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Santa Elena Uairén - Perguntas e Respostas


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  • 4 semanas depois...
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Uma informação que acho que pode ser útil a outros, e portanto a deixo aqui: de Boa Vista para Santa Elena se toma taxis lotação. Eles tem uma cooperativa cujo telefone é (95) 9132 9845. A menina que me atendeu foi bem atenciosa. O preço atual (nov/2012) é de R$35 pro cabeça, e a viagem leva cerca de 2h30, conforme me informaram. O taxi pára na aduana pra se carimbar o passaporte e depois te leva até Santa Elena, diferente do que vi em outros tópicos, nos quais diziam que o táxi só levava até a fronteira e depois tinha que se tomar outro táxi do lado venezuelano.

 

abs

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  • Membros

Pdantas, valiosa info cara...

 

dia 29 de dezembro to indo pra santa elena com mais 4 amigos... to tentando fechar o guia... a gente vai levar nossa propria barraca, saco de dormir, comida e isolante. entrei em contato com um e o cara me pediu 1850 bs por pessoa sera que vc conseguiu algo mais barato

 

alias, alguem sabe a cotacao atual do real no mercado negro?

 

abraco galera!!!

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  • 2 semanas depois...
  • 2 semanas depois...
  • 4 semanas depois...
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Olá, boa noite. É a primeira vez que escrevo no site. Pretendo ir a Monte Roraima e Salto Angel em abril/2013. Se puderem me ajudar, seria de muita ajuda. Quantos dias precisarei ficar em Santa Elena antes de iniciar o trekking ? E em Ciudad Bolivar ? É melhor fechar antecipadamente ou procurar fechar o trekking na hora ? Desde já agradeço.

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  • Membros de Honra

Suzumura

 

Depende se voce já vai com tudo organizado, guia contratado, dá pra chegar em Santa Elena e já partir para Paraitepuy que é a aldeia de onde começa mesmo a caminhada para o Monte Roraima. Eu tentaria organizar o Roraima antes e já chegar com tudo pronto. Acabei de voltar de lá e contratamos um guia, o Marcos Peña, sem agencia e ele organizou todo o trekking para nós (comida, carregadores, banheiro, barraca, porteadores...) pegamos ele por indicaçao daqui do site e nao nos arrependemos, o cara já subiu mais de 300 vezes o Roraima e foi um baita profissional, tivemos um serviço de primeira durante todo o trekking. Super, hiper, mega recomendo ele, fora que voce vai estar pagando um preço justo e para as pessoas que realmente trabalham, sem agencias para ficar com a grana na boa. Segue o contato dele:

facebook- marco.mcalexis >@facebook.com. cel 04261909361--- casa .-- 02895400239

 

Indico muito fazer o de 8 dias, vale muito a pena, e se voce puder combinar com ele para dormirem em Paraitepuy no dia antes de começar o trekking. Fizemos isso e foi muito legal, já vai sentindo o clima do lugar e fora que já dorme e acorda olhando pro Roraima e pro Kukenan!

 

Tenta reservar um dia pelo menos para fazer a Gran Sabana, vale muito a pena também!

 

Quanto ao Salto Angel, eu nao perderia tempo em Ciudad Bolivar, o centro historico de lá nao tem nada demais, quem já visitou qualquer outro nao ve nada demais nesse daí, fora que a cidade é suja e o transito mega louco. Dá pra pegar um onibus de Santa Elena, se voce pegar o das 19:00 vai chegar em Ciudad Bolivar as 7 da manha, pega um taxi do terminal direto pro aeroporto que consegue sair no mesmo dia para o Salto. eu fui com a agencia Sapito Tours, do Sr Bernal, tambem dica daqui e foi excelente. O acampamento deles fica numa ilha de frente para o Salto, voce dorme e acorda olhando pra ele! a comida era boa e nosso guia nos levou até a base do salto para tomarmos banho, o que muitos nao fazem. O acampamento no parque Canaima tambem é excelente, bem cuidado, limpo e numa prainha de areias brancas no rio. Alias, se voce curte rio e natureza recomendo ficar um dia a mais no parque curtindo vários banhos de rio e de cachoeira, o lugar é sensacional!

 

Ah, só uma coisa: cuidado com os onibus lá, eu tive problemas para conseguir viajar, era alta temporada e nao tinha onibus suficiente pra toda a galera que queria viajar, foi uma loucura!

 

Bom planejamento!

 

Déia

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  • Membros

Pessoal, a Déia já deu a maioria das dicas. Também acabei de voltar da Venezuela e o que posso recomendar é:

1. Tentem, se possível, fazer o trekking de 8 dias. É muito desgastante fisicamente mas compensa demais. Pensem bem, ninguém sobe o Roraima todo dia, então, já que está por lá, o melhor mesmo é aproveitar. Fazendo em 8 dias se fica 3 dias e meio no topo e dá pra conhecer tudo: o ponto tríplice, o vale dos cristais, o lago gladys e a proa. Acreditem, vale a pena.

2. Fiz com a Kamacad e, na parte do Roraima, não tenho o que reclamar, tudo correu bem e conforme o contratado (tivemos alguns probleminhas depois, conto adiante)

3. Dá pra se fechar tudo na hora, pagando bem menos. Conheci gente que fechou diretamente com os guias em paratepuy e pagou metade do que paguei. Mas é aquela coisa, sendo final de ano e com o tempo corrido preferi pagar um pouco mais pela segurança, e não me arrependo. Entretanto, um dos fatores que me levaram a fechar o pacote com antecedência foi o fato de que várias agências me disseram que há um limite de visitantes e que no final de ano tem que se fazer reserva com antecedência caso contrário não se obtem permissão pra subir. Pura balela: é necessário sim fazer um registro antes de começar a subida, em paratepuy, mas me parece que ninguém controla o número de visitantes. Inclusive pessoas que conheci na fronteira, chegando no mesmo dia que eu, conseguiram excursão sem problemas pra começar a subir no dia seguinte. Claro, isso foi a minha experência, não quer dizer que em algum momento não vão decidir fazer esse controle.

4 - Saímos de Paratepuy no dia 28/12 e retornamos no dia 04/01, e pegamos um tempo excelente, quase todos os dias com céu limpo, proporcionando fotos maravilhosas, até na Proa, segundo meu guia, que já fez mais de 80 subidas ao Monte, era a primeira vez que ele via tempo assim por lá.

5 - De resto, a trilha não tem problema, é puxada mas tecnicamente trivial. Apenas no topo é necessário um pouco mais de cuidado, e que o grupo ande junto, pra não se perder em caso de neblina. Na savana a trilha é super bem demarcada, cada um pode ir no seu ritmo, na boa.

6 - Em Santa Elena ficamos na Pousada Los Pinos, uma pousada mais up-end dos mesmos donos da backpackers. A pousada em si é ótima, quartos bons e espaçosos, uma bela piscina e um ótimo restaurante. Fica, entretanto, um pouquinho longe (15-20' de caminhada) do centro de Santa Elena. É uma opção bem tranquila, pra quem quer descansar. Se quiser mais animação, fique no Hotel Michelle ou na pousada da backpackers, um do lado do outro, sempre cheio de mochileiros e com um bar bem animado.

7 - Depois do Roraima fizemos a excursão de 4 dias pela Gran Sabana. Foi um erro. Primeiro porque essa excursão é feita na maior parte dentro de 4x4, o que pode ser bastante cansativo. Funciona assim: vc pega umas duas horas de estrada, parte de terra, e chega numa cachoeira maravilhosa. Fica lá um tempo, dá um mergulho, e depois sai pra outra cachoeira, e por aí vai. Em outras condições seria um programaço, mas estávamos muito cansados do Roraima e não aproveitamos muito. Teria sido melhor, penso agora, ter ido direto pro litoral, passar uns dias fazendo nada na praia.

8 - Câmbio: pegamos 7,8 por real antes do reveillon, e 7,4 depois.

9 - Fronteira: chegamos em Boa Vista na madrugada do dia 27, por volta das 3h30 da matina. Pegamos um táxi do aeroporto (R$30, tabelado) pra uma estação de onde saem os táxis pra fronteira. Tivemos que esperar até 05h pros primeiros táxis chegarem. São carros em gerais grandes, tipo Meriva, com uma cadeira adaptada no bagageiro, de forma que podem levar até 6 pessoas (1 motorista + 5 passageiros). Custa R$25 por cabeça. A viagem em si dura pouco mais de 2h, com uma parada pra um cafezinho rápido na beira da estrada. A estrada em si é boa no início, mas os últimos 70km são cheios de buracos.

Chegando na fronteira, tem que se carimbar o passarte na saída, no posto da PF brasileira. Aliás, não entendi isso, é a primeira vez que tenho que carimbar a saída do Brasil, mas enfim.. Isso foi bem rápido, coisa de 15', mas depois veio o suplício: uma fila enorme no posto de entrada do lado venezuelano. Ficamos quase 5 horas (!!!) pra conseguir o bendito visto de entrada. Isso sem suporte nenhum, numa fila debaixo do sol, sem um lugar pra se comprar algo de comer, sendo tratado como qq coisa pelos funcionários venezuelanos, e pior, sem nem um banheiro a disposição! Sobre isso, minha esposa, que tem a bexiga mais ou menos do tamanho de um dedal, começou a reclamar por banheiro pouco tempo depois que chegamos na fronteira. A resposta dos funcionários era a mesma: no hay baños. Eventualmente, quando não aguentava mais, ela deu um ultimato - ou arrumavam um banheiro pra ela ou ela iria fazer xixi ali mesmo, na frente do posto. Não é que rapidamente apareceu um banheiro pra ela usar? Claro, aqueles funcionários todos ali não iam ficar o dia inteiro sem poder utilizar o banheiro. Aliás, sobre os funcionários, é só depois que se entra na sala onde se expedem os vistos que se entende a lerdeza do atendimento: apenas uma pessoa, uma senhora até simpática, é responsável por efetivamente carimbar os passaportes (ou dar um papelito pra quem entra com RG - possível agora que a Venezuela é do Mercosul). Todos os outros funcionários estão ali fazendo não se sabe exatamente o que - provavelmente a função oficial deles é olhar feio pra quem está na fila e negar quando pergutados sobre banheiros.

Por fim, quando se consegue o bendito visto, é necessário seguir pra Santa Elena. Na verdade a maioria dos táxis fica esperando os turistas tirarem o visto e depois já os leva pra cidade, mas no nosso caso, como demorou demais, nosso taxista debandou, nos deixando na mão, de maneira que tivemos que contar com a sorte e o indefectível dedão esticado pra conseguir uma carona e enfim chegar no hotel pra descansar um pouco. Ah, disseram pra nós que a multidão na fronteira é coisa incomum, decorrente da época do ano e do ingresso da Venezuela no Mercosul, e que na maioria dos dias não há fila alguma. É possível, pois no retorno ao Brasil umas duas semanas depois o posto realmente estava vazio e o processo todo não tomou dez minutos. De qq forma, fica a dica pra quem for viajar nessa época.

Uma última dica sobre a fronteira: o duty free é uma porcaria, compre o que quiser em Santa Elena, tem bem mais opções - mas de qq forma não espere nada demais, a grande compra a se fazer por lá é mesmo de bebidas.

10 - O problema com a Kamadac foi o seguinte: tínhamos programado, pra depois da Gran Sabana, ir a Ciudad Bolivar e fazer o Salto Angel. Ninguém sabia ao certo se o Salto seria possível devido ao nível do rio que leva lá, e por isso essa questão estava em aberto, mas chegando em Santa Elana o gerente da Kamadac (Rowlins) disse que sim seria possível e que fechássemos logo pois as vagas eram limitadas etc etc. Resultado: fechamos. Fomos então pro Roraima, depois pra Gran Sabana e quando estávamos caindo na estrada pra ir pra Ciudad Bolivar (de onde sairia o passeio pro Salto) o Rawlins liga pra dizer que o Salto estava fechado. Além da decepção, tivemos alguns problemas: primeiro ele quis nos empurrar um sobrevoo do salto, que não interessou a ninguém do meu grupo. Pedimos então o dinheiro de volta, que, após alguma discussão, ele concordou em devolver. Mas só teria reais no dia seguinte, e nós decidimos tentar voltar no mesmo dia pro Brasil, de forma que ele nos pagou em bolívares e nós tivemos que trocar de volta pra reais, perdendo algum dinheiro nesse câmbio. Ou seja, não foi nenhum problema sério mas sentimos que no final ele pisou um pouco na bola. De qq forma, como disse antes, em relação ao Roraima todo o acordado deu certo.

Bom, acho que dá pra ter uma boa idéia do que foi a viagem, mas caso alguém tenha alguma dúvida é só perguntar que na medida do possível tento responder.

 

abs

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