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De carro pelo Sul da Bahia, Morro de São Paulo, Salvador, Aracaju, Petrolina, Chapada Diamantina e Capitólio...Nov/2020


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Após muito pensar e ter adiado as férias várias vezes, como  parecia que estava mais tranquilo para viajar, acabamos fazendo uma viagem de carro de 30/10/2020 a 21/11/2020.

Tivemos todos os cuidados necessários, como sempre estar de máscara, usamos muito álcool gel e evitamos multidões, aglomerações, etc. Inclusive vimos muitas pessoas viajando de carro também.

Em relação às estradas, de maneira geral as que passamos estão em condições médias. Algumas com trechos muito bons e outras com buracos, poucas estradas em condições excelentes e uma boa parte em condições deploráveis.

Também pagamos vários preços de gasolina, a mais cara foi em Minas Gerais, quase R$ 5,00. A mais barata em São Paulo, variou de R$ 3,99 a R$ 4,20. As demais estavam custando entre R$ 4,39 a R$ 4,79.

Eu sempre uso o seguinte site para ter uma base de gastos em relação a km e pedágios: https://qualp.com.br/.

Apesar de termos passado por 7 estados, fomos parados pela polícia apenas uma vez para conferência de documentação, na BR381, um pouco antes do estado de Minas.

Pegamos movimento intenso de caminhões em praticamente todas as estradas que passamos, a exceção foi da Praia do Forte até Aracaju e de Jeremoabo a Petrolina.

Tive pouco mais de 1 mês para organizar o roteiro, mas como tenho vários rascunhos de viagens que pretendo fazer, não foi tão difícil organizar tudo. Ficou assim: 

1º dia Sorocaba/2º dia Mariana/3º e 4º dia Alcobaça/5º dia Prado/6º dia Ilhéus/7º e 8º dia Morro de São Paulo/9º dia Salvador/10º dia Praia do forte/11º e 12º dia Aracaju/13º e 14º dia Petrolina/15º e 16º dia Mucugê/17º dia Vitória da Conquista/18º e 19º dia BH/20º e 21º dia Capitólio/22º dia Curitiba/23º dia Chapecó.

 Em relação aos hotéis, todos eu reservei pelo booking, só para Ilhéus que reservei pelo Airbnb. Todas as hospedagens possuíam garagem, banheiro privativo, TV, frigobar, wifi, ar-condicionado ou ventilador, alguns cozinha e de modo geral todos eram muito bons.

 

Dia 1, 30/10

 

 

Primeiro dia de viagem com muita estrada. Até Vargeão a estrada está boa, depois até São Mateus do Sul tem alguns trechos com buracos, depois de Lapa a estrada está excelente, após Curitiba entramos na Rodovia Régis Bittencourt e, como era feriado e o movimento era intenso, decidimos não continuar na BR116, em Juquiá pegamos uma estrada de interior, com trechos bons e ruins, até chegar em Sorocaba. 

Ficamos no Nacional Inn Sorocaba: um hotel bom e bem localizado.

Dia 2, 31/10

 

Nesse dia pegamos movimento bem intenso, principalmente de Sorocaba até Campinas e depois na BR381. Quando saímos da 381 e fomos à direita em direção a São João del Rei o movimento diminuiu bastante. Fizemos esse caminho ao invés de ir direto a Mariana porque queríamos passar em Lagoa Dourada, a terra do rocambole. Vale muito a pena passar ali para comprar o delicioso rocambole que eles fazem. As lojas que vendem a iguaria estão todas na rua principal, não precisa fazer nenhum desvio. Paramos na loja O Legítimo Rocambole e também aproveitamos também para tomar um cafezinho e comer um pão de queijo. O rocambole dá para pedir metade ou inteiro..o inteiro dá +-R$35,00, com opção de escolha de até 2 sabores. Os escolhidos dessa vez foram o de doce de leite com morango e goiabada. Essa loja possui filial em São João del rei. Depois seguimos até Mariana. A cidade estava bem vazia e as igrejas fechadas em virtude da pandemia. De qualquer jeito tiramos fotos das fachadas das principais igrejas e caminhamos pelo centro histórico.

Nesse dia ficamos no Hotel Sinhá Olimpia em Mariana, muito bom, tem restaurante junto, o proprietário é super simpático. Pedimos uma pizza e estava deliciosa.

 

Dia 3, 01/11

 

Nesse dia passamos por muita estrada de interior, no geral todas em bom estado. O movimento diminuiu bastante, e conseguimos andar bem, apesar de alguns trechos termos pego muita chuva. De Teófilo Otoni a Carlos Chagas passamos por umas formações rochosas impressionantes.

 Ficamos nesse e no dia seguinte na Pousada Verdes Mares em Alcobaça. Pousada simples e bem localizada.

Dia 4, 02/11

Tínhamos tirado esse dia para ir até a ponta do Corumbau, mas estava chovendo muito, desistimos pois a estrada até lá fica intransitável quando chove. Por isso conhecemos o centro histórico de Prado, a praia do centro e do coqueiro e ficamos por Alcobaça mesmo.

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Igreja de Prado

 

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Praia dos Coqueiros

 

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Igreja de Alcobaça

 

Dia 5, 03/11

 

Nesse dia tínhamos nos programado para fazer o passeio de barco até Abrolhos, mas, infelizmente, as condições marítimas não permitiram. Continuou chovendo e ficamos de boa em Prado. Cedo da noite fomos no Beco das Garrafas, local que concentra a maioria dos restaurantes de Prado. Escolhemos o Restaurante Jubiabá e provamos a especialidade deles, Budião ao molho de pitanga, de acompanhamento purê e arroz. Veio muita comida, muita mesmo, estava delicioso e custou R$ 150,00.

Ficamos na Pousada Guaratiba, que tem uma infraestrutura excelente. Pena que não pudemos usufruir muito por causa da chuva.

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O Budião..

 

Dia 6, 04/11

 

Nesse dia fomos conhecer a Fazenda Yrerê, que é uma fazenda de cacau. A localização é fácil, fica bem na estrada de Itabuna a Ilhéus, quase chegando em Ilhéus. Por causa da pandemia estão atendendo em apenas 2 horários: 9h30 e 11h. Saímos um pouco depois das 4h da manhã para chegarmos a tempo. Na estrada pegamos muito movimento entre Itabela e Itagimirim, que ficam próximos a Porto Seguro (não fomos para Porto Seguro nesta viagem porque já havíamos conhecido Porto Seguro, Trancoso, Arraial d’Ajuda e Santa Cruz da Cabrália há poucos anos atrás, mas são lugares incríveis que recomendo muito conhecer).

Chegamos às 10h40 na Fazenda. O guia foi um dos funcionários da fazenda, que nos deu uma aula sobre o plantio do cacau e das espécies de plantas que estão na área, enquanto caminhamos pelo trecho de Mata Atlântica preservado que a fazenda possui. Também pudemos provar da fruta cacau e depois fomos para as barcaças ver o processo de fermentação e secagem dos grãos.

A visita termina com uma prova de suco de cacau, os chocolates produzidos na fazenda (com 60%, 70% e 80% de cacau), e dos nibs (as sementes de cacau fermentadas, secas, torradas e trituradas), além de uma explicação completa das diferenças entre os chocolates. Todo o passeio dura em torno de 2h, custa R$ 30,00 e é um programa imperdível. Para mais informações: https://www.instagram.com/fazendayrere/?hl=pt-br.

Depois da visita estacionamos o carro no centro de Ilhéus e fomos conhecer o centro histórico, com os cenários que serviram de inspiração para os livros de Jorge Amado. Em função da pandemia a casa de cultura e o bataclan estavam fechados, mas o bar Vesúvio estava aberto, bem como o mercado de artesanato.

Nesse dia ficamos em uma casa pelo Airbnb.

 

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Fazenda Yrerê

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Casa de Cultura

 

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Bataclan

Dia 07, 05/11

 

Nesse dia íamos conhecer o tão aguardado Morro de São Paulo.

Saindo de Ilhéus, a estrada está em ótimas condições até um pouco antes de Camamu, a partir daí se alterna entre trechos ruins e péssimos, com enormes buracos no asfalto.

Para chegar em Morro de São Paulo pelo sul da Bahia de carro existem 2 opções: partindo de Valença, pelo Terminal Hidroviário e mais ao norte pelo Atracadouro Bom Jardim.

Pelas minhas pesquisas o local com mais informações sobre tipos de embarcações, estacionamento, tempo de chegada, etc., era o atracadouro bom jardim, por isso decidimos ir até lá.

Mas, como para chegar lá precisa atravessar a cidade de Valença, existem muitas pessoas, muitas mesmo, que ficam oferecendo vaga de estacionamento para pegar a balsa do terminal hidroviário de Valença. Elas são muito insistentes, ficam literalmente perseguindo o carro por várias quadras, falam todo o tipo de coisa ruim sobre o atracadouro e não desistem fácil, ainda mais vendo que a placa era de longe, como era o nosso caso.

Seguimos firmes com a decisão de ir até o atracadouro e recusamos as demais ofertas com a maior educação possível. Não sei como é a experiência indo por Valença, mas posso dizer que pelo atracadouro a experiência foi muito boa.

Chegando no atracadouro existem em torno de 4 opções de estacionamentos, todos com muitas vagas. Ficamos no primeiro da direita que apareceu. O estacionamento custou R$ 20,00 a diária.

Para chegar até o Morro são duas opções de embarcações: a lancha rápida que demora 10min e custa R$ 19,00, nossa opção da ida, e barco convencional que demora 30min e custa R$ 11,00, nossa opção da volta.

A lancha rápida vai bem rápido mesmo, a dica é cuidar para não deixar voar a máscara.

No morro não existe trânsito de veículos, então tudo é feito a pé. Na chegada, o primeiro desafio é vencer as escadarias logo após o cais, que levam até a Igreja Nossa Senhora da Luz. É possível pagar por carregadores de malas, que levam a bagagem de carrinho de mão até a pousada. Como não tínhamos tanta bagagem assim e somos guerreiros hehe, fomos carregando a própria bagagem até a pousada, que ficava um tanto longe do cais. Foi castigado, mas conseguimos!!

Era perto das 12h quando chegamos na Pousada Lagoa Flat, que é excelente, com cozinha completa e longe do agito. Almoçamos e fomos curtir a ilha.

Morro de São Paulo tem 5 praias, nomeadas pela ordem que aparecem: Primeira praia, segunda praia, etc.

A primeira praia é bem pequena, é onde está o comércio. Passamos ela, chegamos na orla e fomos caminhando até chegar na segunda praia, que é onde a maioria dos turistas fica.

Na segunda praia estão muitos restaurantes, com cardápios e preços variados. Caminhamos até a ilha da saudade, tiramos fotos e seguimos para o deck que permite a passagem para a terceira praia.

A terceira praia é muita mais calma que a segunda e foi onde passamos mais tempo nesse dia.

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Dia 08, 06/11

 

Nesse dia fomos até a 4ª praia, a maior do morro, caminhando. Da nossa pousada deu cerca de 30min. O dia estava bem quente, então haja água de coco para conseguir. Voltamos até a primeira praia e fomos na Igreja Nossa Senhora da Luz e depois subimos até o farol, que é onde fica a tirolesa também, que estava funcionando. No local existe também um mirante onde muitas pessoas vão para assistir ao pôr do sol.

A tarde fomos novamente até a 3ª praia para ficarmos de boa.

Em relação aos restaurantes, dá para economizar bastante pesquisando, as opções são muitas.

No primeiro dia jantamos no Restaurante Ponte G e pedimos lagosta com acompanhamentos, saiu cerca de R$ 120,00.

No segundo dia pedimos uma moqueca para levar para jantar na pousada no Restaurante Papoula e custou R$ 79,00.

Ambas as opções vieram bem fartas, com muitos acompanhamentos.

Em todos os lugares que fomos as pessoas foram muito simpáticas. A paisagem é de tirar o fôlego.

Morro de São Paulo é um desses lugares que com certeza dá pra chamar de paraíso!

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A quarta praia

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Vista do mirante

 

Dia 09, 07/11

 

 

Dia de conhecer Salvador, por isso, como a primeira lancha rápida saía apenas as 6h50, fomos com o barco convencional, no primeiro horário, 5h.

Vi em alguns relatos que o ferry boat de Itaparica estava tendo muita demora, muita fila, por isso, fizemos um trajeto maior, mas mais garantido que iríamos chegar cedo em Salvador.

Fomos pelo caminho que passa por Nazaré, São Felix e Santo Amaro. De modo geral todas as estradas estão boas, e entre São Félix e Cachoeira precisa atravessar a ponte dom Pedro II, que foi encomendada pelo próprio imperador. Passando a ponte em Cachoeira a cidade estava muito movimentada, o trânsito é um pouco confuso. Chegando em Salvador o trânsito estava fluindo bem, talvez por ser sábado.

Era cerca de 10h quando chegamos no hotel, o Grande hotel da barra, que estava com uma ótima tarifa pelo Booking. O hotel é excelente, tem uma vista incrível, ficamos em um dos quartos de frente para o mar, foi maravilhoso.

Normalmente quando viajamos de carro fazemos praticamente todos os passeios de carro próprio pela comodidade, mas como queríamos conhecer o centro histórico e vi que é meio complicado de estacionar nos arredores, dessa vez pedimos um uber.

Primeiro fomos na Igreja do Bonfim, lindíssima. Só se preparem para os muitos vendedores que querem vender as famosas fitinhas ou tirar uma foto de você. Acabamos comprando as clássicas fitas, mas já adianto que elas são bem mais caras na igreja do que em outros lugares, mas, enfim, faz parte da experiência.

Pedimos para o motorista do uber nos esperar para nos levar até o mercado modelo e ele foi super gentil nos esperando e comentando sobre várias curiosidades da cidade.

Fomos no mercado modelo, bem turístico, achamos os preços um pouco caros, mas é um mercado bem bonito, com muitas opções de artesanato.

Depois subimos no elevador lacerda até a parte alta da cidade, custa R$ 0,15 e a vista de cima é espetacular.

Almoçamos o tradicional acarajé, e claro que pedimos com menos pimenta 😜..

Depois caminhamos pelo pelourinho, a maioria das igrejas estava fechada, mas conseguimos entrar na Igreja São Francisco, que é recoberta por entalhes folheados a ouro, impressionante. A entrada custa R$ 5,00.

Também fica a dica porque vimos diversas pessoas se oferecendo para pintar os turistas com tinta branca, se não quiser pagar por isso, apenas diga que não quer.

Voltamos para o elevador e fomos na famosa Sorveteria Cubana, pedimos um sorvete de mangaba e cajá, uma delícia. 2 bolas custaram R$ 11,00.

Acabamos indo a pé até o MAM, não pela orla porque dizem ser perigoso, mas o museu estava fechado.

Assim, pedimos um uber e voltamos até o hotel. Descansamos um pouco e fomos até o Farol da Barra a pé, era pertinho, 15 minutos do hotel, para ver o pôr do sol.

Também aproveitamos e passamos no Restaurante Tudo Azul e pedimos uma mariscada para comer no hotel. Custou R$ 110,00, estava deliciosa e veio muita comida.

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Igreja do Bonfim

 

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Elevador Lacerda

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Vista de cima do Elevador

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O Pelourinho

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Igreja São Francisco

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Farol da Barra

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Dia 10, 08/11

 

Nesse dia acordamos mais tarde e fomos até a casa do Rio Vermelho, que abre às 10h. A Casa do Rio Vermelho é onde Jorge Amado e Zélia Gattai moraram por 30 anos e foi transformado em museu. É imperdível. Custa R$ 20,00 a entrada.

Para mais informações: http://casadoriovermelho.com.br/.

Nossa última parada em Salvador foi em Itapuã, a orla nesse local é linda.

Claro que ficaram muitas coisas para ver da cidade, mas muitas ainda estavam fechadas. De qualquer forma nos apaixonamos por Salvador e com certeza voltaremos em outra oportunidade para aproveitar mais.

No caminho até a Praia do Forte paramos na Sorveteria da Ribeira, para conhecer a concorrente da Sorveteria Cubana. Os sabores da vez foram coco verde, biribiri e graviola, 3 bolas custaram R$ 25,00 e estava delicioso.

Chegando na Praia do Forte estacionamos o carro em um estacionamento pago e fomos conhecer o Projeto Tamar. Vale muito a pena visitar o projeto, e ainda tivemos a sorte de ver a alimentação dos tubarões, que ocorre quase na hora de fechamento da atração. A entrada inteira custa R$ 28.

Nesse dia ficamos na Pousada Aruá, bem simples, sem TV, e mais voltada para o turismo de observação de aves.

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A vista do hotel...o porto da barra

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A Casa do Rio Vermelho

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Farol de Itapuã

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O Projeto Tamar

Dia 11, 09/11

 

Dia de atravessar mais um estado, rumo a Aracaju.

Da Praia do Forte até Aracaju a estrada está em ótimas condições.

Chegamos na cidade e estacionamos o carro em um estacionamento pago pertinho do centro histórico.

Fomos na catedral, na ponte do imperador e no largo da gente sergipana e depois até o Mercado Municipal Antônio Franco, que é enorme.

Passamos um bom tempo lá, que tem de tudo, uma parte concentra as frutas, verduras, temperos, comida em geral.., outra concentra os artesanatos e outra os restaurantes.

Os preços dos produtos, pelo menos comparado com os preços que encontramos em nossa cidade ou outras cidades que já fomos, estavam baratos. Provamos a mangaba in natura, compramos molhos de pimenta (eles tem molhos de pimenta e pimenta in natura de todos os tipos), castanha de caju, artesanato...aproveitamos muito.

Depois fomos até o Hotel Algas Marinhas, nossa opção em Aracaju, hotel mais antigo e simples, mas muito bem localizado. Descansamos um pouco e depois saímos para caminhar pela orla da Praia Atalaia, que é onde o hotel fica.  A orla é lindíssima.

À noite fomos no Restaurante o Rei da Sopa, fica pertinho do hotel, e comemos o famoso Aratu, que estava delicioso. Custou R$ 89,00 com acompanhamentos.

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Centro histórico de Aracaju

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Largo da gente sergipana

 

Dia 12, 10/11

 

 

Nesse dia fomos visitar o Parque dos falcões. Atualmente eles estão atendendo em 2 horários, às 9h e às 14h, e para a visita é necessário fazer o agendamento. O custo é de R$ 25,00 por pessoa e mais informações estão no site: https://www.parquedosfalcoes.com.br/.

Para quem estiver em Aracaju é um passeio obrigatório. Começa com um vídeo explicando um pouco das origens e do Parque em si e depois é visitado os locais onde as aves ficam. O funcionário que nos atendeu foi extremamente atencioso e nos deu uma aula sobre as diversas aves que eles cuidam, além de contar os tristes relatos de como algumas vão parar ali. Realmente é difícil entender como o ser humano consegue ser tão cruel com esses animais silvestres, apenas pensando no benefício próprio.

É um lindo parque, as aves são muito bem cuidadas e fiquei pensando no imenso trabalho que deve ser cuidar de cada uma com a dedicação que eles têm.

Passamos cerca de 2horas no parque dos falcões e seguimos para a cidade histórica de São Cristóvão, cujo centro histórico está concentrado na parte alta da cidade, e as atrações ficam pertinho uma da outra.

Boa parte das igrejas estava fechada, mas mesmo assim fizemos diversas fotos e aproveitamos para comprar a famosa queijada, que não é feita com queijo, na casa da queijada. Fomos recebidos pela própria Dona Marieta, que é quem faz as delícias do local.

Depois fomos na Casa dos Bricelets, onde é feito o também famoso biscoitinho que dá nome ao lugar. 

Chegando em Aracaju fomos aproveitar mais uma vez a orla da cidade.

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O Parque dos falcões

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São Cristóvão.

Dia 13, 11/11

 

Nesse dia saímos às 4h30 porque tínhamos hora marcada para fazer a visita na vinícola Rio Sol em Petrolina.

O começo da estrada estava razoável, mas um pouco antes de Jeremoabo até chegar quase em Petrolina as condições da estrada variam de ruim a péssimo, com uma infinidade de buracos na pista. Passamos um trecho em que estavam asfaltando a via, passamos o pessoal fazendo o asfalto novo, porém, alguns km adiante tinha outra equipe tapando os buracos no asfalto recém feito. Coisas que só o Brasil nos proporciona ver. 

Chegamos em Petrolina perto das 12h e fomos direto na Oficina do Artesão Mestre Quincas, local que vende artesanato e, principalmente, as famosas carrancas.

Depois seguimos até a Vinícola Rio Sol. Eles atendem de Segunda a Sexta das 9h às 11h e das 14h às 16h; e Sábado das 9h às 11h. Para a visita é necessário reservar e o Tour tradicional custa R$ 20,00. A vinícola fica em Lagoa Grande-PE e as condições da estrada estão boas.

A visita foi boa e os preços dos vinhos e espumantes no local estavam excelentes. 

Em Petrolina ficamos no Apart Hotel Urbanu's. O apartamento é super completo, com uma localização excelente e o sr. Urbano, o dono, é muito simpático.

Dia 14, 12/11

 

 

Nesse dia fomos conhecer o centro de Petrolina e depois fomos até as dunas do São Francisco. A estrada está em muito ruim, principalmente depois de Santana do Sobrado, mas vale a pena. O lugar é muito lindo.

Depois fomos até a vinícola Casanova, que pertence ao grupo Miolo. Também atende apenas com agendamento antecipado e custa R$ 15,00. Novamente os valores dos vinhos e espumantes produzidos ali estavam muito bons.

A noite fomos no famoso bodódromo, espaço que contém diversos restaurantes especializados na carne de bode ou de carneiro.

Muitos restaurantes por causa da pandemia continuam fechados, mas a prefeitura está revitalizando o espaço.

Escolhemos o restaurante Bêra D'agua e comemos um delicioso carneiro com muitos acompanhamentos por R$ 70,00.

 Dia 15, 13/11

Dia de conhecer a Chapada Diamantina!

Como para entrar na cidade de Lençóis era necessário na época apresentar o exame de Covid, decidimos ficar em Mucugê. Também vários dos passeios ainda estavam fechados, por isso as opções ficaram um pouco limitadas.

De Petrolina até Andaraí a estrada está em condições razoáveis. Depois de Andaraí e ela começa a piorar e tem uns trechos muito ruins chegando em Mucugê.

Fomos direto para o Parque Municipal de Mucugê, que fica na rodovia e custa R$ 20,00 por pessoa.  Dentro do parque está o projeto sempre viva (destinado a preservar uma variedade dessa planta) e, depois de uma breve explicação do projeto por uma funcionária, dá para visitar duas cachoeiras no parque, a Cachoeira da Piabinha, que fica bem ao lado do Centro de Visitantes, a apenas 3 minutos de caminhada e a cachoeira do Tiburtino, que fica cerca de 25min do centro de visitantes. Ambas muito bonitas.

Infelizmente o Cemitério Bizantino estava fechado, por isso tiramos fotos da rodovia mesmo.

Ficamos na Pousada Monte Azul em Mucugê, perto do cemitério bizantino. Pousada muito boa, com um excelente café da manhã.

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Projeto Sempre Viva

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Cachoeira da Piabinha

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Parte de cima da Cachoeira do Tiburtino

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Cemitério Bizantino

Dia 16, 14/11

Nesse dia acordamos cedo e chegamos no horário de abertura da Gruta da Lapa Doce, às 8h.

O valor deste passeio é de R$ 40,00, e é somente realizado com a presença de guias da própria atração. A trilha é fácil, um dos passeios de gruta mais fáceis da região, e dura cerca de 2h. Nunca tínhamos feito um passeio parecido e foi surpreendente, tanto pela qualidade do guia quanto pela gruta em si.

Depois do passeio passamos pela entrada do Morro do Pai Inácio, mas a atração estava com o acesso fechado. Tinha uma pessoa na entrada informando isso, porém o questionei pois vi na internet algumas pessoas postando fotos do lugar. Ele disse que essas pessoas estavam entrando ilegalmente na propriedade e que as que postam fotos eles vão atrás para cobrar multa, não acreditei muito, mas enfim, não subimos.

Assim, fomos na Fazenda Marimbus, conhecer o pantanal da Chapada. O passeio é de aproximadamente 2 horas de duração e é feito em canoas canadenses, custa R$ 40,00 por pessoa e no final é permitido uma parada para banho. Gostamos bastante do passeio.

Depois disso fomos descansar um pouco no hotel e a noite jantamos no restaurante Matuto em Mucugê. O atendimento e a comida estavam ótimos.

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Gruta da Lapa Doce

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Fazenda Marimbus

 

Dia 17, 15/11

 

 

Nesse dia fomos até o poço encantado pela manhã. O poço é muito bonito, só não pode entrar na água como o poço azul, que não estava aberto na época. A caminhada é relativamente fácil. A atração custa R$ 30,00 e o passeio é somente realizado com a presença de guias da própria atração. O tempo total de passeio é de 1 hora.

Tínhamos programado para conhecer Igatu, mas, como o aplicativo para justificar o voto não funcionou e como eu li que de Mucugê até Vitória da Conquista, que era onde íamos dormir o asfalto estava ruim, depois do poço decidimos ir embora para justificar o voto presencialmente.

De mucugê até Barra da Estiva o asfalto está novo, de Barra da Estiva até Anagé ele começa a piorar consideravelmente e em alguns trechos está em estado deplorável, para nós foi o pior trecho de toda a viagem. Vários carros estavam parados no acostamento porque o pneu furou.

De Anagé a Vitória da Conquista ele melhora de novo.

Depois de justificar o voto fomos para o hotel, Conquista Palace Hotel, hotel bom e simples.

 

Dia 18, 16/11

 

Dia de muita estrada até Belo Horizonte. De modo geral as estradas estavam boas, todas de pista simples até Curvelo, depois a estrada é pista dupla até chegar em BH.

Em Belo Horizonte ficamos no Cheverny Apart Hotel, muito bom e bem localizado.

Dia 19, 17/11

 

Como já havíamos estado em BH em outra oportunidade em que visitamos o centro histórico e a Pampulha, pontos turísticos obrigatórios da cidade por sinal, nesse dia resolvemos aproveitar melhor o Mercado Central, que da outra vez não conseguimos aproveitar muito.

Por isso tiramos o dia para ficar no Mercado, almoçamos o famoso fígado acebolado com jiló no Bar da Lora, pedimos o tradicional café com pão de queijo e broa no Café Dois Irmãos, compramos as famosas empadas do ponto da empada, caminhamos muito e fizemos algumas compras.

Dia 20, 18/11

 

Nesse dia saímos cedo de novo rumo a São Roque de Minas para conhecer a região do famoso Queijo da Canastra. Até São Roque e depois até Capitólio as estradas estão em bom estado. Fomos na Roça da Cidade, no Empório é Nóis Canastra e em outra loja do centro, todos dão provas do queijo, que é delicioso.

 Depois fomos até Capitólio e como era 13h, fomos direto onde saem os passeios de lancha no lago de furnas, a ponte do Rio Turvo, e contratamos o passeio com a Furnas Aventura. O passeio custa R$ 90,00, dura 3 horas e o trajeto é Lagoa Azul, Cânions, Vale dos Tucanos, Cascatinha, Bar flutuante.

Adoramos o passeio, pelas paisagens e porque tinham poucas embarcações, já que era uma quarta-feira. Quando passamos pela ponte no outro dia, no mínimo o movimento devia estar 3 vezes maior. Quem puder evitar os dias mais cheios com certeza irá ter uma experiência melhor.

Em Capitólio ficamos na Pousada Limas suíte, muito nova e aconchegante.

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Dia 21, 19/11

Passamos o dia na atração Retiro Viking, que é pouco conhecida em relação às outras e mais barata também. Custa R$ 15,00 a entrada, tem 5 cachoeiras e o acesso é um pouco ruim, mas indo com calma qualquer carro chega. Como tinha pouquíssimo movimento, conseguimos aproveitar bastante.

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Dia 22, 20/11

 

Mais um dia de muita estrada. De modo geral todas as estradas estão boas, apenas de Alpinópolis a Guaxupé alguns trechos não estão asfaltados. Decidimos ir por Sorocaba novamente porque era feriado em São Paulo e por ali o movimento é menor. Chegando em Curitiba ainda deu tempo de aproveitar o mercado municipal.

Nesse dia ficamos no Nacional Inn Torres Hotel. Hotel mais antigo, porém bem localizado e confortável.

Dia 23, 21/11

Último dia de viagem...mais uma aventura inesquecível concluída com sucesso!!

 

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46 minutos atrás, Bibi Junges disse:

Após muito pensar e ter adiado as férias várias vezes, como  parecia que estava mais tranquilo para viajar, acabamos fazendo uma viagem de carro de 30/10/2020 a 21/11/2020.

Tivemos todos os cuidados necessários, como sempre estar de máscara, usamos muito álcool gel e evitamos multidões, aglomerações, etc. Inclusive vimos muitas pessoas viajando de carro também.

Em relação às estradas, de maneira geral as que passamos estão em condições médias. Algumas com trechos muito bons e outras com buracos, poucas estradas em condições excelentes e uma boa parte em condições deploráveis.

Também pagamos vários preços de gasolina, a mais cara foi em Minas Gerais, quase R$ 5,00. A mais barata em São Paulo, variou de R$ 3,99 a R$ 4,20. As demais estavam custando entre R$ 4,39 a R$ 4,79.

Eu sempre uso o seguinte site para ter uma base de gastos em relação a km e pedágios: https://qualp.com.br/.

Apesar de termos passado por 7 estados, fomos parados pela polícia apenas uma vez para conferência de documentação, na BR381, um pouco antes do estado de Minas.

Pegamos movimento intenso de caminhões em praticamente todas as estradas que passamos, a exceção foi da Praia do Forte até Aracaju e de Jeremoabo a Petrolina.

Tive pouco mais de 1 mês para organizar o roteiro, mas como tenho vários rascunhos de viagens que pretendo fazer, não foi tão difícil organizar tudo. Ficou assim: 

1º dia Sorocaba/2º dia Mariana/3º e 4º dia Alcobaça/5º dia Prado/6º dia Ilhéus/7º e 8º dia Morro de São Paulo/9º dia Salvador/10º dia Praia do forte/11º e 12º dia Aracaju/13º e 14º dia Petrolina/15º e 16º dia Mucugê/17º dia Vitória da Conquista/18º e 19º dia BH/20º e 21º dia Capitólio/22º dia Curitiba/23º dia Chapecó.

 Em relação aos hotéis, todos eu reservei pelo booking, só para Ilhéus que reservei pelo Airbnb. Todas as hospedagens possuíam garagem, banheiro privativo, TV, frigobar, wifi, ar-condicionado ou ventilador, alguns cozinha e de modo geral todos eram muito bons.

 

Dia 1, 30/10

 

 

Primeiro dia de viagem com muita estrada. Até Vargeão a estrada está boa, depois até São Mateus do Sul tem alguns trechos com buracos, depois de Lapa a estrada está excelente, após Curitiba entramos na Rodovia Régis Bittencourt e, como era feriado e o movimento era intenso, decidimos não continuar na BR116, em Juquiá pegamos uma estrada de interior, com trechos bons e ruins, até chegar em Sorocaba. 

Ficamos no Nacional Inn Sorocaba: um hotel bom e bem localizado.

Dia 2, 31/10

 

Nesse dia pegamos movimento bem intenso, principalmente de Sorocaba até Campinas e depois na BR381. Quando saímos da 381 e fomos à direita em direção a São João del Rei o movimento diminuiu bastante. Fizemos esse caminho ao invés de ir direto a Mariana porque queríamos passar em Lagoa Dourada, a terra do rocambole. Vale muito a pena passar ali para comprar o delicioso rocambole que eles fazem. As lojas que vendem a iguaria estão todas na rua principal, não precisa fazer nenhum desvio. Paramos na loja O Legítimo Rocambole e também aproveitamos também para tomar um cafezinho e comer um pão de queijo. O rocambole dá para pedir metade ou inteiro..o inteiro dá +-R$35,00, com opção de escolha de até 2 sabores. Os escolhidos dessa vez foram o de doce de leite com morango e goiabada. Essa loja possui filial em São João del rei. Depois seguimos até Mariana. A cidade estava bem vazia e as igrejas fechadas em virtude da pandemia. De qualquer jeito tiramos fotos das fachadas das principais igrejas e caminhamos pelo centro histórico.

Nesse dia ficamos no Hotel Sinhá Olimpia em Mariana, muito bom, tem restaurante junto, o proprietário é super simpático. Pedimos uma pizza e estava deliciosa.

 

Dia 3, 01/11

 

Nesse dia passamos por muita estrada de interior, no geral todas em bom estado. O movimento diminuiu bastante, e conseguimos andar bem, apesar de alguns trechos termos pego muita chuva. De Teófilo Otoni a Carlos Chagas passamos por umas formações rochosas impressionantes.

 Ficamos nesse e no dia seguinte na Pousada Verdes Mares em Alcobaça. Pousada simples e bem localizada.

Dia 4, 02/11

Tínhamos tirado esse dia para ir até a ponta do Corumbau, mas estava chovendo muito, desistimos pois a estrada até lá fica intransitável quando chove. Por isso conhecemos o centro histórico de Prado, a praia do centro e do coqueiro e ficamos por Alcobaça mesmo.

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Igreja de Prado

 

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Praia dos Coqueiros

 

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Igreja de Alcobaça

 

Dia 5, 03/11

 

Nesse dia tínhamos nos programado para fazer o passeio de barco até Abrolhos, mas, infelizmente, as condições marítimas não permitiram. Continuou chovendo e ficamos de boa em Prado. Cedo da noite fomos no Beco das Garrafas, local que concentra a maioria dos restaurantes de Prado. Escolhemos o Restaurante Jubiabá e provamos a especialidade deles, Budião ao molho de pitanga, de acompanhamento purê e arroz. Veio muita comida, muita mesmo, estava delicioso e custou R$ 150,00.

Ficamos na Pousada Guaratiba, que tem uma infraestrutura excelente. Pena que não pudemos usufruir muito por causa da chuva.

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O Budião..

 

Dia 6, 04/11

 

Nesse dia fomos conhecer a Fazenda Yrerê, que é uma fazenda de cacau. A localização é fácil, fica bem na estrada de Itabuna a Ilhéus, quase chegando em Ilhéus. Por causa da pandemia estão atendendo em apenas 2 horários: 9h30 e 11h. Saímos um pouco depois das 4h da manhã para chegarmos a tempo. Na estrada pegamos muito movimento entre Itabela e Itagimirim, que ficam próximos a Porto Seguro (não fomos para Porto Seguro nesta viagem porque já havíamos conhecido Porto Seguro, Trancoso, Arraial d’Ajuda e Santa Cruz da Cabrália há poucos anos atrás, mas são lugares incríveis que recomendo muito conhecer).

Chegamos às 10h40 na Fazenda. O guia foi um dos funcionários da fazenda, que nos deu uma aula sobre o plantio do cacau e das espécies de plantas que estão na área, enquanto caminhamos pelo trecho de Mata Atlântica preservado que a fazenda possui. Também pudemos provar da fruta cacau e depois fomos para as barcaças ver o processo de fermentação e secagem dos grãos.

A visita termina com uma prova de suco de cacau, os chocolates produzidos na fazenda (com 60%, 70% e 80% de cacau), e dos nibs (as sementes de cacau fermentadas, secas, torradas e trituradas), além de uma explicação completa das diferenças entre os chocolates. Todo o passeio dura em torno de 2h, custa R$ 30,00 e é um programa imperdível. Para mais informações: https://www.instagram.com/fazendayrere/?hl=pt-br.

Depois da visita estacionamos o carro no centro de Ilhéus e fomos conhecer o centro histórico, com os cenários que serviram de inspiração para os livros de Jorge Amado. Em função da pandemia a casa de cultura e o bataclan estavam fechados, mas o bar Vesúvio estava aberto, bem como o mercado de artesanato.

Nesse dia ficamos em uma casa pelo Airbnb.

 

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Fazenda Yrerê

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Casa de Cultura

 

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Bataclan

Continua..

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