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OLÁ OLÁ OLÁ!

Fizemos essa viagem em 2016, entretanto os preços de passagem foram as coisas que mais alteraram - e hospedagem claro é por conta de cada um - então é mais pra vê como chega de forma mais barata (há os transfers, mas é aquilo, aqui é low cost sempre que der kkk).

p.s: as fotos são minhas mesmo, se na época que o meu celular já não era essas coisa as fotos ficaram assim, imagina pras câmera hoje em dia? rsrs

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SÁBADO

1- METRÔ

Como nossa casa fica próxima a estação de metrô seguimos para ela e fomos sentido estação Joana Bezerra. Chegando na JB saímos do trem e cruzamos a plataforma para pegar a linha Sul; demorou cerca de 5 minutos para o próximo metrô chegar, mas quando chegou tivemos a sorte de irmos sentados.

Seguimos da Joana Bezerra até a estação Aeroporto onde descemos e, seguindo a multidão chegamos até quase a integração de ônibus, mas antes de chegar até lá há algumas placas de papel, bem simples - então é bom ficar atentos - que indicam a ENORME passarela que liga a estação aeroporto ATÉ o Aeroporto de Recife, seguimos por ela até chegarmos dentro do aeroporto.

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2- ÔNIBUS

Uma vez dentro do aeroporto percebemos que estávamos no segundo andar, o que é normal, haja vista a altura da passarela, por dentro mesmo do aeroporto entramos pela plataforma -H alguma coisa- e fomos em direção ás escadas e descemos até alcançarmos o térreo.

Quando chegamos no térreo ficamos um pouco perdidos - confesso - pois nunca tínhamos andado por ali, mas quando saímos no portão seguimos em direção a uns bancos que ficam entre as duas pistas dentro do aeroporto (a pista mais interna por onde circulam os carros e táxis ,e a mais externa, por onde passam os ônibus) e, chegando mais perto percebemos a placa que informava qual ônibus passava por ali: 195 Opcional - Porto de Galinhas (atualização: o preço mais atualizado da passagem vai encontrar fácil no link no final do post), MAS pela verba ser minúscula optamos - desde antes nas pesquisas, pois já sabíamos desse ônibus mais caro- pelo ônibus mais barato, mas eis que surge o medo pois nas placas não conta ele, mas não se assustem, ele passa sim e o ônibus que pegamos - o que demorou uns 10 minutos para chegar - foi o 191 Recife - Porto de Galinhas (Nossa Senhora do Ó), então ficam ai duas opções de ônibus: para quem quiser ir no maior conforto, pois o opcional conta com ar condicionado e faz um percurso mais curto, ou quem está mais apertado mas não quer deixar de curtir a viagem.

Ao subirmos no ônibus uma chateação: ele estava lotado, portanto seguimos em pé mais ou menos até Ipojuca, onde surgiu a primeira vaga pois as pessoas começavam a descer. O ônibus estava cheio porque ele vai pegando passageiros ao longo do trajeto que faz saindo do Cais de Santa Rita - no centro de Recife -, passando pela Av. Sul, chegando na Mascarenhas de Morais, até chegar onde estávamos. Mas já sabíamos dos riscos e metrô ainda era nossa melhor opção.Y-0ekYZPCEqEJwsMcSU_1mxcCqoP2cm2Rht8K7M_4PV3lmDAY0L4qpFbzS96Rhme5jmjzzMhfnXCUOPQ0qJtjIlgVOgGHkIdGPaqk4-8Z3Z1dC_H5QI_6v5emWCcreWJuRhxL7Ab cs7GNekyC8vDgu9h70TNEhwO0YTdNZfQ-1usEMMEFsjDLEdKdflsjz3eeRlvQl4CpVHlp69KVqU4inFSsdq-tCCNHXf2D0xKni56QMtdPbD06uPpCSGWIxl6-FE9iYsSTzAk0xcl

 

3- CHEGADA
 
Depois de 2 horas e 10 minutos de viagem (saímos de ksa às 10:30, chegamos em Porto de Galinhas ás 12:40), pra quem vai se hospedar mais perto do centro é melhor descer quando todo mundo desce, que é praticamente na entrada de Porto, nós descemos do ônibus - fica aqui a observação que nossa pousada ficava mais pra dentro de Porto - mas antes perguntamos ao motorista se ele faria a volta na rotatória e ele nos confirmou o que nos fez descer apenas na rotatória o que poupou caminhada com peso e sol de rachar.
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4- POUSADA


Como dá para ver na imagem acima a nossa pousada fica logo após o giradouro, é a Porto Backpackers, compramos nossa estadia de duas noites pelo booking e, embora tenhamos avisado que chegaríamos num horário mais tarde, acabamos chegando mais cedo que o previsto e, mesmo assim, não foi empecilho. (atualização: não sei se ela ainda funciona, entretanto não esqueçam de na hora de buscar pousada em porto, olhar o endereço e ver onde fica, se fica perto da praia, da avenida e etc)

No quarto havia frigobar e microondas que foi uma verdadeira mão na roda e que fez com que nós gastássemos menos ainda o que imaginávamos, assim, quando forem se hospedar - me arrisco a dizer até em todo lugar- opte por um lugar com microondas e frigobar ou cozinha comunitária, vai salvar teu bolso para passeios e outras coisas.

De frente a pousada tem um supermercado, mas ele não é tão barato e bacana quanto o que fica quase na entrada da Rua Esperança (a rua que adentra para Porto ), fizemos uma compra de 50,00 que nos rendeu o almoço, a janta e  ainda o café da manhã do dia seguinte.

 

5- A CIDADE DE DIA

Como tínhamos pouco tempo e queríamos conhecer o máximo de coisa que desse, almoçamos e depois saímos em rumo ao centrinho, que não é difícil de encontrar uma vez que é só seguir reto pela Rua Esperança e depois pelas ruas de paralelepípedo, não há errada.

A partir dali já começa a ter coisas que você pode aproveitar, as fotos no rosto de galinha, banquinhos, de tudo um pouco para você guardar suas memórias, aí fica a seu critério, inclusive há pessoas oferecendo almoços nos self services que nós não fizemos porque já tínhamos almoçado na pousada mesmo, dali fomos andando sentido praia para ver como estava o mar e, devo dizer, estava belíssimo.

Para terminar o primeiro dia, tomamos um açaí (numa lanchonete perto do deck, quase de frente à entrada de uma pousada, só seguir pelo lado da subway que encontra) que saiu por uns R$7,00 (na época) o pequeno pois não aguentamos comer uma quantidade maior. Após, voltamos para o hostel e ficamos por lá até o outro dia pois o sábado foi muito puxado, mas deu pra ter fotos incríveis.

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DOMINGO
 
1- A PRAIA E A CIDADE

Depois de descansar e tomarmos nosso café da manhã que havíamos comprado no dia anterior saímos umas 09:30 da pousada e fomos em direção à praia. O mar estava absolutamente belo e também a cidade cheia de turistas. Uma coisa que nos impressionou foi a quantidade de estrangeiros que estavam na cidade nessa época do ano, mas foi mais como uma surpresa mesmo.

Lembram que eu disse que essa época no nordeste é época de chuva? Pois é, neste dia, em específico, o dia amanheceu bem nublado, mas a medida que o dia foi passando e foi chegando perto das 11:00 o céu já estava de um azul lindo, um vento com cara de verão - apesar de inverno - e um calor muito convidativo para praia.

Antes de chegarmos mesmo às areias da praia, mesmo, demos uma volta pelo deck e redondezas pois, no dia anterior, estávamos cansados e não conseguimos curtir tudo, então passamos pelas galerias que ficam próximas ao deck - a que tiramos foto é linda e muito fofa, mas há várias outras que dá para conhecer e ficam na mesma imediação - além de passarmos pelo famoso letreiro que, diga-se, foi muito difícil conseguir uma foto sozinhos com o mesmo devido a quantidade de gente, mas nada como esperar o momento certo e estar preparado para quando ele chegar.

Depois de passear pela orla seguimos em direção a praia, onde só ficamos relaxando, tomando um sol - que ainda estava entre nuvens a essa hora - esperando que o céu ficasse azul mesmo e encontramos uma barraquinha de lanches, havia vários tipos de lanches mas optamos pela opção nada saudável de salgadinhos e pipoca - viagem tem dessas coisas também - mas havia caldo de cana que foi o ápice do lanche. Não deixem de experimentar caldo de cana na praia, dá uma refrescada revigorante (mas se você for diabético CUIDADO caldo de cana é bem açucarado, eu por exemplo se como caldo de cana com pastel passo mal mesmo).

Quando já estávamos ficando sonolentos e um pouco queimados demais decidimos voltar para a pousada e descansar, almoçar, essas coisas.

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2- A NOITE

Acabamos cochilando e só viemos acordar quase 18:00, já que havíamos dormido tanto decidimos por conhecer Porto á noite já que o local onde estávamos era movimentado e o dono da pousada tinha afirmado que era seguro fomos andando pelo mesmo caminho do dia.

Percebemos, já de cara, a quantidade de turistas e de bares abertos a noite que não estavam de dia, e isso foi uma surpresa muito agradável, primeiro pela segurança depois por poder sentir o movimento da cidade, isso sempre é muito bacana. Antes de chegar ao deck, porém, há uma rua chamada Rua dos Navegantes, continuação da Rua Esperança que, se seguir por ela pelo lado direito - lado de quem chega até o deck - um pouco a frente vai se deparar com uma praça que possui feira de artesanatos que é uma graça.

Para além dos artesanatos (que encontramos a partir de R$ 3,00 na época) há brinquedos para as crianças e internet wi-fi (pelo menos havia, hoje ja nao sei nem se precisa), mesmo que com sinal congestionado, mas ainda conseguiu funcionar. Lá compramos dois ‘’bisqüis’’ - não sei como se chama na sua região, mas aqui são bonequinhos parecidos com massa de modelar só que ficam durinhos, há fotos abaixo =D  - que são imãs de geladeira e são uma graça. Lá tiramos umas fotos bem turistas com as placas engraçadas, as galinhas, as paredes, aquela turistada básica.

Lá vem a militante: TURISTEM NO ESTADO DE VOCÊS, NO SEU PAÍS! Tem tanta coisa linda por aqui e por aí.

De lá, demos a volta seguindo adiante pela rua, passando por um restaurante bem bonito, virando a esquerda e depois a esquerda novamente até chegar ao final da rua que dá para o deck, foi basicamente um círculo que fizemos -rsrsrs-  quando chegamos ao deck tiramos mais fotos turistas (aquela tentativa de close certo, sabe?) e nos sentamos nos banquinhos próximo ao restaurante Itaoca, onde tocava música ao vivo e ficamos a curtir a noite, olhar o movimento, e agradecer cada minutos que ali estávamos.

Passado esse tempo seguimos em direção a pousada onde passaríamos a última noite antes de voltar para Recife.

 

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SEGUNDA
 
1- ANTES DA VOLTA


Nosso último dia em Porto, por enquanto, foi bem tranquilo. Arrumamos as malas quando chegamos da cidade de noite depois de jantar, já para não nos preocuparmos no outro dia em acordar tão cedo, mas mesmo assim acordamos umas 09:00 para poder aproveitar melhor o restinho de dia que ainda sobrava, então tomamos café (fizemos uma compra extra no supermercado da frente, o Arco-Mix, mas não ultrapassou 20,00 e ainda sobrou um hambúrguer de café da manhã.

O dono da pousada, muito bacana e muito prestativo, nos disse que em virtude do quarto não está programado para mais ninguém que poderíamos ficar até o fim da tarde se quiséssemos, o que foi uma notícia muito boa mas, infelizmente, teríamos de voltar cedo por causa do congestionamento e transporte na chegada á Recife. Por isso, decidimos ir conhecer uma das coisas que Porto tem que eu acho muito bem bolado, as famosas praças.

Essas praças são praças mesmo hehehe, onde ao redor se localizam pousadas e hosteis e muitas casas, fomos conhecer uma que ficava perto da pousada, seguindo até a rotatória em direção á maracaípe há uma rua (Da Posteação, é o nome dela) a esquerda de quem vai e a direita de quem vem, que entrando nela já vai, logo a frente, avistar a praça 19. Nessa praça há uns banquinhos embaixo de sombras deliciosas de árvores onde achamos um sinal de wi-fi aberto (pois é, acontece), mas no geral é um lugar pra ficar contemplando e curtindo e foi o que fizemos.

Voltamos para a pousada (mesmo caminho da ida, mega fácil), tomamos água e decidimos ir conhecer a última coisa que não havíamos conhecido, uma lagoa gigante que ficava a poucos metros de distância de nossa hospedagem. A lagoa engloba uma área enorme da cidade de Porto de Galinhas e achei que valia a pena conhecer nem que fosse só pela margem, daí saímos da pousada e seguimos reto na direção oposta que nos leva para o centro e, a medida que fomos chegando, só nos foi encantando. Só não ficamos mais encantados por que não conseguiríamos um passeio por ela, mas vê-la já é algo incrível.

Depois da praça e da lagoa fizemos nosso caminho de volta para a pousada onde almoçamos e nos preparamos para ir embora, como já disse, embora tivéssemos tempo achamos melhor voltar mais cedo mesmo, pois a estrada seria longa.

 

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2- A VOLTA


Usando o aplicativo CittaMobi (indico completamente para usar em Recife e adjacências) vimos que nosso ônibus sairia às 12:40 então, quando o relógio bateu 12:30 nos despedimos do dono da pousada e seguimos para a parada de ônibus. Diferente da ida nós não pegamos o ônibus no lugar que descemos pois, soubemos, que dali ele partiria para o terminal e não faria a volta então andamos, com malas e no sol, para próximo ao mercado onde fizemos a compra de nossas refeições (o mercado que fica no sentido da praia, não o de frente da pousada), que logo a frente se encontrava a parada de ônibus.

Como esperado ele chegou e subimos nele, onde pagamos a passagem (pegamos o promocional então foi o mais barato na volta também) e sentamos nas cadeiras (pegamos no local certo pois o ônibus estava vazio) para voltar ao Recife. Antes de sair de Porto o ônibus ainda para de frente à Delegacia, onde é uma parada de ônibus mais conhecida dele e, lá, há a opção de pegar o transporte que tem ar condicionado (fica a dica).

Levamos duas malas e foram suficientes para passar o fim de semana, mas isso vai depender do seu perfil de levar roupas, como priorizamos roupas leves e poucas malas para facilitar as caminhadas duas nos bastaram.

Chegando em Recife, descemos na parada que fica de frente ao Aeroporto, não tem errada.

 

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Obrigada pela leitura e, até a próxima!

 

 
___________________________________________________________________________
 
Links úteis
 
Tábua de Marés:
 
CittaMobi:
 
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    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Duda Klaus
      Ano passado fui para Manaus, passei 3 dias na selva amazônica e depois aluguei um carro e fui até Presidente Figueiredo. Foi uma das melhores viagens que fiz na vida!
      Foi no início de julho, ou seja, período de cheia.
      Fiquei hospedada no Local Hostel e gostei bastante. A localização é excelente e eu acho que aquela área do largo de São Sebastião (onde fica o Teatro Amazonas) é a melhor para se hospedar. No primeiro dia em Manaus fui conhecer o famoso Tambaqui de Banda, no restaurante de mesmo nome, que fica no Largo de São Sebastião. No dia seguinte fui com a Iguana Tour fazer o passeio na selva, que durou 3 dias e duas noites. Ficamos hospedados no Juma Lake Inn na primeira noite e, na segunda noite, montamos um acampamento no meio da mata. Os passeios durante esses 3 dias incluiam: focagem de jacarés, acordar cedo para ver o nascer do sol, passeio pela mata, visita à casa de caboclos...tudo isso acompanhados de um guia que explicava tudo. Foi perfeito! Ah, e detalhe: lá não pega internet. Ótima opção para se desligar do mundo. Fiquei em um quarto compartilhado, mas há a opção de ficar em quartos privativos com banheiro. O passeio todo com todas as refeições ficou por R$600.
      Chegando em Manaus, dei uma volta pelo centro e conheci o Mercado Adolpho Lisboa e o porto. Fui até o MUSA e achei bem legal, o interessante é que muita coisa do que eu vi ali, vi enquanto estava na mata, mas valeu a pena.
      Fiz essa viagem com uma amiga e conhecemos mais duas mulheres massa e nós 4 alugamos um carro para irmos à Presidente Figueiredo. Ficamos no Local Hostel Figueiredo. Nos programamos para ficar uma noite e dis dias completos, mas se arrependimento matasse...era para termos ficado pelo menos uns 4 dias! Fomos na Gruta da Judeia e Caverna Refúgio do Maroaga (obrigatório contratar um guia, na entrada do local, pelo valor de R$100 para até 4 pessoas)- imperdível!. Na Lagoa Azul (foi legal), cachoeira Asframa (muito cheia de gente por ser de fácil acesso, então há uma grande concentração de famílias com crianças, então passamos pouco tempo). Fomos na cachoeira de Iracema (muito legal e com áreas profundas para mergulho) e seguimos por uma trilha até a cachoeira das Araras (linda também!). Fomos também no que chegou a ser a minha cachoeira preferida...a do Santuário (surreal a energia do lugar!). Adicionaria mais um dia para a Cachoeira da Neblina (que fiquei triste por não ter dado tempo de ir. São horas de trilhas e, segundo os locais, é a mais bonita da região. Fica para a próxima!) e mais outro para conhecer outras 2. Opções não faltam!

      Voltando para Manaus, fiz a visita guiada no Teatro Amazonas e achei muito interessante. Na primeira noite já tinha entrado nele, pois fui assistir à uma peça (a maioria das atrações são gratuitas. Consulte a programação antes!) .
      Fui até o porto de Manaus e consegui um Day Tour, só eu e minha amiga, por R$150 cada (R$300 total). As agências de turismo cobram R$200-R$250 por pessoa. O barqueiro recebeu R$150 e o cara que fechamos ficou com a outra metade. Ou seja, dá pra entrar no porto, pagar a taxa de entrada, de R$5, e negociar diretamente com o barqueiro lá. Obviamente, você não vai ter uma agência de turismo por trás, então é por sua conta e risco. Tivemos a vantagem de irmos para onde queríamos ir. Achei a ida à tribo indígena uma coisa meio que "feita para turista". Achei interessante o fato de muitos indígenas não falarem português e utilizarem idiomas próprios. Nadei com os botos, mas atenção: existem dois lugares que fazem esse mergulho com os botos. Um fica mais distante do porto  e é certo que os botos aparecerão. O outro lugar fica perto do porto e nem sempre aparecem. Fomos para esse segundo e demos sorte! Fomos também em uma casa de uma família que tem um bicho preguiça e sempre foi meu sonho segurar um. Achei estranho quando perguntei onde ele ficava e a mulher disse que ele ficava solto, aí quando eu perguntei mais informações ela mudou de assunto e fez como se não entendesse...fiquei pensando depois que ele deve ficar preso. Triste demais isso e fiquei com peso na consciência de ter, de certa forma, colaborado com isso. 
      No último dia em Manaus fui com a galera do Hostel para Ponta Negra. Fomos até a Marina do Davi e pegamos um barco para um flutuante muito legal. Foi uma bela de uma despedida ver o por do sol no rio, tomando umas cervejas com uma galera massa!

      No final, ficou assim:
      dia 01 - chegada em Manaus
      dia 02 - Passeio na Selva 
      dia 03 - Passeio na Selva 
      dia 04 - Passeio na Selva  e retorno à Manaus 
      dia 05 - Dia em Manaus 
      dia 06 - Presidente Figueiredo 
      dia 07 - Presidente Figueiredo e volta para Manaus 
      dia 08 - Manaus 
      dia 09 - Manaus 
      dia 10 - volta pra casa
       
      Bom, é isso! A viagem foi feita em Julho de 2019 e gastei algo em torno de R$1500, para passar 10 dias, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios. 
      Se quiserem ver fotos e vídeos, mostrando detalhadamente cada coisa, vejam lá o destaque "Amazonas" no meu instagram: @dudaklaus
    • Por Carol Magnoni
      ROTEIRO CUIABÁ 1 OU 2 DIAS
       
      Oi pessoal! Eu sou a Carol, moro em Curitiba e fiz uma viagem sozinha pelo Mato Grosso em dezembro de 2019. Uma das cidades que visitei foi Cuiabá. Quando estava pesquisando eu senti que havia pouco conteúdo detalhado na internet sobre a capital do Mato Grosso, por isso resolvi escrever esse relato para vocês. Qualquer dúvida estou à disposição. 
       
      Antes da viagem:
      - No Google Maps, baixar mapa offline de Cuiabá – eu sempre faço isso, ainda que eu vá ter internet móvel no local, porque é sempre bom garantir que você não vai ficar perdido.
       
      Dia 19/12
       - Voo Curitiba – São Paulo 20h30
      - Pernoitar no airbnb próximo ao aeroporto de Congonhas -> eu tentei dormir no próprio aeroporto, como sempre faço em conexões longas, mas o que eu não sabia é que Congonhas fecha por volta das 23h e ninguém pode dormir lá dentro, então tive que arrumar um lugar barato nas redondezas para pernoitar, já que a minha conexão era de mais de dez horas e durante a madrugada.
       
      Dia 20/12
      - Voo São Paulo – Cuiabá 07h00 – chegada 8h10
      - Dom Bosco Hostel - Rua Candido Mariano nº 1390 – Booking – R$ 95,40 para duas diárias
       O Dom Bosco Hostel, é aquele famoso bom, bonito e barato - > fica super bem localizado, é um prédio novo, tem ar-condicionado (e isso é muito importante para Cuiabá), a dona, Maria Goreti, é também quem administra o local e um amor de pessoa, tudo limpinho e arrumadinho. O café da manhã é cobrado a parte, oito reais, mas é muito caprichado e os quitutes da Maria são deliciosos.
       
      WALKING TOUR PELO CENTRO DE CUIABÁ
       Se você acordar bem cedinho e tiver bastante pique para andar, dá para fazer tudo num dia só, mas lembre-se que Cuiabá é MUITO QUENTE, então não esqueça de passar protetor solar, de se hidratar e fazer pausas para descanso. Uma alimentação mais leve também ajuda. Se preferir divida esse roteiro em dois dias.
      Eu criei um mapa no My Maps do Google com os pontos turísticos que eu me interessei em Cuiabá e também com os restaurantes legais, segue o link: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1wn8ztei8eDJHis9Kw9UyxoB42Trlhq-3&usp=sharing
      A ordem dos lugares nesse roteiro está respeitando uma lógica para quem vai fazer o itinerário a pé.  
      - Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – é uma igreja bem antiga em estilo colonial; é um bom ponto para o início do tour pelo centro histórico:


       
      Como vocês vão perceber ao longo desse relato, eu não tive muita sorte no dia que tirei para conhecer Cuiabá, não sei bem porque, talvez por ter sido muito próximo do Natal, grande dos lugares que eu pretendia visitar estavam fechados 😔. E foi o caso dessa igreja. Eu vi fotos do interior dela na internet e parecia bem bonito, mas infelizmente estava fechada.  
       
      - Museus de Imagem e Som - MISC – fica no coração do centro histórico e eu achei muito interessante:

       
      - Centro Histórico (Rua Cândido Mariano e redondezas) – concentração de prédios históricos:

       
       
                    
       
      - Catedral Metropolitana Bom Jesus de Cuiabá – tem uma arquitetura bem diferentona. Confesso que só entrei para desfrutar de um pouco de frescor e de descanso nos bancos da igreja, não é fácil fazer uma caminhada no sol a pino de dezembro cuiabano meus amigos.
       
      Do lado da Catedral há uma feirinha de rua com coisas muito gostosas e ao redor dela estão as Praça Alencastro e Praça da República, importantes praças que abrigam os principais prédios públicos históricos. Essa região é o centrão da cidade, bem vuco-vuco de pessoas e comércio. Foi um pouco estranho porque eu estava claramente turistando e tirando fotos, muito destoante do pessoal que estava trabalhando ali.
       
               
       
      - Palácio da Instrução – muito próximo da Catedral há um prédio tombado que abriga exposições de artes e a Biblioteca Pública Estadual, mas estava em reforma e não pude entrar 😑. Acredito que deve valer muito a pena conhecer por dentro.
       

       
      - Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – conhecida com a “Notre Dame” Cuiabana, é uma linda igreja que fica no alto de um morro. Ela é vista de várias partes da cidade.
       

       
         
       
      - Centro Geodésico – para quem não sabe, Cuiabá é o centro geodésico da América do Sul, o que significa que é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (obrigada google), no "Coração da América do Sul", como já dizia Caetano Veloso na música "Um Índio". Na cidade há um marco indicando onde seria exatamente esse ponto. Eu não achei nada demais, é uma praça simples com um marco representativo, visitei só pela curiosidade e porque já estava perto. 
      Na Chapada dos Guimarães também existe um marco para esse centro geodésico e já li que as cidades disputam esse "título". Eu não sei em qual das duas fica "o verdadeiro" centro geodésico, o fato é que as duas cidades ficam bem próximas, então em qualquer delas que você estiver pode ter certeza que está sim bem "no meio" do nosso sub-continente.  

       
      O legal de turistar a pé é que no caminho você encontra agradáveis surpresas, como essa ruelinha gracinha:
       

       
      - Museu da Caixa D’água – é um museu bem pequeno, mas que vale a pena a visita. Construído no séc. 19 o Morro da Caixa D'água por mais de 140 anos foi o único reservatório da cidade. Durante esse período a estrutura recebia água diretamente do Rio Cuiabá e distribuía para as bicas espalhadas em vários pontos da cidade. Além de objetos históricos o museu abriga um acervo artístico e conta um pouco sobre a história da cidade. Além disso, ele fica numa praça bem agradável e arborizada (mais um bom ponto de descanso). A entrada é gratuita e foi lá que eu peguei um folder supercompleto com o mapa de Cuiabá e os principais pontos turísticos que vou deixar para vocês ao final desse relato.
       
                     
       
      Seguindo minha andança, mais uma linda surpresa pelo caminho (Colégio Coração de Jesus):

       
      - Espaço do Artesão – é um importante local que abriga o artesanato típico da região, ótimo para comprar presentes e lembrancinhas.
      *Atenção: o que antes era chamado de “Sesc Casa do Artesão” não existe mais, após passar pela Rua 13 de junho, esquina com a Av. Sen. Metelo, em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico que ocupava desde 1983, passou por um lar temporário na Avenida Tenente Coronel Duarte, 2140 (outro prédio do SESC), e atualmente ‘estacionou’ no Salão Social dentro do Sesc Arsenal e passou a se chamar ‘Espaço do Artesão’. Até o Google está desatualizado com essa informação e se você perguntar pela cidade muita gente ainda vai conhecer o local com o nome de "Casa do Artesão". Então para não ter erro: atualmente o Espaço do Artesão fica dentro do Sesc Arsenal (Rua 13 de Julho, s/n).
      Super vale a pena a visita porque o Sesc Arsenal é lindo e os artesanatos são incríveis. Mas tenho que dizer que a maioria dos itens é cara, como eu acredito que deve ser mesmo, temos que aprender a valorizar o trabalho dos artesãos. As peças exigem um tempo muito grande de elaboração e o resultado normalmente é incrível e de muita qualidade. Mas sim, é possível encontrar souvenirs mais simples e baratinhos. Lá você vai encontrar principalmente artesanato de madeira, trabalhos com cipó, fibra de tucumã, tecelagem, redes mato-grossenses, xales, tapetes, trabalhos indígenas, biojoias, artesanato com semente, produtos alimentícios, etc. Enfim, tem bastante coisa mesmo.
      - Sesc Arsenal -  é o local que abriga o Espaço do Artesão. É um prédio muito bonito e no seu interior há um jardim lindo com banquinhos (olá descanso! 😅). Lá dentro também tem um restaurante que parecia ser muito bom, mas eu ainda não estava com fome e acabei comprando só uma água.
                  
       
       

       
      - Orla do Rio Cuiabá – é uma grande praça à beira rio no bairro chamado "Porto", onde tem um prédio histórico maravilhoso que abriga o Museu do Rio, mas estava fechado (mais uma vez 😔). Eu li que o museu está fechado desde 2016 para reestruturação, é uma pena. O local é lindo mesmo só por fora e vale a visita. Dentro desse prédio histórico funciona o Restaurante Regionalíssimo, onde almocei. Ele faz jus ao nome, todas as comidas são típicas e muito gostosas. Porém achei muito caro (eu acho que custou R$ 65,00 o buffet livre) e a higiene meio duvidosa 

       

       
      - Cenário da Orla do Porto – seguindo a partir do Museu, sempre pela orla do rio, há um agradável passeio público (nem tão agradável assim no calor de Cuiabá). Com cerca de 500m de caminhada você chega ao Cenário da Orla do Porto, que são reconstituições de predinhos históricos da orla. Quando eu fui estava tudo com tapume e extremamente mal cuidado, de novo, uma pena . Se aquilo fosse bem preservado seria lindo. Me pareceu que estava em obras, espero que um dia reabram.
                   
       
      - Mercado do Porto  – é o mercadão municipal, mas não achei tão interessante quanto outros mercados que existem Brasil afora. É bem pequeno e não tem muita coisa de diferente para ver não, só muito pequi . Eu pularia esse ponto facilmente.
      - Arena Pantanal – eu não fui porque cago litros para futebol, mas acabei me arrependendo, porque me disseram que ela está super bem cuidada e como eu fui perto do Natal estava tendo uma exposição natalina com algumas atividades.
       
      Para finalizar o dia: 
      - Parque das Águas ou Parque Tia Nair – eu acabei terminando o dia caminhando pelo Parque Mãe Bonifácia, que foi uma baita perda de tempo, porque não achei nada demais, é um local arborizado onde as pessoas fazem caminhada e corrida. Hoje eu tiraria esse parque e incluiria o Parque das Águas ou Parque Tia Nair, que ficam longes do centro (precisa pegar um uber), mas me parece muito mais interessante. Se você não tiver tempo para os dois, eu optaria em primeiro lugar pelo Parque das Águas, porque de noite tem o show das águas que dizem ser muito bonito (não sei se acontece todas as noites).

      Eu acabei indo no Mãe Bonifácia porque era perto do meu hostel e eu estava com o tempo super curto, pois ainda precisava pegar na Localiza até às 20h um carro que aluguei para viajar no dia seguinte.
      Depois ainda passei no banco sacar dinheiro e no mercado para comprar uns lanches para a viagem.
      Finalizei o dia jantando no restaurante Lelis Peixaria que é super tradicional de Cuiabá e eu recomendo DEMAIS! Comi o famoso rodízio de peixes (que inclui jacaré, arraia e outras iguarias) e bebi a caipirinha de caju, que é simplesmente divina. Não me lembro certinho do preço, mas eu acho que foi mais ou menos R$ 60,00 pelo rodízio (fora a bebida), e funciona como um rodízio de carnes, eles trazem os acompanhamentos na mesa e vão passando com as mais variadas receitas de peixes. Não é baratinho, mas eu AMEI a comida, comi horrores e sinto muita saudade, sem dúvida o melhor lugar que eu comi. Me parece que no almoço é mais caro, então deixe para ir no jantar. A caipirinha de caju é perfeita, provem!
       

      Foi no Lelis que eu comi pela primeira vez o Pirarucu e foi amor a primeira garfada. Gostei tanto que fui pesquisar e descobri que o pirarucu é um dos maiores peixes de águas doces fluviais do Brasil, podendo atingir mais de dois metros e pesar mais de 80 kg. Ele é tão saboroso que é conhecido como o "bacalhau amazônico". 
       Eu incluiria mais um dia em Cuiabá só para poder comer mais, ô culinária foda!
       
      Dica bônus:
      - Depois desse day tour em Cuiabá eu fui para Nobres e Chapada dos Guimarães, que terão um roteiro próprio. Mas no dia que eu voltei de Nobres eu tinha que passar novamente por Cuiabá para devolver o carro que aluguei (eu fui para a Chapada de ônibus), então eu aproveitei as poucas horinhas que tinha na capital e fui comer no restaurante Mahalo.
       * para entender porque eu fui para Nobres de carro e para a Chapada de ônibus acompanhe os próximos roteiros que vou publicar aqui e me segue no instagram @gocaracol que também vou contar tudo por lá.*
       Antes mesmo de chegar na cidade eu já tinha lido inúmeras recomendações do Mahalo e já tinha visto que ele estava a apenas meia quadra de distância do hostel. Assim como também li que era um restaurante super CARO. Essa foi a minha ÚNICA extravagância da viagem, eu realmente reservei um dinheiro a mais para poder comer nessa restaurante, porque sim, eu prefiro ficar em hostel com quarto misto para economizar uma graninha e poder gastar um pouco mais com comida.
      Bem, o Mahalo é realmente muito caro (MUITO!), mas é aquela comida que você come e nunca mais esquece, sabe? Salivo até hoje só de lembrar hahaha. O lugar é extremamente sofisticado e eu só tinha roupa de mochileira, mas fui assim mesmo. Botei um vestidinho simples (que estava todo amarrotado), meti uma rasteirinha no pé e fui. Pessoal que estava lá era muito chique, mas mesmo destoando da galera e estando sozinha eu não senti nenhum tratamento diferente, ao contrário, fui muito bem tratada. Eu acho que gastei mais ou menos R$ 150,00 com um prato principal, sobremesa e um drink. E olha, valeu a pena, faria de novo se pudesse hahaha.
       

       
      Dica bônus 2 (essa você vai amar):
       Depois da Chapada, para voltar para Curitiba, onde moro, eu tive que passar por Cuiabá novamente, por motivos de: é onde fica o aeroporto rs. Eu aproveitei que tinha mais algumas horas na cidade e resolvi dar um pulo num local que moradores de Cuiabá me indicaram:  São Gonçalo Beira Rio.
       São Gonçalo Beira Rio é basicamente uma comunidade ribeirinha que vive do turismo gastronômico e do artesanato. Está localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade. A Comunidade é reconhecida pela confecção de artesanatos em cerâmica, Viola-de-Cocho (símbolo de Cuiabá) e por preservar o folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri. Eu fui e não me arrependi.
       Lá há várias pequenas peixarias supersimples e que servem uma comida deliciosa, tendo o peixe como protagonista, claro, e a um preço BEM CAMARADA! Sim, aqui é o lugar para comer bem, comer muito e comer barato. É afastado do centro, mas eu garanto que vale a pena. Eu comi na Peixaria Barão e indico, mas o que os moradores me disseram é que todas as peixarias servem basicamente o mesmo cardápio pelo mesmo preço, a diferença é mínima, então qualquer uma deve ser boa.
       

       
       
       

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      Além da culinária delícia, ao final da rua das peixarias há a Casa dos Artesãos (outra, que não tem nada a ver com a do centro), uma associação da comunidade onde se vende artesanato, principalmente objetos de cerâmica, com barro extraído da encosta do Rio Cuiabá e feito de forma totalmente manual pelas mulheres da associação. Tem muita variedade, as peças são lindas e eu achei tudo muito barato – se você não quiser gastar tanto no Espaço do Artesão (aquele que fica Sesc no centro da cidade) aqui é uma boa pedida pra presentes e souvenirs, principalmente de cerâmica, mas lembre-se que você precisa de espaço na mala para armazenar as peças embaladas com jornal ou plástico bolha para não quebrar. Eu já estava com o mochilão completamente lotado, mas fiz o impossível para caber mais umas peças de cerâmica que eu trouxe para casa.
       

       
       
       

       
       

       
       
            
       
      Para terminar vou deixar aqui uma foto do folder que eu peguei lá no Museu da Caixa D'água que contém indicação desses lugares e outros mais:
       

       
      Encerro esse roteiro ressaltando que Cuiabá é linda e vale a pena ser visitada, o povo é muito hospitaleiro e a culinária é uma das melhores do Brasil. É uma pena que muitos prédios históricos estejam mal cuidados e/ou fechados para visitação e espero que as autoridades se conscientizem de manter esse patrimônio vivo e aberto ao público. Se puder fique dois dias inteiros só em Cuiabá, você poderá desfrutar de todas essas dicas gastronômicas e conhecer os pontos turísticos com mais calma e menos cansaço.
      Se você gostou desse relato, segue o perfil @gocaracol no instagram, porque lá eu conto mais sobre essa viagem e muitas outras.
      Eu não podia terminar esse relato sem colocar um vídeo que viralizou na época da Copa de 2014, que me passou pela cabeça durante toda a escrita desse roteiro e que tem tudo a ver com o contexto dessa viajante que vos escreve: alguém que saiu de Curitiba para Cuiabá!
       
      Pérola da internet brasileira 
       
       
      Tchaaauu!!
       
       
       
       

    • Por Bob Alves
      Sou novo aqui. Gostaria de saber lugares q aceitam Kombihome e que posso trabalhar para pagar hospedagem e alimentação se for o caso. Gosto de ir em praias, cachoeiras, Lagos.
      Caso queira ver, tenho canal no YouTube:
      'Seja Como For'
      Insta: @bobalves
       
      https://www.youtube.com/channel/UCo9rA0tPpmgPfC4SzOKPovQ

    • Por Par de Sorrisos
      PARQUE DO VARVITO, ITU 🏞: Excursionando no monumento geológico no interior de SP | Vlog viajante 🌎
       
       
      Oi gente! Estando em Itu visitamos o Parque Geológico do Varvito e tivemos o luxo de fazer uma caminhada em um monumento geológico no interior de São Paulo, foi uma caminhada e tanto. Visitamos o parque com 280 milhões de anos de antiguidade, um privilégio. Damos a você a nossa experiência neste vídeo que fizemos com amor.   00:00 Intro 00:21 Parque Geológico do Varvito 06:54 Bloopers 07:45 Despedida   Como é natural, fofo e divertido o Parque do Varvito.   Sejam felizes e bebam água 💧 .   Um beijo! 💙   Inscreva-se em nosso canal: https://bit.ly/2MY7eF2   Junte-se a nós em nossas aventuras: • Facebook | https://facebook.com/pardesorrisos/ • Instagram | https://instagram.com/pardesorrisos/ • Patreon | https://www.patreon.com/pardesorrisos/   A música que nos acompanha • Spotify | https://spoti.fi/2MZz1oq   Entre em contato conosco: [email protected] Par de Sorrisos é a visão de Wilfredo Chiquito e Helen Negrisoli de nossas aventuras ao redor do mundo. Junte-se a nós!
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