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1° dia 25/12/19 - De Curitiba/Araucária a Ponta Grossa. - 120 km

Meu amigo Gerson veio de Curitiba a minha casa em Araucária para deixar o seu carro lá e seguirmos juntos a Ponta Grossa.

Lá chegando deixei ele na casa da nossa segunda integrante do grupo de viagem, a Rosângela e fui dormir na casa de minha namorada.

Custos: R$ 15,20 do pedágio

R$ 263,00 de diesel s500

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2° dia 26/12/19 - Ponta Grossa a Uruguaiana - 1080 km.

Para esta puxada longa saímos muito cedo, as 5:15 h assim que a 4a componente da tripulação chegou, a Jucélia.  Estávamos rodando em direção a Irati, depois Paulo Frontin e num posto antes de União da Vitória encontramos com o segundo carro do comboio com as integrantes: Vera, Maria, Adrilely e Rogéria.

Até aí estradas muito boas, mas a partir da chegada a União da Vitória a estrada ficou ruim com muitos buracos por todos os lados, o que atrasou a viagem.

Ao entrar em Santa Catarina as estradas continuam ruins por muitos kms, logo depois entramos no Rio Grande do Sul, pois SC neste trecho é bem estreito.

A estrada até passarmos por Passo fundo ainda estava boa, mas vai ficando muito ruim e cheia de buracos até São Borja o que diminui nossa velocidade. A partir dali já durante a noite, a estrada piora muito e a velocidade cai bastante.

Com isso nossa previsão de chagar as 20 h cai por terra e acabamos passando a fronteira as 22:30 h e chegando ao hotel as 23:50 h.

Lá no hotel já nos esperava o terceiro carro do grupo com o Andre e a Neusa de Minas Gerais.

Comemos tarde num barzinho ao lado do hotel tomando uma Quilmes bem gelada e fomos dormir.

Combustível: R$ 347,00

3 abastecimentos e médias de 9,24 /10,87 /9,6 Km/l

Refeições: R$ 72,00

Hotel: Alejandro I em Paso de Los Libres = R$ 77.00

Total do dia: R$ 496,00

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Acompanhando, este ano está tudo pronto para seguir para o Peru em Outubro, e a Carretera está na agenda para o ano que vem. Boa viajem.

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@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

Acompanhando também. Manda mais ;)

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18 minutos atrás, vitorv disse:

@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

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@vitorv para evitar as estradas ruins aqui do BR sugiro sair do BR por Foz do Iguacu ou Dioniosio Cerqueira. Acabei de voltar da carretera austral e fui de VW up, da para fazer a viagem tranquilamente, apenas nos trechos de estrada de chao eh que tem que ir com mais calma. De estrada ruim so peguei a 290 no RS e um pouco da 280/373 no PR.

 

Boa viagem @xexelo

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Em 13/01/2020 em 15:13, vitorv disse:

@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

Acompanhando também. Manda mais ;)

Colega,

Essas estradas que eu citei são todas de asfalto, qualquer carro vai desde que com muito cuidado. Agora alguns lugares por onde eu passei eu não recomendo um carro baixo. Vai passar , mas vai sofrer bastante com as pedras e os buracos da estrada.

Está seguindo o meu comboio um hr-v que não é um carro muito mais alto.

Está sofrendo um pouco nas estradinhas de terra mas passa sem problemas, não tivemos nenhum atoleiro no caminho.

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Pessoal eu gostaria de fazer esse relato em tempo real mas a viagem está muito corrida vou passar a relatar apenas quando eu voltar.

Assim posso dar dicas de hotéis restaurantes pousadas com os preços.

Devo retornar lá pelo dia 23 ou 24.

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3º dia - 27/12/2019 - De Paso de Los Libres a Azul - 940 Km

Dia da temida Ruta 14.

Temida pelos policiais que costumam morder os brasileiros na estrada. Existem diversos relatos de pessoas que foram extorquidos e outros que foram multados de maneira correta segundo a legislação deles.

Pela manhã saímos um pouco tarde pois eu e o André do outro carro fizemos o envio de dinheiro pelo app da Western Union e que no dia que enviamos estava com a cotação de 17,21 pesos por real. Achamos as lojas abertas mas eles não tinham o valor que enviamos pois tinham acabado de abrir. Como nós daqui para frente sempre chegamos tarde nas cidades acabamos por pegar o dinheiro apenas no dia 30 em Comodoro Rivadávia.

Para nossa alegria, já na saída da cidade perto da aduana tem diversos cambistas e o câmbio ali estava 1 por 18 pesos. O que foi melhor até que o aplicativo. Todos fizeram câmbio ali, mas devíamos ter cambiado mais, pois foi o melhor câmbio de todo a passagem pela Argentina.

Atrasados pegamos a estrada e pegamos aqueles enormes retões característicos das estradas argentinas. Na ruta 14 tem muitos pedágios, foram 7 de 80 pesos até sairmos dela na cidade de Campana.

Mas não sem antes sermos parados e intimados pelos policiais de Entre Rios. A nossa colega Vera, que estava no HR-V esqueceu de acender os faróis e levou uma justa multa. Já eu como estou de caminhonete eles queriam me multar por que eu não tinha o adesivo de 110 km e faixas reflexivas, sendo que isto é só para carros comerciais e não consta nas leis de trânsito deles. Falei que não ia pagar nenhuma multa pois sabia das leis de trânsito argentinas e que isso não se aplicava a minha pickup. Me liberaram dizendo que poderia cair numa blitz mais a frente e que poderia ser pior. Por via das dúvidas desviei de outra blitz. kkkkk

Com meu colega que ia na Renegade encrencaram com o extintor que estava vencido (mancada dele), iam dar uma multa (justa). A sorte de meu amigo é que eu levei dois extintores porque um deles estava com um selo todo rasgado, como eu achei que poderiam encrencar com ele comprei um novo e levei os dois. Assim emprestei o outro extintor para meu amigo e seguimos todos tranquilos.

Por conta de umas paradas mais demoradas para comprar recuerdos e almoçar acabamos chegando tarde em Azul, entretanto achamos fácilmente um hotel de beira de estrada bem razoável e ali nos quedamos para a noite.

7 Pedágios de 80 pesos = 560 / 18 = R$ 31,00

Lanche; R$ 7,00

Almoço; R$ 17,00

2 abastecimentos:  1 de R$ 127,00 / 2 de R$ 126,00 médias de 8,5 e 8,4 Km/l (mais velocidade)

Hotel Los Alamos: R$ 67,00 hotel simples de beira de estrada, aceitável por uma noite apenas.IMG_20191227_150635800.thumb.jpg.5e52718032caff79d00842d6d3e95ae1.jpg

 

 

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    • Por Marcelo Manente
      Continuando a postar relatos antigos e que foram sonegados aos mochileiros segue a postagem sobre a minha viagem pela Carretera Austral pelo Chile. Como minha viagem anterior, sempre tem enroscos e problemas. Desta vez por poucos quilômetros eu quase não volto mais e quase ferrei o motor.
       
      Como dá outra vez não é uma relato com detalhes sobre preços e tals. Gastei sempre o mínimo possível com alimentação e hospedagem. Devo ter almoçado em restaurantes umas 4 vezes a viagem toda. Portanto não posso dar muitas dicas sobre a alimentação na Carretera. O caso é que eu sempre perdia a hora de almoço e quando lembrava já tinha passado a cidade mais próxima. Ai tinha que lanchar o que tinha no carro mesmo. Aliás esta viagem foi um belo SPA pois de 98 Kg no início eu voltei com 92 apenas
      Levei de novo todo o equipamento de camping que acabou indo passear apenas. A Ranger se portou muito bem na estrada e se não fosse por negligência minha não teria dado problema com o arrefecimento e queimado a junta do cabeçote no final da viagem. Pura burrice.
       
      Fui sozinho porque meu tio não pode me acompanhar aquele ano e também porque a outra pessoa que tinha me garantido que ia junto deu pra trás um mês antes. Assim achei melhor seguir sozinho do que esperar mais um ano para ver se conseguia companhia para a empreitada.
       
      Mas vamos aos relatos.
       
      1º DIA – 22/12/2013 – DOMINGO.
      De Curitiba a Quarai - RS / Artigas – Uruguai – 1150 km
       
      Saí de Curitiba as 5:25 h debaixo de uma garoa fina e chata que me acompanhou até União da Vitória mais ou menos. O calor começou a chegar e por volta das 8 ou 9 horas e pegou pesado. Acho que deve ter ficado uns 30 graus ou mais.
      Como estava viajando sozinho fui dando paradas a cada 2 ou 3 horas para esticar o esqueleto.
      A estrada pelo interior tem muitas curvas, mas tem trechos bem tranquilos em que se pode desenvolver 100 a 110 Km/h (GPS) numa boa.
      Acabei não almoçando hoje, comi pão de queijo, amendoim japonês e frutas secas. Quando parei num posto para almoçar achei muito caro (era chique) R$ 21,00 o bufet livre.
      Quando cheguei a Quarai estava iniciando a hora do agito de domingo na praça central. Os carros iam parando em volta da praça e deles saiam os jovens com cadeiras de praia, coolers de cerveja e se abancavam na grama esperando a galera ficar desfilando com seus carro e com o som alto. Coisas do interior do Brasil.
      Mudei roteiro inicial e vou entrar no Uruguai pra fazer umas comprinhas básicas. Depois entro na Argentina por Salto UR / Concórdia AR.
    • Por Marcelo Manente
      Pessoal vou fazer uma relato das minhas impressões sobre as estradas que eu trafeguei no caminho de ida e volta até Ushuaia e Carretera Austral em dezembro 2019 a Janeiro 2020.

    • Por Trip-se!
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/
    • Por Jackie Erat
      Fala galera!
      Estamos em lockdown no Peru por mais de 2 meses e as coisas por aqui não estão melhorando. O isolamento obrigatório e total fica sendo extendido indeterminadamente a cada duas semanas.
      Assim, organizamos nossas fotos e vídeos de viagem, como um lazer terapêutico. Uma viagem pelas telas, uma fuga temporária da realidade.
      Meu marido e eu estamos viajando as Américas por mais de dois anos, quando a pandemia chegou sorrateiramente e suspendeu nossos planos.
      Mas foram dois anos muito bem vividos e eu gostaria de trazer nossos locais favoritos pra vocês. Temos o sonho e poder retomar a viagem no futuro e assim sabemos que tem muitos mochileiros por aí desenhando seus sonhos também, até como forma de manter a sanidade nesse momento tão difícil. Espero que esse relato lhe ajude a continuar sonhando!
       
      Imagens inspiram mais do que palavras, então para mostrar a vibe dos melhores locais, compilamos um vídeo
       
       
       
      E por escrito aqui vamos mandar os detalhes necessários para você poder fazer acontecer  
       
      Brasil, destinos mais irados:
      Lençois Maranhenses (ir no período em que as lagoas estão cheias). Valeu muito a pena cruzar o parque a pé e fazer o passeio aéreo também https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/
      Chapada Diamantina - Outro parque nacional que vale a pena cruzar a pé. Indicamos o Guia Cid +55 (75) 99229-0256
      Costa dos Corais (Pernambuco à Alagoas), gostamos bastante de São Miguel dos Milagres. É menor, menos turistas, melhor qualidade da água do mar. Para quem estiver de passagem, gostamos de visitar o Canyon do Xingó. Não recomendo dirigir até lá só para isso, mas quem estiver dirigindo pelo litoral Brasileiro, vale muito a pena a parada.
      Canoa Quebrada, CE
      Jalapão: fervedouros (nosso favorito foi o fervedouro encontro das águas pois é o mais forte), cachoeira da formiga, lagoa do japonês, nascer do sol Serra do Espírito Santos
      Fernando de Noronha (caro, porém vale muito a pena)
      Cânions na divisa de SC e RS. Recomendo a trilha do Rio do Boi
      *Não conseguimos ir para a Amazônia ainda
      Vídeo para ajudar no planejamento de quem quer conhecer todo o litoral Brasileiro de carro: 
      Uruguai:
      Ver o carnaval deles, principalmente os encenarios populares no Teatro de Verano
      Colonia del Sacramento
      Cabo Polônio
       
      Argentina:
      Buenos Aires: Palermo Soho, Recoleta, Caminito
      Bariloche: é possível subir o bondinho até o topo da montanha de ski (Cerro Catedral) sem saber esquiar, caminhando. Melhor mês para curtir a neve é Agosto. Visitar a Colonia Suiza também, um charme
      Circuito Cafayate, Salta, Purmamarca, Salinas Grandes https://vidaitinerante.wordpress.com/2020/03/05/salta-preciosidade-ainda-nao-descoberta/
      *Não adentramos no coração da Patagonia pois não havía boas condições de internet e trabalhamos remoto (somos nômades digitais). Então nossas dicas não estão levando em consideração locais que não fomos
       
      Chile:
      Circuito São Pedro de Atacama à Uyuni (tentar ir em Fev ou Mar para pegar o efeito espelhado)
      Deserto do Atacama: conhecer as várias lagunas (ex: Baltinache), Valle de la Luna, Valle de Marte/Muerte, Geiser (se não foi no trajeto para Uyuni, se foi, dá para pular)
      Iquique: duna gigante junto à cidade, sandboarding
       
      Paraguai - não achamos nada de especial que valha a pena os problemas estruturais (ex: corrupção policial)
       
      Peru (não conseguimos visitar todo o país, fomos interrompidos pelo coronga)
      Arequipa (com certeza a cidade mais bonita do Peru). Sillar, Misty, centro histórico
      Puno: fiesta de la candelaria e Ilhas de Uros
      Colca Canyon
      Macchu Pichu (ir na período de seca)
       
      Quem quiser saber todas as paradas que fizemos nesses dois anos, mapeamos no tripline:
      https://www.tripline.net/trip/Trecho_j%C3%A1_percorrido-7160000020541014A251C736C09EF5CD
       
      Cada estrelinha nesse mapa foram locais que conhecemos. Não apenas de passagem, locais que ficamos um tempo, visitamos.

      O sonho continua vivo e é isso que nos mantém fortes para superar momentos difíceis. Sigam firme galera! Se cuidem e cuide do próximo, vamos sair dessa juntos!
      Abraços


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