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  1. Boa pessoal me chamo lucas e estou querendo fazer um mochilao em agosto para a américa do sul

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    2. Thalyta Milena

      Thalyta Milena

      Agosto agora? poxa queria tanto ir, mas só fico de férias do estagio em dezembro.

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    3. lucasza

      lucasza

      eu vou depois do dia 20 de agosto 

       

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    4. angelomullerchen

      angelomullerchen

      Estou indo em Setembro agora

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  2. Bom dia pessoal, tudo bem?
    Seguinte... em dezembro vou viajar com minha namorada pela primeira vez para fora do país. Ficaremos no total 22 dias por lá.
    Estamos com passagem comprada para Suiça (com parada de 3h em portugal, então provavelmente nossa imigração será lá) e além disso, pretendemos conhecer a Italia, França, Holanda e Alemanha... Nossa ideia é ficar cerca de 3~4 dias em cada pais.
    Nosso destino (Suiça) minha namorada tem familiares lá, e vamos nos hospedar na casa deles, e por isso, foi indicado que eles fizessem carta convite pra gente. 
    Agora que entram minhas dúvidas.

    1- Carta convite realmente é uma boa? Existe alguma forma mais segura?
    2- Como somos 2, precisamos de uma carta para cada? Ela pode ser scaneada, ou a família dela tem que enviar pra gente pelo correio?
    3- Essa carta precisa ter a data que ficaremos na casa deles, ou todo o tempo que ficaremos na Europa? ( A familia dela vai acompanhara gente em quase toda a viagem)
    4- Na imigração, devo omitir que iremos para outros paises, e digo que ficaremos apenas na Suiça? Ou pode mostrar todo o roteiro?

    Muito obrigado!

     

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    1. Rafael_Salvador

      Rafael_Salvador

      No site da Embaixada da Suiça no Brasil tem todas essas informações sobre carta convite.

      Uma coisa é sua estadia na Suiça, outra coisa são os demais países que visitara. Para Suíça carta convite, para os demais comprovação de hospedagem. Comprovação dos meios de subsistência. Comprovação de seguro. Passaporte valido ate 6 meses posteriores a data de retorno. Passagem de volta.

      Na imigração você deve falar sempre a verdade, somente quando for perguntado. E estar com todas as comprovações do que falar (para caso seja solicitado, mostre).

      Não há nada de errado com seu roteiro para ter que omitir informações. Apenas deve cumprir as formalidades.

       

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    2. poiuy

      poiuy

      21 horas atrás, Pheeu disse:

      1- Carta convite realmente é uma boa? Existe alguma forma mais segura?

      Sempre que você fala que vai ficar na casa de familiares ou usar carta convite, ascende um alerta amarelo para o oficial da imigração, pois estatisticamente, as chances de alguém que tem parentes morando lá quer ficar ilegal por lá são bem maiores do que alguém que não tem parentes morando lá.

      Mas a outra opção seria mentir, o que é muito pior, pois se o policial perceber alguma insegurança nas suas respostas, ele começa a fazer mais perguntas, e uma hora você se enrola e sua mentira cai por terra e ai sim você estará encrencado.

      Então se vai ficar na casa parentes, fale a verdade, providencie todos os comprovantes de que você realmente só vai fazer turismo e de que vai voltar ao Brasil, mas como o Rafael falou, só responda e mostre o que eles forem perguntando.

      21 horas atrás, Pheeu disse:

      2- Como somos 2, precisamos de uma carta para cada? Ela pode ser scaneada, ou a família dela tem que enviar pra gente pelo correio?

      A carta convite original e assinada sempre passa muito mais credibilidade do que uma cópia escaneada que qualquer um pode ter feito no Photoshop.

      21 horas atrás, Pheeu disse:

      3- Essa carta precisa ter a data que ficaremos na casa deles, ou todo o tempo que ficaremos na Europa? ( A familia dela vai acompanhara gente em quase toda a viagem)

      A carta precisa ter as datas, o ideal é que sejam as datas em que você realmente for ficar na casa deles, o resto dos dias você comprova com as reservas de hotel que vocês devem ter.

      Mas se não tiver datas exatas definidas, coloque o período inteiro que for ficar na Europa, e se questionado, fale a verdade de que vai viajar a outros destinos durante este tempo, mas ainda não tem datas definidas por que depende dos seus anfitriões.

      21 horas atrás, Pheeu disse:

      4- Na imigração, devo omitir que iremos para outros paises, e digo que ficaremos apenas na Suiça? Ou pode mostrar todo o roteiro?

      Responda só que lhe for perguntado, mas nunca minta ou omita informações, pois se o policial perceber ou desconfiar de alguma coisa, ele começa a fazer mais perguntas, e uma hora você se enrola e coloca tudo a perder.

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  3. Oi pessoal minha trip começa dia 09/07 e vai ate 04/08

    Passarei por Palmas, Jalapão, Manaus, Santarém e Belém.

    Se alguem animar me acompanhar em algum trecho me grita aí.... to no tocantins até 19/07 dps sigo pra Manaus....

     

    Bjos

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  4. procuro companhia para conhecer alter do chão em agosto ou setembro de 2019

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  5. Apos um período ausente gostaria de compartilhar a ultima road trip, projeto de dois anos realizado em Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019.

    Bom apos nossa ultima viagem ate o Atacama em 2016 onde passamos por 4 paises no Honda Fit quando conhecemos nossos amigos de viagem, surgiu o projeto Amigos na Patagonia agora no 4x4,  um total de 30 dias de viagem, quase 15 mil km.

     

    • Renato, Sheila, Beatriz e Caio - São Paulo  -Triton L200
    • Silvio, Elaine  - São Paulo - Suzuki Grand Vitara
    • Paulo, Ana e João - Santa Catarina - Troller
    • Odair e Juliana (amigos de Paulo e Ana que conhecemos em SC) - Pajero Dakar
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    Segue abaixo nosso roteiro, nossa partida começa no dia 27/12 em Santa Catarina onde encontraremos com nosso amigos.


     
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    Partida para Santa Catarina

     
     
    Iniciamos nossa Jornada rumo à Patagônia, decidimos sair dia 25 em pleno Natal e sem o famoso almoço em família. Partimos às 11:45 com Silvio e Elaine rumo à Santa Catarina para nos encontrarmos com Paulo, Ana e João.
    Nos encontramos em Joinville por volta de 18:45, rodamos bem a estrada é boa e tranquila. Para quem vem de SP, uma atenção redobrada no trecho da Barra do Turvo onde presenciamos dois pequenos acidentes.
    Após nos reunirmos, fomos jantar, saímos de Joinville sentido Florianópolis onde almoçamos no meio do caminho. Foram mais 1 hora e meia de estrada, dia puxado e cansativo, no final, estávamos esgotados. Finalizamos o dia num belo apartamento na Praia da Cachoeira.


     
    Partida de São Paulo
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    Chegada em Joinville
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    Praia Cachoeira do Bom Jesus
     
     
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    Ai vocês perguntam onde estão Paulo e Ana, nossos anfitriões ??
     
     
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    Arrumando as malas 😨😨 vão perder o churrasco!
     
     
     
    Descansar porque amanhã partimos com a turma toda ou pelo menos quase, com o apressadinho do Odair e Juliana que já estão na nossa frente e nos encontraremos em Bariloche para o Ano Novo.
     
     
     

    De Santa Catarina à Santana do Livramento Uruguai

     
     
    Bom dia família hoje é nosso primeiro dia com todos reunidos, carros abastecidos e carregado partimos para Santana do Livramento, no caminho uma pausa para fazer orações e pedir proteção, e tambem o almoço em São Cristovão na casa dos pais da Ana uma deliciosa galinhada hummm.
    Dia puxado foram 900 km mais de nove horas de estrada uma boa parte estrada simples, chegamos apos as 22:00 hora Brasil do e atravessando duas quadras do Hotel já estávamos no Uruguai e sem horário de verão.
     
    Saindo de Floripa
     
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    Almoço em Santa Rosa do Sul
     
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    São 21:00 da Noite
     
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     Deixando nossa marca pelo caminho 👇😜
     
     
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    Chegada em Santana do Livramento
     
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      • Vou acompanhar! 1
    1. Fedoca56

      Fedoca56

      Bom dia Renato.

      Estou detalhando uma viagem que farei de moto de Porto Alegre - Ushuaia / Puerto Wiliams - Porto Alegre pela RN 3 e retornando pela RN 40. Pelo seu relato , o que ajudou bastante , estou em dúvida como está a Ruta 40 entre Tres Cerros e o entroncamento da RN 40 e RP 29. Pelo que tenho acompanhado pelo site do Governo, ainda é de calçada natural. Outra dúvida é a questão abastecimento de gasolina. Minha moto faz com segurança 250 km, com margem de 50 km . Como é a logística de abastecimento?

      Se puderes me passar algumas informações agradeço

      Abraço

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  6. Pessoal, criei esse tópico p quem estiver por lá entre estes meses postar os roteiros e facilitar... se já tiver algum grupo de WhatsApp me add por favor! 21 967363433

    estou indo dia 26/07 (Rio de Janeiro x Dublin) e volto dia 18/08 (Dubrovnik x Rio de Janeiro).

    to com duas ideias de roteiro e queria saber se alguém anima algum destes lugares 😊

    anexei as minhas 2 opções em mente... quem animar da um alo! Ainda não fechei nada e to aberta a sugestões 😊

     

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    1. thaisapr

      thaisapr

      Bom dia, estarei em Hvar de 12/08 a 16/08, e dps Dubrovnik de 16 a 20/08. =D

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  7. Ola Pessoal,

    Vendo mochila Osprey Ariel AG 65.

    Ela é um modelo feminino da Osprey nova ja com o a tecnologia Anty-Gravity. Usada apenas uma vez em uma viagem de 12 dias, vem com capa de chuva

    R$ 1.200,00, posso enviar pelo correio ou entregar no RJ capital/ Niterói, aceito cartão com juros da máquina.

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  8. Olá Mochileiros, gostaria de sugestões para viagem a Maceio, gastando pouco,  será uma viagem familiar em janeiro / 2020. Resido em São Paulo - SP.

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  9. Alguém pra acompanhar nessas datas?

    Aproveita e entra no grupo que tem gente indo para vários lugares e em datas diferentes:  https://chat.whatsapp.com/EpLgNQCBYdT53GpwImHwCz

    Pessoal tá compartilhando o roteiro aqui para achar cia: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1DGlabUxalGqdmpG1mN-SB3ExyUgROTjdjJ0YDIRXsOo/edit?usp=sharing

    Meu roteiro por enquanto é:

    26/08/2019    São Paulo
    27/08/2019    Atenas
    28/08/2019    Atenas
    29/08/2019    Atenas
    30/08/2019    Mykonos
    31/08/2019    Mykonos
    01/09/2019    Mykonos
    02/09/2019    Santorini
    03/09/2019    Santorini
    04/09/2019    Santorini
    05/09/2019    Zagreb
    06/09/2019    Zagreb
    07/09/2019    Zagreb
    08/09/2019    Split
    09/09/2019    Hvar
    10/09/2019    Hvar
    11/09/2019    Dubrovnik
    12/09/2019    Dubrovnik
    13/09/2019    Dubrovnik
    14/09/2019    Podgorica
    15/09/2019    Capadócia
    16/09/2019    Capadócia
    17/09/2019    Capadócia
    18/09/2019    Istambul
    19/09/2019    São Paulo

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    1. Gnevesrj

      Gnevesrj

      Entrei la no grupo que você indicou. Inicialmente meu planejamento é esse:

      05/08 a 11/08 - Londres (com uma possível ida a Berlim nos dias 08/08 e 08/08)

      12/08 a 18/08 - Split e Hvar (Croacia)

      19/08 a 20/08 - Plitivice e Zagreb

      21/08 a 25/08 - Budapeste e Praga

       

           
           
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    2. Luis Gaspar

      Luis Gaspar

      Fala Mateus, blz? Seria mais ou menos isso que eu e mais um amigo do trabalho estávamos pensando para a próxima trip. Mas a nossa seria em outubro. Mas a nossa seria em outubro. Já fechou tudo?

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    3. Gnevesrj

      Gnevesrj

      Vai ser Agosto mesmo! Já fechei passagem e algumas coisas! Até pq estará no verão! 

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  10. Boa tarde, precisamos ir da Grécia para Budapeste, de uma forma económica, alguém tem uma sujestao? 

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    1. Mostrar comentários anteriores  1 mais
    2. Valdir Gabriel

      Valdir Gabriel

      Fico imensamente agradecido, vou pesquisar. 

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    3. Valdir Gabriel

      Valdir Gabriel

      Pensei que de ônibus seria mais barato. 

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    4. poiuy

      poiuy

      42 minutos atrás, Valdir Gabriel disse:

      Pensei que de ônibus seria mais barato. 

      Ônibus é barato para distâncias curtas, até 300 ou 500 Km de distância no máximo, mas não para quase 2 mil Km de distância!

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  11. Tenho uma viagem dia 06/07 para a Grécia com conexão em Frankfurt pela luftansa como fazer

    tem que passar na imigração em

    frankfurt ou na Grécia ?

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    1. Davi Leichsenring

      Davi Leichsenring

      Imigração no primeiro país do espaço Schengen, ou seja, Frankfurt, depois se torna um voo doméstico até Grécia

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  12. Post pra oficializar a viagem. 😆

    Fiz contato com dois membros do forum e organizamos uma viagem  de São paulo até Mendoza - Argentina, com o destino final sendo A Estação de Ski Penitentes.

    Uma das pessoas que vai comigo mora em RS - Porto alegre , então passaremos pela fronteira da cidade Uruguaiana.

    Voltando passando pelo Uruguai e saindo em Rivera.

    Rota no Googlemaps

    A única coisa que está em aberto ainda é a data em que sairemos de PA, que pode ser entre os dias 12 e 13.

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    Podem responder aqui, e está aberto o convite! Valeu! 😁

     

    @batistel

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  13. Olá, mochileiros!

    Estou elaborando um roteiro de viagem para Abril de 2020, começando por Israel, passando pela Jordânia, Egito e Índia. Quem se interessar, me mande um email: [email protected]

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  14. Procuro alguem com interesse em viajar por Portugal e Espanha em Maio de 2020 (15 dias), ja procurando com antecedencia para irmos organizando a viagem.

    sds

    celio

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    1. wacvm

      wacvm

      Gostaria de participar da parte do planejamento. 

       

      Meu Whatsapp 21 98363 6793

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  15. Galera, estou planejando uma viagem sozinha para a Europa, low cost e provavelmente em setembro, e gostaria de conselhos em relação a ordem dos países que quero visitar. Pretendo viajar durante a noite e quero o meio mais econômico.. Os países são:

    Portugal, Espanha, França, Holanda, Alemanha, Hungria, Áustria e Praga.

    Alguns quero conhecer duas cidades e outros apenas uma. Minha dúvida mesmo é mais em relação a ordem e ao transporte mais barato (inclusive dicas de empresas de ônibus)

     

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    2. poiuy

      poiuy

      Uma outra observação, você citou países, o que seria "Espanha", "França", "Austria", "Alemanha", etc para você?

      Pergunto isto, por que, por exemplo, se você fizer questão de incluir Hallstat e Salzburg na Austria no seu roteiro, muda toda a sequencia que eu falei acima, e da mesma forma, se quiser incluir Barcelona, Sevilha, Granada na Espanha, também muda tudo!

      E na Alemanha, final de setembro ocorre a Oktoberfest em Munich, o que deixa tudo absurdamente caro em Munich, o que não combina com um mochilão low-cost, na verdade até mesmo em Berlin, Praga, Budapeste, Viena, Amsterdam e Paris ficam mais caras durante as semanas da Oktoberfest, pois quase todo mundo que vai a Oktoberfest aproveita para dar uma esticadinha na viagem até algumas destas cidades, o que aumenta a procura e consequentemente os preços.

      Ou seja, antes de mais nada, você tem que parar de pensar em países, mas sim começar a pensar em cidades, pois somente assim dá avançar no planejamento, pois falar em Espanha é algo muito genérico, e que cada pessoa pode ter ideias completamente diferentes de quais cidades incluir.

       

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    3. João Rosenthal

      João Rosenthal

      Também acho muito genérico colocar o país, cada um deles tem quinhentas cidades pra visitar.

      Se for fazer o mais tradicional, a logística ideal seria:

      Lisboa --> Madrid --> Barcelona --> Paris --> Amsterdam --> Berlim --> Munique --> Praga --> Viena --> Budapeste

      Os trechos Barcelona --> Paris e Amsterdam --> Berlim recomendo fazer de avião. 

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    4. lobo_solitário

      lobo_solitário

      @Laís Veiga complementando o que foi dito a cima, fazer alguma ou outra viagem à noite é tranquilo, mas querer fazer praticamente todas seu corpo nao aguentará. É muito desconfortável passar a noite num banco de ônibus e/ou trem, além do mais tem o barulho, o balanço, um liga e desliga de luz, etc.. a nao ser que vc seja daquelas pessoas que fecha o olho e acabou-se o mundo, em viagens assim voce sempre terá um sono leve, daqueles que nao descansa, sem falar a dor nas costas ou no pescoço que terá no outro dia. Depois de uma noite assim o que voce mais vai querer será uma boa cama pra espichar o corpo e descansar, agora imagina passando várias noites assim? 

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  16. Fala galera, em setembro to saindo do rio para fazer a chapada Diamantina, depois Maragogi e região e fortaleza. Tudo em 15 dias.

    To aceitando sugestões de roteiro e companhia é sempre bem vinda.

    Abraço!

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    1. cintia.ramos-ribeiro

      cintia.ramos-ribeiro

      Olá J.!

      Chego em Salvador dia 07/09 e sigo para Chapada Diamantina, estará por lá? o que quer fazer? Queria o Vale do Pati e tours.

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    2. Elias santana

      Elias santana

      Em 02/07/2019 em 22:07, J. Raphaell barros disse:

      Fala galera, em setembro to saindo do rio para fazer a chapada Diamantina, depois Maragogi e região e fortaleza. Tudo em 15 dias.

      To aceitando sugestões de roteiro e companhia é sempre bem vinda.

      Abraço!

      Quando pretende passar por maragogi? tô indo p lá em setembro,  vendo as datas ainda.

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  17. ola estou saindo de ferias em setembro estou querendo ir pra jalapão depois do dia 10..

    mais alguem indo p la em setembro 

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    2. rutemarianee

      rutemarianee

      oi tenho sim 11951518518

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    3. Marluce R

      Marluce R

      Eu pretendo ir em setembro e já estou vendo pacotes. Tem Whats?@rutemarianee @rutemarianee

      •  
    4. Marluce R

      Marluce R

      @rutemarianee te chamei no  Whats

      •  
  18. Quero viajar outubro de 2020 pro Sudeste Asiático e queria companhias

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  19. Olá galera, tudo certo?

    Seguinte, eu com mais 2 ou 3 amigos estamos planejando uma Eurotrip para Julho de 2020, aproximadamente 14 dias viajando, e gostaria de algumas sugestões e dicas para essa viagem.

    Bem, conciliando um baixo custo e um máximo proveito dos destinos que passarmos, e após ler vários sites, blogs e fóruns sobre mochilões na Europa, cheguei no roteiro seguinte (está bem superficial mas é pra uma noção geral), Bruxelas, Amsterdã, Berlim e Praga:

    Voo do Brasil até Bruxelas, aproximadamente 3 dias em Bruxelas; depois nos deslocamos até Amsterdã (sugestões sobre o meio de locomoção) e ficamos aprox 3 dias também. Depois nos deslocamos até Berlim, um pouco longe, como estamos nos preparando bastante tempo antes, pode ser que encontremos passagens de avião que valha a pena? Ônibus ou trem são viáveis? Muito mais baratos? Após 3 dias em Berlim, iremos para Praga (sugestão de meio de locomoção), ficamos 3 dias lá e voltamos de lá direto para o Brasil.

    Alguns pontos sobre essa viagem para facilitar o entendimento do que buscamos para essa trip:

    Somos 3 ou 4 jovens de 20 e poucos anos, estamos buscando passeios legais, algumas belas paisagens, festas e uma vida noturna agitada para alguns dias. Ficaremos em hostels e sem muito luxo. Vi que Amsterdã, Berlim e Praga são destinos muito requisitados e frequentados por jovens, logo acredito que não teria erro visitar tais destinos, porém estou com um pé atrás com Bruxelas, pensando em substituir por Barcelona (sei que é longe porém se fosse viável e barata uma passagem de avião Barcelona-Amterdã talvez seria uma boa pedida, visto que Barcelona é conhecida pela sua vida noturna) ou por Londres (mais perto de Amsterdã e provavelmente ficaria mais barato que se escolhermos Barcelona).

    Então gostaria de saber se vale a pena optar por Bruxelas (visitando Bruges) ou vocês optariam por Barcelona ou Londres com uma vida noturna mais agitada?

    ps: a viagem ainda pode ser adaptada visto que são apenas planos

    Obrigado desde já a qualquer ajuda!

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    2. Davi Leichsenring

      Davi Leichsenring

      Pra vida noturna, Barcelona é o ideal, porém em 3 dias, não sei se é o ideal, porque você vai gastar quase um dia todo para ir até Berlin (caso seu primeiro voo seja Barcelona).

      Sobre hostels, é uma loteria, as vezes é bem tranquilo, as vezes tem um pessoal sem noção, mas, em minha experiência de hostels (já dormi em mais de 30 diferentes), em geral é bem tranquilo, além da oportunidade de conhecer pessoas da mesma vibe. Porém, para 4 pessoas, talvez Airbnb seja bom (apesar de eu ser um tanto contra esse tipo de hospedagem), porque tem uma casa só para ti e dividindo os custos pode sair mais barato que hostel.

      Só um detalhe sobre Amsterdã, alí é impossível achar algo barato, ainda mais no verão, além de precisar fazer reserva muito antes. Para ter uma idéia, eu vou a uma conferência para lá no final de Agosto, pela minha empresa, eu pedi para extender mais um dia, então é por minha conta esse extra. Fiz a pesquisa no meio de Junho, só achei 1 hostel disponível no fim de semana, pagando 40 euros a diária. Também procurei por hotel normal, mas nada abaixo de 120 euros.

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    3. poiuy

      poiuy

      Passagens do Brasil para Londres ou Bruxelas geralmente costumam ser bem mais caras do que passagens para Madrid ou Barcelona.

      E uma passagem de avião entre Barcelona e Amsterdam comprada numa low-cost com uns 90 ou 120 dias de antecedência geralmente custa praticamente o mesmo de uma passagem de trem de Londres para Amsterdam.

      Sobre as baladas de Barcelona, o que eu posso acrescentar, é que as melhores e mais famosos podem ser super caras, nas mais famosas e disputadas, você paga 60 euros só para entrar, isto se deixarem você entrar, e lá dentro paga 15 euros numa long-neck...

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    4. Rafael_Salvador

      Rafael_Salvador

      Primeiro de tudo, se seu foco são os custos Amsterdam, Londres e Barcelona são cidades caras e a vida noturna mais ainda! Um copo de cerveja sai na média de 5 €... a menos que você saia do Brasil para consumir Heineken, o que seria um desperdício estando na Bélgica ou na Holanda. No Port Olimpic (região com dezenas de boates em Barcelona) uma dose de Vodka custava 10 € em 2012

      Já fui de Amsterdam até Berlin de trem e achei muito tranquilo! Sai do centro de uma cidade e chega no centro da outra... muito melhor que ir de avião e ainda se preocupar com as taxas de bagagens, procedimentos de aeroporto, atrasos...

      Quanto as baladas de Berlim vá muito preparado para ser barrado na maioria delas. Houveram noite de ir em 04 boates, gastando UBER e 03 da madrugada voltar para o hotel muito chateado sem entrar em nada.  O problema não está na cor da sua pele, nas roupas que veste ou na sua nacionalidade... chegou uma hora que ficava engraçada e começamos a nos solidarizar americanos, franceses, ingleses, asiáticos.... eles não gostam de ninguém nas pistas... simples assim!

      Somente para contextualizar ... no ultimo dia não aguentávamos mais ser barrados e resolvemos fazer um pub crawl (porque ao final sabíamos que nos deixaria em alguma boate)... nos deixaram em um lixo... vazio... estilo underground. Resolvi tentar mais uma vez a Waltergate que era bem perto... tinha uma brasileira na porta sozinha (que tb já tinha sido barrada em várias)... ficamos trocando umas ideias e fomos avançando na fila.... acabou que entramos. E aí vem o ponto mais interessante da história: Fui no piso inferior deixar me casaco... uma garota vira para mim e pergunta com um olhar de estranheza ... Você fala alemão?? (como se estivesse falando... como conseguiu entrar??) Em 05 dias por lá entrei em 02 boates, nesta e na Matrix (a qual achei muito fraca).

      Praga também não curti muito a pegada da vida noturna... tudo é muito direcionado a prostituição... e as casas que visitei achei meio caidasso (embora não tenha estado nestas casas em dias de final de semana... mas era verão... féria... cidade cheia). 

      Num sábado em Praga caí na maior furada da Europa (kkk).... a famosa Karlovy Lázne... a maior boate da Europa. Uma piada! Quente, desconfortável, cheia.... difícil pegar um drink, difícil se locomover... atendimento péssimo.

      Na Bélgica tem a cidade de Ghent, centro universitário, com uma vida noturna bem animada. Mas conceitualmente muito diferente do Brasil... por exemplo: Voces curtiriam ir a um club de Jazz? Tem boates por lá... mas não ache que vai chegar na pista, beber 5 ou 6 cervejas e vai se atracar aos beijos com um garota e leva-la para o motel como rola no Brasil! O "time" é outro... a cultura é outra... 

      As melhores baladas da Europa estão em Amsterdam, Barcelona, Budapeste e Cracóvia. Inclua na lista Ibiza,  Maiorca, Hvar e algumas ilhas Gregas... Porem tem que estar com grana para curtir. O mais barato aí na lista é Budapeste e Cracóvia (se quiser Varsóvia também). No Leste com preços mais acessíveis tem Constanta e Sunny Beach, já na região do Mar Negro, mas dá trabalho para chegar lá (rs)...

      Fique ligado no site da timeout ... onde rolam dicas de vida noturna em toda Europa.

      Por fim, fique ligado nos festivais que rolam no verão, é onde a coisa rola mais solta! Durante o verão na Espanha rolam dezenas de festivais de todos os estilos musicais ... destaque para a localidade de Benicassim (entre Valencia e Barcelona - Já curti o Rotomtom sunsplash e recomendo muito se gosta de reggae ). Tem o Sziget (rock) em Budapeste... Tem o Tomorrowland (eletrônico) na Bélgica (este é caro e os ingressos devem ser comprados com muita antecedência).

      https://www.spain.info/pt_BR/top-10/calendario-festivales-musica-verano.html

      https://festivalando.com.br/festivais-de-verao-na-europa/

      https://www.festicket.com/pt/magazine/discover/top-20-music-festivals-Europe/

      https://forbes.uol.com.br/fotos/2016/06/7-melhores-festivais-de-cultura-da-europa/

      Se você quiser um roteiro de baladas na Europa presto esse serviço de consultoria... fala comigo no PV. mas acredito que com as informações acima você consegue tem uma boa noção do que fazer e do que esperar.

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  20. Estarei na Chapada de 4 a 9 de julho. Gostaria de indicações ou companhia. Abraço

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  21. Olá, pessoal, tudo bem?

    Então, eu e minha namorada estamos organizando um mochilão para Europa em baixa temporada, por volta de fevereiro ou março, pensamos em um roteiro que seria Brasil para Roma, Roma para Berlim, depois Amsterdam, França e acabar com Inglaterra e de lá voltamos para o Brasil. Pretendemos passar cerca de 21 dias, passando de 3 a 5 dias em cada país. Primeiramente queremos saber se é de boa esse roteiro nesse tempo, e mais ou menos quanto iremos gastar. Gostaríamos de gastar cerca de 14 mil (Eu e ela). Além disso, queremos saber se pelo fato de ser no mês de fevereiro a março, o clima tornará nossa viagem inviável ou algo do tipo. Também seria maravilhoso se vocês pudessem dar dicas em geral para a gente porque vai ser nossa primeira viagem internacional, e qual seria a melhor forma de nos locomovermos de um país a outro.

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    1. Mostrar comentários anteriores  1 mais
    2. poiuy

      poiuy

      Eu tentaria não terminar a viagem em Londres, pois a taxa de embarque em Londres é em cara, o simples fato de embarcar em Londres faz a passagem aumentar 300 ou 400 reais só por causa da taxa de embarque, então eu tentaria começar a viagem em Londres e terminar em Roma, as chances de achar passagem mais barata nesta combinações são maiores.

      Concordo com o Nicolas, 800 euros para dividir em 21 dias é muito pouco dinheiro! Daria 38 euros por dia, o que pode ser um problema pois na maioria destas cidades uma cama num quarto coletivo de hostel custa uns 30 Euros por noite, e você teria que comer, pagar metrô, e ingressos com estes 8 euros, sendo que um prato de comida num restaurante simples vai lhe custar 15 euros...

       

      Quanto que vai custar, depende de cada pessoa, algumas gastam mais, outras mesmos, mas num mochilão, ficando em quarto coletivo de hostel, passando por cidades caras como as que você citou, em média o pessoal gasta entre 60 ou 70 euros por dia entre alimentação, hostel, metrô, ingressos e passeios.

      Então 21 dias x 70 Euros (para ter orçamento folgado e não precisar escolher entre o almoço e um passeio legal que custe 15 euros) dá 1.470 Euros.

      Convertendo isto pela cotação de R$ 4.80 do Euro, só nisto já vai 7 mil reais por pessoa, e ainda faltam as passagens.

      Um orçamento de uns 800 Euros livres depois de descontar as passagens, dá para uma viagem no máximo uns 10 ou 11 dias sem passar fome ou aperto.

       

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    3. lobo_solitário

      lobo_solitário

      @marcostaira complementando o que foi citado a cima, com a grana que voce pretende juntar realmente é inviável fazer o roteiro pretendido. Se de tudo nao der pra juntar mais grana o ideal seria tirar Londres do roteiro e trocar por outra(s) cidade(s) mais em conta. 

      Por mais que a nossa vontade seja de visitar inúmeros lugares lembre-se de que quanto mais voce se desloca, mais grana voce gasta e mais tempo voce perde indo de um canto pra outro. Sugerir algum local pra incluir ou excluir do roteiro é complicado pois depende do gosto de cada um, mas analise a possibilidade de tirar Londres do roteiro e fazer o circuito França (Paris) - Bélgica (Bruxelas/Bruges) - Holanda (Amsterdã) - Alemanha (Berlim).

      Normalmente há voos mais em conta da Alemanha para o Brasil saindo de Frankfurt. E na sugestão a cima, dependendo de como se planejar poderá até incluir Dresden no roteiro, da pra fazer um bate-volta à partir de Berlim.

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    4. Aline Miqueline

      Aline Miqueline

      Também acho o valor inviável pra esses lugares... São várias cidades caras... Vai pro Leste que não perde em nada em beleza e compensa bem mais.

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  22. Olá pessoal, tudo bem? Estarei de férias em Buenos Aires de 16 a 23 de Julho de 2019, no Centro da cidade. Busco companhia para roteiros noturnos bacanas, haja vista que durante o dia estarei boa parte com minha família. Bons restaurantes, bares, baladas, um bom vinho, cervejas, cafés e até mesmo roteiros diurnos são bem-vindos para trocarmos ideias! Se preferir vem de Whats 12 99167 8016. Um grande abraço! Renan Nogueira

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    1. 123RIO

      123RIO

      Estou morando na Argentina se quiser companhia para city tour por Buenos Aires só me adicionar no WhatsApp 21-982922272 Vagner

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    2. pwener

      pwener

      Olá Renan, estarei de dia  17 até dia 22 de Julho ai.

      Vou mandar mensagem Whats!

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  23. Bom dia gente,

    Vou fazer uma trilha de 15 dias no Himalaia em 2020 e estou querendo comprar uma mochila.

    Depois de fazer uma pesquisa, veirifiquei que a Deuter é um pouco mais pesada que as demais.

    Me indicaram a The North Face Fovero 70.

    Vocês tem outra indicação de marca, para mochilas de trekking de 60 a 80 kg?

    Agradeço bastante!

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    1. rodrigo-whisky

      rodrigo-whisky

      7 horas atrás, Ganapati disse:

      Bom dia gente,

      Vou fazer uma trilha de 15 dias no Himalaia em 2020 e estou querendo comprar uma mochila.

      Depois de fazer uma pesquisa, veirifiquei que a Deuter é um pouco mais pesada que as demais.

      Me indicaram a The North Face Fovero 70.

      Vocês tem outra indicação de marca, para mochilas de trekking de 60 a 80 kg?

      Agradeço bastante!

      60 a 80 kg de carga? Ou mochila de 60 a 80lts de volume?

       

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    2. Ganapati

      Ganapati

      60 a 80 lts de volume!!!

      Me equivoquei nas medidas.

       

       

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  24. Já era hora de tirar do papel a conquista do PP, ponto culminante do meu estado. Desde janeiro no radar, foram mais de 4 ajustes com as pessoas que pretendiam me acompanhar, e finalmente fiquei sozinho. Bom pra falar a verdade eu já esperava, em várias trips as pessoas desistem na última hora.

    Dia 20 de junho, às 06:00 larguei de Campo Mourão rumo à Serra do Ibitiraque. Passei antes em Guarapuava pegar uns passageiros do BlaBlaBla - app de caronas -, bom eu precisava dividir os custos do transporte, hshshs.

    Eram 15:40 quando parei no estacionamento da Fazenda PP, rapidinho fiz o cadastro - enquanto eu ajustava os detalhes da mala e colocava a bota o moço da recepção ia perguntando e anotando. Em 10 min eu já estava na trilha, precisava ter pressa se quisesse chegar antes de escurecer no Caratuva, meu objetivo primeiro. Morro acima, em 25 min eu já estava na bifurcação das trilhas para Caratuva e PP, escorrendo suor.

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    Peguei à esquerda, por uma trilha bem ruim. Nos primeiros 300 m haviam muitas árvores caídas, foi preciso fazer várias manobras para passar sobre e sob os troncos. Mas, tudo corria bem, só o fôlego estava apertando devido a pressa. Logo à frente, +- 500 m começa a verdadeira subida, por os outros, acredito, 1.500 m a subida é constante, íngreme com muitas pedras, raízes e barrancos. A pesar de tudo, às 17:15 pela primeira vez depois do Morro do Getúlio eu enxerguei o firmamento no horizonte, e ainda pude ver um resto de Sol que se punha. Já eram 17:40 quando avistei as primeiras barracas armadas no Caratuva. Caramba eu subi o Caratuva em 2 h com cargueira e tudo.

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    Arrumei meu cantinho, estava cheio de gente no pico. Logo outro campista veio me ajudar com a montagem da tralha e bater um papo, logo fizemos amizade e já ficamos combinando de no futuro trilharmos juntos, eles estavam em um grupo que no dia seguinte iriam também ao PP, acabei fazendo amizade e trocando figurinhas com todos eles.

    À noite tinha momentos que a neblina tomava conta, então o frio era terrível. No dia 21 amanheceu fechado de dar medo, algumas vezes era possível avistar o cume do PP ou do Ibitiraque, do mais somente nuvens e uma neblina que parecia monção. No entanto, a alvorada foi esplendorosa, de encantar qualquer um.

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    Ao explorar o cume, percebi que do outro lado do Caratuva, o lado do Ibipiroca, o russo não estava castigando tanto e pude avistar com o binóculo os acampamentos e as pessoas no Ibipiroca e no Cerro Verde.

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    Às 08:25 estava de cargueira pronta e lá se fui para o PP por uma trilha alternativa que vai do Caratuva até o A1. Minha nossa, pensa num banho dentro da trilha fechada, fiquei encharcado; pior que isso, só fui perceber no outro dia: a trilha passa no limite de um desfiladeiro mas devido à neblina não vi nada, somente branco. Ia pegar água perto da trilha, mas devido as condições preferi seguir até o A1 e voltar pela outra trilha, menos densa (bem menos), até uma fonte principal.

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    Logo que cheguei na bica encontrei um grupo que ia do Ibipiroca em ataque ao PP, um pessoal de Palmital/SP. Trocamos algumas ideias e acabei seguindo com eles até passar o elevador, pessoal gente fina. O elevador é um caso a parte, antes dele já é preciso dar aquela tremida (e não é de frio) para descer uns 15 m de parede, nada comparado aos aproximadamente 25 m do elevador.

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    Depois do elevador o grupo parou para dar um fôlego, eu parti. Comecei a encontrar grupos descendo que me relatavam estar aberto o tempo no cume, eu ansioso para chegar. Depois de muitos obstáculos (passar no limite de penhascos, subir pedras enormes na unha, passar entre rochas apertadíssimas) cheguei no A2, ainda havia mais uma pernada, kkkk. Mas nada me abalava, e lá fui. Cheguei no cume às 12:00, fui o primeiro a montar acampamento naquele dia, alguns nem tinham desmontado do dia anterior ainda. Os Óreas não estavam muito colaborativos deixando o tempo fechado, tão fechado que mal dava para ver o próprio PP. Em alguns momentos pequenas aberturas nos mostravam o cume do Pico Itibiraque, e como um bando de loucos os trekkers de lá gritavam para os trekkers de cá, kkkk. Passamos o resto da tarde conversando, o grupo que conheci no Caratuva havia chegado, e o tempo não abriu de verdade, apenas deu uma baixadinha na camada branca no final do dia possibilitando enxergar o alaranjado do crepúsculo.

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    A medida que a noite ia caindo o firmamento revelava o espetáculo e as nuvens foram dispersando. Um espetáculo memorável no céu.

    No dia 22/7 às 05:00 estava acordado, e no horizonte muitas nuvens ainda ofuscavam a paisagem, mas numa manobra que só os deuses sabem dar, em 15 min o tempo se abriu deixando toda a cadeia de montanhas da região exposta. Às 07:05 começava novamente o maior espetáculo da terra, a alvorada. Foram momentos emocionantes até que o astro preenchesse todo o leste com seu dourado inconfundível.

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    Depois de um generoso café, muitos cliques e histórias contadas entre os montanhistas era hora de desmontar tudo e partir, fiz isso às 10:00, abortando o combinado inicial de descer junto com o grupo que fizemos amizades, eu precisava estar na base às 15:00 para as 16:00 pegar outros caronas em Curitiba, e eles iam começar a decida lá pelas 11:00.

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    Montanha abaixo e logo começo a cruzar com os grupos que subiam de ataque, pelo caminho onde havia área de camping, tinha barraca armada, incrível até o A2 muita gente dormindo pelo caminho. Pouco antes do A2 alcancei outro quarteto que ia descendo, fizemos amizade rapidamente. Logo fiquei sabendo que um dos integrantes morava no meio do caminho meu para casa, então já combinamos a carona – ela estava de carona com o grupo que era de outro lado de Curitiba. Passado o elevador, pensei que tudo estaria tranquilo, que nada. O trecho entre o A1 e cruzo para o Caratuva (que eu havia contornado no primeiro dia) é um dos piores trechos de toda a trilha, são milhares de raízes e pequenas elevações que precisam ser transpostas por cima delas, exige muita calma e técnica para andar mais rápido.

    Acabei avançando mais rápido que meu novo grupo, perdemos contato. Quando cheguei na Pedra do Grito resolvi esperá-los, larguei tudo de lado e sentei. Um grito de guerra na trilha chamou a atenção, pensei serem escoteiros, mas em alguns minutos quem chega foi um grupo de noviças 38 segundo a madre que as conduzia, todas de saias longuíssimas de um vermelho incrível e camisas brancas de freiras, disseram que iam até o Morro do Getúlio. Confesso que eu duvido que foram, mas garanto que aquela não era a melhor roupa e que com certeza não voltou como tinha ido, kkkkkk. Nesse alvoroço todo nem percebi que parte do grupo tinha descido e as 15:10 um dos integrantes passava por mim, ele me disse que a moço que ia de carona comigo já tinha descido, duvidei pois, não a vi passar. Descemos juntos o último trecho, e lá estava ela esperando e gritando desesperada por mim no estacionamento, kkkkkk.

    Depois de um banho de gato, despedimo-nos dos novos amigos e lá fomos nós de volta à vida comum. Já se passavam das 23:00 quando cheguei em casa, onde uma bela pizza portuguesa esperava.

    Não é só a experiência que a montanha no dá, são, principalmente as amizades que cultivamos. Cada estrela no firmamento representa a amizade entre alguém, mesmo escondida pelas nuvens vão estar lá.

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      • Gostei! 3
    1. SalgadoSJC

      SalgadoSJC

      @foradatribo @foradatribo massa tua trip.. qual teu saco de dormir? 

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    2. foradatribo

      foradatribo

      @SalgadoSJC Tenho usado um Antartik da Nautika, é bem tranquilo resiste bem ao clima e é leve (razoavelmente), no PP inclusive acampei sem isolante.

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  25. Boa tarde!

    Alguém em Toronto de 23/09 a 02/10/2019?

    Abraços,

    Roberta.

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    1. AndressaUS

      AndressaUS

      Em 02/07/2019 em 18:18, Roberta Fontes disse:

      Boa tarde!

      Alguém em Toronto de 23/09 a 02/10/2019?

      Abraços,

      Roberta.

      Me chama no whats 19 9979 86433

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  26. Fiz uma viagem muito especial pela Paraíba, conhecendo João Pessoa, as praias do sul do Estado, Cabedelo, Areia, Campina Grande, Barra de Mamanguape, Cabaceiras e o Lajedo de Pai Mateus. De tudo que eu gostaria, só não consegui ir para Baía da Traição porque precisei voltar para casa antes do tempo.

    Comecei por João Pessoa, onde me hospedei na casa de uma amiga que fiz numa viagem pelo Uruguai. 

    João Pessoa é a terceira capital mais antiga do país e lá o sol nasce antes das cinco da manhã. Eu cheguei até lá de ônibus partindo de Recife e em duas horas de estrada fui de uma capital à outra. Paguei R$ 44,50 na passagem pela empresa TOTAL, mas também existe a Viação Progresso que faz esse trecho e as duas são boas companhias.

    Logo na chegada fui para o Hotel Globo, que era super badalado entre 1930 e 1950 e hoje podemos visitar, foi lá que presenciei a despedida do sol atrás do Rio Sanhauá, foi muito lindo de assistir.

    No centro, além do Hotel, fica a Igreja de São Frei Pedro Gonçalves, a Praça Anthenor Navarro com casinhas coloridas e super charmosa e com 15 minutos de caminhada fica o Centro Cultura São Francisco, que possui visita guiada.

    São 05 praias principais em João Pessoa: Praia do Seixas, Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa (apelidada de Caribessa). é entre Tambaú e Cabo Branco que fica o maior agito, tanto durante o dia como a noite. É por ali que fica a placa EU AMO JAMPA  e tem a maior parte dos hoteis da cidade. A praia de Manaíra é bem sossegada. A Praia do Seixas tem uma mística de ser a ponta mais oriental do nosso continente, é pequena mas lota de excursões que saem para as piscinas naturais do seixas, que aliás recomendo demais fazer. 

    Deixei mais alguns detalhes e lista de lugares para comer em João Pessoa no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-joao-pessoa-na-paraiba/

    Cabedelo

    Uma cidade que se confunde com João Pessoa, de tão perto que é. Meu Uber até o final da cidade deu R$ 25,00, mas existe um ônibus da empresa Reunidas em João Pessoa chamado Cabedelo Direto 5101 que sai da Av. Epitácio Pessoa e vai para a cidade do pôr do sol mais famoso.

    Cheguei e fui direto para a Fortaleza de Santa Catarina. Paguei R$ 2,00 para entrar e uma guia contou tudo sobre o local para mim. Lá dentro avistamos a Igrejinha de Santa Catarina Alexandria, prisões, Casa Pólvora, Casa do Capitão, Alojamento dos Soldados e Oficiais, túneis, um poço e um paiol. Além de avistarmos o fim do Rio Paraíba.

    Você pode conhecer em Cabedelo também as Ruínas do Almagre, que é tombada pelo IPHAN.

    E a cidade possui inúmeras praias, que eu acabei não aproveitando, mas vocês podem: Intermares, Camboinhas (de onde saem os barcos para a Areia Vermelha, um passeio recomendadíssimo), Areia Dourada, Dique de Cabedelo (onde há o encontro do mar com o Rio Paraíba chamado de Pororoca da Paraíba), Miramar, Ponta de Mato, Formosa, Praia do Poço e Ponta de Campina. UFA! rs

    Mas a minha intenção mesmo ao ir para Cabedelo era conhecer o famoso pôr do sol no Jacaré, que muitos dizem ser o mais bonito da Paraíba.

    A Praia do Jacaré na verdade é o Rio Paraíba e de lá saem embarcações para curtir o pôr do sol ao som do Bolero de Ravel, apresentado por Jurandy do Sax. Minha opinião: fiquei sentada na "orla" do Jacaré e tive exatamente a mesma vista do pessoal que entrou no barco e consegui ouvir perfeitamente o som do Jurandy. Eles param a pouca distância da gente, não entendi o bafafá em cima desse passeio. Eu mostro as fotos aqui no https://alemdacurva.com/por-do-sol-em-cabedelo/ 

    Praias do litoral sul da Paraíba

    São as praias super famosas, que a maioria que vai pra lá acaba conhecendo. O ideal é fazer de carro, mas eu não dirijo e minha amiga não poderia me acompanhar nesse dia. Consegui fechar um taxista com mais 03 meninas que também iriam fazer esse lado da Paraíba. Outra opção é fazer passeios com excursões. As empresas geralmente oferecem passeios divididos entre as praias, sendo parte em um dia e parte em outro dia.

    Tem também passeio de buggy, que dai fazem as praias que você quiser em um só dia. 

    As praias que conheci foram: Barra de Gramame (ainda faz parte de JP e tem pouca estrutura, o que eu adorei), Praia de Tabatinga (na cidade do Conde e tem característica mais rústica com falésias e um mirante bem bonito), Praia Bela (com uma estrutura maior), Praia de Tambaba - praia de nudismo (a que eu mais gostei, mas fica lotadinha na parte em que banhistas com roupa podem acessar), Praia do Coqueirinho (a mais famosa da região, super lotada e com a maior infraestrutura de todas, inclusive deixei um rim como pagamento no almoço) e Praia do Amor (visitei bem rapidamente, ela possui uma pedra onde os supersticiosos passam por baixo para ter sorte no amor).

    As fotos de todas elas estão aqui https://alemdacurva.com/praias-do-litoral-sul-da-paraiba/

    Barra de Mamanguape

    Aqui já começou as surpresas da Paraíba para mim, minha amiga pegou um final de semana e me levou para esse paraíso, que na minha opinião possui o melhor pôr do sol da Paraíba, desculpem os amantes da Praia do Jacaré rs.

    Barra de Mamanguape fica em Rio Tinto e pra lá fomos de carro mesmo. Pegamos a BR 101, entramos pela cidade de Mamanguape (que não tem nada a ver com a Barra de Mamanguape) para ir à Rio Tinto, de onde se pega a estrada para Barra. Outro caminho é pegar um acesso que tem na BR 101 que segue por meio de canaviais a estrada inteira até chegar em Barra. Mas tomem cuidado porque por ali vez ou outra ocorre assaltos.

    Foram 02 horas de estrada de João Pessoa até Barra de Mamanguape.

    Dá para chegar de ônibus, mas não é tarefa fácil. Você precisa pegar um ônibus em JP até Rio Tinto bem cedo, pois você precisa chegar até umas 10h30 no máximo na cidade. O ônibus que sai de Rio Tinto pra Barra de Mamanguape parte as 11hrs de segunda a sexta. De sábado ele sai até mais cedo, as 10hrs. E pra voltar de Barra o ônibus passa de segunda a sábado às 05h30 com destino à Rio Tinto.

    Disseram que em Barra de Mamanguape existem moto-táxis mas eu não vi nenhum.

    Nos hospedamos no Sua Casa na Barra, uma casa que acomoda 04 pessoas do Nilton, que nos atendeu super bem. Pagamos R$ 160,00 no final de semana. Ele possui camping também para quem quiser e mais uma casa para alugar.

    Barra de Mamanguape é Área de Preservação Ambiental e já foi lar de peixes-boi, animal em extinção.

    Fizemos passeio de barco pelo Rio Mamanguape que foi tão incrível. Pagamos R$ 30,00 por pessoa. Passamos pelos mangues, antigo cativeiro do peixe boi, recifes (onde podemos avistar tartarugas) e banco de areia, com parada para almoço na Aldeia do Tramataia. A comida era uma delícia, bem farta e pagamos R$ 17,00 com a bebida inclusa. 

    Existem outros passeios para fazer como trilhas que vão de 4,5 a 12 km, além de passeio de buggy, caiaques, pedaladas na praia e até luau.

    Lá em Barra de Mamanguape há o encontro do rio com o mar, também. Eu amei ficar ali, praticamente sozinha. O lugar é muito rústico, sem estrutura nenhuma e uma natureza forte ao redor. Lindo! Aqui tem fotos https://alemdacurva.com/barra-de-mamanguape-pb/

    Inclusive, o pôr do sol por lá foi de cair o queixo, fiquei impressionada com tanta beleza. O sol se põe atrás do encontro das águas. Um espetáculo a parte.

    Areia

    Descobri essa cidade por conta da minha amiga que mencionou super sem querer. Lá fui eu pesquisar e me apaixonei. A cidade é muito fofa!

    Ela fica no brejo paraibano na Serra da Borborema e no inverno faz muuuito frio. Inclusive sedia o festival Caminhos do Frio, que passa por mais 8 cidades também.

    Eu fui de João Pessoa para Areia de ônibus, que demorou um cadim porque passa por várias outras cidades e custou R$ 31,50. Mas foi ótimo curtir a paisagem que ia mudando conforma saíamos do litoral.

    Cheguei na hora do almoço e encontrei o Restaurante e Cachaçaria Barretão super bem arrumadinho e bonitinho, com um self service gostoso por R$ 13,00.

    Lá em Areia faz-se muitas visitas aos engenhos, a mais famosa é a do Engenho Triunfo, que produz uma das cachaças mais vendidas do Estado.

    O Açúcar por lá também é forte e dá para visitar alguns engenhos, além de conhecer o Museu da Rapadura (ou do Brejo Paraibano).

    Não deixem de passear pelo centrinho, é uma coisa fofa demais aquelas casas coloridas e muito bem preservadas. As fotos vocês podem ver no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-areia-na-paraiba/

    O primeiro teatro da Paraíba encontra-se em Areia, é o Teatro Minerva. Não é luxuoso como a maioria que encontramos Brasil afora mas tem história. E se história é algo que você gosta, visite também a Casa de Pedro Américo, pintor d'O Grito do Ipiranga, que com certeza você já viu nas aulas de história.

    Areia também é lar da Comunidade Quilombola Senhor do Bonfim, que conta com uma história mega forte.

    Vale a pena demais passear por lá. De Areia eu ainda fui para Campina Grande de ônibus, para dar um abraço em uma amiga. Então por lá não conheci quase nada além do Açude Velho e do Museu de Arte Popular da Paraíba que é uma obra de Oscar Niemeyer e foi uma surpresa gratificante encontrá-lo, já que eu nem sabia o que tinha por lá.

    Cabaceiras

    Essa foi a cidade mais especial de toda a viagem. Cabaceiras é uma cidade do cariri paraibano de 5 mil habitantes e é uma das que menos chove no Brasil.

    Já deixa eu avisar: tomem MUITA água. Não é brincadeira o quanto nós precisamos nos hidratar em um local seco como lá. Eu passei mal quando voltei e por isso que precisei retornar antes para casa.

    Minha intenção era a de dormir por lá, eu gosto de aproveitar calmamente os locais, mas achei complicado na época ir sozinha. Quando cheguei perguntei como fazia e me disseram, então relato aqui: de João Pessoa vá até Campina Grande e de CG sai um ônibus para Cabaceiras, só não sei os horários nem preços.

    Eu acabei contratando uma agência porque não achei que sairia perdendo. Estava incluso transporte, guia em Cabaceiras e no Lajedo, além de um café da tarde. Apenas o almoço paguei a parte.

    Em Cabaceiras tem moto-táxi.

    Existem hospedagens por lá em pousadas, hoteis e campings.

    Uma das coisas que eu mais estava ansiosa para conhecer em Cabaceiras é a placa "Rolíude Nordestina" escrita desse jeitinho mesmo rs. Cabaceiras é considerada assim porque inúmeros filmes e seriados foram gravados ali, inclusive o meu brasileiro preferido "O Auto da Compadecida". Acho de uma originalidade incrível essa placa.

    Tem também o Museu Histórico-Cultural dos Cariris Paraibano que conta a historia dos moradores dessa região. São dois prédios, um era uma antiga cadeia pública onde um famoso cangaceiro ateou fogo para libertar uns presos e o outro era a residência oficial dos prefeitos.

    Depois fomos do Bar Zé de Cila, uma figura e patrimônio público na minha opinião rs. Ao ver os turistas chegando ele corre para colocar uma batina de padre e posar para fotografias. Ele foi dublê do Padre João no Auto da Compadecida e se orgulha muito disso.

    Um ponto que achei um pouco fraco foi o Museu Cinematográfico que conta basicamente com fotografias e retratos de jornais.

    Lá em Cabaceiras a gente não encontra uma alma andando na rua, mas na época da Festa do Bode Rei a cidade lota. Ela acontece de maio a junho e enaltece a caprinocultura.

    Por fim o ponto mais esperado pela minha pessoa nesse tour: A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, a do filme O Auto da Compadecida. Como nossa visita era guiada, foi muito mais divertido porque a guia ia relembrando as cenas e falando frases icônicas do filme... Não sei só sei que foi assim. Demos muitas risadas.

    As fotos todas de Cabaceiras estão aqui https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-cabaceiras/

    Lajedo de Pai Mateus

    Passando para o momento mais inesquecível desse dia em Cabaceiras, fomos em direção ao Lajedo de Pai Mateus. Aqui eu chorei tanto, foi um lugar que senti uma energia reverberando por todo o meu corpo muito forte. 

    O Lajedo fica aproximadamente 15 km do centro de Cabaceiras dentro de um Hotel Fazenda. Para chegar no lajedo terá que passar pelo hotel e eles cobram uma taxa de todos (hóspedes e não-hóspedes) para entrar lá. Foi lá que almoçamos e tomamos o café da tarde. 

    Se estiver sem carro pode pedir para um moto-táxi te deixar lá. Mas o Lajedo não fica muito perto do Hotel e os guias acompanham os turistas nos carros dos turistas. Essa é a parte complicada de visitar sem carro. Mas você pode procurar alguma alma bondosa que te enfie no carro para ir junto.

    Antes de chegarmos no Lajedo, passamos pela Saca de Lã, que num resfriamento da terra se fraturou. Tem quem ache que foi algo natural mesmo e quem acredite que foi obra de ET. Ela fica em cima do Rio Boa Vista ou Rio Direito que desde fev/02 estava seco, vindo a encher apenas em abr/18.

    Já subindo para o Lajedo, era indescritível o que os meus olhos viam. Como aquelas pedras estavam paradas e não rolavam? É muito doido, os apoios de muitas pedras são irregulares e eu não entendo como estão de pé. Se quiser ver fotos desse passeio veja no https://alemdacurva.com/lajedo-de-pai-mateus/

    O guia vai contando toda a história que ronda o local sobre o eremita curandeiro Mateus e os índios cariris.

     Um dos momentos mais lindos foi ver o pôr do sol no Lajedo de Pai Mateus. O guia pediu para que ficássemos em silêncio nesse momento e todo mundo obedeceu, inclusive as crianças. Não ouvia nenhum barulho. De um lado o sol se despedindo e do outro a lua toda lindona dando oi, tudo em 360 graus de visibilidade.

    Comecei e terminei esse post emocionada. 

     

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  27. Olá pessoal! Gostaria de receber sugestão de quantos dias seria legal ficar em cada cidade do meu roteiro, que é o seguinte:

    _ 04 de outubro: chego em Nuremberg (à tarde)

    depois

    - Praga

    - Cracóvia (c/ Auschwitz)

    - Budapeste

    - Viena (retornando dia 23 de manhã)

    Agradeço quaisquer sugestões.

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    2. NicolasBRodrigues

      NicolasBRodrigues

      14 horas atrás, anselmoportes disse:

      Não conheço Nuremberg, mas considerando que vc terá 17 dias inteiros, eu faria assim:

      Nuremberg - 2 dias

      Praga - 4 dias

      Cracóvia - 4 dias

      Budapeste - 4 dias

      Viena - 3 dias

      Boa viagem.

      concordo com o colega em tudo (ou quase).
      só colocaria um bate e volta de praga pra cesky krumlov em um desses 4 dias!

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    3. poiuy

      poiuy

      A minha sugestão também seria igual a do Anselmo.

      Mas teria que ver se você tem algum outro interesse na região de Nürnberg.

      Por exemplo Rothenburg ob der Tauber é uma cidade encantadora, costuma ser um destino "obrigatório" do pessoal que vai a Nürnberg, mas um bate-volta até Rothenburg ob der Tauber consome um dia inteiro...

      Para os amantes de cerveja, Bamberg é outro bate-volta "obrigatório" para quem vai a Nürnberg e também consome um dia inteiro...

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    4. Jose Antonio Resende

      Jose Antonio Resende

      Obrigado. Vou anotar as sugestões de vocês e com certeza acatarei as dicas. 

      Thanks, people!

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  28. E aí gente, 

    Vou fazer mochilao Europa do fim de janeiro até metade de Março 2020. Se alguém quiser companhia vamos embora, entro por Portugal e por dentro continente vou de trem. 👍

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    1. poiuy

      poiuy

      17 horas atrás, rhccarmo disse:

      por dentro continente vou de trem

      Eu reavaliaria melhor estes planos, pois logo depois de Portugal já começaria os problemas com trem.

      Há somente um único trem entre Portugal e Espanha, e é um trem noturno super lento, demorado e caro, se você comprar antecipado, você acha passagem de avião entre Lisboa/Porto e Madrid e Barcelona por menos da metade que pagaria no trem.

      Em resumo, se você quer fazer render o seu dinheiro, não fique restrito a uma única opção de transporte, pois em muitos casos a opção mais barata ou com melhor custo benefício pode ser avião, ônibus ou mesmo o trem, então o melhor é ir avaliando trecho por trecho qual a opção de transporte tem o melhor custo benefício.

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    2. rhccarmo

      rhccarmo

      Valeu 👍

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    3. Renatao1502435084

      Renatao1502435084

      Em 02/07/2019 em 17:25, rhccarmo disse:

      E aí gente, 

      Vou fazer mochilao Europa do fim de janeiro até metade de Março 2020. Se alguém quiser companhia vamos embora, entro por Portugal e por dentro continente vou de trem. 👍

      Boa noite!

      Mais algo em mente neste roteiro aí?

      Estou pensando para mesma data. 

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  29. Passamos 5 dias na chapada dos veadeiros em Goiás e foi incrível, vimos muitos lugares mas uma pequena parte de todas as atrações! 

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    1. lobo_solitário

      lobo_solitário

      4 horas atrás, Doispretinhosnomundo disse:

      Passamos 5 dias na chapada dos veadeiros em Goiás e foi incrível, vimos muitos lugares mas uma pequena parte de todas as atrações! 

      Faz um relato ae com algumas fotos, será de grande ajuda para os próximos viajantes.

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  30. Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:

    • Dia 02/06: Vôo pra La Paz
    • Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking
    • Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna
    • Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol
    • Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking
    • Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna 
    • Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo
    • Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto
    • Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz
    • Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil

    Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 

    Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.

    Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 

    Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:

    1° Dia - Chegada em La Paz

    Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁

    Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).

    Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.

    Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.

    2° Dia - Passeio pela cidade

    O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.

    Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 

    Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

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    Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

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    Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)

     

    Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖

    Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

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    Foto: Vista do Mirador Kilikili

     

    DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.

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    2. naiarasc

      naiarasc

      4° Dia - Copacabana e Isla del Sol

      O ônibus para Copacabana estava marcado para sair às 8h30 do terminal central, que ficava a cerca de 30 minutos de caminhada do apartamento em que estávamos. Como teríamos que levar toda a bagagem, decidimos que era inviável caminhar. Na noite anterior havíamos verificado o aplicativo do Uber e ele constava como disponível em La Paz. Contudo, às 7h45 quando solicitamos a corrida para o terminal, quem disse que encontrava motorista? 

      Corremos pra rua para tentar achar um taxi e acabamos entrando em um que parecia vindo direto dos anos 70( combinamos o preço da corrida antes de entrar, 20 bolivianos). Sem dúvida aquele deve ter sido um dos carros mais velhos que já andei na vida. Não tinha cintos de segurança, os bancos e painéis estavam cobertos com panos multicoloridos e, se não me falha a memória, faltava um dos retrovisores. Obviamente o taxista dirigia como um doido, como já é de costume entre os motoristas bolivianos 😆

      O ônibus saiu 15 minutos atrasado e seu público era variado, desde turistas mochileiros até cholitas e homens nativos. Ao chegar em El Alto, nos deparamos com outro evento tipicamente boliviano: protestos e trânsito parado. Milhares de cholitas caminhavam pela avenida/rodovia, os carros tentavam fugir do congestionamento entrando na contramão, ninguém se movia, em suma, o caos. 

      Gastamos cerca de 1h para sair de fato da zona urbana, a partir daí a viagem fluiu normalmente. Ao chegar em Copacabana compramos os bilhetes do barco para a ilha sem maiores dificuldades. 

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      Foto: Lago Titicaca - Barco em direção à Isla del Sol

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      Foto: Chegada à Isla del Sol - Parte Sul (Comunidad Yumani)

      Ao chegar na ilha, logo avistamos nosso hostel, o prédio amarelo um pouco acima do porto. Mesmo sendo uma subida curta pela escadaria, sofremos para chegar até lá. A Isla del Sol está em uma altitude ainda maior que La Paz.

      Chegando no hostel (Mirador del Inka, este aqui), surpresa! Não tinha ninguém. Recepção fechada, tudo trancado. Ficamos 20 minutos caminhando pela área externa, gritando e chamando por alguém, mas nada. Até que de repente surge um garoto de uns 9 anos de idade, bem tímido. Explicamos que tínhamos uma reserva e ele pareceu surpreso. Ele disse que a dona do hostel (que depois descobrimos, era sua mãe) iria voltar mais tarde e nos deu a chave de um quarto aleatório para guardarmos as mochilas e ir passear. 

      Sem saber bem para onde ir, fomos subindo as escadarias procurando por um mirante. Ao longo do caminho passamos por muitas hospedagens, de todos os tipos, mesmo nas partes mais altas da ilha. Eu sugiro evitar reservas nestas localizações, pois subir tudo até lá carregando bagagem não vai ser nada fácil. Continuamos a subida e decidimos subir até o ponto mais alto da ilha.

      DSCF4011.thumb.JPG.ababcd2395589946cff8515c4b7abadc.JPGFoto: Caminho da subida ao mirante

      IMG_20190605_155507.thumb.jpg.65f46b436632c6f03b064a915eb6385b.jpgFoto: Mirante do ponto mais alto da ilha 

      Ficamos passeando pela ilha até quase escurecer e voltando ao hostel verificamos que a recepção continuava fechada. Sem saber o que fazer, decidimos sair para jantar. A escadaria não parecia ter iluminação, então resolvemos levar nossas lanternas, o que foi muito útil. 

      Escolhemos o primeiro restaurante aberto que encontramos. O jantar foi truta do Titicaca, um dos pratos típicos por lá.

      De volta ao hostel, ouvimos alguns barulhos em um quarto, chamamos por lá, mas era só o garoto de 9 anos, desta vez acompanhado de seus irmãos menores. Só por volta de 21h a dona do hostel apareceu. Pediu desculpas e disse que tinha se atrasado colhendo batatas em uma plantação. Acabamos ficando no quarto que o filho dela tinha nos dado, que era um pouco melhor do que o da nossa reserva original. 

      O wifi do hostel funcionava de forma decente, mas o chuveiro era frio e saía pouca água. A noite em geral foi bem fria e levei um tempo para conseguir ficar aquecida, mesmo com os vários cobertores pesados da cama. O quarto em geral era legal e tinha uma bela vista do lago.

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      Foto: Nascer do sol e lago Titicaca vistos pela janela do quarto

      5° Dia - Volta para La Paz

      Nenhum acontecimento relevante neste dia. Voltamos a Copacabana e de lá para La Paz. No dia seguinte começaria o nosso Trekking pelo Concoriri.

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    3. _Umpdy

      _Umpdy

      Acompanhando.. :)

      Em 2012 fiz o Pico Áustria na Cordilheira do Condoriri.. e foi incrível! Quero voltar um dia para fazer o Huayna Potosí 😆

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    4. naiarasc

      naiarasc

      6° Dia - Início do Trekking Concoriri

      Chegamos à agência da Hiking Bolívia às 8h30, conforme combinado. Levamos nas mochilas somente o estritamente necessário para o trekking, o restante das coisas deixamos no hostel, que oferecia o serviço de guarda de bagagens para os hóspedes (o hostel era o Loki Boutique, este aqui).

      O dono da agência nos levou até o depósito de equipamentos, onde experimentamos as botas de neve e roupas de frio. As botas eram de boa qualidade, de marcas internacionalmente renomadas como La Sportiva. As roupas, no entanto, não eram tão boas assim. A jaqueta e calças, por exemplo, eram finas, somente úteis por serem impermeáveis.Recomendo àqueles que pretendem escalar o Huayna Potosi que levem roupas adequadas para o frio, pois a roupa emprestada pela agência não é suficiente.

      Terminada a prova de equipamentos, seguimos para a van e conhecemos quem seria nosso guia pelos próximos 4 dias de caminhada pelo Condoriri: Sixto! Fiquei muito feliz quando escutei o nome, pois já tinha lido relatos extremamente positivos sobre ele aqui no fórum do Mochileiros. O Sixto faz jus a todos os elogios que recebe, tê-lo tido como nosso guia e cozinheiro foi a melhor coisa que poderia ter nos acontecido. Ainda falarei muito sobre ele nos resumos dos dias seguintes.

      Viajamos cerca de 2h até chegar em uma casa/abrigo onde começa a caminhada. Entregamos as mochilas cargueiras para serem colocadas nas mulas, que seguiriam até o abrigo onde passaríamos a noite. Almoçamos por lá mesmo as marmitas que o Sixto tinha comprado na cidade: arroz, batatas e frango frito, o "prato típico" boliviano 😂. Terminado o almoço, começamos a caminhada de cerca de 1 hora até o refúgio na Laguna Chiarkota.

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      Foto: mulas levando as mochilas e demais coisas

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      Foto: Início da caminhada. À minha esquerda o nosso guia, Sixto.

      A caminhada foi leve, o caminho era praticamente plano, mas eu senti meu coração acelerado todo o tempo e uma sensação latejante na cabeça. Não me lembro exatamente a altitude em que estávamos, mas era algo em torno dos 4700 m.

      Chegamos ao refúgio, que era uma casa bem simples nas margens da Laguna Chiarkota. Descansamos um pouco e fomos dar a volta na lagoa, o que deve dar quase mais 1h de caminhada. 

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       Foto: Chegada ao refúgio na Laguna Chiarkota

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      Foto: Laguna Chiarkota

      Terminada a caminhada, lanchamos e ficamos descansando enquanto o Sixto preparava o jantar. O refúgio tinha alguns colchões velhos, que usamos junto com nossos sacos de dormir.

      Em relação ao saco de dormir, eu levei um Deuter Orbit -5° (temperatura de conforto entre 0°C e -5°C, extremo -23°C). Já o meu namorado resolveu economizar e não quis comprar um saco de dormir apropriado, levou um comum (temperatura de conforto 14°C, extremo 0°C) e passou muito frio à noite, mesmo cheio de roupas. Ele reclamou muito pelas noites mal dormidas. Recomendo que não tentem fazer este tipo de economia, além de perigoso, já é muito difícil dormir com o desconforto da altitude, com o frio fica quase impossível 🥶

      O jantar preparado pelo Sixto estava maravilhoso: sopa de entrada, truta e batatas de prato principal. Neste primeiro dia já percebemos que a fama dele de bom cozinheiro era merecida. 

      Quanto às instalações do refúgio: o banheiro era uma casinha à parte, sem portas nem nenhum tipo de vedação. Somente paredes e um vaso sem descarga. Desnecessário dizer que também não tinha pia nem água corrente. Resolvemos escovar os dentes com a água fervida que o Sixto nos dava para fazer chás e reabastecer nossas garrafas. A higienização das mãos geralmente era com álcool gel. 

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