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  1. que aconteceu com o topico?

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    1. viajandu

      viajandu

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  2. Vou pra Alemanha em outubro, passarei por Berlim e Munique, no meio do caminho queria conhecer uma cidade da antiga Alemanha Oriental, então fiquei na dúvida entre Leipzig ou Dresdem, sei que esta última é maior e que a primeira é uma cidade universitária.

    Assim, pergunto aos colegas que conhecem que digam qual das duas vale mais a pena.

    Desde já agradeço as respostas.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  123 mais
    2. adriana.cindra

      adriana.cindra

      Olá!

       

      Vou fazer minha primeira viagem em dezembro e ainda estou um tanto perdida em alguns ou vários aspectos. Planejei o roteiro começando pela Hungria onde ficarei a maior parte do tempo, mas de lá quero ir para Alemanha, Croácia, Eslovênia e Áustria. Como serão poucos dias nesses países, pensei em ir de trem. Vi um tipo de free pass, onde eu compro o ticket com direito a 4 países por um tempo que varia entre 5 a 8 dias.

       

      Minha dúvida é em relação ao melhor meio de transporte, para viajar entre esses países, lembrando que meu ponto fixo sairá de Budapeste. Trem ou avião?

       

      Outra coisa que gostaria de saber.... Como eu consigo um mapa com informações locais, meio de transportes e etc? Ainda não sei como vou fazer para circular nos pontos que planejei ir e não quero ir de guia (não acho interessante).

       

      Obrigada!

       

      Adriana Cindra

      •  
    3. marianesg

      marianesg

      Adriana, pesquise a empresa de ônibus Orangeways! É uma empresa húngara, barata e segura. Faz vários trechos saindo de Budapeste. Como vc estará lá, acho que vale muito a pena. Os preços realmente são inacreditáveis.

       

      Usei a empresa duas vezes no ano passado (Cracóvia-Budapeste e Budapeste-Viena) e usaria de novo. Os ônibus são confortáveis e tem serviço de bordo.

       

      o site é: http://www.orangeways.com/en

       

      Esse vídeo é uma propaganda da empresa e mostra um pouco como é o ônibus e a viagem:

       

       

      Olá!

       

      Vou fazer minha primeira viagem em dezembro e ainda estou um tanto perdida em alguns ou vários aspectos. Planejei o roteiro começando pela Hungria onde ficarei a maior parte do tempo, mas de lá quero ir para Alemanha, Croácia, Eslovênia e Áustria. Como serão poucos dias nesses países, pensei em ir de trem. Vi um tipo de free pass, onde eu compro o ticket com direito a 4 países por um tempo que varia entre 5 a 8 dias.

       

      Minha dúvida é em relação ao melhor meio de transporte, para viajar entre esses países, lembrando que meu ponto fixo sairá de Budapeste. Trem ou avião?

       

      Outra coisa que gostaria de saber.... Como eu consigo um mapa com informações locais, meio de transportes e etc? Ainda não sei como vou fazer para circular nos pontos que planejei ir e não quero ir de guia (não acho interessante).

       

      Obrigada!

       

      Adriana Cindra

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    4. Eduardo.hca

      Eduardo.hca

      Companheiros de mochila,

       

      Vou tirar alguns dias de férias (do dia 06 a 15 de abril), inicialmente tinha pensado em ir para a America central pegar uma boa praia, mas vendo os preços bons de passagem para a Europa fiquei tentado a voltar para o velho continente.

       

      Como são poucos dias pensei em concentrar a viagem em um país. Já conheço Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Bélgica, Holanda e um pouco da Itália, então pensei na Alemanha ou algumas cidades do Leste europeu.

       

      qual opção acham melhor? indicam outra?

      No caso da Alemanha, quem poderia me ajudar com um breve roteiro??

       

      Obrigado desde-já!! ::otemo::

       

      Abs,

      Eduardo

      •  
  3. CAROS MOCHILEIROS,

     

    E NO QUE DIZ RESPEITO À SEGURANÇA (FURTOS, ROUBOS, POLICIAIS DESONESTOS, GOLPES, ETC)?

     

    ALGUNS DIZEM QUE NAS FRONTEIRAS EXISTEM POLICIAIS QUE TOMAM SEU DINHEIRO NA CARA DURA!!!!

     

    ABS

     

    TIAGO

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    1. Mostrar comentários anteriores  29 mais
    2. luana0campos

      luana0campos

      @Pinnng foi em abril desse ano (2018). Não indico pegar estrada ao norte de Lima, especialmente de noite! Mas se tiver e pegar, vai de dia.

      •  
    3. luana0campos

      luana0campos

      @Pinnng ah, fui de ônibus tbm de Supe (pra visitar as ruínas de Caral) até Huaraz, mas cedo, 15h, pra chegar em Huaraz cedo da noite. E enquanto a gente esperava o ônibus, mta gente passava oferecendo carona paga. Fizemos amizade com um morador de Huaraz nesse ponto de ônibus e ele era MUITO desconfiado! Qlqr carro que parava, ele saía do ponto, ia pra longe. E disse q era p gente pegar só ônibus de 02 empresas. Ficamos desconfiados e só pegamos o mesmo ônibus que ele. Já era um sinal de que o norte era perigoso. Eu  tava planejando visitar a Fortaleza Paramonga, mas todo motorista de van disse q era perigoso irmos só eu e meu marido, ainda mais de mochila. Então desistimos dessa. P Caral foi tranquilo pq era mto movimentado, e fomos de dia. Único momento que pegamos estrada à noite ao norte, houve esse arrastão horrível.

      •  
    4. Pinnng

      Pinnng

      @luana0campos  uhum, então eu só tenho interesse mesmo em huaraz ao norte, depois disso vou pro equador e colombia, vou tentar sondar como anda o clima la, se tiver pesado vou de avião fazer o que ;/ 

       

      obrigado pelas dicas!

      •  
  4. A Universidade de Yale, nos Estados Unidos, concordou em devolver ao Peru milhares de relíquias incas retiradas de Machu Picchu em escavações feitas entre 1911 e 1915 por um historiador ligado à instituição, Hiram Bingham.

     

    O Peru exigiu que os objetos fossem devolvidos no ano passado, dizendo que havia autorizado sua retirada sob a condição de que fossem devolvidos.

     

    Mais de quatro mil peças, incluindo múmias, objetos de cerâmica e ossos foram levados à universidade americana.

     

    Como parte do acordo, a universidade e o Peru vão patrocinar juntos a primeira exposição itinerante da coleção.

     

    Museu

     

    A Universidade de Yale também vai agir como consultora para um novo museu na cidade andina de Cuzco, onde a exposição vai ser instalada permanentemente após a mostra itinerante.

     

    A inauguração do museu está planejada para coincidir com o centenário da redescoberta de Machu Picchu por Bingham, em 1911.

     

    Em três viagens a Machu Picchu, Bingham desenterrou milhares de objetos, incluindo estátuas de prata, jóias, instrumentos musicais e ossos humanos.

     

    O acordo entre o Peru e a universidade foi precedido de meses de negociações.

     

    Inicialmente, a universidade tinha se oferecido para dividir as relíquias com o país, mas agora reconhece o direito do Peru de receber de volta todos os objetos retirados das ruínas.

     

    Segundo os termos do acordo, no entanto, algumas das peças permanecerão na universidade americana temporariamente para pesquisas.

     

    Novo modelo

     

    A Yale também vai ajudar a criar um programa de intercâmbio escolar que vai continuar por pelo menos três anos.

     

    "Nós queremos criar um novo modelo para resolver conflito de interesse em propriedade cultural", disse o presidente da universidade, Richard Levin.

     

    "Isto pode ser alcançado com a construção de uma relação de colaboração - um que envolva acadêmicos e pesquisadores da Yale e do Peru - que sirva à ciência e à compreensão humana", ele acrescentou.

     

    Machu Picchu, conhecida como "a cidade perdida dos incas", foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 1981.

     

    ------------------------------------------------------------------------------------

    Marcelo Victor

    http://www.brasildemochila.com

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  5. Caros Amigos,

     

    Vou tirar minhas ferias no mes de janeiro. Somando os dias das minhas ferias com o ano novo e o carnaval, da quase quarenta dias. :)

     

    Inicialmente pensei em conhecer a região sul do Pais. Parando em varias cidades . . . Mas depois de pesquisar um bocado, verifiquei que as passagens de onibus para Buenos Aires, Santiago, etc não são tão caras. E resolvi viajar pela America latina! :lol:

     

    Pensei em ir direto para o Chile de onibus, conhecer Santiago (e o que mais der na telha!), na volta dar um pulo em Buenos Aires, passar em Montevideo, e onde mais der tempo de acordo com o tempo e com o caminho de casa.

     

    Nunca fiz uma viagem do genero! Alias nunca fiz uma viagem tão longa, e para o exterior. Minha cabeça está um furação de ideias e pensamentos sobre esta viagem.

     

    Gostaria de receber dicas, ajuda, opniões de todos para planejar minha viagem. Não pretendo definir quantos dias ficarei em cada lugar. Vou ficando nos lugares de acordo com a vontade! Ah, irei eu e minha esposa!

     

    Abraços a todos ! Enquanto isso continuarei lendo de tudo aqui no forum . . . .

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    1. Mostrar comentários anteriores  7 mais
    2. Alexmelo

      Alexmelo

      Punk no sentido de os ônibus serem mais detonados (lógico: tem os decentes, mas não ficam nem perto de Argentina e Chile), viagem noturna algumas vezes o banheiro é na parede mesmo. Comida não é tão boa (no Peru até se come bem, mas na Bolivia....). E nos passeios, cada um paga o valor que conseguir negociar, muitas vezes com 5, 10 dólares de diferença...

       

      Mas te garanto: são países inesquecíveis!! Tanto que já fiquei 25 dias no Peru, e fui 2 vezes para a Bolivia, num total de 20 dias. Para mim que deve-se conhecer tudo logo hehehehe

      •  
    3. Dimitri

      Dimitri

      Olá ramongn

       

      Para comecar, um bom guia, como disse o Alexmelo é fundamental. E o que ele indicou é ótimo. Leia-o todo e acompanhe com uma mapa os possiveis roteiros pq tb é fundamental para vc ter uma idéia do que vai fazer e quando vc fica olhando para ele seu roteiro vai saindo naturalmente, depois é só ir vendo a viabilidade, junto com o guia

      O tempo que vc vai ficar em cada cidade, uma estimativa, é importante pq te ajuda a saber quanto vc vai precisar levar. Para ter uma idéia uma boa pesquisa do que ver e fazer no lugar é importante, e para isso os guias te ajudam bastante, fora uma pesquisa básica na internet. Na internet vc consegue achar as operadoras que fazem os tours e dá para ter uma idéia de quato vc vai gastar. hospedagens na Argentina, em albergue(www.hostels.com.ar), quarto coletivo e normalmente mixto está na faixa de 30 pesos (1 d = 3.11 pesos)

      Com 40 dias dá para fazer mmmmuuiiita coisa. Eu agora tenho os mesmo tempo que vc e estou fazendo o centro e norte da Argentina (escrevo de Cafayate). Fiz e vou fazer: BA (tb vim de bus do Rio), Córdoba, Mendoza (Aconcágua), San Agustin (Parques Nacionais Vale da Lua e Talampaya), Cafayate, Cachi, Salta, Quebrada de Huamaca (e suas cidades), Posadas (missoes jesuíticas) e entro por Foz e volto de bus para o Rio. O guia criativo da Argentina, recém lancado, me ajuda muito.

      Com 35 eu fiz: peguei o treem da morte na fornteira com a Bolívia, fui a La Paz, Titicaca (Copacabana e Puno), Cuzco, M Picchu, Arequipa, voltei pelo Titicaca e desci até Salar de uiuni, depois Potosi e Sucre. De Sucre voltei para a cidade onde para o trem (fugiu o nome agora) e voltei para o Brasil e ainda parei em Bonito. E é como disseram: viajar pela Bolívia requer todo bom, humor que vc tiver pq é phoda. Bus, alimentacao, hospedagem é muito diferente e pior do que ai no Br. No Perú um pouco melhor do que a Bolívia mais tb têm que ter bom humor. Mais ambos realmente valem cada centavo. E os dois sao muitoooo barato, a Bolívia entao era quae de graca para mim.

      Com outros 30 dias já fui para Santiago de Bus, viña del mar, valparaiso, Calama, Deserto de Atacama, Arica, Nazca, Arequipa (de novo para completar o que faltou) e voltei de novo pelo titicaca e trem da morte.

      Bem esses sao apenas exemplos de roteiros possíveis. Um possível misturando dois trechos que já fiz é, por exemplo: Santiago , vina, valparaiso, Atacama e Uyuni (através de tour que liga as duas regioes), entrar por La quiaca no norte argentino, visitar salta, Cafayate, vale da lua, Talampaya, ir para Posadas e entar por Foz, ou seguir de Talapaya para Mendoza, Cordoba e BA. As possibilidades sao infinitas !!!!

      Para baixo de BA e Santiago nao posso opinar ainda pq ainda nao fui.

      Meta a cara que vc nao vai se arrepender...

      Qualquer coisa me escreva.

      Minha página têm quase 3000 fotos desses locais que te falei e de outros roteiros que já fiz (inclusive os mapas com os tracados tb). Os da Argentina ainda nao, só no quando voltar.

      http://dmtr.multiply.com

      Abracos

      Dmtr

      •  
    4. guilhermegouy

      guilhermegouy

      Galera,

       

      Estou começando a organizar uma viagem pelos países vizinhos ao nosso mas estou meio perdido. Teremos, eu e minha namorada, 14 dias de férias, por isso, temos de traçar muito bem nossos planos.

       

      Pensamos em dois roteiros:

       

      Primeiro: saindo de Aracaju com destino a: Buenos Aires, Montevidéu e Santiago do Chile (sendo que não sabemos se é melhor ir a Montevidéu primeiro e descer em direção a Buenos Aires, antes de seguirmos pro Chile - o preço das passagens aéreas é equivalente, por isso, gostaria de saber qual desses dois países (Montevidéuo e Buenos Aires) deve ser visitado primeiro). Tempo estimado de estadia: Montevidéu (2 ou 3 dias); Buenos Aires (4 ou 5 dias); Chile (2 ou 3 - pois o custo de vida lá é bem alto). Sobrando 2 ou 3 dias de folga, caso precisemos alterar alguma coisa.

       

      Segundo: saindo de Aracaju em direção a: Buenos Aires, Santiago do Chile e Peru (queríamos conhecer Machu Pichu e o comércio de prata de lá - apesar do tempo (14 dias), em princípio, ser aparentemente curto pra tanta coisa). Nesse caso, indo pro Peru, não sabemos se a melhor maneira é pegarmos um vôo da Gol (ou de outra empresa aérea) ou irmos de ônibus, pois Machu Pichu fica mais pra fronteira - aceitamos sugestões.

       

      Ficaria muito grato se a galera pudesse nos dar uma força com relação a alguns ítens:

       

      ► hospedagem nesses países (albergues e hotéis de baixo custo);

      ► transporte: avião, ônibus, táxi e trens (como devemos fazer e qual deles é o melhor para cada trecho da viagem);

      ► quanto de dinheiro levar (pra passar bem); também gostaria de dicas sobre transações cambiais (quanto trocar, onde trocar, como é mais seguro, quantas vezes fazer isso e por quais moedas);

      ► o que não se pode deixar de ver e comprar (quais os melhores lugares pra se comprar isso ou aquilo) nesses países. Com relaçao a compras, soube que na Calle Florida, em Buenos Aires, há artigos de couro com ótimos preços. Nos demais não sei o que há de vantajoso se comprar.

      ► Tempo de estadia em cada um desses países, tendo em vista coisas que não podem deixar de ser vistas por um bom mochileiro (de 1ª viagem, no meu caso. srrsrs).

      ► No peru, fora Machu Pichu - claro - o que não pode deixar de ser visto e onde é o melhor lugar pra se comprar prata de boa qualidade.

      ► onde comer, o que comer e o que evitar em cada um desses países (pergunto o que comer, pois com preparos - me refiro a higiene - temperos e ingredientes muitas vezes bem diferentes dos usados no Brasil - e no nordeste - problemas gastro-intestinais podem surgir e prejudicar a viagem.

       

      Fico no aguardo por respostas e dicas pra essa nossa primeira viagem além fronteiras brasileñas.

       

      Forte abraço a todos os mochileiros.

      •  
  6. Gente:

     

    Ano passado, no feriado de outubro, estive nos Gerais do Machambongo (vide relato), parte sul do PN Chapada Diamantina. Fizemos por cima a cachoeira da Fumacinha. Ela se divide em 3 quedas e entra em caracol num canyon bem profundo. Não dá para avistar o poção lá embaixo, pelo menos dos mirantes até agora disponíveis. Na ocasião prometi fazer futuramente a Fumacinha por baixo, para conhecê-la, percorrendo o canyon de 9 km desde a sua entrada.

     

    Estive lá agora em agosto e tive a sorte de encontrar tempo bom e quantidade de água suficiente para um bom espetáculo. Na época das chuvas é perigoso, senão inacessível, a Fumacinha por baixo. Além do risco da tromba d’água, vc pode ficar preso no canyon por vários dias esperando a água baixar (época de chuvas: novembro a abril). Outra coisa: nas chuvas mesmo com um carro 4X4 pode ser difícil acessar o começo da trilha.

     

    A cachoeira é espetacular! Eu acho que não fica entre as 7 maravilhas naturais do País apenas porque poucas pessoas conhecem (não se vota no que não se conhece). Sua beleza supera a Fumaça e o Buracão, esta última também em Ibicoara/BA.

     

    Alguns guias dizem que ela jamais recebe a luz do sol, não importa a época do ano e da hora do dia. No dia da minha visita, de fato o sol não conseguiu iluminar o poção, apesar de ser meio dia. Assim se vcs forem tomar banho no poção não contem com o sol para se secarem. A ausência do sol é devido ao canyon muito estreito e as paredes negativas do mesmo. Parece uma catedral gótica de altura imensa.

     

    Dá impressão de cenário de Jurassic Park ou Senhor dos Anéis. E poucas pessoas fazem o trajeto. Não fica aquele crowd da Fumaça por baixo em Lençóis. Alguns fazem o trajeto em um mesmo dia. Acho muito puxado e sem graça. O ideal seria 2 dias, acampando na bifurcação com o canyon do Joel (canyon lateral à direita de quem sobe o rio). Até mesmo 3 dias, para conhecer tb a cachoeira Véu de Noiva, noutro canyon lateral, podendo acampar no poção do Rainbow, onde ocorreu este evento a 2-3 anos atrás (os moradores da região ficaram maravilhados com o monte de mulher bonita que se banhava totalmente nua neste poção!).

     

    Algumas operadoras fazem a Fumacinha, mas dentro de um pacote maior e apenas em um dia, caso da Ventura e Aventuras. Melhor opção é contratar guia em Ibicoara. Recomendo a Danila, de Ibicoara, que além de ótima guia é muito bonita (desculpem esta última avaliação não profissional, mas é ótimo juntar o útil ao agradável!) ou então o Neinho, de Guiné, um dos melhores guias da Chapada que conheço – alguns o consideram o melhor guia nativo da Chapada.

     

    Eu diria que é um trekking de médio para difícil, a depender do volume de água no Rio. Como é um local com aparência de intocado, mais do que nunca é aconselhável aplicar as técnicas de LNT – leave no trace – carregando todo o lixo de volta, entre outras coisas.

     

    [/img]

     

     

     

     

     

    [linkbox]Guia da Chapada Diamantina por Mochileiros.com

    Escreva seu Relato sobre a Chapada Diamantina

    Procurando companhia para viajar para a Chapada Diamantina? Crie seu Tópico aqui!

    Chapada Diamantina - Tópico de Perguntas e Respostas

    Troque informações sobre Hospedagem na Chapada Diamantina

    Matéria sobre Igatu realizada pelo site Mochila Brasil

     

    Relatos sobre a Chapada Diamantina:

    Relato sobre a Cachoeira da Fumaça pelo Membro thiagomattos

    Relato sobre Rio de Contas e Pico das Almas pelo Editor Michelschon

    Relato sobre as Gerais do Machabongo pelo Membro peter tofte

    Relato sobre a Cachoeira da Fumacinha pelo Membro peter tofte[/linkbox]

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    1. Mostrar comentários anteriores  38 mais
    2. beto-tavares

      beto-tavares

      Oi gente

      Vou estar dia 25 e 26 em ibicoara para Fazer fumacinha e buracão. Por favor, me respondam uma perguta por favor:

       

      1. da para fazer fumacinha (por cima e por baixo) e buracão em 2 dias? ou é pedir muito?

       

      Obrigado.

      •  
    3. MarcosJ70

      MarcosJ70

      Blz Beto?

       

      Rapaz, acho muito louco tentar isso..

      Conheço os 3 lugares. Fiz assim:

       

      - Fumacinha por cima = saí de Mucugê - 1 dia ida e volta

      - Fumacinha por baixo = saí de Ibicoara - 1 dia ida e volta - foi porradão!!! [tem gente que faz em dois dias, já que a trilha é bem puxada]

      - Cachoeirão - saí de Mucugê - quase o dia todo para fazer ida e volta

       

      Já vi relatos de quem fez a Fumacinha por cima e desceu por uma fenda para fazer o retorno por baixo. A tal fenda parece ser bastante perigosa.. Avalie direitinho.

       

      Se eu fosse para Ibicoara, faria a Fumacinha por baixo no primeiro dia, e, no segundo dia, a do Buracão. A Fumacinha por cima deixaria para um outro momento.

       

      Abração e boa trip.

       

      Marcos

      •  
    4. beto-tavares

      beto-tavares

      Blz Beto?

       

      Rapaz, acho muito louco tentar isso..

      Conheço os 3 lugares. Fiz assim:

       

      - Fumacinha por cima = saí de Mucugê - 1 dia ida e volta

      - Fumacinha por baixo = saí de Ibicoara - 1 dia ida e volta - foi porradão!!! [tem gente que faz em dois dias, já que a trilha é bem puxada]

      - Cachoeirão - saí de Mucugê - quase o dia todo para fazer ida e volta

       

      Já vi relatos de quem fez a Fumacinha por cima e desceu por uma fenda para fazer o retorno por baixo. A tal fenda parece ser bastante perigosa.. Avalie direitinho.

       

      Se eu fosse para Ibicoara, faria a Fumacinha por baixo no primeiro dia, e, no segundo dia, a do Buracão. A Fumacinha por cima deixaria para um outro momento.

       

      Abração e boa trip.

       

      Marcos

       

      CAra eu vi o relato de um cara que fez SEM GUIA a fumaçinha e desceu por essa fenda... O relato é de tirar o folego,,, o cara possou maior perrengue!!!

       

      no seu exemplo eu terei de ter 3 dias disponiveis.. mas só tenho 2. Então, acredito que vou fazer apenas por baixo! dormi lá, e voutar para ibicoaro no outro dia, para seguir direto pro buracão, com o mesmo guia acho que dá!

       

      Obrigado.

       

      Se souberes me responda algo... qual o melor caminho para retorna de mucuge (estarei no poçpo azul) para salvador? será que posso subir direto pela BA 142? fiz eesa pergunta noutro topico e postei 4 mapas de rotas diferentes, se pudes, dê uma olhada... chapada-diamantina-perguntas-e-respostas-t13074-720.html

      •  
  7. A Viagem de carro Para o Sul do RS e Uruguaí

    Eu e minha esposa grávida de nosso primeiro filho! :D

     

    Saímos dia 28-08 as 11:45 de POA (Tanque Cheio) em direção ao Chuí (Tanque Cheio) chegamos as 17:30 fomos ver hotel, se registramos no HOTEL BERTELLI(http://www.versarehoteis.com.br) e depois fomos jantar na Pizzaria IL FORTE.

    29-08 depois do café Cambiamos 500 reais em 5600 pesos para despesas diversas, fomos em direção a Punta del Este, mas antes paramos em algumas praias e visitamos a Fortaleza e o Parque de Santa Teresa e depois chegamos as 16 hs em Punta e fomos procurar hotel e se registramos no Hotel Ajax (US$40 - www.hotelajax.com.uy).

    30-08 em Punta del Este o dia inteiro.

    Dia 31/08 saímos de Punta del Este (Tanque Cheio) depois do café da manhã numa estrada boa tipo freeway com dois pedágios de 45 pesos cada um chegamos em Montividéo e se hospedamos no London Palace Hotel (US$52 - www.lphotel.com/), almoçamos no shopping Montividéo e jantamos no Bar Hispänico perto do hotel.

    01-09 Montividéo - Bom de comprar roupas para crianças

    02/09 Saímos depois do café para conhecer o resto Montividéo de carro e sua praias 22km de orla e depois para o Hotel Argentino Resort (US$140 - www.argentinohotel.com.uy ) em Pirapolis com piscinas de água do mar em uma delas aquecida a 38ºC. Com Meia Pensão

    03-09 Depois do café fomos para as piscinas e saímos do hotel, almoçamos no Hipermercado DEVOTO em Punta e depois pegamos a estrada para voltar para o Chuí (Tanque Cheio)

    04/09 Um dia de compras no Chuí

    05/09 Depois do café fomos conhecer Santa Vitoria do Palmar, Rio Grande, Cassino, Pelotas (Tanque Cheio) e se hospedamos no Hotel das Figueiras em São Lourenço do Sul (US$52 - www.hoteldasfigueiras.com).

    06-09 São Lourenço do Sul - Um grande descanso olhando a Lagoa.

    07-09 Depois do café voltamos para POA passando em Tapes.

     

     

     

    Considerações

     

    1US$ =2R$

     

    * 01 Pedágios / peajes 36 pesos entre Rocha e Punta

    * 02 Pedágios / peajes 45 pesos entre Punta e Montivideo

    * Seguro CARTA VERDE obrigatório (ao lado do Hotel Bertelli no Chuí eles emitem na hora R$103,00, para os esquecidos)

     

    Opções mais em conta

    Hotéis>

     

    Montevidéo/Los Angels US$30

    Chuí / Hotel Internacional na avenida no lado Uruguai R$60,00 (US$30)

     

    Alimentação>

    Hipermercado DEVOTO semelhante ao BIG porém com melhor qualidade.

    •   
  8. Duvidas sobre como passar de carro da Colombia até o Panamá. Li em reportagens antigas que não existe a possibilidade (segura) de estradas até a cidade mais proxima no Panamá. Alguem conhece algum site da travessia de barcas com as tarifas para o transporte do carro (ida e volta)

    Agradeceria muito a juda nestas informações e outras, para este minha viagam que pretendo fazer a partir de maio de 2008 em Frontier a diesel.

    Abraços

    Oscar :?:

    [/b]

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  13 mais
    2. robram

      robram

      este topico ja tava enterrado !!!

      Mas lendo algumas informaçoes, resolvi traze-lo a vida.

       

      alguem poderia me dizer onde fica a regiao de maior atuacao das FARC´s na Colombia?

       

      Na verdade gostaria de obter esta informacao pois em breve (no max uns 2 anos, heheeh) estarei vindo da Venezuela e passando pela Colombia.

       

      Justamente vou fazer esta viagem Venezuela, Colombia, Equador, antes de partir pro Alaska, pois acredito q para quem vai subir para America Central o mais facil é enviar o carro do Equador.

      •  
    3. raphaelmo

      raphaelmo

      Oscar, vc realizou essa trip? Como foi?

      Estou pensando em fazer algo semelhante...

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    4. yurinando

      yurinando

      TAMBÉM GOSTARIA DE SABER COMO FOI A VIAGEM.

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  9. Fiz essa viagem com meu amigo Flávio, no período de 31 de Julho a 13 de Agosto de 2007. Peço desculpas pela demora em postar, mas acho que antes tarde do que nunca. Espero que seja útil porque fiz o meu roteiro tendo como base a viagem feita por usuários e moderadores do Mochileiros.com. Agradeço imensamente a todos vocês.

     

    Ushuaia, El Calafate e Puerto Madryn, também conhecido como o Triângulo Patagônico.

     

    1º DIA – Rio - Buenos Aires

    Consegui um vôo “barato” pela Aerolinas Argentinas http://www.decolar.com/. O vôo teve escala em Buenos Aires, cheguei às 22 horas. O vôo para Ushuaia partia no outro dia as 11 horas de um outro aeroporto chamado Aeroparque Jorge Newberry, que fica a 4 km do centro http://www.aa2000.com.ar/index.php . Em Buenos Aires fiquei num hostel chamado Metro, putz antes tivesse dormido na rua, o quarto estava frio, os lençóis estavam sujos, tinham vários pentelhos na cama e não tem café da manhã, furada, tem diversos hosteis ótimos, eu sei, mas não reservei e acabei caindo nesse, nem deu tempo de reclamar, pesadelo...

     

    2ºDIA – Ushuaia http://www.tierradelfuego.org.ar

    Ushuaia no OºC, mas um casaco, fleece, luva, gorro resolve. Peguei um taxi para o Hostel Freestyle que fica no centro, depois vi que dava para ir à pé, passeando. O hostel é nota 100 tem calefação até no chão, luxo por 30 pesos http://www.ushuaiafreestyle.com/, se disser que me conhece vão cobrar mais caro, esquece...Fui até a Rua San Martin comer pollo com papas fritas (frango com batata frita), no “El Parador del Fin del Mundo”, se pedir para levar paga menos...

     

    1246310662_39d3b44135.jpg

     

    3ºDIA – Ushuaia/ Cerro Castor

    Alugamos o equipamento para snowboarding, as lentes (desnecessário para iniciantes) e as luvas de titânio (muito necessário) na “Jumping Rental Ski” que fica na Rua 9 de Julio http://www.5estrellasrentacar.com.ar/ski_rental/index.html os preços estão todos aí. O Cerro Castor http://www.cerrocastor.com é o principal e mais novo centro invernal de Ushuaia, é um pouco caro mas vale muito a pena conhecer, para chegar lá tem que pegar um transfer (tipo uma van) que custa 20 pesos que vai e volta pela “Ruta nº3”. Caí muito na pista de esqui, sempre passava um pirralho perguntando se eu estava bem, um disse que eu deveria ter aulas, besteira...O cerro é alto astral e em frente a cada teresilla (teleférico) tem um abrigo ou restaurante tocando rock e eletrônico, o som deixa a galera mais pilhada para praticar o esporte. Passei um perrengue porque subi a montanha mais alta de teleférico achando que iria poder descer de teleférico de novo, nada feito, subiu tem que descer esquiando pela pista, e até então nunca tinha colocado a prancha no pé. Coloquei no chão, sentei encima e desci, foi bem divertido, o pessoal que passava esquiando ria de mim, não sei porque...

     

    1246314534_28ef12c84d.jpg

     

    4ºDIA – Ushuaia/ Cerro Martial

    Decidimos ir até a subida do Cerro Martial a pé http://www.tierradelfuego.org.ar/glaciarmartial/?s=inicio. No inverno a maioria das trilhas que chegam ao teleférico está interditada por causa do gelo e da neve. Andamos durante 1 hora beirando a rua. Pegamos o teleférico até o topo. O Cerro não esta preparado para receber os esquiadores mais exigentes. Fomos direto para um abrigo, tomei o vinho caliente e um misto quente, os preços são mais baixos que os outros centros invernais. O dono do abrigo jura que fala português e sonha em conhecer Ilha Grande (RJ), ele colocou MPB pra tocar e puxou um papo longo, figuraça.

     

    1245470225_6bba6df8b9.jpg

     

    Logo atrás do abrigo estão as Cordilheiras Glaciar Martial, vale todo o esforço da subida, o local é mágico, ficamos horas tentando entender aquilo tudo. Com isso perdemos o horário de descida do teleférico, previsto para às 16:30. Não havia mais ninguém, tanto no abrigo quanto no teleférico, pirei de leve e descemos pela trilha de esqui, a pé, correndo, como a subida do teleférico era lenta perdi a noção do tempo que levaria para descer a pé e já estava escurecendo. Foi rápido e pegamos logo um táxi até o mercado “La Anonima” e compramos macarrão, molho e vinho para fazer no hostel.

     

    1245462223_886ec25cc1.jpg

    •   
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    2. frossard

      frossard

      Opa meu amigo, muito legal esse post!

      Estou indo pra lá mês que vem e ainda estou nos planejamentos.

      Tenho uma dúvida, não há possibilidade de de El Calafate até Puerto Madryn de avião?! A distância parece ser violenta!!!

       

      []'s

      •  
    3. avinicius

      avinicius

      Sim é possível ir de avião pela Aerolineas Argentinas. Fui de ônibus, que é mais barato e achei o visual da estrada o máximo, mas se você tem pouco tempo o avião pode te adiantar.

      •  
    4. ROBGARCIA

      ROBGARCIA

      Ola,

      saberia me dizer o nome da cia de onibus entre Ushuaia e El calafate ?

      Muito obrigado

      •  
  10. Novos procedimentos da Receita Federal

    A Receita Federal do Aeroporto de GRU estabeleceu um novo procedimento para registro de Declaração de Saída de Bens. Os brasileiros que viajarem com equipamento eletrônico (câmera digital, notebook, etc.) a partir de agora, precisarão apresentar, além do aparelho, a nota fiscal original de compra para a Receita Federal para registro do equipamento. Os equipamentos que já possuem o registro não precisarão serem registrados novamente.

    •   
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    2. viajandu

      viajandu

      finalmente agora eles abriram os olhos heim?

      •  
    3. MauroBrandão

      MauroBrandão

      Eu repassei a mensagem como recebi é de ótima origem, mas acho que é confuso, por que ninquem é obrigado andar com nota fiscal, e o registro é apenas um comprovante da saída do Brasil para comprovar no retorno, e nunca vi nada ficar lá registrado, duvido que eles tenham um acervo arquivado. Mas va lá, a menssagem tem o intuíto de prevenir.

      Em toda a minha vida em viagem, nunca em lugar nenhum me pediram para ver a câmera e/ou filmadora. Pode causar problema últimos lançamentos. Alias eles na saída nem querem registrar artigos mais velhos. Agora na entrada com lançamentos até pode complicar eu nunca tive problema.

      •  
    4. dsamaz

      dsamaz

      Complicado vai ficar a minha vida, pois jogo fora praticamente todas as notas ficas de compras minhas.

      E aí? Como fica será hein? Perco o direito à propriedade de um bem meu? Ou terei que pagar duplamente a altissima carga de impostos que já é soberba?

      •  
  11. Pessoal, eu fiz um blog http://boliviaeperu2007.blogspot.com/ com relatos e fotos da minha viagem por Santa Cruz - Cochabamba - La Paz - Copacabana - Puno - Cuzco - Machu Picchu. Tem muita informação que deve ser útil pra quem está planejando a viagem.

     

    Abraços.

    •   
  12. Bom galera, estou curtindo muito esse site e como vcs ajudam uns aos outros, muito legal mesmo :)

    Se alguém puder me ajudar em uma duvida que estou tendo ajudaria muito, já li diversos relatos mas não achei a resposta p/ minhas duvidas, que talvez sejam simples. Vou sair de ferias em Janeiro (15 dias) e quero passar todos no Chile, inicialmente vou pegar um Avião de Garulhos até Santiago chegando a tarde, quero ir no mesmo dia pegar um ônibus para PUCON, ai vai a primeira duvida:

     

    1º Saindo do aeroporto tem alguma Van que vai para a rodoviária que sai ônibus para Pucon? ou tem que ser táxi mesmo? alguém sabe o valor ou se é muito longe?

     

    2º e mais importante, não vou reservar nada pois como vou sozinho quero ter a liberdade de ficar quantos dias forem necessários em cada cidade ( conhecendo, PUCON,SANTIAGO e SP ATACAMA), alguém já foi em Janeiro? tiveram problemas com Albergues e passagens? já que é temporada.

     

    3º Estou pensando em alugar uma Bike e passear por Pucon e arredores por um dia, existe o perigo de se perder? é seguro andar sozinho pelas redondezas de Pucon?

     

    Valeu galera mochilera, p/ quem quiser dicas da Bolívia e Peru posso ajudar pois já fiz um Mochilão por lá o único problema é que foi em 2002, mas posso ajudar no que for necessário.

     

    Abracos,

    André

    •   
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    2. Rodrigo Alves III

      Rodrigo Alves III

      Bom Dia senhoras e senhores wanderers, eu e minha banda estamos embarcando para uma pequena turnê pela América do Sul, estamos estudando possibilidades, uma delas de mochilar de ônibus. E eis a questão, tenho dificuldade de consultar preços de passagens, então vou postar a rota e espero que vocês possam me ajudar com sites ou contatos de nomes de empresas que façam esses caminhos, desde já grato. Segue Abaixo o itnerário:

      Porto Alegre-RS ---> Santiago, CHL ----> Concepeciòn, CHL -----> Buenos Aires, AR ----> São Paulo, SP ---> Porto Alegre,RS.

      Att,

      Rodrigo Alves III.

      •  
    3. D FABIANO

      D FABIANO

      Pedro,

      Existem 2 cidades grandes no seu caminho e pode parar nelas e conhece las,La Serena e Antofagasta.

      Rodrigo,

      Para que Concepcion?Ali não há nada,só poluição,pois é a cidade industrial do pais.

      •  
        • Gostei! 1
    4. PallomaP

      PallomaP

      Pessoal, estou indo para Santiago em novembro. Vocês poderiam recomendar um albergue em boa localização? Tô vendo o chl suítes ( albergue) o que acham? Alguém já hospedou lá?

      •  
  13. Díario de uma jornada

     

    Entre maio e junho deste ano, percorri uma verdadeira jornada com minha esposa. Do Atlántico ao Pácifico, por terra, céu e mar nos deparamos com: a força das Cataratas, a vastidão dos pampas sulamericanos, a imponência das cordilheiras dos andes, o assombro provocado por um semáfaro de alerta vulcânico e muito mais.

     

    Diante das mui caras informações que recebi aqui no site, sinto-me na obrigação de socializar nossas experiências para que sirvam de inspiração e referência para os futuros viajantes.

     

     

    Comecemos por nossa chegada em Curitiba:

     

    1º dia - Curitiba

    20/05 – às 20h30, desembarcamos no aeroporto de Curitiba. Tomamos um ônibus expresso que custou R$ 06,00 por pessoa e descemos no ponto em frente ao Shopping Estação. Havíamos reservado o Albergue Roma, que nos custou R$ 60,00 a diária, sem toalha de banho e com um cobertor muito ruim para alérgicos;

    Custos do dia: R$ 66,00

     

     

    2º dia - Curitiba - Morretes - Paranaguá - Ilha do Mel

    21/05 – Tomamos um bom café da manhã. Como não havia Jardineira, tivemos que mudar os planos. Pretendíamos circular pela cidade para no próximo dia seguirmos para a Ilha do Mel. Assim, tomamos um táxi por R$ 6,00. O taxista nos deixou próximo ao guichê da litorina. Por muito pouco não perdemos o trem, que saiu ás 08h e custou R$ 26,00 por pessoa. Almoçamos no restaurante Casarão, em Morretes. Comemos o prato tradicional da região: o barreado. Com mais dois sucos de laranja, custou R$ 34,00. Ás 13h20, saímos para Paranaguá (R$ 3,50 por pessoa). De Paranaguá para Ilha do Mel pagamos R$ 12,00 por pessoa. O barco saiu ás 15h30 e demorou 1h30 para chegar. Hospedamos-nos na parte da ilha chamada Brasília. Ficamos na Pousadinha por R$ 50,00 a diária. Conhecemos uma canadense de 19 anos, Evageline, que havia passado 30 dias no Chile, participando do programa “Work in a Farm” da WWOOF. Ela já havia percorrido a Bolívia, Argentina, Peru e Foz. Juntos, jantamos peixe com camarão, uma delícia (R$ 10,50).

    Custos do dia: 183 reais

     

    Continua ...

    •   
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    2. Isângelo&Lili

      Isângelo&Lili

      Socializando...

       

       

      Citação Grmorais2001 Duvidas

      Enviado em: Sáb Abr 04, 2009 5:26 am

      por Grmorais2001

       

      Boa tarde.

      Li seus roteiros sobre a viagem iniciando em Curitiba. Minhas duvidas são:

      1- Custo Total foi R$ 8.000,00 aprox. ? ( achei barato por ser mtos dias)

      2- Como vc planejou? Levou dolar? Pesos? Qual cartao credito é melhor?

      3- Tambem quero fazer um roteiro igual ao seu.

      Obrigado.

      Guilherme

      Brasilia - DF

       

       

      Enviado em: Ter Abr 07, 2009 2:37 am

      por Isângelo&Lili

       

      Olá,

       

      1. O custo foi esse mesmo, mas lembre-se que viajamos em 2007.

      2. Fizemos uma combinação entre cartões de crédito (visa e master); dólar comprado na cotação, Brasília Shopping; cartão de débito; e Visa Travel Money; mais informações no relato.

       

      Vc pode colocar postar no fórum aberto, assim outras pessoas podem tirar suas dúvidas também.

       

      abraço!

       

      Isângelo

      •  
    3. Amanda.Mariano

      Amanda.Mariano

      Meu querido, adorei o teu relato!

       

       

      MEus parabéns!

       

       

      É sempre bom termos ótimas lembranças e histórias para contar.

       

      Grande abraço,

       

      Amanda

      •  
    4. Isângelo&Lili

      Isângelo&Lili

      Essa viagem deixou ótimas recordações e muita saudade.

      •  
  14. Pessoal, ai por dezembro eou janeiro pretendo ir para o Peru, seguindo após Cuzco para Nazca, Ica, Pisco e Lima.

    Alguem sabe como esta Pisco, será que irá se recuperar ou devo cortala do roteiro? E Ica e Nazca foram atingidas?

    Valeu qualquer informação ai.

    Diego

    •   
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    2. danielrmt

      danielrmt

      Caramba, e pensar que eu estava lá há um mês atrás...

      •  
    3. geovanih

      geovanih

      Pra vc já passou, ta tudo bem. E eu mês que vem lá ::mmm:

       

       

      KKKK

      •  
    4. Be_diniz

      Be_diniz

      Nossa...

       

      Eu vou em 13 dias! Vou ficar acompanhando as notícias.

      •  
  15. Vou fazer um breve relato de minha viagem ao Parque Nacional do Itatiaia, no fim de semana retrasado. :D

    Saí de São Paulo, rumo ao parque do Itatiaia, de carro. O trecho da Dutra é um tapete, apesar dos pedágios (4 pra ir e 4 pra voltar), e em menos de 3 horas já estava cruzando a divisa com o Rio de Janeiro. Como primeira parte da viagem, resolvi fazer trilha na parte baixa do parque, onde ficam a maioria das cachoeiras e poços naturais.

    O ruim é que para chegar na parte baixa, vindo de São Paulo, as placas indicando a entrada da rodovia que vai para lá estão mal localizadas e muito confusas. Acabei passando a entrada...eheheheh

    Enfim, consegui pegar a estrada pra ir ao parque, estava mal conservada, mas não tão ruim. Para entrar no parque, paga-se 3 reais por pessoa mais 5 por carro, mas é um investimento que vale a pena! eheheh

    A sede do parque fica a 4 quilometros da portaria, e foi reformada recentemente, a exposição que é mantida é bem legal, bastante informação mesmo, vale a pena conheçer.

    Bom, vamos ao que interessa e vou falar das trilhas. Para se fazer as melhores trilhas, vale a pena pegar o carro e subir mais 5 quilômetros de serra (aí sim a estrada é realmente ruim, tava boa pra cortar os pneus do carro). Você tem diversas opções, eu escolhi fazer as principais trilhas (cachoeira do Aiuruoca, cachoeira véu da noiva e as lagoas naturais). Mesmo as trilhas curtas, de 500 metros, exigem certo preparo físico, pois são bem rústicas, sobe-se muita pedra pra chegar nas melhores atrações.

    Mas vale a pena, o lugar é sensacional, a cachoeira véu de noiva é impagável! :D As piscinas naturais, como a do Maromba, tem a água tão limpa que vc pode ver o fundo da lagoa sem problemas. Como estava frio na altitude que eu estava (uns 1100 metros), nem arrisquei um mergulho...ehehehhe.

    Perdi as contas de quantas escorregadas levei nas trilhas, mas o saldo final foi bom, tirei muitas fotos e queimei muitas calorias...eheheh.

    Depois de fazer as trilhas do parque, me animei a tentar fazer alguma coisa na parte alta. O problema para se ir à parte alta é que a portaria fecha cedo, as cinco. Para se conhecer melhor a parte alta, tem que tirar o dia só para isso.

    Saí da parte baixa e resolvi voltar um trecho da Dutra para subir a outra rodovia, rumo a Itamonte. A rodovia que vai para a parte alta deveria ser uma rota obrigatória para quem quer conhecer o Brasil, é extremamente linda a paisagem, você vai subindo e acompanhando quase de seu lado o maciço das Prateleiras, o morro do Couto e a Asa do Hermes. Falando um pouco dessa rodovia que peguei para ir a parte alta, o asfalto está muito bem conservado.

    Chegando à Garganta do Registro, a quase 1700 metros de altitude, já começa a estrada que vai para a portaria do parque, mas como estava ficando tarde, e a estrada realmente desse ponto em diante estava muito ruim, acabei não arriscando o carro...eheheh mas fica uma promessa de voltar lá para escalar as Agulhas Negras...ehehhe

    Eu estava ensaiando para escrever esse relato, mas devido ao incêndio que está destruindo o parque, achei justo compartilhar essa experiência com quem gosta de lugares incríveis, como o Parque Nacional do Itatiaia.

    •   
  16. Ola Pessoal !!

     

    o trecho entre Puerto Madryn e Ushuaia está me esquentando os miolos, são quase 1800km pela ruta3, gostaria de fazer em 2 dias tipo:

     

    a) P. Madryn - Rio Gallegos

    b) Rio Gallegos - Ushuaia

     

    mas será que consigo percorrer esses 1200km de (a) em 1 dia ?

     

    No outro dia chego a Ushuaia pela balsa por Punta Delgada ?

     

    valeu!!

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  27 mais
    2. michel

      michel

      Vozinho, durante a minha viagem o melhor lugar para comprar pesos chilenos é no próprio Chile pagando em DOLARES ou EURO. Tanto aqui no Brasil como na Argentina o valor estavam mais baixo, ou seja, pagavam menos pesos por 1 usd.

       

      Dê uma lida nos tópicos dos fóruns sobre Chile e Argentina.

       

      :?: Olá, alguem poderia me informar qual o melhor local de adquirir a moeda chilena neste trecho?

      Grato :P:P:P

      •  
    3. Prof.Renatinho

      Prof.Renatinho

      OK Michel, a minha dúvida era se no Paso de Integracion Austral era possivel fazer o câmbio, pela sua resposta deduzo que sim.

      O ruim é que quanto mais longe de Santiago, o dolar vale menos pesos.

      Grato

      •  
    4. michel

      michel

      Vc tem razão... é interessante fazer poucas trocas para o pagamento do básico (combustível por ex.) pois normalmente hospedagem e alimentação aceitam usd. Quando chegar em uma cidade maiorzinha faça então o cambio de uma soma maior... Pergunte nas oficinas de turismo onde existem casas de cambio oficiais (como bancos) pois costumam ter uma taxa melhor.

       

      OK Michel, a minha dúvida era se no Paso de Integracion Austral era possivel fazer o câmbio, pela sua resposta deduzo que sim.

      O ruim é que quanto mais longe de Santiago, o dolar vale menos pesos.

      Grato

      •  
  17. Finlandia2007651.jpg

     

    A Lapónia, no norte da Finlândia, é, por opinião unânime, considerada a terra do Pai Natal. Embora o conceito comercial do Natal tenha ganho sem grande dificuldade esta disputa, a verdade é bem diferente.

     

    São Nicolau de Myra, da Anatólia Bizantina (Turquia), foi a primeira inspiração católica para a figura do “Santa Claus” (Pai Natal). Esta ideia, misturada com as tradições do folclore alemão – o Deus Odin, e holandês – De Goede Sint, o Deus amigo; misturado com a figura do Father Christmas inglês deram origem à ideia “moderna” do bonacheirão Pai Natal de barbas brancas que oferece presentes aos meninos bem comportados.

     

    A tradição finlandesa é um pouco mais macabra, o Pai Natal era conhecido por Joulupukki, que significa, literalmente, a Cabra do Natal. Tradicionalmente, depois do Natal, as pessoas vestiam peles de cabra, os nuuttipukkis, para pedir, de porta em porta, os restos de comida das celebrações natalícias.

     

    O relato da minha viagem à Finlândia pretende mostrar que este país tem muito mais para oferecer do que simplesmente o conceito “idiota” do Pai Natal moderno.

     

    Os intermináveis dias de luz – o sol da meia-noite, significam que o Verão chegou à Finlândia. Os bosques de pinheiros, abetos e bétulas enchem-se de morangos silvestres, de mirtilos, framboesas, groselhas e cogumelos. Os finlandeses rumam em direcção aos grandes lagos da Carélia ou à costa do Golfo da Botnia.

     

    O Suomi Spirit, incutido desde crianças, faz dos finlandeses um dos povos mais dados à prática de actividades ao ar livre. Por todo o país multiplicam-se as actividades físicas e festivais, como o Festival Internacional de Opera em Savonlinna e o Festival de Jazz de Pori.

     

    Durante séculos a Finlândia fez parte da Suécia e da Rússia, apenas em 1917 conseguiu a sua merecedora independência, marcando definitivamente a diferença cultural dos seus países ocupantes.

     

    A Finlândia tem hoje um legado arquitectónico e gastronómico único. Helsínquia poderá ser considerada uma das cidades topo do design, marcas com a Iittala e Arabia, nomes como Alvar Aalto são rapidamente associados a este magnifico pais.

     

    http://www.iittala.com

    http://www.arabia.fi

     

    Quanto à Gastronomia, apesar de alguns cépticos, tem aspectos deliciosos, o salmão, o arenque, as riisipiirakka (pastéis à base de arroz), as empadas de carne, o pão de centeio, os doces de morangos, mirtilos, alperces, maça e, claro, o excelente chocolate Karlfazer. Para além da Vodka finlandesa, durante o Verão peçam uma “long drink”, um “copázio” de Gin misturado com limão e muito gelo…

     

    Outro aspecto gastronómico menos apelativo é o consumo de carnes de rena e urso! :shock:

     

    A minha viagem começou em Lisboa no voo da Finnair AY952 com destino a Helsínquia, são cinco horas a cortar a Europa de uma ponta à outra! No aeroporto de Vantaa alugamos um carro para seis dias e seguimos de imediato para a nossa primeira cidade – Porvoo, situada na costa sul do Golfo da Finlândia.

     

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    Porvoo

     

    Fundada em 1346, Porvoo é a segunda mais antiga cidade da Finlândia, depois de Turkü. Foi um dos mais importantes centros de comércio estando, hoje, perfeitamente preservada e pertence ao Património Mundial da UNESCO.

     

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    Hotel Haikon Kartano, Porvoo

     

    http://www.haikko.fi/

     

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    Lappeenranta

     

    É a capital da Carélia do Sul, situada nas margens do maior lago finlandês – o Lago Saimaa, fica perto da fronteira com a Rússia e serve de base ideal para visitas ao outro lado da fronteira, nomeadamente à cidade Medieval de Vybörg. Para nós portugueses é necessário visto para entrara na Rússia, por isso, se a ideia é atravessar a fronteira deve-se levar o visto tirado em Portugal para não ter esperas desnecessárias nesta cidade.

     

    A Fortaleza de Linnoitus domina toda a cidade e porto de entrada no Lago Saimaa. É uma cidade muito agradável para grandes passeios no lago e nas suas margens. Pouco resta do centro histórico, já que a cidade foi completamente destruída durante a guerra entre suecos e russos em 1741.

     

    Finlandia2007598.jpg

     

    Finlandia2007602.jpg

     

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    Punkaharju/Savonlinna

     

    A zona de Punkaharju é umas das mais belas de toda a Finlândia, o famoso esker de areia densamente coberto de pinheiros é uma das paisagens mais impressionantes que qualquer viajante vai encontrar na zona dos lagos finlandeses.

     

    Recorri a uma fotografia aérea encontrada na Internet para melhor demonstrar esta zona. A Finlândia é um país plano e é difícil encontrar pontos altos que permitam abranger, de uma só vez, toda esta zona.

     

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    De qualquer forma, esta zona tem outros pontos de grande interesse, como o Castelo de Olavinlinna, construído em 1475, é um dos mais espectaculares castelos do norte da Europa.

     

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    Igreja de Kerimäki

     

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    Nesta zona podemos ainda visitar os mosteiros ortodoxos de Valamo e Lintula. Não se deve, também, perder uma visita ao Museu Lusto: http://www.lusto.fi/

     

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    Hotel Punkaharjun Valtionhotelli

     

    http://www.lomaliitto.fi/index.asp?resid=10

     

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    Mikkeli/Ristiina

     

    A sul da cidade de Mikkeli, fica a pequena aldeia de Ristiina, fundada pelo Conde Per Brahe em 1649 e baptizada em honra da sua mulher Kristina, Rainha da Suécia. Pode-se visitar o que resta do castelo de Ristiina e a sua peculiar Igreja Luterana em cor turquesa!

     

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    Jyväsklyä

     

    Capital da Carélia Central, Jyväsklyä é a Meca para os seguidores de Alvar Aalto. Sede de umas das mais prestigiadas Universidades de Arquitectura é, por isso, uma cidade com uma significativa população jovem que lhe dá um ar cosmopolita.

     

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    Tampere

     

    Conhecida como a “Manchester da Finlândia”, Tampere combina a indústria, nomeadamente a têxtil, com a sofisticação das esplanadas, cafés e lojas de marca.

     

    A cidade é dividida pelos rápidos de Tammerkoski, e tem um impressionante centro histórico que mistura grandes centros fabris com imponentes edifícios centenários.

     

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    Rauma

     

    No centro da moderna Rauma, fica Vanha Rauma (Velha Rauma). Património Mundial da UNESCO, a velha cidade é constituída por 800 pequenas casas, lojas e estúdios dedicados às famosas rendas de Rauma. Uma paragem obrigatória nesta longa costa do Golfo da Bótnia

     

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    Naantali

     

    O porto de Naantali crivado de pequenos barcos dá o mote para esta pequenina cidade a norte de Turkü. Logo após a surpresa das pequenas e soberbamente arranjadas “casinhas” de bonecas que rodeiam o porto, somos surpreendidos pelo gigantesco Convento Católico de Santa Brígida fundado em 1443 que domina toda a cidade história de ruas empedradas, milhares de flores e lojas faz-de-conta.

     

    Por favor, não percam uma visita a Naantali!

     

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    Turkü

     

    Antiga Capital da Finlândia, fundada em 1229, é a cidade mais antiga deste país. É a porta de entrada para o Arquipélago Aaland. Não perder o Castelo, a Catedral e um belo jantar no Restaurante Mami (Linnankatu, 3 20100 Turkü - +358 45 128 0100 http://www.mami.fi/ ) à beira do Rio e aguardar que o nevoeiro chegue e envolva toda a cidade dando-lhe um ar medieval.

     

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    Helsinki/Helsingfors

     

    Cidade portuária, transbordando de gente simpática, cheia de vida e com uma maneira de estar muito própria. Ao contrário de muitas outras capitais europeias, os habitantes de Helsínquia frequentam os lugares que frequentam porque gostam deles, e não para “serem vistos” ou comparados. Modernamente decorada com o intuído de provocar reacções, respira estilo próprio, atrevendo-se a ser diferente em vez de cair no conformismo aborrecido das restantes cidades europeias.

     

    Helsínquia tem pouco a ver com o resto do país, os edifícios são em estilo Art Nouveau, com grandes e elegantes cafés. Tem dúzias de museus que mostram orgulhosamente a cultura finlandesa e tem restaurantes que não mudam nem a decoração nem os menus desde os anos 1930.

     

    Fui com muito receio de Helsínquia e voltei completamente rendido àquela que, para mim, ainda é a capital mais genuína da Europa (das que eu conheço, obviamente).

     

    Catedral Luterana de Helsínquia

     

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    Igreja Ortodoxa de Helsínquia

     

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    Porto / Mercado

     

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    Finlandia Hall (obra excepcional de Alvar Aalto)

     

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    Monumento de Sibelius

     

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    Fortaleza Marítima de Suomenlinna

     

    A Fortaleza de Suomenlinna foi edificada nas ilhas imediatamente à frente de Helsínquia em 1700. A construção iniciou-se ainda a Finlândia fazia parte do Reino da Suécia. Actualmente a Fortaleza abriga dentro das suas portas a cidade de Suomenlinna. Os cerca de 900 habitantes de Suomenlinna vivem nas antigas guarnições militares que entretanto foram transformados em apartamentos com todo o conforto que o Inverno rigoroso exige. Existem lojas, bibliotecas, cafés, restaurantes harmoniosamente integrados nas infra-estruturas militares da Fortaleza. Pode-se chegar a Suomenlinna partido da Market Square em Helsínquia em barcos de partem de meia em meio hora para uma travessia de 25 minutos, o prelo de ida e volta é € 5,50.

     

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    Factos curiosos sobre a Finlândia:

     

    - Os finlandeses inventaram a sauna, é um dos elementos fundamentais da cultura finlandesa. Os finlandeses receitam a sauna como cura para todos os males, desde uma simples dor de cabeça até a uma queimadura solar.

     

    Existem, actualmente, cerca de 1.6 milhões de saunas no país. A sauna é sempre feita completamente nu, não há lugar a qualquer constrangimento, a nudez é encarada como um aspecto normal do dia-a-dia. Em saunas públicas há sempre separação de homens/mulheres, nas saunas familiares este evento é feito em conjunto e é uma honra ser convidado para participar numa sauna familiar. A ideia que as saunas finlandesas são um local perfeito de “engate” é perfeitamente errada. Os finlandeses são muito conservadores.

     

    - 85% das mulheres finlandesas trabalham fora de casa;

     

    - O salário médio é € 2.890,00;

     

    - O Produto Nacional per capita é superior ao da Alemanha, Japão e Reino Unido;

     

    - População: 5.2 milhões de habitantes;

     

    - 76% da superfície da Finlândia é constituída por bosques e florestas, sendo este o país europeu mais arborizado;

     

    - Actualmente a Finlândia é governada pela Sra. Tarja Halonen, Presidente da Republica.

     

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    Regresso a Lisboa

     

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    Espero que tenham gostado deste longo relato.

     

    Abraços,

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    1. Adrison Souza

      Adrison Souza

      Parabêns pela viagem e ótimo relato e fotos, principalmente de um pais que vê-se tão pouco a falar dele.

      •  
    2. jairbn

      jairbn

      Muito bom o relato e belas fotos!

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    3. pjarbas

      pjarbas

      Olá Luis,

       

      Viagem diferente do que vemos aqui no site, paisagem de filme.... muito interessante! Muitos detalhes, muitas fotos e relato muito bem feito. Parabéns pela sua viagem!

       

      Um abraço!

       

      Carla

      •  
  18. Uma dica pra quem vem para o Espirito Santo é a suboda do Morro do Moreno, a subida não é tão cansativa assim e é bem bonita, isso sem contar com a vista lá de cima que é muito bonita.

     

    O morro do moreno fica lgo na decida da terceira ponte em vila velha.

    •   
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    2. Elinaldo Gomes

      Elinaldo Gomes

      - Ponte Darcy Mendonça / Terceira Ponte - Possui 4 km de extensão e liga Vitória à Vila Velha. Oferece vista panorâmica das Cidades. Fica na Enseada do Suá. Inaugurada em 1989 com o nome de “Deputado Darcy Castello de Mendonça” recebe um fluxo diário de milhares de carros. Importante fator de integração do município com a capital e do desenvolvimento de Vila Velha, que a partir de sua inauguração conheceu o “boom” imobiliário, apresentando-se hoje com uma das arquiteturas mais modernas do Estado. Possui um comprimento total de 3.339 metros, possui como vão central metálico sobre o canal de navegação 260 metros, um dos maiores do mundo, sendo a altura deste vão 60 metros.

       

      - Chocolates Garoto: Fundada em 1929 pelo imigrante alemão Henrique Meyerfreund, sendo seus primeiros equipamentos vindos da Alemanha, mantêm até hoje o seu ideal de fabricar o melhor chocolate. A fábrica instalada no município de Vila Velha desde a sua fundação, muito influenciou na ocupação e no desenvolvimento da cidade e, principalmente, do bairro da Glória. Para grande parte dos capixabas, portanto, a Garoto foi conquistando lugar como verdadeiro patrimônio da comunidade. A loja da fábrica, por exemplo, é um dos pontos turísticos mais requisitados de Vila Velha. Além da Lojinha, a Garoto possui um Programa de Visitação do processo de fabricação dos bombons e chocolates e um Centro de Documentação e Memória, ou seja, um museu da Chocolates Garoto, com embalagens e máquinas antigas, utilizadas na produção. A Garoto é hoje uma das três maiores fabricantes de chocolates da América Latina e exporta para cerca de 40 países.

       

      - Convento da Penha: é um dos locais mais visitados do Estado. Localizado no bairro mais antigo do município, o Convento é uma das mais belas e antigas construções do Brasil Colonial e testemunho de grandes acontecimentos históricos e milagrosos. É o mais antigo santuário mariano do país. Localizado a 154 metros de altitude, foi construído sobre um rochedo em 1558 pelo frei Pedro Palácios. Do seu alto é possível avistar Vila Velha, Vitória e alguns municípios vizinhos. Nossa Senhora da Penha é padroeira do Espírito Santo. Conta a história, que o convento foi erguido depois que a imagem da padroeira, trazida de Portugal a pedido do Irmão Frei Pedro Palácios, sumira e fora encontrada pelos índios no alto do rochedo. Como o fato se repetira, o frade franciscano Pedro Palácios resolveu construí-lo sobre a enorme rocha de difícil acesso. Hoje é possível fazer grande parte do percurso de carro, mas existe uma relativamente confortável trilha calçada com pedras, para fiéis que costumam pagar suas promessas ou simplesmente para adeptos da subida completa a pé. Na base do convento são encontradas lanchonetes, lojas de suvenires, transporte para subida e descida, e telescópios que permitem enxergar melhor todo o litoral de Vitória. O acesso pelo caminho de pedras rústicas margeia resquícios originais da Mata Atlântica, com diversas espécies de plantas e animais silvestres. O Convento possui em seu acervo a tela de Nossa Senhora das Alegrias, trazida da Escola Ibérica do início do século XVI pelo Frei Pedro Palácios, é uma pintura a óleo de autor desconhecido tida como a mais antiga existente em solo americano. Há também murais de Benedito Calixto.

       

      - Gruta do Frei Pedro Palácios: é um vão formado pela natureza no monte onde fica o Convento da Penha. Segundo alguns historiadores, foi a primeira residência do frei Pedro Palácios. Ao lado da gruta, sobre uma pequena pedra, há uma imagem de Nossa Senhora da Penha.

       

      - Ladeira das Sete Voltas: A antiga ladeira que dá acesso ao Convento originou-se do caminho feito por índios, escravos, primeiros moradores e devotos que trabalhavam na construção da primitiva capela, inaugurada em 1570. Desde de então, essa trilha ficou conhecida como “caminho das sete voltas” ou da Penitência, devido ao seu declive acentuado e ao calçamento disforme. As sete voltas representam as “sete alegrias de Nossa Senhora”, devoção pregada pela Ordem Franciscana.

       

      * Sítio Histórico da Prainha: Complexo que agrega pontos históricos com novas construções levantadas sobre a região aterrada do município:

      - 38º Batalhão de Infantaria;

      - Escola de Aprendizes Marinheiros;

      - Forte Piratininga: Localizado na área do 38º BI - Batalhão Tibúrcio, é considerado a célula mater do batalhão. As constantes invasões estrangeiras a capitania fizeram que a construções de fortes acontecessem principalmente na baia do Espírito Santo. Em 1679, o donatário Francisco Gil de Araújo manda construir o forte São Francisco Xavier próximo a prainha, mas só em 1700 é edificada a Fortaleza mais próxima da barra. Foi edificado sob as ordens de D. Rodrigo da Costa e do Capitão Mor Francisco Ribeiro de Miranda. Em 1726, o Conde de Sabugosa manda reedificar a fortaleza aumentando as proporções e dando-lhe a forma circular atual, além de aparelhá-la com quinze canhões. Em 1862 o forte foi cedido ao Ministério da Marinha, passando a servir como armazém. Em 1909 foi feita sua recuperação e em 1919 passou a compor o Batalhão Tibúrcio.

      - Museu Homero Massena: Funciona na casa onde morou por 23 anos o pintor mineiro que se fixou em terra capixaba. Um dos mais ilustres pintores do Estado. Este museu foi tombado pelo patrimônio histórico do Espírito Santo. Em seu acervo, vários objetos pessoais do artista. Na Av. Beira Mar, 273, Prainha de Vila Velha. Tel. 329-0555.

      - Igreja Nossa Senhora do Rosário: a mais antiga do Estado e a quarta igreja mais antiga do país, construída em 1551. Ao seu lado, palmeiras imperiais emolduram o ambiente. Sua fachada, reconstruída no século XVIII, exibe o brasão de Portugal.

      - Obelisco a Vasco Fernandes Coutinho: A enseada histórica da Prainha foi o local onde aportou o primeiro donatário do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho. É o local onde começou a colonização do Espírito Santo.

      - Praça da Bandeira;

      - Museu Etnográfico: conhecido como Casa da Memória, possui documentos valiosos sobre a colonização do município, pode ser visitado diariamente. Localizado na Prainha, o Museu resgata a história e a memória do município e do Estado.

       

      - Praia da Costa: é uma das praias mais famosas do Espírito Santo, tanto por suas belezas naturais, como o Morro do Moreno ou a Ponta da Sereia, quanto pela sua ocupação urbana, qualificada de classe média alta, pertence ao bairro de mesmo nome. É delimitada pelo Farol de Santa Luzia, ao norte, e pela Praia de Itapoã ao sul. Toda iluminada, calçada e com ciclovias. Muito movimentada, ao longo do dia pessoas fazem caminhada, corrida, musculação, futebol de areia, futevôlei, vôlei, frescobol ou levar as crianças para brincar. Pela manhã vão banhar-se nas limpas e calmas águas da praia. A noite há uma pequena feira, com barracas de lanches e doces, produtos artesanais, quadros e livros, uma boa opção para passear com os amigos.

       

      - Farol de Santa Luzia: Construído em 1870, fica no final da Praia da Costa. Mede 12 metros de altura, com 9 m de base. Sua luz, produzida por lâmpada de 3000watts, atinge 17 milhas marítimas.

       

      - Praia de Itapoá: A preferida dos pescadores de arremesso. A 3 quilômetros do centro, é a continuação da Praia da Costa e também repleta de bares em sua orla, para satisfação dos freqüentadores dia e noite, é aberta e inclinada, com ondas fortes, água clara e areia fofa.

       

      - Praia da Itaparica: Cercada por quiosques, concentra inúmeras promoções de fim de semana. é reta e propícia para a prática do surf. Um recanto encantador, de pequena extensão. Dista 5 quilômetros do centro.É a praia mais freqüentada pelos capixabas e canelas-verdes.

       

      - Morro do Moreno: Tem 274 metros de altura, conta com local para pesca, rampa para vôo livre, fonte com água mineral, mirantes naturais, com espessa mata virgem à volta; possui três vias de escalada: duas de frente para a Terceira Ponte e uma de frente para a Praia da Costa. Orlado por uma vegetação remanescente de Mata Atlântica, rica em fauna e flora, onde muitas pessoas vao la para tirar fotos ou fazer pequeniques. O morro do moreno é um lugar muito conhecido por jovens e adolescentes, que gostam muito de ir lá.

       

      - Barra do Jacu: é um pequeno balneário, ainda tranqüilo, localizado a 15 quilômetros do centro. Antiga vila de pescadores, guarda até hoje as características de vila. Fica próxima à foz do Rio Jucu, onde nos fins de tarde a atração é a revoada das garças boiadeiras. No local acontecem campeonatos de surf, alguns deles de nível nacional. Apesar disso, durante quase todo o tempo, o lugar é calmo, e suas praias são procuradas por quem quer sossego. Na época do carnaval a região perde sua característica tranquila e torna-se um dos lugares mais procurados pelos foliões do estado. Suas estreitas ruas ainda sem calçamento encantam os visitantes e à noite o lugar se torna um ponto de encontro de boêmios.

       

      - Lagoa de Jabaeté: Área de preservação permanente, localiza-se nas proximidades da Barra do Jucu às margens da Rodovia do Sol. Possui uma área de 244 hectares. Sobre suas água, pequenas ilhas de arbustos flutuam e se deslocam a favor do vento. Constitui um ótimo local para a prática da atividade de pesca, banho e lazer.

       

      - Museu Ferroviário: A antiga Estação Pedro Nolasco, construída em 1927, reúne um rico acervo no qual sobressaem a velha maria-fumaça, o vagão de madeira, o trólei, o telégrafo, o quepe do agente, fotografias.

       

      - Santuário Divino Espírito Santo: Em estilo gótico, foi inaugurada em 1967 e tem capacidade de abrigar três mil fiéis. Foi inaugurado em 1967 e seus vitrais são pintados em motivos bíblicos, estando em bom estado de conservação. O templo possui salas de reuniões, auditório e compartimentos onde residem os religiosos.

       

      - Morro do Cruzeiro: Onde está localizado a Igreja Nossa Senhora dos Navegantes. Do local tem-se uma vista panorâmica do litoral do balneário.

       

      - Morro da Concha: Elevação rochosa na praia, coberta com restinga. Conta com uma estreita escada pavimentada e um corrimão em toda a sua extensão, a fim de facilitar o acesso e não prejudicar a beleza natural deste, de onde se tem uma vista panorâmica de todo o litoral do município.

       

      - Pedra de Inhoá: Inhoá é uma palavra de origem tupi que significa centopéia. Pode servir como mirante natural, pois possui uma belíssima vista da baía de Vitória, além do Convento da Penha e outras belezas naturais do município.

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    3. Leticia Quaresma

      Leticia Quaresma

      Tópico com novo nome!!! ::otemo::

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    4. jhon_morais

      jhon_morais

      Primeiro boa noite.

       

      Sou de vila velha. Aqui em vila velha há muitas opções

       

      Vila velha é bem localizado ao lado da capital Vitória,fazendo com ela uma conurbação(pra quem nao sabe o significado,no modo simples é que as duas crescem juntas).

       

      em Vila Velha é possivel você ir ao morro do moreno que é um morro que fica de frente para a terceira ponte,e do outro lado do morro do moreno fica o convento da Penha,ponto turístico ótimo para passear com a família e tirar muitas fotos.Também dá para conhecer a fabrica de chocolates Garoto que é bem grandona e fica no bairro da Glória.Não deixe de conhecer a Praia da Costa,com muitos eventos e shows durante o ano,além de ser uma praia classe alta com belos prédios e excelente moradia.também tem a praia de itaparica,vizinha da praia da costa,muito linda e com uma grande extensão,muito boa para caminhada.

      Caso você venha á estudos,existe em vila velha duas grandes faculdades,a UVV e a Novo Milênio,muito bem conceituadas no MEC.

      A noite em Vila Velha também é bastante agitada,mais agitada do que a vizinha vitória,com muitas boates e choperias.

      Vila Velha tem tudo perto,você não precisa ficar correndo atras das coisas,porque em todo lugar tem de tudo,é possível andar maior parte de vila velha a pé.

      Existe o 38º Batalhão de Infantaria e a EAMES(Escola de marinheiros) que ficam no bairro da Prainha,vale a pena conhecer,e tirar muitas fotos! pois é um lugar lindo e fantástico,além de ser nesse bairro a entrada para a subida do convento da Penha.tem o farol de santa luzia mas o horario é meio restristo,busque informações com antecedencia.conheça aqui também a barra do jucu,com boas praias.

      Venha em Vila Velha,você vai adorar!

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  19. Prólogo

     

    Pouco depois de voltar dos meus sete meses de super-férias no Brasil e depredado por completo minhas finanças (afinal, fazia apenas UM ano que tinha ido ao Nepal e levando meu irmão comigo, cuja companhia não tem valor. Podia custar até um milhão de Euros e ainda seria barato. Não que se fosse isso tudo eu pudesse pagar, hehehehe.

     

    Com o Nepal feito, mais umas besteirinhas que fizemos na Europa e mais os sete meses no Brasil... é... acho que me classifico como liso. Mas então consigo um estágio meio mal pago, cheio de trabalho, claro. Moradia ainda não é problema, porque vivo no apartamento da avó, doente. Mas terá de ser paga o mais cedo possível. Fora isso tem um empréstimo do velho, que me ajudou nos três primeiros meses de reajustes confusos. Tem de ser pago.

     

    Mas então quando a situação parece estar se recuperando, meu amigo que arranjou o estágio me pergunta se eu não estaria a fim de fazer uma semana de montanha nos Alpes. Completamente alheio à minha precária e ainda sensível situação financeira, disse imediatamente que sim.

     

    Ele queria fazer o Mont Blanc.

     

    Ooooookaaaaay... disse eu. Sabia vagamente que o Mont Blanc é "escalaminhável", mas eram infos de 2005, quando estava passando uma vista d'olhos pro destino do meu primeiro grande trek organizado por mim. O surgimento precoce do EBC obliterou por completo qualquer coisa com a palavra "trek" sem "Evereste". Mont Blanc caiu no esquecimento.

     

    Fui então ver do Mont Blanc. "Hmm... parece que existe uma categoria de trek em gelo e glaciares, com mais equipos e conhecimentos". Como a "escalada" propriamente dita era ausente, essa subida técnica era referida como "trek". Falei do meu amigo sobre capacetes, crampons, piolets...

     

    Abandonamos a idéia, mas procurei infos sobre uma montanha de fato e simplesmente "trekkável". Dei com o Mount Emilius e fiz a proposta. Foi aceite.

     

    Até as vésperas da partida, Mount Emilius era o destino.

     

    Até as vésperas... porque às vésperas meu amigo propõe subir o Gran Paradiso. Nessa altura eu já estava mais pensando nas compras de última hora (todas). Uma olhada rápida me mostrou ser o Gran Paradiso coisa parecida com Mount Blanc: crampons, piolets, cordas. Era isso mesmo que ele queria? tudo bem... mais bagagem prá mochila... casacos, luvas, meias, gorros... ai, ai... e eu que queria ir leve.

     

    Para o Gran Paradiso não confiaria de jeito nenhum na barraca do meu amigo. Comprei uma. Cara. 370 Euros. Aff... mas pareceu boa suficiente para montanha, mesmo o fabricante classificando-a como "trekking", para trilhas baixas. O peso estava dentro do aceitável para duas pessoas.

     

    Cheguei em casa poucas horas antes da partida e ainda tinha de arrumar tudo. Foi dureza e confuso, mas no fim terminei com minha mochila de 25 kg de novo. Comida para cinco dias pesava muito. Mais o combustível e sempre 2 lt de água pesava também. O equipo extra não ajudava, mesmo não estarmos levando corda apropriada. Meus meio-crampons pesam quase 1 kg! Horrível! mas é isso aí... confiar no bom caimento da mochila para levar isso por horas e horas de subidas.

     

    Na casa do meu amigo, nada pronto ainda. Ele acaba de voltar do trampo e ainda vai atrás de coisas. Eventualmente, perto da meia-noite, entramos no carro.

     

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    Ai, ai...

     

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    Isso tem de entrar na pobre azul ao lado.

     

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    Um pouco de coragem antes de enfrentar a briga.

     

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    Mas coube!

     

    CONTINUA...

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    2. Hendrik

      Hendrik

      CONTINUAçÃO.

       

      Dia 02

       

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      Bom Dia!

       

      O dia estava bom mesmo. Os picos mais altos começavam a se iluminar. Mont Blanc em primeiro, claro. Esquerda e direita dele, uma muralha de picos menores se iluminando um atrás do outro. A montanha à nossa frente seria nossa tentativa de aclimatização. O Gran Paradiso estaria supostamente atrás dela. Se pudéssemos alcançar o que parecia ser uma larga crista ou passe e acampar lá, tentaríamos atacar ela dali. Queríamos alguma experiência no gelo ainda hoje. Nenhum dos dois estava bem equipado. Ninguém tinha jamais andando em neve e gelo antes. Tínhamos uma noção vaga sobre o que fazer em caso de escorregar e cair, mas eu estava tentando adivinhar a lógica por trás dela e o quanto ao realizá-la, parecia envolver muito de se jogar em cima de um pedaço de ferro pontudo e menos em me salvar a vida...

       

      Enfim, talvez fosse um ato de fé. Como ateu, passei a olhar suspeito para o piolet.Seu uso era intuitivo, mas os achei curtos, mesmo assim. Talvez fossem melhores para se apoiar e descansar com num declive mais acentuado. Segunda-mão, custaram 15 Euros cada. A princípio a compra, do meu amigo, me assustou quanto ao peso, mas eram super-leves. Meus meio-crampons, pelo contrário, era pesadão. Para piorar, tirar e botar era meio complicado. Pesado e complicado E metade da eficiência? Olhava com inveja para os crampons novos do meu amigo. Não foram caros, eram super-leves, fáceis de pôr e tirar e... completos. Vinham em bons sacos também, que não espetavam tanto quanto o dos meus.

       

      Meio complicada o dar baixa no refúgio. Meu amigo tinha se esquecido/não entendido que era prá ter devolvido a chave duma igrejinha, onde o responsável tinha deixado a gente guardar as cargueiras. O cara manifestou seu descontentamento nos mandando tomar no c*. Foi a gota d´água para mim. Queria distância do lugar, dessa agência turística. Saímos o mais rápido possível e pegamos o que parecia uma trilha menos usada. O plano era ficar e dormir pelo alto, pelas montanhas, prá testar andar no gelo e aclimatar um pouco melhor. Meu amigo não estava grande coisa.

       

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      Então o plano era subir essa, ou dormir mais perto dela

       

      Subindo mais um pouco, chegamos ao glaciar. Com o aquecimento global, os glaciares alpinos parecem ter suportado duros golpes. Parecia mais uma encosta nevada que um glaciar. Metemos os crampons, guardamos os bastões, meti os novos óculos, que doem um pouco, mas tem espaço prá enfiar os meus de grau por dentro. O caminho parecia tão aberto, coberto e de desnível tão pouco que parecia não valer a pena. Além disso, era mais um cordão que uma corda.

       

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      A manhã foi gasta aí...

       

      Os primeiros passos no gelo foram incríveis! Apesar de ter apenas meio-crampon, que me fazia estar sempre apoiado na parte posterior dos pés, era bem fácil andar no gelo. Como tudo estava coberto, era uma superfície mais ou menos plana. A subida era dura, mas com os crampons era impossível andar muito depressa, então era uma caminhada tranqüila. De vez em quando a gente parava para tomar ar e ver a paisagem. Nem meia hora na subida e meu amigo já estava parando mais que eu. Chegar naquele “passo” parecia estar mais distante...

       

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      Primeiros passos!

       

      Cercados por encostas e chão brancos e com diversos picos brancos acima, o bombardeio pelo sol era pesado. Para piorar, o protetor solar, que estava com meu amigo, estourou durante o dia de ontem e claro que não estava dentro de saco ou bolsinha alguma. Nossa pele estava exposta ao sol e ao sol refletido à 3000m de altitude. Eu estava de calças e camisa de mangas largas. Senti falta de chapéu. Meu cabelo certamente trabalhou muito, mas da próxima vez levo chapéu, mesmo detestando como fico de chapéu. Meu amigo, ao contrário, estava de bermuda e camiseta. Tinha um gorro estilo francês, que foi o que lhe deve ter salvado a cara.

       

      Para piorar, não tinha achado meu protetor labial e meus lábios estavam sofrendo um pouco.

       

      Numa parte mais ou menos plana, resolvemos parar para almoço. Primeira vez cozinhando no gelo. Por sorte, tinha achado uma pedra suficientemente grande e chata para pôr os fogareiros e fazer o cume. Mas meu amigo preferiu cozinhar em cima da neve, usando neve. Seu fogareiro não estava grande coisa, mas ele conseguiu. Eu achava que o fogareiro simplesmente iria derreter a neve abaixo, afunda e apagar. Mas ele ficou ali, em cima da neve, cozinhando. Uma surpresa também como meu amigo cozinhou só com neve. Jogava a neve na panela, derretia, juntava mais, derretia, etc. Em poucos minutos tinham 1/2l de água. E eu que pensava que isso demorava prá caramba.

       

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      Isso vai arder depois...

       

      Depois entramos na segunda fase da subida. Já passava do meio-dia e parecia ter muito ainda prá andar. Meu amigo cansava mais e mais frequentemente que eu. Cedo ia ficando prá trás. O sol forte nos torrava a cara. No caso dele, torrava quase tudo. Mais, ele não bebia muita água. Eu tentava dizer que era bom se manter hidratado, mas ele não bebia muito assim mesmo.

       

      Fui me distanciando mais e mais e chegando em partes com mais e mais gelo e menos e menos pedras. Algumas vezes a perna entrava até metade das canelas. Pela primeira vez pensei nas fendas tão temidas por quem tem de atravessar uma em seus ataques ao pico. Não o haver fenda, mas haver fenda e estarem cobertas por camadas de neve e gelo, que dependendo da fenda, poderiam ser coisas bem finas e instáveis. Me dava certa segurança o estarmos andando numa “trilha” já usada. Seguíamos os passos de trekkers anteriores. Mesmo andando devagar, eu me cansava bastante com a subida branca e interminável. Comecei a trabalhar com objetivos pertos. Uma pedrinha, um montinho, uma curvinha... coisa de 10-20 metros à frente. TINHA de chegar lá.

       

      Meu amigo ia cada vez pior e as esperas iam aumentando. Tirar fotos ajudava a passar o tempo, mas eram praticamente variações tão pequenas de ângulo de uma mesma paisagem que chegou hora que eu ficava ali, parado, olhando, ouvindo... meu amigo chegar esbaforido e dizer o quanto ele tava mal.

       

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      O ator principal

       

      Mais perto do “passe”, a neve ia ficando mais e mais fofa. Enterrar a perna até o joelho deixou de ser “interessante” para ser “preocupante”. Quanto mais alto, maior o acúmulo de neve fofa, mais esforço para caminhar e mais chances de afundar nalguma fenda.

       

      Mas eu ainda estava mais preocupado em chegar na pedrinha ali, a 10 m

       

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      Meu amiiiiigo... venha prá cáááá...

       

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      Filipe resolveu cortar caminho

       

      A trilha fazia uma longa e longa curva pelo glaciar e depois virava pela direita, em direção ao “passe”, mesmo afundando, eu segui por ali. Cansado e ficando prá trás, Filipe de repente foi iluminado. Foi-lhe revelado que a distância mais perto entre dois pontos passa por uma reta entre eles. Foi então que saiu da trilha e embarcou diretamente prá cima. Entre ele e o “passe”, uma fileira de grandes pedras.

       

      Eu cheguei mais ou menos bem no passe. Andar gelo acima foi até fácil, apesar de umas enfiadas de canela na neve aqui e ali. Mas andar de lado no gelo foi menos fácil, ainda mais com meio-crampon. Senti falta de apoio no calcanhar. A Canaleta do Aconcágua, pelas fotos, parece ser toda uma longa caminhada de lado. Talvez outro tipo de crampon fosse algo a considerar...

       

      Entretanto, enquanto chegava lá em cima, no “passe”, vi que era bem pedregoso, o que era mais ou menos esperado. Bom, podia tirar os crampons, pelo menos. Mas com meia dúzias de passos, logo vi não estar em “passe” algum. Estava era numa crista. Logo ali, dou outro lado, estava uma queda enorme e quase vertical. As pedras pareciam penduradas perigosamente sobre o vazio.

       

      Então Filipe resolveu chamar. Ele andava vagarosamente em sua linha reta. Quanto mais perto da tira de pedras antes da crista, mais fofa e funda ficava a neve. Ele disse estar com medo e pediu que o olhasse. Tinha medo de sumir de repente. Fiquei meio apreensivo também.

       

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      O “passe” que virou crista estreita

       

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      O buraquin...

       

      A razão de minha apreensão estava ao meu lado: pouco antes do caminho que eu segui dobrar pro lado direito, do lado esquerdo tinha um buracão enorme. Aparentemente as encostas eram bem abruptas aqui e ali e a neve formava montes fofos e, pelo buraco, fundos.

       

      Circulando o buraco, mais pegadas levavam até um local onde parecia que os outros trekkers tinham usado para subir a montanha ao lado. Era algo que podíamos fazer, talvez. Na outra direção, a subida ao outro topo parecia impossível para nós.

       

      Enquanto pensava nisso, chega meu amigo. Exausto e fraco, ele precisa de um grande descanso. Com o passar dos minutos, eu olhava preocupado para o dia avançar e não ter lugar prá dormir ali. Talvez subindo aquela passagem ao lado do buraco e subindo mais um pouco, haveria um lugar mais amplo e plano para armar barraca. A fileira de pedras que meu amigo passou tinha uma que parecia poder servir em caso de emergência. Meu amigo não estava preocupado. Mesmo prestando horrivelmente, ele achava que a gente ia achar lugar melhor prá acampar pela passagem do outro lado, sendo que sua sugestão era seguir pela crista e não descer, dar a volta no buraco e subir de novo. Linha reta de novo.

       

      Andamos uns 50 m e logo ficou claro não ser possível seguir pela crista sem praticar uma escalada livre em paredes altas. As pedras, rachadas por milênios de calor, gelo e frio, não ofereciam muita estabilidade. Pedras enormes faziam “cloc!” quando pisávamos nelas.

       

      Resolvemos abandonar a crista e seguir prá passagem ao lado do buraco. Mas descer da crista agora é mais difícil com as cargueiras. Mais uma vez, Felipe usa a cabeça e sugere largarmos as mochilas. O declive suavizava bastante uns 3 metros e seria o suficiente para as cargueiras pararem. Parecia.

       

      Não, não... elas não rolaram glaciar abaixo e pararam logo, umas dezenas de metros mais abaixo do que queríamos, mas pararam. Infelizmente a rolada arrancou o bocal do meu Platypus, a única coisa que me fazia beber muito, já que não tinha de tirar a mochila para beber.

       

      Meu amigo teve pior. Ele esqueceu de tirar uma garrafinha de 500 ml da mochila. Era de vidro. Continha grapa, uma bebida da região extremamente alcoolizada. Tudo em sua mochila cheirava a cachaça, desde dinheiro até cueca. Nunca me senti tão atraído por uma cueca...

       

      Enfim, entre bocais e cachaças feridas, ainda tínhamos de contornar o buraco. De perto, no início, mais longe pelo fim.

       

      Foi então que a neve ficou mesmo fofa e funda.

       

      Uns 10 metros abaixo de onde os trekkers anteriores parecem ter saído da neve e entrado nas formes pedras, tive uma incrível dificuldade de achar onde meter o pé. Onde metia, ele só afundava. Pela quantidade de pegadas, os nossos predecessores tiveram problemas semelhantes. Então eu a vi.

       

      Era uma abertura singela, mesmo ali, uns 50 cm de mim. Tinha uns 15 cm de largura por uns 30 de comprimento. Olhando fixamente para ele, curvando ara chegar mais perto, vi algo bem estranho: nada. Era preto de escuro lá dentro. Um engolidor de luz. Mais abaixo, o som de água.

       

      Uma fenda. Estava em cima de uma fenda. Pisando em cima de sei lá que espessura de neve e gelo. Abaixo de mim, quanto? 5 metros? 10? 50? 1? A água parecia correr funda...

       

      Tomei coragem. Com a mochila, eu pesava quase 100 kg. Dei um passo, afundei até o joelho e joguei a outra perna prá frente. Foi um ato de fé. Eu podia afunda todo ou dar sorte e ser uma fenda estreita e minha outra perna cairia na outra margem. Os outros trekkers passaram. Pelo menos a ausência de corpos me consolava. Ninguém morreu aqui. Ninguém caiu aqui. Eles podem não ter descido por aqui na volta, mas ao menos UMA vez eles passaram.

       

      Passei.

       

      Avisei meu amigo da fenda. Ele chega lá e encontra muita dificuldade de passar. Temendo o pior, ele me passa o cordão, que amarro na cintura e espero ele chegar. Eu não consigo subir pelas pedras. Mesmo colada nelas, a neve é espuma. É então que meu sangue gela: numa das tentativas, uma perna inteira de Filipe é engolida. Intuitivamente ele se joga na direção contrária. Tira a perna e começa a rolar encosta abaixo.

       

      “Me segura”, ele grita. Pego a corda, me meto na melhor posição de âncora que posso, na neve fofa, e espero o puxão. A corda estica toda e sinto ele diminuir de velocidade. A pressão é grande, mas suportável. Nem afundei muito na neve.

       

      Ele pára e diz estar ferido. Quando a perna afundou e ele se jogou pro outro lado, tirou a perna e rolou, os crampons do outro pé entrou na perna afundada. Um corte grande, sangrando, fundo.

       

      Cabou.

       

      Rapidamente decidimos descer e acampar mais abaixo, fora do glaciar e suas fendas.

      Só que eu ainda tinha de passar a fenda na descida de volta. As novas de fenda afundando não eram boa. Passei na subida. Passaria na descida?

       

      Então meu amigo sugere rolar a mochila. De novo. Eu pensava amarrar uma cordinha nela e desce-la, mas como Filipe tava perto, era só rolar para ele. Joguei primeiro as varetas da barraca, que estavam presas do lado de fora. Sem ver, quase faço cesta com o buraco da fenda. Então chegou a vez da mochila. Filipe diz que por cima da fenda não dava. Ela cairia no buraco. Tinha de rolar pelo lado do buracão.

       

      Temeroso, larguei a bichinha e assisti desesperado ela rolar e rolar em direção ao buracão grande que contornamos. Parou uns 40 cm dele. Agora era minha vez. Deitei de bruços na neve fria e fui descendo aos poucos. Filipe estava do outro lado, segurando o cordão. Desci até a mochila, e fui descendo com ela, tentando sempre distribuir ao máximo o peso pelo espaço. Por fim chego em Filipe.

       

      Sua ferida estava bem aberta e era feia e grande.

       

      Descemos o glaciar por outra “trilha”, mais inseguros sobre o chão que antes. Qualquer afundada de meia canela era motivo de paradas e tateadas.

       

      Por fim, saímos do gelo. Em pedra firme, nos sentimos mais seguros, mas não tinha lugar plano algum para armar barraca. O jeito era descer até achar. Estávamos meio altos, então temíamos entrar no campo de visão do refúgio e suas regras absurdas e simpatia tão grande quanto a quantidade de mato ao redor da gente, que era um nada bem grande.

       

      Mas no fim descolamos um pequeno plano em cima de um Pedrão. Na falta de ter onde meter pino, tive de prender tudo com pedras. Estávamos até bem protegidos do vento, mas mesmo assim estiquei 3 guy lines, aquelas linhas que são presas na cobertura da barraca e esticadas, para dar resistência e tensão à barraca. Impedir que vento forte a leve voando ou a despedace.

       

      Filipe tava cada vez pior. Vez uma limpeza e curativos rápidos na perna e foi se deitar sem comer. Nossos rostos ardiam. No caso dele, pernas e braços também. Foi então que sugeri descermos para a cidade e ir num médico. A ferida estava insensível, suja e sangrando. Pode ser que seja preciso dar pontos. Melhor não arriscar a montanha amanhã pela outra rota.

       

      Foi a primeira vez que montava a barraca nova, uma Fjallraven, sueca, geodésica, duas pessoas, azul.

       

      Gostei.

       

      Mas Filipe, dentro dela, parecia estar querendo adotar uma posição fetal para dormir. Meio à contra-gosto, reclamei que assim ele tomava 2/3 da largura da barraca, me obrigando a dormir pressionado contra a parede. Sem saber como iria ser a condensação da noite, infamosa em vários relatos de acampamento em montanha, queria distância das paredes. Espalhei algumas sacolas para meu saco não tocar nelas. Infelizmente a superfície não era totalmente plana e escorreguei bastante no começo, até meter uns cacarecos por baixo do isolante e conseguir me estabilizar. Filipe dormia e acordava.

       

      Apaguei a lanterna e fui dormir.

       

      Reparei que a barriga doía...

       

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      Tou mal...

       

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      Ancorada!

       

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      Nosso modesto jardim

       

      CONTINUA...

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    3. leocaetano

      leocaetano

      Pô Hendrik - que perrengue!!!!!

      Muito bom o relato, hein! Paabéns!!

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    4. peter tofte

      peter tofte

      Muito bom o relato! Muito bem humorado apesar dos perrengues.

       

      Não há trekking sem perrengue, mas neste aí os perrengues foram caprichados!

       

      Cadê a continuação??

       

      Uma curiosidade: qual a mochila que vc usava? Uma Deuter?

       

      Peter

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  20. Então galera, eu vou viajar pela primeira vez fazendo um mochilão, e o destino vai ser Bolívia, Peru, Chile e Argentina...e gostaria de saber algumas coisas, quem puder ajudar eu agradeço...

     

    1 - Que guia eu compro pra me ajudar na viagem?? Já ouvi falar do Rough Guide e do Guia "O Viajante", algum vale a pena??

     

    2 - Essa viagem seria realizada em novembro/dezembro... Puno é um destino que vale a pena ser posto no roteiro? E quando eu for pra Argentina, algum lugar na proivíncia de Mendoiza vale a pena??

     

    Obrigado pela ajuda...

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    2. nsaniele

      nsaniele

      tem o download do viajante independente neste link:

      http://www.4shared.com/zip/leZJhQZE/guia_do_viajante_independende.html

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    3. dunick

      dunick

      Pessoal, encontrei um site bacana sobre passagens aéreas para América do Sul: http://pt.pingofly.com/

      Para quem quer viajar pela América do Sul, vale a pena conferir e se inscrever.

      Abracos

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    4. gustavopeixoto!!

      gustavopeixoto!!

      consigo encontra algum clube de futebol pra jogar ? preferencia no Chile, tenho vontade de ficar 1 mês andando!!!

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  21. Gente:

     

    Estou planejando um trekking nos Andes no meio do próximo ano.

     

    O destino ainda não está certo. Pode ser Bolívia (a outra vertente do Illimani (4-5 dias) ou Quimsa Cruz (3-4 dias) ou Cordillera Real (13-14 dias) ou Illampu (5-7 dias)) ou Peru (Huayhuash (12-14 dias) ou Cordillera Blanca (5-7 dias) ou Circuito do Alpamayo (12-14 dias)). A decisão quanto ao destino seria tomada pelo grupo formado. A finalidade básica é fazer trekking, eventualmente podendo se agregar alpinistas (dá para conciliar. Na rota de alguns destes trekkings estão o Condoriri, o Illampu, o Illimani, o Yaypuru, o Huayna Potosi, o Diablo Mundo, o Alpamayo). Neste caso os trekkers ficariam descansando no acampamento base esperando o retorno dos alpinistas.

     

    Os roteiros acima citados passam por paisagens deslumbrantes e são aventuras inesquecíveis!

     

    Por que formar um grupo? Na maioria destes roteiros é aconselhável contratar um ou mais arieros com burros ou lhamas. Ele será o guia e conduzirá os animais de carga. Numa expedição de vários dias, algumas rotas andando acima de 4.000 m, com poucos pontos para reabastecimento, é um alívio não ter de carregar uma mochila pesada. Em algumas destas trilhas, infelizmente, há problemas de "atracos" ou "robos". Assim é totalmente desaconselhável o trekking solo ou mesmo em grupos pequenos sem guia. Formando um grupo ratearemos as despesas com o guia. Sairá bem mais em conta.

     

    Há a alternativa de expedições comerciais oferecidas por agências de turismo especializadas em SP. Ótimas para quem pode pagar pelo menos US$ 1.400 por cabeça, sem contar a parte aérea. Se contratarmos um guia sairá bem mais barato.

     

    Em todas estas expedições devemos calcular um nº razoável de dias para aclimatação, antes de partirmos para a caminhada. Quem nunca subiu acima de 3.000 m. não sabe como isto é necessário!!!

     

    Creio ser requisito uma boa experiência prévia em trekking. É o meu caso, porém apesar de já ter visitado Bolívia e Peru, não fiz caminhadas por lá. A minha experiência é no Brasil. O trekking nas montanhas, além de condicionamento físico e aclimatação (principalmente) exige bons equipamentos, especialmente roupas para frio e barracas 4 estações. Também devemos saber identificar o mal de altura e especialmente HAPE e HACE.

     

    O grupo compartilharia equipamentos ou alugaria. Eu pessoalmente tenho 3 fogareiros (MSR Whisperlite, Optimus Nova e Optimus Crux) cedendo-os a expedição. Possivelmente até lá compraria uma barraca 4 estações podendo dividi-la com mais 1 ou 2 do grupo (depende do tamanho da barraca).

     

    Quem topa??

     

    Peter Tofte

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    2. tadeusalgado

      tadeusalgado

      Legal!

       

      Por falar em Huayhuash, o Mundo em Videos publicou um video com imagens do filme Huayhuash e algumas informações sobre a cordilheira.

       

      Abraços

       

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    3. rlciq

      rlciq

      Apenas chamando a atenção de quem busca um bom trekking nos andes, contribuo com uma novidade:

       

      trekking-invernal-em-santiago-travessia-provincia-san-ramon-parque-yerba-loca-t117810.html

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    4. taynarap

      taynarap

      Olá! Eu gostaria de participar!!! Não tenho nenhuma experiência. O que preciso fazer?

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  22. Olá pessoal, conheci esse fórum a pouco tempo e ja me ajudou muito.

     

    É o seguinte estou planejando fazer um curso de inglês em Londres em Janeiro de 2008, ja fiquei sabendo que é inverno, como eu nunca viajei para o exterior e também frio em minha cidade nunca foi menos do que 10 graus eu não tenho idéia de como me vestir.

     

    Então eu queria ajuda de como me vestir (que roupas, calçados e acessórios) e onde posso comprar isso (lojas on-line de preferência ou em São Paulo)

     

    Muito obrigado a quem responder, vocês estão me ajudando muito.

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    2. lowpower

      lowpower

      Voce pode levar segunda pele... ajuda bastante! Também leve um corta vento, pois em algumas regioes venta bastante...

      Leve pelomenos 1 calça e 1 blusa...o resto voce compra lá.. como o michel falou, é mais barato do que aqui.

       

      Na decatlhon voce acha o par por uns R$120...

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    3. Sol Silva

      Sol Silva

      Em novembro estará acabando o outono e chegando o inverno, as temperaturas da Europa vão baixar muito, é importante levar malhas térmicas, que são como uma segunda pele, casacos forrados, com costuras bem seladas e com bom isolamento térmico, além disso, meias grossas, cachecóis, gorros, luvas, calças grossas e botas para a neve, de preferência o máximo de coisas impermeáveis para proteger bem da umidade e do frio.

      Depois veja nesse blog algumas dicas http://tcheinverno.blogspot.com/

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    4. alison.f

      alison.f

      Olá, vou para London dia 28 de dezembro e retorno dia 31 de janeiro...estarei indo a estudo... Alguem pode me dar alguma dica de localização das lojas para comprar roupas mais baratas? Alem da Oxford Street exite outro ponto mais comum para compra de roupas? Aproveitando o link, onde posso comprar souvenirs mais baratos?

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  23. EDITADO: LINK DE ALGUMAS FOTOS: http://www.flickr.com/photos/alinefaber/

     

     

     

    Quanto aos valores, usarei AR$ para pesos argentinos, US$ para dólares e R$ para reais :)

     

    Roteiro: Porto Alegre – Buenos Aires – Bariloche – Buenos Aires – Porto Alegre

     

    Vôo programado para sair de POA às 9:00 do dia 07/07/07. Chegamos no check in no horário correto, entramos no avião no horário correto e, depois de todos embarcados, informam que há problemas mecânicos no avião e que em 10 minutos seria tudo resolvido. Trova: às 11:30h nosso vôo decola rumo à Buenos Aires. :)

     

    BUENOS AIRES (dia 07/07)

     

    Chegando lá, fartamos os olhos no freeshop do aeroporto enquanto a quizumba de pegar bagagens se resolvia. Bagagens recolhidas e fomos nós em busca de informações sobre os tais “remises” (que são como táxis, porém têm o preço fixo de acordo com a distância... e não têm taxímetro, ou seja, se tiver engarrafamento ou se o motorista resolver fazer mil voltas, o valor é o mesmo).

     

    Pagamos no guichê do aeroporto mesmo os AR$68,00 do Ezeiza até a rodoviária de Buenos Aires para deixarmos nossas malas por lá e passearmos até a hora de partida do ônibus (às 19:10). Tudo ok. AR$42 foi o valor que pagamos para deixarmos todas as malas ali até às 18 horas (esses valores variam de acordo com o tamanho da mala e esse foi o somatório de todas as nossas malas).

     

    Almoçamos no Siga La Vaca, ali em Puerto Madero, porque todo mundo indicava esse restaurante e tal, mas, sinceramente, eu não vi nada demais. Não tem nada muito diferente das churrascarias daqui de Porto Alegre (exceto as carnes exóticas tipo rim recheado, e essas coisas hehe). Só o preço que é DEMAIS mesmo (AR$47 por pessoa com comida liberada e uma bebida por pessoa...). Passamos o resto do tempo passeando pela Calle Florida (é como se fosse a Av. dos Andradas aqui de Porto Alegre... só que um pouco maior... aliás, HOMENS que quiserem comprar roupas, vão direto pra essa rua porque tem mais lojas de roupa masculina que feminina) para procurarmos algum casaco mais pesado para enfrentarmos o frio de Bariloche. No fim acabamos desistindo da procura porque tava uma correria e fomos para a rodoviária.

     

    Nosso ônibus pra Bariloche foi muito pontual. 19:10 estávamos saindo da rodoviária felizes e contentes. Aconselho qualquer pessoa que vá pra Bariloche que faça um dos trajetos BsAs - Bch (ida ou volta) de ônibus. Mas acredito que a ida seja melhor porque há aquela expectativa e a curiosidade, então a viagem passa ligeiro... Mas é impressionante a qualidade do serviço, o atendimento e as paisagens. Mas o que impressionou mesmo foi o serviço de bordo. Tivemos 4 refeições completíssimas e, no meio da noite, quando acordávamos pra conversar um pouco, surgia do além um dos “rodomoços” oferecendo um vinho ou um champagne ou um whisky hehehe... Nossas poltronas eram as bem da frente, então toda aquela vista linda e aquela estrada reta sem fim eram as nossas vistas durante a viagem. Até que chegamos a um ponto que os vidros estavam congelados do lado de fora. Até botamos pra gelar nossa água que havia esquentado entre o vidro e a cortina hehehehe. Fizemos uma única parada de 10 minutos pra galera ir no banheiro ou comer alguma besteirinha e pra esvaziar o banheiro do ônibus hehehe.

     

    Sobre a compra da passagem de ônibus, fizemos pela Internet através do site http://www.viabariloche.com.ar e pagamos cerca de R$107,00. Um valor barato se comparado com os valores brasileiros... Eles abrem a compra pela internet um mês antes da data da viagem... Mas também vendem pelo telefone.

     

    BARILOCHE (de 08/07 a 13/07)

     

    20 horas de viagem depois, um frio do cão em Bariloche, pegamos um táxi para o nosso Hostel. Muito cuidado se você tiver bastante bagagem. Procure levar malas pequenas, pois as nossas 3 malas grandes foram no porta-malas PORÉM O PORTA-MALAS FOI ABERTO. E Bariloche tem várias subidas e nós ficamos em aflição imaginando nossas queridas malas caindo e rolando lomba abaixo hehehehehe enfim... o táxi é razoavelmente barato lá também, mas lá tem remises então é mais aconselhável hehe

     

    Hostel Marcopolo Inn - Salta 422 - Bariloche - Tels. 02944-400105 / 423102

     

    Altamente recomendável! :) Filiado ao Hostelling International. Atendimento legal, quartos legais, com banheiros, aquecimento (característica de TODOS os estabelecimentos lá de Bariloche, diga-se de passagem), camas confortáveis, travesseiros bons, café-da-manhã e jantar incluídos, internet, elevador e um pub muito tri também. Um fator importante: é onde tem a cerveja (Quilmes) mais barata que encontramos em Bariloche hehehehe Recomendo MESMO. :) US$168,00 (3 pessoas) pagos na chegada.

     

    Como chegamos no meio da tarde, não tinha mais tempo de fazer coisas muito mirabolantes, então resolvemos caminhar pelo centro da cidade, passando pelo Centro Cívico e caminhando pela Av. Mitre – principal rua da cidade. Acabamos comprando meias de lã (EXTREMAMENTE ÚTEIS tanto em Bariloche como aqui em Porto Alegre) por AR$32. Comprei apenas uma, mas recomendo que comprem umas 3, porque a minha meia acabou “vencendo” de tanto uso hahaha.

     

    Na Mitre e suas imediações há muitas lojas que alugam as roupas de neve e equipamentos de ski e snowboard. Pegamos as roupas para todos os dias que ficamos por lá porque é extremamente frio e acabamos usando as roupas de neve no dia a dia. Altamente recomendável fazer isso porque é comum todo mundo andar com aquelas roupas e as botas de neve... até porque a rua fica cheia de gelo e escorregadia. Por três dias de locação, pagamos AR$25 pela roupa com casaco, calça, bota e luvas e AR$20 pelo macacão, bota e luvas. No dia-a-dia usávamos os casacos impermeáveis e duplos pra não congelar. Afinal, nosso primeiro dia foi de -22°C!!! Foi o MAIOR frio da história de Bariloche!

     

    Devido à relatos que li antes de viajar, achamos que seria melhor alugar os equipamentos de ski no centro de Bariloche porque é mais barato, mas não compensa. Pagamos AR$35 cada pelo equipamento de ski (pranchas, botas e bastões) + AR$15 pelos óculos. O snow era AR$40.

    Mas o problema foi carregar todo esse equipamento até o albergue e depois até o cerro catedral e depois voltar com aquilo nas costas dentro de um ônibus urbano.

    Sério, NÃO ALUGUE O EQUIPAMENTO NO CENTRO. PEGUE TUDO LÁ NA BASE DA ESTAÇÃO DE SKI.

    Na base do Cerro Catedral custa em média uns AR$52 o equipamento de ski e uns AR$60 pelo snowboard.

     

    No segundo dia de Bariloche, compramos uma passagem de teleférico (AR$35 por pessoa, incluindo o traslado do centro até o Cerro) do Cerro Otto, onde tem uma Confeitaria Giratória LINDA! A vista de lá de cima é espetacular. Passamos uma tarde inteira lá e foi maravilhoso!

    Compramos esses tickets num guichê que tem na Av. Mitre. Acho que é na segunda esquina depois do Centro Cívico. É na frente da Aerolineas Argentinas. :) Ali aceitam dólares também.

    Recomendo MUITO irem lá... Nós chegamos e tinha uma nuvem imensa, então da base do cerro não conseguíamos ver a confeitaria e acabamos ficando meio desanimados, mas depois de atravessar pelo meio da nuvem e chegar lá na confeitaria... MEU DEUS DO CÉU... Aquela vista por cima da nuvem, enxergando os cumes de TODOS os cerros em volta... E aos poucos aquela nuvem foi se afastando e finalmente vimos toda Bariloche e o Lago Nahuel Huapi... Nossa, indescritível.

     

    Depois dessa linda vista, fomos para o centro novamente e passeamos um pouco mais e depois pub do hostel mesmo. :)

     

    No terceiro dia, resolvemos ir para o Cerro Catedral, esperamos durante uma meia hora o ônibus que vai pra lá e, quando passou, tava LOTADO e o motorista fez um sinal de que logo atrás viria mais um. Estávamos atrasados para nossa aula de ski e resolvemos pegar um táxi, mas quando estávamos ajeitando toda a parafernalha dentro do porta-malas e nos colos de todos, o ônibus realmente passou. Resultado: pagamos AR$40 no táxi e chegamos junto com o ônibus, onde cada um pagava AR$3,50. hehe

     

    Encontramos nosso professor e fomos rumo à aula de ski. Meio irritante. Quanto às aulas de ski, fizemos 2 horas, pagamos AR$260 (éramos 3 pessoas), mas realmente acho que se chegássemos lá e ficássemos analisando as pessoas andarem por uma meia hora, teríamos aprendido a mesma coisa. De qualquer forma, se alguém quiser uma teoria de ski, pode perguntar que eu explico (hehehehehe).

    Para utilizar os meios de elevação lá no Cerro Catedral, custava AR$102 por pessoa! Mas quem não quer subir LÁ no cume do Cerro, ou seja, quem não tem muita prática no ski ou snow, acho que não vale a pena pagar esse valor. Pode-se utilizar as pistas que ficam ali embaixo e têm umas descidas que, pra quem NUNCA fez ski ou snow, é emocionante o vento no rosto hehehehe.

     

    Outra: os óculos que alugamos não serviram pra nada, (SÓ PARA A POSE NA FOTO! HAHAHA) pois, devido ao nosso suor (sim, a gente sua na neve! Hahahaha) os óculos embaciavam (? Como se escreve isso? Hehehe) e não dá pra enxergar NA-DA! Acho que óculos de sol normal já serve pra cortar aquela claridade que o reflexo do sol na neve provoca. Ainda mais pra quem tem olhos claros (experiência própria!)

     

    Depois de quase nos matarmos durante as aulas, paramos pra almoçar num restaurante bem bom – e não muito caro também e ficamos lá apreciando a vista e depois retornamos à saga dos skis hehehehe.

     

    Aliás, depois da tarde inteira gastando energias com os esportes de neve, resolvemos deixar os skis num lugar que tem que se paga AR$10 por kit de ski para deixar guardado até ir embora. Mas nossa intenção era continuar um passeio pelo Cerro Catedral, só que estávamos tão cansados que simplesmente sentamos dentro do centro comercial e parecíamos uns mortos-vivos. Não conseguíamos nem ter forças para ir até o banheiro! Incrível! Hehehehe

     

    Voltando para o Hostel, suados e cansados, loucos para um banho quente, no meio do banho a água termina, e a luz também!!! O maior blecaute da história da Argentina e nós lá. Confesso que não me senti muito honrada de estar presente neste fato histórico, - 20 horas sem água e luz em toda Bariloche - mas enfim... sempre tem um lado bom...

     

    Na manhã seguinte, nada de água ainda, mas a Paula resolveu ir no passeio para a Isla Victória e o Bosque de Arrayanes. Segundo ela, lindíssimo. Eu e o Dudu não fomos porque estávamos sem banho. Ela pagou AR$102 por esse passeio.

     

    Dudu e eu resolvemos que naquele dia iríamos fazer algo mais “light” depois de ter cansado tanto no dia anterior no Cerro Catedral, mas passando em frente a uma agência de turismo vimos um cartaz do Piedras Blancas, que é o cerro onde tem o skibunda. Entramos para ver o preço e acabamos acertando o passeio pra lá e também o do dia seguinte: Vila La Angostura.

     

    Piedras Blancas: AR$120 por pessoa (mais ou menos... não me lembro direito) – incluindo o traslado, 6 passes nos teleféricos, o skibunda e ingresso no parque.

     

    Vila La Angostura: AR$80 por pessoa.

     

    Corremos subindo a lomba que dava acesso ao nosso hostel, trocamos de roupa em 5 minutos (tivemos que colocar a roupa de neve novamente), pegamos algumas bolachas (era hora do almoço e nós estávamos sem comida) e a van que nos levaria a Piedras Blancas já estava nos aguardando em frente ao Hostel.

     

    Chegamos ao parque, comemos alguma coisa e fomos pegar nossos skibunda para descer 3.380m pelas pistas sinuosas daquele cerro hehe. Tinha filas e filas para pegar a cadeirinha do teleférico e ir até o topo para descer, mas confesso que foi um dos dias mais divertidos.

     

    No meio do caminho, acabei rolando uns 10 metros abaixo com 4 franceses que me atropelaram e me deixaram com um hematoma lindo na panturrilha. Como não tinha gelo á mão, acabei levantando a calça e colocando a perna dentro da neve. Hehe

     

    Após isso, voltamos para o hostel e a Paula chegou depois de nós. Quando contamos que tínhamos ido ao skibunda, ela ficou braba conosco, mas acabou tudo bem hehe

    À noite, fomos ao pub mais famoso de Bariloche: WILKENNY. Estavam passando o jogo Argentina x México e havia uma promoção de 2 Quilmes pelo preço de 1, durante o jogo. Chegamos, fomos abordados por uma promoter da Quilmes que nos explicou a promoção e quando pedimos as cervejas, a garçonete avisa que para nós a promoção não é válida. (neste momento o meu sangue começa a esquentar...)

    Então o Dudu pergunta o preço de uma dose de whisky e 2 minutos depois ela aparece com uma dose e diz: 28 pesos. O Dudu pede para cancelar porque era muito caro. Ela retorna um tempo depois dizendo que não pode cancelar pois já está servido e, caso quiséssemos, poderíamos conversar com o dono. Dito e feito. Acompanhei a senhorita até o dono, peguei o copo de whisky da mão dela, coloquei em cima do balcão e disse: nós cancelamos essa dose e não vamos pagar. Ele disse: “entonces lo que hago con eso?” Eu respondi: “beba!” Ele: “pero yo no quiero.” “então enfia! E estamos indo embora! E tomara que a Argentina ganhe a vá para a final com o Brasil e perca, BOLUDO!” (HAHAHAHAHA barraco, mas eu já estava um pouquinho estressada ahehehehe)

     

    Então fomos para um restaurante comer uma “tabla de ahumados” (altamente recomendável) que é uma tábua de defumados que inclui salmão, queijos, javalí, cervo, porco e uns frios. Muito bom mesmo. E não é muito caro, se dividido entre 5 pessoas (nosso caso).

     

    Depois demos uma volta pelo centro, vendo as paisagens à noite e voltamos para o hostel para terminarmos a noite no pub do hostel que realmente é o melhor de todos. Hehe

     

    No dia seguinte fomos ao passeio da Vila La Angostura, era um dia nublado e meio chuvoso. Mas para nosso deleite, nevou e muuuuito nesse dia. Só atrapalhou um pouco o nosso passeio pela Vila porque tinha paisagens que certamente ficariam mais lindas ainda com um solzão bonito hehe.

     

    A Vila La Angostura fica na província de Neuquén (Bariloche fica na província de Rio Negro), há mais ou menos uns 80 km do centro de Bariloche e a viagem até lá dura cerca de uma hora. Antes de chegar na Vila, passamos por uma outra vila um pouco menor que tem umas casas lindas, cheias de neve por todos os lados e com paisagens estonteantes.

     

    Lá na Vila La Angostura, almoçamos num restaurante – indicado pelo motorista da van – que tem uma vózinha na frente. Comemos a “trucha con papas fritas” que é muuuuuito bom. É um peixinho bem macio com as batatas fritas junto. Clássico cardápio da região. Junto com o “Pasos de Toro”: o refrigerante de pomelo, uma fruta de lá. Eu não curti, mas tem que curta hehehehe. Preferi o 7up.

     

    Chegamos em Bariloche novamente por volta das 18:30 e fomos direto para o Hostel. Aproveitamos e ligamos para o Hostel Suítes Obelisco para confirmarmos nossa reserva e avisar que chegaríamos por volta das 18 horas. Reservas confirmadas. Tudo pronto para o vôo no dia seguinte.

     

    No nosso último dia em Bariloche, saímos para fazer as compras e tudo mais pelo centro. Fomos bater as fotos clássicas no Centro Cívico, fotos com os cães são bernardo (tiramos sem pagar, escondidas, mas eles cobram pelas fotos hehe), na catedral e tudo mais. Já que às 16:00 era o nosso vôo para Buenos Aires.

     

    BUENOS AIRES (13/07 a 15/07/2007)

     

    O vôo foi tranqüilo, apesar do atraso na saída, mas isso já é de praxe, chegamos no Aeroparque de Buenos Aires por volta das 17:30 e pegamos um remis para o centro, mais precisamente na Av. Corrientes no Hostel Suítes Obelisco. Chegamos no hostel, ótima aparência, boa infra-estrutura, mas fomos informados de que “no hay más habitaciones” e que nossa confirmação de reserva feita 24 horas antes não valia mais nada e que iriam nos mandar para outro hostel pelo mesmo preço ou mais barato.

     

    Depois de muita discussão e ironias de ambas as partes, nos mandaram para um Hostel em Palermo. Um bairro muito legal, mas afastado do centro e isso dificultou o deslocamento para onde queríamos ir e tínhamos programado ir a pé além de aumentar nossos custos com transporte.

     

    Giramondo Hostel Bar

     

    Chegando no tal Giramondo Hostel Bar, um quarto xexelento, com banheiros compartilhados e água fria nos chuveiros. O pessoal é nota 10. Todo o staff foi bem atencioso conosco, mas realmente já havíamos nos estressado com o Obelisco então a partir daí tudo ficou horrível.

     

    Passamos a noite numa tal Calle Báez, onde há vários bares e pubs e casas noturnas, mas acho que aquele era o lugar mais caro de Buenos Aires. Só pelos “carrinhos” que estavam estacionados nas ruas: BMW, Ferrari, Porche, etc... Mas são lugares legais. Aconselho a ir pelo menos uma noite pra conhecer. Hehe

     

    No dia seguinte fomos para a Recoleta, visitar o Cemitério de la Recoleta, onde está sepultada a Evita Perón (no mapa do cemitério, é só procurar a sepultura da Família Duarte). O cemitério é deslumbrante. Completamente mórbido mas pra que gosta de arquitetura, lá é um prato cheio. São sepulturas com esculturas gigantes e muito bem trabalhadas.

     

    Após, passamos pela igreja que tem ao lado e também fomos ao Buenos Aires Design, que tem umas lojas de decoração muito legais e também o Hard Rock Café Buenos Aires. Aliás, almoçamos ali. Melhor comida de Buenos Aires e o lugar é muuuuuuuuuito legal. Ainda mais pra quem curte rock’n’roll. Esse lugar rende muitas fotos.

     

    Depois, fomos a pé até a Calle Florida para fazermos as compras e, depois de andar MUITO, e ter muitas sacolas nas mãos, paramos na sorveteria Freddo e comemos o clássico sorvete de dulce de leche. Realmente espetacular! Totalmente excelente. Aliás, nesse lugar ouvimos uma pérola do portunhol: “me gustaria un sorviete de moriango!” haueueuhehaeuhheuaeuhauehah

     

    Voltamos ao hostel correndo porque estávamos bem atrasados. Deveríamos estar às 22:30 no Café Tortoni para ver o show de tango que começaria às 23 horas em ponto. Outra coisa muito aconselhável é esse show de tango. Tem que reservar lugar para os shows. São dois: um às 21 e outro ás 23 horas. No hostel nos informaram o telefone de lá e reservamos pela manhã. AR$40 o ingresso.

     

    O show tem músicos ao vivo (piano, acordeón, contrabaixo, violino) e o casal de dançarinos que contam a história do tango desde os tempos dos gauchos até os dias atuais, tudo em forma de música e dança. Lindo mesmo.

     

    Após o show, fomos novamente para a Calle Báez e entramos em quase todas as casas noturnas, já que não cobram ingresso e conhecemos todas. Acabamos ficando numa casa de soulmusic muito boa. Finalizamos a noite no pub do hostel mesmo, jogando sinuca e dardos.

     

    Último dia em Buenos Aires, domingo, foi o dia de visitar os pontos turísticos clássicos e também a Feira de San Telmo – só tem aos domingos das 10 às 17, se não me engano. Passamos pela Casa Rosada, pela Catedral (onde fica o mausoléu do San Martín), pelo Museo del Cabildo (bem sem graça), pelo Obelisco e finalmente pela feirinha. Altamente recomendável também pela diversidade de coisas que estão à venda e também pelas pessoas que passam por lá. É uma rua comprida que tem muitos antiquários e muitas bandas de jovens portenhos tocando o clássico tango e pessoas dançando no meio da rua. Bem legal mesmo. É como o Brique da Redenção aqui em Porto Alegre, só que em proporções bem maiores.

     

    Cansados e com fome, pegamos o subte e retornamos para o hostel, pegamos nossas coisas e fomos para o Aeroporto Internacional Ezeiza de Buenos Aires. Era dia da final da Copa América: Argentina x Brasil. Depois de agüentar aquela quantidade imensa de argentinos durante todos os longos dias em Buenos Aires, chegando no aeroporto só ouvimos alguns gritos de decepção: gol do Brasil. Nós na fila do check-in e mais uns gritos: gol contra da Argentina. “Que peeeeeena!”... Minutos depois: mais um gol brasileiro. E fim de jogo! Brasil 3x0 Argentina e eu lá em território inimigo podendo cornetear à vontade! Não há prazer maior.

     

    Depois do check-in, tivemos que passar num guichê lá para carimbarmos as notas de TAX FREE e o querido atendente foi MUITO grosso com a gente e, ao sairmos eu só respondi: “obrigada pela atenção e só uma última coisa: TRÊS A ZERO E BRASIL CAMPEÃO DA AMÉRICA PRA TI, ARGENTINOOOOOOOOOOOOOO!” HAUEHAEAUUEHAE ele me olhou bem sério e não falou nada.

     

    Fomos para a área de embarque e fomos informados que nosso vôo estava atrasado 50 minutos e poderíamos fazer a festa no Duty Free. Hehe Nós três acabamos nos separando e depois de um tempo procurando chocolates, bebidas e presentes que faltavam, ouve-se ao fundo, uma voz que gritava: “vuelo 7459 7459! Pasajeros del vuelo 7459!” Era o meu vôo. Corri até ele e informei que eu era uma passageira, mas tinha que pagar minhas coisas ainda. E ele disse: “falta apenas você e mais 2 passageiros!!! Corre que eu aviso que já te encontrei!” Corri para pagar e pensei: “esses dois passageiros que faltam não devem ser o Dudu e a Paula.”

     

    Acabei encontrando o Dudu no caixa e ele perguntou pela Paula. “Não vi ela desde que a gente se separou” respondi. Corremos para o portão de embarque e entramos no avião. O único assento vazio era o da Paula. Sim, nós três éramos os 3 passageiros que atrasaram o vôo 7459.

     

    Motores ligados e nada da Paula aparecer e nós estávamos preocupados, até que de repente, tranquilamente entra a Paulinha no avião, senta no seu assento e seguimos para casa.

     

    Aeroporto Salgado Filho e os pais e irmãos todos nos aguardando ansiosos no desembarque internacional.

     

    Agora é descansar e ver as fotos.

     

     

    Agora um resumo de gastos:

     

    TRANSPORTE

     

    Aéreo:

    Porto Alegre / Buenos Aires - R$162 (Gol) http://www.voegol.com.br

    Bariloche / Buenos Aires – R$350 (Aerolineas Argentinas) http://www.aerolineasargentinas.com.br

    Buenos Aires / Porto Alegre – R$162 (Gol)

     

    Terrestre:

    Buenos Aires/Bariloche – R$107 (Via Bariloche) http://www.viabariloche.com.ar

     

    PASSEIOS

     

    Bariloche:

     

    Cerro Otto – confeitaria giratória

    - AR$35 - teleférico + transfer centro / cerro otto / centro

     

    Cerro Catedral

    - AR$40 – táxi (mas tem o ônibus que custa AR$3,50... Pegamos o táxi porque estávamos atrasados)

    - AR$250 - 2 horas de aula de ski (contratamos o serviço na loja que alugamos nossas roupas, mas nem vale a pena pagar pela aula... é só você se sentar perto de onde os instrutores dão a aula e prestar atenção... depois é sorte e bunda na neve! Hehehe)

    - US$40 - equipamento de ski (alugado no centro de Bariloche, mas não vale a pena, pois o trabalho que dá pra carregar toda aquela tralha... é melhor alugar na base do cerro... deve custar mais ou menos uns US$50...)

    - AR$20 (x6) – foto skiando (nossa câmera não quis funcionar à temperaturas tão baixas e tivemos que pedir para o fotógrafo que estava por ali bater umas fotos nossas... 20 pesos cada foto - O ARQUIVO NO CD! A foto impressa custava 25 pesos)

    - AR$3,50 – ônibus do Cerro para o centro

     

    Piedras Blancas

    - AR$120 – transfer + ingresso no parque + 6 descidas de skibunda (muito divertido)

     

    Villa La Angostura - AR$80

     

    Isla Victória e Bosque de Arrayanes - AR$102

     

     

    HOSPEDAGEM

     

    Bariloche:

    Hostel Marcopolo Inn – Salta 422 - Bariloche - Tels. 02944-400105 / 423102

    5 noites + café da manhã + janta + roupas de cama e cobertores + banheiro privado + internet 24h: US$56

    http://www.marcopoloinn.com.ar

     

    Buenos Aires:

    Giramondo Hostel Bar – Guemes, 4802 – Palermo

    2 noites + café da manhã + roupas de cama e cobertores + banheiro compartilhado + internet 24h: US$ 24

     

     

    US$ 1483,90 (passagens) Us$160 (passeios) US$80 (hospedagem)

     

    Total em dólares: US$1723,90

     

     

    Espero ter ajudado e qualquer dúvida, por favor perguntem!!!

     

     

    P.S.: Na verdade, o relato tem um monte de fotinhos pra ilustrar melhor, mas não consegui descobrir como faço pra inserir imagens :( assim que eu ajeitar o meu Flickr, coloco o link pra vocês darem uma olhadinha básica... hehe

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    2. alineeeee

      alineeeee

      Sim, colocarei as fotos no ar assim que eu conseguir consertar meu computador lá em casa...

       

      Enquanto isso, fica a curiosidade... hehehhe

      •  
    3. jonathanppmaia

      jonathanppmaia

      Muito bom o relato!!

      Estou começando a planejar a minha ida para argentina em outubro, mais vou passar somente 7 dias, e acho que bariloche não vai dar tempo de visitar!!

      As piadinhas para os argentinos!! maaasa. ::lol4::

      •  
    4. camilansa

      camilansa

      Aline,

       

      adorei o seu relato, muito bom mesmo e vai me ajudar muitoooo!!! rs

      tenho uma pergunta a fazer: pq nao fez o cruce andino? gostaria de saber o preço.... ahh outra coisa, vc fez a reserva dos hostels como? teve q pagar adiantado? fiquei com receio pois vc falou q fez a reserva mas nao "reservaram' as vagas de vcs!!!

       

      gracias

      •  
  24. Preciso de uma bota/tenis que agarre em pisos escorregadios e molhados, tipo pedra portuguesa molhada.

    Já tive Snake agreste stx (solado vibram) e Timberland, ambas deixam a desejar nesse tipo de piso.

     

    O que me aconselham ?

    Valeu

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    2. rafadantas

      rafadantas

      Tenho uma bota Finisterre da Vento (antiga Nômade) e achei sensacional o sistema anti-derrapante dela. Já fiz vários trekkings em direção a cachoeiras e com frequência atravessei pequenos córregos com pedras bastante escorregadias ao redor e me surpreendi com a aderência dela, não escorreguei nada. Nesse último feriado de corpus christi fiz a travessia Petrópolis-Teresópolis e mais uma vez fiquei muito satisfeito não só com a aderência mas também com o sistema impermeável. Peguei uma quantidade de lama absurda na travessia já que choveu pesadamente em Teresópolis um dia antes de eu iniciar a caminhada. Fiquei impressionado já que enfiei meu pé na lama até acima do tornozelo em alguns momentos, e não passou nenhuma gota. Quem conhece a travessia sabe o tanto de pedra que tem lá e em descidas íngremes, mas não escorreguei uma vez sequer. Um amigo que estava comigo se queixou da bota dele e toda hora escorregava. Recomendo muito a finisterre, além disso tudo ela é confortável.

      •  
    3. Rômulo.gm

      Rômulo.gm

      Tava dando uma pesquisada sobre esse assunto e não tem um tópico específico sobre Solas Lisas (ou pelo menos não achei). Infelizmente.

      Eu tenho 3 modelos da Nomades-Vento, 2 Salomon, 1 Snake

      2 Nomade X-Pro II

      1 Nomade Mamut

      1 Vento GS3000

      1 Salomon Explorer GTX (minha decepção)

      1 Salomon 3D Fastpacker MID GTX

      1 Snake Trilogy (maior porcaria que já tive)

       

      A mais nova (<1ano) é a GS3000, mas ela é a mais usada pois uso no dia-a-dia pelo C.A.

      A mais velha é uma das X-Pro que devo ter desde 2009

       

      TODAS são muito lisas. Pedra molhada, espeleologia, riachos, rapel na cachoeira... Esqueça de por seu pezinho nisso!

      Uma coisa que tu não pode tentar jamais é pular de uma pedra pra outra. Grandes chances de estabaco.

      Dessas, a mais lisa é a Explorer e a menos é a X-PRO, mas nenhuma delas é realmente BOA no quesito não escorregar.

      Agora que vem vindo o verão, não to mais a fim de cair e/ou me estirar num espacate.

      Dicas pra próxima? Não me importo se o solado desgasta muito, vou usar só na trilha.

       

      Abraços

       

      Ps.: O que mais me deixa triste é que eu ganhei da BASF uma botinha dessas de brinde (o custo está entre 70-90 reais) e ela a a mais aderente que tenho. Pena não aguentar o tranco.

      •  
    4. AndrePmcv

      AndrePmcv

      Fala Pessoal, Bom dia!

      Então, to com uma bota da Quechua MH Forclaz 100... ontem Fui fazer uma trilha no morro do moreno em vila velha ( super facil) e fui com ela prra fazer uns testes.

      Passei essa dificuldade ai! em terrenos úmidos e que tenho uma subida na pedra a bota nao trava muito... Tem que saber usar muito bem o peso do corpo pra bota travar e vc conseguir subir. E mesmo assim nao pode dar mole se nao escorrega... subir é tranquilo, descer mais dificil um pouco. 

      Se eu tivesse descalço, por exemplo, seria muito mais facil e com certeza travaria muito mais... 

      Tinha o mesmo problema com a outra bota que eu tinha...  Aqui no ES os picos que costumo ir sao muito de pedra... Tem a parte do caparao tb que é uma mistura de pedra com trilhas... Pedras na hora de subir rio acima e depois as trilhas que tem de fazer tb...

      Tinha um tenis de solado um pouco mais liso... esse sim travava nas pedras que era uma beleza, subia tudo correndo e em pé ainda rssss.... o tenis nao da a firmeza que a bota da aos pes e nem a proteçao.

      Queria muito um bota que tivesse uma aderencia melhor pra eu poder ficar despreocupado em relacao a isso... porque é foda vc la no meio da montanha na pedra ficar preocupado com o seu calçado que nao ta travando bem na pedra

      Abraços

      •  
  25. Bom galera, estou planejando um roteiro de viagem que já tenho em mente a algum tempo, mas agora parece que vai. A idéia é viajar pra Machu Picchu em Dezembro / Janeiro desse ano.

     

     

    Roteiro:

    Rio de Janeiro – Corumbá (MS) – Puerto Quijarro – Santa Cruz – La Paz – Puno – Cuzco – Machu Picchu – Cuzco – Nazca – Arequipa – San Pedro do Atacama – Salar do Uyuni – San Pedro do Atacama

     

    A partir daí é que começa a dúvida. Minha intenção era (talvez) visitar algumas cidades do Chile, ir para a Argentina, e voltar ao Brasil por Foz do Iguaçu. Mas todos os relatos que vi aqui no Fórum Mochileiros e em outros sites fazem apenas Bolívia, Peru e Chile, sem passar pela Argentina. Então não sei qual é um bom roteiro a seguir a partir do Chile. Os únicos pontos dados como certos são Buenos Aires e Foz do Iguaçu. Se alguém puder ajudar.

     

     

    Algumas cidades que estou em dúvida:

    - Potosí

    - Sucre

    - Cochabamba

    - Copacabana

    - Ica (Huacachina)

    - Lima

    -Tacna

    - Arica

    - Calama

    - Huaraz

    - Santiago

     

     

    Alguns passeios que gostaria de saber se são bons:

    - Lago Titicaca / Isla Del Sol / Isla De La Luna

    - Ilhas Flotantes de Uros

    - Ilha de Taquiles

    - Islãs Ballestas

    - Canyon del Colca

    - Isla Pescado, Laguna Verde, Laguna Colorada (em Uyuni)

     

     

    Dúvidas:

    - Primeiramente: Esse roteiro é viável? Levando em consideração os locais a serem visitados e os preços de transporte e estadia, esse é um bom roteiro?

    - Vale a pena possuir algum cartão tipo albergues da juventude? E carteira internacional de estudante?

    - Em quanto (R$ ou USD) vocês estimam um gasto diário razoável (contando transporte, alimentação, albergue, passeios, etc.)?

    - Quais outros destinos (não incluídos nesse roteiro, e seguindo esse caminho) valem a visita? E quais desse roteiro não valem muito a pena?

    - Quais dessas cidades valem a pena passar mais de 1 dia para conhecer todos os pontos turísticos?

    - Quais passeios nas localidades citadas no roteiro, ou em localidades próximas, (ex: Illas Flotantes em Puno, etc.) valem a pena?

    - Dá pra se virar só com o inglês e o portunhol?

    - A galera brasuca costuma sentir muito os efeitos da altitude?

    - Dicas de albergues nas cidades citadas?

    - Alguma outra dica?

     

     

    Bom, é isso. Se alguém puder dar uma força aí, seria excelente. Valeu, abraços.

    •   
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    2. mariana reolon

      mariana reolon

      oi gente, eu li todos os posts

      eu tenho quatro dias pra descer de lima pra buenos aires, mas eu queria fazer uma rota q fosse interessante e nao mtu cara

      eu vi a rota por uyuni, villazon e depois entrando na argentina, essa eh a rota mais rapida?

      alguem tem ideia do custo dos onibus para essa rota?

      obrigada

      •  
    3. Rodrigo e Gí

      Rodrigo e Gí

      Olá Gente !!!

       

       

      Vou colocar aqui algumas opções de roteiro que fiz, favor apontar algum erro que eu possa ter cometido ou alguma sugestão.

       

      Gostaria da opinião de vcs sobre o tempo, se consigo fazer os roteiros mais longos nesse prazo.

       

      Julho de 2009

      Entre 22 e 26 dias no máximo

      Tudo de ônibus

       

      ROTEIRO 01 – Saindo por Corumbá e voltando por Foz do Iguaçu.

       

      O roteiro mais longo, fazendo o passeio de Uyuni na ida, passando por Peru e norte do Chile e voltando cruzando a Argentina para Foz do Iguaçu.

       

      São Paulo (BR) – Corumbá (BR)

       

      Corumbá/Puerto Quijarro (BOL) – Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) – Cochabamba (BOL)

       

      Cochabamba (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – Uyuni (BOL)

       

      Uyuni (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) – Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Cusco (PER)

       

      Cusco (PER) – Águas Calientes (Machu Pichu) (PER)

       

      Cusco (PER) – Arequipa (PER)

       

      Arequipa (PER) – Tacna (PER)

       

      Tacna (PER) – Iquique (CHI)

       

      Iquique (CHI) – Calama (CHI)

       

      Calama (CHI) – San Pedro de Atacama (CHI)

       

      San Pedro de Atacama (CHI) – Salta (ARG)

       

      Salta (ARG) – Posadas (ARG)

       

      Posadas (ARG) – Puerto Iguazu (ARG)

       

      Puerto Iguazu (ARG) – São Paulo (BR)

       

       

       

       

       

       

       

       

      ROTEIRO 02 – Saindo por Corumbá e voltando por Foz do Iguaçu.

       

      Voltar pela Bolívia entrando no Chile por Uyuni e depois cruzando a Argentina para Foz do Iguaçu.

       

      São Paulo (BR) – Corumbá (BR)

       

      Corumbá/Puerto Quijarro (BOL) – Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) – La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) – Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Cusco (PER)

       

      Cusco (PER) – Águas Calientes (Machu Pichu) (PER)

       

      Cusco (PER) - Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) - La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) - Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) - Uyuni (BOL)

       

      Uyuni (BOL) - San Pedro de Atacama (CHI)

       

      San Pedro de Atacama (CHI) - Salta (ARG)

       

      Salta (ARG) – Posadas (ARG)

       

      Posadas (ARG) – Puerto Iguazu (ARG)

       

      Puerto Iguazu (ARG) – São Paulo (BR)

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

      ROTEIRO 03 – Saindo por Corumbá e voltando por Corumbá.

       

      Sem passar por Chile e Argentina, porém conhecendo Arequipa e Nazca.

       

      São Paulo (BR) – Corumbá (BR)

       

      Corumbá/Puerto Quijarro (BOL) – Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) – Cochabamba (BOL)

       

      Cochabamba (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – Uyuni (BOL)

       

      Uyuni (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) – Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Cusco (PER)

       

      Cusco (PER) – Águas Calientes (Machu Pichu) (PER)

       

      Cusco (PER) – Nazca (PER)

       

      Nazca (PER) – Arequipa (PER)

       

      Arequipa (PER) - Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) - La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) - Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) - Corumbá/Puerto Quijarro (BOL)

       

      Corumbá (BR) – São Paulo (BR)

       

       

       

       

       

       

       

       

       

      ROTEIRO 04 – Saindo por Corumbá e voltando por Corumbá.

       

      Rota speed: bate e volta pra Machu Picchu.

       

      São Paulo (BR) – Corumbá (BR)

       

      Corumbá/Puerto Quijarro (BOL) – Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) – Cochabamba (BOL)

       

      Cochabamba (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – Uyuni (BOL)

       

      Uyuni (BOL) – Oruro (BOL)

       

      Oruro (BOL) – La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) – Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Cusco (PER)

       

      Cusco (PER) – Águas Calientes (Machu Pichu) (PER)

       

      Cusco (PER) - Puno (PER)

       

      Puno (PER) – Copacabana (BOL)

       

      Copacabana (BOL) - La Paz (BOL)

       

      La Paz (BOL) - Santa Cruz (BOL)

       

      Santa Cruz (BOL) - Corumbá/Puerto Quijarro (BOL)

       

      Corumbá (BR) – São Paulo (BR)

       

       

       

      Obrigado

       

      Abraço a todos

      •  
    4. Lameira

      Lameira

      Alguém sabe me dizer qual a melhor opção entre o Geiser del Tatio e o Geiser Sol de Mañana. Estou com o roteiro apertado e acho que ir nos dois talvez seja desnecessário.

       

      Obrigado

      •  
  26. oi pessoal.

    Pretendo comprar o lampião LUMI da Azteq.

    Alguém tem?

    Gostaria de saber se ele é bom mesmo, e se tem uma iluminação boa.

    Abraços

    Marcio

    •   
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    2. Diário do Presi

      Diário do Presi

      Pessoal, to atras de um lampião de led, mas não quero esses que tem por aí, xingling da vida, parece luzinha de brinquedo rs

      Quero um com leds fortes, que da pra iluminar um ambiente 10x10 e tal

      alguem?

      •  
    3. babca

      babca

      eu tenho este aqui e sou muito feliz por nao precisar de pilhas nao e tao grande e ilumina bem dentro da barraca fora em escuridao total ajuda bastante, o nao uso de bateria fez eu me apaixonar por ele pra nao ter que fica dependendo de pilhas num acampamento mais longo.

       

      sku_90683_1.jpg

       

      http://dx.com/pt/p/solar-powered-hand-cranked-dynamo-6-led-2-mode-white-light-camping-lamp-90683

      •  
    4. Eduardo sancti

      Eduardo sancti

      Boa noite mochileiros! Eu quero opiniões sobre o lampião a querosene - Coleman, poto que, o meu fogareiro também funciona com querosene. Quanto ao destino: caminharemos em todos os tipos de terreno ziguezagueando entre os países indo em direção ao sul e sem data para voltar. Obrigado, Eduardo Santos.

       

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      •  
  27. Mochileiros bom dia,

     

    Para acampar em Ushuaia, Torres del Paine e El Chalten qual é o melhor fogareiro para se utilizar, MSR ou os convencionais de bujãozinho de gás descartável?? Pergunto porque Não sei se seria fácil comprar Benzina (acho que lá eles chaman de Nafta Blanca) para o MSR!

    Já no caso dos de Gás (bujão) é bem mais fácil co certeza.

    Alguém que voltou de lá pode dizer qual deles é melhor levar?? Ou outras dicas a respeito??

    Qual o modelo mais se utiliza?

     

    Abração

     

    Mochila90lts

    Emerson

    •   
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    2. mochila90lts

      mochila90lts

      Fala OGUM777 , fala HENDRIK belezinha ??

      Então....meus planos são o seguinte, serão '4' dias acampando em Ushuaia, '6' em T.D.PAINE e uns '10' em El Chalten.

      Eu tenho o MSR internationale e tô testando o Urano da Aztek, achei bem legalzinho e tâ dando conta do recado, pelo menos nas trilhas que tenho feito aqui em S.P. e M.G.

      A minha preocupação era a principio o combustivel para estes locais, mas já foi sanada porque sei que tanto o Gás quanto a Nafta blanca para o MSR posso encontralos.

      Depois veio a questão do peso, que acho que o Aztek sai na vantagem....mesmo tendo que levar cartucho de gás reserva.

      Cozinhar dentro da barraca pega mesmo né !!! rsrssrr Tenho escutado relatos, principalmente em T.D.Paine de ventos e chuvas repentinas estragando a possibilidade de cozinhar fora da barraca....putz ....

      Então tô nessa pesquisa e dúvida de qual deles levar, Meu MSR nunca me deixou na mão é verdade....algumas vezes em Itatiaia -RJ acendi dentro do vestíbulo e foi beleza.....mas tem que ter cuidado , é verdade!!!!!

       

      Abração a todos

       

      Mochila90lts

      Emerson

      •  
    3. ogum777

      ogum777

      hendrik, alguns fabricantes de barracas não dizem que tem um bom vestíbulo, que serve de cozinha? ou dão a entender isso?

       

      por outro lado, fabricantes de fogareiros, como a primus, vendem um kit pra suspender o fogareiro. em tese pra ser usado em barcos... procura no site deles, o suspension kit. site: www.primus.se

       

      ninguém, em nenhum canto, sugere cozinhar com fogareiro a combustível. mas a gás isso aparece com uma certa freqüência. os próprios garotos do gente de montanha, no artigo de fogareiros ensinam como adaptar uma panela pra isso, e até aparece uma fotinho desse sistema em uso:

      comida.jpg

       

      quando vc tá numa montanha brava, a muuuuuuitos metros de altitude, tipo 5.000, 6.000, vc talvez precise fazer isso. ou eventualmente aqui no braisl mesmo... há semanas atrás teve uma frente fria aqui em sp que choveu, ao menos na minha casa, mais de 24 horas direto e torrencialmente. aquele foi um dia em que eu realmente lembrei dessa opção, pensando: "ainda bem que tô na minha casa, quentinho, seco, e não na serra dos órgãos...".

       

      agora, quem tá numa montanha brava, numa situação de perrengue mesmo, deve estar com uma boa barraca que aguente peso na armação.

       

      eu ainda não tive que passar por um troço desses, nem montei sisteminha de pendurar meu fogareirim, no máximo cozinho no chão, no vestíbulo da minha barraca, e nem com o fogareiro a gás...

       

      []s

      emerson, vai treinando o equipo antes de usar em tdp. equipo a gente tem que saber usar de olho fechado, no escuro, com as mãos amarradas nas costas. pq senão o risco de lambança é muito grande. e ao usar um fogareiro a gás em tdp, não fique depois reclamando q ele é mais lento que o msr.... isso é um dado da realidade.

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    4. Pedro Demetrio

      Pedro Demetrio

      Nossa ogum, valeu pelo banho de informção ... depois dessa vou parar de ser bitolado em usar benzina e considerar o uso do gas tb.

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  28. Ola pessoal!

     

    Eu traduzi este texto de uma materia que saiu aqui sobre brasileiros tentando entrar no pais para trabalhar ilegalmente.

     

    Trabalhei na Africa do Sul ilegalmente, e embora tenha me ajudado no ingles, sempre estava com aquela sensacao de ser pega. Resolvi fazer de outra forma aqui. Entrei como turista e estudante na Nova Zelandia e depois de 1 mes consegui um emprego como consultora de viagens. Legalmente. Com direito a ferias e tudo. Isso prova que e possivel conseguir em outro pais. E hoje tenho a minha empresa de intercambio (www.nzega.com) e turismo especializada no pais.

     

    Ao inves de tentarmos infrigir a lei, poderiamos lutar juntos para ter a mesma oportunidade que outras nacionalidades: Working holiday Visa. Enviarei outro texto a respeito futuramente.

     

    Confira:

     

    Os brasileiros que viajam a Nova Zelândia sob a o visto de turista não são permitidos para trabalhar. Qualquer informacao contraria esta incorreta.

     

    A embaixada da Nova Zelândia está ciente que um número agentes do curso, salas de bate-papo e de indivíduos em Brasil estão passando para fora a informação incorreta sobre a habilidade dos brasileiros ao trabalho em Nova Zelândia.

     

    As autoridades da imigracao conta com vigorosos procedimentos para ter certeza que as condicoes de entrada na Nova Zelandia sejam respeitadas e nao usadas como um pretexto para entrar no pais e trabalhar ilegalmente. Estes procedimentos sao estritas e se aplicam para todos os visitantes, nao somente para brasileiros.

     

    Se a imigracao da Nova Zelandia considerar que voce esta entrando no pais para trabalhar (sem o visto de trabalho) sua entrada sera negada e voce tera que que retornar ao Brasil no primeiro aviao disponivel.

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    2. Mary Rocha

      Mary Rocha

      Olá Carol,

       

      Sim, esta informação é verídica. Se você adquire um curso de 6 meses Full time (período integral), você virá a Nova Zelândia com o visto de estudante. Se você já possui o IELTS já pode solicitar no próprio requerimento licença para trabalho. Senão o tem ainda, você pode efetuar a prova aqui. Assim que conseguir no mínimo a nota 5.0 no exame, você fará uma emenda no seu visto de estudante em que poderá trabalhar até 20 horas semanais.

       

      O que é IELTS? Em inglês significa International English Language Testing System e é uma certificação internacional, reconhecida mundialmente como a maneira mais eficiente de comprovar os conhecimentos em língua inglesa. O exame é fundamental para entrada em instituições educacionais do Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, além de também ser aceito nos Estados Unidos, Canadá e outros países de língua inglesa. O exame também é exigido em processos de visto e/ou imigração pelos Governos da Austrália, Nova Zelândia e Canadá. No exame você será testada nas quatro modalidades: ler, escrever, ouvir e falar em inglês.

       

      A nota que a imigração solicita corresponderia ao intermediário do Brasil. Portanto é importante que você estude e se foque no idioma. Caso tenha uma prévia experiência no estudo do idioma, isto facilitará no exame.

       

      Referente aos custos semanais, se você já tem o curso de inglês pago + homestay, você estará gastando uma cerca de NZD50.00 por semana de almoço, cerca de NZD20,00 em transporte público + dinheiro da balada - que isto depende muito de qual o tipo de balada que faz.

       

      Se quer viajar, os esportes radicais e outras atividades imperdíveis custam aproximadamente NZD100 a NZD250.00, cada uma. E são coisas que você não esquecerá nunca mais em sua vida! ::otemo::

       

      Bom, espero ter lhe dado uma visão ampla da coisa e caso tenha mais dúvidas, não hesite em contatar-me.

       

      Forte abraço!

       

      Mary Rocha

      www.nzega.com

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    3. pickingsolutionsnz

      pickingsolutionsnz

      TRABALHE LEGALMENTE NA NEW ZEALAND!!!!

       

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      * ENCAMINHAMENTO DO VISTO DE TRABALHO , NECESSÁRIO PARA TRABALHAR LEGALMENTE NA NEW ZEALAND

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      Setembro/outubro 2010 kiwi pruning (poda do kiwi),

      Outubro/Janeiro 2011 apple thining(preparaçao da maça) ou summer pruning( preparaçao do kiwi),

      Janeiro/Abril 2011 Apple picking (colheita da maça),

      Abril/Julho 2011 Kiwi picking (colheita do kiwi),

      Julho/Stembro 2011 kiwi pruning (poda do kiwi)

      PELO FONE 02102526852

      MSN E MAIL [email protected]

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    4. denise lisboa

      denise lisboa

      ola Mary!

       

      estou comprando um pacote pra estudar 1 mes em Auckland. na verdade minha intencao eh viver e trabalhar legalmente ai. vi em topicos anteriores que ha a possibilidade de se conseguir o visto de trabalho e renovar ate um ano. e depois disso? consigo renovar o visto? ja morei fora, morei na Irlanda por 7 anos e so nao estou la por nao ter conseguido voltar, qdo vim de ferias. meu nivel de ingles eh bom, mas nao tenho nivel superior, ou seja, nao me enquadro na categoria das profissoes que estao em " demanda" no momento. gostaria de saber se facil encontrar trabalho , conseguir o visto e acomodacao em queenstown. o consultor q me atendeu me disse q la eh o lugar mais facil de se conseguir visto de trabalho. posso apresentar cartas de referencias de meus empregos anteriores na irlanda? o que levo na mala?

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  29. Amigos e Amigas da estrada, :D estou planejando para Novembro uma viagem de carro para Maragogi.

    Eu vou parar em BH e Vitória da Conquista, até BH é fácil tudo duplicado postos Graal sem gasolina adulterada.

    Meu problema começa depois de BH, gostaria de dicas sobre postos etc.

    Muito obrigado.

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    1. goldenkenobi

      goldenkenobi

      Montei um roteiro pelo guia 4 rodas, gostaria da opnião de todos.

      Obrigado :D

      http://www.babybenz.babybenz.com.br/viagens/Maragogi/RoteiroMaragogi.pdf

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    2. sssazevedo

      sssazevedo

      Sugiro que você dê uma passadinha aqui em Aracaju e em Xingó antes de ir a Maceió. Aracaju foi a primeira cidade planejada do Brasil e atualmente é considerada a melhor capital em qualidade de vida do Brasil, com reportagem no programa Globo Repórter.

       

      Aqui em Aracaju você pode se hospedar em um dos nossos hotéis à beira mar e curtir a orla mais bonita do Brasil. Caso queira conhecer um pouco mais sobre Aracaju, visite o site http://www.orladeatalaia.com.br.

       

      Após conhecer Aracaju, sugiro que visite Xingó e faça um passeio no maior Cânion navegável do Brasil. Além disso, é interessante se hospedar no Xingó Parque Hotel (http://www.xingoparquehotel.com.br).

       

      Qualquer dúvida é só perguntar.

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  30. Ola,

    gostaria de saber se o brasileiro precisa de visto para entrar na Turquia, alguem pode me ajudar? Ja procurei em alguns sites, mas cada um tem uma informacao diferente...

    Obrigada!

    Olivia

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    1. Mostrar comentários anteriores  3 mais
    2. luciano ladeira

      luciano ladeira

      Concordo com o Marcos super tranquilo os procedimentos da imigração.

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    3. lucasbraganca

      lucasbraganca

      Quando passei por lá foi ótimo ver os americanos enfrentando fila, pelo menos em algum lugar no mundo a gente tem alguma vantagem... hehehe.

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    4. hugoss

      hugoss

      Informação oficial do site da embaixada da Turquia: http://www.mfa.gov.tr/visa-information-for-foreigners.en.mfa

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