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SOBRE O HURB (HOTEL URBANO)


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Prezados, boa tarde!

Bom, pesquisando no app hurb, achei umas promoções bastante interessantes e acabei comprando uma para Punta Cana em 2021. Mas comecei a pesquisar a reputação da empresa na internet e confesso que está me causando uma certa preocupação, reclamações de diversos tipos.

Alguém já viajou por esses pacotes, pelo hurb? É realmente confiável? 

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Sobre Machu Picchu tem q ver que o controle tanto da cidadela quanto do trem não pertence diretamente ao governo peruano, a concessão está na mão de empresas estrangeiras que também querem ter lucro e

@valderes QUALQUER notícia sobre vacina não passa de boato e ruído podemos ter esse ano, talvez ano que vem, ou talvez NUNCA, por  exemplo, a dengue ou malária, doenças cujas vacina não mostraram

Vc está se referindo a locais mega turísticos né... praias famosas (que nem considero destinos de ecoturismo) e etc, que de fato, nas temporadas, super lotam. Normal. Já visitei Foz do Iguaçu muitas v

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Continuando o off-topic.

Eu também não acredito numa mudança do turismo de massa no longo prazo, pois lá no fundo todos nós, alguns mais outros um pouco menos, somos egoístas e temos memória curta.

Daqui a alguns meses, esta pandemia é controlada e 1 ou 2 anos depois o assunto cai no esquecimento, e todo mundo que tiver condições vai querer viajar, e em poucos anos o turismo de massa vai voltar ao que era antes.

A única ação prática em relação ao turismo que eu acredito que vá sair desta crise, é que locais que atualmente estão sofrendo com o excesso de turistas, como Veneza, Amsterdam, Dubrovnik, Barcelona, Praga, Machu Picchu, etc, aproveitem a oportunidade e implementem algum tipo mais rígido de controle de numero de visitantes ou taxa extra cara para você acessar ou se hospedar na cidade durante os meses de alta temporada.

Por exemplo, Machu Picchu pensa em reduzir a quantidade de ingressos a venda em 30% ou 40%, e como forma de controlar a quantidade de turistas, Veneza pretende implantar catracas nas entradas da cidade e limitar a quantidade de turistas que podem entrar na cidade e cobrar uma taxa de 10 euros por dia para você entrar na cidade durante a alta-temporada, Amsterdam pretende aumentar a taxa de turismo cobrada nas hospedagens para 20 Euros por dia e proibir a realização de eventos durante a alta-temporada, como forma de tentar desencorajar as pessoas a ir para a cidade na alta-temporada.

Estas medidas antes da crise teriam bastante resistência para passar e serem aprovadas, mas agora acho que passam mais facilmente e vão acabar sendo implementadas.

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@poiuy essa ideia de restrição de entrada em atrações é muito boa, e poderia até ter sido implementada antes. mas sou pessimista a esse respeito. acredito que as pessoas, e principalmente os governos, vão esquecer da pandemia rapidinho e voltar ao que era antes (ao normal que para mim era anormal).

incrível como alguns governos, como o peruano, prefere explorar atrações turísticas até a última gota, como machu picchu, arriscando deterioração do patrimônio histórico só pra ganhar mais dinheiro com taxa de visitação. matando a galinha dos ovos de ouro...

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Pode não parecer, e a iniciativa de controlar o turismo em massa não partiu do governo peruano, mas sim foi resultado de pressão da Unesco, mas o governo do Peru ainda é um dos que mais está se mexendo para tentar controlar o numero exagerado de turistas, a alguns anos atrás eles já tinham limitado a quantidade de pessoas em Machu Picchu, e no ano passado limitaram ainda mais a quantidade de turistas e estipularam horários e rotas rígidas dentro do site arqueológico para melhor distribuir a quantidade de pessoas durante o dia, e evitar que as pessoas circulem por áreas em risco.

Sem estas restrições, a situação em Macchu Picchu estaria muito pior e uma parte significativa do sítio arqueológico já teria sido destruída, mas concordo, que deveriam restringir ainda mais, pois a quantidade de turistas na alta temporada ainda é alta demais para não prejudicar o site arqueológico.

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Sobre Machu Picchu tem q ver que o controle tanto da cidadela quanto do trem não pertence diretamente ao governo peruano, a concessão está na mão de empresas estrangeiras que também querem ter lucro encima. Tanto que ao invés de diminuírem o número de turistas por dia, criaram horários fixos onde o turista passam menos tempo na cidade do que antes e aí a empresa pode fazer entrar mais gente durante o dia. Uma grande restrição arrebenta com a galera que depende de vender comida, alugar a casa e etc, pq com menos gente, menos eles vendem.

A longo prazo o capitalismo precisa de consumo e a expansão do turismo global foi uma alavanca p manter o capitalismo em pé, onde não se consome só produtos, mas sim experiências: e o que inicialmente inocente conhecer outras culturas e imergir em outras realidades se tornou um produto e um post. Só ver os orfanatos no Vietnã onde as crianças não são órfãs e os turistas pagam caro p fazer um trabalho voluntário que move uma cadeia de empresas.

O aumento das taxas de permanencia e de visita só vai gerar mais desigualdade do acesso a bens culturais e segregação pq com o aumento dessas taxas a galera que economiza um rim pra fazer aquele mochilao vai ver cada vez mais longe o sonho. Eu mesmo já fiz orçamento comparando o dinheiro que eu ia gastar em x dias em algum país da Europa mais famosos e o que eu gastaria na América Latina e acabei viajando por aqui menso pq meu dinheiro é contado.

Muitos destinos no Brasil já tinham um custo de viagem bem altos do tipo q vc vai pra Machu Picchu ou Bariloche mais não vai pra aquele destino no Brasil, ano passado o que eu passei duas semanas na Argentina bem hospedado não ia bancar uma semana no Jalapão. Com a expectativa de aumento do turismo interno também teremos altas nós circuitis turísticos nacionais devido a maior demanda??

São apenas algumas divagações minhas. Eu queria ir pro Nepal em 2023, será que até lá já vai rolar?rsrs

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Em 21/04/2020 em 16:35, Juliana Champi disse:

O que é consenso aqui: ninguém sabe do futuro, quando vai ser seguro viajar, quando vai ter remédio, vacina, quando vamos voltar ao normal, se não vamos, enfim. 

Tem os otimistas, tem os pessimistas, tem os neutros, cada um se agarra do que convém. O que dá é pra analisar o que está acontecendo e já aconteceu e tentar se precaver.

Achei que esse vídeo traz um apanhado sensato do que tem acontecido e do que pode rolar. Me digam o que acham!

 

 

O que eles falaram sobre mais gente visitando as atrações de natureza no Brasil. Só que essas atrações já são superlotadas no Brasil. Vai procurar uma vaga no alojamento d Parnaso em temporada de montanha, não tem. A trilha já fica lotada, foz do Iguaçu já é lotado. Os pontos de turismo de natureza do Brasil que não são superlotados é pq são muitos caros pra se chegarem devido ao difícil acesso pra atingi Los ou demora p chegar lá. Ou a praia do sono em Paraty fica vazia em feriados? As praias do país ficam com aglomeração igual enxame de abelha. Mesmo isso vai ter que ser repensado. Aumentar o preço só vai reforçar desigualdades, que levam a situações onde até violência contra os turistas podem surgir.

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1 hora atrás, valderes disse:

Mesmo isso vai ter que ser repensado. Aumentar o preço só vai reforçar desigualdades, que levam a situações onde até violência contra os turistas podem surgir.

Uma coisa para você pensar:

Como que você controla o problema da superlotação sem colocar catracas na entrada e limitar a quantidade de pessoas? Lembrando que quanto mais restrita e difícil de conseguir alguma coisa for, mais as pessoas estarão dispostas a pagar,   o que leva a outro problema, começa a surgir um mercado paralelo e muitas vezes criminoso, e tudo isto faz o preço subir naturalmente, devido a oferta ser muito menor que a demanda.

Investir e infraestrutura, para facilitar o acesso a outros locais menos visitados, e assim diluir a quantidade de turistas entre os vários locais, seria uma opção, mas a maioria dos governos não tem dinheiro nem para o básico do dia-a-dia, muito menos para investir em projetos caros de infra-estrutura.

E ainda tem que ver se as pessoas vão querer ir para estes outros locais alternativos, a grande maioria das pessoas que é mesmo ver e visitar os clichês de sempre, e uma grande parte das pessoas procura justamente os locais mais movimentados, por que simplesmente gosta de toda esta muvuca, ou seja, não é algo que tenha uma solução fácil.

Provavelmente não seja, a melhor solução ou exemplo, mas o que o pessoal tem olhada como exemplo, são locais como Suíça e Fernando de Noronha, que tem conseguido manter um nível de turismo sustentável, pois são locais mais exclusivos, para onde é caro viajar devido ao custo e taxas altas, e lá também se vende uma "experiência de viver o local", e não só tirar algumas fotos, encher a cara e seguir adiante... 

Uma coisa que parece ser uma tendência mundial, é tentar desincentivar o turismo de bate-volta, o turismo de final de semana ou feriados. Pois até mesmo os locais mais lotados, tem um volume aceitável nos demais dias, a coisa só fica feia e incontrolável mesmo nos finais de semana e feriados.

Em geral o pessoal do turismo de bate-volta ou de final de semana não costuma gastar nada ou gastar muito pouco nos locais que visita, só vai lá tirar algumas fotos, encher a cara de bebida barata, mas em compensação sobrecarregam a infraestrutura local, vide exemplo de várias cidades que vivem cheias de turistas de bate-volta ou final de semana, mas tem finanças péssimas, sem dinheiro para nada.

Já um turista que fica mais tempo no local para "viver a experiência local" costuma gastar mais no comércio local, o que  por sua vez, financia a infraestrutura necessária para atender todo mundo.

Mas como que você faz para incentivar as pessoas a ficarem mais tempo no local e desincentivar o turismo de bate-volta ou final de semana? Uma das coisas que está sendo testada para ver se tem algum efeito, é cobrar taxas caras para quem ficar 1 dia ou uma noite, mas oferecer descontos ou isenção de taxas para quem ficar 3 ou 4 noites....

Não sei se é a melhor solução, mas é uma coisa que está sendo pensada e que provavelmente vai ser testada em vários locais, para ver se tem algum efeito.  

 

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@FCRO , verdade na Patagônia quase se fala mais inglês do que espanhol, é praticamente tudo europeu por lá, achei meia duzia de brasileiros em duas semanas por lá fazendo triha. 

 @Nani84 , concordo com você. Penso que nos últimos anos entrou uma perfil novo de turistas de natureza, uma galera sem noção nenhuma de preservação, é a galera que só tá lá exclusivamente e nada mais que fazer uma selfie pro instagram, tipo o pessoal que fica 3 horas na pedra do Telégrafo no Rio, eu me recusei a fazer isso e tirei essa foto aqui que já foi republicada em vários lugares. Ou uma menina que disse que deveria se cortar as arvores de uma trilha porque elas estavam atrapalhando a vista.

spacer.png

Mas não é exclusividade de brasileiro não, lá em Sucre no Parque Cretácico, umas gringas foram limpar as botas sujas de lama nos fósseis de pegadas de dinossauro de dez milhões de anos (eu briguei com elas).

O turismo no Brasil precisa se reestruturas em alguns aspectos, tem viagem pro Peru ou Argentina que é viagem pra ficar na memória que é mais barato que a maioria dos destinos brasileiros e é por isso que muito brasileiro tb não conhece o país todo. Eu não tenho carro nem CNH, então dependo de ônibus para conhecer os destinos: Minas Gerais é horrível em questão de linhas de ônibus, experimenta sair de Tiradentes e ir pra Ouro Preto, são 4 conduções; sair do Rio de Janeiro para Ibitipoca, os horários são terríveis. O que acontece que o Brasil é um destino muito barato pra quem ganha em Euro ou dólar e os gringos vem pra cá com tempo de ficar um ou dois meses, com isso certos locais vão ter mais gringos que brasileiros. Muitos locais de turismo de natureza ou aventura exigem um custo inicial alto sendo restritos a uma parcela mais bem remunerada da população.

Soluções possíveis: 

  • Aumentar a segurança para as pessoas poderem fazer as trilhas já existentes, ninguém quer ir fazer trilha e ser assaltado igual acontece no Rio de Janeiro.
  • Aumentar a oferta de parques e áreas verdes, assim como áreas para camping estruturado e selvagem
  • Melhorar a infraestrutura de acesso as trilhas, sem essa de pensar que quanto mais difícil melhor porque aí filtra o publico, porque tb filtra a capacidade das pessoas recolherem o lixo
  • Valorizar o turismo familiar, como o morador do entorno pra ser o guia e não vir muita gente de fora igual Ilha Grande
  • Limitação de visitantes de acordo com a capacidade. 

Mas sem educação pra montanha relacionado a lixo e conservação de nada vai adiantar...

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2 minutos atrás, FCRO disse:

@valderes Essa foto é fila para tirar foto na pedra do telegrafo?

era final de semana?

Foto da Fila para tirar um book no telegrafo, rsrs

foi 21 de abril de 2015, era feriado, mas acho q era numa terça. Mas pelo que os meus amigos me contaram virou quase um padrão acontecer isso todos os fds  e só aumentando cada vez mais

  • kkkkkkk 1
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