Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Socooorro! Trajeto Rodoviaria Novo Rio x Recreio dos Bandeirantes


Posts Recomendados

  • Membros

Oi pessoal!  

Vou viajar para a praia do Recreio e chego na Rodoviária Novo Rio.  Da um pouco mais de 30km de distância. Uber quase chega a 100,00, transporte público são 3 ônibus e leva mais de 3h pra chegar no destino (cheia de malas 😧).

Alguém conhece algum outro meio de fazer o trajeto sem gastar muito?

Link para o post

  • Colaboradores

Tinha um ônibus frescão que fazia Novo Rio a Barra,não sei se continua tendo,pois há meses que não vou para aqueles lados.

Mesmo que tenha acabado,há a linha comum Terminal Alvorada a Rodoviaria,mas demora mesmo,sempre foi assim,pois o transito e a distancia tornam todas as grandes distancas impossíveis,motivo que não vou a Barra,somente em ultimo caso.

Recreio ainda é mais longe,pode-se ir pela linha amarela,mas só sei que vai (ia)por lá o frescão.

  • Obrigad@! 1
Link para o post
  • Membros

Eu iria de Uber, ninguém merece encarrar isto de ônibus e cheio de malas.

Começo deste ano tinha um casamento de um amigo meu no Rio, no Recreio, fomos do Galeão até o Terminal Alvorada de ônibus, e onde pegamos outro ônibus até o Shopping Recreio, levou umas 2 horas para chegar lá, e os ônibus estavam absurdamente cheios,  mesmo  sendo fora do horário de pico, e já foi um inferno mesmo viajando com uma mala bem pequena, só para a roupa do casamento...

Na volta, a minha esposa foi até o aeroporto Santos Dumont, de onde ela iria para Curitiba, e eu fui até a Rodoviária Novo Rio, pois eu iria a SP de ônibus devido as passagens de avião para SP estava caras demais.

Fomos de ônibus até o terminal Jardim Oceânico (absurdamente lotado), onde pegamos o metrô até a Cinelândia, onde a minha esposa pegou o VLT até o Santos Dumont, e eu peguei outro VLT até a Rodoviária Novo Rio, levei mais de 2h para chegar na Rodoviária, isto as 10:00 da manhã, fora do horário de pico...

O VLT e Metrô estavam até bem vazios, deu até para ir sentado, mas os ônibus estavam absurdamente lotados!

Então se você estiver viajando só com uma mala, e ela não for muito grande, e você estiver chegando fora do horário de pico, daria para você pensar em ir de VLT e metrô até a estação Jardim Oceânico e terminal de Uber.

Mas a sua mala não pode ser muito grande e pesada, pois tem degrau e escadas no metrô e VLT, e de preferência fora do horário de pico..

  • Obrigad@! 1
Link para o post
  • 8 meses depois...
  • Membros

Rodoviária x aeroportos

Estou programando uma viagem para o próximo ano e tenho pesquisado a respeito do deslocamento entre a rodoviária e os aeroportos, pelo que li o mais vantajoso para mim seria o "frescão" mas não consegui encontrar relatos mais detalhados a respeito. Encontrei alguns falando que é possível embarcar dentro da rodoviária e outros relatam embarque nas proximidades da novo rio, parece que existem várias linhas com nomes singulares e segundo o que li é preciso tomar cuidado para embarcar no destino certo.

Queria saber se alguém do Rio ou que tenha recentemente utilizando esse meio, pode me orientar de forma mais clara? 

Outra alternativa que li é o uso de taxi tabelado (para evitar roubos e desvios de caminho) e uber (que imagino ser possível pegar somente na área externa da rodoviária, procede?).

Pensei também nos traslados tipo transfer (li algo a respeito) alguém tem indicações de empresas que fazem esse trabalho no Rio? Estou pesquisando todas as opções para escolher o mais viável, nem vou estar de malas infinitas não... mas por enquanto estou desconsiderando o deslocamento por ônibus comum.

Sou de Minas tenho o costume de pegar o conexão aeroporto em BH que é super organizado e tranquilo de ir aos aeroportos e cidade administrativa, ai no Rio fiquei bem confusa quanto aos relatos é parecido com o que temos por aqui? 

Link para o post
  • Membros

@Ca.tercia89acabei indo de uber mesmo, cheguei lá bem cedo, fora do horário de pico e valeu muito a pena, foi muito rápido e prático na época gastei em torno de R$70 o trajeto.

Na rodoviária tem uma área (que sim é externa, porém coberta, é uma das portas de saída ainda na rodoviária, não precisa andar do lado de fora) específica pra quem vai pegar uber e outra para taxi. 

Uma dica é que empresas de transfer costumam sair bem mais caro pois geralmente usam veículos mais Premium, trabalho no ramo. Se isso for um problema, uber ou taxi cumprem bem a função de forma mais em conta.

  • Gostei! 1
Link para o post
  • Colaboradores

@Ca.tercia89Esse frescão para o aeroporto é o principal,a linha vai de Copacabana,perto da minha casa,até o Galeao.Chegou ao Rio?Aeroporto ou rodoviária, é só erguntar no balcão de informaoes aonde está a parada.

@Karolina SoaresNão,não,essa área externa é terminal de ônibus comum.Ve-se pela cidade toda ônibus com destino a Rodoviaria,parada final é ali.Esses veículos mais caros,da coopcarioca ou cooptran são mais caros pelo fato de serem para estrangeiro,com motorista falando outras línguas.Lembre-se que o turismo da zona sul é predominantemente internacional,por isso há deles também na porta de hotéis 4 e 5 estrelas.

Link para o post
  • Membros

O tal do "frescão" pessoalmente eu não recomendo muito, depois que o uber ficou popular, o frescão meio que entrou em decadência, tem cada vez menos passageiros, e por causa disto tem cada vez menos horários e eles mudam toda hora, e também vive mudando o roteiro percorrido pelos ônibus e os pontos de parada.

A última vez que tentei usar o frescão, acabei desistindo, por que os horários e pontos de parada tinham mudado, nem lá no guichê da empresa no Galeão eles tinham certeza onde o ônibus parava para embarque e desembarque.

A melhor forma de se locomover vai depender de alguns fatores, como por exemplo, por qual aeroporto você vai chegar (Galeão ou Santos Dumont) ou pela rodoviária.

Também vai depender de onde fica o seu hotel, dependendo da localização do seu hotel, dá para ir de VLT tranquilamente caso você esteja chegando pela rodoviária ou Santos Dumont, o VLT geralmente é bem tranquilo e barato.

Também depende do número de pessoas que estiverem viajando junto com você, se estiver em 3 ou 4 pessoas, ir de uber ou táxi vai ficar com um custo bem parecido do metro/vlt/onibus.

Mas sem que você saiba por onde vai chegar, e onde vai ficar hospedada,  é bem complicado lhe ajudar com algo realmente útil, então eu recomendaria a você retomar este assunto quando já tiver definido por ondevai chegar e onde vai ficar hospedada, aí sim dá para lhe ajudar melhor.

Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
  • Conteúdo Similar

    • Por edufehrer
      Buenas,
      em tempos de pandemia, tacamo as máscaras no rosto e metemos o pé na estrada.
      Partimos de Sâo Paulo/SP no sábado de manhã 17/10/20, rumo a Paraty.
      a idéia era ir pela Rodovia Tamoios e parar em Trindade, antes do Centro de Paraty, porém o dia amanheceu bastante nublado e chuviscando, meti o pé na Dutra mesmo para pegar a estrada Paraty-Cunha e já sair no centrão, Trindade ficaria pra outro dia (segunda-feira 19/10).
      antes disso, paramos no Santuário de Aparecida do Norte, fazia anos que não íamos lá, tá bem diferente, obviamente, agora tem até um bondinho que dá acesso a um mirante com uma vista bem bonita da Igreja/Cidade, valeu a pena a visita, que Deus abençoe o rolê (e abençoou). 
      partimos enfim para estrada Paraty-Cunha, nunca tinha andado por lá, gostei bastante, apesar de alguns trechos que requerem bastante atenção, porque fica estreito e só passa uma mão, de resto a estrada é bem estruturada, não achei perigosa como dizem, mas claro, é bom descer engatado, sem querer inventar.
      já na descida, antes de entrar na cidade de Paraty, bem na beira da estrada fica a Cachoeira do Tobogã e o Poço do Tarzan, junto com os famosos alambiques da cidade (esse tour custa em média R$60,00 por pessoa para quem vai com as agências saindo de Paraty), na entrada da Cachoeira do Tobogã tem uma igrejinha e junto dela um estacionamento, custa R$10,00 a diária, a Cachoeira é bem legal, quem não se importou com a falta do sol estava escorregando nas pedras, que de fato forma um tobogã natural, a natureza é incrível...onde rola a queda do tobogã é um pouco fundo, importante saber nadar...o poço do Tarzan é mais tranquilo de ficar. 
      Em frente a igreja, fica o Alambique Engenho D'ouro, não achei esse tão interessante e preferi descer um pouco mais a estrada até chegar em uma estradinha a esquerda, antes de uma ponte, vai nessa estradinha até o fim, cerca de 3 minutos, lá fica o Alambique Paratiana, dei uma borrifada no álcool em gel pra entrar, era feito de cachaça, achei sensacional. Na hora que estávamos degustando as cachaças e os licores, tem muitos, chegou uma galera do tour, a atendente disse que poderíamos participar do tour pela fábrica junto com o grupo sem pagar, ela conta a história do alambique e explica todo o processo de fabricação, é bem interessante. Voltamos para a loja, lá fabrica e vende a famosa cachaça Gabriela  Cravo e Canela, que na real parece mais um licor, é boa demais, só que um pouco caro, R$47,00 a garrafa de 700ml, trouxe uma pra casa. (a vendedora disse que ainda esse mês os preços iriam aumentar, mas não sei se foi papo de vendedor).
      voltamos para a estrada, nessa mesma estradinha do Alambique fica aqueles tradicionais letreiros das cidades turísticas (eu amo Paraty).
      agora fomos de fato para o centro de Paraty, ficamos hospedados a 3 quadras do centro histórico, uns 5 minutos de caminhada, a cidade está sem bloqueio de acesso, a maioria das pessoas usam mais a máscara quando vão entrar em algum estabelecimento (por ser obrigatório), andando nas ruas vimos bastante moradores sem, os turistas normalmente estavam o tempo todo de máscaras.
      ficamos na Pousada Brisa do Leste (inclui café da manhã e tem garagem, únicas exigências que eu tinha) de resto a pousada é super simples, mas atendeu muito bem, a dona super atenciosa, ela nos contou sobre a crise financeira causada pela pandemia, pagamos R$ 462,00 por 3 diárias, guardamos as malas e fomos caminhar no Centro histórico e almoçar.
      de fato o centro histórico de Paraty é apaixonante, andar e trupicar nas pedras é algo único, toda aquela arquitetura das casas, todas iguais com cores diferentes, onde não entra carro, amamos andar por ali...a variedade de restaurantes é grande, nesse primeiro dia almoçamos no Candeeiro, pedimos um salmão grelhado, não era exatamente filé, tinha uns espinhos, já comi melhores, ali tomei meu primeiro Jorge Amado (primeiro de muitos) drink da cidade feito com a cachaça Gabriela, mais a adição de maracujá e limão, é sensacional de tão boa, imperdível. 
      caminhamos bastante pelo centro e fomos conhecer a cervejaria Caborê, aos sábados rola um tour pela fábrica as 17h, fomos sem agendamento prévio e conseguimos um encaixe na segunda turma, foi bem interessante...lá mesmo na fábrica tem um bar, onde é possivel pedir a régua que vem 6 shots, sendo possível degustar todas as cervejas, pelo preço R$16,00, achei que compensou...depois óbvio que pedi um chopp da que mais gostei, a IPA.
      após voltar pro hotel, saímos a noite para centro histórico novamente, paramos em um barzinho chamado  Prosa, tinha música ao vivo, tinha o drink Jorge Amado, noite completa, super recomendo esse lugar, preços juntos e bem aconchegante...na volta passando por uma das lindas ruazinhas sentimos um cheiro de doce sensacional, vinha da sorveteria Miracolo, tivemos que perguntar de onde vinha todo aquele perfume, era das casquinhas dos sorvetes, eles fabricam lá mesmo, pedi um sorvete de Mirtilo, sensacional!
      fim do dia, no domingo iríamos pro passeio de escuna.
      continua...
       
    • Por Par de Sorrisos
      Uma escala: RIO DE JANEIRO, BRASIL ✈️🌊 | Vlog viajante 🌎
       
        Oi você! Uma paradinha no Rio de Janeiro que continua lindo. Nossa escala de Buenos Aires ao Rio, e o tão sonhado carimbo no passaporte. Pequenos prazeres da vida.   Mostramos um passeio visual por: 00:00 Intro 00:18 Aeropuerto Internacional de Ezeiza 02:10 Vôo 03:13 Rio de Janeiro 03:44 Aeroporto Internacional do Galeão 05:03 Posto Rio de Janeiro 05:57 Metrô Rio 06:58 Praia de Ipanema 08:07 Museu do Amanhã 09:28 Despedida   Espero que vocês gostem, preparamos com carinho.   É isso aí, fica tranquilo, seja feliz e beba água, pode ser café também ☕😍.   Sejam felizes e, se puderem.   Um beijo!   Inscreva-se em nosso canal: https://bit.ly/2MY7eF2   Junte-se a nós em nossas aventuras: • Facebook | https://facebook.com/pardesorrisos/ • Instagram | https://instagram.com/pardesorrisos/ • Patreon | https://www.patreon.com/pardesorrisos/   A música que nos acompanha • Spotify | https://spoti.fi/2MZz1oq   Entre em contato conosco: [email protected]   Par de Sorrisos é a visão de Wilfredo Chiquito e Helen Negrisoli de nossas aventuras ao redor do mundo. Junte-se a nós!
    • Por carolcasstro
      Olá!
      Planejando sua próxima viagem para depois da quarentena? Que tal visitar Paraty? No blog Experiências na Mala separei as melhores dicas de passeios e hospedagens, com preços, para te ajudar a criar um roteiro bacana. Clique aqui para conferir e aproveite para se inscrever!
      ❤️
    • Por MatheusMTH
      Gente quando acabar esse infeliz episódio do coronavirus eu pretendo ir a Argentina, porém planejei ir de Fortaleza até Foz do Iguaçu e de Foz até Puerto Iguazu e me hospedar por lá, porém reparei agora que não existem linhas de ônibus direto de Fortaleza pra Foz, alguém com mais experiência pode me dar uma força? Uma ideia
    • Por maizanara
      Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine,  e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas.
      Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS,  faríamos?
      Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil,  lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? 
      Demos uma olhada nas fotos do Google,  Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. 
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
      Não queríamos contratar um guia,  opção nossa, e não tínhamos um GPS,  opção do nosso bolso.
      O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos.
      Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico,  primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta.
      Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela...
      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

       
      Vem acompanhar a gente no Facebook, Instagram ou nosso blog
       








×
×
  • Criar Novo...