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@Yunes Não seria melhor fazer esse caminho de ônibus?Na Espanha, por exemplo, é muito melhor ir de ALSA do que de RENFE!

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Em 19/04/2020 em 14:20, D FABIANO disse:

@Yunes Não seria melhor fazer esse caminho de ônibus?Na Espanha, por exemplo, é muito melhor ir de ALSA do que de RENFE!

Pelo Omio e Rome2Go não há ônibus que fazem esse trajeto. Há linhas com menos baldeações e trens de maior velocidade, mas ainda assim demora entre 5~6 horas.

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@Yunes Não gosto destes sites,são terceirizados, não acredito que em 1 país turístico não tenha linhas teria que saber o nome da empresa e ver lá como na Espanha, a principal é ALSA,mas há Rede Expressos em Portugal,mas há outras,claro.

Mudando de assunto, agora entendi o motivo que vocês dizem ser Roma uma cidade pequena deve ser o Centro turístico, que vi ontem no programa Viagens ao Redor do Mundo. Claro, o restante da cidade só interessa aos que moram ali,como exemplo, cito a zona Norte do Rio, nenhum turista vai andar de trem da super via ou andar pela imensidão que mesmo para mim,carioca, fui pouco. 

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@D FABIANO Quanto ao ônibus, realmente não sei... eu mesmo não tive muito interesse em fazer essa viagem de outra forma. Fora o trem caindo aos pedaços, todos os outros eram modernos mesmo na segunda classe. Em todo o período que fiquei na Itália, conferiram meu ticket somente uma vez, chegando em Veneza. Em um contexto geral realmente não tenho o que reclamar.

Sobre Roma, acredito que ela seja compacta ao invés de pequena. É possível fazer tudo andando visto que diversos pontos históricos ficam bastante próximos uns dos outros, mas como você disse há toda uma região que somente os locais frequentam. Acabei não explorando essa região, que deve demandar mais alguns dias numa viagem à cidade.

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Capítulo 8 - Amor e ódio por Veneza

Dado a percepção que tive do clima da cidade no dia anterior, resolvi recarregar as energias e acordar mais tarde depois de andar bastante nas cidades anteriores. Aproveitei também para lavar roupa e talvez esse tenha sido o único momento que achei algo barato em Veneza 😂 onde paguei €5 pela lavagem de roupas brancas, pretas, secagem e sabão.

Saí para almoçar e passear pela cidade e pude perceber a diferença de preços comparado a Roma: mesmo nas opções mais baratas do TripAdvisor, era muito, mas muito difícil achar um restaurante barato. Acabei entrando em um com uma boa classificação, mas deixei €18,70 por uma pasta e percebi a necessidade de ir ao mercado. Mudei os planos do dia e fiz compras de algumas coisas básicas, dando um total de €7,07. Durante toda a viagem percebi que vale super a pena fazer uma das refeições de forma mais simples, como um lanche ou algo do tipo com produtos comprados no supermercado e outra refeição em um restaurante barato/médio, te faz economizar uma boa quantia de euros para gastar em museus, festas etc.

Compras deixadas no quarto, saí para conhecer um pouco mais de Veneza. Minha percepção é que a cidade é bem pequena e é super possível visitar todos os lugares sem precisar pegar um vaporetto (ou uma gôndola que custa a bagatela de €80). Além disso, é muito fácil se perder pelos labirintos de pontes, vielas e escadas e vivenciar esse clima é a melhor parte da viagem. Diversas vezes senti que estava andando em círculos.

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Piazza San Marco

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Essência de Veneza

Descrita a parte do amor... vamos ao ódio. Um viajante sozinho, em um hostel que não promove uma integração entre os hóspedes e numa cidade romântica em sua essência foram alguns fatores que fizeram Veneza ser a cidade que menos gostei durante a viagem. A cidade não tem vida noturna e pouquíssimos bares/pubs e tenho certeza que eu não estava no clima na cidade. Além disso, reservei três noites... acredito que duas teriam sido suficientes. Cheguei até pesquisar algum bate-volta para uma cidade próxima, mas o preço não valia a pena. Dessa forma, decidi fazer as coisas com a calma que Veneza pede, me adaptando a sua atmosfera.

 

💰 Custos do dia:

Lavanderia: €5
Almoço: 
€18,70
Supermercado: €7,07


💸 Total: €30,77 (R$136,93)

Próximo post: Capítulo 9 - Murano e Burano

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Capítulo 9 - Murano e Burano

No meu último dia em Veneza passei a manhã 'trabalhando' no roteiro, vendo possíveis passeios nas próximas cidades e editando algumas fotos. Não havia tido muito tempo para essas atividades nos dias anteriores e ter esse descanso foi bem interessante. 

Era por volta de 13hrs e saí para almoçar em um local próximo ao hostel (13), algo que seria interessante para a programação do dia, afinal estava muito próximo da uma estação de vaporetto que serve como hub para Murano e Burano. Os tickets individuais possuíam duas horas de duração e não valeria a pena visto que pretendia passar a tarde nessas duas cidades. Dessa forma, comprei o ticket de 24 horas após primeira ativação, que custou €20 (tudo em Veneza é caro!).

Esperei por volta de 20min até a chegada e embarque no vaporetto com destino a Murano. A viagem foi bem tranquila e confortável.

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Ilha que é um cemitério no trajeto de Veneza à Murano

Murano é conhecida como a ilha dos vidros e, de fato, a cidade é voltada a fabricação e exposição dos mais diferentes artefatos feitos em vidros coloridos. Muitas lojas ficam próximas a estação de vaporetto, indo desde 5 euros (desconfiei bastante da veracidade dessas peças 😂) até os mais exorbitantes valores. Caminhando pelo interior da cidade, há muitos locais no qual é possível ver todo o processo de fabricação dos vidros. Não tive muito interesse até porque era pago, mas queria mesmo ter trazido alguma peça em vidro para casa, mas fiquei com medo de quebrar entre as viagens de avião que viriam nos próximos dias.

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Murano

Após algumas horas conhecendo cada pedaço de Murano, era a hora de visitar Burano. A cidade fica mais afastada e o vaporetto levou cerca de 30 minutos até chegar na estação. Burano chama muito a atenção pela quantidade de casas coloridas, com cores fortes e diferentes entre si. Andando pelo interior da cidade, era perceptível que os locais vivem uma vida simples mas com qualidade. Diversas vezes vi barcos trazendo grande quantidade de peixes, uma das principais fontes de renda dos moradores. Recomendo muito passar uma tarde inteira caminhando sem rumo, admirando as cores das casas e o seu reflexo nos canais.

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Burano

O dia estava acabando e era hora de voltar a Veneza. O passeio de volta proporcionou um pôr-do-sol muito bonito que valeu a pena os dias passados na cidade, apesar de que hoje, se eu voltasse à Itália sozinho, não escolheria Veneza como um destino. Experiências boas e ruins fazem parte da vida e sempre são um aprendizado.

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Foi impossível não ficar no cais admirando o pôr-do-sol

Fechando a noite, fui ao centro de Veneza procurar alguns chaveiros (€10) e jantei na rua visto que o lugar era muito pequeno, mas valeu a pena pelo preço (€4) e pela qualidade do lanche, foi realmente um achado e é uma pena que não tenho o nome aqui para recomendação.

 

💰 Custos do dia:

Almoço: €13
Ticket Vaporetto: €20
Chaveiros: 
€10
Lanche: €4

💸 Total: €47 (R$209,15)

Próximo post: Capítulo 10 - Viagem para Croácia e um choque cultural

 

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Capítulo 10 - Viagem para Croácia e um choque cultural

Esse dia marcou meus últimos momentos na Itália e não poderia me despedir de melhor maneira: comendo uma bela pasta (€13). Minhas refeições durante esses dias na Itália se basearam em carboidrato e não faria diferente. Houve uma certa decepção com a pizza italiana, mas acredito que eu tenha escolhido o lugar errado. Felizmente todas as pastas, lasanhas e afins estavam ótimos, realmente se come muito bem no país.

Mala feita, check-out realizado e era hora de seguir a um novo país. Estava muito ansioso por esse momento principalmente nos últimos dias e não via a hora de chegar no aeroporto e me preparar para a viagem. Tive uma surpresa infeliz ao descobrir que o ticket que havia comprado no dia anterior não dava direito ao trajeto até o aeroporto. Me vi obrigado a gastar 10 no vaporetto com trajeto direto ao aeroporto de Veneza, viagem que demorou cerca de 30min. Há também um ônibus que faz esse trajeto, mas o preço é semelhante e estava com receio de me atrasar. A viagem de Veneza até Split foi bem rápida - 1 hora e 15 minutos - e não houve nenhum problema no desembarque. 

Chegando no aeroporto de Split, tive meu primeiro problema: a moeda. A Croácia, apesar de pertencer a União Européia, não adota o Euro como moeda oficial. Dessa forma, eles utilizam e, em alguns lugares, somente Kuna, sem possibilidade de pagamento em Euro. Cheguei ao país sem saber como fazer essa conversão (1 = kn0,11 aproximadamente) e a conversão nos ATMs do aeroporto estavam péssimas, logo tinha que dar sorte ao achar algum meio de chegar ao centro da cidade com euros. Felizmente encontrei um translado que aceitava tanto Kunas quanto Euros para fazer o trajeto, que me custou €5. Saindo do aeroporto, algo que me marcou bastante foi uma placa de publicidade totalmente compreensível, como podem ver abaixo:

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Propaganda super compreensível para nós

Nesse momento bateu um medo de não conseguir me comunicar, me perder, enfim, algo acontecer 😂 mas felizmente isso não ocorreu, os croatas falam um inglês bastante compreensível, pelo menos nas cidades que me hospedei. 

A viagem de translado levou cerca de 45min até o centro de Split. Minha primeira percepção é que estava em um lugar povoado e chique, com inúmeros barcos ancorados, muitos deles dessas empresas de cruzeiros. Meu hostel ficava à uns 10min de distância do centro e pude ter uma primeira percepção de Split, com muitos carros, ruas limpas e pessoas que até então eu tinha como estereótipo de serem russas. Pude perceber também a extrema ligação da cidade com o time de futebol Hadjuk Split - foi muito comum ver paredes pintadas com os símbolos do time.

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Pinturas do Hajduk Split, time de futebol da cidade

Apenas deixei minhas coisas no hostel e fui até o centro pois precisava trocar dinheiro e de um corte de cabelo. Peguei kn1200 (aproximadamente €160) para ficar seguro por três ou quatro dias, visto que ainda não sabia o custo de vida na Croácia. Split acabou sendo a cidade mais barata na minha estadia na Croácia, então deu pra segurar as kunas por um bom tempo. Fui até o barbeiro (kn110 - 14) e resolvi dar uma volta pelo centro, que é bem pequeno mas muito bonito. Todo o centro histórico possui construções desde o século II e andar pelas ruas e labirintos da cidade foi uma ótima experiência.

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Palácio de Diocleciano

Jantei um ótimo lanche acompanhado de cerveja croata (57HRK - €6,84) e fui para o hostel, afinal precisava acordar bem cedo no dia seguinte.

💰 Custos do dia:

Almoço: €13
Ticket Vaporetto: €10
Translado: 
€5
Barbeiro: €14
Jantar: €6,84

💸 Total: €48,84 (R$217,39)

Próximo post: Capítulo 11 - Plitvice Lakes e o primeiro Pub Crawl

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Muito bacana a tua viagem, @Yunes . Itália e Croácia são dois países apaixonantes mesmo. Que saudade de viajar!

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@Trip-se! 

25 minutos atrás, Trip-se! disse:

Muito bacana a tua viagem, @Yunes . Itália e Croácia são dois países apaixonantes mesmo. Que saudade de viajar!

Muito obrigado pela postagem! Itália e Croácia realmente são dois países incríveis, impossível não bater a saudade e nostalgia revivendo através das fotos todos esses momentos inesquecíveis. :)

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Capítulo 11 - Plitvice Lakes e o primeiro Pub Crawl

No dia anterior, havia comprado um passeio para o Parque Plitvice Lake saindo de Split por €75 (transporte + entrada no parque). Tanto o valor quanto o tempo no parque não foram a melhor escolha, mas um dos grandes motivos da minha viagem era conhecer o parque. Até me recomendaram substituir pelo parque de Krka, mas provavelmente eu voltaria pra casa com um gostinho amargo. 

Dessa forma, às 06 da manhã já estava de pé para preparar minha mochila e encontrar o fretado da Sugaman Tours (super recomendo) no centro de Split. Haviam cerca de 15 pessoas na van, bastante confortável e com guias croatas que falavam um inglês muito bom, o que foi ótimo pois a guia passou a viagem falando curiosidades da cidade, a ligação deles com futebol, a paixão dos croatas pela Alemanha e como a Croácia é o que é hoje. 

Chegamos em Plitvice por volta de 10:50 da manhã e nossas entradas já estavam compradas, então não precisamos pegar nenhuma fila. Plitvice é um Parque Nacional enorme e, para uma visita completa, recomendam uma hospedagem na região para aproveitar dois dias inteiros. Como nosso tempo era bem mais escasso - cerca de quatro horas - exploramos um dos quatro (?) caminhos disponíveis dentro do parque. 

Não tenho dúvidas que este foi um dos pontos altos da viagem. Inúmeros lagos e cachoeiras em tons de azul e verde e passarelas feitas para caminharmos praticamente sobre a água eram vistas comuns naquele instante e todo o cuidado e preservação com a fauna e flora eram admiráveis. Alguns ursos residem no parque, mas infelizmente (ou felizmente 😂) não encontramos nenhum deles. A guia conhece o parque de ponta e ponta e com ela conseguimos evitar algumas filas quilométricas pra visitar alguns pontos específicos. Deixo as fotos falarem por si:

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Voltamos e paramos em um restaurante (foi claro que a empresa tinha um convênio com o local) mas achei o preço do almoço justo comparado ao que havia pagado anteriormente na Itália. A culinária croata é muito baseada em batatas, vegetais e algum tipo de carne ou frutos do mar. Optei por uma opção com carne e o prato acompanhado de uma cerveja local estava muito bom ao preço de €14.

Caímos na estrada em direção a Split e chegamos na cidade por volta das 18hrs. Na noite anterior percebi bastante movimentação na cidade apesar de ser uma terça-feira à noite e estava (mais do que) na hora de curtir a vida noturna na Europa. A ideia de ir para um bar sozinho e tentar socializar não me pareceu atrativa no primeiro momento e, como alternativa, decidi experimentar o Pub Crawl croata. Funciona da seguinte forma: primeiro bar com 1 hora de bebida e comida free, segundo e terceiros bares com uma bebida inclusa.

Encontrei com o pessoal no centro histórico de Split e numa troca de olhares fiz amizade com uma americana. Conversamos bastante durante o caminho ao primeiro bar, inclusive ela sabia as palavras 'rinoceronte' e 'acetona' de uma viagem anterior que ela havia feito ao Brasil e coincidentemente eramos as únicas pessoas sozinhas a caminho do Pub Crawl, então acabamos ficando juntos. A primeira hora foi regrada a muita cerveja, vodka com sprite e Rakija, uma espécie de cachaça croata. Essa mistura só poderia dar errado e por consequência tenho somente alguns flashes dessa noite 😂, mas em certo momento essa americana que conheci teve que sair pois uma das organizadores do Pub Crawl era uma amiga de longa data. Confesso na hora fiquei triste, mas nada que álcool e muita bagunça não curassem.

Não tenho nenhuma lembrança do que ocorreu no segundo bar e, no terceiro, encontro novamente a americana dizendo que estava me procurando em vários lugares. Foi inevitável que essa primeira e uma das melhores noites da viagem acabasse da melhor forma. Até hoje mantemos contato e quem sabe nos encontramos novamente em uma próxima viagem.

💰 Custos do dia:

Plitvice Lakes: €75
Almoço: €14
Pub Crawl: €25
Um gasto aleatório em algum lugar durante o Pub Crawl: €3

💸 Total: €117 (R$520,65)

Próximo post: Capítulo 12 - Ressaca, bate-volta à uma cidade medieval e mais Pub Crawl

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    • Por Daniel MR
      Sim, meus caros. É possível subir até o pico mais alto da Grécia. É possível chegar ao panteão dos deuses mesmo sendo um mero mortal. E não é difícil.
      Tudo começa na cidade de Litochoro (pronuncia-se Litôrroro e escreve-se Λιτόχωρος), onde é possível chegar através de trem pelo sistema TrainOSE. Compra pelo site (tem que tentar falar grego) e embarca com e-ticket mesmo. Saindo de Atenas pela estação Larissa, de fácil acesso, troca em Larissa e segue pra Litochoro. Sem muito erro. Chegando na estação de Litochoro, de frente pro mar, o mais fácil é pedir um táxi para levá-lo até o hotel na cidade. Custou apenas 10 EUR e não tenho certeza se tinha ônibus. Solicitei pelo hotel e o taxista já estava nos esperando quando chegamos. Rápido para chegar na cidade de carro mas longe para ir caminhando.
       
      Melhor caminho para ir de Atenas à Litochoro
      Em Litochoro ficamos no hotel/pousada Mythic Valley, recomendo. Boa localização, café da manhã excelente e funcionários muito prestativos. Não era o mais barato (55 EUR o casal), mas precisávamos de uma boa noite de sono antes de seguir montanha acima. Jantamos no centrinho e fomos dormir cedo para acordarmos dispostos.
       
      O hotel tinha escavações em andamento para encontrar relíquias, como esse vaso de cerâmica
      Para começar a subida, são duas opções: caminhada desde a cidade ou subida de carro até um ponto chamado Prionia e seguir a partir de lá. A subida direta da área urbana é realizada em aproximadamente 12 horas e 17 km, vencendo uma altitude de 1740 m. Optamos pela versão mais conveniente, que é começar de carro. Seja qual for sua opção, a trilha é denominada E4, que é uma de longa distância que vai de Atenas até Gilbratar na Espanha, ou vice-versa, e tem 10.000km de extensão.
       
      Trilha com início na área urbana de Litochoro
      No outro dia, depois de um bem reforçado café da manhã, o Mr. Nikos, mesmo taxista que nos buscara na estação na noite anterior, já estava nos esperando para nos levar morro acima. A subida até Prionia leva ao redor de 30 minutos e custa 25€ — para rodar mais menos 18 km. O Mr. Nikos nos deixou no ponto mais alto que pode-se chegar de carro, a 1100m de altitude, no local que serve comes e bebes, tem banheiro e repositório de água. Nesse ponto já não há mais acesso à rede de celular. Mr. Nikos, precavido, deixou um cartão com o número de celular e avisou que no restaurante eles poderiam ligar para chamá-lo.
      A subida iniciando-se em Prionia leva entre 3 e 4 horas e é de 6km de distância, vencendo uma altitude de 1000m. Dá pra começar ela no período da tarde e dar uma volta em Litochoro de manhã, se for essa a ideia. Começamos pela manhã mesmo para curtir a tarde nas montanhas. Nossa subida aconteceu em meados de outubro — dias 14 e 15/10 — e talvez o aquecimento global tenha nos ajudado a não pegar tanto frio e neve. Tem relatos de que as trilhas podem fechar por essas datas caso já estejam intransitáveis. Mas em Litochoro estava um clima até que quente e agradável.
      Chegando em Prionia o sol estava encoberto e o frio pegou forte, colocamos nossos casacos pesados, enchemos as garrafas de água e usamos o banheiro públicos. Finalmente prontos para começar a trilha. Ali não tem erro: uma placa marca o início da trilha, junto com avisos de como se portar. Parece fácil.
       
      Só seguir essas instruções para que tudo dê certo.
      Fizemos a subida em ritmo moderado, apreciando a paisagem outonal amarelo-avermelhada, sentando nos locais adequados e recomendados — tem bancos a aproximadamente cada terço da trilha para descanso, e também pontos de água para reabastecimento. Há vários pontos também de mirante, que pode-se ver tanto o pico — Mytikas , o Trono de Zeus— quanto as partes mais baixas.
       
      A parte bruta da montanha mantém-se quase sempre visível
      A caminhada em geral se dá por baixo de árvores e sem incidência solar direta. Como a caminhada é subida, o corpo esquenta e o casaco pesado do início já não se faz necessário. No último terço do primeiro dia de subida a caminhada chega em uma parte mais aberta, e de fato a vegetação vai rareando e diminuindo de tamanho conforme vamos subindo. De certo ponto já é possível ver o refúgio Spilios Agapitos, o que ajudou a visualizar a meta do dia.
      Chegando no refúgio fomos recebidos por diversos trilheiros cansados e descansados, alguns subindo junto conosco, outros voltando do pico e alguns só relaxando no local. O Spilios Agapitos é comandado pela Maria Zolota, que vem cuidando do local desde 2001.O nome vem do arquiteto e engenheiro que projetou a construção. O refúgio foi o primeiro a ser construído na montanha, em 1930, e foi sendo ampliado até a atualidade. Tem 110 camas, banheiros, cozinha equipada, área de convivência, recepção. Serve café da manhã, almoço, janta e cerveja. Tem lareira acesa nas noites frias. Tem energia elétrica e até uma falha wifi. E o nascer do sol mais maravilhoso de toda a Grécia. É um luxo nas alturas.
       
      Trilha de Prionia até Spilios Agapitos
      A estadia custa apenas 13€ por pessoa e o café da manhã custa 5€. As outras coisas estão ao redor desse preço também. Fizemos a reserva por email e uma transferência bancária para pagar adiantado 1 noite com café da manhã.
      Chegamos ao redor de 13h e comemos uns lanches que levamos pra cima. Sem necessidade, já que há comida servida a preço justo. Tomamos sol, descansamos, conversamos, lemos, comemos de novo, demos uma volta nos arredores. Sossegado. A noite começou a cair e o frio começou a bater. Entramos e já estavam acendendo as lareiras. Lemos mais um pouco, conversamos mais um pouco, compramos janta e fomos dormir antes das 21h. Fomos colocados em uma beliche de casal, uma situação um pouco esquisita mas deu certo. Os quartos são frios mesmo com cobertores e precisamos dormir com os casados pesados.
      No outro dia acordamos cedo, antes do sol nascer, para podermos comer o café da manhã da Maria e ainda ver o incrível amanhecer na montanha, quando o céu se divide entre o amarelo, o vermelho e o azul. Depois do café arrumamos a cama e as malas e saímos para atacar o pico só com mochilas leves, água e um lanche (e o casaco).
       
      Não tem foto de celular que mostre a verdade de um nascer do sol
      Como saímos cedo ainda estava frio e botamos um casaco frio. Poucos metros acima do refúgio já estávamos quentes e precisamos tirar. A trilha para atacar o pico é mais árida, pouco vegetada até certa parte e depois nada vegetada e mais íngreme. Vai ziguezagueando montanha acima. A vista é incrível de qualquer ponto, seja a vista para cima ou para baixo. Depois de um local de descanso a trilha fica completamente exposta e é de pedregulhos soltos. Mas mesmo assim não oferece riscos de queda, só de cansaço, falta de água e queimaduras de sol — previna-se! O ataque ao pico tem 3km de extensão, dura ao redor de 3 horas e vence uma altitude de aproximadamente 800m.
      Finalmente chegamos ao Skala, com 2866m de altitude, o primeiro e mais acessível pico da trilha do Monte Olimpo. Esse pico tem rochas boas para sentar e descansar, dá pra tirar bastante foto e ainda encontrar outros trilheiros que param ali para descansar. O caminho em Skala se bifurca em 2 — para Skolio (2911m), o segundo pico mais alto e o Mytikas(2918m), o mais alto. Para Skolio o caminho parecia sossegado e direto, mas para Mytikas já era necessário uma escalaminhada e corria risco de queda. Optamos por descer de volta, já que tínhamos compromisso em outra cidade no final da tarde.
       
      Trilha de Spilios Agapitos Até Skala e Mytikas
      A descida é menos exaustiva pro corpo mas tem que ter joelhos fortes para aguentar. Os pedregulhos soltos do início dificultam um pouco o trajeto mas logo alcança-se uma parte mais fácil. Pegamos as coisas no refúgio, demos tchau para Maria depois de um breve descanso e seguimos para baixo até Prionia novamente. Chegamos lá 6 horas depois e pedimos o táxi para levar-nos de volta até a cidade de Litochoro, onde começaríamos nossa empreitada até Istambul — mas aí fica pra outra história.
       
      Esses são nós com o trono de zeus no fundo
      Informações resumidas:
      Atenas — Litochoro por trem Taxi da estação de Litochoro até o centro da cidade (10€) Trilha chama-se E4 Pode-se começar a trilha da cidade ou pegar carro até Prionia (25€) Prionia — Refúgio: 3–4h de subida Refúgio 13€ a estadia Refúgio — Skala: 3h de subida Skala-Mytikas: ? Descida Skala Prionia: 6h ou menos Infinitos detalhes: https://www.mountolympus.gr/en/index.php Relato também publicado no Medium https://medium.com/@daniel.recco/ascensão-ao-monte-olimpo-fdcd803ab321?source=friends_link&sk=7b1ef56a6524bd41e13ad0f8c08d49f1
    • Por Mari D'Angelo
      📷 Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/viagem-pela-croacia/
      Com paisagens paradisíacas, baladas famosas e cidades históricas a um custo relativamente baixo, a multifacetada Croácia, de onde vieram os dálmatas e as gravatas, vem cada vez mais chamando a atenção do Brasil e do mundo!
      O país, que faz parte da região dos balcãs, dividia até pouco tempo atrás espaço com Eslovênia, Sérvia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia e Montenegro sob o nome de Iugoslávia. A Croácia se tornou independente em 1991, mas as guerras por territórios ainda se estenderam por mais alguns anos, deixando marcas até hoje visíveis nas fachadas das casas de seus habitantes.
      A Croácia foi incorporada a União Européia em 2013, se tornando o 28º membro do bloco. O país ainda não aderiu ao euro, a moeda oficial continua sendo o Kuna croata e os valores praticados são em geral mais baratos do que outros países da Europa.
      O idioma oficial é o croata, mas a língua não chega a ser um problema para os turistas. Embora a maioria das palavras seja impronunciável, muitos locais falam inglês, ou se esforçam para serem entendidos de alguma outra maneira, já que são um povo simpático e acolhedor.
      Gastronomicamente falando, a Croácia é um deleite! Uma cozinha mediterrânea com particularidades em cada região e forte influência italiana, como nas deliciosas pizzas! Pratos com carne de porco são comuns em muitos restaurantes, além é claro de peixes e frutos do mar na região costeira. Para os vegetarianos também não faltam opções, queijo, cogumelos e trufas, por exemplo, são estrelas em algumas receitas!
      A cerveja e vinho nacional não deixam nada a desejar. Nos dias de calor é prática comum beber vinho branco misturado com água gaseificada naturalmente. Parece estranho, mas é bom!
      Ao incluir a Croácia no roteiro, muita gente se limita a conhecer Dubrovnik, a chamada Pérola do Adriático, e Split, de onde saem barcos para as paradisíacas ilhas. Mas se o interesse não for apenas as famosas baladas, a Croácia tem muito mais a oferecer! Uma boa maneira de desbravar um pouco mais a fundo esse pedaço tão fantástico do globo é alugando um carro. Pode não ser a opção mais barata, mas além da liberdade, as paisagens nas estradas são motivos bem convincentes para optar por esse meio de transporte entre as cidades.
      Arquitetura e história na capital Zagreb
      A capital Zagreb é um pouco contrastante, enquanto na região mais turística segue um padrão bem típico de cidade histórica européia, em suas regiões mais periféricas a arquitetura comunista é bastante presente. Embora não seja muito agradável aos olhos, esses prédios remetem a um período que alguns croatas viam com bons olhos, sendo que o líder da época, Marechal Tito é ainda uma figura bastante popular.
      A cidade é dividida entre a parte alta e baixa e é perfeitamente possível conhecer a maior parte das atrações a pé. Entre os destaques da chamada Cidade Alta, está a Igreja de São Marcos, famosa por seu telhado de mosaicos, o curioso Museu das relações partidas, com objetos que contam inusitadas histórias o sobre fim de relacionamentos amorosos, e a Torre Lotrščak, construção medieval de onde todos os dias ao meio dia estoura-se um tiro de canhão.
      Ainda nesse lado da cidade, fica a Catedral da Assunção da Virgem Maria, a Porta de Pedra, passagem medieval que foi transformada em local de orações e agradecimentos e a Tkalčićeva, uma agradável rua de pedestres com bares e restaurantes. Na parte baixa da cidade ficam o Mercado Dolac, colorido conjunto de bancas com alimentos, flores e artesanato e a principal praça de Zagreb. O cemitério de Mirogoj é um pouco mais afastado, mas vale a visita pela arquitetura da entrada. 
      Há poucos quilômetros de carro ainda é possível conhecer fantásticos castelos medievais e pequenas vilas que nos transportam ao passado.
      Uma das maiores preciosidade da Croácia é o Parque Nacional de Lagos de Plitvice, um surreal conjunto de lagos em tons de azul e verde ligados por cascatas. Há algumas opções de trilhas porém é preciso ter cuidado, as placas não são muito informativas e há uma grande possibilidade de se ver perdido em meio às florestas e passarelas sobre as águas.
      É Possível se hospedar dentro do parque ou apenas fazer uma day-trip partindo de Zagreb, o impossível é deixar de passar por esse lugar tão fantástico que se tornou inclusive patrimônio da UNESCO!
      Paisagens paradisíacas pela costa da Croácia
      Já na costa da Dalmácia, mais ao sul do território croata, fica a pequena Split. A parte turística da cidade concentra-se dentro do Palácio do imperador romano Diocleciano, que é a atração principal junto com a procura pelos passeios às ilhas.
      Por ter estado sob domínio veneziano durante 377 anos, a arquitetura nessa região é fortemente influenciada pelo estilo italiano.
      Subir na torre da Catedral de São Domnius para apreciar a vista, passear pelo calçadão e se perder pelas muitas ruelas de pedras brancas são alguns dos meios de conhecer essa charmosa cidade. Assim como Split, Dubrovnik é parada certa de quem vai à Croácia. A cidade, que já foi cenário da série Game of Thrones, sofreu num passado recente com conflitos violentos, mas hoje o que se vê é só beleza e história.
      A old town é cercada pela muralha conservada do período medieval, de onde se vê o impressionante azul do mar adriático! As ruas dessa pequena cidade são um convite para passar algumas horas agradáveis, parando para uma refeição, um drink ou um sorvete em alguma das muitas vielas com ares italianos.
      Os passeios de barco até as ilhas são muito procurados. A Ilha de Lokrum é uma das mais próximas e uma ótima opção para passar o dia rodeado por pavões, os simpáticos habitantes locais.
      O país ainda guarda alguns segredos como as paradisíacas praias de pedra de Brela e Baska Voda, um órgão marítimo que emite sons com o movimento das ondas do mar, pontes para ursos e outras curiosidades interessantes!
      E com essa diversidade cultural e histórica e exuberantes belezas naturais, a Croácia começa a ser descoberta como um dos países mais incríveis do Leste Europeu!
      Sugestão de roteiro pela Croácia
      Nosso roteiro de 7 dias de carro pela Croácia começou por Zagreb e acabou em Dubrovnik. As distâncias são curtas e as estradas são boas, com vistas espetaculares da costa. Para fazer o último trecho é preciso passar pela fronteira com a Bósnia. A carta de motorista brasileira é aceita no país.
      Se a ideia é contratar uma agência para ajudar na viagem, recomendo muito a Kamauf Tours, da simpática Marilia do blog Uma brasileira na Croácia.
      Dia 1 – Zagreb
      Dia 2 – Zagreb
      Dia 3 – Zagreb (Bate volta ao Parque Nacional dos Lagos de Plitvice)
      Dia 4 – Split (Parada em Zadar para conhecer o órgão marítimo)
      Dia 5 – Brela e Baska Voda
      Sugestão de hospedagem em Baska Voda: House Bilic
      Dia 6 – Dubrovnik
      Dia 7 – Dubrovnik (Bate volta a ilha de Lockrum)
      Sugestão de hospedagem em Dubrovnik: Hotel Vis
      📷 Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/viagem-pela-croacia/
    • Por michele.caetano
      Utilizo há anos esse site para pesquisar roteiros de viagens, dicas, custos e, finalmente, venho aqui dar minha contribuição. Trata-se de um relato de uma viagem de um jovem casal apaixonado, em lua de mel, que teve de enfrentar uma cotação de R$ 4,50 a R$ 5,00. Que fase! Com muito planejamento e foco conseguimos fazer uma bela viagem de 23 dias na primavera européia ❤️. 
      Fizemos uma lista virtual de presentes, então boa parte dos passeios que fizemos ganhamos de presente dos nossos queridos amigos e familiares 🥰.
      Roteiro:
      Paris - 5 dias (26/04 - 01/05)
      Praga - 3 dias (01 - 04/05)
      Viena - 2 dias (04 - 06/05)
      Budapeste - 3 dias (06 - 09/05)
      Nápoles - 1 dia (09 - 10/05)
      Sorrento - 2 dias (10 - 12/05)
      Ilha de Capri - 1 dia (12 - 13/05)
      Maiori - 1 dia (13 - 14/05)
      Roma - 5 dias (14 - 19/05)
      Primeira dica: Sempre que pensar no número de dias que quer ficar num lugar acrescente mais 1, porque o dia que você chega e sai da cidade fica bastante comprometido com os deslocamentos. E às vezes algum imprevisto também pode "atrasar" seu roteiro, como um dia inteiro de chuva no dia que tinha planejado várias coisas ao ar livre. Nesse roteiro recomendaria acrescentar pelo menos mais 1 dia em Paris, Praga e Budapeste. E mais 1 em Capri se você estiver com dinheiro sobrando ou pegar um câmbio melhor, rs. 
      Segunda dica: A primavera européia nada tem a ver com a nossa! Pegamos bastante frio, especialmente em Paris e no Leste Europeu. Importante colocar na mala uma blusa e calça térmicas e um casaco mais quentinho. Nesse lugares eu saía normalmente com uma camisa de manga curta, blusa térmica (manga comprida), uma blusa mais grossa de manga comprida, casaco e cachecol. Ah, e calça térmica por baixo da calça jeans.
      Paris
      Hospedagem: Ficamos num apartamento ótimo em Montmartre pelo Airbnb, bem equipado, com uma vista incrível da Torre Eiffel e metrô em frente (estação Pigalle). Apesar de ouvir muita gente dizer que este é um bairro mais perigoso em Paris, tenho que discordar. Havia bastante movimento nessa rua até tarde, bem iluminado, farto comércio e restaurantes na região. Nos sentimos super seguros lá, inclusive à noite. Adorei! Valor da diária c/ taxas: € 114 (casal).
      Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/882192?guests=1&adults=1&sl_alternate_dates_exclusion=true&source_impression_id=p3_1559085549_zGi%2BIA2ncnTDvdEE&check_in=&check_out=&children=0&infants=0
       
      Saindo do aeroporto Charles de Gaulle: Pegamos um trem (€ 10,30 p/ pessoa) até a estação Gare du Nord e de lá pegamos o metrô até a estação Pigalle.
      Transporte: Compramos o combo de 10 tickets de metrô por R$ 14,90. Vale a pena porque paga mais barato no valor unitário da passagem. No total compramos 30 tickets para os 5 dias.
       
      Gastos casal - 5 dias:
      Hospedagem: €572
      Alimentação: €425 - média de €85/dia (contando mercado, restaurante, lanches etc)
      Atrações turísticas: €233 - média de €47/dia
      Transporte: €147 - média de €30/dia
      Paris é uma cidade bem cara. A gente comia no máximo 1 vez por dia em restaurante, almoço ou janta, e ainda assim gastamos bastante com alimentação. Pra economizar, vale a pena ir ao mercado caso tenha cozinha no seu ap. Queijos e vinhos são uma boa pedida. Compramos um ótimo vinho por menos de €5!
       
      Dia 1
      Chegamos antes do horário de check-in. Então, deixamos as malas no apartamento e fomos explorar as principais atrações do bairro:
      Muro Je t'aime, Sacré-Coeur e Place du Tertre
      Muro J t'aime

      Sacre Croeur

      Vista da Sacre Croeur
      Almoço: Na verdade foi um lanche. Comemos baguetes num quiosque que tinha no caminho pra Sacre Croeur: 2 baguetes e 1 coca - €12,30
      Seguimos para o Trocadero pra aproveitar que o dia ainda estava claro e bonito e ver a torre mais de pertinho. Lá comemos nosso primeiro crepe de rua parisiense (eu amo!) - €3,50 cada. Depois de curtirmos um pouco, caminhamos beirando o rio Sena e fomos até a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo. Depois dessa bela caminhada voltamos pro ap pra tomar um  banho quentinho e sairmos para o nosso primeiro jantar romântico da viagem.

      Tracadero

      Trocadero

      Champs-Élysées


      Arco do Triunfo
       
      Jantar romântico (um dos presentes de casamento): Restaurante Bouillon pigalle - foi um achado porque jantar em Paris sem gastar uma fortuna é uma missão difícil e o restaurante ficava praticamente do lado do nosso apartamento. 2 entradas, 2 pratos principais, 1 sobremesa e uma jarra de vinho da casa saíram por 50 euros, incluindo uma pequena gorjeta. E não é um menu não, você escolhe seus pratos individualmente. Foi um ótimo custo-benefício! Recomendo a sopa de cebola de entrada e o profiterole de sobremesa. Os pratos principais estavam bons, mas nada que chamasse a atenção. Os parisienses também curtem o local, então é bom chegar cedo porque já começa a ter fila antes das 20h e eles não fazem reserva. 
      E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

       
       
       


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