Ir para conteúdo

14 Dias na Colômbia - Cartagena, Medellin e San Andrés (Os Mochilinhas)


Posts Recomendados

  • Membros

COLÔMBIA 13º Dia - Passeando em Johnny Cay e Acuario (06/05/2017)

Além da volta de carrinho na ilha, outro passeio turístico dos mais procurados de San Andrés é conhecer as ilhas de Johnny Cay e o Acuário, este último que se localiza ao lado da Haynes Cay.

Johnny Cay, cujo nome oficial é Islote Sucre, bem como Haynes Cay, tratam-se de Cayos (Cay em inglês), palavra de origem antilhana para denominar pequenas ilhas formadas na superfície de um arrecife de coral com praias de baixa profundidade. Este tipo de formação é muito comum em ambientes tropicais como o Caribe e também no oceano pacífico.
 
Novamente tomamos nosso café da manhã e fizemos uns sanduíches a mais para levar de almoço, agora tendo certeza que não iríamos encontrar opções baratas para almoçar durante o passeio. Como estes cayos tem entrada e permanência limitadas, para chegar lá é somente com passeios turísticos. Todo hotel e hostel em San Andrés oferece este passeio mas, pra evitar pagar alguma taxa ou comissão a mais, fomos direto no píer da Marina Tonino comprar o passeio diretamente nos guichês de venda do passeio. Os barcos saem a partir das 9h de 15 em 15 minutos e são muitos, não sendo necessário comprar com antecedência.
É possível fazer o passeio só para Johnny Cay ou só para o Acuário, mas como essas ilhas são minúsculas e para economizar, resolvemos fazer o passeio padrão e mais procurado sempre, que é: visita à Johnny Cay de manhã e visita ao Acuário à tarde. Pagamos na época 25.000 COPs cada um este passeio. Este valor dava direito somente ao transporte de barco para Johnny Cay e Acuário e mais nada. Vende-se na Marina, por 10.000 COPs a mais, a versão que chamavam de "VIP" deste mesmo passeio que, além do barco, dava direito à guia e um passeio extra no final, aos manguezais de San Andrés. Como no horário que chegamos éramos os únicos que havíamos comprado o pacote "básico", a moça do guichê acabou nos encaixando com um grupo VIP sem cobrar nada a mais (um "upgrade" gratuito). Ficamos bem felizes com a noticia, mas depois percebemos que o tal de passeio VIP não tem quase nenhuma diferença do passeio padrão, sendo apenas uma forma de arrancar dinheiro a mais dos turistas. O guia na verdade é um carinha que, ao chegar na ilha só explica em 5 minutos a logística do passeio (horário de almoço, hora de saída, etc), e o passeio aos manguezais qualquer um consegue fazer lá no fim, só entrar num barco que vai para lá (por isso que a moça nos encaixou no passeio VIP sem hesitar).
9h então partimos de barco rumo à Johnny Cay, trajeto que dura só uns 20 minutos e que faz tu já chegar lá já encharcado com a água que o barco levanta, o que é tri bom pra ir espantando o calor.
 
995726514_20170506(1).thumb.jpg.3347060b0dabbb248e8c3525ff794c16.jpg
 
499895683_20170506(2).thumb.jpg.62068d0b0b230fefe93857ba768af60c.jpg
 
1407100198_20170506(5).thumb.jpg.80322c8930a1b442d873d025d47a76f0.jpg

Partindo para Johnny Cay

Chegando na ilhazinha, o "guia" reúne então o pessoal e passa as instruções: horário de saída da ilha, onde dá pra almoçar (apesar de minúscula, tem vários restaurantezinhos pequenos por ali) e que para almoçar já teria que pedir o prato agora para dar tempo do pessoal preparar até o meio-dia, em torno de mais ou menos 20 reais o prato, explica um pouco sobre a formação do caio e era isso, já nos libera pra curtir a ilha. Fim do serviço de guia. Como já tínhamos providenciado nosso próprio "almoço", pegamos nossa canga e corremos então para curtir a praia, e aí, que espetáculo!
 
32297233_20170506(72).thumb.jpg.e732ab6d1d2a982595c9913d7f437f31.jpg
 
1748583362_20170506(13).thumb.jpg.b3a80f13a33fb5b3fd93009e571c39b3.jpg
 
1904344542_20170506(14).thumb.jpg.ed9aba92e6447ed7783344e8901cd038.jpg

Johnny Cay!

Em torno de toda a ilhota ficam várias formações corais entre a areia e o mar que acabam formando piscinas naturais cristalinas sensacionais, arrisco a dizer que são as praias mais bonitas de toda San Andrés.
 
20170506_124342.thumb.jpg.dafa46cdc089c61b9b8932e3f13f9cd2.jpg
 
369977841_20170506(20).thumb.jpg.642062f376d07563174a4e51891e08bb.jpg

Piscinas naturais que se formam no Caio

O lado leste da ilha (se considerar que o local onde atracam os barcos é o sul), é a melhor parte, onde ficam as piscinas maiores que dá pra ficar horas boiando e curtindo e, apesar de bem rasinho, dá pra fazer snorkel e avistar alguns peixinhos e ouriços.
 
1106000379_20170506(18).thumb.jpg.de34889b8495b1877ce39da04ee43171.jpg
 
1555864220_20170506(28).thumb.jpg.559889c9532f3da5ee8c6d83582f044d.jpg

Olha a transparência dessa água!

Estendemos nossa canga embaixo de um coqueiro por ali e estacionamos, junto com nossos sanduiches e uma sacola com gelo e umas cervejas que levamos para o passeio.
 
20170506_104411.thumb.jpg.f8d2229a4fc1d8139034676e6a3a535d.jpg
 
20170506_114544.thumb.jpg.44514137510e9d704409695d161e469f.jpg
 
1558932231_20170506(16).thumb.jpg.1891fda849ec1a67ed2a95370d0f5c0b.jpg
 
578062223_20170506(26).thumb.jpg.b9856bf4fa6b7b66932355aa992152fb.jpg

Passando trabalho!

O único cuidado que tem que ter são com os vários lagartos que habitam o lugar. Bem pequenos e ligeiros, eles estão acostumados com as pessoas e às vezes entram nas tuas coisas que ficam na beira da praia e roubam tua comida sem tu nem perceber. Encontramos vários, inclusive uns de coloração azulada bem bonitos!
 
77646686_20170506(11).thumb.jpg.5a41f6328621b6d1a635ea525291c47d.jpg

Bichinho traiçoeiro

 

Depois fomos conhecer o entorno da ilha. Em menos de meia hora dá pra dar a volta em toda ela. Somente no ponto oposto de onde atracam os barcos (que seria o norte) não possui faixa de areia, então tivemos que dar uma atalhada por dentro numa mini trilha bem bonita em meio aos coqueiros. Essa parte conta com o dobro de lagartos perambulando por ali. No lado oeste e no local onde atracam os barcos, o mar é mais aberto mas igualmente calmo e transparente, permitindo mergulhar tranquilamente. Por ali deu até pra avistar algumas arraias de snorkel!
 
20170506_093517.thumb.jpg.b242b2dfa94043da33fcefa4bd384bd9.jpg
 
20170506_093520.thumb.jpg.751ebc4026b99779635136a8599e83fc.jpg

Mais umas fotinhos

Os barcos começam a chamar o pessoal para ir embora lá pelas 13h, ou seja, ficamos umas 4h na ilha, tempo mais que suficiente para curtir ela bastante, quase a ponto de enjoar, hehehe.
Quando chegam os barcos no entanto, é uma muvuca desgraçada. Os barcos são todos iguais e é bem difícil no meio da bagunça tu achar o mesmo que te trouxe. No meio da "fila" que se formou, uma das guias gritou que tinha dois lugares sobrando num barco e acabaram nos colocando nesse mesmo, só precisamos apresentar o recibo da compra do passeio para embarcar. No fim tanto faz o barco que tu pegar, já que todos vão para o Acuário mesmo.
O Acuario sim fica um pouco longe, o barco demora uns 50 minutos para chegar na oficialmente denominada Islote Cordoba:
 
Islote Cordoba, popularmente conhecido como Haynes Cay, é outra formação coral que fica a leste da ilha de San Andrés. A grande atração que atrai os turistas e ponto principal deste passeio não é o caio em si, mas as piscinas naturais que ficam a mais ou menos 100 metros dali, com águas reprisadas por várias paredes de corais, formando um verdadeiro aquário, com muita vida marinha para se observar.
 
O Acuario e Haynes Cay é a ilha que se avista da praia de Rocky Cay em San Andrés, bem próxima aos navios naufragados. A maioria dos turistas nem chega a pisar em Haynes Cay, fica só na parte do Acuario mesmo.
O barco desembarca ali no Acuario, num minúsculo pedaço de areia (que não dá pra chamar de ilha) onde cabem só umas barracas que alugam snorkel, coletes, e armários para guardar os teus pertences, já que não tem faixa de areia ali para deixar as coisas (pelo menos não suficiente para todo o povo que desce ali).
 
1293899609_20170506(60).thumb.jpg.855cbb12cb8e79e8c4dde4cced0b2dcb.jpg

Minúscula "ilha" onde atracam os barcos para a visita ao Acuário

Nessa hora vimos como foi útil ter comprado a mochila à prova d´água na Tailândia a uns meses atrás! Pudemos levar nossas coisas conosco todo o tempo sem correr o risco de molhar e assim economizar uns 10.000 COPs não tendo que utilizar o guarda-volumes.
 
611719809_20170506(71).thumb.jpg.65a54f7b555b857bd318a77907bcd25c.jpg
Waterproof bag sendo posta em ação!
 

Outra coisa bem importante que nós não tínhamos mas é muito recomendado por ali são os sapatos para entrar no mar (sapatilhas aquáticas), pois ali ficam muitos ouriços e a probabilidade de pisar em um é bem grande, mas encaramos com nossos chinelos mesmo e bastante atenção e não foi necessário alugar um e correr o risco de pegar uma frieira.

594497634_20170506(53).thumb.jpg.09171f236ced1229dfeb044d4f6ef73d.jpg
Ouriços traiçoeiros que ficam em meio aos corais
 

Prontos então, seguimos em direção ao Acuário. Outro lugar fantástico! São vários "tanques" com água pela cintura, que parecem até feitos de propósito, delimitados simetricamente por barreiras de corais onde ficam vários peixes diferentes, ouriços, moreias, e até arraias.

804613425_20170506(44).thumb.jpg.b0bb731b1df9bd6e3f70da71ad960152.jpg
 
2009623571_20170506(67).thumb.jpg.46ab4e7ebb2791656bce997e4f510131.jpg
 
494849124_20170506(52).thumb.jpg.28521c8e820bb04266d60fa237930146.jpg

Acuário de San Andrés

Aliás, um dos "serviços" que o pessoal que fica por ali oferece é observar as arraias: um mergulhador pega uma arraia no fundo do mar e traz na mão para os turistas darem uma olhada. Nem preciso dizer que não fomos nessa e repreendemos totalmente esse tipo de turismo exploratório.
Ficamos fazendo snorkel entre os diversos "tanques", um com mais peixes que o outro. Para passar de um para outro você tem que atravessar as paredes de corais, e é aí que se corre o risco de se pisar em um ouriço, já que ficam vários no meio das pedras, uns bem grandes. Mas é só olhar bem aonde pisa que não tem perigo, já que a água é cristalina.
 
2111431874_20170506(47).thumb.jpg.20ed3ea097a8e19ad1862d6de6110b6c.jpg
 
383661273_20170506(65).thumb.jpg.17eef240f0d0c41b579fa834c8862e02.jpg
 
1382667743_20170506(59).thumb.jpg.93d29d9eeef49e3d5500656094809783.jpg
 
1257557743_20170506(57).thumb.jpg.1f5f58e5c48b3d5a5fc6af1366f10e3b.jpg

Os mergulhos no Acuário são espetáculares!

Depois do Acuário, fomos dar uma conferida na ilha Haynes Cay. Para se chegar lá, dá pra ir caminhando por um banco de areia. Dá pra ir nadando também, porém o perigo ali é pisar numa arraia, já que tem muitas por ali.
Haynes Cay é a metade do tamanho de Johnny Cay, mais "descampada" e sem faixa de areia, mas bem charmosa, vale a pena dar uma conferida sim.
 
20170506_151359.thumb.jpg.ecc61b938c7ee889a101074adff1a255.jpg
 
20170506_151308.thumb.jpg.ed82e34988b07f3b30e877429bdf230d.jpg

Haynes Cay (ao fundo da primeira foto, a ilhazinha onde fica o Acuário)

No centro da ilhota fica somente um bar de Reggae com cervejas super faturadas. Como não é sempre e o clima estava espetacular, topamos pagar 3.000 COPs por umas long necks pra tomar ali na beira da ilha, observando aquele paraíso. Uma hora tivemos a companhia de um pelicano também, que fez a alegria da turistada, pescando uns peixes por ali.
 
20170506_151444.thumb.jpg.4efe4e264bc9c0c24c127e913cd4ca24.jpg
 
20170506_151458.thumb.jpg.4d305e056c7bdba7963b6e9de46c1d2e.jpg

Pelicano nos fazendo companhia para tomar nossas águilas

No Acuário sim, daria pra ficar tranquilamente bem mais tempo por ali curtindo mas, chegando a hora da saída dos barcos, fomos retornando para o local de embarque. Na volta conseguimos pegar o mesmo barco da vinda, mas poderíamos ter entrado em qualquer um pois não pediram documento nenhum para embarcar.
Como o nosso passeio era o "pacote VIP", ainda tínhamos mais uma parada, os manguezais de San Andrés. No caminho passa-se bem perto dos navios naufragados que ficam em torno da ilha. Acontece que San Andrés fica circundada por uma enorme barreira de corais, a terceira maior do mundo, e esses navios ou não sabiam, ou tentaram atravessar a barreira e não conseguiram (caso das centenas de embarcações ilegais que tentam entrar na ilha todo ano, grande maioria para o tráfico de drogas), ficando encalhados nos corais sem chance de resgate. Inclusive, um deles, o maior e mais famoso dali, o guia do passeio nos contou umas histórias de que este seria um navio mal assombrado (pelo jeito o pessoal de San Andrés gosta que tudo seja mal assombrado...).
 
20170506_161936.thumb.jpg.9a83fc1b69bf57be7ed9ca1aa8f62a45.jpg

Navio encalhado "assombrado"

Também a barreira de corais é a proteção que faz com que San Andrés conte com águas calmíssimas e transparentes em suas praias bem como impeça a passagem de tubarões vindos do oceano atlântico, tornando muito mais seguro o mergulho dos visitantes da ilha. Adentrando no manguezal, que fica ao norte bem próximo da praia de Rocky Cay, parece que estamos em um lugar completamente diferente, tipo uma Amazônia ou coisa assim, e não mais no caribe.
 
20170506_162624.thumb.jpg.97c71a466e053a7c637888646f153fbf.jpg
 
20170506_162707.thumb.jpg.cbaff05a6966f10331cd1d945d835319.jpg
 
20170506_162820.thumb.jpg.2f7ca6f0a696ae560e3c91a00da6d832.jpg

Manguezais de San Andrés, ou "manglares" em espanhol

É lá que foi filmado o filme "Anaconda", com a Jennifer Lopez, o que ajudou o local a se tornar um destino turístico em San Andrés, apesar do filme ter sido um fracasso.
E ao final dos manguezais, chega-se no curioso "posto fronteiriço" da Colômbia com a Nicarágua. Ficamos nos perguntando porque um posto fronteiriço com a Nicarágua e por aqui ali nos meio dos manguezais? Acontece que, como explicou o guia do passeio, essa é uma rota muito utilizada por embarcações transportando drogas da Colômbia para a Nicarágua. Como a ilha fica próxima deste país, as embarcações provenientes da Colômbia acabam utilizando San Andrés como ponte para ingressar na Nicarágua de forma facilitada, sem ter que atravessar os diversos países que ficam entre os dois no continente. Como forma de frear esse tráfico, o governo nicaraguense decidiu instalar um posto fronteiriço na ilha, no exato local utilizado pelos traficantes para o transporte de drogas, visto que como os manguezais são uma passagem mais "escondida" e com águas mais profundas, ali é o local mais utilizado por esses traficantes para adentrar na ilha. Em frente ao posto inclusive, ficam vários barcos "naufragados" que dizem ser todos barcos utilizados para o transporte de drogas que foram abatidos pelos guardas da fronteira e que ficam ali expostos para servirem de alerta para os traficantes que ousarem passar por ali.
 
20170506_162532.thumb.jpg.252d321119e1bf3752bf021818a4d1ba.jpg
 
20170506_162608.thumb.jpg.863c966c7d937dcaee55d0b0a653f415.jpg

Posto fronteiriço da Nicáragua e em frente os barcos supostamente de traficantes abatidos

Infelizmente, chegamos então ao fim do passeio de dia inteiro. Voltamos pro hostel dar uma descansada e, à noite, pra variar, fomos dar uma voltinha de leve na rua Peatonal olhar o movimento e dar uma passadinha nos free-shops. Cansados do dia inteiro de passeio, voltamos cedo pro hostel pra dormir.
 
20170506_195259.thumb.jpg.d0b892570c6798bbb41b1b43ae7ea8fb.jpg
 
20170506_195317.thumb.jpg.3ebc8a4ceccdda6a51c2227d8dd3556b.jpg

Passeadinha básica na noite no centrinho de San Andrés (como dá pra ver na foto, a influência rastafari na ilha é muito grande)

  • Obrigad@! 1
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 2 semanas depois...
  • Respostas 33
  • Criado
  • Última resposta

Mais Ativos no Tópico

Mais Ativos no Tópico

Postagens Populares

Olá! Minha esposa e eu recentemente lançamos um blog de relatos das nossas viagens pelo mundo, em formato meio que de diário, mas também com posts com informações das nossas viagens como preços d

COLÔMBIA 3º Dia - Fazendo o passeio para Playa Blanca (26/04/2017) Dia reservado para fazer o passeio para Playa Blanca. 9h já estávamos no píer do muelle de

COLÔMBIA 5º Dia - Visitando o Castelo de Barajas (28/04/2017) Nosso último dia "cheio" em Cartagena, ainda faltava em nosso roteiro a visita ao Castelo de Ba

Posted Images

  • Membros

COLÔMBIA 14º Dia - Se despedindo de San Andrés (e da Colômbia) (07/05/2017)

Infelizmente, chegou o dia de se despedir de San Andrés e da Colômbia. Como não tínhamos nada programado neste dia, tomamos o café-da-manhã no hostel bem tranquilos, dessa vez sem precisar estocar sanduíches para levar. A ideia era pegar o transporte público e ir visitar algum dos pontos de mergulho em volta da ilha, a princípio Westview, o qual achamos o mais legal. A linha de ônibus que circula toda a ilha era bem barato, 2.000 COPs a passagem, mas, pelo menos na época, passava bemmm de vez em quando.

No fim ficamos com preguiça e resolvemos nos dar mais um dia "de férias" mesmo, ou seja: dia de não fazer nada! Só curtir a praia.

Outro destino que vale a pena para quem tem mais tempo em San Andrés é visitar a outra ilha caribenha da Colômbia "Providencia", cujo acesso é somente através daqueles aviões pequenos que voam baixo (e com as janelas abertas) saindo de San Andrés. Esta é uma ilha mais roots e bem menos procurada que San Andrés, mas com praias igualmente fantásticas com o mesmo mar do caribe de sete cores. Como os vôos não são muito regulares, tem que ter pelo menos uns 3 dias a mais para poder ir e voltar tranquilamente (fica para uma próxima).

Cedo então já rumamos em direção à Spratt Bight estender nossa canga e ficar naquela vida ruim de se revezar entre se espreguiçar na areia, dar um mergulho e ir nos Free Shops de vez em quando buscar uma cervejinha.

144069167_20170507(8).thumb.jpg.94513abe88b65e655cd181ec8c85de2b.jpg
 
707144173_20170507(10).thumb.jpg.18c492ffc2e93d2867180f42c382231a.jpg

Aproveitando o finzinho de viagem

Neste dia resolvemos "trair" o nosso restaurante predileto para almoçar e resolvemos encarar um que era um pouquinho mais "chique" (com almoço à 12 reais), mas nos demos mal, a comida neste era bem sem graça e vinha bem menos quantidade do que o nosso restaurante (quem mandou querer inventar né?).

À tarde ficamos mais um tempo de preguiça em Spratt Bight. Perto do por-do-sol, fomos caminhando pela beira da praia até o famoso letreiro "I love San Andrés", igual a estes letreiros que tem em todas as cidades turísticas do mundo. No dia anterior havíamos passado por lá de carrinho de golfe e parecia ser bem longe, mas caminhando pela praia em uns 15 minutos mais ou menos já estávamos lá.

O letreiro fica num lugar bem legal, do lado do aeroporto, dando pra ver os aviões chegando e saindo bem de pertinho, quase raspando nossa cabeça.

20170507_152558.thumb.jpg.3e29f80dbdeb8b0653309e6a3b627abd.jpg
 
20170507_152825.thumb.jpg.18dda0494271f4e64fd5654e598908f9.jpg
 
1907846507_20170507(3).thumb.jpg.e950aed096035883488d7ad664643091.jpg
 
1604527924_20170507(1).thumb.jpg.623cb2a33700d66f3a5df6a1f037a6ed.jpg

Letreiro "I Love San Andrés" (não é muito fácil de caber todo na foto não)

Fica em frente também ao Parque Ecológico de San Andrés, uma área de proteção ambiental com um ecossistema bastante rico, que possui uma parte que dá pra visitar que possui uns jardins bem bonitos e um parquinho para a criançada. Dali do letreiro também parece ser um bom lugar para admirar o pôr-do-sol, já que fica bem na ponta da ilha com vista tanto para o leste quanto para o oeste, mas como começou a nublar no fim da tarde não pudemos ter certeza.
Por ali também é um bom lugar para curtir a praia com mais tranquilidade, já que não tem quase turistas, embora bastante locais escolham esse ponto para fincar seus guarda-sóis (talvez para fugir dos turistas hehehe), só que o mar por ali não é tão bom para fazer snorkel, mais escuro e revolto. De qualquer forma ficamos mais um tempinho ali até cair a noite.
 
688669788_20170507(15).thumb.jpg.3263e3500bb6faf86ba5b27e1449b816.jpg
 
618256358_20170507(21).thumb.jpg.bd4620218f572534ad06d7b2c5531718.jpg

Fazendo palhaçada na praia

Já noite, voltamos pro hostel para tomar um banho, descansar um pouco e se preparar para curtir nossa última noite na Colômbia.
Como era nossa última noite, resolvemos fazer tudo com bastante calma. Passamos por vários locais que não a rua Peatonal, observando como é a noite de San Andrés fora do eixo turístico. Numa dessas ruas passamos em frente a uma igreja batista, das várias que existem na ilha, muito da influência da colonização britânica no caribe. Com os sermões sendo proferidos em inglês creole, e bastante cheia e com os padres cantando músicas gospel junto com o coral, além de um típico ônibus escolar aqueles típicos de escolas norte-americanas em frente, utilizado para transportar os fiéis, até se esquece que se está na Colômbia.
 
20170507_191912.thumb.jpg.3fd175743730fa871b0dc38e5eac9ce9.jpg

Ônibus da igreja

Continuando a caminhada, pegamos umas long necks e seguimos pela avenida beira mar em sentido contrário à rua Peatonal. Quando começou a dar fome, encontramos numa travessa do calçadão um food truck daqueles bem típicos norte-americanos, bem diferentes dos food trucks "gourmet" que hoje em dia são febre no Brasil. Como é uma coisa que não é comum para nós, não perdemos a oportunidade de experimentar uma hamburguesa e um salchipapas, uma batata-frita com salsichas. O preço também não tem nada a ver com os nossos food trucks hiperfaturados do Brasil, seguindo a mesma linha dos norte americanos, que são sinônimo de comida de rua e barata.

20170507_214920.thumb.jpg.b6050636b7df3e6747237cbd99bafaf7.jpg
Food Truck estilo americano

Já tarde da noite, seguimos então em direção ao "fervo", na esquina da rua Peatonal com a beira mar. Depois de curtir um tempo ali que está sempre movimentado e é bastante agradável, resolvemos ir conferir o movimento em frente à tão badalada danceteria Coco Loco. Numa Farmácia/Mercadinho estrategicamente localizado bem em frente à danceteria, pegamos umas cervejas e entramos madrugada a dentro sentados ali na calçada acompanhando o fluxo de turistas encarando as longas filas para entrar e chacoalhar o esqueleto no Coco Loco (nossos colegas de hostel batiam o ponto toda noite lá).

20170507_212643.thumb.jpg.33f192e551609cc3db058e2634cf4927.jpg
 
20170507_222845.thumb.jpg.506de9480690ad81e9f45a413fea1385.jpg

Fechando a noite conferindo o movimento em frente ao Coco Loco

E assim se despedimos da Colômbia, este país espetacular que não vemos a hora de retornar. No outro dia pela manhã pegaríamos o avião da Copa Airlines em direção a Porto Alegre com conexão no Panamá!

Esperamos do fundo do coração que tenham gostado do relato e se divertido lendo tanto como nós nos divertimos escrevendo. Que tenhamos conseguido mostrar pelo menos uma partezinha das belezas da Colômbia e te inspirado a conhecer esse maravilhoso país.

Agradecemos quem deixar comentários, dizendo se gostou do relato, se não gostou, se achou muito longo, se gostaria que fosse mais reduzido, que tivessem mais fotos, menos fotos, mais informações, menos informações. O que nos inspirou a começar esse blog é mostrar que viajar não é um bicho de 7 cabeças ou coisa de quem tem dinheiro. Pelo contrário, viajar expande os nossos horizontes, muitas vezes é mais barato do que ficarmos na nossa cidade e, nos dias de hoje, em que o discurso de ódio tem se sobressaído à tolerância e o fascismo se faz vivo e ativo em diversos países, é uma atividade essencial para que possamos conhecer e respeitar o "outro", desenvolvendo nossa empatia e humanidade. Obrigado por lerem!

E fiquem ligados, em breve, novos relatos das nossas outras viagens pelo mundo!!!

  • Obrigad@! 1
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros

Roteiro resumido - San Andrés

Segue abaixo o resumo (com mapas) da nossa passagem de 5 dias por San Andrés, lembrando sempre que os preços das atrações aqui listados são de 2017, então certamente já estão defasados. Também sempre cabe ressaltar que este roteiro representa unicamente a NOSSA experiência na ilha, não tendo nenhuma pretensão de ser um "guia do que fazer em San Andrés", ou muito menos um "guia definitivo da ilha". San Andrés é bem pequena e tem poucos "passeios obrigatorios", então acho que 5 dias está de bom tamanho para conhece-la bem.

RESUMÃO: Ficamos 5 dias em San Andrés. Sendo que no primeiro dia chegamos no fim da tarde, então foram 4 dias "inteiros" na ilha, sendo que fomos embora no sexto dia pela manhã. Nossas atividades neste período ficaram divididas assim:

1º Dia: Se despedindo de Medellin, chegando em San Andrés

2º Dia: Conhecendo o centro de San Andrés, Praia de Spratt Bight

3º Dia: Volta na ilha de Carrinho de Golfe, Westview, La Piscinita, Playa San Luis, Playa Rocky Cay

4º Dia: Johnny Cay, Acuario e Haynes Cay

5º Dia: Se despedindo de San Andrés

Ficamos no El Viajero Hostel. Escolhemos ele pelo preço e pela localização e, são essas as únicas qualidades do hostel (café da manhã também é bom). Não existem muitos hostels em San Andrés (na época era o único) e, ao contrário de todo o resto da ilha, as acomodações são caras. Este hostel não era ruim, mas é um hostel muito grande e desorganizado, possui mais de 7 andares (e sem elevador diga-se de passagem), o balcão de atendimento estava sempre com fila e as geladeiras sempre lotadas e fedendo a alguma coisa estragada. Hoje pode ser que tenha melhorado, pois a nota dele no booking subiu bastante nos últimos anos.

1º Dia: Se despedindo de Medellin, chegando em San Andrés

1. Indo até o aeroporto de Medellin

  • A forma mais barata de se chegar até o Aeroporto Internacional de Medellin, que fica na cidade vizinha de Rionegro, é pegar um ônibus comum que fica próximo à Plaza Botero, no centro de Medellín, atrás do Hotel Nutibarra.

  • Pagamos 9.000 COPs na época a passagem.

  • O ônibus demora em média 1h para chegar no aeroporto.

441795_feb555b5477946a49eba49657292e030~mv2.webp
Local aonde saem os ônibus em direção ao aeroporto
 
441795_68d179da7a2a44439a29d78beb016627~mv2.webp
Local exato da rua onde saem os ônibus e o ônibus apontado na seta
 
441795_a73a7965574d435eb40434c322665c76~mv2.webp
Trajeto de ônibus do centro de Medellin até o Aeroporto

2. Chegando em San Andrés

  • O aeroporto de Medellín fica do lado do centrinho da ilha, pudemos ir a pé para o hostel.

441795_eab1329ef8bd41f095f17a759192d8cf~
Trajeto a pé do aeroporto até o hostel El Viajero
 

2º Dia: Conhecendo o centro de San Andrés, Praia de Spratt Bight

1. Praia de Spratt Bight

  • A praia de Spratt Bight é a praia do centro de San Andrés:

441795_abff05e616cc43658f4e90a9ffc8369c~mv2.webp
Praia de Spratt Bight

2. Centro e noite de San Andrés

  • No mapa abaixo, principais pontos da ilha e para curtir a noite em San Andrés:

441795_0c52f4a55c414263b8c4dff604109528~mv2.webp
Pontos de interesse marcados no mapa
 
  1. Bancolombia: lugar para trocar dinheiro na ilha (necessário levar passaporte);

  2. Coco Loco: principal danceteria de San Andrés;

  3. Esquina da rua Peatonal com a beira mar, principal ponto de encontro do pessoal à noite para fazer um "esquenta" para o Coco Loco;

  4. Hachurado em amaerlo no mapa, a Rua Peatonal, rua exclusiva para pedestres e principal de San Andrés com vários free shops, embora toda a região do centro no mapa acima contenha vários free shops e lojinhas.

3º Dia: Volta na ilha de Carrinho de Golfe, Westview, La Piscinita, Playa San Luis, Playa Rocky Cay

  • Principal rua para alugar o carrinho de golfe para dar a volta na ilha é a rua que fica "na esquina" nordeste da ilha. Rua à beira mar entre o Coco Loco e a Marina Tonino (tem várias na cidade toda, mas esta região especialmente tem uma do lado da outra).

  • O preço é o mesmo em qualquer locadora. Na época pagamos 120.000 COPs o aluguel pelo dia inteiro, retirando de manhã e entregando no final da tarde.

  • Não é necessário reservar com antecedência.

441795_d564f6709a2b484eaea192e05de9a9e3~mv2.webp
Principal rua e trecho para alugar carrinhos na ilha
 
  • Os pontos visitados no passeio foram os seguintes, fazendo o trajeto em torno da ilha no sentido anti-horário:

441795_70566759bd7048fba4b04f1130cae13b~mv2.webp
Pontos de interesse marcados no mapa
 
  1. Local de retirada do carrinho;

  2. Westview: 5.000 COPs a entrada;

  3. La Piscinita: 5.000 COPs a entrada;

  4. Hoyo Soplador: paga-se uns trocados para o guardador de carro;

  5. Playa San Luis: gratuito;

  6. Rocky Cay: 5.000 COPs o estacionamento.

DICA: Se for almoçar no caminho, opte por almoçar no vilarejo que fica entre a Playa San Luis e o Rocky Cay, pois é onde tem os restaurantes mais baratos.

4º Dia: Johnny Cay, Acuario e Haynes Cay

  • Fizemos o passeio de dia inteiro para Johnny Cay e Acuario.

  • Pagamos na época 25.000 COPs por pessoa o passeio básico, mas na hora, como eramos os únicos que iam fazer esse passeio, nos encaixaram no passeio "vip", que conta ainda com uma visita aos manguezais de San Andrés ao final.

  • Compramos os bilhetes diretamente na Marina Tonino, não sendo necessário comprar com antecedência.

  • A partir das 9h saem passeios de 15 em 15 minutos dali.

441795_5dc087acd6da4930a927359a205872aa~mv2.webp
Local onde fica a Marina Tonino
 
441795_b76b75d2837b4725ad259105a7bb61c0~mv2.webp
Locais visitados no passeio
 
  • Locais visitados no passeio:

  1. Johnny Cay, pela parte da manhã

  2. Acuario, na parte da tarde, que fica ao lado de...

  3. Haynes Cay (Islote Cordoba)

  4. Navio Assombrado, encalhado em meio à barreira de corais

  5. Manguezais de San Andrés, no final do passeio.

5º Dia: Se despedindo de San Andrés

  • Dia livre, ficamos somente curtindo a praia de Spratt Bight.

  • No fim da tarde fomos conferir o por-do-sol no letreiro "I Love San Andrés", que também fica ao lado da estação ecológica de San Andrés.

441795_46019d3be5434e929e687369fb1564f5~mv2.webp

Local onde fica o letreiro "I Love San Andrés"
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Colaboradores

@arielbrothersParabéns por ter conhecido e vivido um lugar pouco conhecido pelos brasileiros que preferem ser tratados como lixo e escolar um visto ao mal do mundo. Faltou ir ao Triângulo do Café e Bogotá, lá é outra Colômbia, faz frio,chove e a colonização é outra. O mal é ser a casa do fascismo citado por você o que provocou muitos protestos exibidos pela TV na semana passada.

  • Gostei! 1
Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por flrc888
      Saudações Amigos!
      Meu nome é Franco Coimbra, sou de Minas Gerais. Sempre gostei de viajar, ônibus, avião, trem. Nunca tinha saído do País e achava que não tinha condições para isso. 
      Achei o site mochileiros.com, por acaso na net, é comecei a ler. Entre relatos de viagens, tutoriais, fui apreendendo formas de viajar barato. Muitos relatos de viagem me tocavam, as pessoas estavam sempre felizes amadurecidas e ansiosas, já planejando uma nova viagem. Agora tenho o maior prazer de ajudar e retribui toda a informação que consegui neste site.
       
      PLANEJAMENTO
      Transporte: Tenho uma facilidade com internet pois trabalho com tecnologia.
      Depois de várias buscas de preços descobrir que a melhor formar é se cadastrar no site Skyscanner. Após o cadastro, você criar um alerta de preço no trecho pleiteado. Fiz isso em janeiro de 2018. Em fevereiro comprei uma passagem Brasília a Campo Grande por R$179 incluindo bagagem. Também uma de Bogotá a São Paulo, com escala em Fortaleza por R$ 680,00, todas da Avianca. Descobri também que mudando a localização do navegador, você pode comprar passagens domesticas em outro país de forma mais barata. 
       
      O resto do trecho foi todo de Bus, usei as páginas Busbud e redbus para estimar o preço das passagens para o planejamento. Felizmente não usei o sites para realizar a compra, pois a vista é bem mais barato. Os ônibus em geral são mais confortáveis e baratos que no Brasil. Em países como Peru e Bolívia tem serviço de bordo, e telas de interatividade. As passagens são pechichaveis pode se fazer um leilão indo em várias empresas, mais não deixem de conferir a qualidade das avaliações nos sites que vendem passagens. Foram milhares de quilômetros admirando paisagens deslumbrantes pela janela. Andei em empresas como Copacabana, Trans Titicaca, Oltursa, Tepsa, Civa, Berlinda del Fonce, Ochoa e Bolivariana. Não tive nenhum problema. 
      Foto: Ônibus no terminal Bimodal de Santa Cruz

       
      Fiz uma planilha com a estimativas de custo, e levei 10% a mais. Fiz uma planilha, que ao longo da viagem fui trocando os custos estimados pelos custos reais.
       
      Pará reservar acomodações e estimar custos de hospedagem, usei Hostel Word e Booking.
       
      A VIAGEM
       
      Santa Cruz de la Sierra
      Realmente fiquei só um dia pra descansar, pois fui de bus de Campo Grande a Corumbá e de Puerto Quijarro a Santa Cruz. Não fui de trem da morte, porque estava caro no dia, em relação ônibus.
      Foto: Chaga em Santa Cruz

       
      Foto: Coincidência, boliviana com a tatoo com meu nome.  

       
       
      La Paz
      Um choque cultural, muito bonito e diferente. Um povo amável que lhe mostrará outros níveis de humildade.
      Do taxi ao Uber, tudo muito barato. Deliciosas sopas, empanadas e sal tenhas. Fiquei no Llmas Hostel, próximo a praça Espanha e teleférico. Passei mal, uma forte dor de cabeça, mais nada que Sirochi Pill não resolvesse. Encontrada em qualquer farmácia custa cerca de R$2.00. Fui a todos os parques, praças, miradores e no teleférico. Na noite fui a disco chamada fórum. As pessoas são muito preconceituosas com a Bolívia, La Paz é bonito e seguro.
       
      Foto: Teleférico La Paz

      Foto: sopa de Fidel com Maní

      Copacabana
      O lago titicaca é fantástico, a cidade é pequena e acolhedora. Fiz o passeio na Ilha do Sol. Paisagens perfeitas.
      Foto: São Pedro de Tiquina

       
      Foto: Lago Titicaca (Tirada por mim)

      Cusco
      Em Cusco os preços sobem um pouquinho. Pra economizar é só fugir da rota turística e ir a mercados e restaurantes frequentados por nativos.
      Recomendo o passeio ao Vale Sagrado. Cerca de R$70,00 com almoço buffet. Se conhece as Salineiras, Olaytaitambo, e muita histórias e ruínas do povo Inca.
      Machu Pichu é caro. Recomendo ir de Van até a hidrelétrica, seguir a pé até Águas Calientes, descansar em um Hostal, e subir no outro dia a Machu Pichu, fica cerca de R$230,00. Ao lado da igreja, na praça de Armas, existem 2 Pub s muito legais para sair na noite.
      Foto: Plaza de Armas

       
      Fotos: Mercado Artesanal

       
       
      Foto: Olaytaitambo


       
      Lima
      Fiquei num excelente Hostel perto do mar, na região do Barranco, na minha opinião a parte mais bonita da cidade.
      Fiz muitos amigos no Hostal.
      Foto: Barranco

      Mancora
      Passei do ponto no ônibus, tava dormindo e desci 20km depois num posto de fiscalização. Voltei de carona num ônibus que vinha de Caracas a Lima de refugiados Venezuelanos. Muito triste a situação, gente com a roupa do corpo e 20 dólares pra começar uma vida nova em Lima.
      Foi uma das minhas preferidas. Cidade puquena sem muita infraestrutura. Mais fiquei num Hostel chamado Misfit, fica 1km da cidade. Os quartos são suítes de madeira e palha. Muita tranquilidade e gente agradável. O tempo para. Lugar excelente pra relaxar. Amei.




      Cuenca
      O Equador é lindo. É hoje na minha opinião o país que tem melhor qualidade de vida. Quero trabalhar e viver um tempo no Equador, conhecer melhor o país. Passei no Equador rápido porque estava atrasado no tempo. Fui a Cuenca e de passagem por Guayaquil e Quito.

      Medellín
      Cidade fantástica, povo amoroso. Muito organizada, excelente sistema de transporte. Conheci o centro, o teleférico, o centro, o estádio.


      Cartagena
      Lidissima cidade, mais não deve sair do centro histórico. A cidade tem altos índices de assalto. Mais relativamente segura no centro. Recomendo passeio completo nas ilhas do rosário. Custa cerca de R$100,00. Inclui almoço e um passeio de Snooke muito bom. A praia Baru é super explorada comercialmente. Não sou contra quem tá correndo atrás do seus sustento, mais os vendedores são muito importunadores.




       
      Santa Marta
      Pelo menos uma vez tinha que me hospedar em um party hostal. Fiquei no Brisa Loca, tem um bar, e uma boate no terraço. Quem não gosta de festa não pode ficar lá. A música cessa só as três da madrugada. Muito boa.
       
      Bogotá
      Fiquei na região da candelária. Conhecia só locais próximos que dava pra fazer a pé e de transporte público. Gostei do clima fresco.

      DINHEIRO
      A melhor forma que encontrei, é levar um poço de dinheiro numa doleira. O resta deixa numa conta brasileira. Assim baixei o app da western Union e envia via app do meu banco e depois de meia hora sacava em uma loja local da western Union.
       
      PERRENGUES
       
      O tempo foi curto, talvez o trajeto deveria ser menor.
      Dava pra ter feito trechos de voo, se me programasse e comprava a passagem uma semana antes. Teria ganha tempo. E na maioria das vezes é mais barato que ônibus.
      Já na cidade de Ipiales, comprei uma passagem em um bus noturno para Medellín. Por volta das 04:00 de hoje 19/09/2018, na carretera 25 no povoado de El Cruero, o ônibus é parado pela polícia para uma fiscalização de rotina. Eu estava na poltrona 01, o policial ao notar que eu era estrangeiro me acordou e me chamaram pra dentro da guarita. Era um policial de etnia branca e um de etnia negra. Lá revistaram todas as minhas malas. Não satisfeitos pediram para ligar meu celular e escutaram todas minhas ultimas conversas. Não satisfeitos pegaram minha carteira contaram meu dinheiro (540 dólares). Disseram que poderia pedir para o ônibus seguir viagem, porque estava preso para averiguação da Interpol. Aí eu fiquei muito puto... Falei que estava correto. Que estava legal no país, que tinha visto em meu passaporte, e que o dinheiro que estava por tanta dó estava longe da quantidade limite que poderia portar. O policial de uma forma muito truculenta disse que se não calasse ia me fazer uma multa. Peguei meu telefone, falei que ia ligar numa linha de emergência do consulado brasileiro (nem sei se existe). Para pedir ajuda. Nesse momento um dos policiais foi para fora da guarita, enquanto o outro que ficou, na maior cara deslavada me pediu 100 dólares. Falei que não ia pagar, porque primeiro estou correto, e em segundo porque meu dinheiro estava contado e 100 dólares me faria falta para voltar ao Brasil. Não paguei, repeti que não pagaria, até porque o dinheiro me faria falta mesmo. Perguntaram minha profissão, quanto era meu salário. E por fim quando viram que não conseguiria me extorquir, me liberaram. Atrasou o ônibus em meia hora.
      CONCLUSÃO
      Não sou a mesma pessoa. Mudei e muito. Mais humilde, aberto. Aprendi a chegar nos lugares me apresentar e conhecer todos. Que se tem uma amizade intensa, ou um amor intenso, e depois a vida segue, e a despedida pode ser um adeus. Me renovei quero iniciar novos projetos, estudar mais, melhorar meu salário, cuidar da minha saúde. conhecer muito mais. Viajar sempre. Quero cuidar mais da minha saúde, racionalizar o álcool e para de fumar.
      Estudei muito quase um ano pra fazer essa viagem. Quem quiser dicas e compartilhar experiências meu zap é
      34998004627
      Abaixo uma planilha com todos os custos, as datas não estão certas mais os custos sim.
      https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_yIgkqtuVEvNEooOlkJhYwEIwpRGtyUKGMFkGk5KjZA/edit?usp=drivesdk
      Me sigam no Facebook e Instagram
      https://www.facebook.com/fr4nc0.br
      https://www.instagram.com/fr4nc0.br/






























      V_20181102_072341_N0.mp4
    • Por feoliveiraa
      Hoje vim contar o meu relato de viagem para Colômbia em Março de 2020.
      Primeiramente eu voei pela Copa Airline e paguei R$ 1.484,00 saindo do Rio até Cartagena ida e volta com escala no Panamá e comprei um voo interno pela wingo paguei 377,00 ida e volta para San Andrés.
      Enviamos dinheiro via Western Union, foi o meio mais vantajoso sem duvidas! conseguimos sacar em Cartagena sem problemas. Fiz a viagem com meu namorado e mais um casal de amigos.
       
      Cartagena 02/03 até 06/03
      Resolvemos nos hospedar em Bocagrande devido ao custo beneficio , hospedagens melhores com preços mais acessíveis, apesar de ler muito sobre as vantagens de se hospedar dentro da cidade amuralhada, não nos arrependemos, tinha táxi facilmente e com preço bem acessível, normalmente pagávamos 10.000 pesos para nos locomover (cerca de 13/14,00). Alugamos um apartamento pelo airbnb bem confortável por um preço bom. Chegamos dia 02/03 por volta de 00:00 e só descansamos, no dia 03 fomos fazer o saque pelo western union que foi super tranquilo, logo depois encontramos com a Juliana do the experience travel, ela é Brasileira, fechamos os passeios de Cartagena com eles e valeu super a pena, atendimento de primeira. Andamos um pouco pela cidade, e a tarde fomos ao café del mar, eu gostei bastante do lugar, ambiente super agradável, por do sol perfeito, mas achei o atendimento bem ruim.
      No dia 04 fomos para Casa en el Agua, apesar de pouco falado vale muito a pena, é um hostel no meio do mar, com pessoas do mundo inteiro em um estilo bem roots, os quartos são bem simples, tem opção de dormir em rede também, o banho é com balde, não possui internet, apesar do perrengue eu amei a experiencia, acho uma noite suficiente. Somente uma empresa faz esse trajeto que leva 2hrs de barco (Tranq it easy)  tem que ficar atento para conseguir comprar, as vagas do hostel abrem com 3 meses de antecedência e esgotam rápido.
      No dia 05 chegamos da Casa en el Agua e fizemos um passeio incrível que chama Sibarita Master, um passeio de barco open bar para ver o por do sol que começa as 17:00 e termina as 19:00, não deixem de incluir no roteiro porque realmente é demais!
      Não tenho restaurantes para indicar em Cartagena pois resolvemos fazer as refeições no apartamento para economizar, fizemos uma compra no mercado e cozinhamos todos os dias.
       
      San andrés 06/03 até 11/03
      Chegamos em San andres a tarde, ficamos em um apartamento em um local um pouco distante do centro (20 min) alugamos também pelo airbnb, diferente de Cartagena os preços em San Andrés para hospedagem são mais elevados e com pouca comodidade, não aconselho ficar longe do centro pois tivemos dificuldade para pegar táxi, o apartamento só tinha água salubre e fria, tivemos que comprar galões de água mineral para tomar banho, pelo que li praticamente a ilha toda é assim, somente os melhores hotéis possuem água doce e quente. Fechamos nossos passeios com o Diego bem conhecido por lá e super indico, foi super atencioso e fez preços melhores em tudo. Usamos o dia para fechar os passeios e andar pelo centro.
      No dia 07/03 fizemos o tour ilha de Johnny Cay e Acuario saindo as 9:00 e voltando as 15:00, pagamos 43.000 pesos cada (58,00) achei bem bagunçado no inicio, ficamos esperando nosso barco sair e atrasou um pouco. A chegada em Johnny cay é um caos, o barco balança muito devido as ondas, é bem difícil se equilibrar para descer do barco, vi pessoas caindo, realmente para quem vai com criança ou idoso é difícil, sem contar que o trajeto molha bastante, leve bolsa impermeável. A ilha é linda, estava um pouco cheia mas não me incomodou em nada, o mar achei muito agitado, o almoço é incluso e achei a comida gostosinha. Em seguida fomos para o Acuario ficamos pouco tempo por la, aconselho separar um dia para fazer somente ele pois é perfeito, água transparente e é incrível fazer snorkel com tantos peixes, um dos lugares mais lindos que já vi, porem estava um pouco cheio.
      No dia 08/03 fizemos um passeio que chama Ibiza Sai que é um bar flutuante no meio do mar azul, saímos 11hrs e o retorno você pode escolher entre 14:00, 16:00 ou 18:00 voltamos no ultimo horário, pagamos 68.000 pesos (92,00) inclui uma bebida de boas vindas, o que você consumir paga a parte, no entanto conheci uma brasileira que pagou somente 20.000 pesos, ela chegou na marina e pegou um barco que levou até la. Lugar simplesmente perfeito! musica boa, bebida boa, um mar incrível demais, amei muito! quem for para San Andrés tem que fazer esse passeio. Jantamos no restaurante el peruano, pedi um prato com carne de boi particularmente não gostei muito, porem meus amigos pediram pratos que estavam muito bons! acho que super vale a pena conhecer.
      No dia 09/03 alugamos a mule para dar a volta a ilha, pagamos 170.000 pesos para 4 pessoas (cerca de 230,00), levamos um cooler com bebida e fomos parando nos pontos legais, primeira parada foi em West View que tem aproximadamente 5 metros de profundidade, possui um trampolim e um tobogã, para quem não sabe nadar eles alugam colete e snorkel. o lugar é lindo, tem muitos peixes mas estava cheio. Em seguida paramos no letreiro de San Andres, existe um maior que está sempre cheio, esse estava vazio. Em seguida passamos no Hoyo Soplador, não achei nada demais, paramos para tomar a famosa limonada de coco que é perfeita. Outra parada obrigatória é a rua super famosa que a galera para para fazer fotos, uma paisagem perfeita. Fizemos algumas paradas nas praias de San Luis que são lindas! e terminamos no Beach Club Aqua que fica em San Luis, amei o lugar! ambiente gostoso, decoração linda, comida muito boa. para terminar o dia jantamos no Café Café, não gostei da comida e o atendimento achei muito ruim, atendentes pouco simpáticos, não recomendo.
      No dia 10/03 fizemos as 9:00 o tão falado voo de parasail, pagamos 139.000 pesos (cerca de 188,00). Esse passeio ia ser o primeiro a se fazer pois depende de como está o vento no dia e por esse motivo só conseguimos fazer no final, nada mais é do que um paraquedas sendo puxado por uma lancha, realmente é muito lindo ver o mar la de cima, é perfeito! eu tenho medo de altura então fiquei tensa o passeio inteiro, mas realmente vale a pena incluir no roteiro. No resto do dia andamos pela cidade, não deixem de provar as paletas e bubble waffle (sorvete maravilhoso com waffle). Almoçamos no Beer Station super recomendo, parece um "outback" comemos uma costela com barbecue e batatas, dividi com meu namorado e ficamos muito satisfeitos, prato grande e muito saboroso. A noite fomos no famoso restaurante La Regatta, não conseguimos fazer reserva então fomos cedo (18:00) e conseguimos lugar, mais tarde a fila ficou enorme, ambiente maravilhoso, ótimo atendimento e pratos perfeitos, eu pedi o pescado San Andrés 46.500 pesos (63,00) e meu namorado o pescado Providência 50.200 pesos (68,00). Os dois estavam maravilhosos! achei o preço ok, se comparado com um restaurante assim na minha cidade gastaria até mais.
      No dia 11/03 (nosso ultimo dia em San Andrés) passamos a manhã na praia central que é muito linda! tivemos pouco tempo para curtir essa praia tão charmosa, almoçamos na hamburgueria El Corral, super recomendo! a tarde andei pela cidade e fiz algumas compras.
      Sobre compras em San Andres, existem varias lojas falsificadas, eu comprei varias coisas na loja JR que é confiável e tudo valeu a pena, comprei produtos de beleza. De fato pesquisei todos os preços e tudo que comprei valeu a pena comparando com os preços do Brasil.
       
      Cartagena 11/03 até 14/03
      Voltamos para Cartagena, dessa vez ficamos em um hotel próximo ao aeroporto (hotel summer cartagena), não recomendo pois achei longe do centro, gastamos mais com taxi, mas o hotel é bom, quarto confortável e café da manhã ok. chegamos no dia 11/03 e descansamos. 
      No dia 12/03 fizemos o passeio para ilha privativa Bora Bora de 9:00 até 15:00 pagamos 218.500 pesos (com taxas) por pessoa com almoço e um drink (cerca de 295,00), gostamos muito! o Lugar é lindo demais, estrutura maravilhosa, atendimento de primeira, DJ tocando o dia todo, como vão poucas pessoas por dia é super exclusivo, o almoço você pode escolher o típico arroz de coco com patacones e pescado ou filé de frango com arroz branco, eu fui no prato típico e confesso que não gostei muito, o arroz de coco é bem adocicado. Teve promoção de 2 drinks por 30.000 pesos (40,00). O mar é maravilhoso, calmo, pena que passa muito rápido. Sobre o trajeto de volta que é bem falado devido ao mar agitado, eu estava bem receosa e pelo menos o dia que fui a volta foi "tranquila", as pessoas que sentaram atras molharam bastante, eu fiquei no meio e não tive problema.
      No dia 13/03 aproveitamos para andar pela cidade amuralhada e Getsmani, fomos em muitas lojinhas, o artesanato la é bem forte, comprei bolsas lindas feitas a mão e lembrancinhas, infelizmente não deu tempo de ir no Castelo de San Felipe. As Ruas em Cartagena são uma graça, casinhas coloridas, é tudo encantador!
       
      Panamá 14/03
      Chegamos no Panamá 8:00 e pegamos uma escala de 13hrs propositalmente para conhecer a cidade, existem tours no panamá para conhecer os principais pontos turísticos mas resolvemos ir por conta própria, a moeda é o dólar, achei os preços bem altos de táxis e alimentação, já que o dólar estava tão alto. Íamos pegar um táxi até a cidade antiga, Casco Viejo porem estava cerca de 20 dólares, conseguimos conectar no wifi do aeroporto e pedir um uber (que ainda é ilegal) e foi super tranquilo, ficou 10 dólares e chegou rápido. Andamos por Casco Viejo para conhecer, e é muito charmoso, gostamos muito. Depois pegamos um taxi até o shopping Multiplaza também por 10 dólares, o shopping é enorme, tem lojas perfeitas mas a maioria não valia a pena, comprei coisas na forever 21 que estavam em promoção, em seguida fomos em mais 2 shoppings Multicentro e Albrook, achei uma loja com calças jeans perfeitas por 5 dólares, enfim ficamos batendo perna pelos shoppings, nosso voo de volta era as 21:20, voltamos com antecedência para o aeroporto, a cidade moderna é muito linda! prédios lindos, todos muito bem conservados, cidade limpa, gostei muito! 
       
      E é isso! espero ter ajudado.
      algumas observações: não se esqueçam do certificado de vacinação de febre amarela, pode ser emitido online com no minimo 10 dias de antecedência (não deixe para ultima hora!), se você já tomou a vacina não precisa tomar de novo pois vale por toda vida, basta ter o cartão de vacina.
      a tarjeta de turista para entrar em San Andrés eu comprei no aeroporto de Cartagena antes de embarcar (não me lembro bem mais foi cerca de 120.000 pesos).
      Fiquem atentos com o peso da mala, as companhias low cost (wingo e viva air) são muito rígidas com peso, eu fui pela Wingo e antes de fazer o check in fui em um guichê e pesei as malas e estavam passando o peso, tive que abrir e distribuir.
      O aeroporto de San Andrés é um caos, para o voo de volta chegue cedo, as filas ficam enormes!
      Vi muitos relatos de pessoas falando que San Andrés não tem estrutura, que não gostaram da ilha, falando mal da comida, eu particularmente amei muito! realmente a ilha não tem uma estrutura top, se você realmente não se importa apenas vá! quem não gostou com certeza são pessoas com padrão de vida elevados que não conseguem curtir um lugar mais simples, sobre a comida eu não gostei da comida típica porem comi todos os dias coisas diferentes, tem mil opções com preços bons não precisa necessariamente comer só pescado e arroz de coco.
      Todos os passeios de Cartagena fechamos com a The Experience Travel e de San Andres com o Diego, eu aconselho fechar os passeios antes para evitar filas e algum tipo de estresse.
      No caso de San Andrés conseguimos desconto em todos os passeios.
       
      Gastei no total R$6.700,00
      fiz todos os passeios que queria, Cartagena economizamos em alimentação, cozinhamos todos os dias.
      San Andrés, comemos fora todos os dias. E no geral da viagem bebemos bastante também, compramos bebidas no dust free do Panamá que valeu a pena.
       
       























      Photos (1).zip
    • Por Kelvin Sobé Centenaro
      Foram muitos meses de planejamento e pesquisa sobre como viajar MUITO gastando POUCO. Quando descobri o mundo do voluntariado minha mente se abriu e enxerguei um mundo de INFINITAS possibilidades. Descobri que poderia trocar minhas habilidades por acomodação. E inclusive, desenvolver muitas outras. Entendi também que viajar não é apenas conhecer lugares incríveis. O que faz das minhas viagens tão especiais são as pessoas que conheço e me conecto. E o principal de tudo, GERAR VALOR pra cada uma delas. . Estar longe de casa, dos seus familiares e amigos te faz valorizar cada momento vivido. Te faz pensar e refletir sobre toda trajetória da sua vida. Que não existe certo, nem errado, mas sim, PADRÕES que a sociedade te impôs desde o seu nascimento, basta você decidir por você mesmo RESSIGNIFICAR tudo e reconstruir uma nova MENTALIDADE que faça sentido pra você. . O que fiz foi apenas um QUESTIONAMENTO para onde minha vida estava me levando se seguisse todas as crenças e limitações que foram instaladas na minha mente. Joguei tudo no lixo, disse CHEGA pra qualquer superficialidade do momento e mudei o meu ESTILO DE VIDA, que hoje se baseia em VIVER um dia de cada vez, presente no momento e pronto pra AÇÃO.   #colombia #medellin #cartagena #backpacking#dicadeviagem#mochilaoamericadosul #sulamerica#viajaromundo #viajarbarato#traveler #placestovisit #placestogo #worldpackers#couchsurfing#umamenteinabalavel #expansaodeconsciencia#nomadedigital #digitalnomadism
    • Por thiago.martini
      Amigos Mochileiros,
      Como o único relato que tem sobre o trekking a Ciudad Perdida é de 2010 (muito bom por sinal e me ajudou bastante) resolvi escrever sobre a experiência que eu e minha esposa tivemos em outubro deste ano neste trekking incrível.
      No meu instagram (@thiagomrp) tem uma postagem para cada dia da trilha, com várias fotos do percurso. Quem quiser, é só dar uma conferida.
       
      PREPARAÇÃO
      Foi bem difícil achar boas informações sobre o trekking em sites brasileiros. Só um relato aqui no Mochileiros.com e poucas informações recentes. Acabei assistindo alguns vídeos feitos por viajantes gringos, buscando informações em sites colombianos e conversando com o hostel que iria nos hospedar em Santa Marta.
      Pelo que tinha pesquisado, sabia que a caminhada seria um pouco difícil, então resolvemos intensificar um pouco os treinos (fazemos treino funcional pelo menos 3 vezes por semana).
      Fiquei em dúvida sobre comprar antecipadamente ou fechar na hora. Conversei com o pessoal do hostel por e-mail (Masaya Santa Marta – recomendo muito a estadia lá) e me orientaram que sempre tinham saídas e que a diferença seria o pagamento com ou sem taxas do cartão. Em resumo, pagando lá haveria uma taxa de 3% do cartão de crédito (que de fato não ocorreu, mais adiante explico).
      Então como preparação apenas reservei o hostel em Santa Marta (Masaya) para dois dias antes do trekking e um dia depois. Assim poderíamos deixar nossos mochilões lá mesmo.
       
      COMPRA DO TOUR (dia 07/10/2019)
      Compramos o tour no próprio hostel, pelo mesmo preço que costuma ser o padrão das empresas de Santa Marta, COP 1.100.000,00. Na época que estivemos lá a melhor cotação que achamos foi 1 real para 780 COP’s. Com essa cotação nosso trekking ficou por +- R$ 1.400,00 cada um. Não tivemos a tal taxa extra, porque o atendente nos enviou um link (tipo paypal) e pagamos diretamente no site.
      Aproveitamos para pegar informações com o atendente, Francisco, que tinha sido tradutor nessa trilha por diversas vezes. Segundo ele não seria TÃO difícil. Ledo engano nosso kkkkk.
       
      DIA 1 (09/10/2019)
      Entre 8h30 e 9h00 passariam nos recolher para o tour. Às 8h30 já estávamos na recepção. Vi um rapaz com roupa de agência e perguntei se estava nos esperando. Ele disse que não. Apenas outras duas pessoas. Até aí, ok então.
      Esperei mais uns 15 minutos e nada da nossa agência. Fui falar com o rapaz sentado e perguntei se o nosso tour não era com ele também. Me perguntou qual era a nossa agência. Aqui descuido meu, não tinha perguntado ao Francisco qual era a agência. Mostrei para ela o comprovante de pagamento, ele fez uma ligação e confirmou que a gente também tinha que ir com ele. Uffaaaa, que sorte que fui abordá-lo.
      Entramos num 4x4 e recolhemos algumas pessoas pelo trajeto. Fomos até a agência antes de sair. Depois de um rápido briefing pegamos a estrada.
      Nosso grupo tinha 9 pessoas (5 colombianos, 2 ingleses, 1 alemão, 1 norte-americana e nós 2 de brasileiros). 
      Foram cerca de 1h30 de estrada de asfalto, com um motorista dirigindo loucamente kkkk.
      Por volta das 11h00 estávamos na entrada do Parque Nacional de Sierra Nevada. Lá pausa rápida para banheiro, colocar nossas pulseira de autorização para entrar no parque e mais 45 minutos de estrada de chão, com várias subidas e descidas irregulares e travessias de rio. Foi bem emocionante kkkk.
      Perto das 12h00 chegamos ao restaurante onde almoçamos e depois iniciamos nossa caminhada. Prato feito com arroz, feijão, salada, coxa com sobrecoxa e, é claro, patacones (que delícia kkk). Os pratos de comida são muito grandes. Eu não consegui comer tudo.
      Por volta das 13h15 saímos para iniciar nossa caminhada.
      O primeiro dia é basicamente uma longa caminhada estrada acima, com algumas barraquinhas no meio do caminho vendendo água, refri, cerveja, cacau, suco de laranja etc.
      Esse dia totalizou 12,2 kms com solzão na cabeça.
      Chamou atenção nesse dia a quantidade de aranhas e suas teias nas árvores.
      Chegamos no acampamento por volta da 16h45. Todos os acampamentos são ao lado de rio. Nesse primeiro tinha uma piscina natural que o povo pulava do alto de uma pedra. Eu sou meio cagão para água, mas tomei coragem e pulei, minha esposa também. Foi uma baita adrenalina. Tem o vídeo no meu instagram (@thiagomrp).
      Depois de um mergulho revigorante nas águas frias do rio, fomos tomar banho para jantar e dormir.
      Dica: muita atenção nos acampamentos com aranhas, escorpiões e cobras. O nosso guia nos alertou. Nós optamos por pendurar as botas no alto (o que depois foi seguido pelos colegas) e SEMPRE deixar as mochilas fechadas, para evitar entrada de bichos. Também revisamos as camas antes de deitar.
      Jantar estava muito farto e gostoso. Depois um brefing sobre o próximo dia e conversas sobre a história da trilha, da região, do povo Tayrona etc. Tudo muito interessante.
      Às 20h00 já estamos deitados e às 21h00 apagaram as luzes.
       
      DIA 2 (10/10/2019)
      Despertadores tocaram as 5h00 para nos arrumarmos, tomarmos café e saímos às 6h00. Acontece que no grupo tinha uma criança (11 anos) que só levantou às 6h00 e daí que foi tomar café. Ficamos bem impacientes, inclusive o guia. Aqui falha dos pais que não acordaram a criança antes e apressaram ela. Acabamos saindo 6h30.
      O segundo dia já era sabido com sendo o pior, e realmente foi. Foram 21,2 kms com muitas subidas e muita lama pelo caminho. Lugares bem escorregadios para caminhar. Nos levamos nossos próprios bastões, quem não tinha estava improvisando com tronco de árvore.
      Às 9h00 chegamos no lugar onde almoçamos. Fizemos uma parada mais longa com direito a visitar uma cachoeira próxima. Valeu muito a pena.
      Às 10h30 já estávamos almoçando e 11h00 voltamos a caminhar.
      A segunda parte do dia foi beeeeemmm difícil. Muita subida e lama.
      Por volta das 14h00 começou a chover, então complicou um pouco mais. Era subida sem fim, com chuva e fome. Por sorte chegamos numa vendinha e lá tinha frutas para nós. Foi revigorante.
      Aliás, em várias vendinhas as agências providenciam frutas para o pessoal, normalmente melancia, laranja ou abacaxi (muito doce por sinal).
      Chegamos no acampamento às 16h10, bem cansados. É o último acampamento antes da Ciudad Perdida, então todas as agências ficam no mesmo lugar. É o que tem a estrutura mais precária, mas mesmo assim foi ok.
      Jantamos, conversamos e antes das 20h00 já estávamos deitados. Às 21h00 apagaram as luzes.
       
      DIA 3 (11/10/2019)
      Novamente levantamos às 5h00, café da manhã e as 6h30 saímos. Aqui o atraso foi proposital. Como 10 minutos após o acampamento tem a travessia de um rio, o guia preferiu atrasarmos um pouco para não ter que ficar esperando na margem do rio os demais grupos atravessarem.
      Que travessia hein!
      Deve ser uns 20 metros de uma margem a outra, com pedras e correnteza forte. Duas cordas ajudam, aliás, todo mundo se ajuda porque a correnteza é muito forte mesmo.
      Depois de recolocar as botas, mais uns 10 minutos caminhando e chegamos no início das escadas que levam a Ciudad Perdida. Mais de 1200 degraus pela frente. Muita atenção, pois os degraus são curtos e bem úmidos.
      Às 7h10 já estávamos na entrada da Ciudad Perdida. Passaportes (dados pelo próprio parque com a história do lugar) foram distribuídos e carimbados.
      Nos acomodamos num lugar para ouvir o guia contar sobre a história da Ciudad Perdida e seu povo. Depois de um tempo saímos para desbravar o lugar.
      Você vai encontrar vários militares do exercício pelos caminhos da Ciudad Perdida. Eles estão ali para marcar a presença do Estado e oferecer segurança. Foram todos amigáveis e até tiraram fotos com a bandeira do Brasil (eu sempre viajo com uma).
      Na saída da Ciudad Perdida nosso guia passou na oca do líder espiritual, Mamo, porém ele não estava. Apenas sua esposa que vendeu algumas pulseirinhas feitas por ela para o grupo.
      Por volta das 10h00 já estávamos descendo de volta ao acampamento em que passamos a noite. Almoçamos por lá e depois voltamos até o acampamento em que almoçamos no segundo dia.
      Nesse dia foram quase 22km caminhados. Foi puxado, mas nem tanto.
      A noite jantamos e antes de dormir tivemos a oportunidade de ouvir histórias de um índio de uma tribo descendente dos Tayronas. Ele mostrou instrumentos de trabalho, o poporo (instrumento usado apenas pelos homens para consumir a folha de coca) e outros utensílios. Foi uma conversa legal. Ele falava mais ou menos o espanhol e era auxiliado pelo nosso guia. Uma experiência bem bacana.
       
      DIA 4 (12/10/2019)
      Novamente acordamos as 5h00 e 6h30 já estávamos caminhando para terminar o nosso trekking. O objetivo era chegar para o almoço no local onde iniciamos nossa aventura. Lá onde o 4x4 nos deixou e voltaria nos pegar.
      Umas subidas bem fortes, com quase 1 hora de subida initerrupta. Foi bem puxado.
      Confesso que tenho dúvidas se foi o segundo ou último dia o mais difícil. Ambos foram muito puxados.
      Por volta das 10h00 paramos tomar um suco e comer um bolo no mesmo local do primeiro acampamento. Descansamos um pouco e logo partimos.
      Eu e minha esposa aceleramos o passo porque queríamos terminar antes do meio dia. Não porque tivéssemos pressa, mas só para ter um objetivo.
      Uma parte do grupo foi mais rápido conosco e o resto seguiu mais lento com o guia.
      Esse trecho final foi aquele na estrada com o sol na cabeça do primeiro dia. Dessa vez o sol estava até mais forte, por isso cada vez mais queríamos chegar antes.
      Exatamente 11h50 chegamos no restaurante. Fui um trecho bem cansativo, quase 22,5 km. Todos que chegavam já foram arrancado as botas e deitando pelo chão gelado, era a melhor coisa naquele calor kkkk.
      Cerca de 1 hora depois chegou o resto do grupo.
      Almoçamos e por volta da 14h00 já estávamos no 4x4 para retornarmos até Santa Marta.
       
      SALDO FINAL
      Talvez tenha sido o trekking mais difícil que já fiz na vida (já fiz Salkantay no Peru e vários outros no sul do Brasil).
      Foi puxado, subidas e sol fortes e uma umidade muito grande, suávamos muito.
      Faria tudo de volta? Sem sombra de dúvidas, SIM.
      Foi uma experiência muito legal, uma caminhada difícil e desafiadora, com um grupo nota 10, guia e tradutor muito gente boa e estrutura de acampamentos legal. Várias vezes nos pegávamos falando: “estamos no meio da selva colombiana!!!”. E realmente é isso. É uma selva bem fechada, úmida, com rios, cachoeiras, pedras e lama.
      Trekking a Ciudad Perdida marcado como FEITO e RECOMENDADO a todos mochileiros e trilheiros!
       
      Obs.: tentarei colocar algumas fotos nos próximos comentários. Quem quiser pode ver algumas no meu instagram @thiagomrp. 
       

×
×
  • Criar Novo...