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23 dias no PR - dez/2018 - Parte 4: Ilha do Superagui


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Ilha do Superagui DDD (41)

Período:  14 a 17/12/2018
Cidades:  Ilha do Superagui

A Ilha do Superagui, pertencente ao município de Guaraqueçaba, encerra o Parque Nacional do Superagui, o qual abrange também outras áreas insulares como a Ilha das Peças, a Ilha do Pinheiro e a Ilha do Pinheirinho e também uma área continental, totalizando quase 34 mil ha. Além da Barra do Superagui, outras comunidades foram incluídas dentro dos limites do parque como Barbados, Canudal, Vila Fátima, Ararapira, Barra do Ararapira, Rio dos Patos e Abacateiro, como também famílias isoladas da Praia Deserta. A área é considerada Sítio do Patrimônio Natural, Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural e Histórico do Paraná. No parque podem ser encontradas espécies ameaçadas de extinção, como o papagaio-da-cara-roxa ou chauá, a suçuarana, o bugio e o mico-leão-da-cara-preta que é endêmico da área. As populações existentes na área do parque e de seu entorno são chamadas de caiçaras, resultado da miscigenação entre índios, negros, colonos portugueses. A origem da palavra “caiçara” remonta a uma técnica usada para atrair o pescado, podendo ser considerada um método de maricultura extensiva. A partir de 2010, ocorreu uma movimentação local da população que prefere ser identificada como “pescadores artesanais”. Não há tráfego de carros nas ilhas e o deslocamento entre as vilas é feito através de barcos, pois elas estão distantes uma das outras (desconheço se há trilhas) ou estão localizadas em ilhas diferentes.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Barra do Superagui, na Ilha do Superagui. A vila é bem pequena com caminhos e trilhas não pavimentadas. A infraestrutura turística é pequena; tem algumas opções de hospedagem simples, poucos restaurantes e os passeios são feitos de maneira informal com a contratação de barqueiros locais.

Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.000webhostapp.com/

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

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A cidade:

A Ilha do Superagui pertence ao município de Guaraqueçaba.

Como chegar:

Para se chegar à Barra do Superagui, há uma linha de barco, com poucos horários, a partir de Paranaguá. Apesar de pertencer ao município de Guaraqueçaba, não existe linha de barco regular entre a cidade e a ilha.

Transporte Paranaguá/Ilha do Superagui:

Encontrei informações sobre uma linha entre Paranaguá e a Ilha das Peças, mas não sei se está operante

  • Paranaguá/Barra do Superagui: localizei informações contraditórias mesmo nos sites oficiais. Em uma das fontes, é citado que tem barco de seg-sáb às 14h30, outra fonte diz que é apenas seg, qua e sex às 14h com saídas extras nos fer, sáb e alta temporada. Seriam os barcos Megatron, Salmo 123 e Silvano Sena e os contatos, Cesar 3482-7131, 9806-0119 / Osvaldo 3482-7152 / Jacó 3482-7150, 3482-7146 / Rone 3482-1249; 2h30 a 3h30 de travessia; partida do trapiche das ilhas na R. Gal. Carneiro (R. da Praia), atrás do Restaurante Danubio Azul
  • Barra do Superagui/Paranaguá: o retorno seria de acordo com uma das fontes de seg-sáb às 7h, dom às 14h ou segundo outra fonte, seg, qua e sex às 7h, com saídas extras nos fer e finais de semana
  • Paranaguá-Vila das Peças: em uma das fontes, é citado que tem barco diar às 13h; sex, sáb e dom às 9h30 (linha para turista). Outra fonte diz que é diar às 9h30 no Barco Brisamar (Cleverson 3422-1269 / 9169-6326); de seg-sáb às 13h nos barcos Obrigado Senhor e Teodoro Dias (Gustavo 3482-5005 / Willian 3482-5106); 2h de travessia
  • Vila das Peças-Paranaguá: o retorno seria diar às 7h; sex, sáb e dom às 16h30 (linha para turista). Ou de acordo com outra fonte de seg-sáb às 7h nos barcos Obrigado Senhor e Teodoro Dias; diar às 16h30 no Barco Brisamar

Transporte Guaraqueçaba/Ilha do Superagui: (opera de forma intermitente/esporádica)

  • Guaraqueçaba/Barra do Superagui, seg e sex às 15h. Barco Vitória (Julio), 3482-7193, nativos 20,00; turistas 30,00
  • Barra do Superagui-Guaraqueçaba, seg e sex às 7h

Dicas e comentários sobre transporte:

  • Para transitar na região, só a pé ou de barco. Para ir a outras vilas, só de barco, pois elas estão distantes uma das outras (desconheço se há trilhas) ou estão localizadas em ilhas diferentes
  • A linha Guaraqueçaba/Ilha do Superagui é recente e teoricamente teria saídas regulares, mas estava operando somente se atingisse um número mínimo de passageiros. Justamente no dia em que eu usaria o traslado de Guaraqueçaba a Barra do Superagui, o barco não veio. Eu fui de manhã no trapiche para confirmar a saída e me informaram que o barco estava na ilha e não tinha saído por ter poucos passageiros. O funcionário do CIT não estava lá, mas outra pessoa me ajudou. Ele me informou que tinha um barco saindo e eu fui conferir, mas achei o barco muito pequeno e estava lotado de pessoas e de bicicletas. Minha ideia era ir aos hotéis/pousadas e ver se tinha alguém interessado em rachar um traslado comigo. Nesse meio tempo, a mesma pessoa veio me informar que tinha um barco da Ilha do Superagui voltando para lá. Saí correndo para o trapiche perto do posto e conversei com o barqueiro que topou nos levar e cobrou o mesmo valor do barco de linha. Ele estava com apenas 2 passageiros e já estava saindo, mas pedi para ele nos esperar para que pudéssemos pegar a bagagem na pousada
  • Confirmar saídas, principalmente no inverno. As saídas podem ser canceladas sem aviso prévio e em cima da hora. Talvez tenha que contratar um barqueiro para fazer o traslado
  • Disseram que da Barra do Superagui para Paranaguá, tem barcos a 30,00 (mais lento) e voadeiras a 40,00 (mais rápido) – lota e sai

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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Quando ir:

Como todo o litoral sul e sudeste, o movimento é maior no verão, quando as temperaturas estarão mais altas e as águas mais agradáveis para banho. Entre dezembro e o carnaval, é alta temporada quando, principalmente em fer e festas/eventos, o movimento estará maior. Porém nessa época, são maiores a probabilidade de chuva e a incidência de pernilongos e mutucas (evite novembro e início de dezembro, quando a quantidade de mutucas costuma ser maior). Fora da alta temporada deve ficar muito tranquilo, quase parado.

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Onde ir:

  • Parque Nacional do Superagui, Barra do Superagui, 3482-7146 / VOIP (61) 3103-9930. O parque engloba a Ilha do Superagui, a Ilha das Peças, a Ilha do Pinheiro e a Ilha do Pinheirinho. Tem uma sede na Praia Barra do Superagui

 

  • Praia Barra do Superagui, vila de pescadores com pousadas e restaurantes; apresentações de fandango no Bar Akdov; boa para ver botos e os barcos coloridos; não é boa para banho, águas escuras por causa dos rios, costuma ter águas-vivas
  • Praia Deserta, continuação da Barra do Superagui, 20 km de extensão, plana, deserta, que podem ser percorridos a pé (4 a 7h) ou de bicicleta; dá para ir pela areia da praia, atravessando o rio ou por trilha de 1h30 com passarelas de madeira que corta áreas de mata e restinga; boa para banho, águas claras e calmas
  • Barbados, vila de pescadores; restaurante do Seu Lopes com ostras frescas e assadas no forno a lenha
  • Baía do Rio das Peças, Praia Deserta da Ilha das Peças e Vila das Peças: ponto de concentração de botos, principalmente mães com filhotes, praia com 7 km de extensão com vista para a Ilha do Mel; restaurantes servem um menu básico e gostoso com peixe grelhado e frito, camarão, siri e acompanhamentos; o caminho mais curto, pelo mar de fora, passa por mar agitado
  • Ilhas Pinheiro e Pinheirinho: revoadas de chauás ao entardecer
  • Roteiro Lagamar: segue pelo Canal do Varadouro, passando pela localidade do Abacateiro que é um museu vivo da Cultura do Fandango, Ararapira Velha (proibido desembarcar e acampar no local em razão de danos ao patrimônio histórico), igreja antiga - colonização, Barra do Ararapira e tradicional uso da folha da cataia em aguardente. Pode-se ir até a Ilha do Cardoso

 

  • Passeio de barco para ver os papagaios-de-cara-roxa (chauá) e golfinhos no entardecer
  • Passeio de barco à Vila do Sebuí para ver golfinhos, banhar-se na cachoeira e comer ostras frescas
  • Passeio de barco à RPPN Sebuí
  • Passeio de barco: Ilha das Peças, Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro

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Dicas e comentários sobre passeio:

  • A Ilha do Superagui é bem diferente da vizinha Ilha do Mel. Tem menos estrutura, mas é mais autêntica. Achei as praias não tão bonitas, mas podem ser contratados passeios de barcos com preços bem melhores e algumas localidades têm restaurantes simples, mas com ótima comida a preços mais honestos. O turismo em Ilha do Mel é mais explorado e mais caro
  • Particularmente, acho que a Ilha do Superagui rende uns 2 dias de passeio com pernoite por lá, mas se quiser desacelerar, dá para ficar à toa por lá mais alguns dias
  • À noite, a ilha é bem sossegada, é difícil até achar local onde comer. Talvez role alguma música/apresentação de fandango no Bar do Akdov. Aos finais de semana costuma ter festa no Magal, um salão perto do trapiche
  • Tem mico-leão-da-cara-preta que é endêmico, mas é difícil vê-lo. O chauá é avistado no passeio de barco à Ilha do Pinheiro
  • A Praia Barra do Superagui, na vila, rende boas fotos com muitos barcos. Não vi botos, mas parece que é comum avistá-los. Disseram que é gostoso tomar banho à noite na praia. Costuma ter água-viva, dependendo da época do ano. Em dezembro, tinha um pouco. Disseram que a Praia Deserta era melhor para banho por ter águas mais claras, mas acho que deve ter água-viva do mesmo jeito
  • A Praia Deserta, com morros ao fundo, segue a perder de vista e parece completamente deserta, mas tem 3 moradores e até um camping. Como é longa, a densidade demográfica é tão baixa, que pode ser considerada deserta mesmo. Tem algumas dunas baixas e um rio/lagoa cor de Coca-cola, com peixes bem pequenos e siris. O rio vai afinando até desaguar bem estreito, com largura de aproximadamente 1 m na praia, na maré baixa. Vimos um barranco com vegetação na praia, parece que o mar está escavando a areia. Na maré alta, parece que a água bate na vegetação. Não acho que isso impeça a passagem pela praia, mas talvez molhe os pés (e queira ir de papete). Na maré baixa, formam-se piscinas rasas à beira da praia. Disseram que tinha muito lixo na beira mar e dunas, mas não vi, não. Nem lixo trazido pelo mar, nem lixo jogado diretamente na praia. Talvez dependa da época do ano e das correntes marítimas
  • A trilha que parte da Barra do Superagui até a Praia Deserta é bem tranquila e dá para ser feita a pé ou de bicicleta. Decidimos ir a pé pela trilha e voltar pela praia para curtir 2 caminhos diferentes. É fácil encontrar o início da trilha, pois qualquer pessoa da vila pode te indicar. Seguimos pelo caminho ao lado da igreja. Não tem erro, basta ir seguindo em frente, pelo caminho mais aberto. A vila acaba e o caminho continua dentro da mata. Tem área mais fechada com sombra e mais aberta com sol. Também dá para fazer o contrário, da praia à vila, mas terá que procurar a saída da praia para a trilha que não é sinalizada, nem demarcada. Tinha um poste e 2 lixeiras bem no local onde a trilha desemboca na praia, mas lembro de ter visto uma lixeira em outro ponto da praia, já mais perto da Barra do Superagui. Também é provável que não tenha ninguém para pedir informação. A trilha é plana com pontes de concreto e passarelas de madeira sobre o rio e áreas alagadas. Li em alguns relatos que as passarelas de madeira estavam destruídas e tinha que passar por dentro dos córregos, mas acho que deram uma boa manutenção na trilha, pois as passarelas estavam em bom estado de conservação. A trilha corta uma área de mata e tinha mutucas que ficaram incomodando, voando em volta da cabeça, mas não fomos picados, pois saímos de calça comprida e camiseta de mangas longas. Na praia praticamente não tinha mutucas, porém disseram que no mês anterior até a praia estava infestada desses insetos. Tem um rio que forma uma espécie de lagoa cor de Coca-cola bem bonita. O rio vai afinando até desaguar bem estreito, com largura de aproximadamente 1 m na praia, na maré baixa. Vimos um barranco com vegetação na praia, parece que o mar está escavando a areia. Na maré alta, acho que a água bate na vegetação, mas nada que impeça a passagem, provavelmente só irá molhar o calçado. Forma piscinas rasas à beira da praia. Estavam iniciando as obras de construção de uma passarela ligando a sede do Parque Nacional do Superagui até a trilha
  • Dá para contratar passeios de barcos para as outras vilas e/ou ilhas da região. Um roteiro comum passa pela Ilha das Peças, Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro, com almoço em Barbados ou Ilha das Peças
  • Fiz o passeio de barco à Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro. O pessoal das pousadas costuma ter barco e organizar passeios para os seus hóspedes, levando não hóspedes também, quando não é contratado como privativo. No nosso caso, o barco era da pousada onde nós estávamos hospedados e um casal que estava em um dos campings que veio nos procurar para dividir o passeio. Saímos no meio da tarde, para dar o horário certo de ver a revoada dos chauás. Se saíssemos mais cedo, teríamos que ficar esperando, pois eles só aparecem ao final da tarde. A primeira parada foi na Vila de Barbados, no Restaurante do Odair para almoço com comida gostosa, farta e honesta. Barbados não tem praia, tem mangue e pedras. Depois fomos à Vila do Sebuí, onde desembarcamos no trapiche. A vila é bem pequena e não tem praia. Tem uma pequena queda d’água com poço para banho. Bonita, mas é legal vazio, pois o poço é pequeno e comporta poucos visitantes. Por último seguimos para a Ilha dos Pinheiros. Antes o pessoal descia na ilha. Agora não pode mais, colocaram uma placa que diz que o barco tem que ficar a uma distância mínima de 100 m. No final da tarde, antes do pôr do sol, chauás vêm para a ilha, de casais ou sozinhos ou de (pais com filhote). Com o dia nublado, não dava para ver direito os chauás, só quando voava mais perto ou quando passava em frente às árvores, dava para o contraste das cores das aves com o fundo verde das plantas
  • É proibido o desembarque em algumas ilhas para evitar danos ambientais. Inclusive, na Ilha do Pinheiro, tem uma determinação do ICMBio que estipula uma distância mínima entre as embarcações e a ilha que é bastante visitada para o avistamento dos chauás

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Onde ficar:

  • Pousada Paraíso, Barra do Superagui, 3482-7116 / 99543-7866 / 98530-6894 / 98406-2037. É simples, como todas as pousadas da ilha, mas é agradável, aconchegante e familiar, parece que estamos em casa. É tudo muito novo ou recém-reformado. Não tem área de lazer. O atendimento é familiar, os próprios donos tomam conta do lugar e estão presentes. Amei toda a família proprietária. Achei boa a relação custo/benefício. Tem wifi; boa limpeza da área comum; o quarto é limpo a cada 2 dias ou a pedido do hóspede; roupa de banho e de cama de algodão, mas colorida. Ficamos no quarto 1, de frente à praia, mas tem uma casa na frente, por isso a vista é parcial. Bate sol à tarde e esquenta bastante, porém é mais ventilado, por isso não sei dizer se é mais ou menos quente do que os outros 2 quartos. O quarto é pequeno, bem simples, mas agradável, tem cama box, estante, ventilador. Banheiro com cortina, chuveiro elétrico. Não tem frigobar, mas disponibilizam a geladeira da cozinha que atendeu muito bem. Não tem TV, mas tem uma sala de estar comunitária com TV, jogo de sofás e mesa com 4 lugares. Os 3 quartos internos dão para a sala. O café da manhã é simples, mas tem o básico, suco natural, frutas frescas, pães, bolos, frios. Só senti falta do ar condicionado, pois no verão é bem quente para dormir. Recomendo a pousada, mas numa época um pouco mais fresca. Eles alugam uma charmosa casa de madeira completa que fica de frente à praia. Também tem mais uma construção de madeira no fundo que tem 2 quartos com 1 banheiro. As 2 com varanda. Vendem gelo e bebidas para não hóspedes também

Outras opções:

  • Pousada Cost’Azul, Barra do Superagui, 3482-7136 / 99978-6013
  • Pousada Crepúsculo, Barra do Superagui, 3482-7135
  • Pousada Centauro, Barra do Superagui, 3482-7164 / 99504-4077
  • Pousada Sobre as Ondas, Barra do Superagui, 3482-7118 / 9 8524-9033

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Até que tem várias opções de hospedagem na Ilha do Superagui, mas são simples. Campings e quartos com banheiro compartilhado são comuns. Frigobar e TV no quarto são raros. A Pousada Sobre as Ondas tem quartos com frigobar e TV e possui a única acomodação com AC da ilha, segundo informações que prospectei durante minha permanência. As pousadas estão distribuídas ao longo da praia, algumas um pouco mais longe do trapiche
  • A maior infraestrutura turística está na Barra do Superagui, mas na Vila das Peças (na Ilha das Peças) tem algumas pousadas, campings e restaurantes. As vilas menores também têm uma ou outra pousada e restaurante, mas a infraestrutura é escassa. Tibicanga tem uma pousada ao lado do Bar do Didi

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Nanci Naomi
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Trilhas:
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Relatos:
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3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
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21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
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25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

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Onde comer:

  • Restaurante da Pousada Sobre as Ondas (Restaurante do Carioca). Fica de frente à praia. Atende não hóspedes também. Estava aberto para almoço, servindo refeições e porções. Costuma operar no esquema de bufê se tiver mais cheio, mas mesmo em um final de semana de dezembro, estava pouco movimentado. Almoçamos um comercial, simples, mas gostoso. Abriu para jantar, mas servindo apenas porções. Estavam fazendo jantar para os hóspedes que iam chegar. Por isso o jantar ia sair só pelas 22h, mas eles nos serviram uma porção de peixe frito. Dependendo da época, é a única opção na ilha. Achei a relação custo/benefício boa
  • Restaurante do Odair, Vila de Barbados. Ambiente bem simples. Esquema de bufê livre, mas serviram à mesa as travessas de comida com reposição constante. Tinha ostra no bafo com vinagrete, caranguejo, camarão, peixe frito, arroz, feijão, fritas, farofa, salada (alface, tomate, repolho), vinagrete. Perguntei se a ostra era cozida ou crua e o Odair logo se prontificou a trazer ostras frescas, tiradas naquele momento, mas o pessoal preferiu ficar com as ostras no bafo mesmo. Tudo servido à vontade. Comida gostosa e farta a um preço honesto. Achei a relação custo/benefício muito boa

Outras opções:

  • Restaurante da Pousada Crepúsculo
  • Restaurante da Pousada Centauro

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • Em um final de semana em meados de dezembro apenas o Restaurante da Pousada Sobre as Ondas estava aberto. Não tinha bufê, estava servindo refeições no almoço e porções à noite. Tentamos almoçar no Restaurante da Pousada Crepúsculo que estava aberto, mas servia almoço apenas sob encomenda. Se for durante a semana e/ou fora de temporada, sugiro combinar um esquema de pensão completa com a pousada na qual ficará hospedado, pois pode ficar sem opção

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Barqueiros para os passeios:

  • Maninho da Pousada Paraíso. Levou para um passeio e também fez o traslado para a Ilha do Mel. Tem uma voadeira em bom estado de conservação e atendeu bem

Outras opções:

  • No geral, as pousadas têm barcos e oferecem serviços de passeios e traslados para hóspedes e não hóspedes

Fontes:

ICMBio - Parna do Superagui
Mar Sem Fim - Parque Nacional do Superagui

Mapas (links externos):

Ilha do Superagui

Dicas gerais:

  • Recomenda-se tomar a vacina da Febre Amarela com no mínimo 10 dias de antecedência da viagem
  • O saneamento básico da ilha é deficiente. Tem água encanada, uma represa com água do rio/cachoeira que é encanado e desce para a vila, mas tem pouca vazão e costuma faltar água, por isso algumas propriedades têm poço. Tem coleta de lixo que vai para um barracão e depois é transportado de barco a Guaraqueçaba. Não tem rede de esgoto, as propriedades têm fossa ou lançam os dejetos no rio
  • Em meados de dezembro, estava muito calor e muito sol, com chuvas apenas ao final da tarde/noite. Mesmo no final de semana, o movimento estava tranquilo. O clima estava perfeito para pegar uma praia, mas achei muito quente para fazer as trilhas, também tinha bastantes pernilongos e mutucas, principalmente na trilha pela mata, entre a vila e a Praia Deserta. Na vila e nas praias, tinha poucas mutucas, pois a época delas já tinha passado (novembro); tinha poucos borrachudos também. Em uma das noites, a energia elétrica acabou e só voltou no dia seguinte. Foi cruel dormir sem ventilador, com calor e com pernilongos. Particularmente, eu voltaria lá em outra época, com temperaturas mais amenas, ainda que as águas possam estar geladas e inviabilizem o banho de mar. Em dezembro, achei que a noite é bem quente para dormir sem ar condicionado, que é o caso da maioria das hospedagens da ilha. O problema é que fora do verão, o local deve ficar completamente vazio
  • Não há CIT na ilha. Em Guaraqueçaba tem pouco material. Não tinha nenhum mapa da Secretaria de Turismo e/ou da associação comercial da cidade
  • A infraestrutura da ilha é precária, não há agências bancárias, nem caixas eletrônicos. Alguns estabelecimentos aceitam cartão
  • Leve seus remédios de uso contínuo e básicos, pois não tem farmácia na ilha. Há um posto de saúde bem simples
  • Tem um mercadinho, o Armazém do Toninho, ao lado da Pousada Paraíso, com poucas opções
  • Celular da Claro continuava sem funcionar. Raramente em alguns pontos, dava um sinal muito fraco

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Roteiros sugeridos:

O Litoral pode ser associado a outras regiões turísticas como as Rotas do Pinhão com acesso via aeroporto de São José dos Pinhais. O tempo requerido vai muito da intenção de fazer um roteiro ou mais profundo ou superficial e também de quantas cidades pretende abranger.

Para quem está hospedado na Ilha do Superagui:

  • Roteiro 1: Caminhada da Praia Barra do Superagui a Praia Deserta - sugestão: ir pela trilha e voltar pela praia
  • Roteiro 2: Passeio de barco: Ilha das Peças, Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro

Observações: a duração dos roteiros depende do quanto quiser caminhar, parar para banho, etc.

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Relato de viagem:

Sexta, 14/12/2018 - ensolarado
Morro do Quitumbê, Ilha do Superagui, Pousada Paraíso, Praia Barra do Superagui, sede do Parque Nacional do Superagui

Fica a dica: fora da alta temporada ou no meio da semana, as opções de restaurante são quase inexistentes. Tenha um plano B: negociar com o pessoal da pousada, cozinhar...

Descemos perto do trapiche da Ilha do Superagui, na areia mesmo e foi meio chato de descer com a bagagem. Saímos andando procurando a Pousada Paraíso que estava sem placa. Porém, é fácil, pois a vila é bem pequena. Deixamos nossa bagagem e fomos almoçar no Restaurante da Pousada Sobre as Ondas, onde comemos um PF simples, mas gostoso. Caminhamos pela Praia Barra do Superagui. Primeiro, seguimos à direita e tem algumas casas à beira-mar. Depois, voltamos e entramos um pouco pela vila, por caminhos estreitos entre as cercas das casas que são feitas de material reciclado como cordas e redes de pesca. É um labirinto, não tem ruas, são caminhos entre as casas, várias de madeira. Voltamos à praia e seguimos à esquerda, até a sede do Parque Nacional do Superagui, onde conversamos um pouco com o Rafael que trabalha no parque. Retornamos à pousada. A Praia Barra do Superagui é um bom lugar pra ver o pôr do sol, mas só vimos pôr de nuvem. À noite, só encontramos o Restaurante da Pousada Sobre as Ondas aberto, mas eles estavam fazendo jantar para os hóspedes que iam chegar. Por isso o jantar ia sair só pelas 22h, mas eles nos serviram uma porção de peixe. Andamos um pouco pela praia, mas estava escuro, pois não tem iluminação, só a das casas. Olhando no horizonte, só tem um pouco de luz do lado esquerdo. Tudo escuro, mesmo na Ilha do Mel e na Ilha das Peças. Estava muito calor, dormimos com a janela aberta e o ventilador ligado. Celular continuava sem funcionar. Raramente em alguns pontos, dava um sinal muito fraco.

Sábado, 15/12/2018 – ensolarado com muitas nuvens / depois abriu, poucas nuvens
Trilha da Praia Deserta, Praia Barra do Superagui

Fica a dica: a ilha deve ser mais agradável quando o clima estiver mais ameno. O verão é muito quente. Só tem um quarto com AC na ilha e não será de grande valia se acabar a energia elétrica

Entramos na vila, pelo caminho ao lado da igreja. Fomos perguntando, mas não tem erro, basta ir seguindo em frente, pelo caminho mais aberto. A vila acaba e a Trilha da Praia Deserta continua dentro da mata. Algumas mutucas nos acompanharam, sobrevoando em volta da cabeça. Porém, de calça, camiseta de manga comprida, boné, canga enrolada em volta do pescoço e cabeça e repelente, estávamos de boa. Vimos muitas bromélias e liquens. A trilha desemboca na praia. A Praia Deserta, com morros ao fundo, segue a perder de vista e parece completamente deserta, mas tem 3 moradores e até um camping. Como é longa, a densidade demográfica é tão baixa, que pode ser considerada deserta mesmo. Resolvemos voltar pela praia. Tem algumas dunas baixas com vegetação rala. Tem um rio e resolvemos cortar caminho pela beirada do rio/lagoa cor de Coca-cola. O rio vai afinando até desaguar na praia. O mar forma piscinas rasas à beira da praia, na maré baixa. Vimos água-viva na areia da praia. Na Praia Barra do Superagui, fomos ao restaurante da Pousada Centauro, mas parecia fechada. O restaurante da Pousada Crepúsculo estava aberto, mas só estava atendendo por encomenda. Então voltamos ao Restaurante da Pousada Sobre as Ondas que estava servindo PF e comercial. À tarde, ficamos na mesa embaixo da amendoeira, aproveitando o vento, sem fazer nada, só olhando o mar. À noite, teve jantar de comemoração ao aniversário de casamento de um casal nota 10, a Marisa e o Jânio que também estavam hospedados na pousada. Pouco depois da meia-noite, a energia acabou. Foi cruel ficar sem ventilador.

Domingo, 16/12/2018 – manhã nublada / ensolarado a encoberto ao longo do dia
Passeio de barco à Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro

Fica a dica: aproveite para fazer mais passeios de barco a partir da Ilha do Superaqui, onde os preços são melhores. Os roteiros que partem da Ilha do Mel são mais inflacionados

A energia voltou lá pelas 9h. Apenas uns 5 estabelecimentos na ilha têm geradores como a Pousada Sobre as Ondas. Pousadas e restaurantes estavam em reforma para receber os hóspedes no final do ano. À tarde, fiz o passeio de barco à Vila de Barbados, Vila de Sebuí e Ilha do Pinheiro com 1 casal que estava em um dos campings. Saímos com o Maninho, dono da pousada, no meio da tarde, para dar o horário certo de ver a revoada dos chauás. A primeira parada foi na Vila de Barbados, no Restaurante do Odair para almoço com comida gostosa e farta. Perguntei se a ostra era cozida ou crua. Eram cozidas e o Odair logo se prontificou a trazer ostras frescas, tiradas naquele momento. Como eu não sabia quebrar o caranguejo, ele sentou do meu lado e, com a maior prática, separava só a carne para mim. Barbados não tem praia, tem mangue e pedras. A vila tem algumas casas de madeira e vi mais um restaurante lá. Dei uma volta na área com pedras e tinha um pouco de borrachudo e mutuca. Depois fomos à Vila do Sebuí, onde desembarcamos no trapiche. A vila é bem pequena, com um bar, um clube e poucas casas, algumas de madeira. Não tem praia, a água do mar bate na vegetação meio rasteira, meio mangue. Tem um rio e uma pequena queda d’água com poço para banho. Bonita, mas o poço é pequeno e comporta poucos visitantes. Por último seguimos para a Ilha dos Pinheiros. No final da tarde, antes do pôr do sol, chauás vêm para a ilha, de casais ou sozinhos ou de trios (normalmente pais com filhote). Com o dia nublado, não dava para ver direito os chauás, só quando voava mais perto ou quando passava em frente às árvores, dava para o contraste das cores das aves com o fundo verde das plantas. Voltamos para a pousada. À noite, estava um pouco melhor, com energia elétrica e ventilador.

Segunda, 17/12/2018 – amanheceu nublado / ensolarado com muitas nuvens / ensolarado / chuva forte
Ilha do Mel, Vila de Nova Brasília, Pousadinha, Vila do Farol, Praia de Fora, Praia de Brasília, Praia do Istmo, Praia do Farol, Farol das Conchas

Saímos com o Maninho para a Ilha do Mel. Passamos bem próximo à Ilha das Palmas, onde o pessoal gosta de pescar.

Continua no relato da Ilha do Mel...

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    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Nos últimos dias de 2019 tive o prazer de fazer um dos trechos da Travessia Entre Ilhas, que é mais conhecido como Lagamar. O trecho entre Cananéia/SP e Paranaguá/PR. Na verdade Lagamar é o nome do estuário menos degradado e mais produtivo do mundo situado na região que compreende os estuários do Rio Ribeira, Iguapê e o Estuário de Paranaguá. É uma região de manguesal que abriga uma grande diversidade da flora e principalmente fauna terrestre e marinha. O Lagamar está num trecho de preservação da Mata Atlântica que, explica e chama ainda mais atenção pela sua riqueza.
      Apesar da preparação em grupo acabei fazendo o percurso no estilo "solo". Quando chegamos em Cananéia do grupo que já era reduzido, uma das pessoas não compareceu, e  a outra preferiu ficar na cidadezinha. Como aquecimento, depois de passar boas horas na espera em Registro/SP, aguardando um ônibus para a Ilha, chegamos em Cananéia. Logo tratamos de fazer um tour pela pacata cidade histórica que se orgulha de brigar (ser) considerada a primeira "cidade" brasileira. Fato é que em  1531 Martin Afonso de Souza aportou na Ilha de Cananéia, segundo documentos históricos. Visitamos o museu municipal que também guarda uma preciosidade: o maior tubarão branco em exposição, embalsamado, do mundo. A fêmea, capturada em águas brasileiras da região têm 5,5 m de comprimento e nada menos que 3,5 toneladas.
      Como aquecimento da jornada eminente, subimos (na verdade subi) o Morro São João Batista para conferir a vista do Mar Pequeno e tem uma pequena ideia da dimensão do projeto. Nessa ascensão que acabei ficando sozinho, minha parceria desistiu, melhor que foi ali e não em meio à praia deserta.

      No geral Cananéia é uma daquelas cidades que faz voltarmos no tempo e fazer uma reflexão sobre nós homens, nossa sociedade e nosso progresso. As ruas foram projetadas para o Séc. XVI ou XVII e hoje precisam conviver com carros do séc. XXI, isso não é um problema, quando a população e o fluxo não é muito grande. As marinas e mercados de peixe estão por todo lugar, a pesca é a principal atividade da cidade. Pra quem gosta de curtir um final de tarde num barzinho, vai encontrar na Ilha algumas opções bem aconchegantes, e diversificadas. A sensação de segurança também traz um certo conforto.
      PRIMEIRO DIA DE TRAVESSIA (NA VERDADE PREPARAÇÃO)
      Neste dia acordei às 06:00 na esperança de chegar à Praia do Cambriú antes das 09:00. Na realidade como estava sozinho, mesmo tendo esperado até às 09:30 no pier não consegui nenhuma voadeira rumo ao Cambriú. Para garantir fui para o Marujá, depois faria o trecho de 12 km até o Cambriú caminhando.

      O trajeto até a Comunidade Marujá já foi emocionante, cruzamos com golfinhos, guarás vermelhos e nossa voadeira deu uma pane ficando uns 40 min à deriva no meio do canal.

      Do Marujá até o Cambriú a viagem foi angustiante: cruzar a Praia da Lage se revelou o principal teste emocional da viagem. São cerca de 6 km apenas, mas o fato de conseguirmos enxergar a outra ponta torna essa praia deserta um "inferno".

      Parece não ter mais fim, some-se o fato de ser o início da travessia, então eu queria olhar o relógio a todo instante para saber do meu desempenho, ilusão, nada mudaria. Levei mais que 1h e 30min  de caminhada, tive de fazer algumas paradas e lutar constantemente com os pensamentos negativos. Alguns urubus sobrevoavam meu esqueleto trambaleante fazendo troça.

      Com muita luta cheguei no outro lado e depois na Praia do Fole, alcançando o Cambriú já depois das 15:00. Assustado, e preocupado devido à experiencia na Laje, resolvi dormir por ali mesmo. No finalzinho da tarde, conversando com moradores descobri que o seu Toninho (barqueiro) fez duas travessias de barco vindo de Cananeia naquele mesmo dia. No final eu tinha chegado também.

      SEGUNDO DIA - MAR IMPLACÁVEL ESPERA INFINDÁVEL
      Madruguei. Às 06:15 já me punha a caminhar, na esperança de ver o sol nascendo na Praia do Fole, de frente para a Ilha do Cambriú, nada mais que expectativa. O Astro só apareceu já alto umas 06:50 devido a quantidade de nuvens. Transpor a pequena Praia de Fole Pequeno é simples, a Praia do Fole também foi fácil, ou a ansiedade de chegar na aterradora Praia da Laje novamente fez com que as duas ficassem mais fáceis.

      De peito aberto me pus a caminhar e em menos de 1h cruzei aquela vastidão de areia liza. É curioso como ela parecia ainda maior, apesar de psicologicamente ter sido bem mais fácil. A faixa de areia estava com mais de 50 m de largura, a maré tinha recuado bastante.

      No trecho de pedras entre a Laje e o Marujá, fiz uma pausa para comer e beber água na bica que tem por ali.

      Logo que começa o costão um visual deslumbrante, a Praia do Marujá sumindo no horizonte como um traço reto entre a água azul e a mata verde. Depois de sair no Marujá e caminhar uns 2 km encontrei as primeiras pessoas desse trecho. Era um pequeno grupo, aproximadamente 15 pessoas tomando banho de mar. Pelos demais 14 km daquele dia não vi mais ninguém, apesar de ter encontrado até uma placa indicando um restaurante.


      Caminhei, caminhei, até tentei parar para descansar, mas além de não me sentir cansado, o sol de rachar e a falta de qualquer sombra desencorajam a pausa. Incrível que nesse dia, apesar de a praia ser bem mais extensa, quando me dei conta estava na antiga Vila da Baleia e já eram 12:00.
      A Vila, agora destruída, mostra o quão implacável as águas podem ser. Hoje nenhuma residência permanece no local. O mar cortou um braço de uns 500m por ali, e continua avançando. As pessoas saíram deixando tudo para trás. Inclusive muito lixo (roupas, plástico, fios, canos, etc.) que provavelmente vai acabar no Atlântico, que diga-se de passagem já tem muito lixo. Uma vergonha. Ainda mais sabendo que se trata de uma comunidade que vive do Mar.
      A parte boa é que no canal que se forma atrás da antiga Vila as águas além de limpas são muito calmas. Não resisti, tirei a roupa e dei alguns mergulhos. Arrumei minhas coisas como um travesseiro e tirei um bom cochilo, imaginando a pernada de volta até a nova Vila da Baleia ou Marujá pra conseguir um barco que me deixasse em Ararapira.

      Acordei com o ruído de um barco parando ali pertinho, fui logo perguntar sobre chegar do outro lado. O barqueiro, Pedro, se ofereceu me deixar na agora Vila da Baleia, aceitei. Na Vila consegui um transporte para o final da tarde. Precisei ficar 4h esperando, sentado ao pé de uma árvore, sendo paparicado por uma cachorra que apareceu ali.
      Cheguei em Ararapira quase noite. Lá fui informado que se tivesse parado na Pontal do Sul/SP poderia também chegar no Superagui caminhando: o antigo canal não existe mais, está todo assoreado pela areia e fica exposto, exceto em maré cheia.
      TERCEIRO DIA - A PÉ OU DE CAVALO
      Comecei cedo, e como não podia ser diferente larguei a tralha na ponta do Superagui e fui até o meio do antigo canal, marcar a divisa dos estados.

      Caminhando no Paraná, logo avistei o improvável; no meio do nada um cavalo branco observando o Oceano, cheguei pensar que fosse loucura da solidão na minha cabeça. No entanto, pude confirmar era um cavalo mesmo. Resisti a tentação de cavalgar até a Vila de Superagui.

      Caminhei, passei por alguns riachos, boias, quando encontrei gente, fui saber que já estava chegando na Vila. Eram 11:00 e meus planos de wild camping ficariam para outra oportunidade. Pleno, cheguei na Vila de Superagui. No entanto, um erro crasso me deixou preocupado, e não era o cansaço dos 20km e tanto. Em um dos riacho eu optei por não tirar a bota, resultado foi que era mais fundo que o planejado e entrou água nela, caminhei o resto do trecho, uns 10km, com o pé encharcado. Rendeu muita dor na sola do pé e o medo de aparecerem bolhas me obrigando a desistir no último trecho.

      Achei um camping, muito da hora, e fiz uma coisa improvável que tive vontade lá pelas 09:00 da manhã, comprei uma coca-cola. Pensa num refrigerante gostoso. O marido da dona do camping, ao conversarmos se dispôs a me deixar na Ilha das Peças no outro dia.
      Fiquei algumas horas sentado no píer da Vila esperando o pôr do Sol, durante esse tempo vários grupos de botos desfilaram a poucos metros de mim.

      QUARTO DIA - UMA TRAPAÇA, MUITA ESPERA
      Desarmei acampamento antes de o Sol nascer, mas tive de esperar o barqueiro, kkkk. À 06:40 me deixava na Ilha das Peças, e não quis me cobrar nada ainda. Nesse dia foi muito tranquilo, aquela sensação de tempo e espaço relativa, devido nas Peças eu saber que seriam apenas 16km para completar a trilha tornou tudo psicologicamente muito leve. A areia firme, a companhia da Ilha do Mel a poucos metros tudo preparado para um final incrível.

      Depois do antigo farol, hoje caído, avistei a Vila das Peças. Inocente, mesmo percebendo um trecho que aparentava "mangue" resolvi cruzar por ali mesmo, próximo do mar, para não contornar pela margem da várzea. Foi o trecho mais cansativo, e olha que desisti logo do meio e fui para a margem da mata. A cada pisada o pé afundava alguns centímetros na areia fina, acabando com minha panturrilha (lembrei dos tempos de treino na areia para disputar campeonatos de futebol).

      Chegando na Vila, 10:00, fui procurar alguém que me deixasse em Paranaguá. Não fui bem tratado pelos barqueiros, foram meio rudes - mochileiro acho que eles pensam que nós mendigamos carona. Fiquei chateado, mas paciência. Para piorar um do puto ainda me trapaceou, me disse que eu teria que esperar a escuna regular as 16h, mas se quisesse, por 70 reais me levaria às 15h, já que ele ia buscar mais gente em Paranaguá.

      Achei um camping, armei a barraca para terminar de secar e dormi um sono. Eram 14:30 quando desmontei tudo e fui encontrar o indivíduo. O pilantra apareceu umas 15:20, eu com cara de bobo, fui no barco. A única coisa que o @#$& me disse é que ia para Supergui e não podia me levar (sacanagem, devido ao nosso combinado nem fui atrás de outros barcos).


      Resumindo fiquei torrando no píer até às 16:30 quando a escuna me levou para Paranaguá. Foi um travessia incrível, que e ensinou muito. O fato de eu estar sozinho proporcionou perspectivas únicas. Saí de lá mais experiente, e agora que venha o Cassino.





    • Por nnaomi
      Guaraqueçaba DDD (41)
      Período:  10 a 14/12/2018 Cidades:  Guaraqueçaba Guaraqueçaba que, em tupi-guarani, significa lugar de muito guará, uma ave de cor avermelhada que era abundante na localidade, é emoldurada por morros com vegetação preservada e banhada pelas águas das baías de Paranaguá e Laranjeiras. É conhecida como “Cidade Berço do Paraná”, pois foi o primeiro município do estado a ser colonizado por portugueses por volta de 1545. Além da parte continental, tem ilhas como a Ilha das Peças e a Ilha do Superagui. A região encerra UCs como a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Salto Morato, a RPPN Sebuí e o Parque Nacional do Superagui.
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada no centro de Guaraqueçaba. A infraestrutura turística é modesta; tem algumas opções de hospedagem e alimentação, mas os passeios são feitos de maneira informal com a contratação de motoristas e barqueiros para o deslocamento até os atrativos.
      Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos listados, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.
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      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      23 dias no PR - dez/2018 - Parte 1: Natal de Curitiba | Parte 2: Morretes
      15 dias em SC - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
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      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
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