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  1. Bahamas: brasileiros dizem ter sofrido maus tratos

     

    segundo o Site Terra... Polícia... Sexta, 2 de março de 2007 e o DN Internacional... COLUNA CURTAS (3/3/2007)

     

    Treze brasileiros alegam que sofreram maus tratos e tentativa de

    extorsão da imigração da Ilha de Nassau, nas Bahamas. Os turistas

    afirmam que estavam com toda a documentação em ordem: passaporte, passagens de retorno e hospedagem, mas, mesmo assim, foram impedidos de entrar no país. As informações são do Jornal Hoje.

     

    O grupo saiu do Brasil há duas semanas para mergulhar nas ilhas da

    América Central. Nassau estava incluída no roteiro. No domingo, eles

    desembarcaram na cidade, mas tiveram o passaporte retido.

     

    De acordo com integrantes do grupo, eles foram algemados e levados

    para uma cela no aeroporto. Depois de passar pela imigração, todos

    foram levados para uma penitenciária.

     

    Eles contaram que passaram por diversas humilhações e que um dos brasileiros teria sofrido tentativa de extorsão por parte de um

    policial. A ação foi filmada por um dos turistas.

     

    Segundo o telejornal, na última segunda-feira, o grupo de

    brasileiros foi embarcado para Cuba, de onde retornou ao Brasil.

    Nesta sexta-feira, eles chegaram a Belém, capital paraense.

     

    A assessoria do Ministério das Relações Exteriores informou que foi

    registrado o pedido de ajuda enviado pelo grupo, mas alegou que o

    governo brasileiro não foi informado sobre os maus tratos.

     

    ...

     

    ABSURDO...

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    1. Jorge Soto

      Jorge Soto

      o tratamento aqui em sp da Policia Federal (na Barra Funda) tb nao é mto diferente... mesmo pra uma simples renovacao de carteira, pois tratam TODO mundo como se fosse ilegal. Isso sem contar na burocracia, filas, arrogancia e desrespeito dos gambé.. Poupa-Tempo q é bom, nada..

      •  
  2. Cuba desenvolve bactéria para combater a dengue

     

    Cuba começou a desenvolver uma bactéria capaz de destruir as larvas do mosquito Aedes aegypti, agente transmissor do dengue. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pelo jornal oficial Juventud Rebelde. O diretor da Unidade de Luta Antivetorial da província de Camagüey, Raúl de Armas, disse que a bactéria é obtida por meio de um processo de fermentação e, ao ser ingerida pelas larvas do mosquito, provoca uma reação em seu tubo digestivo que lhe causa a morte. O bacilo, cuja denominação científica é Thuringiensis israelensis SH-14, se deposita em locais com água estagnada, onde o mosquito vive logo nas primeiras etapas de sua vida.

     

    A eficiência da bactéria em destruir as larvas do mosquito transmissor da dengue foi comprovada em testes realizados em laboratório e em áreas comprometidas com focos do mosquito, como cisternas, fossas e tanques. Segundo o jornal, o desenvolvimento desse bacilo teve início nos anos 80. A bactéria foi descoberta em 1911, na província alemã de Tringia. Seu uso não afeta a saúde humana, e seu caráter biodegradável a faz desaparecer em sete dias sem contaminar o meio ambiente.

     

    Fonte: Efe/ Terra

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  3. Lista de animais em risco inclui lagosta do Brasil

     

    O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, publicou uma lista provisória de 40 medidas para proteger as espécies em risco de extinção. O documento foi divulgado pelo Secretariado da Convenção Internacional de Proteção às Espécies em Perigo de Extinção, Cites.

     

    As medidas incluem regulação e restrições à pesca e captura de espécies em risco para deter a crescente destruição da flora e da fauna em nível mundial.

     

    O coordenador-geral de gestão de recursos pesqueiros do Ibama, José Dias Neto, falou à Rádio ONU, sobre as medidas adotadas pelo governo brasileiro para proteger duas principais espécies de lagosta do país.

     

    “Controle do esforço de pesca que pode seguir sobre essa pescaria, tamanhos mínimos na captura para as duas espécies. Existe também um período de defesa, ou seja, que a pesca é proibida, e estamos, inclusive, vivendo esse período, que vai de 1 de janeiro a 30 de abril. Portanto, até abril estamos com a pesca dessas lagostas proibida”, disse.

     

    O Pnuma está estudando formas de envolver mais a sociedade civil no processo de proteção à vida selvagem.

     

    Fonte: Ambiente Brasil

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    1. Mostrar comentários anteriores  1 mais
    2. marcelvinicius

      marcelvinicius

      não está em extinção Jorge

      é espécie exótica

      muita rara no país

      vivem sozinhos

      •  
    3. Jorge Soto

      Jorge Soto

      tem razao, Marcel.. é tao exotica q qdo aparece termina confinada num cativeiro..

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    4. ogum777

      ogum777

      quando eu era criança, fomos morar no nordeste. um amigo de meu pai tinha uma casa na praia pernambucana de ponta de pedras, onde era sócio de alguns barcos pesqueiros. lembor que certa vez estávamos lá e chegou um carregamento de lagostas, e comemos um monte, preparadas do modo mais simples. eu achei gostoso, comi várias, e lembro de meu pai falando pra mim marcar bem aquele dia, pq dificilmente eu comeria, de novo tantas lagostas numa refeição só. eu tinha uns 9 anos e um apetite gigantesco após ficar um dia inteiro na praia.

       

      pois meu pai tava certo...

      •  
  4. Três novas espécies marinhas são descobertas na Antártida

     

     

    Biólogos da Universidade de Alicante, no leste da Espanha, participantes de várias expedições do navio oceanográfico Hespérides, descobriram três novas espécies de animais que vivem no fundo marinho da Antártida e que pertencem ao grupo das Ascídias.

     

    Estas descobertas são fruto de quatro temporadas na embarcação subpolar correspondentes aos anos 1994, 1995, 2003 e 2006 realizadas por biólogos do departamento de Ciências do Mar e Biologia Aplicada da Universidade de Alicante.

     

    O biólogo Alfonso Ramos disse à Efe que estas três novas espécies do oceano glacial Antártico catalogadas são um Didemnidae encontrado a uma profundidade de entre 900 e mil metros no mar de Bellingshausen, um Polyclinidae achado perto da península Antártica a cerca de 200 metros e um Styelidae proveniente do setor argentino.

     

    As três espécies fazem parte do grupo de organismos das Ascídias, formado por cerca de 3 mil espécies diferentes no mundo que são parentes muito próximas dos vertebrados, apesar de se encontrarem fixadas aos fundos marítimos e terem uma aparência parecida com a das esponjas.

     

    Trata-se de animais que vivem em águas próximas ao 0ºC, se alimentam através da filtragem da água e têm grande valor dentro da biodiversidade por aumentar a heterogeneidade dos fundos marítimos.

     

    Para Ramos, os fundos marinhos da Antártida são "paraísos da vida marinha, já que, embora o continente seja gelado e conte com uma vida muito limitada, sob a água há verdadeiros oásis com uma grande riqueza de espécies e abundância de indivíduos em cada uma delas".

     

    Ramos explicou que o Hespérides conta com o máximo de comodidade para o desenvolvimento do trabalho científico e comentou que as expedições são realizadas durante um ou dois meses a partir de dezembro, no verão austral, em que a temperatura média atmosférica é de entre zero e -5ºC.

     

    Fonte: EFE / Estadao.com.br

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  5. Relato de viagem de um mochilão pela Argentina. Foi a primeira vez que saí do Brasil e, pior, sozinho! Isso tornou a viagem especialmente única!

     

    A idéia inicial era passar 21 dias em território hermano, mas em cima da hora reduzi para apenas 15 dias. Com esses seis dias, saíram do roteiro as estadias em El Calafate e El Chaltén. Fui com tudo planejado, ou seja, quais atrações e locais que iria visitar na viagem. Porém, alterei bastante o planejamento durante a própria viagem. Por sorte, com a diminuição da viagem, sobraram três dias que acrescentei na estadia em determinadas cidades quando preciso. Poderia ter mantido o planejamento e conhecido El Calafate, mas preferi uma viagem um pouquinho menos corrida, porém mais proveitosa. Calafate e Chaltén já estão agendadas para a próxima!

     

    Ah, os valores são em pesos argentinos, salvo quando houver o “R”, de reais, na frente do cifrão ou US, significando dólares norte-americanos. Na época da viagem, UM real equivalia a cerca de 1,42 pesos argentinos e cerca de 0,53 dólares norte-americanos.

     

    Obrigado a todos que ajudaram!

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    1. Mostrar comentários anteriores  340 mais
    2. Marco Aguiar

      Marco Aguiar

      Fala, galera!

       

      Gostei mt do relato e pretendo usá-lo para montar o meu!

       

      A princípio tenho em vista:

       

      Rio de Janeiro > Montevideo > Colonia > Buenos aires > Mendoza > Buenos aires > Rio de Janeiro

       

      Em 15 dias, ainda estou definindo os dias em cada lugar, mas a prioridade da viagem é Mendoza! Irei em Julho!

       

      Andei pesquisando o preço das passagens buenos aires x mendoza e vi q esta na faixa de 1000 pesos, estou errado? Achei mt caro... É melhor comprar uns dias antes e presencialmente ou com bastante antecedencia pela internet?

       

      Quais sao os passeios imperdiveis em Mendoza e a média de gatos por passeio?

       

       

       

       

       

      Espero q possam me ajudar e se quiserem podem se juntar!

       

       

       

      Abraço!

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    3. leocaetano

      leocaetano

      Opa Marco,

       

      Realmente os ônibus têm estado cada vez mais caros pela Argentina, vai ser difícil achar esse trecho por menos de $900. Isso dá uns R$ 175 que, se pensar, não é um absurdo pra uma viagem de 11h com serviço de bordo. As passagens sobem muito pouco de preço e às vezes até baixam. Não vai mudar muito comprar pela internet ou lá, uns dias antes de viajar.

       

      Passeios em Mendoza... Algum pela cordilheira (há pequenas variações, os que são mais diferentes podem incluir Villavicencio ou mini-trekking pelo Parque Aconcágua), algum pelas vinícolas (eu faria o percurso pelas vinícolas de bicicleta, é bem mais divertido e se sente livre de qualquer horário de agencia - além de visitar mais vinícolas), como é julho, pode tentar esquiar em Los Penitentes ou até em Las Leñas (pra isso, precisaria de no mínimo 2 dias pra curtir um pouco), se curtir rafting, pode fazer um em Potrerillos (que é um dos mais tops na Argentina) e um dia pela cidade.

       

      Abs!

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    4. Marco Aguiar

      Marco Aguiar

      Opa Marco,

       

      Realmente os ônibus têm estado cada vez mais caros pela Argentina, vai ser difícil achar esse trecho por menos de $900. Isso dá uns R$ 175 que, se pensar, não é um absurdo pra uma viagem de 11h com serviço de bordo. As passagens sobem muito pouco de preço e às vezes até baixam. Não vai mudar muito comprar pela internet ou lá, uns dias antes de viajar.

       

      Passeios em Mendoza... Algum pela cordilheira (há pequenas variações, os que são mais diferentes podem incluir Villavicencio ou mini-trekking pelo Parque Aconcágua), algum pelas vinícolas (eu faria o percurso pelas vinícolas de bicicleta, é bem mais divertido e se sente livre de qualquer horário de agencia - além de visitar mais vinícolas), como é julho, pode tentar esquiar em Los Penitentes ou até em Las Leñas (pra isso, precisaria de no mínimo 2 dias pra curtir um pouco), se curtir rafting, pode fazer um em Potrerillos (que é um dos mais tops na Argentina) e um dia pela cidade.

       

      Abs!

       

       

      Muito obrigado pelas dicas! Me ajudou muito cara...

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  6. Fotos da bodega, cortesia do Ronald Colombini

    http://rcolombini.multiply.com/photos/album/34

     

    TRAVESSIA ZIRIGUIDUM PELO PN SEMPRE-VIVAS

    São mtos os caminhos q se concentram nas derivações da Serra do Espinhaço, enorme cordilheira q divide MG em dois, de norte a sul, e sempre escancara novas alternativas trilheiras q parecem nunca esgotar. Longe do Cipó, Lapinha,Tabuleiro, e mais precisamente ao norte de Diamantina, encontra-se o desconhecido Parque Nacional Sempre-Vivas, unidade de conservação criada em 2002 (q está somente no papel) q homenageia aquelas típicas florzinhas q nunca perdem a aparência, mesmo depois de retiradas. Com córregos de água límpida, campos rupestres de perder a vista, garimpo ilegal e personagens gentis e hospitaleiros, a travessia de boa parte deste parque - do vilarejo de SJ da Chapada ate o arraial Pé de Serra - foi uma agradável surpresa de caminhada no feriado reservado longe dos festejos de Momo.

     

    "SE EU NÃO DURMO NINGUEM DORMEEEE!!"

    "Fudeu!", foi o singelo pensamento q veio à mente qdo soube q o Bastos - q sabia de cor o roteiro da trip - não viria mais conosco, já quase embarcando p/ Diamantina. No entanto, c/ mapa em mãos, coragem e disposição de sobra, e alguma vaga lembrança das confabulações de nosso prévio encontro semanas atras, eu, Ronald, a Fran e a Gi embarcamos no Gontijo c/ destino à cidade de Xica da Silva e JK, entregando a empreitada ao Deus-dará. Não bastassem já as 15hrs tediosas de busao, prova de fogo foi tê-las feito na cia de um grupo de jovens foliões q faria corar de inveja qq torcida organizada. Chamar de farofeiros é elogio: já entraram no busao c/ um isopor enorme de cerveja!! "Esta noite vai longe!", pensei. Pior q não dava p/ reclamar pq eles compunham 2/3 dos passageiros. Paciência.. Assim q partimos, as 22:30, o busao parecia trio-eletrico de tanta bagunça. Como andar no corredor era impossível tanto pela zona como pela cevada seca derramada no chão (q grudava os pés de qq um), o jeito foi permanecer sentado e tentar cochilar. Como é praxe, não tardou ao olfato apurar o nauseante cheiro de "cannabis" no ar. Mas, por incrível q pareça, ou devido ao cansaço do dia-dia, conseguimos breves instantes de sono naquela q parecia uma Sodoma & Gomorra de 4 rodas. A Fran, sortuda, partira num busao meia hora antes e se livrou deste suplicio pré-trilha.

    Acordamos o sábado já em terras mineiras, com o coletivo tendo um raro momento de paz e silencio; os moleques tavam detonados de goró e erva, sendo q um deles havia vomitado no fundo. Mas depois da parada em BH a zona voltou c/ forca redobrada c/ um interminável repertorio de festa-trash, q ia desde hits do Sergio Mallandro ate Perla, musicas q ficaram martelando na cabeça ate o final da trip. "Comprei um quilo de farinha p/ fazer farofa-fá!" Farofa esta q parecia não ter fim.

     

    DE SÃO JOAO DA CHAPADA ATE QUARTEIS

    As 14hrs e num sol de rachar, chegamos ao som de axé (ecaaa!) na muvucada Diamantina a tempo de encontrar a Fran, comer algo e tomar o bus local c/ destino a São João da Chapada, as 15hrs. Assim, fomos atravessando os enormes e vastos campos rupestres sentido norte por estrada de terra, parando em minúsculos arraiais ora deixando ora pegando passageiros, q se apinhavam no corredor do rústico cata-jeca. A oeste, nuvens carregadissimas pareciam vir na nossa direção, mas logo o sol tornou a sair em definitivo. E após 25km de sacolejo e mta poeira, chegamos no minúsculo arraial as 16:30hrs.

    Enfim, mochilas nas costas e pé na estrada. SJ da Chapada já conehcia de 2 anos atrás (Trilha do Algodão), so q da Igreja do Senhor do Bonfim tomamos a estrada p/ norte. Porem, logo ela termina assim como uma breve garoa de verao. Perguntei aos locais (pois iniciativa masculina, so minha!) o caminho p/ Quartéis (a 8km dali) e, tomando umas quebradas por dentro do vilarejo, damos numa precária estrada-trilho na extremidade leste do mesmo, q desce a serra suavemente em meio a arbustos e lajedos cortados por pequenos corregos. Minutos depois caimos numa estradinha de areia clara (quartzito) q basta seguir p/ norte, enqto a paisagem do entorno revela cumes e paredões rochosos ao longe, típicos do Espinhaço. Subindo a serra c/ pouco aclive, alcançamos um pequeno topo no qual nossos horizontes de alargam descortinando um vale encaixotado no meio de pequenos morros, e ao norte, uma enorme muralha composta de maciços rochosos q parece não ter fim. Um belo arco-iris confere à paisagem um aspecto quase impressionista.

    Descendo o vale lenta e sinuosamente, passamos uma ponte sobre o ruidoso Rio dos Quartéis, ao mesmo tempo em q nuvens escuras ocultam o belo sol ate entao. Felizmente, as primeiras casinhas esparsas do mirrado vilarejo de Quartéis já começam a aparecer, ao mesmo tempo q gotas de uma breve pancada começam a fustigar nosso rosto. Sem titubear, as 19hrs acampamos no ótimo gramado de um pequeno cpo de futebol ao lado da estrada, onde uma oportuna cx dagua despejava seu precioso liquido afim de abastecer nossos cantis e servir tb de eventual chuveiro, sob olhar perplexo de cavalos q ali pastavam. Assim q escureceu tornou a chover outra vez, mas ate la estávamos devidamente entocados, preparando a janta ou já deitando p/ repôr o sono da noite anterior. Era o meu caso, agravado ainda por uma inconveniente dor-de-cabeca. As ultimas a deitar foram as meninas, q pelo cheiro q tomou conta nosso MST devem ter feito uma janta divina. A noite fora tranqüila, relativamente fresca, sem maiores intercorrencias fora algumas pancadas passageiras de chuva.

     

    DO CÂNION DO MACACO ATE O TSUNAMI NO SEMPRE-VIVAS

    Levantamos as 6hrs de domingo, totalmente encoberto e c/ bruma ocultando todos os picos ao nosso redor. Contudo, aos poucos a nebulosidade foi se dissipando escancarando um sol q nos encheu de disposicao. Tomamos rapidamente café, arrumamos as coisas e zarpamos as 8hrs, outra vez tomando a estradinha principal sentido norte.

    Passamos pelo "centro" do arraial, a charmosa Igr. N. S das Mercês e pelas demais casinhas , algumas misturando arquitetura colonial c/ placas solares modernas. Logo acompanhamos o leito do Rio Caeté-Mirim, de onde a estrada o segue p/ norte c/ destino a Inhai, e onde tb alguns pequenos afluentes obstruem a mesma na época de chuvas, como agora. Uma cobra no caminho nos lembra de prestar atenção onde pisamos. Daqui, um trilho lamacento, largo e obvio sai pela esquerda, passa pelo Caeté-Mirim e continua na outra margem, o q nos obriga a molhar os pés pela 1ª vez. Apesar de largo, o rio é na verdade raso, assoreado pela areia trazida dos garimpos a montante. Assim, cruzamos o dito cujo c/ água ate o joelho, exceto qdo a areia cede subitamente e a perna parece afundar mais uns 20cm.

    Do outro lado, após a Gi levar uma picada de marimbondo (cortesia do Ronald ao esbarrar numa arvore p/ pular outro fiapo dágua), a trilha sobe forte por uma encosta de pasto e algumas palmeiras, contorna a montanha passando algumas porteiras, e desce pro amplo vale seguinte, pra alegria da Fran, q mostra sinais de cansaço mas continua guerreira ate o fim. Contornando a base de mais um morro pela direita, a trilha vira p/ oeste, no largo vale do Rio Macaco, e as 10:30hrs chegamos à "vila" de Macaquinhos, q se limita a uma única casa!! Aqui podíamos ir ainda pela trilha, atravessar o raso rio Macacos e continuar pela encosta oposta, c/ destino ao arraial de Barreiros (nordeste). No entanto, nosso destino é Macacos, vilarejo à oeste, e pra isso descemos ao amplo, largo e alvo rio - q brilha de longe devido a enorme qtdade de areia assoreada no entorno - bastando segui-lo ora pela areia, ora pelo leito seco ou pela água rasa, eventualmente atolando o pé. No caminho, muito material de garimpo acumulado nas margens, palhoças abandonadas feitas de folha de palmeiras, etc.

    Rio acima, aos poucos a "avenida branca" pela qual seguimos vai sendo lentamente afunilada por enormes paredões rochosos. Agora, subimos o rio saltando de pedra em pedra no interior de um cânion, o q é bem cansativo diante do forte sol das 11hrs. Felizmente, vários córregos e pequenas cachus despejam suas águas cristalinas no rio principal e molhando nossa goela, alem de tornar a paisagem mais interessante. Pra tornar menos ardua a subida, há trilhas na margem q sobem o rio, ora de um lado ora de outro, mas q após um tempo deixa o rio p/ trás e sobe a serra em definitivo, aos ziguezagues pela direita, em meio a uma matacao de arbustos e samambaias. No alto, uma breve pausa pra retomada de fôlego. Daqui a trilha acompanha uma cerca ate cair numa estradinha de terra q, num piscar de olhos, desce pro vilarejo de Macacos. As 12:15hrs, pausa merecida p/ relax, lanche e banho nas águas cor-de-coca-cola do Córrego do Burro, bem do lado da ponte q da aceso à entrada do rustico vilarejo.

    Revigorados e novamente pela estradinha, tomamos à direita numa bifurcacao e logo estamos no interior do minúsculo arraial. Aqui ha uma trifurcação, e pelas infos q colhi (sim, sempre eu!) tomamos o caminho da direita (cruzando uma porteira de arame), bem na frente de uma rústica igrejinha. Dali é so seguir em frente. O caminho desce um pouco ate um riachinho (sem ponte) p/ depois subir suave e sinuosamente serra acima. Aos poucos, a vegetação muda e diminui de tamanho, pequenas arvores de galhos retorcidos surgem e os campos rupestres tomam conta da paisagem ao redor. Após serpentear afloramentos rochosos de formatos bizarros, estamos no "Campo das Sempre-Vivas" (ou seja, no parque) q na carta consta como "Campo de São Domingos". São campos de perder a vista, ora dominados por pasto ou por matas de cerrado arbustivo, compacto e espinhento, alem das onipresentes sempre-vivas, claro! Por conta disto, resolvemos nos manter na segurança da estradinha, embora as possibilidades de exploracao à leste/nordeste fossem tentadoras.

    O caminho arenoso e repleto de borboletas se mantem inalterado, sem maiores desníveis, rasgando o cerrado plano p/ norte. E o forte sol fritando nossos miolos, sem sombra ou brisa disponiveis, duplica nosso desgaste e consumo de agua. Como não notamos presença do precioso liquido fazia tempo, nossa prioridade foi essa: achar onde repor os cantis urgentemente. Por sorte, as 17hrs, divisamos à direita da estrada (por trilho menos batido, ao longe), a casinha do Ibama q nos fora mencionada, e pra la nos dirigimos sem titubear. A casa estava em construção e c/ algum lixo ao redor, porem dispunha de água (caindo de um cano), acomodações, e ate comida. Estava trancada, mas isso não foi problema, pois com uma escada entramos pela única janela aberta, onde as meninas fizeram uso da toalette, alem de descolar suculentas bananas. Por termos a certeza de água e lugar plano, meu voto foi p/ q pernoitássemos ali, já q não sabíamos se mais adiante teriamos essas facilidades. Porem, Ronald achou o local "deprimente" demais e queria continuar a andar, mas como eu já havia convencido as meninas de não trocar certo pelo incerto, foi voto vencido; deprimente ou não, o local era prático, logisticamente falando. Ate ai o tempo tava ótimo, mas não notamos nuvens agourentas se aproximando sorrateiramente c/ os ventos do sul.

    Como prevendo o q viria a seguir, as 19hrs montamos acampamento numa clareira próxima a tempo de nos protegermos da primeira forte pancada de chuva, seguida de violenta rajada de vento. Foi breve, mas suficiente p/ alagar e criar um sem-numero de goteiras no interior das barracas, alem de vinagrar a janta das meninas; não sei como, mas semi-encharcado, ilhado no interior da minha tenda consegui preparar meu miojo. Foi ai q as meninas sugeriram a possibilidade de ir dormir na casa. As coisas pareciam voltar à normalidade, c/ o chão absorvendo o rio q corria abaixo da gente e eu tentando me acomodar pra dormir onde estivesse seco. Mas foi ai q veio o tiro de misericórdia sob a forma de outra implacável tempestade. Se o local já estava alagado, agora nossa situação emulava a de um tal Noé; agua se infiltrava dentro da barraca como se tivesse uma mangueira dentro. Bem q tentei dormir "molhadinho", sobre a mochila ou sentado no isolante, mas não teve jeito. Juntei-me às meninas e fomos correndo p/ casa, tiritando de frio. Chamamos o Ronald mas ele permaneceu na barraca dele, q mais parecia boiar sobre um brejo. No interior da casa, colocamos os sacos-de-dormir sobre os colchões dos beliches e tivemos uma noite agradável e seca, enqto o forte vento se debatia nas janelas e rajadas de chuviscos varriam intermitentemente la fora.

     

    AINDA PELO CAMPO DAS SEMPRE-VIVAS

    Segunda amanheceu encoberto e sob fina garoa, mas mesmo assim levantamos as 6hrs p/ avaliar os estragos e tentar secar alguma coisa. Tentar, pq ainda tínhamos um cronograma de caminhada a seguir. Ventava razoavelmente, razão pela qual minha barraca não tava tao molhada conforme imaginara. Ainda assim, ao arrumar a mochila parecia q tava com mais peso do q no 1º dia. Ronald sim q tinha boa parte de pertences úmidos, e incrivelmente, conseguiu passar dormir assim; confessou q, se houvesse a possibilidade, desistia da trip. Assim, levamos nossos pertences p/ casa afim de dar um trato e, claro, tomar café na cozinha. As meninas, por sua vez, concluíram a janta da noite anterior.

    Retornamos à estrada principal as 9:30; o nevoeiro se dispersara e um tímido sol nos animou, repleto de promessas. Ao longe, a bruma remanescente cobria o topo dos rochosos, numa cena digna das obras de Tolkien. Aos poucos, o caminho desvia p/ oeste, nos dando outra perspectiva dos enormes maciços e cumes q viramos o dia anterior, ao longe. Já os campos e cerrado rupestre próximos pareciam ganhar novas cores, com sua textura habilmente erodida e repleta de liquens amarelo-laranjas. De acordo o super-relogio do Ronald, estamos constatemente na linha dos 1283m de altitude.

    As 11:15 o caminho se divide; pela carta e pouco q avançamos p/ checar, o trilho da esquerda continuava p/ oeste, menos batido, descendo rapidamente as escarpas p/ vale do Rio Preto e, conseqüentemente, Curimatai. Mas como nossa intenção era nos manter nos campos por mais um dia, continuamos pelo caminho principal, ou seja, pela direita e noroeste. Assim, fomos chapinhando trechos alagadiços, caminhando por trilha pedregosa e contornando afloramentos rochosos, agora na cia de irritantes moscas q se enroscavam no cabelo. Foi qdo começamos a descer suavemente ate entrar numa mata maior, e sua bem-vinda sombra serviu de pretexto p/ parada p/ lanche, as 12:30, bem do lado de um pequeno córrego q descia à direita. Aproveitamos o sol daquele horario p/ secar boa parte do q tava úmido. Foi qdo passou um senhor a cavalo, e como parecia q eu era o único homem c/ cordas vocais solicitei algumas infos; este confirmou minhas suposições, mas adiantou q o trilho pelo qual seguíamos já não daria mais em Curimatai (destino original) e sim no arraial de Pé-de-Serra, mais ao norte. Como me garantiu q la havia condução p/ Buenopolis, decidimos entao seguir ate la mesmo. Os tempos por ele fornecidos deviam estar corretos, não fosse nosso desconhecimento da região e, principalmente, do tempo gasto em perdidos, lanches, descansos e banhos, q não eram poucos.

    O caminho desce ate terminar numa casa e os restos de uma caminhonete, onde um senhor de idade nos acenou gentilmente. Passado um curral, continuamos por trilhos de vaca q se dividiam, mas q logo se juntavam mais adiante. Ainda em descida, atravessamos um belo trecho de cerrado florido - repleta de arvores de galhos retorcidos e muitos arbustos salpicados de flores coloridas - ate alcançar um amplo campo, onde a nascente do largo Rio Jequitai brilha de forma convidativa. Claro q não deu outra e paramos p/ um merecido tchibum em suas águas cristalinas, as 14:30.

    O trilho continua na outra margem do rio em meio a um campo forrado de sempre-vivas e canelas-de-ema, porem sentido nordeste-leste(!?), fato q não atentamos por julgar q o trilho contornasse os rochosos p/ depois continuar p/ noroeste, nosso destino. Entramos numa mata ate q o trilho desaparece num decrépito curral. Procuramos a continuação e nada. Decidi q voltassemos pelo mesmo caminho p/ procurar alguma bifurcacao q nos tivesse passado desapercebida. Dito e feito, voltamos à margem do rio e, sentido noroeste e andando pelo pasto, notamos um trilho q ia na direção de um selado no meio dos rochosos, a noroeste. Dali não tem erro, pq após o referido selado - e uma pancada breve de chuva - a trilha passa a bordejar pela direita as encostas de pasto alagadiças da morraria, sentido norte, ora atravessando alguns focos de mata ou cruzando com pequenos córregos. Sempre com forte sol da tarde esbofeteando nosso rosto.

    As 17:30 alcançamos um pequeno gramado, seguido de uma porteirona e dois rios seguidos (q depois ficaria sabendo se chamarem oportunamente "Dois Córregos"), onde decidi q pernoitassemos, principalmente pela presença de nuvens escuras se aproximando ao norte. Como desta vez não dispúnhamos de uma casa, a prioridade era montar as barracas em lugar apropriado e seco, e ali parecia ser o lugar ideal. Felizmente, a pancada de chuva fora breve limitando-se a uma só. O único senão fica por conta dos mosquitos (inclusive abelhas!), q ao anoitecer enlouquecem, parecendo praga biblica. Preparamos a janta e logo depois deitamos, exaustos daquele dia. À noite dei uma espiada la fora e vi o ceu quase limpo, pontilhado de muitas estrelas. Dose foi depois ter de dormir ouvindo o zumbido de malditos pernilongos no ouvido, alem de me retorcer por conta do pescoço queimado e lábios rachados pelo sol.

     

    CHEGANDO EM PÉ-DE-SERRA

    A manha seguinte levantamos cedo, e logo q o sol toca as barracas as gotas da fina garoa noturna se desfazem. Depois de um café sem pressa e o equipo engolido pelas mochilas, partimos pontualmente as 8:15. Saltando de pedra em pedra o rio, a trilha continua na outra margem em meio ao cerradao rupestre. Enormes cupinzeiros se acomodam ora sobre rochas c/ cactos, ora a meio caule nas arvores afim de se proteger das eventuais queimadas q devem ocorrer naquela região agreste, naturais ou não. Carcarás e gaviões singram o ceu azul despreocupadamente enqto vamos perdendo imperceptivelmente altitude.

    As 9hrs chegamos num curral vazio, seguido de duas casas mergulhadas na sombra de frondosas mangueiras (sem fruto). A trilha desce ate novo rio, q atravessamos com água na altura da coxa, e continua do outro lado por um largo descampado, p/ subir outra vez novo selado atraves de lajedos q servem de degraus naturais. Do selado vamos perdendo outra vez altitude em meio a breves trechos de mata fechada grudenta, acompanhando as nascentes de um corrego. Foi aqui q encontramos Seu Alves, q montado e fumando seu cigarrinho de palha, subia a serra pra buscar cavalos e nos confirmou estarmos na direção certa. A presença de uma espingarda no seu ombro nos causou certa apreensão, mas relaxamos depois ao saber q ele so a carregava por forca do habito, sem munição. Mesmo assim, a Gi já ia dar sermão nele caso mencionasse estar caçando.

    Continuamos descendo suavemente, acompanhados pelo rio, atravessando pastos alagadiços ou trechos pedregosos de fundas valas, ate adentrar na mata fechada. As 11:30 fizemos uma parada p/ lanche e banho, às margens do rio Curumataizinho, q descia a serra na forma de numeras corredeiras, poços e cachus. Aqui constatamos varias coisas: a presença de enormes carrapatos, q a bota da Fran rasgara na lateral, q eu tava ralado no tornozelo, q a Gi tava com bolhas e q mta roupa suja devia ser lavada. Feitas as devidas "gambearras" retomamos a pernada serra abaixo, sempre acompanhando o rio.

    O Ronald tava apressado e se adiantou, seguido da Fran e a Gi. Eu cabei voltando na cia do Seu Alves, c/ quem tive longa prosa enqto percorríamos um trecho da trilha com calçamento colonial, similar aos da Bocaina. Me contou dos "letreiros antigos" (pinturas rupestres) da regiao, da presença de onças nos campos (daí a razão dos currais estarem sempre vazios), de seu pavor de cobras, de uma planta fulminante só de se cheirar (uma tal de "erva de rato"), entre outros causos. Gentil e hospitaleiro, pediu q o seguíssemos ate sua casa, no pé da serra. Contudo, o calor daquele horario fez com q parássemos novamente p/ nos refrescar noutra das muitas cachus do Curumataizinho. A Fran, cansada, acompanhou Seu Alves serra abaixo. Afinal, sua casa não deveria estar longe dada a presença de varios canos de captação.

    Retomamos a caminhada e damos de cara com uma trifurcação. E agora, qual a Fran tomou? Seguindo as pegadas aparentemente dela, tomamos a trilha de areia clara da esquerda (após checar a da direita e desprezar a do meio, q tinha uma cerca de arame). Francamente, eu estava preocupado (e meio puto) pq não deveríamos ter nos separado, pq se for pra nos perder, q fosse ao menos juntos. De qq maneira, sabíamos q ela tava com Seu Alves e por ele deveríamos buscar. Pois bem, a trilha cruzou o rio p/ margem esquerda e se afastou do mesmo, descendo por picada pedregosa e seca, ate q alcançamos o fundo do vale, ou seja, os limites rurais do "sertão" de Pé-de-Serra, as 15hrs. Nos dirigimos às casas próximas onde tive a informação da moradia de Seu Alves, e tivemos q dar uma volta enorme sob forte sol da tarde, passar uma estrada de terra e varias porteiras ate chegar num sitio, onde o Curumataizinho despencava na forma de uma bela e enorme cachu, q por sinal se chama Pé-de-Serra. Do lado, a casa do Seu Alves onde a Fran nos aguardava. Tava resoluto a dar bronca, mas isso foi impossível c/ o doce de pessoa q é, mesmo ela alegando q deixara marcação pra nós, provavelmente ensinada pelo "Manual do Escoteiro-Mirim" já q ninguém viu..

    Together again, fomos dar um mergulho refrescante na imponente cachu enqto Seu Alves ficou de ver um veiculo c/ o cunhado p/ Buenopolis. Na seqüência, a tradicional hospitalidade de sua enorme familia fez questão de q almoçássemos fabulosa comida mineira caseira, e so não limpei a panela do frango caipira pq esquecera meu óleo-de-peroba em casa. A casa era simples porém de rusticidade acolhedora, com bichanos, cães esquálidos, galinhas e patos convivendo harmonicamente, tanto q tinham livre aceso as dependências da casa. "Animal Farm" rules!! Entre goles de leite fresquinho, Seu Alves nos conta causos e mais causos, inclusive de sua estadia no Iraque(!?). O proprio sugeriu q pernoitássemos ali mesmo e q amanha tomássemos um bus local p/ Buenópolis, ideia q eu adorei, principalmente c/ a possibilidade de tomar mais da pinga de alambique q ele me dera a bebericar. Eita trem bão, sô! Entretanto, o resto tava impaciente em conseguir condução ate BH ainda naquela noite, e acertamos o preço de R$80 pela carona ate Buenópolis naquele final de tarde.

     

    A SEPARACAO NA VOLTA

    Nos despedimos de Seu Alves e sua família, as 17hrs, seguindo por poeirenta estrada e logo depois por um asfalto de dar inveja a qq queijo suíço. Chegamos em Buenopolis hora e pouco depois, apenas p/ saber q a agencia da Gontijo fechava as 16hrs, ou seja, nenhum ônibus pararia ali naquele dia. Ainda havia a remota esperança de outro bus p/ BH, pela Transnorte, parasse no trevo q dá aceso a cidade. No entanto, as infos desencontradas qto esse horario fez com ficássemos prostrados varias horas ali, feitos joão-bobo de psto de gasolina. Péssima ideia ter ido pra Buenopolis! E q saudades da branquinha.. Sem falar no barulho de axé audivel de longe, e na eventual zona de alguma molecada (e algum traveco, q deve ofertar como ninguém o famoso"redondo"mineiro) se preparando pra ultima noite de folia. Resumindo, Ronald foi o primeiro a debandar p/ buscar pouso, logo ele q suportou bravamente um diluvio, se dobrou tao facilmente às facilidade de uma pousada. Eu ainda permaneci mais 2hrs c/ as meninas, inutilmente, ate q as mesmas desceram, insistindo q as acompanhasse p/ alguma pousada. É ruim, hein? Eu já tava de olho no pasto atrás do posto-rodoviaria, e alem disso eu não carrego barraca à toa. Aquela cidade interiorana era segura, ainda mais p/ quem já acampou ate em cemitério. Quase 22:30hrs e morrendo de sono, não acampei onde queria (tava ocupado por caminhoneiros) e me dirigi do outro lado do asfalto, onde subindo um pouco havia um discreto campo de futebol, longe da bagunça. Montei a barraca e capotei, apenas p/ perder a noite mais estrelada da trip. Alguns cães vieram incomodar à noite, mas nada q duas pedradas certeiras não resolvessem.

    Na quarta-feira de cinzas acordei as 5hrs, arrumei td e fui tomar café na padoca diante do posto. Na seqüência encontrei o Ronald e as meninas no referido trevo. Assim q o guichê da Gontijo abriu estudamos as possibilidades de retorno. Ate q finalmente apareceu o bus p/ BH da Transnorte, porem precisava de passagem antecipadamente, daí tivemos q esperar ele sair da cidade p/ ver se sobrava alguma vaga. Impaciente, preferi garantir a minha pela Gontijo no das 16hrs direto p/ SP. As meninas tiveram mais sorte, pq o Transnorte passou apenas com 2 vagas, justamente p/ elas, as 9hrs. Ronald queria pq queria tb chegar cedo, e tomou um bus p/ Curvelo logo depois, na esperança de abreviar distancias. E fiquei ali pelo resto do dia. Deixei a mochila no guichê e fui dar um rolê pela verdejante serra do lado, e em hora e meia, alcancei as torres de telefonia celular do alto e de onde se tem uma vista linda da cidade. Retornei no mesmo tempo, me entretendo com os ringtones do celular. Passeei pela simpática cidade ate estacionar de vez num boteco, no calor infernal do meio-dia, onde enchi a cara, comi alguma coisa e conversei com algumas locais. La pelas 14:30 voltei à rodoviária onde tomei uma boa ducha e comprei mantimentos p/ viagem. Parti pontualmente as 16hrs e o motora pisou fundo, pois as 20hrs já estávamos em BH, onde encontrei os farofeiros da ida, q felizmente estavam noutro bus. Cheguei em SP as 5hrs da manha sgte.

     

    Pra quem se dispõe a conhecer lugares pouco explorados, mesmo q tenha q vencer gdes distancias, este outro Espinhaço reserva momentos inesquecíveis, ainda mais qdo é uma empreitada pioneira q certamente oferece muitas outras possibilidades futuras de reconhecimento. Agora, com td este previo know-how entregamos a aventura em suas mãos. Ou pés, como preferir, pq seja de exploracao ou não, as impressões desta serra mineira se mantem tal qual suas ilustres plantinhas, ou seja, sempre-vivas.

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  7. no final de 2008 estou me formando em engenharia ambiental, e pretende ir para nova zelandia fazer um curso de ingles, e quando estiver fluente gostaria de tentar uma pós graduação na minha area, alguém poderia me informar se um curso feito no brasil é reconhecido na nova zelandia??teria como fazer uma pós sem nenhum problema???

     

    Atenciosamente, Lucas Balhestero

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    2. Vareja

      Vareja

      Roger

      Vc pode me passar um custo médio pra se viver na NZ??

      Esquema mochileiro mesmo

      Abs

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    3. Roger e Celia

      Roger e Celia

      Olha, no meu website www.portaloceania.com

      tem tudo isso explicadinho.

      Tem uma pagina sobre custos na sessao estilo de vida.

      um abraco

      Roger

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    4. guisevenn

      guisevenn

      Ola Roger

       

      Leio muito seu site sobre a Oceania, especialmente sobre a Nova Zelandia. QUeria parabenizálo pelo belo conteúdo que possui o site, e tomo como referência em minhas pesquisas, pois quero morar na Nova Zelandia em breve. Gostaria de manter o contato com você se possível para tirar eventuais dúvidas quando for mesmo, pois esse é meu grande projeto de vida.

       

      Continue fazendo este belo trabalho.

       

      ABRAÇO

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  8. Viagem ao Monte Roraima

     

    Subi o monte Roraima (aquele que sir Arthur Conan Doyle se baseou para escrever O mundo perdido) no carnaval (2007).

     

    Parti de São Paulo para Boa Vista com a TAM (R$1500) ida e volta as 9 da manhã. Cheguei 12:40 em BV.

     

    Peguei taxi até o ponto de lotação (R$25).

     

    De lá partimos para Pacaraima na divisa, são mais de 200km, paguei R$20, na divisa troquei por alguns bolivares e segui para o hotel Michelle em Santa Elena Uairen por cerca de 5000 bolivares (R$3.3). A diária custava R$10, sem café.

     

    Já eram 16:00 h, fui na agência em frente chamada Backpackers e contratei o trekking para o dia seguinte por cerca de R$512,00, incluia comida, guia, barraca, saco de dormir e banheiro portátil (vc coloca um saco plástico no vaso sanitário e depois joga cal, retira o saco e coloca num balde com tampa, é proibido deixar seus excrementos no parque) levam embora).

     

    Escolhi essa agência porque parecia mais séria e realmente achei que teve o melhor cardápio comparando com as outras que subiram o monte conosco porque tinha mais frutas, saladas, frango etc.

     

    Há uma agência chamada mystic tours que cobrava R$300, mas a comida era baseada em massas, sem frutas, sem proteinas ou saladas.

     

    No primeiro dia partimos as 9h, chegamos quase 11h no Paratepuy, lanchamos e começamos a caminhada, num terreno plano, lembra muito o cerrado. Dormimos no camping do rio Tek, tinha muito pernilongo.

     

    No dia seguinte andamos mais 9km durante cerca de 5h, até o campo base. Preferia ter saido cedo no primeiro dia e feito essa caminhada num dia só, se voltar lá vou tentar fazer isso.

     

    No terceiro dia subimos a rampa restante, chegamos para o almoço no topo. Fui visitar as jacuzzis mas estava muito frio para entrar.

     

    Quarto dia tinhamos a opção de ir ao ponto triplo e fosso ou a ventana e abismo. Só eu queria ir ao ponto triplo, então segui o grupo. A paisagem lá em cima tem muitas pedras e plantas carnívoras, até as bromélias são carnívoras. Acampamos no hotel jacuzzi. Passei frio lá em cima, devia ter levado mais que um fleece 200 e um anorak impermeável.

     

    No quinto dia partimos cedo, a caminhada foi longa, mas tranquila. Cheguei ao Paratepuy as 10h, o resto do grupo foi chegando aos poucos.

     

    Foi uma viagem muito legal, conheci muitos mochileiros brasileiros e estrangeiros. Inclusive tinha um monge de Brasília de 71 anos que subiu muito bem.

     

    The lost world é fascinante.

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    2. Ronaldo Milani

      Ronaldo Milani

      me espantou o preço da agencia pra subir o monte, mas tbm dispunha de todo o equipo ne, mas q eh caro isso é

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    3. andatrilho

      andatrilho

      O monte roraima é fascinante e vale o esforço.fiz esta caminhada em março de 2007,mas acho que é melhor subir independente de empresas e contratar um taxi 4 x 4 para levar até paratepuy e lá contratar um indigena chamado lino e estar com equipamento completo inclusive a sua propria alimentação.ter cuidado com los hermanos do norte é muito importante.

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    4. andatrilho

      andatrilho

      Estou programando para ir em julho. Sua informções foram de muita ajuda. Se alguém tiver afim é só teclar.

      não ha necessidade de contratar empresas pode contratar um taxi 4x4 em santa helena e ir at´paratepuy e ao chegar la contratar um indigena chamdo lino e leve seu prprio equipamento,inclusive alimentação .

      estou planejando ir em agosto.fui em março de 2007 e gostei.

      abraços qq dica é só perguntar

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  9. África do Sul diz que pode retomar abate de elefantes

     

     

     

    A África do Sul apresentou na quarta-feira, 28, uma nova política para conter a explosão populacional dos elefantes, o que incluirá, se necessário, o polêmico abate de animais.

     

    O país tem cerca de 20 mil elefantes, e especialistas do governo defendem que eles sejam abatidos, dentro de metas, e submetidos a um programa de controle populacional, para preservar áreas ameaçadas por esses vorazes herbívoros.

     

    "Estamos acrescentando o abate e a contracepção à gama de opções de gerenciamento porque, com base nas informações que temos, é necessário", disse o ministro do Meio Ambiente e Turismo, Marthinus van Schalkwyk, a jornalistas no Parque Addo dos Elefantes, perto da cidade de Port Elizabeth.

     

    Segundo ele, porém, o governo está disposto a consultar ambientalistas nos próximos dois meses, antes que a proposta vire lei.

     

    Os elefantes já estiveram quase extintos na África do Sul, mas, segundo cientistas do governo, sua população agora cresce quase 5% ao ano, e pode dobrar até 2020.

     

    No Parque Nacional Kruger, a jóia dos parques sul-africanos, o número de elefantes subiu para quase 14 mil desde 1995, quando o abate foi suspenso, devido aos protestos de ativistas e do público.

     

    No ano passado (2006), a África do Sul adiou o reinício do abate no parque Kruger porque ambientalistas consideram a prática cruel - famílias inteiras são cercadas e mortas a tiros.

     

    Defensores do abate dizem que os elefantes, com seu enorme apetite, representam uma séria ameaça ao meio ambiente. Um elefante adulto pode devorar centenas de quilos de grama e folhas por dia.

     

    Adversários da prática dizem que migrações forçadas e contracepção - por esterilização e outros meios - são alternativas mais humanas. Os defensores do abate dizem que nenhuma dessas opções é viável, em longo prazo, para evitar a superpopulação de elefantes no Addo e em outros parques.

     

    Fonte: Reuters/ Estadão Online

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  10. Encontrado rio submerso mais extenso do mundo

     

     

    O rio submerso mais longo do mundo, com 155 quilômetros de extensão, foi descoberto recentemente pelas autoridades do Estado mexicano de Quintana Roo, na península de Yucatán. Essa é a região onde se encontram as três correntes subterrâneas mais extensas do planeta.

     

    O rio "Sac Actun conta com 155 quilômetros de comprimento, sua entrada se localiza nas imediações da zona arqueológica de Tulum", um dos principais atrativos da região turística da Riviera Maia, explicou Sam Meachan, diretor do Centro de Pesquisa do Sistema Aqüífero de Quintana Roo (um dos três que formam a península). Embora se pensasse que se tratava de dois sistemas aqüíferos subterrâneos diferentes, após três anos de explorações, foi descoberto que, na verdade, era um único rio, acrescentou o funcionário.

     

    O Sac Actun tem 111 nascentes ou locais de onde o rio emerge na terra através de buracos no solo. O segundo rio subterrâneo mais longo do mundo é o Ox Bel Ha, que, com algo mais que 146 quilômetros de comprimento, tem 33,5 metros de profundidade, 99 nascentes e foi documentado no ano passado. "O terceiro lugar corresponde ao Sistema Dos Ojos, com 57 quilômetros de comprimento, uma profundidade média de 25 metros, e seu mapeamento também se concluiu em 2006", acrescentou Meacham.

     

    Fonte: AFP/ Terra

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    1. Vareja

      Vareja

      show

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  11. Descobertas 20 novas espécies de tubarões e arraias

     

     

    Vinte novas espécies de tubarões e arraias foram descobertas na Indonésia, graças a um levantamento feito, ao longo de cinco anos, nos mercados de peixe do país, informam pesquisadores australianos.

     

    A pesquisa, conduzida pela Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Comunidade Australiana, ou CSIRO, representa a primeira análise profunda dos tubarões a arraias indonésios desde que o holandês Pieter Bleeker descreveu mais de 1.100 espécies, no século 19.

     

    Os cientistas dizem que seis de suas descobertas já foram descritas em publicações científicas, incluindo o tubarão-gato de Bali e a arraia focinho-de-pá jimbarana. Artigos sobre as 16 demais variedades estão em elaboração.

     

    "A Indonésia tem a fauna de tubarões e arraias mais diversa, e a maior pesca de tubarões e arraias do mundo, com capturas informadas de mais de 10.000 toneladas ao ano", diz um dos autores do trabalho, William White. "Antes deste levantamento, havia grandes lacunas em nosso conhecimento sobre os tubarões e arraias da região".

     

    Entre 2001 e 2006, pesquisadores fotografaram e colheram amostras de mais de 130 espécies, em 22 viagens a 11 portos da Indonésia. Mais de 800 espécimes foram acondicionados em coleções de museus.

     

    A pesquisa é parte de um projeto mais amplo para melhorar o manejo de tubarões e arraias na Indonésia e na Austrália, disseram os pesquisadores.

     

    Fonte: Associated Press/ Estadão Online

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  12. Diante do aumento do numero crescente de ocorrencias (algumas brutais) envolvendo menores infratores, vc acredita q a diminuicao da maioridade penal, pra 16 anos, resolveria em parte o problema da violencia no pais? Justifique sua resposta..

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    2. Jonas.Schwertner

      Jonas.Schwertner

      Hendrik concordo com sua colocação...

       

       

      Sou a favor tambem da redução...pena que nosso governo tem uma mentalidade curta e não enxerga que precisa investir mais em educação para acompanhar o ritmo acelerado da maturação das crianças...

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    3. willii

      willii

      Não adianta quererem comparar o Brasil com os Estados Unidos, a maioridade lá é mais baixa porque o governo investiu muito em crianças e na educação delas. A lei pode até mudar e a maioridade diminuir pra 16 anos, mas será mesmo que isso resolve o problema do Brasil ? Criminosos colocam a culpa em menores pois a pena é menor e isso ainda vai acontecer,até onde a lei pode mudar? Depois que crianças recebem o exemplo errado e/ou vivem em uma realidade criminosa, o que adianta tentar educar ou ela ser punida com apena 16 anos? Sei que parece que hoje os jovens amadurecem mais cedo, mas mesmo assim não conseguem se defender em certas ocasiões. Pegar um jovem de 16 anos que more nas ruas e cometeu uma falta com a constituição, por exemplo, furtou uma carteira e colocá-lo no tribunal diante de juízes e pedir que ele se defenda, mesmo que com o apoio de um advogado não é justo com ele, pois ele não vai conseguir. Quando fui assistir a um debate na escola da minha sobrinha que tem 15 anos vi que mesmo sendo jovens de classe média que tem todo o preparo eles não coneguiram agiir de forma adequada. Comparem as escolas públicas do Brasil com a dos EUA, realmente é um nível muito elevado. Todos têm acesso à educação padronizada com desenvovimento de nível 6, acima da média. Querendo ou não isso já é um incentivo aos jovens fequentarem as escolas. No Brasil, os professores mal aparecem na escola para darem aula, além da violencia dentro de salas de aula terem aumentado. Um aluno de 16 anos matando seus colegas dentro da sala de aula, prender esse jovem mudará em alguma coisa ? Com bom comportamento ele sairá pagando apenas 1/6 da pena que recebeu. Ele tinha consciencia dos seus atos, mas não maturidade para responder por eles. Hoje jovens entre 12 e 18 anos têm muito contato com as drogas, o que antigamente não ocorria. Eu jogava futebol na praia com 15 anos, estudava em um colégio publico razoavelmente bom e quase não ouvia falar em drogas, era um assunto muito distante. Isso também influencia muito nos atos de um jovem. A educação é a melhor saída para esse problema, se desde pequenos osj ovens forem acostumados com um tipo de vida e formarem um carater, dificilmente vão alterá-os. Melhorar as cadeias é realmente um motivo importante? Um assassino mata alguém e ainda quer conforto, poupe-me. A disciplina precisa de vítimas. Para que obedeçam às leis é preciso impor respeito, quando lidamos com crianças, nossos filhos por exemplo, se dermos muito espaço a eles perdemos o respeito e ai vira bagunça. Para que a educação seja uma forma de melhorar o país temos que melhorar o rendimento escolar dos alunos e o nivel das escolas. Um aluno de colégio público entrar em uma universidade federal tem que ser muito esforçado e isso é menoria, as oportunidades são poucas eos jovens acham como solução o crime. As crianças de hoje serão os adultos de amanhã. Com adultos conscientes criando e educandoa próxima geração, viraremos o quadro do país. Sou contra abaixar a menoridade. :D

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    4. GCarmo

      GCarmo

      concordo desde que todo sistema judiciaril e penal seja revisto nao adianta mudar a lei se nao mudar o sistema ...

      a questao eh mudança mas quem ta realmente no poder nao tem esse interesse entao bem vindo esse sonho de mudaça eh quase que utopico ... odeio isso!!!

       

      comodismo eh uma crime contra a vida de todos nos ...

      as eleições tao ai podemos ate mudar mas e eles mudam pela gente ?

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  13. Pessoal,

     

    Após ficar apenas como um voyer vagando por diversos sites sobre new zealand, resolvi me registrar e interagir um pouco...

     

    Bem, moro em Porto Alegre e desde Janeiro deste ano eu estou plenamente resolvido a embarcar para kiwi land em Fevereiro ou Março de 2008, até o momento não sei mais ninguém que irá nesta data e não lí nenhum tópico sobre pessoas que irão neste ano, logo, resolvi criar este para ver se alguém também está com a mesma idéia que eu.

    Quem vai???

     

    Já tenho várias informações a respeito de lá e praticamente só o que faço é me preparar para isto. Porém, tenho ainda muitas dúvidas...

     

    Eu pretendo estudar por 2 meses e o resto do tempo ficar visitando o país. Sei que por este período não consigo visto de Estudante... Sendo assim, somente poderei entrar como turista... Correto?

    Gostaria também de saber como proceder para renovar este mesmo visto para mais 90 dias... Totalizando 6 meses, tempo que pretendo ficar lá... Que papéis são necessários e onde eu devo me dirigir dentro do país para fazer isso?

     

    Creio de por hora seja isso.

    Obrigado e respondam ae pessoal!!!

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    2. Ernani Werle

      Ernani Werle

      Olá para todos.

      Sou novo por aqui. Moro em Curitiba e tenho viajem marcada pra N.Z em 8 de outubro. Vou sozinho , ficarei na csa de um amigo brasileiro em Waipukurau , sudeste da ilha norte. Vou atrás de trabalho em fazendas e não pretendo voltar tão logo. Ainda não decidi como ir de Auckland até lá e se alguem estiver indo de carro para aquelas bandas e queira rachar despesas ou companhia no ônibus...pensei até comprar uma bike e seguir pedalando. Bom , qualquer coisa ou alguma dica estou por aí. Boa sorte prá todos!

      •  
    3. jose paulo

      jose paulo

      dae mano tudo blz moro em santa catarina imbituba estou indo pra new zealand

       

      em dezembro se tu tiver afim quem sabe ate vamos juntus

       

      vou embarca em florianopolis

       

      abraços meu mail ; [email protected]

      •  
    4. jose paulo

      jose paulo

      dae pessoal vou em dezembro pra auckland

       

      moro em santa catarina vou embarca em flotianopolis

       

      quem tiver afim add ai

       

      [email protected]

       

      abraços

      •  
  14. Estou indo para a India agora em março, começando por Darjeeling. Estou procurando um hotel com preço razoavel e bom aquecimento, pois pelo que vi a temepratura está em torno de 5C a -10C!!

    Já pesquisei vários, mas seria interessante se alguem tivesse uma dica.

     

    E também em Delhi, um lugar seguro, limpo e com preço razoavel, principalmente para uma solitária mochileira.

     

    :wink:

     

    Thanks

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    2. Passolargo SP

      Passolargo SP

      Remmp, só fica de olho nessa questão da localização, leve um mapa e marque pontos de referencia proximos para ajudar o taxista, qq coisa fica á 3 quarteirões do Welcome Hotel (esse fica na Colaba Drive, era a minha 2ª opção).

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    3. Remmp

      Remmp

      Obrigada!

      Vou dar uma olhada nesse outro tbm!

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    4. bfcosta

      bfcosta

      Em Delhi, eu fiquei no The smyle inn (http://www.smyleinn.com/) Este hotel é um hotel localizado numa área chamada paharganj tipicamente onde os mochileiros ficam. A primeira impressão de quem chega é a de estar numa favela, principalmente à noite e por ser cheia de vielas estreitas. O hotel em si é bem simples, apresentava um preço razoável de diária, café da manhã e tem uma agência para comprar passagens de trem com preços mais convidativos que agências de turismo comuns que você irá encontrar em um lugar chamado connaught palace onde os preços são para gringos mesmo. Eu recomendo o hotel mais pelo staff que pelo hotel em si ou pela região. É bem próximo da estação de trem de nova delhi e o staff ainda que meio confuso algumas vezes é honesto. Só me cobraram as diárias na saída por exemplo. Agora o banheiro não era o mais limpo que eu tive experiência de usar na Índia. Para quem queira experimentar uma outra opção eu recomendaria o Anoop (http://www.anoophotel.com/contactus.html) que é próximo dele. Mas não sei se as instalações alí são muito melhores que a do Smyle Inn. A se conferir. Preço próximo a US$ 12,00 para quarto com banheiro sem ar condicionado.

       

      Em Jaipur, fiquei no The explorer's nest (http://www.jaipurbedbreakfast.com/). É um albergue cujo dono é um coronel do exército da Índia. Apesar de eu não ter conseguido tomar banho de chuveiro (na Índia, é comum tomar banho de balde e não tinha força para a água sair pelo chuveiro), eu considero o lugar muito bom, mais limpo que o Smyle Inn e bem localizado na cidade. O dono providencia a recepção grátis na estação de trem se você fizer a reserva. Café da manhã não incluído na diária, mas o preço foi barato, em torno de US$ 7 para um quarto com banheiro.

       

      Em Agra, passei uma noite no Krishna Hostel (http://www.krishnahostel.com/contact.html). Ele fica meio escondido e por isso é dificil chegar mas é um bom local. Paguei por volta de US$ 6,00 para um quarto com banheiro coletivo. O albergue é dirigido por três indianos que pelo menos se mostraram solícitos em dar informações. Recomendo também.

       

      Em Khajuraho, eu fiquei no Krishna cottage (https://plus.google.com/104806869914450248963/about?gl=br&hl=pt-BR). Não era o hotel que eu planejava ficar mas é bom e bem localizado, próximo ao grupo de templos oeste. Já o preço saiu um pouco mais caro que os demais, em torno de US$ 16,00 para um quarto com banheiro sem ar condicionado. Valeria a pena tentar uma outra alternativa porque Khajuraho é um vilarejo pequeno e mais barato que as grandes cidades e acho que haverão outros hotéis mais baratos com certeza.

       

      Em Jhansi, tive que ficar uma noite no Hotel Sita (https://plus.google.com/110846845783469608868/about?gl=br&hl=pt-BR) e uma noite no hotel Shrinath Inn (http://www.tripadvisor.co.uk/Hotel_Review-g679029-d736120-Reviews-Hotel_Shrinath_Inn-Jhansi_Uttar_Pradesh.html). Este último tinha uma tarifa mais em conta, em torno de uns US$ 17,00 para quarto com banheiro sem ar condicionado e eu acabei considerando o hotel mais limpo que eu tinha visto até então. Mas não pude ficar lá porque só tinham vaga para uma noite. Acabei sendo empurrado para um hotel bem mais caro que era o Sita onde a diária era de US$ 32,00. É tão limpo quanto o outro mas o preço me pareceu abusivo, só fiquei lá porque não encontrei vaga em nenhum outro lugar. O quarto tinha banheiro e ar condicionado mas mesmo assim era muito quente e olha que eu fiquei lá durante o inverno. Não quero nem pensar em como seria este lugar no verão. O ponto positivo foi que era o único hotel que me forneceu papel higiênico no banheiro, todos os demais não tinham.

      Uma nota apenas sobre estes hotéis. Eu pensava em ficar em um lugar mais barato porém vários hotéis econômicos me negaram vagas ou disseram que estavam fechados ou que não podiam ter estrangeiros como hóspedes. Recomendo a quem for tentar ficar neles que ligue antes para reservar ou se for chegar na hora, tenha certeza de que o taxista ou motorista do tuk-tuk que te trouxe não entre para falar junto contigo. Ele vai começar a conversa em hindi com os recepcionistas, você não vai entender nada e no final eles apenas vão te informar em inglês que estão fechados ou que não tem vaga. Na Índia, infelizmente tem muito disso e não dá para confiar muito em informações que você consegue com os locais, sempre é necessário uma contra prova para ver se estão te falando a verdade ou não.

       

      Em Bhopal, eu fiquei no hotel Sonaly Regency (http://www.hotelsonaliregency.com/contact.html). Fica bem perto da estação de trem e também de uma espécie de rodoviária que era um lugar estratégico para mim. O preço final não foi dos mais baratos. Algo em torno de US$ 16,00 por um quarto com banheiro sem ar condicionado. E mesmo isso eu só consegui depois de alguma negociação porque eles queriam me empurrar para um quarto com ar que iria sair mais caro, por volta de US$ 24,00. Mas o quarto era decente. Recomendo pois todas as outras alternativas eram ou mais caras ou muito mais longe.

       

      Em Aurangabad, eu fiquei no hotel Panchavati (http://hotelpanchavati.com/new/index.php/contact-us). Este hotel disputa com o de goa o posto de lugar mais decente/confortável de toda a viagem. Nitidamente ele foi reformulado recentemente e estava bem limpo com o banheiro bem novo. O preço foi compatível com os demais, em torno de US$ 16,00 o quarto com banheiro sem ar condicionado. Recomendo a quem passar por lá. Fica entre a estação de trem e a de ônibus.

       

      Em Goa/Panaji eu fiquei num hotel chamado casa paradiso (http://www.casaparadisogoa.com/page.php?section=9). Neste lugar eu acho que tomei o banho com a água mais limpa da Índia. O preço era meio salgado, em torno de US$ 32,00 por um quarto com banheiro e ar condicionado, porém Goa é bem mais caro que a média do país. Recomendo porque é limpo, confortável e bem localizado para quem quer ficar em Panaji como eu queria. Se você quiser ficar em alguma praia, procure algum albergue em vagator ou anjunja (ou até mesmo mais ao norte) que você deve ficar também num lugar decente a um preço menor também. O site do hostelworld dará inúmeras opções de lugares para ficar algumas com avaliação próxima a 100% o que deve ser batata que o lugar é bom.

       

      Em Mumbai eu fiquei no Anjali Inn (http://anjaliinn.com/contact_us). É um albergue que fica meio escondido dentro de uma vila mas bem próximo ao aeroporto e se você fizer a reserva o dono te busca no aeroporto sem custos. Aliás, eu acho que ele tem que fazer assim do contrário dificilmente alguém acharia o hotel dele. O preço foi um pouco salgado, coisa de US$ 14,00 para um quarto coletivo com banheiro e ar condicionado, mas Mumbai é talvez o lugar que eu achei mais caro de toda a Índia. Trata-se de um lugar decente e onde o staff te trata bem passando informações valiosas coisa que na Índia nem todo lugar onde você estará se hospedando faz. Eu recomendo este lugar se você não tiver problemas em pegar um trem de cerca de 50 min para chegar no centro de Mumbai (churchgate station) e ver a maioria dos lugares turísticos. Há outros lugares mais ao sul também para se ficar onde possivelmente vc não vai ter necessidade de andar tanto para chegar nos lugares que provavelmente vai querer ir. para os que forem ficar aí, é bom anotar o nome dos grandes hotéis que ficam na avenida principal para dar como referência aso taxistas.

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  15. Desde os tempos de estudante primário, Cuba e sua Revolução sempre me despertaram a atenção, curiosidade e admiração pela façanha dos barbudos da Sierra Maestra liderados por Fidel, Che Guevara e Cienfuegos que, armas em punho, depuseram ao protegido estadunidense Fulgêncio Batista e instalaram o até hoje único regime socialista das Américas, que conseguiu resistir a 45 anos de bloqueio econômico e agressões de seu poderoso vizinho do Norte e ao desmantelamento do antigo Bloco Socialista liderado pela extinta URSS. A vontade de visitar Cuba e conferir pessoalmente a situação do país e seu povo nunca me faltou, mas confesso que ela sempre esteve acompanhada de um certo receio, medo de encontrar uma realidade que eu no fundo não quisesse conhecer e me decepcionar e frustrar minha admiração e minhas convicções de esquerda. Felizmente, não foi o que aconteceu.

    Cuba é um país pobre. Correto. Trata-se de uma estreita ilha, menor que o Ceará e com mais que o dobro de sua população, sem nenhum grande recurso natural estratégico e que necessita importar muitos dos bens que consome a preços mais elevados que os cobrados a outros países graças ao bloqueio estadunidense que encarece os fretes cobrados, além de quase todo o petróleo de que depende. Mas ainda assim, conseguiu atingir níveis de educação e saúde de fazer inveja a muitos países desenvolvidos, motivo de orgulho para todos os seus cidadãos, mesmo aqueles de quem ouvi críticas mais ácidas à natureza fechada de seu regime político ou à dureza da vida no país, em que de fato não há espaço para muitos luxos, alguns itens de necessidade básica, como higiene, são racionados e o transporte público é bastante precário. Mas os tempos de penúria do “regime especial” que se seguiu à queda da URSS e ao fim da ajuda econômica que esse país prestava à ilha parecem mesmo ter chegado ao fim. Graças aos recursos que têm ingressado com o turismo e à mais recente ajuda econômica vinda da Venezuela e sua Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA), a recuperação econômica cubana nos últimos anos tem progredido e seus sinais são sensíveis na melhora geral das condições de vida no país e visíveis no imenso número de prédios em processo de restauração no belo centro histórico de Havana. Muito embora, é verdade, esse mesmo turismo tenha trazido um aumento da desigualdade relativa, antes muito menor ou quase inexistente, entre aqueles que via turismo têm acesso mais fácil a divisas e com elas a bens que aos outros cubanos seguem quase inacessíveis.

    Porém, o ponto que muitos dos críticos mais raivosos da ilha parecem deixar de lado, e que a mim me parece central, é que tudo precisa ser entendido em seu contexto, e simplesmente não é possível comparar Cuba com a Alemanha, a Suécia ou a Inglaterra. A comparação deve ser feita com países de história e passado semelhantes, e comparada com El Salvador, Guatemala, Bolívia ou Peru, por exemplo, a vantagem cubana é gritante. Ou mesmo se comparada a países mais ricos da América Latina, como Brasil, México ou Argentina. Não me restou a menor dúvida de que sendo filho da classe média brasileira como sou, levo uma vida muito mais confortável que os cubanos, mas qualquer brasileiro bem informado sabe que somos minoria no país. E comparando-se como vivem os favelados ou habitantes dos grotões rurais com os cubanos, simplesmente não há comparação possível. Por mais austera e regrada que seja a vida em Cuba, vive-se com dignidade, o que não se pode dizer da maioria da população latino-americana e se é certo que algumas coisas poderiam e deveriam ser melhoradas em Cuba me parece no mínimo duvidosa a idéia de que essa melhoria possa ser atendida privatizando os serviços públicos cubanos como se fez (e não deu certo) no resto da América Latina ou legalizando partidos semelhantes aos PFLs e PMDBs da vida e convocando eleições gerais. Certamente, Cuba não é nenhum paraíso. Como bem coloca Ignácio Ramonet em debate publicado na revista estadunidense Foreign Policy mais recente, “paraísos existem apenas em anúncios turísticos. Mas para as dezenas de milhões de pessoas que vivem na selva de concreto do mundo contemporâneo – sem abrigo, trabalho, comida, atendimento médico, educação, eletricidade ou água potável – Cuba pode ser, apesar de todas suas imperfeições, um paraíso desejável no horizonte”. A Revolução Cubana, com todos os seus erros e acertos, avanços e defeitos, continua motivo de orgulho e fonte de inspiração para aqueles que lutam por um mundo mais justo, cada vez mais urgente e necessário.

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    2. PCarvalho

      PCarvalho

      emilio junior

      Acho que você deveria dar uma olhadinha na história do Haiti... acho que nunca existiu país que mais "peitou" os ditos poderosos.

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    3. riquao

      riquao

      Só dando um up no tópico.

      Vou pra cuba em Maio/2014 com três amigos, espero depois da viagem voltar aqui participar da conversa e atualizar algumas informações...

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    4. aledef

      aledef

      Eu acho que Cuba já teria explodido se não fosse a ajuda da união soviética na época.

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  16. galera, estou com tudo pronto pra viajar pela asia em julho. Quero comecar no japao e terminar em qq lugar em q seja barato um voo para australia (o termino nao é mto importante).

    Pensei em fazer japao, china, vietnam, camboja, tailandia, malasia, indonesia, india e nepal. E gostaria de saber em q ordem fazer e se da pra fazer tudo de trem e onibus. Tb quero saber se da pra ir de navio da indonesia para india. Fora isso qualquer dica é bem vinda. Agradeco a ajuda. Abracos, Elisa

    •   
    1. elisape

      elisape

      nem uma respostinha?

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    2. Cazuka

      Cazuka

      Ola Elisa!

       

      Estive recentemente na China e Tailandia. Atualmente moro no Japão e agora só to agdando meu visto para ir pra Australia tb. Aki no Japao tem uma cia q se chama Starjet (q opera outro paises tb) que tem passagens baratas para Australia (45 mil ienes/equivalente a US$ 430), mas acho q eh sem txs. Nao sei se eh barato em relacao a outros paises mas daki eh o mais barato q achei. Em relacao a sua trip, partindo do japao a china eh o pais mais proximo e logisticamente recomendavel pra se seguir. Ate Beijin (Pequim) o voo demora 2 hrs (na verdade 3 mas 1 hrs de fuso), fui pela Airchina, q tb eh a mais barata! Se quiser mais alguma info eh soh perguntar! Recomendo q vc entre em outros forum tb!

       

      Abraco,

      Cassio

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  17. Achei este relato nos meus arquivos de 2005.

     

    SALVADOR PRAIA DO FORTE - ARACAJÚ

     

    Bahia e Aracaju, custo diário aluguel de carro R$ 40,00 + R$ 45,00 Hotel frente para o mar, mais passagem R$ 730,00 avião ida e volta, mais despesas de refeições, combustível e compras.

    Salvador é uma das mais bonitas capitais do Brasil. O centro histórico com o paisagismo em parte, recuperado, esta com um charme europeu.

    O Pelourinho, com suas ruela estreitas e sobrados do século XVII, muitos restaurados e transformados em bares e restaurantes dão o toque especial.

    O Palácio do governo, o elevador Lacerda e a igreja do convento São Francisco completam a beleza de fazer inveja a todo o mundo.

    A Igreja do Bonfim, as múltiplas opções de praias desde o forte de Monte Serrat indo pela orla, passando pelo farol da barra praias de Amaralina, Jardim Ala, Itapuã entre tantas outras, mais a lagoa de Abaeté, e diversos museus força ao turista um roteiro apertado e bem planejado para se conhecer somente uma boa parte da cidade.

    Chamam atenção, as amplas avenidas que interligam todos os pontos da cidade, muito bem sinalizadas. O policiamento achei presente, tanto nas praias como no centro histórico, assim como o transporte é farto.

    O povo é simpático, alegre e educado. Como falam os vendedores, nos perturbamos mais não atacamos.

    Se considerarmos uma passagem de avião, de Curitiba para a Bahia R$ 730,00 (promocional) o custo de hotel, diária de R$ 90,00 frente para o mar para dois, com certeza uma viagem hoje para o Norte e Nordeste do Brasil, fica 70% mais barata que viajar a Europa ou EUA.

    Nos restaurantes especializados sempre pedimos um prato para dois, tipo moqueca de peixe R$ 32,00 mais cerveja em média 5 ud. dava um custo total de R$ 50,00.

    Considerando um bom café pela manhã, um bom lanche meio da tarde, algumas cervejas durante o dia e uma curtida a noite num restaurante típico o custo fica entre R$ 50,00 a R$70,00, incluso cerveja, caipirinha e um prato. Em restaurantes por kilo fica em torno de R$ 7,00. Você acha albergues a partir de R$ 15,00 ao dia.

    Não da para deixar de conhecer o Parque Aeroclube é muito bonito com diversos restaurantes, e shows musicais.

    Dei uma esticada até Aracaju, so para conhecer a passarela do caranguejo na praia de Atalaia. Entre Salvador e Alagoas demos uma entrada na do forte para conhecer o projeto Tamar de preservação de Tartarugas, vale a pena conhecer.

    Como informação: Nas barracas das praias um prato de carne de sol, por exemplo, o custo é de R$ 10,00 incluso farofa e salada tomate e cebola + pimenta. Uma cerveja R$ 2,50 e uma coca R$ 1,50.

    Para entrar nas Igrejas, não tem taxa, da um troco quem quer, a entrada nos fortes é grátis acho que deveria ter um pedágio para conservação. A taxa de 10$ de serviço em bares e hotéis é opcional.

    A estrada de Salvador para Aracaju chamada linha verde tem somente um pedágio de R$ 4,00 para carro pequeno, a estrada é ótima e de pouco movimento, so tem uma parte de uns 100 kl que pega a 101 onde o movimento é grande e perigoso.

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    1. Wagner Greenhalgh

      Wagner Greenhalgh

      Caro Amigo,

       

      Bom dia.

       

      Poderia me indicar um albergue em Aracaju - Se., obrigado.

       

      Um abraço

       

      Wagner / BA

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  18. Vulcão entra em erupção em ilha no sul da Itália

     

    Um vulcão na ilha italiana de Stromboli, perto da costa norte da Sicília, entrou em erupção nesta terça-feira.

     

    Duas novas crateras foram abertas no topo do vulcão e uma delas já está expelindo lava, que corre em direção ao oceano. Autoridades da defesa civil iniciaram os procedimentos de emergência e barcos de patrulha da guarda costeira foram enviados.

     

    A população de 750 pessoas da ilha recebeu alerta para ficar longe das áreas afetadas. A última grande erupção, em 2002, causou um pequeno tsunami. A onda chegou a dez metros de altura e causou danos graves a um vilarejo no norte da ilha de Stromboli.

     

    Alerta geral

     

    O correspondente da BBC em Roma Christian Fraser afirmou que o fluxo de lava está descendo pelo lado oeste do vulcão e, no momento, não oferece muito perigo. Mas especialistas afirmam que a erupção precisa ser acompanhada com atenção. "Há um alerta geral. Os serviços de emergência estão monitorando a situação, limpando as áreas de risco. Mas, no momento, não estamos prevendo uma evacuação", disse uma autoridade de defesa civil à agência de notícias Reuters.

     

    A erupção do vulcão em dezembro de 2002 levou ao fechamento da ilha para visitantes por vários meses.

     

    Fonte: BBC

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    • La Plata, Ônibus Errado

     

    Edmilson Vieira

     

    Os aventureiros que desculpem, mas hoje, nada de ser turista acidental neste país Argentina. Na véspera de voltar ao Brasil, a idéia é de se desfazer do centro de Buenos Aires tomando um ônibus que segue por um viaduto de mais de dez quilômetros e dali de cima, tirar fotos das cúpulas dos prédios.

     

    Primeiramente fazer perguntas, se encher de informações, depois tomar o devido ônibus e... Surpresa! Hum, hum, cheiro de ônibus errado.

     

    Como administrar um fim de tarde que começa masoquista? A primeira coisa é se entrosar com os passageiros e depois se for o caso, dizer ao motorista que é sócio da empresa e procurar desviar a rota do veículo para encontrar o caminho certo. A condução segue acelerada para a cidade de La Plata e a noite se apressa em chegar para tornar mais dramática a ocasião.

     

    Paisagem verde, asfalto exemplar, floresta. De uma hora para outra, muda de rural para urbano e aparece a cidade de La Plata. O motorista não entra na rodoviária, algumas quadras depois chega à estação de trem e ainda ensina como voltar pra Buenos Aires. A estação de ferro carril dessa pequena cidade é um colosso, porém desprezada. Ela mostra o passado rico da Argentina.

     

    A volta pra casa vai ser mais tarde, antes disso dá tempo de explorar a vizinhança. Uma casa de frutas ainda está aberta e na hora de pagar não existe impasse porque o preço é permitido. Maçãs, ameixas e as ganhadoras da simpatia de qualquer pessoa, as deliciosas cerejas de Mendoza! Três restaurantes peculiares, naturalmente que um não escapa e o garçom coloca na mesa um exagero de bife com batatas fritas. A carne e o trigo argentinos são dignos do respeito de qualquer estrangeiro.

     

    Mais na frente, na esquina da estação, uma banca apinhada de revistas e um funcionário que recepciona bem. Ele tem o filme “La Noche de Los Lápices”. Que capacidade o mundo tem pra dar voltas! Tantos dias a procura dessa fita e, justamente ela está em oferta na cidade onde aconteceu a história aterradora. Esta foi a resposta exata por ter pegado o ônibus errado.

     

    Ainda falta uma hora para o trem transmitir o seu apito de partida. Sem dúvida que é enfadonho esperar até as 11 da noite! Para combater o cansaço, uma boa conversa. Um pedreiro com um livro de Jorge Luis Borges fala sobre filosofia. Ele esclarece coisas sobre a vida e, por espantar, é melhor escrever as suas frases num papel qualquer. Um trabalhador que é uma universidade aberta. Neste momento as pessoas já têm a liberdade de entrar no trem. A maior beleza é na hora de pagar a passagem, um peso e cinqüenta centavos que equivale a um real. Dessa maneira, todos têm o direito de ir e vir, mesmo que seja para longe.

     

    O trem pega o beco. Sentado ao lado do pedreiro que é psicólogo, etnólogo, filósofo, antropólogo, sociólogo e mais uns cem títulos dentro do bolso, menos o de político. Alguns vagões estão escuros, o trem pára justamente na floresta. Acontecimento sem importância para os argentinos. Dá pra lembrar algo de pessoas fazendo arrastão vindo dos vagões ou da floresta. Alguns minutos passam e a conversa dos passageiros segue normalmente. Por ter conhecido o país antes, já sabia dessa segurança e amadurecimento da sociedade.

     

    O pedreiro desce na quinta estação e uma hora depois, o entusiasmo de voltar pra Buenos Aires.

     

    Estação Constituição, quase uma da madrugada. Passos sincronizados pelas ruas até a parada do ônibus. Mesmo nas horas tardias, os argentinos são carentes por fila e pode ter apenas um na calçada, quem chega não vê outra possibilidade que não seja a de ficar em fila indiana.

     

    Finalmente o hotel, e nunca mais dizer que o dia será como se imagina, pois os ônibus errados transformam a viagem num espetáculo à parte e está aí o resultado.

    Edmilson Vieira é artista plástico e cronista [email protected]

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    1. cohelio

      cohelio

      Me inspirou a conhecer La Plata, pegando o Ônibus certo. Em uma pesquisa rápida pelo Google, La Plata se mostrou tremendamente encantadora.

       

      Já esta incluída no roteiro.

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  19. Olá pessoal, sou novo por aqui...

    A respeito da dificuldade de abastecimento de água e de sua qualidade nas atividades ao ar livre.

    Conheço os produtos químicos q são usados para eliminar os agentes patógenos... mas ñ encontro nada a respeito de purificadores mecânicos, ou seja, filtros para limpar as partículas em suspensão na água antes de usar os químicos. Uma possibilidade é esperar decantar, mas dependendo da geologia local, nem tudo irá assentar, sem contar q este processo leva tempo...

    Tenho dois projetos de filtros "em camadas", usando carvão, areia e algodão, mas q ainda ñ montei... Acho q dá certo... São pequenos, fáceis e baratos de montar. Será q alguém tem alguma informação a respeito??

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    2. armorines

      armorines

      Comprei esse aqui:

       

      https://sawyer.com/products/sawyer-mini-filter/

       

      Ainda não usei em campo. Acho que fiz uma boa escolha pra evitar de beber água com gosto de clor-in.

      Muito versátil porque pode ser usado de diversas maneiras, adaptado na mangueira de hidratação, por sistema de gravidade, pelo sistema do lifestraw ou simplesmente pra filtrar a água para outros recipientes.

      Filtra até 380.000 litros de água doce, 0.1 micron (hollow fiber), pesa 56 gramas o kit completo além de ser super compacto para carregar na mochila.

      Ah sim, paguei 25 dólares! Bom demais! ::otemo::

      •  
    3. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Bem legal, comprou aonde?

      •  
    4. armorines

      armorines

      Oi Otávio, comprei na loja REI.

       

      http://www.rei.com/product/890900/sawyer-mini-water-filter

       

      Falta testar de verdade ainda, mas pelos reviews que li antes de decidir a compra, acho que não tem erro. ::cool:::'>

      •  
  20. EUA constroem ponte de vidro no Grand Canyon

     

    righthttp://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/1436_canion/216949_gc2.jpg[/img] Uma ponte com assoalho de vidro, em forma de ferradura, vai permitir que visitantes "passeiem pelo céu" do Grand Canyon, no Arizona, Estados Unidos, e admirem uma paisagem que, até hoje, era privilégio exclusivo das águias.

     

    A atração, batizada de Skywalk (caminhada no céu, em tradução literal), ficará suspensa mais de 1,6 km acima da base do Canyon e se projetará cerca de 21 metros da borda do precipício.

    A obra, de arquitetura ousada, tem inauguração programada para 28 de março, mas já está provocando protestos de ambientalistas, incomodados com uma construção que altera o que é para muitos americanos um monumento sagrado.

     

    A iniciativa é da tribo Hualapai, dona do local, no lado oeste do Grand Canyon. Os índios argumentam que o turismo trará desenvolvimento econômico para a região.

    Com cerca de 2 mil índios, a comunidade Hualapai sofre com um alto índice de desemprego (cerca de 50%), consumo de drogas e alcoolismo.

    A nova atração, que vai custar US$ 40 milhões, fica a vários quilômetros de distância do Parque Nacional do Grand Canyon.

    Segundo os índios, ela representa uma ótima opção para os turistas, que, no momento, só podem admirar as belezas do Grand Canyon no parque, que está sempre lotado.

    Se a atração trouxer o número esperado de visitantes, os Hualapai planejam construir hotéis, restaurantes e até um campo de golfe no local.

    Os ingressos para visitantes custarão US$ 25, cerca de R$ 53, por pessoa.

     

     

    2161017_gc1.jpg

    Comparando alturas

     

    grandcanyonskywalk.gif

    > Site da Grand Canyon Skywalk, em inglês

    > Site do Grand Canyon National Park, em inglês

    > Da BBC Brasil.com

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    1. Jorge Soto

      Jorge Soto

      muy interesante...

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  21. Julio Cortázar

     

    Edmilson Vieira

     

     

    O verão em Buenos Aires é desfavorável pra qualquer pessoa. Tem gente que chega a preferir uma explosão nuclear da Coréia do Norte. Aliás, a do Irã sim, poderia ser mais fria do que o ar do Rio da Prata. Pra fugir do calor, a regra é sair correndo e procurar abrigo num local com ventilação ou ar condicionado. Mas também não precisa romper com a cidade e se mandar pra Mar del Plata ou Santa Catarina. Dançar tango, nem pensar e muito menos, se conformar com o suor!

     

    Quantos obstáculos, quanta mão-de-obra, quantos delírios por conta de um clima abafado!

     

    Reclamar ou ter idéia superficial não adianta, mas existe uma saída honrosa: agendar um tempo qualquer na Confeitaria London, na esquina da famosa Avenida de Mayo e Rua Peru. O interesse em visitar o lugar, não é só por causa da relação pessoa x sensação térmica, é também compartilhar a confeitaria com o escritor Julio Cortázar (1914-1984), que chegou, sentou e escreveu partes da obra-prima, Os Prêmios. A confeitaria não esconde essa façanha e anuncia nas vitrines através de fotos e cartazes, esperando que ao ocupar suas mesas, o sentimento do livro aconteça em cada um dos leitores.

     

    Paulatinamente, a alma do filho ilustre belga/argentino poderia chegar, mas o público sentado conversa, e, a rede que vai tecendo atrapalha qualquer processo de integração do ser humano com Cortázar.

     

    Lá vem novamente o garçom, gentil com estrangeiros e peça fundamental para o sucesso da confeitaria. Ele atende e, ao mesmo tempo, atrapalha a possibilidade de contato com o escritor. Se pelo menos a mesa fosse redonda, já ajudaria, mas quadrada...

     

    Manhã perdida. Chega o meio-dia e nada, nem rumores do autor argentino. O negócio é voltar à noite com um bandoñon e esperar aquele que abandonou o seu lugar preferido.

     

    E assim, a visita aconteceu com excesso de tentativas de diálogo. Da mesa da Confeitaria London, fomos especialmente às nuvens, sonhar com o gênio que repousa em Paris, e nós, sem sucesso na investida, voltamos ao calor da rua e da vida real, decepcionados com o método fraco da abordagem.

     

    Questiona-se agora, se caso Cortázar tivesse aparecido para passar o recado (a técnica usada ninguém teria como descobrir), o calor da emoção que iria provocar seria bem maior do que a gravidez atômica da Coréia e do Irã juntos.

     

    Edmilson Vieira é artista plástico e cronista [email protected]

    •   
  22. ARGENTINA: NÃO SE ESQUEÇAM DE...

     

    Edmilson Vieira

     

    Em Buenos Aires no ano de 2004 aconteceu uma tragédia com repercussão

    mundial. Deixaram entrar num recinto fechado, 4 mil pessoas para o show de

    uma banda de rock. Um fã teve a idéia de soltar fogos de artifício. Fez

    ligação com o fósforo e começou a girar e democratizar a chuva de fogo com a

    multidão. As faíscas se juntaram ao teto altamente inflamável e ensinaram

    pela segunda vez à sociedade argentina, que ali não era a Europa imaginada.

    A primeira decepção foi na Guerra das Malvinas, aquele conflito inventado

    por um militar em fim de carreira e de regime.

     

    O ingrediente do horror foi o mesmo que destruiu Tróia. O cavalo de pau,

    neste caso, o artefato pirotécnico entrou pela porta sem ser proibido pelos

    seguranças. As saídas de emergência estavam trancadas e foi um salve-se quem

    puder. Querer viver e não ter condições. Imagine o sofrimento do público

    para fugir do fogo e da fumaça. Formou-se competição para chegar à calçada,

    passando por uma única porta estreita. Morreu gente pisada, sufocada. 194

    corpos espalhados na rua e imensa quantidade de feridos nos hospitais, entre

    a vida e a morte. A população tomada de dor e revolta. A vida na sua

    essência deixou de ter valor naquela noite de 30 de dezembro...

     

    O tempo passou em Cromañon e todo mês têm passeata até a casa do governo.

    Carregam uma reivindicação concreta: justiça. Desde a época do acontecimento

    os familiares se revezam e ficam em vigília 24 horas por dia nesse local.

    Esticaram arames com dois metros de altura e coloriram o lugar pendurando os

    tênis dos mortos. Querem lembrar os passos desesperados daquelas vítimas que

    procuravam vida a todo custo. Acreditam que para sempre estarão caminhando

    por cima de todos. Recentemente fizeram uma geometria de fotos na parede. O

    que era guerra, agora tem plantas para lembrar que eles estavam na flor da

    idade, com uma média de 18 anos.

     

    A nossa chegada nesse espaço foi às 11 horas da noite. Estava com dois

    brasileiros hospedados no mesmo hotel. Sentir o clima e a dimensão do

    ocorrido foi um golpe interior. Os familiares e sobreviventes dizem que a

    fatia de culpa está coberta pela impunidade. Falam que a justiça fingiu

    que puniu e só prendeu uma pessoa, prejudicando a democracia argentina.

     

    Descobrir Cromañon é mostrar a si mesmo o resultado do que foi um país onde

    os militares truculentos operaram na surdina para entregar a riqueza ao

    capital estrangeiro; para sucatear o serviço público que em outras épocas

    poderia ter fiscalizado esse local, e para completar a façanha no país, os verde-oliva, na calada da noite mataram 25 mil cérebros com

    intenção de tornar o povo escravo e alienado feito boa parte dos brasileiros. E por aí

    vai...

     

    Parece que assumir Cromañon é lutar contra a injustiça e desvincular a

    Argentina do sonho europeu de viver, ou pelo menos que fiquem com a

    aparência por lá, mas com um pé ou 194 tênis na América Latina.

     

     

    Edmilson Vieira é artista plástico e cronista. [email protected]

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  23. até o momento tenho comprado o q preciso em 2 sites:

     

    http://www.americanas.com

    http://www.penatrilha.com.br

     

    além de entrega rápida tem preços bons, ao menos para o q procurava... mas antes pesquisei em vários para saber a respeito de preço... dependendo do q vc procura os preços podem ser bem diferentes em determinados sites da internet...

    •   
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    2. Frederico Pires

      Frederico Pires

      [t1]Lojas credenciadas Deuter[/t1]

       

      [t3]Lojas virtuais:[/t3]

       

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      Arco e Flecha - Loja Virtual

      Tipo da Loja: Esportes em Geral

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      Bagaggio On Line

      Tipo da Loja: Viagem

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      Bike on Line

      Tipo da Loja: Bike

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      Bike Tech Mogi - Loja Virtual

      Tipo da Loja: Artigos Militares

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      Tipo da Loja: Viagem

      http://www.camerum.com.br

       

      Capitão Malagueta - Loja Virtual

      Tipo da Loja: Aventura

      http://www.capitaomalagueta.com.br

       

      Casa de Pedra - Loja Virtual

      Tipo da Loja: Aventura

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      Tipo da Loja: Esportes em Geral

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      Tipo da Loja: Aventura

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      Loja de Aventura - Loja Virtual

      Tipo da Loja: Aventura

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      Tipo da Loja: Caça e Pesca

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    3. SerraAdventure

      SerraAdventure

      Boa tarde1

       

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    4. Alisson Miqueletto

      Alisson Miqueletto

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      •  
  24. Concurso elege as novas sete maravilhas do mundo

    Da Redação

     

    Antônio Gaudério/Folha Imagem

     

     

    Cristo Redentor é um dos candidatos do concurso

     

    VEJA FOTOS

     

    A organização privada New 7 Wonders está promovendo uma votação global na internet para eleger as sete novas maravilhas do mundo. A campanha, lançada em 2000 por um produtor de cinema chamado Bernard Weber, selecionou 21 monumentos históricos para fazer parte da eleição.

     

    Vale alertar que a votação não é gratuita: é preciso doar ao menos U$ 10 para ter direito ao voto. Segundo a organização, metade do dinheiro arrecadado será doado para a restauração e preservação de monumentos históricos.

     

    O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é um dos monumentos candidatos (veja a lista completa abaixo). O resultado será divulgado no dia 7 de julho de 2007, ou seja, em 07/07/07. Mais informações sobre a eleição podem ser conseguidas no site da fundação.

     

     

    1. Acrópoles, em Atenas, na Grécia

     

    2. Alhambra, em Granada, na Espanha

     

    3. Templo de Angkor, no Camboja

     

    4. Ruínas de Chichen Itza, em Yucatán, no México

     

    5. Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, Brasil

     

    6. Coliseu, em Roma

     

    7. Moais da ilha de Páscoa, no Chile

     

    8. Torre Eiffel, em Paris, na França

     

    9. Grande Muralha da China

     

    10. Igreja de Santa Sophia, em Istambul, na Turquia

     

    11. Templo de Kyomizu, em Kyoto, no Japão

     

    12. Kremilin, em Moscou, na Rússia

     

    13. Ruínas de Machu Picchu, em Cuzco, no Peru

     

    14. Castelo de Neuschwanstein, em Füssen, na Alemanha

     

    15. Ruínas de Petra, na Jordânia

     

    16. Pirâmides de Gizé, no Egito

     

    17. Estátua da Liberdade, em Nova York, nos EUA

     

    18. Stonehenge, em Amesbury, na Inglaterra

     

    19. Ópera de Sydney, na Austrália

     

    20. Taj Mahal, em Agra, na Índia

     

    21. Timbuktu, em Mali

     

     

    Votem no cristo!!!!!

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    1. Mostrar comentários anteriores  7 mais
    2. Jorge Soto

      Jorge Soto

      Concordo c/ o Ary. Essa "enquete" cheira panfletagem de uma CVC gringa qq.. De qq maneira, embora o Corcovado seja concorrente, sua beleza se dilui na má-fama q a Cidade Maravilhosa tem la fora (esqueca "Turistas", pelamor!). E longe do ufanismo q geralmente vêm nessas ocasioes, as demais opcoes relamente batem longe o guardiao da Baia de Guanabara.

      PS. Convenhamos, avaliar um lugar sem tê-lo visitado, sentir sua energia e calor "in loco", e interagir c/ seu povo é pretensao demais. Tal qual avaliar um livro pela capa..

      •  
    3. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      eita galera...

       

      votem no Cristo só por pena então..rss

       

      se o Cristo for incluído nessa lista, bom pra nós ué. Já que a lista é só pra divulgar pacotes turísticos, vamos divulgar o nosso e tentar trazer turistas pra cá.

       

      Mas que é uma maravilha, isso é. Quem já foi lá em cima sabe que é incrível a vista, a estátua, o Rio e tudo isso.

       

       

       

      Aliás, subi o Cristo com a Kia (que criou o tópico...hehehe)

      Abraços Kia!

      •  
    4. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      Que o Cristo Redentor no Rio de Janeiro merece estar na lista, com certeza sim, mas e as Cataratas de Foz do Iguaçu, que já é considerada entre as mais, onde esta?

      Quem é Rei nâo perde a majestade.

       

       

      Acredito que não foi incluída pq só monumentos feitos pelo Homem estão participando

       

       

      mas tem outra lista das 100 maravilhas do mundo que as Cataratas estão em 8ª

      (brasileiras tbm> a amazônia em 10ª, as vistas panorâmicas do Rio estão em 60ª, e o carnaval do Rio em 76º)

       

      num lembro o site..mas o nome da lista é: "The Hillman Wonders of the World"

      •  
  25. Planilha dos gastos

    http://spreadsheets.google.com/pub?key=p_3TMk3FY3LvDwYp237FSQQ

     

    Fotos

    http://www.flickr.com/photos/moreno

     

    Planejamento

    http://www.moreno.wikidot.com/

     

    Saindo do Rio, pegamos congestionamento aéreo em São Paulo, ficamos sobrevoando Santos por muitos minutos. Chegando em congonhas pegamos atrasos (o Romário estava no aeroporto!), e em Campo Grande, já de madrugada perdemos o ônibus para a fronteira. Tivemos que dormir na rodoviária até as 8 da manha. Pegamos o busão até Puerto Quijarro, jà na Bolívia. A polícia carimba o passaporte. Chegando em Quijarro para pegar o trem para Santa Cruz, descobrimos que só tinha trem para sexta feira, dois dias depois! Ficamos desesperados, mas não tinha jeito. Ficamos numa espelunca vendo tv globo, e torcendo pras horas passarem. Como elas não passavam e o lugar não tinha nada pra fazer, resolvemos correr atrás de algum jeito de sair dali. Conversamos com algumas pessoas e descobrimos um esquema de pagar ao chefe da segurança do trem pra irmos no melhor trem, pagando 100 dólares pelas 4 pessoas (eu, Joyce, Deize, Alessandra), mas com a condição de que em determinada cidade teríamos que ceder nosso lugares temporários para os verdadeiros donos dos assentos. No desespero a gente, topou. E gastamos uma grana que não estava no orçamento, mas que era necessário pra acelerar a viagem.

     

    Corremos até a espelunca (o trem já estava saindo) e embarcamos. A viagem dura 20 horas, mas durou um pouco mais porque o trem quebrou e ficaram umas 2 horas parado. A comedia é que depois que os donos dos assentos chegaram, a gente se dispersou pelo trem e cada um caiu em um lugar. Eu dormi no chão, no corredor, atrás da ultima poltrona de um dos vagões. A Alê dormiu no corredor e a Joyce e Deize dormiram no vagão restaurante. Depois de tudo, já com o dia claro, a gente tava bem cansado, mas no clima.

     

    Chegando em Santa Cruz encontramos com as outras 3 meninas e decidimos pular Sucre e ir direto para Potosi. Essa foi uma das viagens mais loucas. Era pra durar pouco mais de 10 horas, durou 28!!!!!! O ônibus quebrou, tivemos que atravessar vários rios alagados, muuuuito punk. Depois eu fiquei parceiro do motorista, e o cara coitado, dirigiu a viagem toda sozinho!!! e tem 23 anos! perguntou se tinha trabajo no brasil e eu dei um incentivo moral. Ele até perguntou se eu queria manejar, porque estava cansado, e eu falei que era muy peligroso…

     

    As estradas são sinistras demais.

     

    Passamos por Sucre, mas não descemos. É bem bonita. Chegando em Potosi, finalmente, achamos um lugar pra ficar, e estava frio pra caralho, uns 10 graus e sem água pra tomar banho! Já se passavam 3 dias sem banho. Acordamos cedo e passeamos pelo centro da cidade, muito bonitinha também. Já havíamos comprado a passagem para Uyuni, e embarcamos ao meio dia.

     

    Essa viagem foi de longe a pior, a mais cansativa, mas deu pra sentir ainda mais o clima real da Bolívia, o lance do deserto, dos povos das cidades de pedra do deserto, dos cocaleros. Muito legal.

     

    Chegamos no começo da noite em Uyuni, e não estava tão frio. Compramos o pacote para atravessar o deserto de sal, saimos na manhã seguinte. A cidade parece filme de faroeste, mas é bem interessante.

     

    Passamos o reveillon em Uyuni. Nós compramos uma garrafa de cidra e fomos jantar pra não passar a virada em branco. Ficamos uns 10 minutos depois da meia noite e como estávamos todos cansados e o espetáculo pirotécnico da cidade não era lá essas coisas, fomos dormir cedo.

     

    No dia seguinte seguinte fomos para o Salar de Uyuni, que seria a primeira parte da viagem de travessia do deserto até o Chile. O Salar de Uyuni era uma espécie de mar-lago que milhões de anos atrás secou, restando apenas o sal. É o maior deserto de sal do mundo. Grande parte do ano o salar é um mar sólido branco, chão de sal. Outra parte ele vira um espelho dágua que confunde o céu com o chão (você nao sabe onde comeca e termina o horizonte) e por causa disso muitos aventureros se perdem e dizem, morrem pelo salar. Os guias da região se orientam pelas montanhas, mas mesmo elas causam ilusão de ótica com a água.

     

    Esta parte do ano o salar está seco. Pagamos 60 dólares cada cabeça pelo tour de 3 dias. Como somos 7, ficamos todos em um mesmo carro. Não dá nem pra descrever o que é o salar de tão foda que ele é. Pra ter uma idéia, é impossível ficar sem óculos escuros por causa da claridade.

     

    Paramos em uma ilha no meio do deserto de sal que mais parece uma fase do Mario World, com cactos gigantes, Isla del Pescado.

     

    Já no final do dia fomos para uma vilazinha onde fica um dos alojamentos da empresa. Dormimos bem. O detalhe é que toda vila por lá, por menor que seja, tem campo de futebol oficial.

     

    No segundo dia começamos a entrar no deserto mesmo e as meninas começaram a passar mal. É normal as pessoas passarem mal, por causa da altitude, sempre acima dos 4 mil metros. O problema é que duas delas estavam mal mesmo, e então tivemos que desviar o curso e parar numa cidadezinha que tinha um posto de saúde. Combinamos com o motorista que ficaríamos na cidade (Villa Alota) e sairíamos no dia seguinte as 4 da manha. As meninas tomaram soro e alguns remédios e melhoraram. Na verdade, não foi mal de altitude (soroche) e sim inflamação na garganta, por causa da mudança brusca de quente e frio. A comedia é que nosso motorista largou a gente num alojamento e sumiu pela cidade. Depois fomos descobrir que o cara tava podre de bêbado. Não pensamos muito sobre o assunto, já que afinal o cara cumpriu o prometido e saímos as 4 da manha do dia seguinte.

     

    Eu não sofri com a altitude, mas o ar falta mesmo, qualquer corridinha você fica ofegante. Fiquei todo queimado e descascando por causa do frio. Lábios rachados. Mas tudo bem. O pior passou e eu fiquei imune.

     

    O deserto é muito lindo, é surreal. Não dá pra descrever também, vejam as fotos.

     

    No final da manha nosso carro quebrou e tivemos que esperar um outro carro vir socorrer, demorou umas 4 horas.

     

    O ponto alto do dia foi ver os gêiseres, eu nunca imaginei que a potência do gás fosse tão forte. A pessoa do teu lado não ouve o que você diz, mesmo que grite. Muitos vulcões com neve no topo. E o banho de águas termais!!!!! 5 graus fora, 35 dentro da água. Pra quem fica 2-3 dias sem banho, é sensacional.

     

    Atravessamos a fronteira da Bolívia com o Chile (frio pra caralho) e fomos pruma cidade chamada San Pedro de Atacama, que me pareceu Búzios, bonitinha mas ordinária. Tudo caro e muitos gingos.

     

    Eu tive a grande idéia de encontrar uma biblioteca em San Pedro de Atacama e logicamente, a biblioteca tinha internet grátis!

     

    San Pedro é uma cidade belíssima, com restaurantes muito estilosos, excelente para passar uma lua de mel. Tem muitos brasileiros por lá, a cidade é repleta de gringos, então por isso os preços são bem caros. Na verdade não tão caros, seriam os mesmos preços se comparados a uma estada no nordeste brasileiro, por exemplo, mas é que viemos da Bolívia super pobrinha e sentindo a diferença.

     

    Aliás, a mudança da Bolívia para o Chile foi radical. O Chile é um dos paises mais desenvolvidos da América do Sul e a Bolívia mais pobre. Já na fronteira as estradas são como tapetes, enquanto que na Bolívia o tempo todo viajamos mal e em solo de pedra. No fundo eu acho que tira um pouco o encanto, pelo menos considerando o lado turístico da coisa. Prefiro a Bolívia.

     

    A gente atravessou duas cordilheiras pequenas na Bolívia e os Andes na divisa. A viagem segue sempre acima dos 4000 metros, e as montanhas nevadas ao redor chegam a 6000. Pegamos muito frio perto da divisa, algo perto de zero grau. Faz sol o tempo todo, é deserto, mas venta muito, e o vento é gelado. Isso dificulta a respiração, ficamos ofegantes com facilidade, e de noite eu sempre acordava com a sensação de secura.

     

    As mudanças nas paisagens são repentinas, é incrível. Tem horas que parece solo marciano, depois aparece grama, depois vulcão, depois neve…e isso em intervalos de poucos kilometros.

     

    Compramos passagem para Arica, norte do Chile, saimos de San Pedro no começo da noite.

     

    Saímos fora rápido de San Pedro de Atacama porque estava consumindo muitos dólares. O Chile todo é muito caro. Fomos até Arica, onde conhecemos o oceano pacifico e…nada de mais. Chegamos na cidade bem cedo e compramos passagem para o meio dia, então tivemos pouco tempo pra curtir a praia e a cidade.

     

    Atravessamos a fronteira com auxílio de um motorista da agência que contratamos até Tacna, já no Peru. A mudança de país alterou totalmente o nosso fuso horário, aquele dia passou a ter 27 horas, já que quando era meio dia no Chile, ainda eram 9 da manhã no Peru.

     

    Em Tacna foi um pouco confuso, e perdemos algum tempo esperando o ônibus para Arequipa. O meio tempo serviu pra tomar um banho porco na rodoviária e fazer compras dos falsificados na zofrantacna - Tacna é zona franca, mas os mercadillos na rua parecem bem com a 25 de março e a Uruguaiana no rio.

     

    De Tacna a Arequipa um susto, porque depois de 10 dias de viagem circulando por cidades pequenas, a primeira cidade grande surge no horizonte com as luzinhas das casas e ruas iluminadas na madruga. Arequipa é a cidade! Chegamos na rodoviária de madrugada e solicitamos aos taxistas que nos levássemos a um albergue barato perto do centro. A intenção era chegar em Cuzco o quanto antes, mas só havia passagem para as 19 horas. Deu tempo então de a gente curtir a cidade, e como a gente curtiu. Tudo muito muito barato, comemos muito bem em excelentes restaurantes, e como a cidade possui uma frota de táxi gigantesca a preço irrisório, fizemos um city tour de táxi.

     

    Arequipa foi ponto alto da viagem mesmo, talvez a cidade mais interessante que eu tenha passado. Tiramos muitas fotos, inclusive pagando um micasso correndo atrás dos pombos na praça central, pleno sábado, com um monte de nativo olhando torto pra gente.

     

    Compramos passagem para Cuzco, chegamos as 5 da manha e por conta do nosso atraso no cronograma, corremos pro terminal ferroviário. Só havia passagem direto pra Aguas Calientes no dia seguinte. Então um cambista se aproximou e explicou um esquema de ir pra a estação de Ollantaytambo e pegar o trem pra Aguas Calientes. O cara cobrou 100 soles pelos 6 no carro, viagem de hora e meia até Ollanta. O problema è que combinamos tudo muito rápido e começou a ficar bem suspeito quando o cara começou a subir umas favelinhas pra cortar caminho e receber ligações no telefone celular. Ficamos todos ligados, mas no final deu tudo certo, o cara era trabalhador honesto mesmo e quando chegamos na estação vimos vários taxis fazendo serviço semelhante.

     

    Chegando em Ollanta compramos o trem para Aguas Calientes saindo na mesma hora. AC é o ultimo ponto antes de Machu Picchu propriamente. Em AC arrumamos um albergue e compramos as entradas de MP para o dia seguinte. Decidimos subir o morrão de ônibus (15 minutos) e fazer a descida a pé (1 hora).

     

    AC é um lugar muito diferente. Fica no meio de um buraco, porque eu não posso chamar isso de vale. É cercado por pedras de mais de 500 metros, uma não muito distante do que 300 metros da outra. Então é uma cidadezinha no meio de um monte de pedras gigantescas e floresta, onde o único referencial é o rio que corta o vale. É o vale sagrado dos incas.

     

    Só que AC cresceu desordenadamente, e virou favela! Tem vários barracos em contraste com alguns hotéis grandes em construção, bem estranho, considerando as pedras lindonas no fundo.

     

    Sinceramente achei que Machu Picchu ia ser decepcionante mas superou em muito as expectativas. O lugar realmente é foda. Fui sozinho as 5 da manha (as meninas quiseram ficar dormindo até mais tarde), cheguei lá no sitio só com alguns poucos outros mochileiros, tava uma névoa fortona, quase não dava pra ver nada. Então começou a chover fino e as nuvens sumiram. Eu segui uma trilha pra ponte inca sozinho, mais de meia hora andando. No final eu já tava falando sozinho e pensando como aquele lugar era surreal. Os caras foram montar uma plantação em cima de uma pedra (entenda, não é um morrinho, é uma pedra, 90 graus, mais de mil metros do solo)!

     

    Saindo de Machu Picchu/Aguas Calientes fomos de trem até Ollanta e então Cusco. É o caminho inverso, sendo que na ida nós não paramos em Cusco, fomos diretos pra Aguas Calientes. Era inicio da tarde e o ônibus para Puno só sairia às 10 da noite. Fomos então conhecer Cusco. É tão bonita quanto Arequipa - gostei de Arequipa mais - mas nada muito diferente de Ouro Preto, talvez mais similar a São Luiz, já que as ruas são largas.

     

    Jantamos bem, demos umas voltas, compramos algumas comidas pro ônibus, e outras coisas. No Peru as coisas são relativamente baratas e com mais diversidade do que a Bolívia.

     

    Pelo visto eu vou casar com a Priscila em breve porque todos os lugares legais me remetem à uma excelente lua de mel. E até paternidade, porque tanto na Bolívia como no Peru existem muitas crianças na rua, muitas mesmo. E todas largadas, brincando. A gente fica sensibilizado porque elas são todas lindas e tão descuidadas. Começam a trabalhar muito cedo e com os costumes, acabam se tornando adultos feios. Essa è a máxima, criança boliviana/peruana é igual cachorro vira lata: lindos quando pequenos, feios quando grandes.

     

    Chegamos em Puno apenas para conexão rodoviária, porque decidimos optar por Copacabana e ver o Lago Titicaca. Copacabana foi decepção porque tava chovendo e mesmo depois que a chuva cessou, a cidade não é nada mais do que duas ruas feias com uma igreja na praça.

     

    A vista do Lago pela estrada na montanha valeu sim.

     

    Chegamos em La Paz e….ooooouuu! La Paz é confuso, é favela, demais demais demais. Mas eu gostei pra caralho! É mais um cidade no meio de um buraco com um puta vulcão nevado no fundo, as casas foram sendo construídas nas encostas, virou uma favela gigante. O transito é muito confuso, tem camelô na rua até altas horas da noite, bem tosqueira.

     

    A noticia pitoresca é que tinhamos que chegar em Santa Cruz de la Sierra para o nosso vôo de volta ao Brasil; com bastante margem para erro, ainda passaríamos por Cochabamba. Mas a noticia que surgiu é que Cochabamba estava "sitiada", e isso é bem comum por lá. A população fecha as estradas, ninguém entra, ninguém sai. Ato político. Os "paros" duram em media 3-4 dias, e já era o segundo. Aguardamos pra ver o que podíamos fazer, já que invariavelmente de ônibus, teríamos que atravessar Cocha. A opção seria pagar bem mais caro e ir de avião até Santa Cruz, e isso quebraria bem os nosso planos.

     

    No dia seguinte eu tive que me esforçar para entender melhor, mas o que eu "imagino" é que o Evo representa os estados pobres do norte constituinte, contra os estados separatistas ricos do sul. Estava um caos, muito longe de intervenção da ONU ou guerra civil, mas estava ocorrendo choques fortes entre cocaleros e opositores em Cochabamba, que é a cidade que fica no meio da briga, não representa nem um lado nem outro. Todas as estradas estavam bloqueadas e os confrontos estavam meio violentos. O que acontece é que o prefeito de Cocha é oposição ao MAS, partido do Evo (movimento ao socialismo), e então os cocaleiros querem derrubar o prefeito. Como afronta fecharam os acessos à cidade. Os opositores entraram na briga.

     

    Em La Paz e na Bolívia em geral os campesinos e o proletário se reúne nas praças para discutir e tomar posições. Eu vi muitos, tentei participar de um, mas não entendi direito o que estava rolando.

     

    Isso acarretou a nossa única opção de pegar um avião direto para Santa Cruz, pagando uma baba, mas melhor do que correr o risco de ficar preso na Bolívia…para sempre! As economias que todos tinham salvado para gastar em compras em La Paz praticamente se foram. As meninas optaram por comprar tudo no cartão de credito, e eu tive que pensar com muito carinho quem merecia ou não um gorrinho do Chaves de presente.

     

    Saindo de La Paz e chegando em Santa Cruz, uma nova perspectiva. Quem entra em Santa Cruz via trem da morte e chega no terminal bimodal, imagina que Santa Cruz é mais feia que Xerém. Mas não, Santa Cruz é cidade rica, dos brancos (e não índios) da Bolívia. Já era fim de viagem e a gente ainda teria que ficar dois dias presos esperando o vôo de volta. Inventamos coisas pra fazer, mas simplesmente não havia. Fomos comer fora, e gastamos nossos últimos míseros boliviamos e enfim, após longa peregrinação nos aeroportos brasileiros, chegamos em casa.

     

    Conseguimos visitar os lugares prioridade, Salar e Machu Picchu, então muito bem. Prontos pra próxima.

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    2. Nevellin

      Nevellin

      lol

      Adorei o relato. Muito bem feito, bem detalhado (e bem engraçado em certas partes).

       

      Estou querendo fazer uma viagem assim, mas não pretendo enrolar muito. Meu negócio é BH>Machu Picchu-BH todo por terra.

      Não posso gastar muito mais do que 3mil, será q dá pra ir sem problemas?

      Abraços.

      o/

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    3. Peterson

      Peterson

      Nevellin, 3 mil acho que dá e sobra, pra minha viagem to levando mais ou menos 1000 dólares, q por sinal tão bem bons de comprar ultimamente...e vou ficar um mês por 3 países...desses 1000 excluí a passagem de avião até o chile e metade doi valor da trilha inca que já dei como caução.

       

      chuck, eu comprei uma T&R de 77L pra viagem...mas se tu for organizado e não quiser trazer muitos souvenirs acho que uma de 65L tá bom...

       

      na moral não posso dar certeza de tudo que to dizendo pq não fui ainda, certeza mesmo só na volta, em agosto...mas pesquisei bastante...

       

      Valew!

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    4. fcover

      fcover

      Estou programando uma viagem ao machu picchu saindo de Cuiabá indo por San Mathias em agosto. Na maioria dos relatos as pessoas pasam primeiro pelo Salar de Uyuni e sobem para continuar a viagem por Arequipa ate chegar em MP. Porem estou querendo fazer o caminho inverso: primeiro MP descendo por Arequipa e entrar na Bolívia para visitar o Salar sem passar no Chile como a maioria faz terminando o Tur em San Pedro do Atacama. Gostaria de saber se existe onibus de Arequipa até Oruro e tambem se tem um Tur no Salar que sai de Uyuni e volta para Uyuni ou outra cidade na Bolivia sem entrar no Chiel. Caso possa ajudar, desde ja agadeço.

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  26. Meus amigos, faz tempo que nao andava por aqui mas uma duvida anda a me azucrinar a paciencia... Como colar o solado de sapatos que soltaram com o tempo?...

     

    A estoria é a seguinte: eu nao costumo ter muito tempo para fazer trilhas e por isso fico com minhas botas muito tempo paradas... bem algumas estao com o solado descolando embora estejam "novas"...

     

    vale a pena colar? como entao fazer isso?

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    2. J Raimundo

      J Raimundo

      Prezado, consegui recuperar parte do solado de um tênis com cola para borrachas de parabrisa automotivo.

      É vendida em tubos para extrusão. Não é muito barato, mas extremamente eficiente.

      Ao utilizar, tem que ser rápido, e planejar bem antes, pois cura muito rápido ao ar livre. Dá para ir fazendo

      o acabamento com o dedo. Vestir o calçado em seguida para modelar por dentro e não fazer caroço. Limpar a pele com gasolina. Vedar muito bem a bisnaga para não endurecer.

      abraço.

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    3. ROBERTO JRS

      ROBERTO JRS

      Em que pese o 'post' antigo, o assunto continua a ser uma dúvida entre muitos, como eu (razão da minha vinda aqui).

      Interessante a troca de ideais e alguns aconselhamentos. Minhas experiências c/ cola rápidas comuns (tipo superbond) também foram decepcionantes (duraram apenas dias). Ainda não encontrei a cola ideal, porém nas pesquisas encontrei uma oferta de serviços c/ o sugestivo nome de HOSPITAL DO TÊNIS, que, p/ clientes mais distantes, aceita remessas por SEDEX.

      IMPORTANTE: "Não" se trata de indicação e nem propaganda. Ainda "não" utilizei os serviços e não posso efetuar indicação segura, mas parecem ser profissionais e como estão próximos de mim (ABCD paulista) vou procurá-los. Vejam no site = http://www.hospitaldotenis.com.br/

      ROBERTO

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    4. ROBERTO JRS

      ROBERTO JRS

      No meu comentário acima, onde se lê "ideais", por obséquio queiram entender "ideias".

      Grato.

      ROBERTO

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  27. A Lúcia (http://umamallapelomundo.blogspot.com/) criou esse Meme e então vou dar continuidade a ele aqui no Mochileiros.com.

     

    Segue o texto da Lúcia e em seguida incluo minha colaboração a este Meme.

     

     

    Meme das 3 atitudes ecoconscientes

     

    Eu estou criando um meme, nesse exato momento, o "meme das 3 atitudes ecoconscientes". Eu sei, muitos torcem o nariz para memes, principalmente na hora de indicar para quem passá-los. Porque todo meme é de certa forma uma brincadeira de lista de (não)preferências, e essas listas são, a grosso modo, um exercício mental "aborrescente". Entretanto, abstraiamos a faixa etária e concentremo-nos na brincadeira, como uma forma divertida de relembrar pontos/momentos importantes em nossas vidas. E memes passam facilmente de um para outro, o que pode aumentar o valor adaptativo da idéia. É com essa mentalidade de diversão adolescente misturada à ação adulta por um mundo mais ecoconsciente (sem desbancar pro ecoxiismo), que eu gostaria que as pessoas repercutissem esse meme em seus blogs, para que gerássemos um mar de idéias, discussões e soluções ecológicas pela blogosfera. Não seria o máximo?

     

    A idéia é a seguinte:

     

    "Poste as 3 atitudes ecoconscientes que você praticou/pratica/pretende praticar na sua vida (ou na sua casa, no seu trabalho, no boteco, etc.) para melhorar a situação ambiental do planeta Terra."

     

    Cada um escolhe o tempo verbal e o local que quer usar no seu meme, e se possível, discute um pouquinho sobre cada uma das suas 3 atitudes. Se a pessoa tiver mais atitudes para postar, não tem problema, ponha quantas quiser. 3 é um número aleatório que eu escolhi, mas não obrigatório. O mais importante é tentar pôr a mão na ecoconsciência e tirar 3 atitudes que você acha interessantes serem repassadas para outras pessoas ao redor, que outros leiam e, quem sabe, se inspirem.

     

    Vamos começar?

     

    Minhas respostas:

    - Levar minha mochila quando vou fazer compras no mercado. Assim, evito o gasto desnecessário de plástico de empacotamento. Por que faço isso? (Minha perspectiva pessoal do problema) O plástico das sacolinhas (geralmente brancas ou semi-transparentes) termina no lixo, que infelizmente em parte ainda termina no mar, onde flutua parecendo uma água-viva. Algumas tartarugas marinhas (como a tartaruga-de-couro) se alimentam de águas-vivas, e ao verem aquele troço transparente flutuando, comem o plástico enganadas e morrem entaladas. Em países como Coréia do Sul e Alemanha, as sacolas de empacotamento são pagas, portanto as pessoas por lá já estão acostumadas a colocarem suas compras nas bolsas que trazem de casa. E minha consciência se acostumou facilmente a isso.

     

    - Visitar parques e áreas de conservação. Por que faço isso? Sou bióloga, e sei o quão complicado é para arrumar verbas para uma pesquisa científica decente. Parques e áreas de conservação são locais abertos à visitação pública, agradáveis, uma diversão muitas vezes a preço irrisório. Mas esse ingresso irrisório, acreditem, faz a diferença entre manter ou não uma pesquisa andando, entre manter o parque funcionando ou não - qualquer ajuda nesses locais portanto é bem-vinda. Quanto mais visitação, sei que no final da linha, mais dados sobre fauna, flora, ecossistema e afins estarão disponíveis para toda a comunidade, e soluções de manejo mais consistentes podem aparecer.

     

    - Não imprimo nada, a não ser o absolutamente necessário. Por que faço isso? Porque para produzir papel uma quantidade gigantesca de água é usada, além de árvores que são cortadas. Leio livros e artigos pela internet. Formulários, fichas de cadastro, etc, se tiverem a opção para mandar por email ou completar o pdf, eu faço. Mesmo quando não dá - o que no Brasil é tragicamente comum, porque a burrocracia adora um "papelinho" assinado e autenticado em cartório - eu imprimo nos dois lados da folha e se possível uso papel reciclável. Reuso papel para escrever até que nada mais caiba nele. E acho que deveria haver uma campanha nas universidades para que trabalhos escolares escritos só fossem aceitos em formato digital, nada de papel. Afinal, a universidade, onde em tese tudo se discute, deveria dar o exemplo à sociedade, né não?

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    1. marcelvinicius

      marcelvinicius

      agora minha vez =)

       

      - Não como carne. Deixar de comer qualquer tipo de carne não é "apenas" por dó pelos outros animais. É muito mais uma escolha ambiental do que espiritual. A indústria da carne é um dos piores agressores ao meio ambiente deste planeta. A enorme quantidade de animais maltratados são alimentados com toneladas de grãos que consomem milhares de hectares de mata que deveria estar de pé. São entupidos de hormônios e antibióticos. O gás metano e os excrementos são sérios agressores de rios e lençóis-freáticos nas áreas onde são criados. Aquela "carninha" do fim de semana é muito mais agressiva que muitos crimes ambientais que nós mochileiros estamos acostumados a encontrar por nossas trilhas por aí, pois esquecemos que são milhões e milhões apreciando seu "inofensivo" churrasco entre amigos. Se quer utilizar um outro animal como alimento, a escolha é pessoal, mas procure saber a procedência do mesmo, coloque na balança quanto realmente custa satisfazer seu paladar.

       

      - Fecho o chuveiro enquanto uso o sabonete e/ou xampu. Na mesma linha daquelas campanhas para fechar a torneira enquanto escova o dente, devia haver uma campanha para fechar o chuveiro enquanto se ensaboa. Pra que deixar a água caindo no corpo enquanto passa xampu na cabeça? Tá certo que no frio isso fica um pouco mais difícil, mas nos outros dias não há desculpa. A economia de água e energia é incrivelmente grande, lembrando que um dos maiores vilôes domésticos na contas a pagar no fim do mês é o chuveiro.

       

      - Vou levar sacolas de casa para o supermercado. Já há algum tempo recuso as sacolinhas plásticas dos supermercados e padarias. Porém, quando a quantidade é um pouquinho maior, acabo cedendo. Pois bem, já está na hora de tirar de trás da porta algumas sacolas "de feira" e levar para o supermercado também.

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    2. ogum777

      ogum777

      - uso transporte público e/ou bicicleta e não uso fogareiro a benzina/gasolina

       

      gastamos ar, oxigênio demais e produzimos muito co2 quando andamos de carro. um ônibus tira até 42 carros de circulação e mesmo que seja aquele bumba fedorento e fumacento, polui menos qu esses 42 carros. por outro lado, trem e metrô poluem menos ainda. o mesmo serve para fogareiros. espiriteiras e fogareiros a gás poluem menos, embora ainda tenhamos que pensar o que fazer com as latas de gás.

       

      - reutilizo tudo o que posso: não consumir é uma atitude não poluente. melhor do que reciclar é reutilizar. serve pra papel, serve para utensílios domésticos, serve pra tudo. copos descartáveis poluem mais que o uso de copos de vidro, por exemplo.

       

      - tenho transformado óleo de fritura em sabão. um litro de óleo de fritura no sistema de esgoto gasta, no seu saneamento, quase um milhão de litros de água. de nada adianta economizar água em uma série de atitudes e jogar o óleo da fritura na pia ou na privada. se não há quem recolha seu óleo, para reciclagem, filtre-o e transforme em sabão. 11 partes de óleo para 4 de soda cásutica líquida. há receitas e receitas na net. dá um sabão ótimo! ah, claro, firanto pouca coisa em casa tb se economiza até em acne! hehehehe

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  28. Estive na venezuela agora em janeiro,ao chegar no aeroporto percebi que existe um câmbio Negro muito forte na região. Todos cambeiam dólares e conseguem um valor maior que no Oficial.Leve Dólares e não travel Cheques. Indo a los Roques ,ao entrar em LR pagamos 38000 bolivares,corremos todas as pousadas da Ilha e acabei ficando na pousada da D magali,é tipicamente de mochileiros e a mais barata da região e pasmem 75.000 bolivares /dia que seria mais ou menos 75 reais com café da manhã e almoço. Ela cozinha muito bem.

    Acho que acampar em Los Roques requer uma autorização especial e não se paga.

    Los Roques é o Paraíso,linda e os passeios de barco são feitos quase predominantemente pela Oscarshop no próprio Pier e os passeios custam para Cayo de Àguas- 60000bolivares- esta ,na minha opinião, é a mais linda praia. Para Madriski 12000 bolivarese essa é linda também.

    Para snorkling é boca de cote e madriski as mais legais. Boca de cote-60000 também.

    Ver o por do sol no farol é uma ótima pedida.

    A alimentação lá é cara...tem poucas coisas. Dicas :Só tomem água mineral ,levem barrinhas de cereal da cidade como lanche...lá é caro para comprar e não tem muitas opções,Protetor Solar 50.

    Fui com o avião da transaven saindo de Caracas e foi muito tranqüilo...

    Saindo de LR fui para Caracas, Valeu a pena conhecer. Fiquei no Hotel Altamira e pagamos o casal 50000 bolivares. O Bairro Altamira é tranqüilo e fica perto de um lindo Shopping. Caracas vale a pena para conhecer, mas é a típica cidade grande desorganizada e com muita buzina. Encontrei pessoas simpáticas e outras não tanto. O metrô é eficiente e não vi violência na cidade, porém às 22h não saia mais. AHHHH...o aeroporto é longe da cidade e os taxis cobram cerca de 130 000 bolivares para ir ao centro . Se chegar a noite fique num hotelzinho proximo ao aeroporto. pagamos 40000 bol. do hotel e 30000 do taxi.Cuidado para cambiar dólares , existem grupos especializados em roubar turistas. Troquem no aeroporto ou no Hotel. O Câmbio estava em 3500 bolivares para cada dólar, isso quando o oficial estava 1 dolar para 2150 bolivares. Conheci um casal que caiu num golpe então de preferência a pequenas agências de viagens, hotel..

    Fiquei só um dia e pequei um ônibus para Mérida. Fomos pelo Expresso Mérida e a passagem fica em 50000 bolivares , mas demora umas 10 h de viagem.Saímos às 21h e chegamos pela manhã.Mérida tem um teleférico que chega há 4700m,um frio do cão!!!!Leve gorritos e blusinhas!

    O teleférico custa 55.000 bolivares, mas vale muito!!!! Tire fotos!

    Fiquei na pousada La Montaña..uma fofura!Acho que custou 55000 bol. o casal dia. Tem um Condor enorme lá,mas não o vimos.

    Saindo de Mérida fomos para Maracaibo o q demora umas 9h de viagem e custou aprox.38000 bolivares. Maracaibo valeu a pena, tem muitas praças bonitas, catedrais e um lago ENORME Maracaibo,em frente a uma praça ,muito bonito.

    Saindo daí fomos em direção à Cartagena- Colômbia- Imperdível. Viajamos o dia todo e chegamos 8 da noite . Saímos de Cartagena às 4 da manhã e demorou muito para passar a fonteira , paramos várias vezes devido à polícia e tivemos que trocar de ônibus para entrar em Cartagena, o ônibus custou 125,00 pela Busven.Fique alerta que na parada da fronteira vc tem que pegar um carimbo de entrada na colômbia e ninguém avisa nada. Tem que pagar uma taxa na saída da Venezuela de 38000 bolivares para sair ,leve sempre um troco não ande com dinheiro contado, pelos menos uns 15000, podem ocorrer imprevistos como pagar para não olhar bagagens!

    CARTAGENA é linda e tem um hotel muito bom EL VIAJERO no centro velho que é amuralhado, fique no centro velho. O quarto 40.000 sem ar, só ventilador.Fique no Centro, vc economiza em taxi e tudo de legal está no centro velho a noite , além de ser mais seguro! A volta de charrete fica mais ou menos 25000 bolivares.

    Restaurante vá no BISTRÔ, bom, Gostoso e preço bom. Não perca o Aquário fica numa Ilha é muito bonito custa 12000 a entrada e o passeio pela agência custou 30000 com a parada na praia Blanca. Media Naranja, outro passeio custou 50000 vale a Pena!

    As Chivas ,ônibus abertões que custam 30000, também valem, para conhecer os Fortes, convento, as Botas, índia Catalina! Tem um passeio ao vulcão onde mergulhamos numa lama que tem 2300m de profundidade e não afundamos! Custa o passeio 35000 vc vai em ônibus com ar e leve troquinhos porque temos que pagar um banho...leve troquinhos de 2000 bolivares.Levando no total uns 10000. O almoço está incluso no passeio. Procure a Janete peres no Píer em frente a Muralha , o tel dela é 3156998922. Ela arranja os melhores pacotes e adora os brasileiros!

    LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

    Cidade de sonhos!

    Finalizamos em Bogotá que pagamos de avião – 220000 pesos ou 100 dolares. Pela

    Aero república...muito boa,

    Bogotá é linda...Adoramos!

    Ficamos no Hotel El Virrey- 95000 pesos dia casal, para quem vai sozinho 55000 .

    O local é seguro e o Hotel muito bom!!! Conheça... a cidade é linda e as pessoas hospitaleiras. Não vi violência por lá. Parece que melhorou muito a segurança e tráfico!

    O café muito gostoso!

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    2. Dimitri

      Dimitri

      Caros,

       

      Fiz uma viagem em 2005 para Venezuela e Colômbia. Postei um relato detalhado em http://www.mochileiros.com/viewtopic.php?p=233101

       

      Talvez ajude.

       

      Abraços

      Dmtr

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    3. LAIS FROES

      LAIS FROES

      PuXA QUE GOSTOSO MAS E AI CONTA MAIS

      SOU MARINHEIRA DE PRIMEIRA VIAGEM LINDA ME AJUDA Q MOEDA LEVAR OUVI DIZER QUE CIRCULA O BOLIVAR E AI FICOU A DUVIDA LEVO DOLAR OU BOLIVAR????

      DESCULPA A FALTA DE CULTURA MAS TODO MUNDO UM DIA TENQUE COMEÇAR NAO ACHA??? rsrs sim foi retórica

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    4. ctab

      ctab

      E aí galera, beleza!

       

      Então, to entrando nessa de nadar contra a alta do dolar, vou fazer uma mochilada no meio da crise econômica mundial... Irei aproveitar umas milhas da Tam pra conhecer um pouco da Venezuela e Colômbia. Fiquei encantado pelas belezas de Los Roques, mas ainda to amadurecendo a idéia. Tenho mais de 30 dias pra fazer essa trip, não curto pagar por pacotes, por tanto, espero economizar uma grana dessa forma. Só tenho algumas duvidas pra tirar com a galera mais experiente, essa taxa que se paga na ilha é diária como em Noronha, e se eu for acampar na ilha (já lí que é possível) é seguro largar mochila com câmera e tudo mais na barraca, quanto ao ônibus, existe transporte barato de Caracas a Cartagena, é tranquilo? Aê Laís, se brincar a gente se esbarra por lá...

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  29. No feriado de São Paulo dia 25/01, eu e mais três amigos partimos de ônibus até Curitiba de onde iniciamos uma viagem de Bike que teria como destino final Cananéia.

    Partimos pela Regis da Rodoviária de Curitiba até o Portal da Graciosa, um trecho um pouco difícil com algumas subidas e muito transito principalmente na saída de Curitiba. Depois de aproximadamente 40km, chegamos ao Portal da Graciosa, a partir deste ponto o visual mudou bastante e logo já conseguiamos avistar o litoral, a estrada da Graciosa é bem sinuosa mas com pouco movimento de carros. A estrada é asfaltada e alguns trechos de paralelepípedo, por toda a estrada a diversos restaurantes, quiosques e algumas cachoeiras. Pedalamos cerca de 35Km para chegar até a cidade de Morretes onde iriamos dormir para prosseguir no dia seguinte. Em Morretes faz um calor muito forte, saboreamos o prato tipico chamado barreado, literalmente com um leve sabor de barro.

    No dia seguinte a proxima parada seria a Ilha do Mel, pedalamos 65km até chegar em Pontal do Sul de onde pegamos um barco para chegar até a Ilha do Mel, dormimos na Ilha na praia de Encantadas e no dia seguinte atravessamos a ilha até a praia do Forte de onde pegaríamos outro barco em direção a Ilha das Peças, fizemos uma dificil travessia com as bikes por entre as pedras berando a costa onde ganhamos diversos arranhões e marcas de correntes nas pernas... prosseguimos até o local onde marcamos com o barqueiro que nos levaria até a Ilha das Peças, fizemos a travessia, avistamos diversos golfinhos durante a travessia, chegamos na Ilha das Peças, almoçamos e partimos pedalando 11km pela praia até o ponto de onde pegaríamos outro barco para atravessar para a ilha de Superagui. Em Superagui pedalamos cerca de 25km até o ponto de outra travessia para a Ilha do Cardoso (divisa de estado Paraná/São Paulo), chegamos ao local já estava escuro, por sorte encontramos um barqueiro, fizemos a travessia e depois pedalamos mais 14km a noite, na praia por toda a Ilha do Cardoso até chegar na vila de Marujá onde passamos a noite. No dia seguinte pegamos uma praia e depois mais uma travessia de barco, a mais longa, cerca de 40min até Cananéia e depois ônibus de volta para São Paulo.

    Assim que estiver disponível colocarei o arquivo com o caminho para vizualização do Google Earth.

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    1. tonelato

      tonelato

      Arquivo para o Google Earth com o percurso realizado entre a cidade de Curitiba - Cananéia.

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