante" de busólogos, comprar um lanche, comprar uma bolsa de viagem extra, entre outras coisas) eu não precisarei subir escadas rolantes nem pegar elevador) + CAMINHAR CERCA DE 750 METROS À PÉ DA RODOVIÁRIA DE MACAÉ ATÉ O HOTEL ONDE EU DEVO FICAR HOSPEDADO (COM VÁRIAS TRAVESSIAS DE RUAS PELO CAMINHO).
      Eu devo levar uma mochila de notebook + uma frasqueira semi-flexível com câmeras e acessórios + uma bolsa de viagem pequena (os três volumes como bagagem de mão no ônibus) + uma mala Polo King Ipanema G que gira 360° (despachada) mas que não é de primeira linha e vai estar meio pesada.
      A frasqueira dá pra ir de boa à tiracolo. A bolsa pode ir em cima da mala (eu passando uma das alças por trás do puxador, puxando essa alça no meio do puxador e prendendo essa alça na outra alça com um velcro). A mala obviamente vai ter que ser conduzida ao meu lado (apoiada nas 4 rodas) ou carregada com uma mão por mim (eu segurando a mala pela alça lateral como se fosse uma mala de viagem antiga).
      Aí, bate aquelas dúvidas: Será que a mala vai andar de boa comigo andando a passos largos (principalmente em Macaé)? É melhor eu gastar 170 reais e comprar uma sacola com rodas grande? É melhor eu pegar um Uber em Macaé (apesar do Centro da cidade aparentemente ser engarrafado, o carro ter que andar quase 2 km para ir da rodoviária até o hotel e a diferença entre o tempo de caminhada e o tempo de chamar o Uber + fazer a viagem ser insignificante (ou até eu demorar mais tempo indo de Uber do que à pé))?
      Lembrando que QUANTO MENOS TEMPO EU PERDER NO DESLOCAMENTO RODOVIÁRIA X HOTEL, MELHOR FICA, POIS EU AINDA PRECISAREI RECARREGAR A MINHA GOPRO (ENQUANTO PEÇO UM ALMOÇO POR APP OU POR TELEFONE E DEPOIS ALMOÇO NO QUARTO) E SAIR PARA FILMAR EM ALGUNS PONTOS TURÍSTICOS DA CIDADE À TARDE.
    • Por Caçadordeviagem
      No dia 14 de Junho de 2019 foi inaugurado o Caminho de Nhá Chica, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela e no Caminho da Fé, a rota se inicia na cidade de Inconfidentes/MG e vai até o Santuário de Nhá Chica em Baependi/MG, são cerca de 260 km cruzando as belíssimas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, é todo sinalizado com setas e placas, para mais informações há um grupo no Face com o nome "Caminho de Nhá Chica" ou visite o site: www.caminhodenhachica.com
      1° Dia: Inconfidentes/Borda da Mata (21 km).
      Eu percorri em Setembro de 2019, o 1° trecho, entre Inconfidentes e Borda da Mata, é o mesmo do Caminho da Fé, após Borda os caminhos se separam, o da Fé vai pra Tocos do Moji e o de Nhá Chica vai para Congonhal...
      2° Dia: Borda da Mata/Congonhal (25 km).
      Trecho muito bonito após uma fazenda com um haras, muito pitoresco, na metade do trecho há uma torneira ao lado da Igrejinha no bairro das Almas, o topo da Serra das Almas e Cachoeira das Almas são os destaques desse trecho...
      3° Dia: Congonhal/Espírito Santo do Dourado (26km).
      Trecho magnífico, logo de cara tem que superar a Serra de São Domingos, ainda na Serra, no km 07 tem fonte de água potável e mais uns 7 km depois tem o Santuário da Obediência, com estrutura de água e lanchonete, a paisagem é linda, com lindas araucárias e várias plantações de brócolis e morango, um dos trechos mais bonitos do caminho...
      4° Dia: Espírito Santo do Dourado/Silvianópolis (20 km).
      Trecho muito bonito e ermo até a rodovia MG-179, chegando nessa rodovia, a uns 100 mts tem uma barraca de frutas e doces mineiros onde adquiri bananas e doces, os últimos 3 quilômetros são em asfalto até Silvianópolis...
      5° Dia: Silvianópolis/Careaçu (20 km).
      Trecho plano e tranquilo perto dos anteriores, na saída de Silvianópolis há um belo lago chamado Lago dos Bandeirantes, próximo a Careaçu o caminho coincide com o Caminho de Aparecida até a cidade, paramos no bar da ponte para beber alguma coisa e seguimos para a belíssima Pousada Castelo...
      6° Dia: Careaçu/Heliodora (24km).
      Saindo de Careaçu por baixo da Fernão Dias, chegasse na Comunidade Rainha do Brasil, ali o monge Bernardo ofereceu café e batemos um papo, deixando o local passa-se por umas 3 porteiras e uma pequena trilha até pegar a estrada de terra novamente, a partir dali caminha-se por lugares muito ermos e bonitos até o km 16, ali há um comércio para abastecer e depois seguir pelos 8km finais pelo asfalto visualizando lindas montanhas...
      7° Dia: Heliodora/Natércia/Conceição das Pedras (24km).
      Entre Heliodora e Natércia há uma grande inclinação a ser vencida, ou seja; vai ter que subir muito e descer tudo até Natércia, lá de cima tem uma bela vista de ambas cidades, em Natércia me abasteci com víveres e segui rumo a Conceição das Pedras em meio a belíssimas paisagens, o destaque nesse trecho é a bela Cachoeira da Usina, eu aconselho a ficar em Natércia pois a pousada lá é muito boa e serve janta e a de Conceição das Pedras fica atrás de posto de gasolina, sem janta...
      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Recentemente eu fui para Long Island (New York) passear e acabei testando um novo modelo de tênis que tinha acabado de receber. Queria testar se ele era tão confortável como muitos dos tênis hoje em dia, mas principalmente….se ele era à prova d’água! E sim, passou no teste. Além dele ser bem bacana e combinar com tudo, é super leve, confortável, e agarra super bem para trekkings de nível médio!
      Mas que tênis seria esse? Eu estou falando do Loom!
       

       
      A empresa tem sede em Hong Kong e é composta por designers, engenheiros, especialistas em ergonomia, cientistas e aventureiros (como nós ). Todos se juntaram para construir um sapato que tivesse todas as melhores características dos sapatos favoritos da equipe em um pacote todo-o-terreno para todo o ano, e pronto, assim o Loom “nasceu”. E segundo eles, o Loom é um calçado/tênis ecológico mais versátil do planeta. Isso porque o Loom é vegano! 
       
      Continue lendo: Conheça o Tênis Impermeável Loom: Ótimo p/ Dias Chuvosos e Trekking
    • Por Marco Trilho
      Os nossos conselhos de equipamento.
       
    • Por Marco Trilho
      A nossa apresentação.
       
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