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Olá, amigo(a)s!
Vou ao Kilimanjaro em breve (rota Machame). E para passar a noite no Teto da África, tenho os seguintes equipamentos:

  • Saco de dormir Deuter Orbit -5°
  • Liner Premium Fleece Mummy da Sea To Summit
  • Isolante Térmico da Sea to Summit Comfort Light Insulated (valor R 4.2)

Será que estes três equipamentos conjugados (isolante + liner + saco de dormir) dão conta do frio do Kilimanjaro? Parece que no pernoite de maior altitude pode fazer entre -15°C a -27°C do lado de fora da barraca...
Em caso negativo, o que vcs me sugerem, parceiros??
 

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Olá Fábio.

Seu equipamento vai atender bem às suas necessidades. 

Não sei qual a rota você vai fazer, porém, seja em qualquer delas, os pernoites acontecem sempre em refúgios, que na verdade são espécies de 'chalés' com calafetação que já seguram bem o frio.

O meu saco de dormir também é -5º e não passei frio em nenhum momento no interior dos refúgios.  

Abraços e bons ventos!!!! 

 

 

 

 

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Agora, lobo_solitário disse:

@Luka Izzo q video top bro, com certeza deve ser uma sensação ímpar estar la em cima. Parabéns!

É show heim Lobo. 
Entre as mais altas montanhas, o Kilimanjaro é a mais fácil de subir.

Problema é que é um lugar onde você fica condicionado à contratação de empresa/guias. Não tem jeito de subir por conta própria e aí eles enfiam a faca na gente rs.

A rota mais curta que é de 5 dias não fica menos de 1.100 dólares. Já vi agências cobrando $1.500 e até bem mais que isso. Caríssimo (pro meu bolso) rsss...  

Mas é mesmo uma experiência fantástica!!!   Abraços brother!!!  

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Que vídeo iraro, @Luka Izzo !
Ver a bandeira do Mochileiros tremulando no Teto da África foi demais!! Parabéns pela conquista!
Vamos atacar o cume agora no reveillon, pela Rota Machame.
Quer dizer que os pernoites são sempre em lodges?! Tava achando que seria na barraca, ao ar livre.
Se for assim, sucesso total. Valeu pela dica, parceiro!


Ah, tô procurando teu relato sobre o trekk ao Kili, mas não achei... Vc pode me enviar o link, por favor?
Um forte abraço

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Então Fábio..... 

Perfeito. A rota Machame é muito legal (7 dias). Por falta de tempo eu fiz a mais rápida (rota Marangu de 5 dias), porém, ambas as rotas pelo lado Sul. 

A montanha fica localizada no Parque Nacional do Kilimanjaro e toda expedição é administrada pelo governo da Tanzânia, bem por isso tem toda uma estrutura e obrigatoriedade de guias. Por qualquer que seja a rota escolhida, é impossível passar pela portaria sem estar devidamente agendado e acompanhado de guias credenciados. Não sei como é a rota Machame, mas acredito que seja com infraestrutura parecida, bem porque acredito que o trecho inicial deve até ser o mesmo. Mas pela rota Marangu você passa pela portaria, faz o registro com a sua assinatura e também a do guia que vai te acompanhar, com reserva previamente reservada pela agência contratada.  Por longas trilhas você caminha até as paradas, chamados refúgios, onde existem banheiros coletivos na área externa e vários chalezinhos de madeira, que acomodam de 2 a quatro pessoas.  (Não existem barracas na escalada ao Kilimanjaro).  No último refúgio existe um grande galpão, com acomodação (beliches) para mais de 200 pessoas juntas. Também existem casas maiores onde é fornecida a alimentação (espécies de restaurantes).

Todas as manhãs os guias levam para o chalé uma bacia com água quente e um sabonete, onde você faz a higiene pessoal (lava o rosto, escova os dentes) de forma mais confortável. Eles também fazem chás e até servem a alimentação pra você, porém, ao final tem por tradição você dar uma 'gorjeta' pra eles. A quantidade de guias vai depender do número de pessoas que fizerem parte de seu grupo. Acredite, eu fui sozinho com o guia, pois não tinha grupo formado para a data que eu cheguei.  Neste caso, os chalés são compartilhados com outras pessoas, de outros grupos, que também estão sozinhos, para conciliar o espaço.   

Preços: Pesquisei bastante várias agências e encontrei uma grande diferença. Alguns chegam a cobrar 1.800 dólares/pessoa, mas como já dito aqui você encontra também na faixa de mil (que foi o que eu paguei) a mil e cem dólares. Menos que isso eu não encontrei. 

Documentário: como sempre faço em minhas expedições, filmei o passo-a-passo dessa trilha, mas por infelicidade do destino meu HD caiu e travou. Enviei direto para a Seagate, nos Estados Unidos, para tentar recuperar os dados. Eu só tenho esse finalzinho do cume, que antecipei em homenagem aos colegas do mochileiros.com.  Espero em breve poder postar esse documentário completo. 

Abração!! 

 

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2 horas atrás, Luka Izzo disse:

Não existem barracas na escalada ao Kilimanjaro

 

Rapaz, agora vc me deixou intrigado...
Agências brasileiras que levam ao Kilimanjaro colocam a barraca dentre seus equipamentos obrigatórios. Por exemplo:

Entretanto, vc escreveu que "Não existem barracas na escalada ao Kilimanjaro"...
Então, por que diacho as agências brasucas afirmam que os pernoites são em barracas??

 

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Pois bem.... as agências da Tanzânia fazem parte de uma associação governamental e por isso usam toda estrutura do parque.

Acredito que as brasileiras ficam fora desse esquema e por isso precisam levar barracas para hospedar os clientes. Isso deve acontecer com expedições de outros países, que da mesma forma não fazem parte das agências da Tanzânia que normalmente fazem a expedição.  Já vi muitas fotos de barracas no Kilimanjaro, mas nenhuma delas deve ser de agência credenciada pelo Parque.  E por não ter coincidido com expedições 'forasteiras' eu não vi barraca nenhuma lá durante a minha expedição.  E além de fazer a gente dormir em barracas, as agências brazucas ainda cobram muito mais caro que as agências locais! Tô fora de barracas, que além de mais frias ainda tem o peso pra carregar. Tô fora de pagar mais caro... tô fora de agências brasileiras nessas expedições em outros países!!!! Experiência própria.... não  compensa!  Na verdade eu prefiro fazer por conta própria, livre de guias. Mas como no caso do Kilimanjaro é impossível, tive que contratar uma!! Abçs. 

 

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A trilha é demarcada e você caminha durante o dia todo até chegar nos refúgios do parque. Todos possuem alojamento, banheiro e refeitório. 

Uns são grandes, como o Kibo Hut (que antecede o ataque ao cume) e outros são menores, como o Mandara Hut (das fotos abaixo).

Não vi ninguém de barraca na época que fui. Era todo mundo usando os refúgios!   

     2.jpg

1.jpg

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