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Fiquei 33 dias na Austrália. Iniciei a minha viagem em junho na Cidade de Cairns em Queensland, pois meu grande objetivo era conhecer a Enorme Barreira de Corais. Este é o melhor local de acesso e fechar os pacotes de mergulhos, pois está próximo dos melhores recifes de corais.

  Como tirei um dia inteiro pra cotar as agências de mergulhos, então sobrou tempo pra visitar alguns lugares como o Aquário da Cidade.

Há uma infinidade de lugares para mergulhar, no entanto o lugar principal chama-se Osprey Reef, o qual só uma empresa no momento está autorizada a chegar no local, que é a Mike Ball. Esse recife fica bastante distante, é preciso travessar um mar bastante agitado para alcançar esse lugar. Tem que se fechar o mínimo de 4 dias num cruzeiro para conseguir fazer os mergulhos com tranquilidade. Nesse tempo vc tem direito a 14 mergulhos durante esse percurso.

Sempre viajei sem reservas, mas procuro escolher as épocas fora de alta temporada para não correr o risco de ficar sem hospedagem ou sem fazer os melhores passeios. Essa experiência tem dado certo, ou então estou tendo sorte demais!

A agência que escolhi foi a Mike Ball Expeditions, pois é a única que tem o alvará para mergulhar em Osprey Reef, onde é considerado um dos melhores lugares do mundo pra se mergulhar. Quem quiser saber sobre valores, é só procurar o site deles na internet, pois o preço que paguei certamente está desatualizado.

Fiz uma visita ao Aquário de Cairns, onde tive a idéia do que encontraria em seus recifes, tem inúmeras espécies de crustáceos, répteis e peixes exóticos e uma arquitetura futurística com belos aquários.

No final da tarde me reuni com o grupo que embarcaria para a expedição de mergulhos em Osprey Reef e partimos para o Cruzeiro que nos levaríamos.

O primeiro lugar que mergulhei foi em Summer Bay em Ribbon Reef. Faziamos em torno de 4 mergulhos por dia, mas se houvesse um noturno, então eram 5 mergulhos. Enfrentar as aguas geladas era quase uma maratona pra mim, mas valeu cada mergulho.

Não é fácil ir a Osprey Reef, pois pegamos um longo trecho de mar aberto, que dependendo das condições climáticas não seria permitida a ida. Mas graças a Deus o tempo ajudou desta vez e conseguimos chegar. O cruzeiro balançou muito por causa das marolas. É normal passar mal e vomitar bastante, mas com o tempo vai se adaptando às marolas.

Como fizemos vários mergulhos seguidos, recomendo proteger bem os pés das nadadeiras para que não fiquem em carne viva, pois mesmo usando botas de neoprene a agua salgada vai corroendo a pele com o atrito por causa das nadadeiras. Não corra o risco de não poder mergulhar nesse precioso lugar.

Outra dica, não tente usar o drone para tentar filmar os recifes de cima, pois o local venta muito e o risco de perde-lo é muito alto.

Outra dica, recomendo ter o curso nitrox para que possa ficar mais tempo embaixo da água.

Nos meses entre junho a agosto é possível avistar as baleias minks nessa região. Mas infelizmente no meu caso nao tive esse privilégio.

Com relação aos pacotes de mergulhos há 3 opções, uma de 3 dias de mergulhos, outra de 4 e outra de 7 dias. Fechei o de 4 dias, q me deu direito a 14 mergulhos, dos quais fiz 13, incluindo 2 mergulhos noturnos.

No primeiro mergulho da manhã deste dia encontramos um natiloide, que é uma espécie de molusco pré histórico.  Podem ser encontrados numa profundidade de até 500m. É comum encontra-los no leste do oceano índico.

Finalmente chegamos em Osprey Reef, as marolas ajudou e passamos a madrugada inteira a todo vapor rumo a esse requisitadíssimo lugar pelos mergulhadores, chamado Osprey Reef.

Estava todo mundo na expectativa, é um lugar repleto de enormes tubarões. Fizemos uma espécie de arquibancada natural para assistir a alimentação dos tubarões. Fomos nos acomodando nas rochas de forma circular, onde no centro seria despejado as carcaças de peixes para os tubarões.

Os enormes tubarões iam chegando na medida que o odor das carcaças se espalhavam pelo mar.

Achei um espetáculo a concentração de tantos tubarões, foi um dos cenários mais incríveis que já presenciei.

Os corais nessa região são muito bonitos e diferentes. É um paredão enorme colorido formado pelas algas e corais,  deixando as imagens sensacionais e exóticos

Tivemos a companhia de um cardume de barracudas.

Para voltar ao continente desembarcamos em Lizard Island, onde peguei um vôo de volta a Cairns.

Achei esse sobrevôo sobre os corais um verdadeiro espetáculo. Foram 4 horas de vôo até o aeroporto de Cairns.

Aproveitei que estava no aeroporto e comprei uma passagem até Sidney. O Centro é formado por prédios e praças, representando um mundo corporativo.

Aproveitei e visitei a Casa de Ópera e o Aquário de Sidney. chegando a ter mais de 650 espécies e mais de 6 mil peixes e outros animais aquáticos de toda a Austrália.

Visitei a torre de Sydney onde tem uma vista panorâmica de 360 graus.

Peguei o metrô para visitar Blue Mountain. Fica a oeste de Sydney. É uma região muito bonita, mas neste dia, o mal tempo atrapalhou bastante, mas consegui aproveitar a região.

Depois peguei um vôo para Melbourne.

Melbourne é a segunda Cidade mais populosa depois de Sydney. É um dos principais centros financeiros do País. Já foi considerado a quarta cidade mais cara do Mundo, empatando com Oslo na Noruega.

Peguei um ônibus para conhecer os 12 apóstolos. O trajeto foi beirando a costeira australiana. Mas no caminho o motorista parou para visitar algumas praias e num parque cheio de cangurus.

Depois peguei um vôo para a Tasmânia.

Decidi fazer um passeio de lancha beirando a costeira rochosa. Recebíamos um macacão pra nos protegermos da água e do frio, pois ventava muito.  O percurso foi muito bonito. O nome do circuito que fizemos chama-se bruny island.

Depois fechei um tour com uma Agência para conhecer outras partes turísticas da Tasmânia.

Na Tasmânia existem 2 passeios de lancha imperdíveis, muito bonitos, porém caros, em torno de U$250 cada um. Eles circundam as belas costeiras rochosas da Tasmânia. Ambos duram praticamente o dia todo, saindo cedo pela manhã. O nome que é dado a este passeio é Tasman Island, o outro se chama Bruny Island.

Nesse local haviam umas baleias, apesar de não conseguirmos avistá-las completamente foi um momento incrível do passeio.

No final do passeio da lancha visitamos uma prisão antiga desativada. O nome da Cidade é Port Arthur, onde eram levados os criminosos mais perigosos durante o século 19. A prisão foi desativada em 1897, 54 anos após ser inaugurada. As ruínas do presídio, no entanto, podem ser visitadas até hoje. O turista pode caminhar pelas celas, hospital e salas de aula.

 

Uma pequena cidade foi construída ao redor da penitenciária para dar a devida estrutura aos que trabalhavam ali. Casas, escola e igreja foram erguidos. A pedras usadas na igreja, por exemplo, foram lapidadas pelos detentos.

Depois peguei um ônibus para conhecer a outra parte da Tasmânia, a Cidade de Launceston.

Fiz um tour no Parque Nacional Craddle Mountain. Fiz um belo trekking até a parte mais alta, que fica a 1.545m do nível do mar e é a sexta montanha mais alta da Tasmânia.

Esse passeio foi feito por uma Agência. Não há guia, mas as trilhas são bem demarcadas. São vários roteiros no local, mas com agilidade se consegue conhecer tudo.

Senti falta de crampons para andar na neve. Tive receio de escorregar sem o solado de 12 pontas. Mas com o devido cuidado consegui atingir o topo e curtir o belo visual panorâmico dos lagos e das  montanhas

Depois voltei pra Sydney para aproveitar o bom tempo e conhecer um pouco mais sobre Blue Mountains. Desta vez consegui fazer excelentes trilhas com belos mirantes.

Há um mapa turístico que se consegue ter uma boa noção da dimensão do lugar e não se perder nas trilhas. Pois a região que engloba Blue Mountains é muito extensa. Seria preciso vários dias para percorrer todas as trilhas.

É na região de Blue Mountains que ficam as Three Sisters (Três Irmãs), formações rochosas que ganham colorações diferentes de acordo com a incidência da luz do sol

Entre os lugares que recomendamos não perder no passeio, estão as Three Sisters, uma formação que pode ser vista a partir do Echo Point. As Three Sisters tem mais 900m e, segundo a lenda aborígene, as três formações se referem a três irmãs que foram transformadas em pedra. É possível também fazer uma trilha em que você vai até a base das três irmãsvale muito a pena para se ter uma dimensão da grandiosidade dessas formações.

Não podia deixar de conhecer as Praias de Queensland, elas são muito bonitas. O percurso do vôo foi sensacional, o formato das praias lá de cima deixou um cenário incrível.

Peguei emprestada a bike do Hostel para conhecer a Cidade. Os australianos tem o hábito de investir em motor home. Há muitos campings espalhados. É praticamente uma casa ambulante. Há uma variedade de adaptações para dormir dentro dos veículos. Dá gosto de ver a infraestrutura dos carros e sua autonomia e independência.

Agendei um tour para conhecer Fraser Island por meio de um caminhão 4x4 adaptado para carregar os turistas. Somente 4x4 para enfrentar os areiões de Fraser Island. É considerada a maior ilha de areia do mundo, com seus 120 km de extensão.

Uma das grandes atrações dessa ilha é visitar os lagos de água doce.

O caminhão acabou atolando algumas vezes, deu bastante trabalho.

No final do dia pegamos a balsa para voltar ao continente .

Decidi fazer um tour de yatch em Fraser Island para conhecer outros lugares. O dia permaneceu ensolarado e perfeito. O porto é lotado de tudo que é tipo de veleiros e yatchs.

Paramos pra fazer um snorkel, a água estava bem gelada.

Pegamos um bote para conhecer a praia. O legal é que ele anda na terra. Há um motor que baixam as rodas e andam na areia. Sensacional o bote anfíbio.

Subimos uma duna para apreciar a bela vista panorâmica.

Remamos de caiaque num dos mangues.

Meu próximo destino foi Arlier beach na região de Whitsunday em Queesland.

Fiz um sobrevôo sobre as ilhas, que no total são 74 ilhas. A duração do passeio foi de aproximadamente 1 hora.

A parte mais incrível e surpreendente foi quando passou por cima dos recifes de corais. É impressionante tanta beleza num mar tão cristalino. Realmente inacreditável!

Terá uma noção porque a Austrália tem o maior recife de coral do mundo. É recife que não acaba mais, formando diversos desenhos para quem os vê de cima. As tonalidades de verde esmeralda é impressionante.

Airlier beach é uma Cidade litorânea bastante turística. Há diversos passeios e a vida noturna é bastante intensa, com muitos bares e shows.

Fiz um passeio imperdível com uma lancha enorme onde visitamos Whitesunday.

Fomos a praia fazer uma trilha  que dá o acesso mais próximo às areias branquinhas com suas águas cristalinas de Whitsunday. Esse é o mirante mais próximo que podemos chegar para a preservação do local.

Pra finalizar fizemos um belo snorkel num lugar riquíssimo em corais. As formações e variedades de corais eram vastíssimos. No final da tarde o mar estava um pouco agitado, por isso a visibilidade no momento não estava tão boa.

No dia seguinte peguei uma lancha para Hamilton Island, uma ilha bem próxima de arlier beach.

É possível conhecer tudo nesta ilha em praticamente num dia. Tem hotéis requintados e com belas paisagens. Na parte montanhosa, mais inóspita, há belíssimos mirantes.

Depois fui para Magnetic Island que fica em frente a Townsville em Queensland. O seu acesso é apenas por barco. Há lindas praias espalhadas em sua costeira. São várias praias, cujo o acesso é facilitado por meio de um mapa da região conseguido em qualquer hostel.

Para quem quiser ver como foi, estou deixando abaixo as minhas edições das filmagens.

 

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    • Por takami
      No primeiro mergulho da manhã deste dia encontramos um natiloide, que é uma espécie de molusco pré histórico.  Podem ser encontrados numa profundidade de até 500m. É comum encontra-los no leste do oceano índico.

      Finalmente chegamos em Osprey Reef, as marolas ajudou e passamos a madrugada inteira a todo vapor rumo a esse requisitadíssimo lugar pelos mergulhadores, chamado Osprey Reef.

      Estava todo mundo na expectativa, é um lugar repleto de enormes tubarões. Fizemos uma espécie de arquibancada natural para assistir a alimentação dos tubarões. Fomos nos acomodando nas rochas de forma circular, onde no centro será despejado as carcaças de peixes para os tubarões.

      Os enormes tubarões iam chegando na medida que o odor desses peixes se espalhavam pelo mar.

      Achei um espetáculo a concentração de tantos tubarões, foi um dos cenários mais incríveis que já presenciei.

      Os corais nessa região são muito bonitos e diferentes. É um paredão enorme colorido formado pelas algas e corais,  deixando as imagens sensacionais e exóticos

      Tivemos a companhia de um cardume de barracudas.

      No final da tarde após os mergulhos, fomos brindados com uma bela confraternização.

      Para voltar ao continente desembarcamos em Lizard Island, onde peguei um vôo de volta a Cairns.

      A ilha é muito bonita, tem vários mirantes com belos visuais, mar cristalino e uma sensação de paz e muita tranquilidade.

      Achei esse sobrevôo sobre os corais um verdadeiro espetáculo. Foram 4 horas de vôo até o aeroporto de Cairns.

      Aproveitei que estava no aeroporto e comprei uma passagem até Sidney. O Centro é formado por prédios e praças, representando um mundo corporativo.

      Essa é a casa da Ópera de Sydney, também conhecida como Teatro de Sydney, é um dos edifícios de espetáculo mais marcantes a nível mundial, e um dos símbolos da Austrália. Sua construção foi iniciada em 1959.

      Aproveitei e visitei o Aquário de Sidney. chegando a ter mais de 650 espécies e mais de 6 mil peixes e outros animais aquáticos de toda a Austrália.

      O Aquário de Sydney foi aberto em 1988, durante as comemorações do Bicentenário australiano. É um dos maiores aquários do mundo. Vale a pena conferir!


    • Por takami
      Depois de quase 1 dia de viagem, bastante longo, dentro de um avião, cheguei no aeroporto de Cairns em Queensland.

      Acordei cedo muito empolgado. Fiz uma visita ao porto onde ficam as embarcações. pois meu grande objetivo era conhecer a Enorme Barreira de Corais. Este é o melhor local de acesso e fechar os pacotes de mergulhos, pois está próximo dos melhores recifes de corais. Pela enorme quantidade de yatches e cruzeiros dá pra se ter uma idéia de como os corais são muito frequentados.

       Fiz cotações com os cruzeiros para mergulhar nos melhores points da região. Sempre viajei sem reservas, mas procuro escolher as épocas fora de alta temporada para não correr o risco de ficar sem hospedagem ou sem fazer os melhores passeios. Essa experiência tem dado certo, ou então estou tendo sorte demais!

      A agência que escolhi foi a Mike Ball Expeditions, pois é a única que tem o alvará para mergulhar em Osprey Reef, onde é considerado um dos melhores lugares do mundo pra se mergulhar. Quem quiser saber sobre valores, é só procurar o site deles na internet, pois o preço que paguei certamente está desatualizado.

      Aproveitei para conhecer a Cidade de Cairns, que é quente e badalado o ano inteiro, atraindo turistas de todos os lugares do mundo. Há muitos Hostels e agências de mergulhos espalhados pelo centro.

      Fiz uma visita ao Aquário de Cairns, onde tive a idéia do que encontraria em seus recifes, tem inúmeras espécies de crustáceos, répteis e peixes exóticos e uma arquitetura futurística com belos aquários.

      No final da tarde me reuni com o grupo que embarcaria para a expedição de mergulhos em Osprey Reef e partimos para o Cruzeiro que nos levaríamos.

      O primeiro lugar que mergulhei foi em Summer Bay em Ribbon Reef. Faziamos em torno de 4 mergulhos por dia, mas se houvesse um noturno, então eram 5 mergulhos. Enfrentar as aguas geladas era quase uma maratona pra mim, mas valeu cada mergulho.

      Não é fácil ir a Osprey Reef, pois pegamos um longo trecho de mar aberto, que dependendo das condições climáticas não seria permitida a ida. Mas graças a Deus o tempo ajudou desta vez e conseguimos chegar. O cruzeiro balançou muito por causa das marolas. É normal passar mal e vomitar bastante, mas com o tempo vai se adaptando às marolas.

      Como fizemos vários mergulhos seguidos, recomendo proteger bem os pés das nadadeiras para que não fiquem em carne viva, pois mesmo usando botas de neoprene a agua salgada vai corroendo a pele com o atrito por causa das nadadeiras. Não corra o risco de não poder mergulhar nesse precioso lugar.

      Outra dica, não tente usar o drone para tentar filmar os recifes de cima, pois o local venta muito e o risco de perde-lo é muito alto.

      Outra dica, recomendo ter o curso nitrox para que possa ficar mais tempo embaixo da água.

      Nos meses entre junho a agosto é possível avistar as baleias minks nessa região. Mas infelizmente no meu caso nao tive esse privilégio.

      Com relação aos pacotes de mergulhos há 3 opções, uma de 3 dias de mergulhos, outra de 4 e outra de 7 dias. Fechei o de 4 dias, q me deu direito a 14 mergulhos, dos quais fiz 13, incluindo 2 mergulhos noturnos.

      Tive a sorte de pegar o tempo bastante ensolarado, excelente para os mergulhos. Fiquei extremamente satisfeito por conhecer esses belíssimos lugares. Ouvi muitos comentários ruins sobre os recifes mais pertos do continente australiano, que devido ao excesso de turistas e sem muitas regras de visitação, acabaram sendo bastante depredados. Então se vc é mergulhador, vale a pena investir nessa expedição ao Osprey Reef.

       
       
    • Por and_bird
      Olá, viajantes!
      Estou terminando a faculdade e tenho economizado dinheiro há algum tempo para realizar o sonho de desbravar o mundo. Para tanto, estou engatinhando nos primeiros passos de planejamento de uma viagem. A ideia, de início, seria tirar de quatro a seis meses para mochilar pelo menor custo possível (até porque não tenho muita grana) por países como Índia, Nepal, Tailândia, Indonésia, Austrália e Nova Zelândia. Vocês teriam algum buscador de passagens para buscar meios de transportes mais baratos na Ásia e na Oceania? A exemplo do GoEuro e da Rome2Rio...
      Qualquer dica é muito bem vinda. 


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