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Vagner Machado

Las Vegas, San Francisco, Los Angeles e San Diego 17 dias(Abril-2019) tudo por $ 2.469,13 cada

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Salve mochileiros,

Gostaria de começar meu relato agradecendo a todos os mochileiros que já fizeram alguma parte desse trajeto ou todo ele e deixaram aqui seus relatos, ajudou muito na preparação do nosso roteiro. Após extrair o máximo de informação não poderia deixar de vir até aqui e escrever um pouco da nossa experiência nesses 17 dias incríveis.

Abaixo um vídeo que mostra um pouco da viagem:

gráfico não ficou dos melhores kkk mas está valendo.

Vou colocando as informações aqui caso não entendam alguma coisa me perguntem pois sou contador e tenho uma certa dificuldade em escrever::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::  apesar que quem escreveu o meu relato todo foi a minha esposa então dificilmente precisaram kkkkkkkk, dessa vez nosso relato está pronto e postarei até o fim, provavelmente  1 dia ou 2 dias por semana :) 🤩

ROTEIRO:

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07/04 – Chegada em Las Vegas e a estrada até Page

08/04 - Horsebend Shoe, Antelope Canyon e Monument Valley

09/04 - Grand Canyon e a estrada até Las Vegas

10/04 - Dia de estrada de Las Vegas a North Fork

11/04 - O incrível parque Yosemite com frio e chuva

12/04 - Parque Yosemite com sol e a estrada até San Francisco

13/04 - Passeio por San Francisco e jogo de basquete

14/04 – Passeio de bicicleta pela Golden Gate

15/04 - Vale do Silício e o início da descida pela Highway 1 até Monterey

16/04 – O aquário de Monterey e a incrível 17 Miles Drive

17/04 - As lindas paisagens do Big Sur

18/04 - O divertido tour pelos Studios Warner

19/04 - Passeios por Los Angeles

20/04 - Estrada entre Los Angeles e San Diego

21/04 - Estrada entre San Diego e Las Vegas

22/04 – Passeios por Las Vegas

23/04 – Dia de ir embora

Não contei nos dias de viagem a ida de avião  e a volta, porque se não meu mochilão seria de 20 dias kkkkkkkkkkkkk e também acredito que essa parte já é bem particular de cada um.

 

GASTOS

Essa foi a parte do preparativo que mais me tirou o sono e que me tira em todo o mochilão, as perguntas que assombravam minha cabeça, quanto levar? Será que vai dar? E se faltar? realmente me deixavam quase louco, organizamos nosso mochilão em 6 meses, levamos pouco mais de  4.000 dólares para duas pessoas (eu e minha esposa) e gastamos 1.500,00 cada que é TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS, sobrou uma quantia boa até, não levamos nem 1 real se quer, mas levei 2 cartões de crédito um Mastercard Black SICREDI (me ajudou muito no aeroporto com as salas VIP) e Platinum do NUBANK para alguma emergência. A aqui vale lembrar que o aluguel do carro e as passagens de ida e volta foram pagas parceladas no cartão kkkkk, 

SEGURO DE VIAGEM

Contratamos o seguro viagem pela Assist CARD, fiquei pesquisando algumas semanas até fechar por R$ 250 reais por pessoa. É bem importante ter, porque nunca se sabe o que pode acontecer. E sempre tem descontos, os blogueiros de viagem sempre tem cupom de desconto de seguro viagem. E ouvi dizer que algumas vezes na imigração eles pedem sobre o seguro viagem, então é melhor não arriscar mesmo!

RESERVAS

Um mês e meio antes da viagem concluímos o planejamento do nosso roteiro. O próximo passo foi fazer as reservas.

Fizemos a reserva do carro pelo site da “Rent Cars”. Achei que facilitou bastante já sair do Brasil com o carro reservado, muito mais prático, sem contar que é possível parcelar o valor. Escolhemos um SUV da locadora Álamo, pois queríamos um carro confortável, já que ficaríamos muitas horas dentro dele. Pagamos R$ 2.479,70, já incluso: Proteção do Veículo, Proteção Contra Roubo e Condutor Adicional. Achamos necessário incluir essas proteções, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Achamos que foi uma ótima escolha, não tivemos queixa da locadora e o carro nos atendeu super bem.

Os hotéis/hostels foram reservados pelo “Booking”, também com antecedência. E foi necessário, porque como estávamos de carro, precisávamos de vaga de estacionamento, e, principalmente nas cidades maiores, não era tão fácil assim encontrar um lugar bom e com estacionamento por um preço bacana. Reservando antes, conseguimos.

Também pedimos um chip da Easy4U ainda do Brasil. Foi ótimo porque, chegando lá, já conseguimos avisar a família, e também, como já íamos pegar a estrada, não perdemos tempo procurando e comprando chip. Boa parte dos lugares tem Wi-Fi, porém como íamos ficar boa parte do tempo nas estradas, decidimos que era necessário ter internet. Compramos só um, que ficou no meu celular, aí quando o Vagner precisava eu compartilhava minha internet com ele, deu super certo. Pagamos $ 49, num plano com internet ilimitada, sem ligações, para os 16 dias que ficamos lá.

Alguns passeios também foram agendados antes: Antelope Canyon, Jogo de Basquete e Studios Warner.

Dicas: Em trajetos muito longos de carro, procure por algumas atrações no meio do caminho, por mais bobas que sejam. Isso ajuda a tornar o trajeto menos cansativo, você dá uma esticada nas pernas e ainda se distrai. Pelo menos para a gente, ajudou muito.

Carteira de Motorista:

O Vagner tirou a PID – Permissão Internacional para Dirigir. Não fomos parados por guardas em nenhum momento, mas achamos melhor garantir.

 

 

Os preparativos foram praticamente isso, começo a contar a história dessa aventura no próximo capitulo.

 

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07/04/2019 – Chegada em Las Vegas e a estrada até Page

Chegamos ansiosos no aeroporto de Las Vegas por volta do meio-dia e fomos direto para a fila de imigração. Eu vim o voo todo tentando não pensar nisso, mas quando entrei na fila, bateu o desespero! O Vagner não fala inglês e eu sei o básico (ela é fluente kkkk), meu medo era que eu não conseguisse entender as perguntas, ficasse nervosa e eles achassem que eu não estava sendo sincera. Nem falei nada para o Vagner para ele não ficar nervoso também (verdade porque eu estava bem tranquilo acompanhando ela kkkk).

A fila estava gigante, mas achei que não demorou muito. Quando consegui ter visão dos atendentes, comecei a prestar atenção nas expressões das pessoas que saiam de lá, acho que ninguém teve problemas. Enfim, quando chegou nossa vez, fomos juntos e o atendente era um homem bem sério. Ele perguntou qual era o objetivo da viagem, respondi que era turismo. Aí ele pediu quantos dias íamos ficar e se íamos viajar de carro pelo país, já que no papel de imigração nós colocamos o hotel da cidade de Page, que era nossa primeira estadia. Respondi que íamos ficar 17 dias e que íamos ficar viajando pelo país. Ele falou ok, e mandou a gente colocar a digital e depois tirar foto e pronto. Fiquei feliz porque consegui responder tudo tranquila, o atendente fez as perguntas com calma, então não tive problemas para entender.

Passaportes carimbados, fomos atrás da nossa bagagem. Nesse momento eu já coloquei o chip no celular para avisar a família que tínhamos chego bem.  Como tínhamos escolhido retirar o carro no aeroporto, saímos seguindo as placas de “Rent Car”. Acabamos chegando numa fila dos ônibus que levavam até as empresas de aluguel de carro. A fila foi bem rápida, pois tinham dois ônibus pegando e levando o pessoal. Quando chegou nossa vez uma mulher desceu e começou a pegar as malas de todos para colocar todas juntas dentro do ônibus. Não sei se o trajeto até lá durou 10 minutos, foi super rápido. Descemos do ônibus e a mulher ia alcançando as malas para todos.

Todas as agências de aluguel de carro estavam ali. Fomos direto para o balcão de atendimento da Álamo. O atendente pegou os documentos do Vagner e fez todo o procedimento, até tentou vender um seguro, que não aceitamos, pois já tínhamos contratado com os seguros que queríamos. Com o contrato em mãos, descemos uma escada, ao lado da Álamo, que era onde os carros estavam.

Nós nunca tínhamos reservado um carro antes, então não sabíamos como funcionava. Chegamos lá, uma moça olhou o nosso papel, que estava escrito SUV, e nos indicou em que fila estava o nosso carro. Chegamos onde ela indicou e ficamos esperando, achando que alguém viria dizer qual carro era o nosso hahahaha Eu não estava entendendo o processo, porque achava que lá no atendimento já teria sido vinculado um carro ao documento do Vagner. Nisso veio mais dois senhores e também ficaram andando de um lado para o outro tentando entender o que era pra fazer. Voltei lá e pedi novamente para a mulher, ela olhou meu papel e falou que era lá onde eu estava, não entendi bem e voltei, nisso tinha um funcionário conferindo um carro e perguntei para ele, aí ele me explicou que eu podia escolher qualquer carro daquela fileira hahhahah Escolhemos um Nissan Rogue novinho, até sem placas, saímos dali bem felizes com nosso carro novinho, chegamos num guichê (que era onde seria vinculado o carro ao documento do Vagner! Hahahah) e o atendente falou que teríamos que voltar e escolher outro carro, porque a autorização daquele carro andar sem placas ia vencer antes do término da nossa viagem O papel com a data estava colado no vidro do carro e nós não enxergamos! Voltamos e escolhemos outro carro do mesmo modelo, porém com placas. Voltamos lá, o rapaz do guichê fez a vistoria do carro e nos liberou.

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Começou de fato a viagem tão sonhada! Colocamos no Google Maps a placa de “Welcome to Las Vegas”, para tirarmos a foto de início da viagem. Lá tem estacionamento grátis para o povo que quer tirar foto, e todo mundo quer! Chegamos lá e tinha uma fila razoável para tirar foto exatamente na frente da placa, como eu e o Vagner estávamos com um pouco de pressa, pois tínhamos 4 horas de estrada pela frente até nosso hotel em Page, resolvemos tirar na lateral mesmo, e deu bem certo, apareceu bem a placa, e não precisamos aguardar aquela fila.

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Voltamos para o carro, colocamos o endereço do hotel de Page no Google Maps e partimos, estávamos bem cansados, mas a euforia de estar ali ajudou a aguentar as horas de estrada.

O trajeto até Page foi tranquilo e lindo, as estradas são ótimas. Na metade do caminho resolvemos parar no meio da estrada para esticar as pernas, quando voltamos para o carro não conseguimos ligar ele, comecei a me preocupar achando que o carro estava com problema e nós dois no meio do nada, nós nunca tínhamos dirigindo um carro com cambio automático, mas meu marido dizia que sabia kkk (cara eu jurava que sabia klkkkkkkkk). Depois de muitas tentativas pedi para ele tirar a chave e inverter o lado, e nisso o carro ligou! Não entendemos direito, mas fomos felizes por estar tudo bem.

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Uma hora depois resolvemos esticar as pernas de novo, e paramos novamente no meio do nada, atrás de um carro que tinha dado problema, descemos e fomos esticar as pernas atrás do nosso carro, quando voltamos para o carro, adivinha? Não ligou de novo! O Vagner tirou e virou a chave um monte de vezes e nada. Resolvemos descer e pedir ajuda para a mulher do outro carro. Fomos conversar com ela (ela era idêntica a atriz Ashley Williams, devia ser parente de tão igual), o pneu do carro dela estava com problema, mas ela já tinha chamado um policial rodoviário para ajudar e estava esperando ele chegar. Tentamos ajudar a soltar o estepe do carro dela, mas sem sucesso. Quando o policial chegou, ela perguntou se estávamos com problemas com o nosso carro também, e expliquei que nunca tínhamos dirigido um carro com cambio automático e que não estávamos conseguindo ligar, ai ela se ofereceu para ajudar, foi lá ver o Vagner tentando ligar o carro e percebeu que ele não estava pisando no freio! Hahahha (ai que burro da zero para ele kkkkkkkkkkkkk). Agradecemos muito a ajuda dela, ela não se aguentou e saiu rindo, e o policial também. Depois disso não tivemos mais problemas com o carro! Kkk

Chegamos em Page por volta das 19h30, resolvemos comer algo e ir no mercado antes de ir para o hotel. Eu já tinha pesquisado antes e visto que perto do hotel tinha um Burguer King e um Walmart. Fomos primeiro comer, estávamos morrendo de fome, Vagner pediu um combo do BaconKing e eu pedi um combo do Whopper e deu $ 14,99. Depois fomos para o Walmart comprar água e coisas para comer durante os trajetos de carro, gastamos $11,97 em um fardo com 24 garrafas de água de 500ml, uma batata Lays tamanho família, bolacha, tic-tac e barra chocolate. Nem acreditei que comprei 24 garrafas de água de 500ml por $ 2,68.

 

Depois disso, fomos para o Motel 6 Page, que eu já tinha reservado pelo Booking ($ 57,53 o casal), descansar, pois o próximo dia seria um dia cheio.

 

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08/04/2019 - Horsebend Shoe, Antelope Canyon e Monument Valley

Na noite anterior eu tinha colocado o despertador para às 07h30, pois pretendíamos sair do hotel às 8h, e como o hotel não disponibilizava café da manhã ia ser mais rápido. Porém como ainda não tínhamos acostumado com o fuso horário, 4h a menos que o Brasil, acabamos acordando antes.

Nos arrumamos com muita calma, pegamos um cafezinho na recepção para comer com a nossa bolacha e saímos rumo a Horsebend Shoe às 07h40. O estacionamento estava em obras, então tínhamos que estacionar o carro num lugar determinado, que era uns 2,5km antes (tinha placas avisando, mas é claro que nos perdemos e tivemos que pedir informação kkk) e pagar $5 cada pra ir de ônibus até lá. Chegamos, estacionamos o carro, pagamos e ficamos aguardando o nosso ônibus. 8h15 já estávamos dentro do ônibus, foi super rápido. O ônibus nos deixou no início da trilha para Horsebend Shoe. Não pagamos nada para conhecer o lugar, mas ouvi dizer que, assim que terminarem as obras, vai ser cobrado valor de entrada.

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Fomos o trajeto todo tirando fotos, tudo a gente achava lindo, acho que deu uns 20 minutos a pé, ou nem isso. O lugar é realmente incrível! Como era cedo, tinha bem pouca gente, então deu para aproveitar mais. Tiramos muitas fotos, curtimos a paisagem e começamos o caminho de volta. Quando voltamos para onde o ônibus nos deixou, já tinha algumas pessoas esperando. Logo o ônibus chegou trazendo a nova leva de turistas, como já era 9h, já tinha muito mais gente, o ônibus veio cheio, fizemos uma boa escolha ao começar mais cedo!

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O ônibus nos deixou onde ficaram os carros, entramos no nosso e partimos para Antelope Canyon. Tínhamos reservado o passeio do Lower Antelope Canyon (escolhemos esse por dizerem que é menos tumultuado) pela Ken’s Tour, o valor foi descontado do nosso cartão de crédito em reais e deu R$ 212,30 cada um. Entrei no site deles na semana antes da viagem e a maioria dos horários da manhã já estavam esgotados. Como é preciso chegar lá meia hora antes, e fiquei com medo de demorarmos no Horsebend Shoe, reservei o horário das 11h. Por fim, acabou que chegamos lá às 9h30, ou seja, podíamos ter reservado o passeio das 10h, para ter mais tempo de curtir o passeio que faríamos a tarde, mas ok, não dá para prever tudo.

Ficamos por lá aguardando, 10h30 entramos na fila para o check-in, e 11h os guias começaram a chamar. Ficamos um tempo aguardando todos se aproximarem e fomos, cada guia com seu grupo.

Esse canyon é mais estreito que o Upper, então cada grupo tem que aguardar o outro. O lugar é fantástico! Como a beleza está em ir olhando para cima, o fato de ter bastante gente não atrapalhava, mas nas fotos sim, porque sempre aparecia alguém no fundo, não sei como é nos outros horários, mas nesse tinha bastante gente. Mas deu para babar no lugar, é realmente lindo, e super valeu a pena!

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O passeio durou um pouco mais de uma hora e fomos correndo para o carro, pois pretendíamos conhecer o Monument Valley ainda nesse dia, e eram duas horas de estrada até lá. O problema era que lá fechava às 17h, mas do horário de Utah, que é uma hora a menos do Arizona.

Tocamos direto até lá, só parando para abastecer num posto em Kaibeto, um vilarejo que passamos no caminho, e deu $28,40 (não lembro quanto custava o galão). Chegamos lá, pagamos os $20 da entrada (a taxa é $20 por carro), ganhamos um mapa do trajeto das 17 milhas que queríamos fazer e estacionamos no Centro de Visitantes para admirar a vista, a vista dali é linda! Aproveitamos e compramos um imã de geladeira por $ 4,19.

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Todos os relatos que li, diziam que levava 2 horas para fazer o trajeto das 17 milhas, porém nós só tínhamos uma hora (aquela uma hora que ficamos esperando pelo passeio de Antelope Canyon estava fazendo falta aqui). Então voltamos para o carro e começamos, pois não tínhamos tempo a perder. Acabou que não paramos em todos os mirantes, só nos que mais gostamos, quando chegamos na saída já era 17h10 e tinha uma mulher cuidando para que ninguém mais começasse a trilha naquele horário. Nossa visita foi super rápida, mas valeu! Da próxima vez quero ir com mais calma e dormir no hotel que tem lá dentro.

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Depois dali iríamos dirigir mais 2h30 em direção ao nosso hotel em Flagstaff, porém fomos na direção contrária, porque queríamos contemplar a visão (e tirar uma foto) no ponto em que o Forrest Gump parou de correr no filme, tem até uma placa indicando o lugar, e muita gente para tirar fotos lá.

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Depois disso iniciamos nosso trajeto rumo a Flagstaff. Acabamos parando antes, numa cidade chamada Cameron, para comer, pois não tivemos nem café da manhã descente nesse dia, avistamos um Burguer King da rodovia (sim, nossas refeições foram quase que Burguer King a viagem toda) e paramos lá. O Vagner pediu um combo Cheese&Bacon e eu um sanduíche Whopper, nossa conta deu $ 14,99. De barriga cheia, paramos ainda para abastecer num posto que tinha perto, deu $26,50 ($ 2,95 o galão).

Logo chegamos ao nosso destino, hotel Travelodge by Wyndham Flagstaff, pagamos $ 45,43 no quarto de casal. Esse hotel é bem no estilo motel americano, daqueles que você estaciona na frente da porta do seu quarto, igual nos filmes. Precisávamos descansar bem, pois no próximo dia conheceríamos o Grand Canyon e ainda iríamos para Las Vegas.

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09/04/2019 – Grand Canyon e a estrada até Las Vegas

Acordamos antes do despertador novamente. Essa nossa dificuldade em nos acostumar com o fuso horário nos primeiros dias foram ótimos, porque justamente os primeiros dias da viagem eram os mais corridos, então era bom começar antes.

Fomos tomar café da manhã, que era junto na recepção, não tinha ninguém lá aquele horário, então comemos bem à vontade. Achei o máximo uma máquina de fazer panquecas (acabei encontrando em outros hotéis, mas até ali, era novidade).

Terminamos o café e partimos às 07h40, tínhamos 1h30 de estrada até o Grand Canyon. Mas, antes de começar o trajeto, paramos num posto tirar uma dúvida sobre o óleo do carro, achamos que estava acabando, mas estava tudo certo.

O caminho até lá era bem bonito, mas bem diferente do que eu imaginava, eram campos abertos e arvores para todos os lados, e eu imaginava que seriam as mesmas paisagens dos dois primeiros dias: rochas e deserto.

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Chegamos lá umas 09h30, pagamos a taxa de entrada ($35 por carro), ganhamos o mapa com todos os mirantes e as linhas de ônibus que temos que pegar para chegar neles. O parque estava bem vazio, mais uma vez a vantagem de ir cedo. Fomos direto no Centro de Visitantes carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque.

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Como só tínhamos algumas horas para a visita, decidimos pelos mirantes da linha vermelha, Hermits Rest Route, que dizem ser os mirantes mais bonitos, são 11 km e, segundo o mapa, levaria 80 minutos sem descer do ônibus. Mas para pegar o ônibus da linha vermelha, primeiro era preciso pegar o ônibus da linha azul, que fica no Centro de Visitantes, e ir até o ponto final, e de lá pegar o ônibus da linha vermelha. Pegamos o ônibus da linha azul, não tinha fila nenhuma, bem tranquilo. Chegando no ponto de pegar o da linha vermelha tinha uma fila, mas foi bem rápido, porque são vários ônibus fazendo o trajeto.

Como não tínhamos muito tempo, resolvemos fazer a ida toda dentro do ônibus, ele vai parando em todos os mirantes, então dá pra ver todos, e na volta, descermos no mirante Mohave Point e caminharmos até o mirante Powell Point, o que dava menos de 2km, e se estivéssemos dispostos, poderíamos voltar a pé até a Village, o que seriam mais 3km, para pegar o ônibus azul para voltar ao Centro de Visitantes e de lá caminhar pelo trecho entre o Mather Point e o Yavapai Point.

No fim das contas o que aconteceu é que estava um vento que não dava nem para abrir o olho, principalmente eu que estava de lente, era abrir o olho que começava a lacrimejar, era muito vento mesmo! Na ida, descemos nas últimas 3 paradas, tiramos fotos, curtimos e esperamos os próximos ônibus. Na volta descemos no mirante Mohave Point e caminhamos só até o próximo ponto, tentando admirar a paisagem, mas era impossível curtir com aquele vento, tanto que tinha bem pouca gente caminhando, e de lá subimos no ônibus novamente para o Centro de Visitantes e acabamos indo embora.

Acabamos não curtindo o parque da forma que queríamos, eu gosto de ir caminhando para curtir mesmo o lugar, mas deu para ter uma boa noção da grandiosidade daquele lugar. Acabou que agora temos motivos para voltar!

 

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Tínhamos 4h de viagem pela frente, mas, como saímos do parque antes do previsto, fizemos o caminho até Las Vegas com calma e parando em tudo, esse trajeto passa por muitas cidades da rota 66, e são bem legais de conhecer.

A primeira parada foi a cidade de Willians, super fofa. Na entrada da cidade já tinha uma placa sinalizando ser a rota 66, e é claro que paramos tirar fotos! Depois paramos no Centro de Visitantes da cidade comprar um imã de geladeira, pagamos $ 3,30 (fazemos coleção de imãs de viagem). Aproveitamos e fomos no mercado, nosso estoque de comida no carro tinha acabado, gastamos $ 17,75.

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ainda vou comprar um tripé para tirar fotos legais nossas kkkkkkk

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A próxima parada foi na cidade de Seligman, essa cidade foi inspiração de muitos cenários e personagens do filme Carros, é bem legal, cheia de carros antigos.

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Depois dessa cidade, paramos em Kingmans, que também faz parte da rota 66, na lanchonete Mr. D’z, que é bem decorada, cheia de peças antigas. O Vagner pediu um cachorro-quente, que eu não prestei atenção se estava descrito no cardápio, acredito que sim, mas veio com macarrão dentro do pão junto com a salsicha, bem estranho, mas o Vagner disse que estava bom. Eu pedi um sanduíche de frango, e também estava bom. O total, com dois copos enormes de Coca-Cola e mais a gorjeta, deu $ 26. Em Kingmans também abastecemos o carro e pagamos $ 29.

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Depois dali ainda passamos por Chloride (precisa fazer um desvio de 5 minutos da rodovia), que é uma cidade de 1860, e é onde está o correio mais antigo do Arizona em funcionamento. A cidade era bem pequena, e meio fantasma, vimos 4 pessoas ao passarmos por lá apenas.

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Saindo dali, logo chegamos em Las Vegas, ficamos hospedados no hotel Travelodge by Wyndham Las Vegas Airport No/Near The Strip, pagamos $ 55,99 no quarto de casal. Como o nome já diz, esse hotel não fica na Strip, pois como ficaríamos dois dias em Las Vegas no fim da viagem, optamos por ficar num hotel mais barato nesse dia. Antes de ir para o hotel passamos no Walmart, comprar um adaptador de tomada e mais algumas coisas para comer, porque o próximo dia da viagem ia ser todo na estrada, gastamos $18,65. Do lado do Walmart tinha uma 99¢ Only, aproveitamos para conhecer, e acabamos comprando umas coisas.

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Depois fomos para o nosso hotel, que também tinha aquela vibe de motel de filme, até ficamos no segundo piso, pra curtir a vibe, o problema foi subir as escadas com as malas hahahah

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agora era só descansar para mais um dia o/

 

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10/04/2019 – Dia de estrada de Las Vegas a North Fork

Acordamos e nos arrumamos sem pressa (foto que coloquei do hotel era do dia de hoje tá  kkkkkkk), afinal de contas, esse ia ser um dia só de estrada. Descemos tomar café e estava bem cheio, acho que todos foram tomar café ao mesmo tempo. Terminando o café, colocamos as coisas no carro, colocamos o trajeto no Google Maps e partimos para as 7h de viagem até nosso hostel em North Fork. Saímos umas 8h do hotel.

No meio do trajeto paramos em dois lugares na cidade de Yermo, para dar uma esticada nas pernas. No EddieWorld (36017 Calico Rd, Yermo), que é uma loja de doces. Na frente tem um cupcake gigante, que dá pra ver de longe da rodovia.

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Mas a ideia de passar lá foi porque o dono é um super fã do time de basquete Lakers, e dentro da loja de doces tem um espaço com algumas recordações do time, inclusive tem um pedaço da quadra em que o Lakers venceu alguns titulos da NBA . O Vagner que é super fã de basquete curtiu a parada (treinei basquete dos 8 aos 17 anos, não tem como não ser fã kkkkk).

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Também demos uma parada para conhecer a Lanchonete Peggy Sue, ela é toda decorada por dentro ao estilo anos 80, e na parte de trás tem um jardim com dinossauros de metal, o povo americano é muito criativo kkk.

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Essas paradas parecem aleatórias, mas são ótimas para dar uma quebrada na monotonia de tantas horas dentro do carro. Depois disso, paramos apenas em Bakersfild para abastecer, $45 ($ 3,45 o galão, segundo o Google Maps estava mais barato do que em Fresno), e em Fresno para comer no In-N-Out, $14,36 (um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches).

Chegamos em North Fork por volta das 19h, ainda abastecemos $7 (não lembro quanto estava o galão, mas era mais caro), por medo de faltar nos dois dias que íamos para Yosemite. North Fork é uma cidade bem pequena, acho que a única rua era a rodovia mesmo. Ficamos no Jackass Hostel, pagamos $ 71,04 nós dois, mas dormimos numa cama de casal em um quarto compartilhado. Nós gostamos do hotel, parecia casa de vó, bem aconchegante, acho que estávamos em 7 na casa, contando com o cara que nos recepcionou. Ele estava fazendo nachos para o pessoal e nos convidou, mas eu e o Vagner tínhamos acabado de comer.

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Nessa noite tinha liberado para comprar os ingressos dos playoffs da NBA, e o cara da recepção foi super gente boa e emprestou o notebook dele para comprarmos. Pagamos com o cartão de crédito em reais e deu R$ 493,16 cada ingresso. É caro, mas já imaginávamos. E o Vagner é tão fã, que estava fora de cogitação não ir.

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sabe quando acontece algo que você nunca imaginou que um dia poderia acontecer, então você me entende quando eu recebi esse e-mail, assistir um jogo da NBA e ainda Playoffs e do time que iria a final de 2019 a meu amigo, meu coração não ia aguentar não kkkkkkkkkkkkkkkkk

Fomos dormir cedo nesse dia para darmos conta de acordar cedo no dia seguinte.

 

 

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11/04 – O incrível parque Yosemite com frio e chuva

Acordamos cedo, recolhemos nossas coisas e descemos. Na noite passada o cara do hostel falou que podíamos fazer café e comer umas barras de cereal que estavam em cima da bancada (o hostel não disponibilizava café da manhã), porém não tinha ninguém no hostel (acho que estavam todos dormindo), e nós não conseguimos descobrir como ligava o fogão, que era antigo e bem diferente dos do Brasil, e não tinha micro-ondas, então acabamos pegando a barra de cereal e comendo com agua no carro mesmo kkk

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Saímos do hostel às 07h30. O dia estava lindo e o caminho até o parque era bem bonito, quando nos demos conta já estávamos na entrada. Pagamos os $35 e ganhamos um mapa, como no Grand Canyon. Logo avistamos a placa sinalizando Mariposa Grove, acredito que levamos uns 40 minutos do hostel até lá.

Chegando lá, estacionamos o carro, e a recepção estava fechada. Ficamos bem perdidos, pois, eu sabia que os ônibus não estariam funcionando por conta da neve, e que teríamos que ir a pé, mas não sabia exatamente para que direção ir. Não tinha ninguém lá, além de uns homens fazendo a limpeza do lugar. A gente até tentou se comunicar com eles, mas eles estavam com uns aparelhos barulhentos e com abafador nos ouvidos. Nisso vimos uns caras que estacionaram mais para cima de onde estávamos e sumiram a pé por trás da recepção, sei lá pra que direção. Então voltamos para o carro e estacionamos próximo do deles e pra tentar descobrir para onde eles tinham ido kkk. Nisso um dos caras da limpeza finalmente nos enxergou perdidos por lá e explicou por onde deveríamos ir.

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Iniciamos nossa caminhada depois das 8h30 da manhã, dá umas 4 milhas até lá. Era por uma estrada, que estava totalmente limpa, na hora eu nem entendi o porquê de não podermos ir de carro até lá, mas chegando lá eu entendi, se tivesse muita gente, não teria onde estacionar, e eles estavam fazendo a limpeza do lugar lá, então não queriam muitos visitantes pra não atrapalhar. Enfim, fizemos o trajeto em uns 40 minutos, tirando muitas fotos. A medida que subíamos a neve nas laterais da rua aumentava.

 

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Chegando lá nos deparamos com aquelas arvores gigantes, lindas! Eu sabia que elas eram grandes, mas não imaginava que fossem daquele tamanho. Enfim, começamos a andar por uma trilha, um caminho bem bonito. Tinha um casal de senhores andando na nossa frente (acho que nesse momento só estava nós quatro nessa área do parque), logo eles avistaram dois esquilos e começaram a tirar fotos e nos chamaram para ver. Foram os primeiros esquilos da viagem, achamos o máximo, tiramos fotos deles e depois descobrimos que eles aparecem em todos os lugares kkk.

 

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detalhe que eu tenho 1,81 kkkkk fiquei anão kkkkkk

Andamos um bom pouco por ali, admirando a beleza das arvores, até que resolvemos fazer o caminho de volta, não queríamos cansar muito, pois tínhamos o dia todo pela frente. No caminho de volta tinha uma galera indo pra lá, novamente tivemos sorte em ir antes, porque tiramos milhares de fotos sem ninguém aparecendo no fundo kkk.

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Chegamos de volta no carro às 10h40, e o tempo já não estava mais bonito como antes e estava ficando mais frio. Dirigimos uns 40 minutos até Tunnel View, quando chegamos no túnel eu já preparei o celular para filmar. É surreal a visão quando você sai do túnel. Estacionamos o carro e fomos curtir o lugar, já tinha bem mais pessoas ali (acho que poucas pessoas queriam encarar o trajeto a pé até Mariposa Grove).

 

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Saindo dali, dirigimos mais uns 5 minutos até a Bridalveil Fall, aqui já estava bem lotado de gente. Estacionamos e fomos conferir a cachoeira, uma caminhada curta, ela é linda, mas não conseguimos ficar admirando muito, porque estava chuviscando demais e muito frio, voltamos correndo para o carro.

Mais a frente tinha um lugar aberto, chamado Sentinel, que dava pra ver bem a cachoeira (não sei qual delas), estacionamos ali e resolvemos caminhar, isso era quase 12h30. Apesar do frio tinha bastante gente caminhando por ali, tinha excursão de escola com muitas crianças fazendo piquenique e umas brincando ao redor de um lago. Caminhamos um monte até chegar numa área do parque com casas para o povo alugar, e mais a frente tinha um restaurante e um Starbucks, pegamos um café, $9 cada, e voltamos fazendo o mesmo trajeto, o lugar era lindo, pena que o tempo não colaborou.

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Dali fomos direto para Yosemite Valley, chegamos às 13h45. Aproveitamos para carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque no Centro de Visitantes, comprar nosso imã de geladeira ($7, foi o imã mais caro da viagem!) e descansar um pouco por lá.

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Descansados, fomos fazer a trilha Lower Yosemite Fall Vista Point, que fica bem pertinho do Centro de Visitantes, e bem fácil de encontrar, cheio de placas indicando o caminho. A trilha é bem curta e bem bonita. Chegamos lá e estava lotado de gente, e muuuito frio! Mas ainda conseguimos tirar umas fotos e curtir, a cachoeira é linda! Pena que o tempo não colaborou.

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No caminho de volta começou a chuviscar. Aí acabamos resolvendo ir embora, já era 16h30 e estávamos cansados e com frio. Resolvemos ir pro hostel, dormir cedo e voltar no outro dia, se o tempo estivesse melhor.

Nosso hostel era o Yosemite Internacional Hostel, em Groveland, pagamos $84. Chegamos lá às 18h e era umas 3 casas no mesmo pátio. Tínhamos reservado um quarto compartilhado com 10 camas, quando fui pagar percebi que estava um pouco mais do que quando reservei, mas achei que era pela cotação do dólar. Quando fomos para o quarto entendi que, não sei porque, o rapaz colocou a gente em um quarto com apenas 3 camas, e a terceira estava desocupada, então ficamos só nós dois no quarto, inclusive ele nos deu a chave do quarto para trancarmos quando fossemos sair. Nós estávamos tão cansados que nem reclamamos de ficarmos sozinhos. Nessa parte do hostel que ficamos tinha dois quartos, cozinha e banheiro.

Largamos nossas coisas e fomos atrás de algo para comer, encontramos uma pizzaria quase ao lado do hostel. Quando entramos vimos uma porta cheia de Arcade, e acabamos ficando por lá um tempo antes de pedir o que comer, era $0,25 para jogar. Depois de gastar nossas moedinhas com os jogos, pedimos uma pizza com 6 fatias e um copo de refrigerante, que deu $ 20,60. Não era super boa, mas deu bem pra encher a barriga.

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Depois voltamos para o hostel, tomamos banho e fomos dormir, na expectativa de que o dia seguinte tivesse sol.

 

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12/04/19 – Parque Yosemite com sol e a estrada até San Francisco

Acordamos cedo e o dia estava lindo!! Pegamos a estrada um pouco depois das 8h da manhã. Esse hostel não tinha café da manhã, então fomos comendo nossas coisinhas no caminho para o parque.

Quando montei o roteiro, a ideia era fazer a trilha do Mirror Lake no primeiro dia (teria dado tempo, se não fosse pelo clima) e um trecho da trilha Mist Trail no segundo dia. Porém, acabei não me informando no Centro de Visitantes como funcionava para chegar até o início da trilha Mist Trail. Então resolvemos deixa-la para uma próxima oportunidade, já que ela é bem comprida e teríamos tempo para fazer só um trecho dela, e fazer a trilha do Mirror Lake, que não tínhamos feito no dia anterior.

Chegamos no parque, estacionamos próximo do início da trilha (nos baseamos no mapa que recebemos do parque). Era cedo ainda, estava bem frio e tinha bem pouca gente. Como o tempo estava ensolarado, o lago estava refletindo bem. A paisagem é linda e a trilha super tranquila, gastamos um bom tempo admirando o lugar e tirando fotos. O engraçado é que a trilha não acaba no lago, ela continua, e claro que continuamos caminhando, até chegar num desvio que dava para a areia, pegamos o desvio e continuamos um bom trecho até resolvermos voltar (na verdade o Vagner já queria voltar fazia tempo, mas eu estava muito curiosa para saber até onde a trilha ia). Teve um casal que não pegou o desvio, continuou, sinceramente não sei onde dava aquela trilha. No caminho de volta, já não era mais tão cedo, então nos deparamos com muitas famílias com crianças fazendo a trilha, é bem tranquila.

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Saindo dali, resolvemos parar no Centro de Visitantes e refazer a trilha da Lower Yosemite Fall Vista Point, dessa vez com sol. E foi uma ótima escolha, porque no dia anterior, por conta do frio, acabamos não admirando muito o trajeto, que é lindo! Logo no começo, nos deparamos com alguns cervos que estavam bem próximos do cercado, todo mundo ficou em silêncio para não assustá-los, enquanto tirávamos fotos e filmávamos. Nisso três deles resolveram pular o cercado para ir para o outro lado, passando bem pertinho da gente, foi demais!

 

 

Depois disso, continuamos a trilha e encontramos um desvio que dava pra um banquinho, e do banco dava pra ver certinho as duas cachoeiras, lindas, gastamos mais um tempinho ali até que resolvemos continuar. Chegando na Yosemite Fall Vista Point, ela estava ainda mais linda, mas estava bem mais cheio de gente, e não conseguimos tirar fotos sem que aparecesse alguém atrás, mas enfim, valeu igual! Depois dali íamos encarar 4h de estrada até San Francisco, então aproveitamos bem os últimos minutos no parque, deu até tristeza ao ir embora. Numa próxima oportunidade pretendemos voltar com mais tempo.

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Saímos às 13h30 rumo a San Francisco. O Vagner estava super animado, pois íamos passar ao lado da Arena do Golden State Warriors no caminho, e ele já teria uma ideia do que nos esperaria no dia seguinte, que era o dia do jogo. No caminho só paramos para abastecer, não lembro em que cidade foi, mas pagamos $30 ($ 3,69 o galão). Acho que já estávamos acostumados com as horas de carro que nem percebemos o tempo que levamos, quando nos demos conta já estávamos passando pela lateral da Arena, que fica na cidade de Oakland, vizinha de San Francisco.

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para quem não gosta muito de basquete não deve estar entendo nada, cara mais para mim, era emocionante kkkkkkk, pedi para minha esposas tirar o máximo de fotos possíveis (cara nessa hora eu não queria nem saber se eu estaria ali alguns dias depois kkkkkkkk)

Logo que fomos chegando perto da ponte que passaríamos para chegar no nosso destino, começou um engarrafamento gigante. Aí que fomos nos dar conta que eram quase 6h da tarde, ou seja, justamente a hora de maior trânsito. Mas quando vocês estão viajando, ainda mais para fora do país, até o engarrafamento fica interessante hahahah Era uma fila gigantesca de carros, daquela que não dá pra enxergar o fim, levamos uma hora para andar 9 milhas, mas para o tanto de carros que tinha achei que foi super rápido. Era umas cinco filas, os caminhões eram obrigados a ficar na primeira fila da direita. Logo chegamos no pedágio, o único da viagem toda, pagamos $7. Achei interessante porque não tinha chancela. Logo que passamos percebemos que os carros pararam, aí que fomos enxergar que tinha um semáforo para cada fila, ia liberando um de cada fila por vez. Depois dali acabou o engarrafamento.

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Seguimos para o nosso hostel, HI San Francisco Fisherman's Wharf Hostel (240 Fort Mason), pagamos $47,50 cada por dia. Chegamos perto das 19h. Esse foi um dos hostels que mais gostamos, é enorme, bem aconchegante, a localização é ótima, e quando reservamos dizia não ter café da manhã, mas tinha! E era um café da manhã muito bom. Paramos o carro próximo do hostel e fomos fazer check-in para pedir onde era o estacionamento. O rapaz da recepção nos deu um mapa do estacionamento, sinalizando onde podíamos deixar o carro. Na frente das casas era proibido. Deixamos um tanto longe, mas era bem seguro o local, então não nos preocupamos.

 

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Enfim, largamos nossas coisas e fomos a pé comer no In-N-Out Burger, que era pertinho, pedimos um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches por $ 18,07. Tinha bastante opção para comer por perto, mas como nosso orçamento era curto, nem procurávamos outra coisa que não um lanche.  Saindo dali dava para curtir o por-do-sol junto ao mar tivemos que aproveitar um pouquinho kkkk

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Voltamos para o hostel, e logo fomos dormir, pois o próximo dia seria o dia memorável da viagem para o Vagner.

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Costa oeste dos Estados Unidos pra mim é a melhor região para uma trip road. 

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13/04/2019 – Passeio por San Francisco e jogo de basquete

Acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos tomar café da manhã. Como era o dia do jogo e queríamos sair cedo para lá, resolvemos gastar a manhã conhecendo os píeres, que seria um passeio mais rápido.

Saímos a pé, nos guiando pelo Google Maps às 9h da manhã. Primeiro fomos conhecer a Lombard Street, chegando pelo topo dela. Lá foi o primeiro lugar da viagem que encontrei brasileiros, o Vagner diz que ouviu alguém falando em português no hotel de Las Vegas, mas eu não ouvi. Conversamos um pouco com eles, descemos a rua pelas escadas da lateral, tiramos algumas fotos e subimos a rua pelas escadas do outro lado. A rua é bem bonita, o Vagner queria ter descido de carro, mas deixamos pra passar por lá quando fossemos embora da cidade e acabamos esquecendo.

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Do topo da rua pegamos o Cable Car, $7 por pessoa, não deu certo de irmos sentados do lado de fora, o que pegamos era meio fechado e estava meio cheio, mas valeu a experiência igual, a ideia era ir até a Union Square, mas ele fez uma parada no Museu do Cable Car e nós acabamos descendo de curiosos.

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A visita ao museu é grátis e é bem interessante, tem alguns Cable Car antigos. O sistema de funcionamento do Cable Car fica dentro do museu. Aproveitamos para comprar um imã de geladeira por $ 4,30.

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Dali começamos nossa caminhada em direção ao Ferry Building. No caminho passamos, sem querer, pelo Chinatown, mas foi legal.

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Chegamos no Ferry Building e seguimos caminhando pelos píeres, parando para visitar e tirar fotos dos mais interessantes. Acredito que levamos uma hora para conhecer tudo. No píer 39, além das diversas lojinhas, tem os leões marinhos que chamam a atenção, ficamos um tempo observando-os. No píer 45 fica o Museé Mechanique, que é um museu de Arcade, super legal, eles funcionam com moedas de $ 0,25. Conseguimos ver todas as máquinas e observar algumas pessoas jogando, mas não conseguimos ficar mais, porque não tínhamos tempo.

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Saímos dali e fomos almoçar. O In-N-Out Burger estava lotado, e como estávamos sem tempo, resolvemos comer ao lado, no Crepe Cafe SF. Pedimos 2 crepes salgados + 1 crepe doce + 1 copo de refrigerante e gastamos $ 40,12. O valor foi bem mais salgado do que estávamos acostumados a gastar, mas estava bem gostoso.

Depois de almoçar, fomos para o hostel nos arrumar e pedir um Uber para ir até o Oracle Arena. Decidimos ir de Uber porque não tínhamos muita noção de como seria para estacionar lá, e também para evitar o tumulto na volta. O Uber nos deixou no estacionamento, de lá tinha um trechinho a pé. Estávamos indo tranquilos até que um rapaz com um carrinho daqueles de golfe veio até nós e nos ofereceu carona até lá. Nós não aceitamos na hora, porque não entendíamos direito o que ele estava falando, mas ele insistiu e acabamos indo hahahah foi bem legal! Ele nos deixou bem na frente da entrada, descemos e agradecemos. Depois que fomos parar e pensar que ele devia estar querendo gorjeta, mas aí ele já estava longe.

Enfim, mostramos nosso ingresso e entramos. Logo na entrada tinha uma loja das camisetas do Golden State Warrions, e já compramos a nossa. Achamos bem em conta, era $ 20,00 cada, de uma loja oficial.

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eu não conseguia esconder a minha alegria em estar indo em um jogo da NBA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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as camisetas são muito boas, comprei também um casaco azul que vocês vão ver em muitas fotos daqui para frente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk era quente kkkkkkkkkkkkkkk paguei $ 35,00 em um casaco na loja oficial do Golden State Warrions, praticamente de graça kkkkkkkkkkkkkk

Depois dali saímos procurando por onde ir para os nossos lugares. Achamos super organizado o evento, muita gente auxiliando nos corredores. A única decepção do dia foi descobrir que nossos lugares eram em pé! Não sei se na hora da compra apareceu essa informação, e nós não nos atentamos, porque no ingresso aparecia o número do assento, ficamos sem entender na hora, questionamos o cara que estava auxiliando ali próximo, mas era ali mesmo. Enfim, foi cansativo, mas nossa visão era muito melhor do que muitas fileiras que estavam sentados para trás de nós. Digamos que a divisão lá dentro é assim: muitas fileiras de cadeiras bem próximas da quadra (dos privilegiados que tem condições de pagar caro pelo ingresso), uma fileira em pé (que foi onde ficamos), e muitas fileiras de cadeiras longe da quadra (dos ingressos mais baratos). Ou seja, nós pagamos bem menos por uma visão bem mais privilegiada, porém não tínhamos cadeira. Como chegamos bem antes, sentamos no chão mesmo para ficarmos bem descansados para quando começasse hahahaha e depois que começou, ficamos tão empolgados que nem percebemos mais as pernas cansadas.

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O evento realmente é um espetáculo! Tem apresentações antes e durante os intervalos, interação com a torcida, realmente vale a pena. O jogo era do Golden State Warrions contra Los Angeles Clippers, e acabou com o resultado de 121 a 104 . Como o time da casa abriu a serie, no final foi aquela festa, tudo muito bonito.

 

 

cara agora você imagina que o primeiro jogo que eu vou assistir na minha vida da NBA o Curry me bate um recorde 😃  ai eu quase morri de vez kkkkkkkkkkkkkk vou colocar a matéria abaixo e o que apareceu para nós no ginásio:

https://sportv.globo.com/site/nba/noticia/marca-historica-e-cestas-incriveis-curry-tem-noite-monstruosa-e-warriors-fazem-1-a-0-nos-clippers.ghtml 

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Pra sair da Arena foi bem tranquilo. Como imaginamos que estaria um super trânsito na ponte, resolvemos ir comer antes de chamar o Uber, já que vimos que tinha um Burguer King ali pertinho, era só atravessar a avenida. Nesse momento nos sentimos muito importantes kkk Ia ser difícil atravessar com aquele transito todo, mas nisso tinha uma viatura da policia cuidando do transito, e quando eles nos viram tentando atravessar, de prontidão o guarda fez todos os carros pararem e nós atravessamos tranquilamente.

Comemos nossa habitual refeição, Vagner pediu um combo Whopper e eu só o sanduíche Whopper, por $ 15,88. Comemos tranquilamente e pedimos o Uber ($21, pago com cartão), quando o trânsito do jogo já tinha acabado. Acabou que nosso Uber era um brasileiro. Ele morava próximo de San Francisco e já estava lá há um ano e meio. Vagner ficou feliz de encontrar com ele, acho que ele não aguentava mais conversar só comigo hahaha (mentira isso kkkkkk). Chegamos no hostel e fomos dormir, o outro dia seria o dia de pedalar pela Golden Gate.

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    • Por edgarjrbr
      Oh coisa boa viajar! Auxilia na auto-realização da construção da nossa identidade, no desenvolvimento do "eu", além de deixar marcado diversos momentos especiais na biografia pessoal do turista.
                  Mas nem tudo são flores... sem dúvida alguma, o maior percalço nosso foi com relação ao planejamento da viagem. Tomar notas de guias, buscar informações em blogs/sites e tentar estabelecer um itinerário foram situações sensíveis e incomodativas, porém de extrema valia para resultar em uma melhor experiência da viagem.
                  Apesar de programarmos os roteiros, também houve o cuidado de ele não ficar de certa forma "engessado", porém com o cuidado de não ir viajar de forma despreparada ou relapsa.
                  Muitos aventureiros têm, por preferência não tomar de seu tempo, investindo na criação de roteiros gostando mesmo é do improviso e do calor do momento, na famosa tentativa acerto/erro. Crêem, na maioria das ocasiões, que a forma de planejamento de datas e horário de um determinado roteiro, a chateação da mão de obra de confeccioná-lo e da impressão de não estar de férias, mas sim "cumprindo metas".
                  Nossa intenção aqui no site é disponibilizar o roteiro/guia turístico construído para essa fantástica viagem que ocorreu no mês de outubro de 2019, com o intuito de ajudar outros viajantes nas suas futuras jornadas.
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      → San Diego (CA); 
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    • Por Vander Amaral - Roaming
      Certeza que você que ama viajar vai gostar desse programa!
      Essa semana dia 5 de agosto estreou o novo programa de viagens Roaming no canal de televisão Woohoo com apoio do Mochileiros.com! 
      O programa é a continuação do The Routineproof Project, onde dois amigos brasileiros decidem viajar o Canadá de ponta a ponta e a ideia é de viajar o mundo com o Programa!

       
      O programa de TV Roaming nasceu de um road trip entre os amigos Vander Amaral e Ray Andrade no Canadá há alguns anos atrás, ambos com conhecimento em produção de documentários e experiência na televisão Canadense e Brasileira. Aventureiros, eles queriam mostrar mais do que apenas paisagens exuberantes, eles decidiram então botar o pé na estrada para capturar em vídeo o espírito de cada lugar por onde passarem, a cultura, o esporte, as pessoas e a vida selvagem.
       


      O programa conta com dicas de viagens pelo Canadá e EUA. As viagens contam com uma pitada de esportes radicais como Hiking, trekking, Escalada, Via-ferrata, Snowboard, Surf, Skate e muito mais!

      O que já tem no primeiro Episódio?

      O primeiro episódio do programa já começa com uma viagem de surf de trem pelo Canadá! Onde os meninos saem de Montreal para Halifax numa viagem de trem de 20 horas, durante a viagem eles mostram os quartos, o restaurante do trem e o vagão panorâmico, que da vista para a paisagem! O primeiro episódio está disponível também no Canal do Youtube do programa Roaming: Clicando aqui!

      Não tenho como assistir na TV tem canal Youtube?
      Pra quem quiser assistir o programa no Youtube segue o canal Clicando aqui,
      No canal youtube você encontra também uma playlist com todos os episódios da primeira temporada do programa The Routineproof Project. Para os inscritos no canal vamos fazer um vlog das viagens para contar cada detalhe que não conseguimos colocar na TV.

       
      Quais canais na TV e horários?
      Pra quem quiser assistir na TV segue os horários no Canal Woohoo para o próximo mês:

      Segunda-feira: 05h15 10h30 15h15 21h30 23h15
      Terça-feira: 9h15
      Quarta-feira: 19h00
      Quinta-feira: 20h30 
      Sexta-feira: 09h30  14h15  21h45 
      Sábado: 07h15 

      O Canal Woohoo está disponível nas principais TVs a cabo do Brasil. 
      NET, SKY, Oi TV, VIVO, Claro HDTV e GVT.

      O horário do programa na TV pode mudar no futuro de acordo com a grade do Canal!
      Curtiu o programa na TV ou no Youtube, ou tem alguma idéia de viagem para o programa , deixe seu comentário!
       






      Fotos: The Routineproof Project
    • Por lowpower
      Salve galera!
       
      Fiz a John Muir Trail em agosto desse ano e recomendo para todo mundo. Foram 389 km em 17 dias, com uma subida acumulada de mais de 16.400 metros.
      Fiz esse pequeno vídeo para mostrar um pouco de trilha e assim animar mais brasileiros a fazerem ela. Pelo que eu pesquisei, fui o segundo a fazer ela completa.
       
       

       
      Em breve irei postar um relato por escrito com todas as informações.
       
      Valeu!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      O “Vale do Silício” nos arredores de São Francisco Estados Unidos é onde ficam as sedes das maiores empresas de tecnologia do mundo. Google, Apple, Facebook, Oracle, Intel, Cisco, Netflix, etc…têm suas sedes nesta região.
      E o “Vale” não é exatamente uma cidade, mas é formado por várias pequenas cidades que ficam entre São Francisco e San Jose na Califórnia.
      Algumas dessas pequenas e famosas cidades no Vale do Silício são:
      Palo Alto Cupertino Mountain View Menlo Park Sunnyvale Continue lendo: A Forma Mais Barata de Ir do Aeroporto de São Francisco ao Vale do Silício e Como Visitar a Nova Sede da Apple

    • Por rogerioramires
      Mount Whitney
       
       
      Mount Whitney estava na minha lista desde que eu comecei a me aventurar na California. No dia que eu decesidi escalar o Everest eu pencei, bom tenho que comecar de alguma forma. Primeiro a mais alta de Santa Monica, mais alta de Los Angeles County, Extremo no Death Valley, o mesmo agora com camping na neve, e assim indo ate mais alta dos 48 estados. Sem falar dos planos futuros como Rainner e Denali.
      Na primeira vez que estive no Summit do Telescope Peak, 11.048 pes, eu fiquei olhando na direcao de Whitney e imaginando como seria a subida para la, eu mau tinha conceguido escalar o Telescope Peak, que era 7 milhas e 3.000 pes, agora Whitney 11 milhas 6.000 de gain, como seria?
      Logo que cheguei a Lone Pine, fui direto ao Visitor Center para pegar o meu Permit, eu estava super cansado e nervoso, depois de 4 horas dirigindo sem parar, para ter a certeza que eu chegaria la a tempo de pegar o Visitor Center aberto, cheguei as 5:00, o visitor center fechava as 5:30.. ufa! 30 min para preencher a papelada e ouvir o sermao sobre No Trace e bla, bla, bla.
      5:20, eu ja estava fora de la, com meu permite e uma vontade imenca de por o pe no trail.
      Entrei no carro e resolvi dar a, que talvez seria a ultima palavra de meu fim de semana a com a minha esposa.
      Resolvi que deveria ir direto para o trail Head para comecar minha aclimatizacao, pois nao teria muito tempo para aclimatizar de nivel do mar para 12.000 pes que seria meu proximo acampamento na montanha.
       
      http://everestdestination.blogspot.com/
      Chegando ao Trail head, resolvi que nao iria dormir no carro pois la havia um Camping bem organizado para Backpaker, e achei que seia mais vantajoso montar minha barraca grande e dormir confortavelmente a merce dos ursos.
      Fiz um lanche rapiro, montei minha barraca e fui dormir por volta de 9:00....
       
      No portal
      Lembrei que tinha deixado a minha mochila dentro do carro, tive que desfazer toda minha mochila, para tirar o container aprova de urso de dentro dela, esqueci que ,se eu deixa-se minha mochila com tudo dentro, dentro do carro eu corria o risco de um urso quebrar meu vidro para pegar a comido de dentro.
      Coloquei o container nas caixas aprova de urso que tem no estacionamento e finalmete fui dormir.
      Durante a noite ouvi muitas pessoas chegando no trail head, quando acordei havia por volte de uns 10 carros, todos com pessoas dormindo dentro, fiquei mais aliviado, pois eu nao era o unico que iria se aventurar naquele dia.
      Enquanto eu preparava meu cafe da manham fui desmontado minha barraca e montanto minha mochila.
      7:15, peh no Trail, tirei uma foto no Whitney portal, guardei a camera e vamos la.
       
       
      Logo que voce comeca o trail, voce ja pode observar a grandiosidade deste lugar, trail fica em um valley estreito com varios pinnacles de granito e de cara voce confronta uma subida de 30 graus no meio das arvores.
      O trail inicia a 8300 pes e o proximo ponto de Referencia, Lone Pine Lake, fica a 2.8 milhas e a 10000 pes de altura. Enquanto voce nao chega no lago, da para observar varias cachoeiras que se formam com o lago transbordando. Para chegar ate o lago eu teria que desviar meu caminho 0.6 milhas, resolvi deixar para ver o lago outro dia e inciei minha subida para o proximo ponto de referencia que seria o Outpost Camping que fica a 1 milha de distancia e 300 pes de altura do lago.
       
      O caminho para o Outpost e feito por uma trilha que faz um Zig Zag com pouca inclinacao entre pedras e arvores, ela termina em uma pedra bem grande com pequena inclinacao, onde voce pode andar encima, e lah tem uma vista maravilhosa do Lone Pine Lake.
      Quando chegei a este ponto, resolvi para e fazer meu primeiro lanche. Achei um lugar onde estava batendo sol e me sentei, comi umas barras de cereal te eu tinha levado, estavam horriveis... hehehehe, me abasteci de agua e resolvi tirar uma soneca. O silencio era incomparavel! acordei uma hora depois achando que estava dormindo em minha cama em casa.
      Pe na trilha novamente. Ainda faltava muito.
      Outpost Camping eh um lugar que fica no meio do vale, diferente de toda a paisagem que se ve na trilha, este lugar eh plano, com varios corregos cruzando um gramado verde bem escuro, com arvores somente proximo as montanhas.Acredito que de um lado ao ele mede 500 metros de lagura por 800 de comprimento.
      O trail segue berando a montanha e as vezes para desviar dos corregos, segue por cima de perdras bem grandes.
      Chegando a area de camping, fiquei com muita vontade de ficar por la mesmo, pois era muito bonito, tinha muita neve e varios lugares bons para armar a barraca , mas resolvi que estaria muito longe do summite no outro dia, e alem do mais nao era oque eu havia planejado.
      Fiz mais uma pequena parada para descancar minhas costas da mochila, comi um pedaco de queijo que eu tinha em meu bolco.
      O Outpost Camping fica a 10300 pes e meu objetivo de hoje era chegar no High Trail Camp que fica a 12000 pes e 2.2 milhas.
      Ja era por volta de 12:00 quando inicie minha subida para o High Camp, de cara para sair do Outpost voce ja ve o uma montanha imensa com no minimo uns 500 pes a sua frente e la em cima voce pode obsevar o parecia ser a saida do trail para um outro valley, ufaa, ja comecei desanimado em ver o quanto ainda tinha que subir. Varios zig zages, onde ,quando voce faz um zag voce pode obeservar logo abaixo de voce o zig que acabou de fazer, e isso continuou por 2 horas, parecia que nunca iria terminar, fora que a condicao do trail foi ficando cada vez pior pois agora, nesta parte do trail o sol ja nao pegava mais, e oque era neve derretendo, estava virando gelo.
      Olhei para baixo e pude ver o Outpost Camping, ficando cada vez menor. logo nao podia mais ver o Camping e os valley abaixo, pois o valley onde eu estava agora estava indo em outra direcao. Resolvir conferir no mapa aonde eu estava agora. Ainda faltava por volta de 1.2 milhas para o High Camping mas agora a inclinacao iria diminuir, ufa!
       
       
      A paisagem agora era completamente diferente, duas montanhas com mais de 12500 pes, uma de cada lado, sem arvore nenhuma e muitas pedras gigantes que pareciam estar desequilibradas, prontas para rolar morro abaixo, o sol aquecia o valley, mas ainda sim tinha muita neve e gelo, resolvi ver em meu termometro qual era a temperatura, e para minha surpresa apesar do calor que eu estava , a temperatura era de 2 graus celsios! Nesta parte do trail eu ja estava muito cansado e mal andava 100 metros antes de parar por 30 ou 40 segundos, minhas costas estavam doendo por causa do peso da mochila.
      Em uma de minhas paradas resolvi que ira tirar a mochila das costas para descancar, abasteci minha agua, eu tinha bebido por volta de 3 litros de agua. Chequei meu altimetro, 11.700 pes, o mais alto que ja havia chegado era 11.043, isso me motivo a continuar, fiquei por ali uns 10 minutos descansando. No mapa, parecia que eu estava proximo do camping, porem eu sabia que ainda tinha 300 pes para subir.
      Continuei andando, o terreno ficou plano, e parecia que o trail iria acabar em uma parede vertical, mas logo quanto estava chegando no final do trail vi que tinha um zig zag que ia montanha a cima.
      O trail agora era bem estreito e comecei a encontrar com algumas pessoas descendo, toda vez que encontrava com alguem eu tinha que me encostar contra a parade para a pessoa me passar, os zig zags eram longos e com uma enclinacao nao muito forte, mas logo depois do terceiro voce podia ver que ja tinha subido muito.
      Quando eu estava no ultimo pedaco dos zig zags, eu vi de longe um cara sentado em uma pedra, fiquei observando-o enquanto eu andava e reparei que ele nao ia para frente nem para traz. Quando cheguei nele, ele estava com uma aparencia de muito cansado e dor, resolvi parar para ver se estava tudo bem com ele. Ele me disse que estava com muita dor de cabeca, tontura e com vontade de vomitar. Bom nesta altitude so teria um diagnostico para isso AMS, accute mountain sickness.
      AMS acontece quando seu corpo nao concegue, ou nao teve tempo suficiente para se aclimatizar com a altitude.
      Perguntei para ele se ele quando ele tinha comecado a passar mal, ele me disse que ja estava perto do Trail Crest a quase 13600 pes, quando ele resolveu que, se ele continuasse ele iria vomitar, ai ele resolver voltar, perguntei se ele estava sozinho, ele me disse nao, e que estava com alguns amigos que haviam continuado no escalada, e ele me disse tambem que havia chegado no trail head as 2:00 da manham, e tinha vindo de San Diego, que fica ao nivel do mar, tinha dormido apenas 3 horas antes de iniciar a subida... Pencei comigo, Otima Idea ha! Ofereci a ele remedio para dor de cabeca, e ele me disse que havia tomado, perguntei se ele havia se hidratado e comido, ele me falou que toda vez que tentava come ou tomar agua ele quase vomitava... ( A AMS eh calsada tambem pela mah Hidratacao e nutricao na montanha..) sugeri que ele descesse o mais rapido possivel ou ele iria ficar cada vez pior, perguntei a ele se ele necessitava de ajuda, ele me disse que nao. Bom nesse caso boa sorte meu amigo.
       
      Continuei minha caminhada, ja podia ver o que eu achava que era o Summit, fiquei muito animado e aumentei meu passo, mas logo diminui, a altitude estava me pegando, comecei a ficar com um pouco de dor de cabeca, que droga pencei.., e ainda bem que terei uma noite inteira para me aclimatizar a 12000 pes.
      3:30, 8 horas de caminha, finalmete cheguei a um lugar onde parecia ser o High Camp, um lugar razuavelmente plano com um lago congelado, e muita neve e gelo.
      Havia apenas umas 6 barracas montadas, no camping, e algumas pessoas chegando e indo embora.
      Os lugares para acampar nao estavam bem definidos pois a neve e o gelo havia cobrido tudo, procurei um lugar plano e protegido do vento para colocar minha barraca.
      Depois de muita briga com o solo, que estava congelado e minhas estacas nao entravam no chao, concegui armar minha barraca, esvaziei minha mochila dentro da barraca, so deixei as coisas para cozinhar para fora, e comecei a preparar minha comida, atum, frio memos, e salmao em conserva, este quente, e Gatoraid, quente tambem.
      Logo depois de comer resolvir fazer algumas amizades, convercei com um cara que era da Florida, ele estava de ferias e havia acabado de mudar para California, ele tinha se separado de sua esposa, ache que ele estava tentando esvaziar a cabeca. Ficamos falando de equipamento e imaginando como seria o fria a noite e como seria o dia seguinte de escalada.
       
       
       
      Fiquei esperando o sol se por, e logo comecei a ver as estrela aparendo no ceu que estava sem nenhuma nuvem, havia zero de vento, um silencio incrivel que as vezes era interrompido por alguem tossindo dentro da barraca.
      *Fiquei fora de minha barraca ate as 9:00 da noite observando as estrelas e imaginando oque as pessoas que eu conheco estavam fazendo. Apesar do frio, a noite estava agravel, e eu nao podia perder a oportunidade de observar o ceu as 12000, pois nao eh todo dia que vc esta a esta altitude.
      A noite demorou muito para passar, devido a altitude e falta de aclimatizacao, nao concegui dormir, acordava a cada 15 minutos achando que ja havia passado horas. Comecei a fazer um jogo de adivinhar que hora era toda fez que eu acorva, incrivel, chequei a dormir 5 minutos e achar que ja havia passado mais de 3 horas..
      Acordei as 5:00, ainda estava escuro, e muito frio, olhei no teto de minha barraca e notei que a condensacao havia congelado, abri a porta de minha barracae por alguns minutos fiquei olhando para fora, olhando o ceu e as estrelas, coloquei minha luga e a parte interna de minha bota dentro do saco de dormir para ver se esquentava.
      Coloquei minha jaqueta, minhas luvas e comecei a briga para calcar minha bota. A bota que eu estava usando eh composta de duas partes, a interna e a extena, sendo que , a interna eh de teceido e neoprene, e a externa eh de plastido. A parte extena estava tao dura por causa do frio que era quase impossivel de vertir por cima da parte interna. Depois de 10 min de luta, eu concegui ficar de peh.
      Preparei meu cafe da manham, atum, uma barra de proteina e Gatoraid quente apra tomar. Derreti mais neve para colocar em minhas garrafas de agua, que eu tinha que carregar dentro de minha jaqueta ou a agua congelava antes de eu poder tomar, preparei minha mochila para o summmit , lanterna ascesa na cabeca e comecei meu Hike. O ceu ja nao estava mais preto e sim vermelho pois o sol estava a ponto de nascer.
      Ninguem no camping havia acordado ainda, cruzei o camping e iniciei os zig zag, agora eu tinha 86 pela frente e 1600pes de gain.
      Nao havia vento, estava frio, eu estava muito bem vestido, mas meu rosto parecia que ia congelar, meu nariz estava escorrendo, nao de gripe mas acredito de condensacao ou algo assim, mas praticamente nao sentia, pois estava adormecido.
      Depois de 30 minutos andando o sol comecou a iluminar o ceu, o vermelho virou laranja e logo o ceu estava azul, mas um azul que eu nunca vi...
      O trail comecou a ficar cada vez mais estreito e a cada Zig zag que passava minha barraca ficava mais e mais longe ate o ponte de eu nao conceguir mais ver. Em alguns pontos do trail, voce anda praticamente em 40cm de chao e se voce escorregar, nao ha nada para parar sua queda...
      Resolvi parar e colocar meus Grampons, (equipamento que voce instala na bota, como se fosse uns pregos para nao escorregar) pois o trail estava cada vez mais gelo do que neve e em alguns lugares escorregava muito.
      13000, resolvi parar para descancar e tirar umas fotos, ja fazia 1:30 que eu estava andando, ja tinha varias pessoas no trail, bem la em baixo dava para ver uns pontinhos se mexendo.
      Agora o sol ja havia saido de traz das montanhas e me aquecia em alguns pontos do trail, todas as montanhas que estavam assima de mim agora estavam la em baixo, incrivel aonde nosso corpo pode nos levar.
      13500, so mais 100 pes e estarei dentro do Secoia National Park, casa de Mount Whitney, teoricamente agora estou mo meio do caminho do meu 2 segundo dia de escalada. Comecei a imaginar como iria ser o chegada no summit, agora parecia estar tao perto. Mais 900 pes e 2.8 milhas.. facil agora..
      13600, 10:30 da manham, agora dentro so SNP, dei uma parada para tomar uma agua e ver por onde o trail seguia....
      HAAA nao acredito, agora terei que descer por volta de 300 pes por de traz da montanha e depois continuar subindo.
      A ultima coisa que eu queria fazer agora era ter que descer 300 pes... pois eu teria que, la na frente, subir este 300 pes.. que frustracao!
      O trail desce bem inclinado, com muitas pedras no caminho e degraus altos, gelo, neve, e um prescipicio, quase vertical, de uns 500 pes... Quase que eu volto para traz. Juro que pencei, Que merda eu estou fazendo aqui?
      O medo foi substituido adrenalina e continuei em frente, descendo. Passei por de traz de varios picos, que antes eu via la do vale, descobri que oque eu achava que era Mount Whitney era Mount Muier com 14.012 pes, e Whitney parecia estar perto, mas ainda longe.. Cada vez que eu passava atraz de um dos picos o trail ficava estreito com penhasco de um lado, e algumas veses penhasco dos dois lados.
      As ultimas 2.8 milhas, foram as 2.8 mais dificeis de toda minha vida. Mistura de medo, cansaco, desapontamento, e dor.
      Ja eram 12:00 quando chegei ao Trail Crest, iniciei novamente a subida, logo de cara encontrei com um cara sentado em uma pedra, ele estava sofrendo muito com AMS, este era outro caso de alguem que nao tinha aclimatizado, com ele , ele carregava uma garrafa de agua e mais nada. Ele me pediu remedio para dor de cabeca: Cara infelizmente eu nao tenho, porem se voce quiser tenho aqui comida extra.. ele nao aceitou... Bom nao posso fazer nada.. continuei minha caminha. O trail tinha uma inclinacao razuavel, com um ou dois Zig Zag, e as vezes umas pedras bem grande no meio do trail, e eu tinha que passar por cima. Comecei a fazer paradas cara vez mais frequentes, ao ponto de conceguir dar somente dar de 10 a 15 passos antes de parar por 30 seg a 1 min para descansar, meu coracao parecia que ira sair pela boca. Minhas duas garrafas de agua ja estavam quase vazias, eu estava completamente sem apetite e minha cobeca estava comecando a doer. Resolvi dar uma parada um pouco mais prolongada para descancar. Sentei em uma pedra bem confortavem e relaxei. Pencei comigo mesmo vou ficar aqui uns 10 minutos e ai eu continuo. Tirei minha camera do bolso e comecei a fotografar. Bom 10 min se foram, eu estava me sentindo outra pessoa, acho que agora estou bem.. Comecei a andar novamente, mais 2 minutos e estava de volta ao meu estado deploravel de cancaso e dor de cabeca. Sentei novamente e comecei a pensar na possibilidade de Voltar para traz.
       
      Guitar Lake
      Guitar Lake, tirei uma foto do lago e continuei andando, contra vontade de minhas pernas, mas agora motivado a chegar ao Summit da montanha mais alta dos USA.
      Coloquei em minha cabeca que um pe na frente do outro me levaria ao summit, comecei a andar bem devagar e constante, tentei me concentrar em minha respiracao, e assim fui.
      Ja podia ver o abrigo que tem no Summit, uma cazinha feita de pedra que abriga as pessoas que ficam presas na montanha em dia de mah sorte com o clima, mais um Zig e um Zag e a casinha sumiu atras de uma subida que parecia ser a ultima, agora uma subida em linha reta, com alguns degrais, minhas pernas estavam em fogo quando finalmete crusei com um cara que estava descendo, que, com um sorrizo do tamanho de seu rosto disse, “Esta logo ali.... Parabems!”. Meu olhos encheram de lagrima, so conceguia pensar em voltar para casa e dar um abraco na minha esposa.
      Chegando no summit, sentei no chao, abri minha mochila, tirei a foto de minha esposa ,que eu carreguei o tempo todo comigo, sorri e pencei, Cheguei, concegui, nao acreditava que estava lah.
       
      Milena no Summit
      Havia umas 15 pessoas no Summit, mas uma pessoa me chamou a atencao, era garota que aparentava ter por volta de 25 anos, ela e seus amigos estavam muito emocionados, reparei que ela nao tinha cabelo enem sobrancelhas, mais tarde descobri que ela estava com cancer e estava em tratamento. Fiquei impressionado com a determinacao dela, eu em boa saude havia sofrido muito para chegar lah e ela doente, estava lah.
      Tirei algumas fotos assinei o livro de Summit, curti por pouco tempo.
      Bom como todos os Montanhistas sempre falam, o summit eh so a metade do caminho, derreti neve para encher minhas garrafas de agua, separei uma delas para trazer para casa, Agua do Summit da montanhas mais alta dos USA, para a Milena, comi e iniciei minha descida com o sentimento de dever comprido.
      A descida foi muito cansativa, porem mais facil que a subida, logico.
      Ao chegar ao, reparei que havia umas 30 pessoas a mais do que quando eu sai de lah, muita gente tinha chegado naquele dia para fazer o summit no domingo.
      Cheguei a minha barraca muito cansado e mau humorado, eu estava com muita fome e cede, fui logo derretendo neve e preparando minha comida, um grupo tentou falar comigo e eu mau respondi de tanto mau humor.. depois de minha janta, resolvi falar com eles, pedi desculpa por ter cido rude, eu estava com fome.. eles deram risada.
      Ficamos conversando sofre a escalada, e passei algumas informacoes para eles, e logo comecou a escurecer. Ficamos conversando ate as 9:30 da noite, olhando as estrelas e contando quantas estrelas cadentes nos viamos, foram 6. Fui para minha barraca por volta de 10:00 pois tinha que arrumar minhas coisas para partir no dia seguinte. Quando entrei em minha barraca e tirei minha bota, percebi que eu nao estava sentindo meus dedos do peh, tirei minha e meia e para minha surpresa, a meia estava congela e arancou pele de meu dedo. Tentei esquentar meus dedos com a mao e logo coloquei um par de meias secas, mas ainda nao sentia meus dedos.Percebi tambem que na ponta de meu nariz havia uma bolha, e estava descascando, resultado de ter congelado em algum ponto da viagem.
      Nao concegui dormir muito novamente, mas um pouco mais do que na noite passada.
      4:30 eu ja estava acordado, mas resolvi que so iria sair da barraca as 6:00 e por volta das 7:00 eu estaria partindo.
      7:00 eu ja estava descendo, crusei com muita gente subindo, muitas destas pessoas nao tinha equipamento adequado e muito provavelmente estariam voltando para traz em menos de uma hora.
      Nas ultimas milhas antes de chegar ao carro meus pehs estavam tao doloridos que parecia que eu nao cenceguiria chegar ao carro , nao parei nem para agua, pois sabia que quando meus pehs esfriasem eu teria que tirar a bota e nao por mais.
      4 horas depois de sair do High Camp eu estava chegando ao meu carro. Tirei uma foto no portal com lagrimas nos olhos, aliviado de estar em uma so peca.
      Na quarta-feira concecutiva, dois grupos de pessoas, 3 amigos e um pai e filho ficaram pressos no Summit de Mount Whitney por 3 dias, eles julgaram mal o clima.
       
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