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Suiça:Não tão cara,porém extremamente linda e histórica


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Nunca esteve nos meus planos imediatos conhecer a Suiça,talvez por falta de informações sobre o que de turismo e beleza o país tem.Falo francês,aprendi quando jovem sonhador e um dos sonhos era ser representante do país na ONU,pensava que o francês era a língua da diplomacia porque Geneve falava francês. Engano meu,Suiça fala alemão,menos algumas partes e tem peculiaridades que só estando aqui há mais de 1 mês pude descobrir :

1-O Swiss Travel Pass é ótimo para quem passará tempo.Tem opções para adquirir por 3,5,7 ou 15 dias corridos ou alternados. Adquiri um de 15 dias alternados e fiz as contas.563 francos÷15 que dá 37,50 por dia. Vejo antes o valor dos trens e/ou passeios.Se dá mais, uso o meu passe,se dá menos, guardo para outro dia.Os trens são exclusivos meio de transporte do país que se tem rodoviárias,desconheço.Não são excelentes serviços, prefiro o AVE espanhol, mas são pontuais, porém caros.

Ao chegar aos hotéis é entregue a pessoa um cartão de gratuidade do transporte local. Estando na Europa, mesmo no Chile, procuro ficar em hotéis próximos as estações para não pagar táxi.Tem lugar que não há jeito, então Suiça deu um jeito:Se alguém quiser saber se pagou a passagem no serviço de tram local é só apresentar a reserva do hotel. Por causa desse sistema de transporte "gratuito" aqui tenho que ter todos os hotéis reservados e,ainda bem,pois entrada do país quer ver os comprovantes de reservas.Eu tinha tudo,depois cancelei ou mudei as datas de algumas. 

Como viajo em época de vírus,para entrar no pais, é preciso preencher um questionário após ler o Travelchecking,que não tem nada demais e juntar com o comprovante de vacinação do ConecteSUS.Era assim quando entrei,hoje em dia não sei dizer, pois a máscara não era nem se tornou obrigatório em ambientes abertos. Porém em ambientes fechados houve uma mudança na semana passada. Era tudo normal,só tinha que usar máscara, respeitar o distanciamento social e não exceder o número de pessoas fixado.Com a mudança passaram a exigir o certificado europeu ou o suíço de vacinação, o que está me impedindo, por enquanto, de visitar museus(a grande maioria dos que interessavam já visitei)ou entrar em restaurantes. 

Falando nesses,desde os meus primeiros passos na Europa há anos não vou a eles,pois são muito caros.Esse é um dos motivos que Suiça tem fama de cara.Um prato qualquer Vale 20-25 francos.O que faço?Vou ao supermercado, pois em todo o país há filiais da Coop e do Migros.Qualquer uma vende pratos prontos e como não sou de comer muito, pago 5 a 8 francos quando muito, o que é caro.Se reparar o dia a dia local, esses pratos e sanduíches(não gosto) são muito consumidos.Ou seja, suíço não gasta com restaurante. 

Comer no supermercado, descontos de Swiss Pass e gratuidade do transporte público fazem com que o país não seja tão caro como falam,muito pelo contrário, o euro vale mais e em países da Europa como Espanha penso ter gasto mais.A seguir, o relato de cada cidade visitada.

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Basel

1 cidade visitada por mim,lugar aonde em poucas horas me acostumei com a Suiça. Aqui a vida segue normal até as 19h,quando fecha tudo,ficam pouquíssimas coisas abertas, entre elas os supermercados que fecham entre 20 e 21h.Os trans circulam toda noite,ao menos no verão, nem sei o motivo, pois usei o serviço eram 20h e estava praticamente sem ninguém como a rua em si.É outra rotina, outra realidade. 

Basel é uma grande cidade,sede de pelo menos 2 grandes indústrias farmacêuticas mundiais, Roche e Norvatis,tem uma grande Universidade e é a cidade da cultura Suíça,pelo número de atrações culturais em seus mais de 20 museus. Foi aqui o meu primeiro contato com o alemão, língua que nunca tinha ouvido, a não ser com muito nojo nos discursos raivosos de Hitler. Não posso esquecer nunca que,na primeira manhã,perguntei ao recepcionista do hotel, ao de deveria descer do tran para ir a um museu, não recordo qual.Ele respondeu na schiffland,no outro dia,ao ir conhecer o Rio Reno,mais uma vez à mesma resposta. Fui juntando as palavras schiff significa barco e land é terra. Primeira palavra do alemão. E nesse parada,além de ter museus em pequenas vielas da idade das trevas,há o ancoradouro aonde se faz um passeio maravilhoso no barco,também incluso no cartão de visitantes como há desconto para vários museus, entrada ao teatro, etc...

Falando em museu,não posso esquecer que o Museu Histórico de Basel está dividido em 3 edifícios, pagou uma entrada de 6 francos, tem direito a entrar nos 3.Muito interessante o conteúdo desses museus.O famoso museu Kunst não gostei.Pagar 8 francos para ver obra de arte não é comigo, se soubesse não teria ido,como há um outro em uma casa aonde viveu o pintor. Nem passei perto. 

A prefeitura, por sua vez,é encantadora. Outra palavra em alemão, Rathaus.Os europeus vão lá tirar foto de tão belas que são as pinturas que possui na entrada. Já a catedral é horrorosa, virou igreja de crente após Calvinismo e tem os bancos voltados para a saida,não entendi o porquê. Nem pensei em ir ao teatro,localizado abaixo da Catedral. 

Essa é Basel,em seus pontos principais que visitei e admirei.

Editado por D FABIANO
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  • 2 semanas depois...
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Bern

A capital foi a 2 cidade a ser visitada, após 1 semana em Basel e um pouquinho adaptado ao alemão. Cidade pequena,passei 1 final de semana aqui.Os trans funcionam igualmente a Basel, basta levar o cartão de hospedagem que já vem incluso.Tomei logo 1 ao chegar na gigantesca Banhoff de Bern,por orientação da senhora do hotel e desci quase em frente. Depois descobri que ela é a dona. Estava em um dos centros históricos mais antigos da Europa, séc XII,e a curiosidade dele é o seu tombamento pela UNESCO, por ser reto,sem divisão entre propriedades, apenas as lojas atuais,que era aonde vivia a iniciante burguesia e os porões do subsolo,hoje trancados em sua maioria, porém alguns são depósitos, aonde viviam os servos sob a tutela do senhor, como era característica da idade das trevas e ,permanecem sendo característico de certos lugares por aí.Naquele dia mesmo,aproveitei que estava perto e fui conhecer o parque dos ursos, que deu nome a cidade, mas hoje os ursos se mudaram. 

No sábado foi um dia muito esperado por mim,conhecer o parlamento e a lei Suíça aonde vale,em muitos casos,a democracia direta,ou seja,o deputado apresenta o projeto que é submetido a população. Sentei nas 2 casas do parlamento e ouvi explicações detalhadas do seu funcionamento em francês. Aqui se pode escolher que guia pegar de acordo com o horário e há divisão para as 4 línguas, ou seja, enquanto um idioma está na Câmara, o outro no Senado.Visita excelente e gratuita, só tem que reservar antes pela net.Queria ver a direita brasileira fazer este tour e apreender um poucode descencia. Acabou,hora de ficar na rua vendo as lojas fecharem, pois no sábado até farmácia e supermercados fecham ou ir dormir. 

No domingo ao sair,encontrei uma biciciata,mais de 2,3 mil bicicletas pedindo igualdade de gênero e respeito as mulheres. Fui a casa de Albert Einstein na rua histórica.Não sabia que era tão perto, mas me decepcionei.O lugar não tem nada histórico,apenas uns cartazes que falavam do inventor da bomba.Sai dali e fui ver os ursos. A mulher da entrada não quis cobrar entrada,deve ter sido pelo horário,mas devia ser vergonha por ter um zoo tão pequeno a apresentar. Fiquei vendo os bisoes.

Acabou o dia, acabou a visita. Faltou ver 3 museus,sendo um deles perto do zoo.Se soubesse antes,teria ido logo nele!

 

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Luzern 

Uma das grandes expectativas da viagem foi frustrada pela hospedagem. Preço de hotel, atendimento do lixo.Cheguei a estação de trem e dois taxistas disseram não saber aonde ficava.Um terceiro levou ao endereço dado pelo proprietário de lá dias antes,que havia combinado comigo que seria só digitar um código e a chave viria da caixa de correspondência. Nada entendi, mas como já estava pago tive que ir.Um lugar no centro que táxi diz não conhecer?Deve ser verdade, pois o lugar nem nome tem,é um edifício aonde moram pessoas e o dono faz dos quartos vagos mais uma forma de ganhar dinheiro. Claro, serviço não há nenhum,nem limpeza diária. O lixo ficou acumulando. Mas é muito bem localizado, fica a poucos metros das duas pontes da idade das trevas,construídas em madeira, que a cidade possui.Nome da espelunca :Bastis,se alguém for lá algum dia, longe desse lugar. 

Mas vamos falar da cidade? Luzern tem muito a mostrar, aqui a ordem ficou invertida,fui lá antes de Bern,fiquei de um sábado chuvoso até a 6 que cheguei a capital. No sábado conheci o centrinho por lá tarde.Igreja Jesuítica, Catedral e as 2 pontes.No domingo choveu o dia todo.Que pude fazer?Museus. Os excelentes história natural e história da cidade foram vistos e a tarde fui dar uma volta pelo lago. Aí eu caí em um conto:O barco que comprei a passagem era de um resort.O Swiss Pass dá direito a quantos passeios de barco você quiser,mas o resort Burgerstock cobra entrada. Morreu meu dinheirinho por não entender alemão. O sujeito da entrada do resort parece um louco como o Fuhrer.Só grita em alemão, 20 francos jogados no lixo,pois a vista deve ser bonita, mas como chovia demais, o que tinha para ver era nuvens. 

Segunda, dia nublado, fui a Rigi.Primeiro,fiz outro passeio de barco pelo lago Vierwaldstasse (acho que se escreve assim)praticamente igual ao de domingo.Fui até Vitznau,um vilarejo que não tive tempo de andar,pois a cremalheira esperava.Começou a subir, começaram as nuvens a atrapalhar. Resultado, não tinha nada o que fazer acima, só muito frio.Desci a Art-Goldau,essa maior, mas o dia estava perdido mesmo,tomei o trem e fui embora. Sorte que o passeio todo está no Swiss Pass, não paguei nada.

Na terça sim,abriu o sol,dia de ir a Stanserhorn,um bondinho. Lá em cima havia nuvens, mas deu para ver algo. Dizem ser esse bondinho o único conversível do país,mas encontrei outro depois.Dia um pouco melhor, porém não o ideal que será no próximo. Não suba montanhas da Suíça com intenção de ver paisagens bonitas.Sorte é que o Swiss Pass também pagou o passeio. 

Um dia de tempo firme, fui ao famoso Monte Pilatus, a montanha do dragão. Esse passeio paga-se metade do valor, 49 francos, na bilheteria da cremalheira. Fui de barco, não paguei nada,até a cremalheira. Lá começa um passeio de montanha incrível. A paisagem é exuberante até o monte propriamente dito e lá em cima há um hotel e restaurante que vende sopa a 7 francos,loja de presente e um labirinto. Talvez tenha trilha para caminhada,esporte favorito dos locais de 3 idade,mas não reparei.A descida se dá por teleférico, ou ao contrário dependendo de cada um.Na base dele, um bairro de Louzern toma-se ônibus ao centro.

O último dia escolhi errado, estava ensolarado,pedindo para ir a montanha ver neve,dessa vez em Titlis,mas ficará para uma próxima encarnação. Fui visitar o principal museu do país, o do transporte. Deu 27 francos a entrada e não achei essas coisas, talvez por ter chegado tarde e não ter visto tudo, entre eles, o carro campeão da RedBull,do Sebastian Vettel, fiquei frustrado, fã número 1 de F1desde os tempos de Alain Prost,tinha que ver o carro campeão de 2010 a 2013.

Está é Louzern, que voltaria a sua estação para fazer conexão a Andemartt. 

Editado por D FABIANO
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Lausanne,a cidade olímpica 

Por que esse apelido? Porque é para essa cidade que convergem as atenções do mundo desportivo na época de escolha de sedes olímpicas. Foi aqui que meu eterno presidente escreveu o nome dele, eu vi no cartaz, na história dos jogos olímpicos, pois decidiram em favor da minha terra,o Rio,deixando a cidade inimiga morrendo de inveja.

Sede do comitê olímpico, só passei pela cidade para relembrar do quanto dinheiro carioca ganhou e do melhor presidente da história, o grande responsável. Não decepcionou. O museu olímpico é fantástico e dá grande destaque a Rio 2016 e ao nordestino analfabeto. Paguei 15 fracos de entrada e como fiquei praticamente uma tarde,não compensa usar o Swiss Pass.

No outro dia fui dar mais uma volta nos centros antigos. Toda cidade suíça tem o seu.O daqui é antiquíssimo,também da idade das trevas.A catedral fica no alto de uma colina e ao lado tem um museu municipal que conta a história da cidade. 6 francos a entrada. Outros museus ficam todos juntos, abaixo da catedral, mas não tinha tempo de ver.

 

Editado por D FABIANO
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Acompanhando o relato... Estou programado para Fev/22..... Na expectativa da abertura das fronteiras Brasil / Itália (meu voo entra e sai por Milão).

Pesquisando por aqui, também tive a sensação que a Suiça não será tão cara quanto imaginava... Estarei de carro alugado (o Aluguel na Itália é bem mais barato que na Suiça, mesmo com o pagamento do selo de pedágio). Aluguei um apartamento em Interlaken e vou fazer base ali para os 8 dias que ficarei por lá... Como estarei de carro, fica mais fácil a locomoção e mais barato que o Swiss Pass para 2 pessoas, além da comodidade...

Os restaurantes são bem caros, mas nada que o Coop não resolva em parte da viagem... Agora, os ingressos de montanha são bem "salgados"..

Contando os dias para conhecer o país...

 

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@f0soareDe preferência ao Migros, é mais barato e tem maior variedade. Em Interlaken tem um em frente a estação de trem West.Já estou com saudades de lá e só faz 1 semana que estive.Essa é a vantagem do Swiss Pass,você nem se preocupa com quanto é o passeio, e outra,cartão de hospedagem, ou uso um ou outro. O Swiss acabou em Davos, lá só usei o cartão de hospedagem, paguei 6 francos cada teleférico. Cenas dos próximos capítulos. 

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Geneve 

O que sabia existir no país,foi a realização de um sonho de criança, embora não da forma que gostaria. A gare de Geneve é imensa, muito suja e cheia de gente que vive em seu redor,parece Brasil. A primeira imagem da cidade, que a rede poderosa de TV não mostra, foi pavorosa. Muitos refugiados dos conflitos da Ásia e África vivem ali.Uns procuraram tocar a vida,porém outros, vivem por lá. Mas,para quem é do Rio,nenhum problema, só surpresa de encontrar isso na outrora capital do mundo. 

Falando nos órgãos mundiais, a sede da Liga das Nações, meu maior objetivo na viagem era conhece-la fechou de novo.Então zero tour. O mesmo acontece nas sede do Alto Comissariado para refugiados, na OIT,na OMS.Por seu lado, a Cruz Vermelha está aberta,assim como a melhor visita da viagem. O CERN,que tem cientistas do mundo todo e vários prêmios Nobel. Se eu fosse perfeito da perna, ia mudar a carreira e fazer doutorado ali,pois a ciência me encanta, mesmo sem ver o acelerador de partículas deles,a prova que religião é mentira,que também está fechado. Tour maravilhoso, aprendi muito sobre o espaço, buraco negro e criação e composição da matéria. A grande diferença está ai,enquanto Suiça investe em ciência e tecnologia, um certo país, dá valor a pastores analfabetos. 

A cidade também tem o belo lago de Genebra, o mais extenso de água doce do mundo.Barcos, inclusive a vapor, fazem a ligação entre as cidades da Suíça Francesa.Eu não fiz por causa de mal tempo outra vez,mas sei que há belos passeios em linhas de barcos regulares. O que fiz foi de trenzinho, há 3,1 pelo centro medieval, outro pela beira do lago e outro pelos prédios de organismos internacionais. 

 

 

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Montreux 

A 2h de trem de Genebra está a Riviera Suíça de Montreux, dizem que com as melhores praias do país. Como detesto praia não sei dizer se é verdade.Aqui, também há muita história e depois que cheguei, a tarde estava eu atrás dela.O Castelo de Chillon,o monumento histórico mais visitado do pais que eu adorei a exposição. Construção de mais de 800 anos, passou por várias fases, até se tornar um bem público.Quanta história!Localização perfeita para a sua defesa e ataque nos tempos medievais. 

No outro dia, mais descansado, fui fazer o primeiro tour náutico pelo lago de Genebra.As 13.30h sai um barco histórico a vapor, totalmente reformado inclusive no motor, que faz toda a Costa da região dos vinhedos, terminando em Lausanne e voltando em seguida. Com o Swiss Pass o tour saiu grátis, porém tive que deixar a região dos vinhedos e as vilas nas quais se localizam para conhecer depois. Um dia ensolarado, ótimo para passear.

O dia seguinte foi todo por conta do Swiss Pass, pela manhã subi ao Rocher de Nayers, onde estava nublado, não podendo exibir a sua beleza. A tarde fiz o Gran Vintage,um trem de época que liga a Suíça Francesa,Montreux, com a alemã através do Golden Pass.O passeio é bem interiorano,muita roça, minifundios e gente do Campo,nada demais. 

Animado pelo Rocher, da véspera, fui a Vevey no outro dia. Sede da Nestlé que tem escritório gigantesco na cidade que gira em seu entorno. O Alimentarium é o museu da Nestlé, não pude conhecer. O governo nacional baixou uma série de restrições aos estrangeiros nesse dia,que já comentei no inicio do relato.Em todo lugar, há leis que pegam e outras não. Houve muita reclamação e a lei foi mudada dias depois.Porém,havia um Morro para subir em Vevey,o monte Pelerin,perda de tempo, as nuvens toparam toda a visão,foi mal escolhido o dia.Mas a tarde valeu com um passeio de trenzinho pelas plantações de uva.Lavaux é sensacional, muito justo o título de Patrimônio da Humanidade. 

Foi em Montreux que começou o outono,no 1 dia tomei um susto, pois os supermercados em cidade grande fechando 19h, ao mais tardar 20h? Problema dos suíços, o meu era conhecer mais uma cidade suíça e visitei quase todos pontos, faltou Gruyeres,muitas fábricas de queijo são encontradas ali.

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Em 02/10/2021 em 14:29, D FABIANO disse:

@f0soareDe preferência ao Migros, é mais barato e tem maior variedade. Em Interlaken tem um em frente a estação de trem West.Já estou com saudades de lá e só faz 1 semana que estive.Essa é a vantagem do Swiss Pass,você nem se preocupa com quanto é o passeio, e outra,cartão de hospedagem, ou uso um ou outro. O Swiss acabou em Davos, lá só usei o cartão de hospedagem, paguei 6 francos cada teleférico. Cenas dos próximos capítulos. 

Boa.. já está anotado aqui! Obrigado por compartilhar seu relato... Com certeza utilizarei conteúdo daqui nas minhas férias..

 

Abraço.

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