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Olá galera viajanteeeee. 🤩
Vim fazer falar um pouco sobre minha viagem em 02/2020 em Fortaleza e Jeri
 
Comprei minhas passagens para Fortaleza pela decolar em uma promoção 657,00 saindo de GRU (uma semana depois baixou para 400,00 kkkkkkkk DIFICIL 😐).
Fizemos as reservas pelo site Airbnb com cupom de desconto 🤩 (vou deixar o cupom no final do post) fechamos 4 dias em Jeri na Pousada Casa Flor do Mar e 4 dias em um Flat no hotel Tulip. Como boa viajante, fiz a reserva do flat no meu nome e da pousada no nome do meu namorado, ambos tinham descontos então saiu bem em conta pra nos (400,00 em cada lugar).
 
06/02 a 12/02 - SP x FOR
 
1º dia: Nosso voou saiu as 23:30 de SP com chegada as 03:00 em FOR.
Decidimos ir pra Jeri primeiro para curtir o fds lá e fortaleza depois, então fechamos com a agência Enseada Turismo  o transfer até Jeri.
Do aeroporto até o ponto de partida para Jeri no centro, pegamos um Uber, que deu R$ 19,50 e fomos direto ao ponto de encontro para saída a Jeri, que seria as 04:00.
Fechamos o transfer até Jeri com passeios do lado Leste incluso por R$150,00 cada (OBS: existe a empresa Fretcar que faz esse serviço de transfer, porém ele sai em horas fixas... se não me engano o primeiro sai as 07:00 e custa em torno de R$30/40 reais, mas pra otimizar tempo optamos pelo transfer, estava incluso ida e volta + alguns passeios do lado leste).
Depois de horas de ônibus (aproximadamente 5:00 com parada pra café da manhã) chegamos até um ponto de apoio onde pegamos as Jardineiras (4x4) pra começar os passeios.
O nosso estava incluso o Passeio pela Lagoa do Paraíso, Árvore da Preguiça, entrada free na famosa Alchimist Beach Club e Pedra Furada, como passeio adicional havia a Lagoa do Amâncio por R$30,00 (durante os passeios as malas ficam na própria jardineira).
Fechamos na nossa pousada por volta das 17:15 da tarde e saímos pra jantar.
 
OBS E DICAS:
*No café da manhã eles pararam em um local que o café é por peso (pão com frios + copo de leite com café saiu uns R$9,00/11,00)
Na hora do almoço estávamos no Alchimist Beach Club, não comemos lá pq achamos as coisas mtt caras (uma cerveja long neck lá custou R$17,00 KKKK).
Tomamos um café mais reforçado justamente para não consumir nada neste local por conta dos preços.
*A ida até a Pedra furada se resume em caminhada rs. Lá eles falam que o caminho é pesado, 40 minutos de caminhada com uma decida ruim... tudo isso pra vc fechar com os “juber” ou seja charretes, mas a caminhada é tranquila... fizemos em 30 minutos até a pedra.
*Na rua SAN FRANCISCO, na vila de Jeri vc encontra refeições a partir de 10,00. ISSO MESMO, nem em Campinas eu encontro estes preços kkkkk (eu não como frutos do mar então os PF’s da vida me fazem mtt feliz, ainda mais quando pago barato. Comi barato e MTT bem, obg).
*O que mais me incomodou na vila foi as moscas, puts isso me estressou pq toda vez que vc senta pra comer vem umas 20 em cima da mesa, da comida e tal. Então procure por restaurantes climatizados caso queira paz.
A noite tem varias barraquinhas pela rua que vende comida... porém este valor que paguei foi sempre em restaurantezinhos.
Aproveitamos que estávamos pelo centrinho anoite para andar e procurar pelo passeio do Lado Oeste, já havíamos cotado com várias empresas antes da viajem (a média de valor era R$350,00 no buggy privativo, R$175,00 buggy compartilhado, R$400,00 quadriciclo e R$75,00 a jardineira), mas optamos por fechar lá em busca de encontrar algo em conta e BINGOOOOO.
Encontramos o passeio de quadriciclo por 350,00 e o buggy 300,00.
 
2º dia: Acordamos e vimos o dia lindo, corremos e ligamos para agência de quadriciclo que iriamos fazer o passeio para fechar para aquele dia. Saímos para o passeio as 9:30, pegamos um guia tão legal que nos deixou super a vontade, passamos pelo mesmo local mais de uma vez para aproveitar quando estava vazio *-* o passeio durou cerca de 5/6 horas. (o guia vai na moro e vc vai pilotando o quadriciclo)
 
3º dia: tiramos o dia pra descansar.
Fomos até a praia de manhã (praia da vila) e a tarde ver o por do sol nas dunas
 
4º dia: Fomos até a praia da malhada que é mtt linda e aproveitamos pra ir no comercio a tarde, voltamos pra fortaleza as 16:00.
Da Vila de Jeri até o ponto de encontro fomos de 4x4 e levou cerca de 1:00. O ponto de encontro é a única parada que se faz até fortaleza, la ficamos 2:00 esperando todas as 4x4 chegarem para lotar o ônibus e irmos embora. Chegamos em nosso flat em fortaleza as 24:00
 
5º dia: Já havíamos fechado com o Felipe (fechei via whats na volta de jeri para o dia seguinte) o passeio pelas 3 praias (Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada) de buggy por R$ 110,00 cada (canoa quebrada fica 250 km de Meireles então o passeio foi mtt cansativo rs não achei que compensou mtt, a praia das fonte na minha opinião é uma enganação tremenda kkkkkkk pq são 3 bicas de água escrito que é fonte, fora que se vc não fechar o buggy vc tem que ir caminhando até as falésias e morro branco (que é bem longuinho) então praticamente eles te forçam a fechar o buggy pra conhecer).
 
6º dia: Compramos o passeio pelo peixe urbano por R$60,00 o casal com a Girafa tur.
O passeio saiu as 7:00 com chegada as 19:00. Chegando la eles vão te deixar em um restaurante carinho tbm, porém, na mesma rua do restaurante na frente dos buggeiros tem um restaurante, comida caseira mtt gostosa, prato para 2 pessoas por 35,00.
Descendo o restaurante já na praia, tem um quiosque a direita com preços excelentes! (Cerveja por 9,00 600ml).
A noite fomos jantar na Barraca da Boa na orla de Meireles, ceva por R$ 9,00 prato de picanha pra 2 por 60,00 (achamos o preço ótimo).
 
7º dia: Fomos para a Praia do futuro, pois queríamos conhecer o famoso Croco Beach, achei o local mtt cheio e os preços mtt salgados, então fomos pra barraca ao lado esquerdo Barraca Marulhos e fechamos um bangalô na areia com R$100,00 de consumação. Os preços de lá são excelentes e o serviço de primeira.
Eles deixam um cooler do seu lado com cerveja já pra vc ficar à vontade. RECOMENDO.
A tarde resolvemos andar pelo mercado central e depois ja fomos pro aeroporto.

CUPOM DE DESCONTO Cadastre-se com meu link e você vai ganhar até R$179 de desconto em sua primeira viagem. https://abnb.me/e/H1L0MFhG83?suuid=9cccd5d0-3bc8-4949-b7ad-25927809bf1e&slevel=0

Tel do Pedro (agente de fortaleza): 85 9665-9503
Tel do Quadriciclo de Jeri: Kart Cross Roades 88 9849-4619 Edvaldo
Tel da agencia  
Enseada Turismo: 85 9608-1222

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    • Por júlio.machado
      Olá,
      Me chamo Júlio e no final de fev de 2021 vou para Natal.
      Ficarei 18 dias lá. Para explorar bem o RN pensei em me hospedar em 3 lugares diferentes: Ponta negra, Pipa e São Miguel do Gostoso.
      Quem já foi me indica a fazer isso mesmo? Quais lugares não posso deixar de conhecer? 
       
    • Por Duda Klaus
      Ano passado fui para Manaus, passei 3 dias na selva amazônica e depois aluguei um carro e fui até Presidente Figueiredo. Foi uma das melhores viagens que fiz na vida!
      Foi no início de julho, ou seja, período de cheia.
      Fiquei hospedada no Local Hostel e gostei bastante. A localização é excelente e eu acho que aquela área do largo de São Sebastião (onde fica o Teatro Amazonas) é a melhor para se hospedar. No primeiro dia em Manaus fui conhecer o famoso Tambaqui de Banda, no restaurante de mesmo nome, que fica no Largo de São Sebastião. No dia seguinte fui com a Iguana Tour fazer o passeio na selva, que durou 3 dias e duas noites. Ficamos hospedados no Juma Lake Inn na primeira noite e, na segunda noite, montamos um acampamento no meio da mata. Os passeios durante esses 3 dias incluiam: focagem de jacarés, acordar cedo para ver o nascer do sol, passeio pela mata, visita à casa de caboclos...tudo isso acompanhados de um guia que explicava tudo. Foi perfeito! Ah, e detalhe: lá não pega internet. Ótima opção para se desligar do mundo. Fiquei em um quarto compartilhado, mas há a opção de ficar em quartos privativos com banheiro. O passeio todo com todas as refeições ficou por R$600.
      Chegando em Manaus, dei uma volta pelo centro e conheci o Mercado Adolpho Lisboa e o porto. Fui até o MUSA e achei bem legal, o interessante é que muita coisa do que eu vi ali, vi enquanto estava na mata, mas valeu a pena.
      Fiz essa viagem com uma amiga e conhecemos mais duas mulheres massa e nós 4 alugamos um carro para irmos à Presidente Figueiredo. Ficamos no Local Hostel Figueiredo. Nos programamos para ficar uma noite e dis dias completos, mas se arrependimento matasse...era para termos ficado pelo menos uns 4 dias! Fomos na Gruta da Judeia e Caverna Refúgio do Maroaga (obrigatório contratar um guia, na entrada do local, pelo valor de R$100 para até 4 pessoas)- imperdível!. Na Lagoa Azul (foi legal), cachoeira Asframa (muito cheia de gente por ser de fácil acesso, então há uma grande concentração de famílias com crianças, então passamos pouco tempo). Fomos na cachoeira de Iracema (muito legal e com áreas profundas para mergulho) e seguimos por uma trilha até a cachoeira das Araras (linda também!). Fomos também no que chegou a ser a minha cachoeira preferida...a do Santuário (surreal a energia do lugar!). Adicionaria mais um dia para a Cachoeira da Neblina (que fiquei triste por não ter dado tempo de ir. São horas de trilhas e, segundo os locais, é a mais bonita da região. Fica para a próxima!) e mais outro para conhecer outras 2. Opções não faltam!

      Voltando para Manaus, fiz a visita guiada no Teatro Amazonas e achei muito interessante. Na primeira noite já tinha entrado nele, pois fui assistir à uma peça (a maioria das atrações são gratuitas. Consulte a programação antes!) .
      Fui até o porto de Manaus e consegui um Day Tour, só eu e minha amiga, por R$150 cada (R$300 total). As agências de turismo cobram R$200-R$250 por pessoa. O barqueiro recebeu R$150 e o cara que fechamos ficou com a outra metade. Ou seja, dá pra entrar no porto, pagar a taxa de entrada, de R$5, e negociar diretamente com o barqueiro lá. Obviamente, você não vai ter uma agência de turismo por trás, então é por sua conta e risco. Tivemos a vantagem de irmos para onde queríamos ir. Achei a ida à tribo indígena uma coisa meio que "feita para turista". Achei interessante o fato de muitos indígenas não falarem português e utilizarem idiomas próprios. Nadei com os botos, mas atenção: existem dois lugares que fazem esse mergulho com os botos. Um fica mais distante do porto  e é certo que os botos aparecerão. O outro lugar fica perto do porto e nem sempre aparecem. Fomos para esse segundo e demos sorte! Fomos também em uma casa de uma família que tem um bicho preguiça e sempre foi meu sonho segurar um. Achei estranho quando perguntei onde ele ficava e a mulher disse que ele ficava solto, aí quando eu perguntei mais informações ela mudou de assunto e fez como se não entendesse...fiquei pensando depois que ele deve ficar preso. Triste demais isso e fiquei com peso na consciência de ter, de certa forma, colaborado com isso. 
      No último dia em Manaus fui com a galera do Hostel para Ponta Negra. Fomos até a Marina do Davi e pegamos um barco para um flutuante muito legal. Foi uma bela de uma despedida ver o por do sol no rio, tomando umas cervejas com uma galera massa!

      No final, ficou assim:
      dia 01 - chegada em Manaus
      dia 02 - Passeio na Selva 
      dia 03 - Passeio na Selva 
      dia 04 - Passeio na Selva  e retorno à Manaus 
      dia 05 - Dia em Manaus 
      dia 06 - Presidente Figueiredo 
      dia 07 - Presidente Figueiredo e volta para Manaus 
      dia 08 - Manaus 
      dia 09 - Manaus 
      dia 10 - volta pra casa
       
      Bom, é isso! A viagem foi feita em Julho de 2019 e gastei algo em torno de R$1500, para passar 10 dias, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios. 
      Se quiserem ver fotos e vídeos, mostrando detalhadamente cada coisa, vejam lá o destaque "Amazonas" no meu instagram: @dudaklaus
    • Por Eloá Simões
      Alguém indo para O Maranhão e/ou Jeri em Novembro 2020? Preciso de algumas dicas tbem ☺️
    • Por Carol Magnoni
      ROTEIRO CUIABÁ 1 OU 2 DIAS
       
      Oi pessoal! Eu sou a Carol, moro em Curitiba e fiz uma viagem sozinha pelo Mato Grosso em dezembro de 2019. Uma das cidades que visitei foi Cuiabá. Quando estava pesquisando eu senti que havia pouco conteúdo detalhado na internet sobre a capital do Mato Grosso, por isso resolvi escrever esse relato para vocês. Qualquer dúvida estou à disposição. 
       
      Antes da viagem:
      - No Google Maps, baixar mapa offline de Cuiabá – eu sempre faço isso, ainda que eu vá ter internet móvel no local, porque é sempre bom garantir que você não vai ficar perdido.
       
      Dia 19/12
       - Voo Curitiba – São Paulo 20h30
      - Pernoitar no airbnb próximo ao aeroporto de Congonhas -> eu tentei dormir no próprio aeroporto, como sempre faço em conexões longas, mas o que eu não sabia é que Congonhas fecha por volta das 23h e ninguém pode dormir lá dentro, então tive que arrumar um lugar barato nas redondezas para pernoitar, já que a minha conexão era de mais de dez horas e durante a madrugada.
       
      Dia 20/12
      - Voo São Paulo – Cuiabá 07h00 – chegada 8h10
      - Dom Bosco Hostel - Rua Candido Mariano nº 1390 – Booking – R$ 95,40 para duas diárias
       O Dom Bosco Hostel, é aquele famoso bom, bonito e barato - > fica super bem localizado, é um prédio novo, tem ar-condicionado (e isso é muito importante para Cuiabá), a dona, Maria Goreti, é também quem administra o local e um amor de pessoa, tudo limpinho e arrumadinho. O café da manhã é cobrado a parte, oito reais, mas é muito caprichado e os quitutes da Maria são deliciosos.
       
      WALKING TOUR PELO CENTRO DE CUIABÁ
       Se você acordar bem cedinho e tiver bastante pique para andar, dá para fazer tudo num dia só, mas lembre-se que Cuiabá é MUITO QUENTE, então não esqueça de passar protetor solar, de se hidratar e fazer pausas para descanso. Uma alimentação mais leve também ajuda. Se preferir divida esse roteiro em dois dias.
      Eu criei um mapa no My Maps do Google com os pontos turísticos que eu me interessei em Cuiabá e também com os restaurantes legais, segue o link: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1wn8ztei8eDJHis9Kw9UyxoB42Trlhq-3&usp=sharing
      A ordem dos lugares nesse roteiro está respeitando uma lógica para quem vai fazer o itinerário a pé.  
      - Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – é uma igreja bem antiga em estilo colonial; é um bom ponto para o início do tour pelo centro histórico:


       
      Como vocês vão perceber ao longo desse relato, eu não tive muita sorte no dia que tirei para conhecer Cuiabá, não sei bem porque, talvez por ter sido muito próximo do Natal, grande dos lugares que eu pretendia visitar estavam fechados 😔. E foi o caso dessa igreja. Eu vi fotos do interior dela na internet e parecia bem bonito, mas infelizmente estava fechada.  
       
      - Museus de Imagem e Som - MISC – fica no coração do centro histórico e eu achei muito interessante:

       
      - Centro Histórico (Rua Cândido Mariano e redondezas) – concentração de prédios históricos:

       
       
                    
       
      - Catedral Metropolitana Bom Jesus de Cuiabá – tem uma arquitetura bem diferentona. Confesso que só entrei para desfrutar de um pouco de frescor e de descanso nos bancos da igreja, não é fácil fazer uma caminhada no sol a pino de dezembro cuiabano meus amigos.
       
      Do lado da Catedral há uma feirinha de rua com coisas muito gostosas e ao redor dela estão as Praça Alencastro e Praça da República, importantes praças que abrigam os principais prédios públicos históricos. Essa região é o centrão da cidade, bem vuco-vuco de pessoas e comércio. Foi um pouco estranho porque eu estava claramente turistando e tirando fotos, muito destoante do pessoal que estava trabalhando ali.
       
               
       
      - Palácio da Instrução – muito próximo da Catedral há um prédio tombado que abriga exposições de artes e a Biblioteca Pública Estadual, mas estava em reforma e não pude entrar 😑. Acredito que deve valer muito a pena conhecer por dentro.
       

       
      - Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – conhecida com a “Notre Dame” Cuiabana, é uma linda igreja que fica no alto de um morro. Ela é vista de várias partes da cidade.
       

       
         
       
      - Centro Geodésico – para quem não sabe, Cuiabá é o centro geodésico da América do Sul, o que significa que é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (obrigada google), no "Coração da América do Sul", como já dizia Caetano Veloso na música "Um Índio". Na cidade há um marco indicando onde seria exatamente esse ponto. Eu não achei nada demais, é uma praça simples com um marco representativo, visitei só pela curiosidade e porque já estava perto. 
      Na Chapada dos Guimarães também existe um marco para esse centro geodésico e já li que as cidades disputam esse "título". Eu não sei em qual das duas fica "o verdadeiro" centro geodésico, o fato é que as duas cidades ficam bem próximas, então em qualquer delas que você estiver pode ter certeza que está sim bem "no meio" do nosso sub-continente.  

       
      O legal de turistar a pé é que no caminho você encontra agradáveis surpresas, como essa ruelinha gracinha:
       

       
      - Museu da Caixa D’água – é um museu bem pequeno, mas que vale a pena a visita. Construído no séc. 19 o Morro da Caixa D'água por mais de 140 anos foi o único reservatório da cidade. Durante esse período a estrutura recebia água diretamente do Rio Cuiabá e distribuía para as bicas espalhadas em vários pontos da cidade. Além de objetos históricos o museu abriga um acervo artístico e conta um pouco sobre a história da cidade. Além disso, ele fica numa praça bem agradável e arborizada (mais um bom ponto de descanso). A entrada é gratuita e foi lá que eu peguei um folder supercompleto com o mapa de Cuiabá e os principais pontos turísticos que vou deixar para vocês ao final desse relato.
       
                     
       
      Seguindo minha andança, mais uma linda surpresa pelo caminho (Colégio Coração de Jesus):

       
      - Espaço do Artesão – é um importante local que abriga o artesanato típico da região, ótimo para comprar presentes e lembrancinhas.
      *Atenção: o que antes era chamado de “Sesc Casa do Artesão” não existe mais, após passar pela Rua 13 de junho, esquina com a Av. Sen. Metelo, em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico que ocupava desde 1983, passou por um lar temporário na Avenida Tenente Coronel Duarte, 2140 (outro prédio do SESC), e atualmente ‘estacionou’ no Salão Social dentro do Sesc Arsenal e passou a se chamar ‘Espaço do Artesão’. Até o Google está desatualizado com essa informação e se você perguntar pela cidade muita gente ainda vai conhecer o local com o nome de "Casa do Artesão". Então para não ter erro: atualmente o Espaço do Artesão fica dentro do Sesc Arsenal (Rua 13 de Julho, s/n).
      Super vale a pena a visita porque o Sesc Arsenal é lindo e os artesanatos são incríveis. Mas tenho que dizer que a maioria dos itens é cara, como eu acredito que deve ser mesmo, temos que aprender a valorizar o trabalho dos artesãos. As peças exigem um tempo muito grande de elaboração e o resultado normalmente é incrível e de muita qualidade. Mas sim, é possível encontrar souvenirs mais simples e baratinhos. Lá você vai encontrar principalmente artesanato de madeira, trabalhos com cipó, fibra de tucumã, tecelagem, redes mato-grossenses, xales, tapetes, trabalhos indígenas, biojoias, artesanato com semente, produtos alimentícios, etc. Enfim, tem bastante coisa mesmo.
      - Sesc Arsenal -  é o local que abriga o Espaço do Artesão. É um prédio muito bonito e no seu interior há um jardim lindo com banquinhos (olá descanso! 😅). Lá dentro também tem um restaurante que parecia ser muito bom, mas eu ainda não estava com fome e acabei comprando só uma água.
                  
       
       

       
      - Orla do Rio Cuiabá – é uma grande praça à beira rio no bairro chamado "Porto", onde tem um prédio histórico maravilhoso que abriga o Museu do Rio, mas estava fechado (mais uma vez 😔). Eu li que o museu está fechado desde 2016 para reestruturação, é uma pena. O local é lindo mesmo só por fora e vale a visita. Dentro desse prédio histórico funciona o Restaurante Regionalíssimo, onde almocei. Ele faz jus ao nome, todas as comidas são típicas e muito gostosas. Porém achei muito caro (eu acho que custou R$ 65,00 o buffet livre) e a higiene meio duvidosa 

       

       
      - Cenário da Orla do Porto – seguindo a partir do Museu, sempre pela orla do rio, há um agradável passeio público (nem tão agradável assim no calor de Cuiabá). Com cerca de 500m de caminhada você chega ao Cenário da Orla do Porto, que são reconstituições de predinhos históricos da orla. Quando eu fui estava tudo com tapume e extremamente mal cuidado, de novo, uma pena . Se aquilo fosse bem preservado seria lindo. Me pareceu que estava em obras, espero que um dia reabram.
                   
       
      - Mercado do Porto  – é o mercadão municipal, mas não achei tão interessante quanto outros mercados que existem Brasil afora. É bem pequeno e não tem muita coisa de diferente para ver não, só muito pequi . Eu pularia esse ponto facilmente.
      - Arena Pantanal – eu não fui porque cago litros para futebol, mas acabei me arrependendo, porque me disseram que ela está super bem cuidada e como eu fui perto do Natal estava tendo uma exposição natalina com algumas atividades.
       
      Para finalizar o dia: 
      - Parque das Águas ou Parque Tia Nair – eu acabei terminando o dia caminhando pelo Parque Mãe Bonifácia, que foi uma baita perda de tempo, porque não achei nada demais, é um local arborizado onde as pessoas fazem caminhada e corrida. Hoje eu tiraria esse parque e incluiria o Parque das Águas ou Parque Tia Nair, que ficam longes do centro (precisa pegar um uber), mas me parece muito mais interessante. Se você não tiver tempo para os dois, eu optaria em primeiro lugar pelo Parque das Águas, porque de noite tem o show das águas que dizem ser muito bonito (não sei se acontece todas as noites).

      Eu acabei indo no Mãe Bonifácia porque era perto do meu hostel e eu estava com o tempo super curto, pois ainda precisava pegar na Localiza até às 20h um carro que aluguei para viajar no dia seguinte.
      Depois ainda passei no banco sacar dinheiro e no mercado para comprar uns lanches para a viagem.
      Finalizei o dia jantando no restaurante Lelis Peixaria que é super tradicional de Cuiabá e eu recomendo DEMAIS! Comi o famoso rodízio de peixes (que inclui jacaré, arraia e outras iguarias) e bebi a caipirinha de caju, que é simplesmente divina. Não me lembro certinho do preço, mas eu acho que foi mais ou menos R$ 60,00 pelo rodízio (fora a bebida), e funciona como um rodízio de carnes, eles trazem os acompanhamentos na mesa e vão passando com as mais variadas receitas de peixes. Não é baratinho, mas eu AMEI a comida, comi horrores e sinto muita saudade, sem dúvida o melhor lugar que eu comi. Me parece que no almoço é mais caro, então deixe para ir no jantar. A caipirinha de caju é perfeita, provem!
       

      Foi no Lelis que eu comi pela primeira vez o Pirarucu e foi amor a primeira garfada. Gostei tanto que fui pesquisar e descobri que o pirarucu é um dos maiores peixes de águas doces fluviais do Brasil, podendo atingir mais de dois metros e pesar mais de 80 kg. Ele é tão saboroso que é conhecido como o "bacalhau amazônico". 
       Eu incluiria mais um dia em Cuiabá só para poder comer mais, ô culinária foda!
       
      Dica bônus:
      - Depois desse day tour em Cuiabá eu fui para Nobres e Chapada dos Guimarães, que terão um roteiro próprio. Mas no dia que eu voltei de Nobres eu tinha que passar novamente por Cuiabá para devolver o carro que aluguei (eu fui para a Chapada de ônibus), então eu aproveitei as poucas horinhas que tinha na capital e fui comer no restaurante Mahalo.
       * para entender porque eu fui para Nobres de carro e para a Chapada de ônibus acompanhe os próximos roteiros que vou publicar aqui e me segue no instagram @gocaracol que também vou contar tudo por lá.*
       Antes mesmo de chegar na cidade eu já tinha lido inúmeras recomendações do Mahalo e já tinha visto que ele estava a apenas meia quadra de distância do hostel. Assim como também li que era um restaurante super CARO. Essa foi a minha ÚNICA extravagância da viagem, eu realmente reservei um dinheiro a mais para poder comer nessa restaurante, porque sim, eu prefiro ficar em hostel com quarto misto para economizar uma graninha e poder gastar um pouco mais com comida.
      Bem, o Mahalo é realmente muito caro (MUITO!), mas é aquela comida que você come e nunca mais esquece, sabe? Salivo até hoje só de lembrar hahaha. O lugar é extremamente sofisticado e eu só tinha roupa de mochileira, mas fui assim mesmo. Botei um vestidinho simples (que estava todo amarrotado), meti uma rasteirinha no pé e fui. Pessoal que estava lá era muito chique, mas mesmo destoando da galera e estando sozinha eu não senti nenhum tratamento diferente, ao contrário, fui muito bem tratada. Eu acho que gastei mais ou menos R$ 150,00 com um prato principal, sobremesa e um drink. E olha, valeu a pena, faria de novo se pudesse hahaha.
       

       
      Dica bônus 2 (essa você vai amar):
       Depois da Chapada, para voltar para Curitiba, onde moro, eu tive que passar por Cuiabá novamente, por motivos de: é onde fica o aeroporto rs. Eu aproveitei que tinha mais algumas horas na cidade e resolvi dar um pulo num local que moradores de Cuiabá me indicaram:  São Gonçalo Beira Rio.
       São Gonçalo Beira Rio é basicamente uma comunidade ribeirinha que vive do turismo gastronômico e do artesanato. Está localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade. A Comunidade é reconhecida pela confecção de artesanatos em cerâmica, Viola-de-Cocho (símbolo de Cuiabá) e por preservar o folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri. Eu fui e não me arrependi.
       Lá há várias pequenas peixarias supersimples e que servem uma comida deliciosa, tendo o peixe como protagonista, claro, e a um preço BEM CAMARADA! Sim, aqui é o lugar para comer bem, comer muito e comer barato. É afastado do centro, mas eu garanto que vale a pena. Eu comi na Peixaria Barão e indico, mas o que os moradores me disseram é que todas as peixarias servem basicamente o mesmo cardápio pelo mesmo preço, a diferença é mínima, então qualquer uma deve ser boa.
       

       
       
       

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      Além da culinária delícia, ao final da rua das peixarias há a Casa dos Artesãos (outra, que não tem nada a ver com a do centro), uma associação da comunidade onde se vende artesanato, principalmente objetos de cerâmica, com barro extraído da encosta do Rio Cuiabá e feito de forma totalmente manual pelas mulheres da associação. Tem muita variedade, as peças são lindas e eu achei tudo muito barato – se você não quiser gastar tanto no Espaço do Artesão (aquele que fica Sesc no centro da cidade) aqui é uma boa pedida pra presentes e souvenirs, principalmente de cerâmica, mas lembre-se que você precisa de espaço na mala para armazenar as peças embaladas com jornal ou plástico bolha para não quebrar. Eu já estava com o mochilão completamente lotado, mas fiz o impossível para caber mais umas peças de cerâmica que eu trouxe para casa.
       

       
       
       

       
       

       
       
            
       
      Para terminar vou deixar aqui uma foto do folder que eu peguei lá no Museu da Caixa D'água que contém indicação desses lugares e outros mais:
       

       
      Encerro esse roteiro ressaltando que Cuiabá é linda e vale a pena ser visitada, o povo é muito hospitaleiro e a culinária é uma das melhores do Brasil. É uma pena que muitos prédios históricos estejam mal cuidados e/ou fechados para visitação e espero que as autoridades se conscientizem de manter esse patrimônio vivo e aberto ao público. Se puder fique dois dias inteiros só em Cuiabá, você poderá desfrutar de todas essas dicas gastronômicas e conhecer os pontos turísticos com mais calma e menos cansaço.
      Se você gostou desse relato, segue o perfil @gocaracol no instagram, porque lá eu conto mais sobre essa viagem e muitas outras.
      Eu não podia terminar esse relato sem colocar um vídeo que viralizou na época da Copa de 2014, que me passou pela cabeça durante toda a escrita desse roteiro e que tem tudo a ver com o contexto dessa viajante que vos escreve: alguém que saiu de Curitiba para Cuiabá!
       
      Pérola da internet brasileira 
       
       
      Tchaaauu!!
       
       
       
       

    • Por Bob Alves
      Sou novo aqui. Gostaria de saber lugares q aceitam Kombihome e que posso trabalhar para pagar hospedagem e alimentação se for o caso. Gosto de ir em praias, cachoeiras, Lagos.
      Caso queira ver, tenho canal no YouTube:
      'Seja Como For'
      Insta: @bobalves
       
      https://www.youtube.com/channel/UCo9rA0tPpmgPfC4SzOKPovQ

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