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Viagem nos pós quarentena


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Olá Mochileiros, estou pensando em um novo destino de viagem para Janeiro, porém tenho pensado que desta vez nós brasileiros teremos alguns riscos para viajar depois dessa pandemia.

Queria saber a opinião de vcs sobre isso, até pra me encorajar. As atrações em geral estarão abertas? Não acham que os horários serão mais restritos devido às políticas de isolamento? Quais lugares estariam mais tranquilos com relação às restrições, estou entre Cuba e Tailândia em Janeiro, mas ainda na dúvida!!

Tenho lido que cidadãos brasileiros podem ter acesso restrito aos países devidos ao alto número de casos aqui!! 

É isso, mochilar sempre envolve algum risco financeiro, gosto de comprar sempre com antecedência e me planejar, mas agora temos que considerar esse fator!!

Só escrevi pra saber a opinião de vcs, uma vez que não quero deixar de viajar esse ano!!!

Valeu, Fernando.

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Em relação as atrações turísticas, não sei como está a situação na Asia ou Cuba, mas falando da Europa que eu acompanho mais por residir na Alemanha, aos poucos as atrações turísticas estão reabrindo, com várias restrições, por exemplo, o Louvre e Torre Eiffel vão reabrir sem bilheteria física, somente com venda on-line de ingresso, e limitado a 40% da capacidade máxima de antes da crise, ou seja, você vai ter que comprar o ingresso antecipadamente e pagando mais caro, os sites cobram taxa de serviço extra, e você não terá mais flexibilidade de escolher o melhor momento de fazer o passeio lá na hora.

Num primeiro momento, isto não vai ser um grande problema, pois a quantidade de turistas estará muito baixa tanto na Europa como na Ásia, e mesmo limitado a 40% você vai conseguir ingresso para o mesmo dia ou para o dia seguinte, mas ninguém sabe como será mais para frente, quando a quantidade de turistas aumentar, pode ser que você comece a ter problemas de conseguir ingressos para algumas atrações mais disputadas...

Em relação a restrições de entrada para brasileiros, enquanto que em alguns países a pandemia vai sendo controlada, no Brasil ela esta fora de controle, e isto pode fazer com que os outros países implementem barreiras impedindo a entrada de brasileiros, igual o ao o que os EUA já fizeram.

Mas como também não dá para saber como será o futuro em relação a isto, pessoalmente eu não assumiria nenhum compromisso financeiro com compra de passagens neste momento, pois é impossível saber como os outros países vão agir em relação ao Brasil nos próximos meses.

Pessoalmente eu esperaria até a curva de novos casos confirmados no Brasil mostrar uma tendencia bem clara e definida de queda por uns 2 ou 3 meses, somente depois de 2 ou 3 meses com queda constante no número de novos casos é que saberemos que a epidemia está sob controle e que não há mais tanto risco de outros países barrarem a entrada de brasileiros.

Ou seja, independente do destino escolhido, eu não compraria nenhuma passagem internacional nos próximos 3 meses, a situação do Brasil ainda não está clara neste momento.

Somente depois de uns 3 meses é que eu pensaria em comprar uma passagem internacional, mas ainda assim somente se a curva de novos casos confirmados no Brasil mostrar uma clara redução até lá, pois enquanto ela não reduzir, ainda há grande risco de brasileiros serem barrados.

Na minha opinião, 2020 e 2021 não ser anos pra você confirmar e comprar passagens com antecedência muito grande, pois serão anos bastante instáveis, seja por questões de fronteiras fechadas, ou por questões de problemas financeiros, por exemplo, você já perguntou se o seu emprego está garantido até janeiro e se teria condições de viajar caso seja demitido?

Eu tenho muitos amigos e conhecidos que sempre tiveram empregos bem estáveis, mas que hoje estão bem preocupados pois há grandes riscos de serem demitidos, o grande corte de empregos ainda vai vir nos próximos meses na maioria das empresas se a situação não for controlada logo...

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Em resumo, até o final de 2020, eu não compraria nenhuma viagem com mais de 2 ou 3 meses de antecedência, é um período de muita incerteza.

Ao invés de comprar muito antecipado, eu teria 2 ou 3 roteiros prontos para usar, e já teria o dinheiro todo guardado e disponível para usar a qualquer momento, para aproveitar as eventuais promoções de "última hora" que que possam surgir até o final de 2020.

Claro, isto se a curva de novos casos diminuir significativamente nos próximos meses.

 

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Eu acho melhor pensar em viagens dentro do Brasil no momento (momento, leia-se, final do ano...)

Viagens internacionais estão muito complicadas no momento, por diversos fatores que bem sabemos. 

Eu mesmo tinha uma viagem marcada pra mês passado pra Europa que foi cancelada pela própria cia. parou de operar os voos. Me deram um voucher com validade de um ano, então eu tenho até maio/21 pra utilizar e nesse momento gostaria até que voucher fosse prorrogado por mais tempo. No momento o que posso fazer é marcar minhas férias do ano que vem pra maio e ficar aqui de stand by... só monitorando...

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Eu abortei qualquer plano de viagem pra esse ano. Nesse exato momento eu estaria no meu segundo dia de viagem ao Peru, mas meu voo foi cancelado. Preferi pegar o reembolso em dinheiro, justamente por causa desta instabilidade com fronteiras, pontos turistícos e a reputação do Brasil no exterior. No momento não me arriscaria a comprar nada, só vou pensar nisso no início do ano que vem para ter uma visão melhor da situação.

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@nandopribeiro 

Neste momento que estamos passando, eu já penso ao contrário dos colegas. Entendo que agora é a hora de aproveitar com sabedoria as políticas de flexibilidade oferecidas pelas Cias aéreas, se você tiver um pouco de flexibilidade de datas.

Eu comprei uma passagem pela Latam para março por 40mil pontos cada perna, com 2 malas em voo direto... um preço que não vejo há bastante tempo.... Ela está dando até 1 ano após a data original da compra com remarcação grátis, então, se der qualquer problema, remarco para 2022.

Particularmente, não acredito em uma cura ou tratamento tão rápido... então acho que teremos que conviver com o vírus. Acredito que o turismo irá ter que se adaptar a esta nova realidade, já que representa uma grande fatia do PIB de muitos países... 

Também não acredito que as grandes Cias aéreas deixarão de operar, já que há uma certa dependência dessas empresas, então haverá planos de resgate para elas...

Então, na minha opinião, se você encontrar um preço bom, em uma Cia grande que te ofereça flexibilidade de remarcação sem taxa,investiria na compra da passagem , aproveitando o preço mais baixo... seguindo com minha opinião, a tendência é reduzir o número de pessoas nos aviões devido ao distanciamento social e se isso acontecer, essa redução de pessoas vem com aumento de preço...

Mas isso tudo é opinião... é como a bolsa... você avalia os riscos e faz sua aplicação... De tudo, vejo como maior risco o nosso desgoverno. Esse sim pode gerar mais estrago que o virus em si... mas aí é outra história...

 

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Não compre nada agora, mas eu por exemplo, iria para  Santo Domingo neste ano ,não fui,então há de esperar sobretudo porque as aéreas da América Central não estão operando. 

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11 horas atrás, f0soare disse:

@nandopribeiro 

Neste momento que estamos passando, eu já penso ao contrário dos colegas. Entendo que agora é a hora de aproveitar com sabedoria as políticas de flexibilidade oferecidas pelas Cias aéreas, se você tiver um pouco de flexibilidade de datas.

Eu comprei uma passagem pela Latam para março por 40mil pontos cada perna, com 2 malas em voo direto... um preço que não vejo há bastante tempo.... 

Esta flexibilidade que a Latam está oferecendo é uma oportunidade interessante, mas infelizmente somente a Latam está oferecendo condições tão generosas, na maioria das outras companhias as condições de flexibilidade que eles tem oferecido não tem sido tão generosas quanto as da Latam.

Por estar emitindo as passagens com milhas, que em "teoria não estão nos custando dinheiro", dói menos no bolso, e estamos dispostos a correr mais riscos,  mas pergunto agora, se não estivesse comprando com milhas, você teria coragem de investir 3 ou 4 mil Reais em passagens internacionais agora? Sabendo que pode não conseguir viajar?

Mas em fim, se a pessoa achar que o risco compensa, sem problema, só recomenda-se que a pessoa avalie sinceramente se está disposta a correr este risco, e avaliar se este dinheiro não vai fazer falta, pois a grande maioria das pessoas paga as passagens com dinheiro e não milhas, e ai a conversa é diferente...

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Pra quem tem flexibilidade e não liga de ficar com dinheiro retido (o meu está e tenho até um ano pra receber da Latam) pode até ser uma boa, no meu caso eu não teria como planejar viagem grande pra antes de junho de 2021.

Mas acho que o mais frustrante é conseguir viajar mas chegando no destino não poder usufruir da viagem por causa de restriçoes de ultima hora, isso eu acho ainda pior. Ter que ficar preso em hospedagem, não poder visitar os locais planejados, como aconteceu com muita gente nos primeiros meses. A falta de previsão com relação ao comportamento do vírus, se virão novas ondas me deixa receosa em planejar tão antecipadamente.

 

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Eu esse ano a princípio pretendo ficar pelo brasil mesmo

apesar de que imagino que os custos aqui vão aumentar, é mais fácil programar algo aqui dentro do que lá fora, e ainda ficar suscetível a uma 2a onda e ficar longe do país igual aconteceu com milhares de pessoas dependendo de repatriação

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O problema de colocar dinheiro agora numa nova passagem pensando na flexibilidade, é que se esta passagem acabar virando crédito na companhia aérea, você vai ficar "refém" de viajar com aquela empresa onde você tem o crédito, mesmo que a concorrente esteja praticando preços bem mais baixos quando você finalmente decidir viajar de novo.

Ou pior, o seu crédito pode não ser suficiente para uma nova passagem e você ter que colocar um monte de dinheiro em cima para não perder tudo, sendo que poderia conseguir valores mais em conta na concorrência...

Por exemplo, eu tinha uma passagem comprada numa promoção da Delta Airlines e que virou crédito para usar em compras futuras, mas o crédito que 519 dólares que eu tenho não dá para comprar nenhuma outra passagem na Delta, hoje o valor mais baixo que encontro na Delta é de 870 dólares, sendo de que na American Airlines, hoje tem passagens para o mesmo destino por 590 dólares...

E agora mesmo que apareçam promoções de outras empresas, não posso aproveitar, pois estou amarrado com a Delta, e para não ter que colocar um monte de dinheiro em cima na hora de resgatar este crédito que tenho na Delta, vou estar limitado a achar uma outra promoção da Delta, coisa que pode demorar para acontecer novamente, e mesmo se aparecer uma promoção, as datas baratas da Delta podem não encaixar nos dias que eu posso tirar férias...

Para quem que como eu comprou passagens antes da crise, e agora está com o dinheiro preso na companhia aérea, não tem muito o que fazer a não ser esperar e torcer para conseguir recuperar o investimento com a menor perda possível, mas imobilizar um monte de dinheiro numa nova passagem agora pensando no longo prazo, mesmo ela sendo flexível, não sei se valeria a pena, teria que achar uma passagem por um valor muito, muito bom..

Este assunto neste momento é quase como que investir na bolsa de valores, onde se você acertar a aposta, pode ganhar/economizar muito dinheiro, mas se errar, pode perder muito dinheiro, e nem todas as pessoas tem estômago para isto... rss

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