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Monte Roraima - Relato, fotos e GPS da trilha de 8 dias

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Fala pessoal, acabei de voltar do Monte Roraima, e estou postando um relato bem completinho.

Para ler o relato com as imagens, videos e GPS Track, entre no blog: http://www.tripsetracks.com/2010/12/monte-roraima.html

 

Eis que para fechar o ano fiz a mais longa caminhada que me aventurei até hoje!

Uma viagem que vinha namorando há 6 anos, e por ser longe de SP, relativamente cara, e que precisa de bastante tempo pra ser realizada, veio sendo adiada até 2010.

Fui com mais 2 amigos e 1 amiga para a empreitada, que aconteceu entre os dias 5 e 12 de dezembro, época que começa a ser aconselhada para se fazer a trip, por ser o período de "seca". Entre aspas porque realmente o tempo é bem maluco lá em cima... em um momento está sol, e com isso quente, mas em 30 segundos pode vir uma nuvem correndo e transformar o sol em uma névoa forte e fria, ou mesmo chuva, voltando a ser sol 1 minuto adiante.

 

Para chegar lá partimos de SP com destino a Boa Vista (RR) pela TAM, com escala em Manaus. Chegando na madrugada do dia 4/12 em Boa Vista fomos ao hotel que havia reservado: Hotel Ideal ((95) 3224-6342 - Rua Araújo Filho, 481).

Nossa reserva não estava marcada, mesmo confirmando poucas horas antes um dos quartos, mas felizmente haviam quartos sobrando.

O hotel é bem simples e honesto. Tem ar condicionado (essencial!!) e o chuveiro sem aquecimento, o que é totalmente dispensável pois a água sai morna mesmo sem ele. Pagamos 60 ou 70 reais por quarto, dormimos e saímos 11h30 do dia seguinte para almoçar e seguir a viagem.

Comemos no restaurante Ver o Rio, na beira do rio, e com comida mais do que excelente! Recomendado!

Pegamos então um taxi para o ponto que leva para a Venezuela. Existe uma cooperativa que faz o trajeto Boa Vista - Pacaraima, ou Santa Elena de Uairén, nosso destino, por 30 reais por pessoa.

A viagem leva por volta de 2h30 e por ela cruza-se a fronteira, parando para registrar a saída do Brasil, entrada na Venezuela, e depois ainda passamos pelos 3 poderes venezuelanos. Um processo mais rápido do que parece...

 

Chegando em Santa Elena nos hospedamos no Hotel Lucrecio, que ficava em frente a nossa agência, a New Frontiers.

O hotel é bem tranquilo e barato, com o imprescindível ar condicionado, e ducha elétrica. Tivemos alguns problemas com a água, mas depois o encanador arrumou.. era no hotel todo. Vale muito a [pena ficar no hotel, pois é bem localizado e confortável.

 

Saímos pela cidadezinha, que é bem interessante, tomamos algumas cervejas (Solera Verde é a melhor), comemos uma pizza muito boa, que incluiu um ingrediente inusitado: formigas (termitas, que vem no cumache, um molho apimentado muito bom, principalmente sem as formigas! haha).

Depois dormimos para começarmos a jornada no dia seguinte.

 

5/12 - Dia 1

Pegamos o 4x4 para Paratepui, a aldeia indígena onde se começa a trilha, chegando lá por volta do meio dia. Fizemos um almoço leve e começamos a caminhada.

O primeiro dia é um sobe e desce bem leve, mas no geral descemos ao longo do trajeto de 14 km até o Rio Tek, onde passamos nossa primeira noite. Tivemos sorte com o tempo.. um sol de rachar.

Chegamos ao acampamento, fomos tomar um banho no rio, que é frio, mas tranquilo, e depois jantamos, tomamos um pouco do rum que levamos e ameaçamos jogar um pouco de "dudo" mas bateu um sono. Fomos pra dura cama.

Levei um isolante térmico bem vagabundo da Nautika (o mais barato do Decathlon, que eu já tinha há algum tempo http://www.arcoeflecha.com.br/p-453-Isolante-Termico-Aluminizado-6mm--Nautika.html) e voltei da viagem com a dica: invista em um isolante bom... vai fazer diferença ao longo das noites onde o chão não costuma ser macio, e muitas vezes tem inclinação e pedras bem desagradáveis abaixo. O isolante da Nautika tem a superfície de alumínio e isso faz com que seja super escorregadia no sleeping. Com uma inclinação mínima você já sofre a noite.

 

Dia 2

Acordamos bem cedo, tomamos um café da manhã, colocamos as papetes e partimos para atravessar o Rio Tek, e 40 minutos mais pra frente, o Rio Kukenan, nome do monte vizinho ao Roraima, que embeleza a paisagem ao longo da viagem toda, com sua cachoeira de 600m de altitude.

Nadamos no Rio Kukenan para dar uma última relaxada, e então subimos rumo ao acampamento base, fazendo uma parada para almoço sob forte chuva (e rápida) no meio do caminho.

Chegamos ao acampamento base sob mais chuva, bem molhados e um pouco cansados, preocupados com as botas já molhadas no segundo dia. Ficamos sob uma cabana bem trash empoleirados, com as roupas penduradas pra secar (o que não aconteceu, tamanha a umidade e chuva que permaneceu por um longo tempo). Tomamos um banho em uma "piscina" próxima, apesar do frio forte... coisa de brasileiro... os gringos não tomam tantos banhos como nós.

Nessa noite um episódio engraçado: a cabana trash quando anoiteceu revelou que sua palha era casa de milhares e milhares de baratinhas... parecia cena de filme quando comecei a jogar a luz no teto e ver mais e mais e mais baratas! hahaha

Teve gente que não conseguiu ficar mais ali embaixo (adivinha se foi a única mulher do time?), mas elas eram inofensivas e limpas, porque ali só tem mato.

A noite foi bem molhada, com umidade passando pelo chão da barraca, mas nada de grave. Amanhecemos sem chuva e prontos para a subida!

 

Dia 3

Após o café da manhã, sempre bem reforçado, partimos para a tal subida. Neste dia que se sobre por volta de 900 metros de altura, bem íngreme, e com um visual de arrepiar de todo o paredão imenso que se coloca sempre ao nosso lado. Você sobe, sobe, sobe e ele só parece ficar maior e mais alto! Num trecho final passamos por uma espécie de cachoeira, cheia de pedras soltar e próximas a um precipício, que é de fato a parte mais sinistra do caminho.. muito bonita, com um visual maluco em meio às nuvens, com chuva (ou água que cai do paredão) e água correndo pelo chão.

Após esse trecho, mais um pouco de subida e chegamos ao topo!

Bem cansados, mas muito animados, soltei um belo de um grito, que foi imediatamente repreendido pela guia, que explicou que os índios acreditam que fazer isso atrai chuva e outros males.. hehe

Logo que paramos para descansar entendemos um pouco melhor o clima local. À frente viamos um hotel (nome dado às cavernas onde se dorme) e o sol estava agradável, mas em 1 minuto chegou uma nuvem, um vento frio úmido e forte, e a temperatura caiu imediatamente. Muito estranho!

De lá partimos para o Hotel Principal, onde passaríamos a primeira e a última noite no topo. Depois do perrengue do acampamento base, o Hotel Principal era 4 estrelas! Lugares para secar a roupa, lugar seco para todos sentarem, um visual lindo, tudo perfeito!

Partimos então para um reconhecimento do local e um banho na Jacuzzi, umas piscinas lindas de cristal.. vale muito a pena o batismo por lá!

Ao longo do caminho fomos conhecendo um pouco do terreno, com partes arenosas, outras parecendo brejo e muitos cristais de quartzo espalhados por todos os cantos, além de vários tipos de orquídea e algumas plantas carnívoras, a maioria endêmicas do Roraima.

Banho tomado, era hora de voltar para o Hotel, comer, apreciar algumas estrelas e dormir muito.

 

Dia 4

Ao amanhecer nossa guia Mireille começava a preparar o café, e quando ouvíamos o barulho do fogareiro aceso era hora de levantar.

Dia de empacotar tudo e seguir rumo ao nosso próximo hotel, o Coati, já do lado brasileiro do Roraima, e um local pouco visitado no Monte. Dizem que somente os brasileiros gostam de fazer o tour de 7 noites, onde permanecemos 4 noites no topo.

No caminho pudemos ver todo o tipo de formas nas pedras, percebendo os diversos tipos de vegetação que rolam por lá. Por mais que nas fotos pareça sempre um monte de pedra, ali em cima é sempre uma coisa diferente. Uma hora tem um tipo de planta, depois outro, em um momento tem brejos e charcos para passarmos, em outros praias de areia ou então pedras e mais pedras subindo e descendo.

Um longo trecho ao lado do rio leva ao Vale dos Cristais, um local maravilhoso, com uma infinidade de cristais por todos os lados.

 

Chegamos ao Hotel Coati, 12 km depois, bem cansados e felizes com o que viria no dia seguinte! Esse hotel é espetacular! Cheio de "salas", bem maior do que o outro, com bastante lugar pra sentar, e o melhor, ficaríamos duas noites, permitindo um dia de caminhada sem peso nas costas.

O frio nesta noite estava pesadíssimo! Esperávamos o jantar semi congelados fora das barracas, tentando fazer algum tipo de movimento para se aquecer, e então, mal acabamos de engolir toda a comida, caimos na cama para dormir.

No meio da madrugada, no entanto, acordamos com alguns barulhos, e percebemos nossa amiga passando mal. Algo não tinha caído bem, e ela vomitava sem parar. Para continuar as aventuras, ao acordar comecei a sentir meu estômago reclamar, e alguns momentos depois tive que correr para o "banheiro", no meio da madrugada, que ficava uns 100 metros adentro na "caverna". Naaada agradável.

 

Dia 5

Depois dessa noite cheia de emoções, acordamos, eu e ela, sem a menor fome ou energia. Os dois embrulhados resolveram tentar comer um pouquinho para sobreviver, e fomos assim, de barriga vazia para o melhor dia de todos: conhecer o Lago Gladys e a Proa.

Foi extremamente esgotante passar por esse dia. Me sentia totalmente fraco e sem fôlego, tendo que parar para beber água e descansar muitas vezes. Assim chegamos no Lago Gladys, que é incrível, onde paramos para ficar admirando por algum tempo. É legal olhar as rochas caídas dentro do lago, e perceber exatamente de onde se soltaram.

De lá vimos os destroços de um helicóptero que caiu por lá há alguns anos, e seguimos para a Proa.

Nossa guia trabalha ali há 12 anos, e já subiu ao Monte mais de 200 vezes, mas na Proa pude ver ela e o índio Fabian tirando fotos e comemorando como nós. Ela nunca havia ido até ali!

A Proa é um lugar de difícil acesso, e até levamos corda para chegar lá, mas o Fabian encontrou alguns caminhos malucos que permitiram chegar até ali sem cordas. Um visual totalmente fantástico.

Nós estávamos acima das nuvens, na beira de um precipício, com outros tepuis ao redor, em um cenário digno de uma pintura surrealista ou um filme.

Almoçamos por lá (eu só consegui comer umas bolachas de maizena), descansamos, tiramos muitas fotos, e então voltamos ao Hotel Coati esgotados e felizes!

Sem ter comido nada durante o dia, eu estava quase desfalecendo, e junto com a Marcela tomei um soro para reidratar. Mal consegui ver o belo pôr do sol nesse dia, e cai na cama morrendo de frio para tentar me aquecer. Achei que estava bem mal, pois o sol havia nos castigado e minha cara fervia, além de estar me sentindo morto e mal. Na hora do jantar venci a inércia e saí para comer uma sopa de lentilhas, que me deu a energia para acordar no dia seguinte me sentido bem!

 

Dia 6

Saímos do Hotel Coati com destino ao Hotel Principal, local da primeira noite, passando pelo Ponto Triplo, a tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana Francesa, e pela Fossa, um buraco muito legal, com uma pequena cachoeira, e um caminho tortuoso e longo para se chegar lá dentro, através de uma caverna. Coisa de loco, mais uma vez!

A água da Fossa é a mais gelada do Roraima! Ao menos uma vez por dia tinhamos a oportunidade de um banho, e de longe a água da Fossa é a mais gelada de todas! E olha que as outras não são nada quentes!

Mesmo assim vale a experiência, afinal, quando você vai voltar ali!?

À tarde chegamos novamente o Hotel Principal, e decidimos ficar por lá descansando, tomando um chá e batendo papo até o jantar, para então cair em mais uma noite de sono.

 

Dia 7

Acordamos e decidimos subir o Maverick! O ponto mais alto do Monte Roraima, na beira do precipício. Vale totalmente a subida, e a foto abaixo dispensa os comentários. Apenas tenha certeza de subir lá, pois é fácil e rápido.

Depois das fotos lá em cima voltamos para nossas malas e seguimos rumo ao acampamento do Rio Tek, onde passamos a primeira noite. Nesse dia andamos o mesmo trajeto dos 2 primeiros para subir, e no Rio Tek pudemos novamente tomar um belo banho com sabonete e shampoo, ítens proibidos lá em cima, e com temperaturas BEM mais agradáveis. As pessoas que estavam subindo pareciam sofrer um pouco no banho do Rio Tek, mas nós tomávamos banho como se estivéssemos em uma hidromassagem de hotel 6 estrelas!

 

Dia 8

Os 14 km finais de volta a Paratepui foram bem acelerados. Em 3h30 estávamos de volta, e já sem as botas pudemos esperar o resto da turma descansando e comemorando o feito! Que bela viagem!!

 

DICAS:

- Leve uma boa capa de chuva tipo PONCHO, que você pode cobrir também a mala, para não molhar as costas dela. Levei um da Nautika, que NÃO recomendo. Péssima qualidade, rasgou na primeira usada, e depois ainda rasgou no botão.. um lixo. (http://www.arcoeflecha.com.br/p-90-Poncho-Iguazu--Nautika.html) Um amigo levou um da Quechua que era bem melhor.

- Leve repelente Exposis para os dias 1, 2 e 7, quando não se está no topo. Os borrachudos são violentos.

- Leve roupa de FRIO. Levei um fleece leve (50), uma "segunda pele", camiseta e anorak, e passei frio com tudo junto. Recomendo um gorro, fleece grosso, segunda pele para a perna também, e sleeping de 0-5 graus.

- Fechamos o pacote com a New Frontiers. Deu tudo bem certo, mas achamos que faltou a guia ser mais animada em nos contar histórias e detalhes do Monte. Ela era muito calada, e quando passamos mal nem saiu da barraca para ver o que acontecia.

- Um incidente bem desagradável no final. Ao chegarmos no hotel em Santa Elena, meu sleeping havia sumido. Eles eram levados com algumas outras coisas pelos porteadores, e não ficavamos conferindo todo dia. No último ou houve um acidente e foi esquecido no acampamento do Tek, ou foi confundido em Paratepui pela bagagem de outras pessoas, ou ainda roubado por alguém. Estou em contato com a New Frontiers para tentar receber ao menos alguma compensação, mas até agora estão tentando localizar.

- Não esqueça dos papeis higiênicos, e um baby wipes também não é nada mal pra quem fica 4 dias sem poder colocar um sabonete no corpo.

- Leve remédios para tudo o que é coisa. Ali em cima um probleminha pode virar um problemão.

- Leve esparadrapo para bolhas, bepantol para curá-las e uma dica de um amigo maratonista: vaselina para não assar as pernas com tanto tempo caminhando. (frescura.. eu sei, mas todo mundo acabou usando, e funciona!)

-Tenha um "kit"de roupa para a noite, que devem estar sempre lacradas na mala, secas.

- Lembre-se que de dia sua roupa molha mesmo, e também faz um certo frio (camiseta + segunda pele + anorak foram usados simultaneamente em alguns momentos).

- Bastões de caminhada são fantásticos. Nunca havia usado, mas fazem uma TREMENDA diferença na subida e descida. Os joelhos agradecem. Segue um estudo que me convenceu a levá-los: http://www.theuiaa.org/upload_area/files/1/UIAA_MedCom_Consensual_Vol11_Bastes_de_Caminhada_2008_V1-2_PT.pdf

 

Veja as fotos, videos e baixe a GPS Track no site: hhttp://ttp://www.tripsetracks.com/2010/12/monte-roraima.html

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Olá Freitas. Meu nome é Fábio e farei essa trilha no final do mês. Gostei muito do seu post e agradeço as dicas importantíssimas. Não consegui descobrir como baixar o track do gps no site. Você pode me enviar? Obrigado

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Legal, Freitas!

Bem poucos aventureiros chegam à Proa e este seu relato é o primeiro que fala da chegada a ela sem cordas e rapel, o que já empolgou muita gente. Parabéns pela viagem, pelas fotos e pelo tracklog! Valeu!

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Obrigado Rafael!

Dizem por lá que só os brasileiros gostam de ir até a Proa.. não sei porque.. mas vale a pena.

 

Abs!!

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Ótimo relato! :-]

Confesso que fiquei com certa inveja de todo esse sol que vocês pegaram no Lago Gladys e na proa... hehehe Eu mal tive uns segundos de espaço entre as nuvens para admirar a imensidão verde da floresta lá embaixo - e ainda assim valeu muito a pena! O trekking de oito dias é realmente imperdível!

Abraço,

Lia

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Olá Freitas, se você puder me ajudar gostaria do endereço eletrónico da Agência que vc contratou, se possivel o telefone. Estaremos no mês de fevereiro próximo indo para esta trip e ainda não temo uma agência contratada para nos levar no monte. Meu email [email protected] ou no facebok carloslannes1. Desde já te agraço. Ficou muito show seu relato, com riquesa de informações!!

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Olá Freitas, se você puder me ajudar gostaria do endereço eletrónico da Agência que vc contratou, se possivel o telefone. Estaremos no mês de fevereiro próximo indo para esta trip e ainda não temo uma agência contratada para nos levar no monte. Meu email [email protected] ou no facebok carloslannes1. Desde já te agraço. Ficou muito show seu relato, com riquesa de informações!!

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Legal seu relato, já estive no Monte 2 vezes e nunca consegui chegar na Proa. O Fabian já foi meu carregador também, muito gente boa!

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