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Matsu

Caminho de Santiago de Compostela de Bicicleta

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Olá Matsu,

Primeiramente parabéns pelo seu feito.

Estou lendo seus comentários e quase que me tirou todas as dúvidas que eu tinha.

Vou fazer o Caminho em outubro deste ano (daqui a 3 meses), minha programação é iniciar o caminho dia 11/10, na noite anterior vou pernoitar em Roncesvalles. Meu vôo é GRU-Madri, estava inclinado a alugar uma bike lá no (www.bicigrino.com), mas nos ultimos dias tenho me convencido cada vez mais de levar minha própria bike, estou pesquisando opções de mala bike e estou pendendo para o modelo da Curtlo, agora quando li seu relato e verifiquei que vc utilizou este também, até me tranquilizou. Sobre alforges, estou vendo para adquirir os da Deuter (Rack Pack 48L) ou da Topeak (modelo Pannier Dry Bag), e o rack/bagageiro é o Super Tourist DX da Topeak.

Bom, me resta algumas dúvidas ainda, se vc puder contribuir agradeço imensamente!

1- Chegando em Madri, com o mala bike da curtlo, melhor jeito é tomar um vôo doméstico para Pamplona ou seguir de metrô para a estação de trem? Voce tocou direto de madri para Pamplona, ou dormiu uma noite em Madri e seguiu no dia seguinte?

2- Quando vc montou a bike, carregou consigo durante o caminho o mala bike dobrado? vi no site da Curtlo, pesa 3,3 kg dobrado e tem um volumEe considerável....

3- Suas roupas, sapatilha, capacete, etc...levou na bagagem de mão? ou despachou dentro dos alforges? Nesse caso, são 02 alforges, eles não tarifam por ser 2 volumes + o mala bike, totalizando 3 volumes? e tem as ferramentas, lubrificante....pra despachar, ou vc nao levou nada disso?

4- Num primeiro momento, pensei em viajar com uma mala normal de turista, com tudo dentro (inclusive os alforges vazios no fundo da mala), minhas roupas, sapatilha, etc...depois de montar a bike, dobrar o mala bike e colocar dentro dessa mala de viagem, com alguma outra coisa que eu não for usar no caminho, e daí ir numa agencia do correio local e despachar pra mim mesmo em Santiago, chegando lá retirar....foi o que li a respeito, vc fez algo similar ou não?

5- Por ultimo, chegando em Santiago, meu voo é a partir de Madri, similar ao que foi o seu, é tranquilo tomar o trem com a mala bike?

6- Pow, vc fez o caminho em 9 dias?? Encontrei um guia orientativo planificado por etapas, em 12 dias, e achei a primeira metade pesado (tem uma sequencia de 5 dias, que as distancias sugeridas são em torno de 76, 84, 91 km....), em 9 dias tu fez media de quase 90 km por dia, é isso mesmo? to pensando em fazer mais tranquilo, em torno de 12 ou 13 dias.....

Você tem Facebook? me adiciona lá Erlon R. Tomazetti Seg...

Abraço.

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Erlon,havia respondido ontem, mas não sei pq não foi postado....bom vou tentar responder de novo....

Vc viu meu outro relato: Dicas para o caminho de santiago.... ? neste mesmo forum.

Sim, minha malabike é da Curtlo...se quiser te vendo a 50%!. Ele é pesado e volumoso. O bagageiro a Topeak é otimo, evite uns modelos (TranzX) que tem os tubos curvos, esses quebram fácil com o peso e vibração. Os fabricantes que vc citou são tops, então nao precisam muitos comentários.

1- Eu comprei passagem na Iberia direto. Saindo de Guarulhos e destino final em Pamplona com conexão em Madrid. Assim, fiz imigração em Madrid e a malabike seguiu direto para Pamplona. Não é fácil carregar a malabike e dois alforges para ir para a rodoviaria ou estaçao de trem....é possivel.

Então nem pesquisei passagem em outra compainha aérea.

2- Não, quando cheguei no aeroporto de Pamplona já tirei a mala bike....joguei tudo dentro do porta-malas do taxi e fomos ao correio, lá despachei a malabike e minha roupa de viagem (havia trocado no aeroporto). Depois fomos a Roncesvalles, lá que montei a bike. Confesso que o taxista foi muito legal e paciente comigo, aliás os taxistas na Espanha são muito educados e porisso são respeitados pelos usuarios e outros motoristas.

3- Sapatilha? Olha, eu recomendo usar bota de montanhismo, com pedal convencional pq tem longos trechos para empurrar a bike, se optar fazer pela mesma rota dos peregrinos (a outra opção é fazer pela estrada (carreteras). Despachei a malabike e um alforge com ferramentas/lubrificante/peças, ou seja tudo que era de metal e proibido de ir como mala de mão; o outro alforge levei como mala de mão a bordo, com itens permitidos.

4- eu não sei se pode postar a mala, por exemplo a minha malabike daria para postar do jeito que estava, mas o agente do correios colocou numa caixa propria deles (tipo o nosso SEDEX). As vezes entendo que eles precisam que sejam na caixa para poder encaixar certinho no containter/caminhão.

5- voltei de onibus pq estava mais perto da rodoviaria, cada onibus transporta até 4 bikes, entao precisa avisar com antecedencia para ver se tem vaga naquele horario/onibus e pagar um taxa (suplemento +/- 8euros). Fiquei em Madrid por mais uma semana, então na rodoviaria mesmo em Madrid montei a bike novamente e fui passear pela cidade de bike. Como eu já conhecia bem Madrid foi muito divertido andar de bike pelo pontos turisticos.

6- sim foram em 9, daria para fazer em 8, pq no ultimo dia parei a 20km de Santiago. Forcei a barra nos dois dias anteriores, subindo a Cruz de Ferro e o Cebreiro no mesmo dia e depois 146km no dia seguinte. Havia dormido mal no Cebreiro, muita umidade, maquina de secar roupa quebrada, e comecei o dia com roupa molhada. Então a parada a 20km em Pedrouza foi merecida. Estava em Astorga na sexta-feira, então vi a possibilidade de chegar em Santiago no Domingo, porisso que fiz essa mundança nos planos.

Obs. vc vai já a segunda quinzena de Outubro, vai estar mais frio, vá previnido.

Olha as dicas!! :

dicas-para-o-caminho-de-santiago-de-compostela-de-bicicleta-t64306.html

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Olá Matsu,

Obrigado pela rápida resposta, seus comentários são valiosos!

Sim, após eu enviar a mensagem abaixo neste tópico, eu encontrei o outro tópico seu (Dicas do Caminho), o qual lendo ele, sanei várias das dúvidas.

Vou complementar seguindo a mesma numeração abaixo.

1- Realmente a sua logistica foi perfeita, escolhendo esse vôo da Ibéria para Pamplona com conexão em Madri, várias vantagens, a conexão é garantida e só pegou a bike em Pamplona. Não terei essa mesma opção, visto que eu já tenho um bilhete em aberto da Alitália, o qual eu iria para Roma em maio e não pude ir, então remarquei ele GRU-Madri, com conexão em Roma, só vou tirar a bike em Madri. Mas é aí que os problemas começam.....o transtorno de ir de onibus ou trem para Pamplona, estou procurando outros relatos, e são bem complicados, teve um caso que iam de trem, mas chegando na estação a RENFE não permitiu o embarque da bike, tiveram que ir para a rodoviaria....ou seja, informações desencontradas, estou pensando num vôo doméstico MADRI-PAMPLONA, mas daí a conexão não é garantida, se meu vôo internacional atrasar, já que tem conexão em Roma (pode acontecer), e no vôo doméstico tem outra negociação no despacho da bike, já que é um "novo" vôo....

2- Ok, entendi.

3- Ok, entendi, sou acostumado a usar sapatilha, inclusive em trechos montanhosos, minha sapatilha é bem confortável, já empurrei minha bike várias vezes morro acima calçando ela, não sou acostumado a usar bota de montanhismo, então nessas horas não vou inventar moda, que pode ser até pior, hehehe, vc só levou um chinelo a mais? nenhum tenis pra usar à noite, etc...? Sei, tenis ocupa volume no alforge...

4- Ok, entendi. Sobre o fato de despachar a mala, realmente via correio acho que não rola, mas encontrei uma empresa que aluga bike e vende outros serviçõs, tais como "transporte de maletas de viaje", vc paga pelo pay-pal, faz o pedido, dizendo onde vc quer que eles recolham sua mala e eles te entregam em Santiago, nesse caso pode ser em Roncesvalles, nesse caso dá pra levar os alforges vazios e tudo o resto dentro dessa mala e despachar no aviao, depois em Roncesvalles, joga tudo que nao vou usar no caminho, e entrego pra eles, retirando em Santiago (custo 30 euros). Gostei dessa opção.

5- Ok, entendi, de onibus. Preciso ver se de trem eles levam a bike ou não. Tambem vou ficar uns dias em Madri antes de embarcar de volta para o BR.

6- Show, vc pegou pesado, altas quilometragem por dia, parabéns, mandou bem!!

Pois é, minha idéia era ir em Setembro (mais calor), mas os preços da minha remarcação ficavam abusivos pra Setembro, já em outubro praticamente não terei diferença tarifária do meu bilhete emitido em maio p/ Roma, vou reitinerar ele pra Madri sem quase nada de diferença.

Sim, outubro é mais frio, estou acostumado a pedalar no frio, moro no oeste de SC, aqui faz muito frio no inverno...vc também foi em outubro né? o que é ruim é chuva, parece que na primavera (abr-mai) chove mais por lá do que no outono...

Vamos nos falando.

Uma última questão: O mala bike vc comprou novo e só utilizou nessa viagem? está em boas condições, sem nenhum rasgo, etc...poderia me enviar algumas fotos dele? [email protected]

Neste modelo da Curtlo, a roda traseira não precisa ser tirada do local né? ela fica fixa normal....é isso? você deixou o bagageiro montado nela também dentro do mala bike?

Abraço!

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1- Erlon, se vc pretende ficar umas noites em Madrid antes de ir pra Pamplona, no Aerporto tem guarda-volume (Consigna) onde vc pode deixar a mala-bike por 6euros mais ou menos o dia. Eu utilizei para deixar os alforges. Assim, vc pode ir nas estaçoes e ver as opões de transporte para Pamplona sem carregar tudo com vc. Chegando em Madrid, compre o bilhete de metro “abono turistico” que é por dia, tem opçoes de dias (até 7) esse bilhete te dá direito a pegar metro/onibus e até o onibus para Toledo (vale a pena visitar), além de não pagar um bilhete extra toda vez q vc voltar para o aeroporto sem limite de uso em todos os casos, mas não esqueça de preencher o numero do passaporte atrás, se um fiscal te pára e o bilhete estiver em branco....multa. Para ir a Pamplona, nos 3 casos (onibus, trem, voo), pergunte se há tarifa extra para o transporte de malabike, as vezes supera o total do valor do onibus por exemplo.

2- O taxi de Pamplona, Correio (taximetro aberto) e Roncesvalles foram 64euros. Não estranhe q no meio do caminho o taxista vai mudando a bandeira, ele não está dando nó, são zonas com tarifas diferentes...rs.

3- Eu fui de bota e levei chinelo apenas. Minha bota era da Timberland prova dagua, nos dias de chuva era unica coisa que deixava seco: meus pés!

4- Sim, vi esse serviço mas eu nao utilizei, todo albergue tem o contato. Principalmente os q estão a pé usam num dia mais pesado ou longo. Assim, só vão com uma mochila daypack.

5- Entao, de trem vc precisa ir de leito (trem convencional)...acho q tem trem de alta velocidade (trem-bala) se tiver pra Pamplona, pela duração da viagem não tem leito, logo não deixam embarcar com bike, pq nao tem espaço para carregar.

6- Fiz na primeira quinzena de outubro, peguei chuva em Estella, Astorga e no Cebreiro, indo pra Muxia tbm peguei chuva. Ficava feliz pq pelo menos meus pés estavam secos e quentes....e tentava esquecer do resto do corpo que estava tremendo de frio!! Tentei usar capa, mas acabei suando...logo estava mais molhado por dentro do que fora da capa.

Usei apenas uma vez a malabike, mas vi que arrastaram a mala ao invés de carregar então tem marca....inevitável quando se despacha qqr coisa no aeroporto. Vou te mandar fotos em PVT. Na ida foi td bonitinho....gancheira removida envolvida em plastico bolha, etc. As duas rodas (fora do local) amarradas no centro da bike e protegendo os raios, etc. De Santiago a Madrid (viagem de onibus), só desmontei a roda dianteira. De Madrid a Guarulhos, removi a roda dianteira , bagageiro e guidon. Foi dado um giro de 180graus no bagageiro e prendi com silvertape. Assim, pelo menos a mala ficava de pé. Abs.

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Matsu, muito obrigada pelo seu relato. Ele foi uma inspiração quando finalmente decidimos fazer o caminho. Hoje olhando novamente tuas fotos, consigo lembrar de toda a paisagem em volta! Parabéns pelo feito e obrigada por ter dividido com a gente!

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Bom dia , 

Meu amigo, estou saindo dia 13/08, Gostaria de saber como foi o transporte das bikes do Aeroporto de Madrid ate Pamplona, e de Pamplona ate SJPDP, pensei em trem, mas a Rail Europe não me retornou com as perguntas. minha duvida maior são essas, das dificuldades enfrentadas, pois farei o caminho com minha esposa, e estou reservando 18 dias, de Madrid vou para Istambul e gostaria de saber onde poderia deixar as Bikes. Sugestão.

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Olá Casimiro, se vc ler o tópico (não apenas o relato inicial de Matsu, mas também as perguntas e principalmente as respostas que vieram depois) vai encontrar a resposta para as suas dúvidas. Segundo Matsu: foi de avião até P, taxi até R, pedal até SJPP. E a sugestão de onde guardar a bike foi consigna no aeroporto. Mas há outras dicas então vale a pena ler todas as mensagens do autor. E seguir o link que ele deixou para outro tópico onde escreveu várias de dicas sobre equipamentos, vale a pena também.

Nunca comprei nada da raileurope mas acredito que seja apenas uma intermediária de passagens, acho pouco provável que te respondam sobre bicicleta. Aliás evite comprar da raileurope e pagar taxas extras - compre passagens direto das empresas de cada país, no caso da Espanha é a RENFE.

As regras de transporte de bike no site da RENFE: http://www.renfe.com/GA/viajeros/info/bicicletas.html

Basicamente dá pra levar a bici em todos os trens, mas se tem que desmontar ou não (e usar sacola de bici) depende do trem. Artigo explicando como encontrar os trens da RENFE que aceitam bicicleta sem ter que desmontá-las: https://conalforjas.com/transportar-bicicleta-tren/

Boas pesquisas e boas pedaladas! ::otemo::

 

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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