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Jv21Games

Como passo na fronteira de Chuy, Uruguai

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Olá, quero passar pela fronteira uruguaia, de carro alugado, porem vou apenas de visita, vou entrar pelo chui e pretendo sair pela barra del chuy, dando uma parada no parque aquático. Sabe se vou precisar do seguro carta verde? De que documentos eu preciso? Alguém sabe responder? Grato, João.

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@Jv21Games Precisa da carta verde sim, embora não me pediram nenhuma das vezes que passei por lá.

Autorização do carro alugado. Avise a empresa que vai para o Uruguai e eles já providenciam a documentação.

Recomendo ir com passaporte, facilita o processo de imigração. Com RG tem que preencher um formulário, o que tbm não é um grande problema.

Estacione o carro no local indicado pelos guardas e vá a pé até o posto da aduana. 

Faz os trâmites, volta pra buscar o carro e passa pela revista do carro. Bem simples.

Dica: alguns quilômetros a frente, na rodovia, repare que ela fica bem mais larga e tem uma sinalização diferente. É uma pista de pouso de emergência para aviões. Algo bem interessante.

Boa trip!

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    • Por luisa campos
      Somos duas amigas que estaremos em Floripa em dezembro. Procuramos carona saindo do dia 17 a diante. Podemos ajudar com a gasosa!
    • Por Trip-se!
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
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      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/
    • Por Jackie Erat
      Fala galera!
      Estamos em lockdown no Peru por mais de 2 meses e as coisas por aqui não estão melhorando. O isolamento obrigatório e total fica sendo extendido indeterminadamente a cada duas semanas.
      Assim, organizamos nossas fotos e vídeos de viagem, como um lazer terapêutico. Uma viagem pelas telas, uma fuga temporária da realidade.
      Meu marido e eu estamos viajando as Américas por mais de dois anos, quando a pandemia chegou sorrateiramente e suspendeu nossos planos.
      Mas foram dois anos muito bem vividos e eu gostaria de trazer nossos locais favoritos pra vocês. Temos o sonho e poder retomar a viagem no futuro e assim sabemos que tem muitos mochileiros por aí desenhando seus sonhos também, até como forma de manter a sanidade nesse momento tão difícil. Espero que esse relato lhe ajude a continuar sonhando!
       
      Imagens inspiram mais do que palavras, então para mostrar a vibe dos melhores locais, compilamos um vídeo
       
       
       
      E por escrito aqui vamos mandar os detalhes necessários para você poder fazer acontecer  
       
      Brasil, destinos mais irados:
      Lençois Maranhenses (ir no período em que as lagoas estão cheias). Valeu muito a pena cruzar o parque a pé e fazer o passeio aéreo também https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/
      Chapada Diamantina - Outro parque nacional que vale a pena cruzar a pé. Indicamos o Guia Cid +55 (75) 99229-0256
      Costa dos Corais (Pernambuco à Alagoas), gostamos bastante de São Miguel dos Milagres. É menor, menos turistas, melhor qualidade da água do mar. Para quem estiver de passagem, gostamos de visitar o Canyon do Xingó. Não recomendo dirigir até lá só para isso, mas quem estiver dirigindo pelo litoral Brasileiro, vale muito a pena a parada.
      Canoa Quebrada, CE
      Jalapão: fervedouros (nosso favorito foi o fervedouro encontro das águas pois é o mais forte), cachoeira da formiga, lagoa do japonês, nascer do sol Serra do Espírito Santos
      Fernando de Noronha (caro, porém vale muito a pena)
      Cânions na divisa de SC e RS. Recomendo a trilha do Rio do Boi
      *Não conseguimos ir para a Amazônia ainda
      Vídeo para ajudar no planejamento de quem quer conhecer todo o litoral Brasileiro de carro: 
      Uruguai:
      Ver o carnaval deles, principalmente os encenarios populares no Teatro de Verano
      Colonia del Sacramento
      Cabo Polônio
       
      Argentina:
      Buenos Aires: Palermo Soho, Recoleta, Caminito
      Bariloche: é possível subir o bondinho até o topo da montanha de ski (Cerro Catedral) sem saber esquiar, caminhando. Melhor mês para curtir a neve é Agosto. Visitar a Colonia Suiza também, um charme
      Circuito Cafayate, Salta, Purmamarca, Salinas Grandes https://vidaitinerante.wordpress.com/2020/03/05/salta-preciosidade-ainda-nao-descoberta/
      *Não adentramos no coração da Patagonia pois não havía boas condições de internet e trabalhamos remoto (somos nômades digitais). Então nossas dicas não estão levando em consideração locais que não fomos
       
      Chile:
      Circuito São Pedro de Atacama à Uyuni (tentar ir em Fev ou Mar para pegar o efeito espelhado)
      Deserto do Atacama: conhecer as várias lagunas (ex: Baltinache), Valle de la Luna, Valle de Marte/Muerte, Geiser (se não foi no trajeto para Uyuni, se foi, dá para pular)
      Iquique: duna gigante junto à cidade, sandboarding
       
      Paraguai - não achamos nada de especial que valha a pena os problemas estruturais (ex: corrupção policial)
       
      Peru (não conseguimos visitar todo o país, fomos interrompidos pelo coronga)
      Arequipa (com certeza a cidade mais bonita do Peru). Sillar, Misty, centro histórico
      Puno: fiesta de la candelaria e Ilhas de Uros
      Colca Canyon
      Macchu Pichu (ir na período de seca)
       
      Quem quiser saber todas as paradas que fizemos nesses dois anos, mapeamos no tripline:
      https://www.tripline.net/trip/Trecho_j%C3%A1_percorrido-7160000020541014A251C736C09EF5CD
       
      Cada estrelinha nesse mapa foram locais que conhecemos. Não apenas de passagem, locais que ficamos um tempo, visitamos.

      O sonho continua vivo e é isso que nos mantém fortes para superar momentos difíceis. Sigam firme galera! Se cuidem e cuide do próximo, vamos sair dessa juntos!
      Abraços
    • Por Trip-se!
      Nossa viagem começou no final de dezembro, para passar a virada do ano no Ceará, em Icaraí de Amontada, carinhosamente chamada de Icaraizinho, um pequeno vilarejo a 200km de Fortaleza, destino de muito amante do kitesurf, por seus ventos perfeitos pro esporte. A vila é tranquila, as ruas são de pedra, o que dá um charme a mais e a praia é extensa, de mar calmo e morno.
      O aeroporto mais próximo de Icaraí de Amontada é o de Fortaleza. De lá, é possível pegar um transfer (cerca de 2 horas e meia de viagem, em torno de 400 reais) ou um ônibus para Amontada (cerca de 4 horas de viagem, 25,45 reais com a empresa Fretcar). Optamos por seguir de ônibus. A viagem foi super tranquila e passamos por paisagens lindas, principalmente na região de Tururu. Chegando em Amontada, fomos de carona para Icaraizinho (cerca de 50 minutos).
      Alugamos uma casa por 5 dias, o que foi uma excelente escolha. A localização era ótima, a 100m da praia, com uma área verde cheia de árvores frutíferas e palmeiras que bailavam no vento. Uma delícia total. Ainda fizemos uma fogueira, que rendeu muitos churrascos de frutos do mar. Às noites, o céu estrelado e o silêncio davam uma sensação de calmaria.
      Icaraizinho é um desses lugares que te permite se perder no tempo. Tudo é tão tranquilo que a impressão que temos é de que o tempo passa diferente e isso é uma maravilha para quem gosta de viagens para se desligar um pouco de tudo.
      Além de curtir a praia e principalmente o mar-piscina, há uma série de passeios lindíssimos para descobrir por lá.

       

       

       

       

       
      Próximo a Icaraizinho, tem a Lagoa das Flexeiras, ou Lagoinha, um paraíso de água doce cercado de muito verde. Há alguns barzinhos simples e rústicos que servem cerveja, peixe frito, batata e outros petiscos. Maravilhoso passar a tarde nesse lugar. Eles colocam redes na lagoa para quem gosta de relaxar na água.

       

       

       
      Um dos passeios mais famosos da região é assistir ao pôr do sol nas dunas do chamado Lençóis Cearenses. O lugar é realmente mágico. Uma paisagem belíssima e um pôr do sol inesquecível. Alguns guias oferecem esse passeio por cerca de 350 reais. O passeio leva o dia todo e deve ser feito num 4X4. Começa pela praia, passa pelas antenas aeólicas nas dunas de Moitas, pega uma estrada coroada de lindos coqueiros e faz uma primeira parada à beira rio para fotos e para ver os barcos de ostras que atracam por ali. Apesar da vista linda pro rio, essa parada não tem nada demais, assim como a segunda parada, num restaurante super cheio, feito para receber grupos turísticos, caro e com um serviço péssimo. Resolvemos pedir só uma água de côco, que para piorar, estava quente. A terceira parada é no alto da duna, com vista e mergulho no rio. Ali você se vê diante da imensidão e da soberania da natureza. A última parada é também no alto de outra duna, com vista para a ferradura do rio, bem onde o sol se põe. 

       

       

       

       

       

       
      É por ali, a creca de 30 minutos de carro, o cemitério mais lindo que já vimos na vida. As lápides ficam na areia, de frente pro mar, lugar perfeito para o “descanso eterno”. 

       
      5 dias foi tempo suficiente para curtir esse paraíso cearense. Para sair de Icaraizinho, pegamos um transfer até Amontada (150 reais o carro) e de lá o ônibus da Fretcar na linha Amontada-Fortaleza, por R$22,40, de onde seguimos para Pernambuco, rumo às ladeiras de Olinda.

       

       
      Do que não gostamos:
      Um transporte comum em Icaraizinho são as carroças de boi. Sabemos que faz parte da cultura e do meio de sobrevivência e trabalho local, mas dá dó ver os bichos magros, com sede, se arrastando pelas ruas de pedra. Muitos são mal tratados, o que é de cortar o coração.
      Muita gente anda de carro e moto na areia da praia. Um hábito terrível que provoca danos à natureza e perigo a todos que estão curtindo a praia.
       
      Para comer:
      Vila Icaraí - é uma pousada super aconchegante e charmosa. O bar da pousada é aberto também para quem não está hospedado lá e oferece opções deliciosas de sanduíches, que você come à beira da piscina. O preço é muito bom, o atendimento excelente e os drinks são ótimos.
      Restaurante Hibisco - é o restaurante que muita gente indica. Fomos 2 vezes. Na primeira comemos um camarão com leite de côco gostoso e bem servido. Da segunda vez optamos pelo PF e não foi uma boa escolha. A comida chegou fria e sem nenhum tempero. É caro para o que serve.
      Papaya Beach - de frente pro mar, o bar é um grande lounge. Cervejas, drinks e petiscos. Música alta, mas uma opção para quem está na praia e quer tomar um goró e curtir o pôr do sol atrás das aeólicas. 
      Posto 1 - mais um barzinho em frente ao mar. Tem cerveja, caipirinhas e um bolinho de arroz com calabresa muito gostoso. O preço é bem bom. 
       
      Horários dos Ônibus:
      Fortaleza-Amontada

       
      Amontada-Fortaleza

       
       
      instagram.com/trip_se_
       
       


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