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  1. [align=CENTER][info]Tópico criado para discussão sobre BOTAS PARA NEVE de qualquer fabricante [/info][/align]

     

     

     

    E ai pessoal!

    Irei fazer um mochilão pela Patagônia agora em julho/agosto e com certeza pegar muita neve. Gostaria, se possivel, que vocês colocassem sugestões de botas pra esse tipo de terreno e temperatura. Como irei de mochilão pretendo levar essa bota e mais um tênis pra variar um pouco.

    O que vocês sugerem em relação a bota?

    Valeu pela força!

    Abração

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  107 mais
    2. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      21 horas atrás, Yuri Schnabel Gomes disse:

      ............ gostaria de ter uma bota para uso na neve mas que eu possa retornar ao Brasil e continuar usando.........

      Se for usar no sul do Brasil no inverno, beleza. Se for no verão do Rio de Janeiro, negativo. Ou seja, bota pra frio é boa de usar ........ no frio.

      Veja seu uso, analise se realmente você precisa de uma bota pra neve. Botas pra frio extremo tem uma camada de fibra para manter seus pés quentes (insulate). Também as de couro são mais quentes que as de nylon/cordura.

      O que vai te ajudar a manter os pés quentes são as meias, dá uma estudada nisso. Talvez uma bota normal com meias quentes dê conta do recado no Chile, e será usável no BR.

      •  
        • Obrigad@! 1
    3. Yuri Schnabel Gomes

      Yuri Schnabel Gomes

      Muito Obrigado Otavio! :D

      •  
    4. fabiomon

      fabiomon

      Caros Mochileiros, como vão?  

      Na ultima semana tive o prazer e a honra de entrevistar e bater um papo com o escalador Pedro Hauck, um dos maiores e mais experientes escaladores dos Andes. Conversamos sobre caracteristicas de varios tipos de botas tecnicas, utilizacoes  e fisiologia em alta montanha e frio. Confesso que aprendi muito e gostaria de compartilhar o video com voces. O video ficou um pouco grande, mas garanto que vale a pena assistir ate o final. 

      Tomo a liberdade de postar aqui esse video pois, apesar de falarmos sobre as botas Vento, podem ter certesa que os assuntos discutidos são interessantes para todos os amantes de caminhada, viagens e montanhismo. Espero que gostem!

       Um Fraternal Abraço, 

      Fabio Monroe.'. Botas Vento

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  2. Australianos acham dinossauro de 25 metros

     

     

    Ossos fossilizados dos maiores dinossauros já localizados na Austrália foram apresentados na quinta-feira. Segundo cientistas, a descoberta lança novas luzes sobre o passado pré-histórico do país.

     

    Os restos de dois titanossauros, apelidados de Cooper e George, foram desenterrados em 2005 e 2006 por pecuaristas perto de Eromanga, no estado de Queensland, no árido sudoeste australiano, mas foram mantidos em segredo para permitir que especialistas investigassem os achados.

     

    "Estávamos tangendo gado em motos quando encontramos fragmentos do grandão, o Cooper. Meu filho de 14 anos achou o outro", disse o pecuarista Stuart MacKenzie à imprensa local.

     

    Ossos fossilizados das pernas mostram que a dupla tinha cerca de 25 m -- entre 6 e 7 metros a mais que o maior saurópode (dino herbívoro pescoçudo) previamente conhecido na Austrália, segundo Scott Hocknull, curador do Museu de Queensland.

     

    "O bom da Austrália é que sempre há coisas novas sendo achadas, e tudo isso é novo para a ciência, é a ponta do iceberg", disse Hocknull.

     

    Os titanossauros, com até cem toneladas e longos pescoços e caudas, estão entre as criaturas mais pesadas que já caminharam sobre a Terra. Eles foram um dos últimos saurópodes do Cretáceo, 98 milhões de anos atrás, quando o continente era mais verde e úmido. Esses herbívoros foram extintos numa época de mudança climática.

     

    Eles foram batizados em homenagem aos titãs (gigantes inimigos dos deuses) da mitologia grega e viviam principalmente no sul do antigo supercontinente de Gondwana.

     

    (Fonte: Reuters / Portal G1)

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  3. Fala Galera,

    Sou novo neste forum e marinheiro de primeira Viagem neste tipo de viagem.

     

    eu e 2 primos vamos fazer uma viagem que ira sair do brasil por FOZ DO IGUAÇÚ - CORRIENTES - SALTA - HUMAHUACA - UYUNI - SAN PEDRO DE ATACAMA - CALAMA - ANTOFAGASTA - ? - VIÑA DEL MAR - PORTILLO ou PENITENTES - MENDOZA - CORDOBA - BUENOS AIRES - PUNTA DEL ESTE - CHUÍ

     

    estamos prevendo uma média de 9.000km.

     

    gostariamos de estar sabendo de quem já fez, condições de estrada, pontos que não podemos perder nesta viajem, se alguem tem alguns waypoits, no chile as condições das estradas nesta época e qualquer dicas importantes que nos possa ter passados por despercebidos.

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    1. Iole e Junior

      Iole e Junior

      Bom ja fizemos 3 vezes mas uma só com trajeto igual, quanto as estradas são na maioria muito boas,separar um bom tempo para mendonza que não vai se arrepender, Buenos Aires prescisa de pelo menos uns 4 dias

      no Uruguai se não conhece colonia éinteresante Montevidel tambem merec uma pararada

      e se gosta de natureza Cabo Polonio e´a 3 maior colonia de lobos marinhos do mundo e vale a pena

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    2. bighead.leonel

      bighead.leonel

      muito obrigado pela dica iole e junior

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    3. Iole e Junior

      Iole e Junior

      voce estará indo quando?

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  4. Enfim, acho que consegui digerir a viagem e poder falar dela. Farei um relato aos poucos, mas não será em ordem cronográfica. Será mais por etapas. Inicio com a parte do trek que fizemos entre Mucugê e o Capão, com passagem pelo Paty.

     

    O integrantes do trek era:

     

    1) Marcéu, meu irmão

     

    2) Iuri, amigão de jampa

     

    3) Gabriel, amigo de jampa

     

    4) Capitão Planeta, cara de Salvador que conhecemos no camping. Seu nome não será revelado porque ele pode não querer.

     

    5) Leandro, amigo da gente, de jampa

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    1. Mostrar comentários anteriores  7 mais
    2. Hendrik

      Hendrik

      chapadamucugecapaodia2xu7.jpg
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    3. Shirley

      Shirley

      Cara, que fera sua narrativa!

      De repente estava feito boba lendo sem poder (porque uma dissertação de mestrado me aguarda ali, recolhida à sua insignificância momentânea na tela do computador), e morrendo de rir das suas aventuras.

      Ainda quero fazer um roteiro pela Chapada Diamantina, e seu relato já me deu algumas dicas. Estive lá a coisa de uns três anos, mas nada de trekking.

      Nesse mesmo período em que você estava na Chapada, eu estava em El Calafate - ARG. E depois, "tentei" fazer uma trilha (mini-trekking) em Torres del Paine - Puerto Natales. Não me perdi, mas estava perdida, pois só havia eu no camping (bom... tinha um senhor holandes doente e que partiu na manhã seguinte à uma noite em que a temperatura esteve negativa). Nessa manhã eu sai com uma mochila pesando algo em torno de 15kg. Uau! Digo tentei porque tive que voltar na metade do caminho. Estava só, nevava, e em um possível lugar para acampanhar, uns camaradas nada gentis (uma alemão e um australiano), que estavam na minha frente, tomaram conta da área e montaram suas barracas (duas), e me sugeriram que eu montasse a minha na neve, pois um cara (um certo inglês) havia feito isso e como passaram por ele (e eu também) vindo no caminho contrário, e não parecia que a visão fosse apenas de uma alma penada e gelada (até conversei com o camarada - gente boa) imagino que ele ainda fosse desse mundo. Ora, pois! Agradeci a sugestão de armar a barraca sobre a neve (obviamente que mentamente para aquele agradecimento eu usava outros termos, no momento indizíveis aqui). Ao vivo me limitei a dizer "Thanks for your idea. But I have to go back!! Bye!!

      Pois é... Torres del Paine e um verdadeiro trekking fica para o próximo Ano. MAs... talvez em outubro, eu me aventure pela Chapada Diamantina e daí a importância do seu relato.

      Parabéns pela aventura e boa sorte sempre!

      Um abraço!

      Shirley

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    4. Ram_Alen

      Ram_Alen

      ...

      -Que relato ! Passei mal de rir, bem humorado, como tem que ser o espírito de aventura.

      A foto da Involução ficou show ::lol4::

      E quanta desventura em série, ::lol4:: , Mas o que importa é que foram e trilharam e des-trilharam e caminharam, e...

       

      Valeu! ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

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  5. Madagascar cria 1 milhão de hectares de novas áreas protegidas

     

     

    Pela segunda vez em dois anos, o governo de Madagascar criou mais de um milhão de hectares de novas áreas protegidas, seguindo uma política visionária para conservar as florestas intactas restantes no país.

     

    As 15 novas áreas protegidas compreendem um total de 1.071.589 hectares - área equivalente à do município de Goiânia -, e incluem floresta tropical, floresta seca decidual, lagos, rios, cavernas de pedras calcárias e outros ecossistemas que abrigam espécies ameaçadas, tais como o rato-saltador-gigante (Hypogeomys antimena). Madagascar tem somente uma pequena fração de sua cobertura florestal original, mas continua sendo uma das regiões biológicas mais ricas do mundo, com muitas plantas e animais não encontrados em outro lugar.

     

    O Fundo Global para Conservação (GCF), criado pela Conservação Internacional (CI), contribuiu recentemente com US$ 1 milhão para a Fundação Madagascar para Áreas Protegidas e Biodiversidade e planeja aportar outros US$ 2 milhões este ano para ajudar na implementação das novas áreas protegidas. Estas áreas foram criadas no escopo da ‘Visão de Durban’, como ficou conhecido o compromisso assumido pelo governo do presidente Marc Ravalomanana durante o V Congresso Mundial de Parques, na África do Sul em 2003. No evento, ele prometeu triplicar o território protegido no país para seis milhões de hectares.

     

    Seu governo criou um milhão de hectares de áreas protegidas em dezembro de 2005, seguidos pela adição mais recente de mais outro um milhão de hectares para aumentar o território total protegido de Madagascar para 3,7 milhões de hectares.

     

    “Quem quer que diga que a conservação e o desenvolvimento não podem andar de mãos dadas está errado,” diz o presidente Ravalomanana. “É importante enfatizar o impacto positivo que a conservação da biodiversidade tem no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida”.

     

    As novas áreas protegidas compreendem três grandes trechos - o Corredor da Floresta Fandriana-Vondrozo, no sudeste, de 499.598 hectares; o Complexo de Áreas Alagadas Mahavavy-Kinkony que contém lagos, rios e floresta na costa noroeste, com 276.836 hectares; e a Floresta Central de Menabe, de floresta seca decidual no sudoeste, com 125.000 hectares. As áreas protegidas adicionais incluem os notáveis pântanos do lago Alaotra – habitat do único primata no mundo que habita áreas de junco: o Lêmure-de-bambu-do lago-Alaotra (Hapalemur alaotrensis) - assim como áreas menores que objetivam impedir extinções de espécies locais endêmicas e criar corredores de ligação com outras regiões protegidas, além de proteger nascentes de água e territórios sagrados das comunidades locais.

     

    Muitas espécies ameaçadas de extinção ocorrem quase exclusivamente nas novas áreas protegidas, inclusive um dos primatas mais ameaçados do mundo - o grande lêmure-de-bambu (Prolemur simus), classificado pela IUCN como ‘Criticamente em Perigo’ - junto com o sifaka-de-coroa (Propithecus coronatus), o lêmure-dourado-de-bambu (Hapalemur aureus), o sifaka de Milne-Edward (Propithecus edwardsi), o mangusto-de-dez-listras (Mungotictis decemlineata), o guará-sagrado de Madagascar (Threkiornis bernieri), o jabuti-de-casca-chata de Madagascar (Pyxis planicauda) e o cágado-de-cabeça-grande de Madagascar (Erymnochelys madagascariensis).

     

    O programa de Madagascar é um modelo para governos das nações em desenvolvimento que se deparam com a escolha entre a possibilidade de explorar os recursos naturais de forma a esgotá-los ou a opção pela conservação destes, de forma que a economia e as comunidades locais possam beneficiar-se dos bens naturais em caráter perpétuo. Outras nações que optaram pela conservação e os benefícios a longo prazo são a Costa Rica e a Libéria.

     

    “Madagascar é, na opinião de muitos, o hotspot de biodiversidade de maior prioridade na Terra”, afirma o presidente Russell A. Mittermeier, da CI. “O compromisso do presidente Ravalomanana com uma ampla cobertura de área protegida é histórico e tem significado global. Esperamos que outros líderes na África e em outras partes do mundo sigam seu exemplo e tomem atitudes decisivas similares”.

     

    Por décadas, a biodiversidade única de Madagascar esteve sob a ameaça de destruição da floresta, comércio ilegal de animais silvestres e outros problemas. Cientistas estimam que 90% da cobertura florestal original já desapareceram.

     

    As organizações que apóiam o programa de áreas protegidas do governo incluem: CI, Associação Fanamby, Wildlife Conservation Society, WWF, Durrell Wildlife Conservation Trust, Missouri Botanical Garden, USAID, Agence Française de Développement, Fonds Français pour l’Environnnement Mondial, KfW e Banco Mundial.

     

    A próxima fase do programa irá enfocar os benefícios econômicos para as milhares de pessoas que vivem dentro e no entorno das áreas protegidas, por meio de ecotourismo, contratos de serviços ambientais e iniciativas de monitoramento ecológico.

     

    Ao todo, o GCF já concedeu US$ 2,2 milhões para apoiar projetos de áreas protegidas em Madagascar. O GCF e o CEPF (Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos) também contribuíram significativamente com o planejamento e o desenho das novas áreas protegidas no país.

     

    (Fonte: Assessoria Comunicação CI-Brasil)

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  6. Tartaruga mais rara do mundo agora tem companheiro, diz estudo

    Talvez ainda não seja tarde demais para resgatar das garras da extinção o réptil mais carismático do planeta. George, o Solitário, um macho de tartaruga-gigante que era considerado o último representante de sua espécie e hoje é um ícone da destruição ambiental, não está mais tão solitário assim, revela uma nova análise genética.

     

    A nova esperança para a espécie de George – hoje listado no Guinness com o nada invejável título de “criatura viva mais rara do mundo” – por enquanto se resume a outro macho adulto. Trata-se de um híbrido, cujos pais provavelmente eram um parente de George e uma tartaruga-gigante de outra espécie, nativa de uma ilha diferente do arquipélago das Galápagos (costa do Equador), onde vivem nada menos que 11 espécies do bicho.

     

    É claro que os dois machos não podem cruzar, mas é quase impossível que o híbrido seja o único de seu tipo, declarou ao G1 a bióloga Adalgisa Caccone, da Universidade Yale (EUA). “Pode até ser que ainda existam alguns indivíduos puros da espécie de Pinta [à qual pertence George]. Lembre-se de que eles vivem bastante”, ressalta Caccone, co-autora do estudo genético na edição desta semana da revista científica “Current Biology”.

     

    Pinta de sobrevivente

     

    A espécie de George, Geochelone abingdoni, assim como as demais das Galápagos, são basicamente jabutis sul-americanos que acabaram crescendo depois de atravessarem o Pacífico por acidente há milhões de anos. George, por exemplo, nativo da ilha de Pinta, tem uma carapaça de 1 m de comprimento e pesa cerca de 90 kg.

     

    O fato de os bichos estarem isolados por tanto tempo – com pouco contato entre cada ilha do arquipélago – permitiu que eles se diferenciassem um bocado. “Algumas pessoas preferem se referir às tartarugas de cada ilha como subespécies, mas, com os dados genéticos que obtivemos, hoje as consideramos espécies diferentes”, diz Caccone. Em maior ou menor grau, isso vale para toda a flora e fauna nativas das Galápagos, que é única no mundo.

     

    A chegada dos seres humanos, porém, dificultou catastroficamente a vida de George e companhia. A partir do século 16, navegadores, pescadores e baleeiros passaram a usar as Galápagos como ponto de reabastecimento ou fazenda, criando cabras e capturando tartarugas como forma de ter carne fresca durante a travessia do Pacífico. (Os bichos conseguem sobreviver meses sem comida e água, podendo ser carregados vivos e abatidos mais tarde.)

     

    Essa pode ter sido a apólice de seguro da espécie de George. Embora as tartarugas tenham sumido de Pinta (menos George, que foi resgatado em 1971 e levado para a Estação de Pesquisa Charles Darwin, onde vive até hoje), uma ou algumas delas poderiam ter sido levadas para o mar por outras ilhas, ou então abandonadas lá por humanos. “Quando os barcos ficavam pesados demais por causa da abundância de capturas, pode ser que os marinheiros jogassem algumas tartarugas na água”, diz Caccone.

     

    E assim, ao que tudo indica, pelo menos uma G. abingdoni chegou ao vulcão Wolf, na vizinha ilha de Isabela. Sabe-se que a população de tartarugas do Wolf é altamente hetereogênea, contendo marcas físicas e genéticas das outras ilhas do arquipélago. Os pesquisadores compararam o DNA das tartarugas do vulcão com todas as outras espécies vivas do bicho, e até com membros da espécie de George que hoje estão empalhados em museus mundo afora. O resultado: de 27 bichos amostrados no vulcão Wolf, um tem o DNA que se esperaria de um híbrido de primeira geração entre a espécie de George e a G. hoodensis, da ilha de Española.

     

    Como só no vulcão Wolf existem entre mil e 2.000 tartarugas-gigantes, é quase impossível que o híbrido seja um caso isolado, diz Caccone. George, embora viva com duas fêmeas, até hoje nunca conseguiu cruzar com elas; por isso, talvez a grande chance de ressuscitar a espécie seja se concentrar nesses híbridos.

     

    “Poderíamos trazê-los para Estação de Pesquisa Charles Darwin e começar um programa de reprodução em cativeiro. Por meio de sucessivos cruzamentos, poderíamos reduzir os genes que não são de Pinta, teoricamente até 99,99%. Claro que isso vai levar muitas gerações, mas pode ser feito.” A busca continua.

     

    (Fonte: Reinaldo José Lopes / Portal G1)

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  7. Proibição de fumar em bares enfurece dono de 'café com maconha' de Amsterdã

     

    Países da União Européia estão se preparando para banir o cigarro de restaurantes, bares e cafés a partir do início de 2008. Mas em Amsterdã, na Holanda, proprietários e freqüentadores das coffee shops onde o consumo de maconha é liberado estão dispostos a enfrentar a nova lei. Até parlamentares querem proteger esses estabelecimentos, considerados atrações turísticas internacionais.

     

    O político conservador Michael Veling, dono do café De Kuil e porta-voz da organização de varejistas de canábis, desafiou: "É ridículo pensar que a proibição será o fim das coffee shops. Aqui você pode trazer salsinha ou uma meia velha, picar e fumar que ninguém vai falar nada".

     

    Além disso, diz ele, há maneiras de driblar a proibição de acender um cigarro (de tabaco ou maconha). Uma delas é o "volcano" (vulcão): uma geringonça que aquece o fumo e solta a fumaça dentro de um balão transparente, passando por um funil metálico. O consumidor compra o balão e inala a fumaça. "Em dias bons, quando a casa está cheia de americanos, vendemos 100 ou 200 balões", declarou Michael, já um senhor de 50 anos.

     

    Sentado perto da porta de entrada, com um sorriso de orelha a orelha e pupilas dilatadas, o tcheco Pavel Kotrba, cliente do De Kuil, afirmou: "Se a proibição rolar, eu fumo meu baseado ali na rua, sem problema".

     

    Na Holanda, a posse de até 5 gramas de maconha não é crime. Os mais de 700 cafés autorizados pelo governo podem ter em estoque até 500 gramas da erva.

     

    Recentemente foi proibida a venda simultânea de maconha e bebidas alcoólicas. Mas agora a maioria dos parlamentares da Holanda se dizem contrários à proibição de qualquer tipo de fumo nas coffee shops.

     

    (Fonte: Portal G1, com informações da Reuters)

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    1. Pablo Rodilha

      Pablo Rodilha

      Puts até a holanda ta ficando careta, canabis livre!!!

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    2. Hendrik

      Hendrik

      A proibição não é bem contra a canabis, mas contra fumar em ambientes fechados. Sendo principalmente consumida via fumo, normal que mariuana caia dentro dessa lei.

       

      Em média, o europeu fuma muito. E os bares, os cafes, são estabelecimentos fechados na maior parte do tempo devido ao clima. Então você entra num cafe e é saudado por uma núven de fumaça. Eu já tive vários acessos de tosse em bares aqui e tinha de sair prá rua, pro frio e prá chuva.

       

      Mas claro, os cafe-maconha da Holanda são cafes de e para fumantes. As pessoas vão para lá para isso mesmo. Tem os turistas, mas esses vão para ver e depois saem. Os frequentadores geralmente são todos usuários. A lei então não deveria abranger esses cafes.

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    3. Michael Darolt

      Michael Darolt

      Nunca fumei maconha por opção, assim como qualquer outro cigarro, mas quando estiver ano que vem na Holanda experimentarei, além de que tomarei todas na fábrica da Heineken...ehehehe

      •  
  8. Uso de aspirina por idosos pode causar hemorragia cerebral, diz estudo

     

    O uso de aspirinas e outros medicamentos antitrombóticos por idosos na faixa dos 75 anos pode causar apoplexias derivadas de hemorragias cerebrais, segundo um estudo divulgado pela revista "The Lancet".

     

    Apesar de ser comprovado que o uso desse tipo de substâncias reduz o risco de apoplexias e ataques cardíacos nas pessoas que sofrem de doenças vasculares, não há provas claras de que estes sejam beneficentes para outros indivíduos em razão do risco de complicações hemorrágicas, muito comuns entre idosos.

     

    No entanto, muitos idosos que gozam de boa saúde tomam aspirinas regularmente, com a esperança de prevenir ataques cardíacos.

     

    O professor Peter Rothwell e seus colegas da Faculdade de Neurologia Clínica da Universidade de Oxford estudaram a incidência das apoplexias por hemorragias cerebrais em idosos britânicos acima e abaixo dos 75 anos e os riscos associados a elas, como a hipertensão e os medicamentos.

     

    Os pesquisadores identificaram uma menor incidência das apoplexias associadas à hipertensão ao combinar os dados correspondentes às pessoas de menos e mais de 75 anos - o que se devia, principalmente, a uma redução da pressão sanguínea.

     

    No entanto, a proporção das apoplexias entre as pessoas com mais de 75 anos permaneceu estável, em parte devido ao aumento das hemorragias intracerebrais associadas ao uso de remédios antitrombóticos.

     

    Enquanto apenas 4% dos pacientes com hemorragias intracerebrais tinham tomado medicamentos antitrombóticos à época de um dos dois estudos, realizado entre 1981 e 1985, no segundo, de 2001 a 2006, a proporção aumentara até 40%.

     

    Segundo os autores do estudo, o aumento do uso de antitrombóticos pode superar muito em breve a pressão sanguínea não controlada como o maior fator de risco de infarto hemorrágico nas pessoas de mais de 75 anos.

     

    "Como pelo menos dois terços dos casos de hemorragias intracerebrais e 50% das apoplexias ocorrem depois dos 75 anos, é essencial incluir esta faixa de idade nos estudos", afirmam os pesquisadores.

     

    "Substâncias antitrombóticas como a aspirina são boas para os pacientes de mais idade que sofreram algum ataque cardíaco ou uma apoplexia, mas nossos estudos indicam que não se deve aconselhar seu uso generalizado e diário em idosos com boa saúde, sem um histórico de doenças vasculares", completam os cientistas. EFE

     

    (Fonte: EFE / Yahoo)

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  9. Olá, meninas!

    Sou nova por aqui e gostaria daquela básica informação: "qual mochila devo comprar?"

    Queria uma mochila que desse para fazer trilhas e também para algumas viagens mais longas, por exemplo 30 dias(por enquanto é a mais longa que pretendo fazer).

    Em uma loja, experimentei uma mochila de 60 litros e ela acabou ficando desconfortável demais, será que uma mochila 40l+10 dá pro gasto ou é melhor procurar uma outra de 60l que seja tão confortável e se adeque bem a mim como a de 40+10??

     

    :)

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    1. Mostrar comentários anteriores  251 mais
    2. tina.leal

      tina.leal

      Obrigada, Otávio!

      Quanto a lavar, já imaginava...mas sabendo que nesse tamanho já é suficiente fico mais tranquila, rs.

       

      Valeu mesmo!

      •  
    3. carolina.maciel

      carolina.maciel

      Gente, vou comprar minha primeira mochila e estou com algumas dúvidas e espero que vcs possam me ajudar...

      Pelas minhas pesquisas, gostei das mochilas da Quechua pelo custo- benefício, porém vou comprar pela internet e não tenho como provar a mochila antes, pois na minha cidade só encontrei mochilas da Nautika e li muitos comentários negativos sobre a marca.

      Minha dúvida: faz muita diferença comprar uma mochila dita feminina? Sou pequena, tenho 1,60 de altura e 50 kg, e quero comprar uma mochila para fazer viagens urbanas de 10 dias até 1 mês. Tinha pensado em uma Quechua de 50 ou 60l, porém as femininas são muito difíceis de encontrar.

      Estou em dúvida entre as mochilas abaixo, e claro que gostaria de optar pela mais barata, porém não quero me arrepender depois.

      http://www.decathlon.com.br/trilha-trekking/mochilas-trekking/mochilas-trekking-de-50-a-90-litros/mochila-forclaz-50-1?skuId=2021263

      http://www.decathlon.com.br/trilha-trekking/mochilas-trekking/mochilas-trekking-de-50-a-90-litros/mochila-de-trilha-forclaz-50?skuId=1809079

       

      Obrigada!!

      •  
    4. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Para viagens urbanas não faz tanta diferença. Você irá sentir diferença se for andar muito com ela nas costas, o dia inteiro (como num trekking), aí sim vale a pena investir numa mochila melhor.

      Pra você seria melhor a de 50L, pelo seu tamanho.

      •  
  10. Caros Amigos,

     

    Coloco aqui algumas das fotos (tirei cerca de 300) da minha visita a Dublin e um passeio ao Sudeste da Irlanda:

     

    Ao aterrar em Dublin (fez-me lembrar os Açores)

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    Dublin Castle

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    Christ Church Cathedral

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    Temple Bar

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    Uma Guinness no Temple Bar, o caracter irlandês ...

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    O rio Liffey que passa no centro de Dublin

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    Custom House

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    Estação Central dos Correios (posto de comando da revolta de 1916)

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    O Trinity College

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    A fábrica da Guinness

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    St. Patrick´s Cathedral

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    Lagos no Sudeste da Irlanda

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    Glendalough

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    [align=justify]Esta viagem começou a ganhar forma depois de ver uma promoção da Aer Lingus em que a viagem custava apenas 119.45€ (no final a viagem custou 129.45€) e como ainda não conhecia a Irlanda, decidi aproveitar !. Apesar de não ter grandes problemas em viajar sozinho, para esta viagem quis ter companhia, uma vez que estava decidido a beber umas boas cervejas e sentir o espírito dos bares (pubs) irlandeses … e para isto é melhor ir acompanhado 8).

    A Aer Lingus colocou-me em Dublin, sem grandes luxos, dentro do horário previsto (+4 minutos). Como cheguei às 13h04 e a companhia de bandeira irlandesa não serve refeições, já havia uma certa fome e fui tratar do almoço ainda dentro do aeroporto. Comi num conhecido restaurante de “fast food” e apanhei o autocarro para o centro da cidade (5€). Daqui fui a pé para o central Hostel Avalon.

    Como estou bastante familiarizado com os guias da «American Express» (NDR: "Folha de São Paulo, no Brasil), segui as indicações do guia para esta cidade. O referido guia divide a cidade em três zonas. Resolvi fazer uma zona na Sexta à tarde e as outras duas no Sábado, assim o Domingo ficava livre para uma excursão à ilha. Consegui ver as três zonas a pé e com muita tranquilidade. Dublin não é uma cidade grande e as zonas ficam juntas umas às outras.

    Na Sexta vi a zona sudoeste da capital, passei pelo City Hall, o Dublin Castle e a Christ Church Cathedral. Acabei a tarde a beber umas Guiness no Temple Bar.

    Sábado o dia amanheceu chuvoso, aliás já na Sexta choveu um pouco, é o típico clima Inglês/Irlandês com muitos períodos de chuva ao longo do dia. De manhã fiz o passeio à zona norte do Liffey, o rio que atravessa a capital irlandesa. Estive na grande O´Connell Street e nas suas redondezas. Vi a Custom House e a Estação dos Correios , palco da revolta de 1916. Da parte da tarde fiz o passeio do sudeste de Dublin. Vi a rua das compras, a Grafton Street e o Trinity College. Fui a pé à fábrica da Guiness (14€) que como museu não é nada de especial, mas vale pela vista do alto das suas instalações e pela cerveja que oferecem. Adivinhem onde é que acabei o dia … pois é, no Temple Bar a beber umas cervejas :oops::lol: . Os irlandeses tem de “amar a cerveja”, só assim se explica que consigam estar todas as noites em pé, de copo enorme na mão, aos encontrões em virtude dos bares estarem sempre cheios a gastar dinheiro … há que gostar mesmo :lol:.

    Domingo fui a uma excursão (24 Euros) ao sudeste da Ilha Verde, na zona de Wicklow. Foi aqui que gravaram o filme “Bravehart”, há dois bonitos lagos, uma zona de montanha e as ruínas de Glendalough. Almocei num típico restaurante irlandês numa pequena aldeia e gostei da comida (paguei 15€ pelo almoço). A visita acabou do outro lado do porto de Dublin. À noite fomos para os bares até cerca da 1h00 e apanhamos o autocarro para o aeroporto. Ainda dormi um pouco na gare e vi o despertar de um aeroporto com cada vez mais pessoas à medida que o dia ia nascendo, foi um pouco cansativo e aborrecido mas como o voo era bastante cedo, penso ter-se tratardo da melhor solução.

    Segunda-feira de manhã estava em Lisboa com mais uma cidade conhecida.

    Dublin não é uma cidade muito entusiasmante, mas também não é tempo perdido. Mas há, certamente, 10/15 ou mesmo 20 cidades europeias mais interessantes. Agora a ilha deve ser bem bonita :wink:.

    Dos irlandeses não tive razão de queixa, alguns até achei simpáticos e são educados, mas tem comportamentos algo estranhos aos olhos de um tuga. O país não tem grandes infra-estruturas mas está em grande crescimento económico, devia ser um exemplo a seguir para Portugal. Agora este recente país, que ainda não tem 100 anos, e as suas gentes já sofreram muito com ocupações, a fome e a emigração :cry:.

    Correu tudo de acordo com o previsto e foi mais uma viagem … vale sempre a pena :wink:[/align]

    Um abraço,

     

    Jopeg

     

    Editado por zocuni,para padronização de tamanho das fotos.

    •   
    1. sandra_10

      sandra_10

      Olá!!!

       

      Adorei suas fotos de Dublin!

      Você acredita que vale a pena passar somente um dia em Dublin? Temos esta oportunidade e estamos com vontade de ir, saíriamos cedinho de Londres e Voltaríamos a noite, pela Ryanair. O que você acha?

      Obrigada. :)

      •  
    2. jopeg

      jopeg

      Oi sandra_10,

       

      Um dia é melhor do que nada !, mas é bem complicado visitar a cidade num só dia.

      O ideal seria 2 dias nesta cidade.

       

      Jopeg

      •  
    3. Ju_Delgado

      Ju_Delgado

      Olá!! Queria saber se acham que 15 dias na Irlanda é um bom período, se vale a pena? E quanto que gastaria por la? Obrigada.

      •  
  11. Aê Galera,

     

    Moro em Manaus desde 2005, e nas férias que tirei agora em abril de 2007 segui até Belém de barco. Compartilho com todos algumas informações

     

    Achei muito bacana. Fui uma experiência e tanto. Eu fui na rede "1a. Classe" (no ar condicionado, que só é ligado à noite). As outras opções eram redes 2a. classe (sem ar) e camarotes, que têm beliches e banheiro e você pode trancar com suas coisas dentro. Na área de redes tua bagagem fica no chão mesmo.

     

    Os navios saem todas as quartas de Manaus às 16:00, chegando em Belém às 9:00 do domingo. Comprei as passagens na rua mesmo, no porto na rua ao lado do mercado Adolpho Lisboa. O terminal de passageiro do porto de Manaus cobra bem mais caro. Os navios ficam atracados lá pela manhã, e ao meio dia vão para o porto do 'povão'.

     

    Eu segui viagem no navio Santarém, na semana anterior havia saído o Nélio Corrêa e Amazon Star. Abaixo os preços que estavam sendo cobrados quando comprei a passagem:

    - Rede 2a. Classe: 130,00

    - Rede 1a. Classe: 150,00

    - Camarote (2 pessoas): 600,00

     

    O vendedor falou que por 350 dava pra 'desenrolar' uma vaga pra eu ir no camarote dividindo com alguém. Ele ainda me falou que em junho e julho é complicado conseguir passagem de última hora. Tem q ser com antecedência.

     

    Mas o legal mesmo achei foi ir na rede por que você interage com as pessoas. O lance de camarote achei muito 'isolado'. Logo que eu montei a rede fui sentando e depois chegou o dono da rede ao lado, um maranhense muito gente boa que já foi puxando conversa e ficamos amigos. Ao lado tinha um francês com quem já fui falando também. Depois conheci um bocado de espanhóis, suíços e outros franceses que estavam no barco. Muita gente do Pará também. Alguns ficaram em Santarém e outros pegaram o barco lá.

     

    No deck de cima tem uma área de lazer onde fica o bar, tem TV (o barco tem antena parabólica), som (sempre tocando forró, calypso e techno brega). Sempre juntava bastante gente lá no final da tarde e à noite.

     

    A regra dos barcos diz pras mulheres montarem as redes de um lado da embarcação e homens do outro, tem até uma pintura numa parede no fundo identificado o lado dos homens e o lado das mulheres. Com isso dá pra evitar momentos de intimidade que causem desconforto nos outros passageiros e o negócio não vire bordel.

     

    No final das tardes tinha um senhor que ficava contando histórias na proa do barco e juntava uma galera que ficava ouvindo. O cara até contou com a maior seriedade do mundo que "o tal do rato é um animal desgraçado, cai o rabo cria asas e sai voando. Vira o danado do morcego e sai voando [sic]." todos riram, mas o velhinho reforçou: "é verdade! Eu conheço gente que já viu!".

     

    A comida era repetitiva e sem tempero. É bom levar uns biscoitinhos pra matar a fome à tarde. O barco vende refrigerantes e cerveja em lata. Nas paradas que eram feitas em algumas cidades eu comprava frutas.

     

    A maioria das pessoas era de origem humilde e deu pra perceber que as pessoas de classe média não utilizam o barco como meio de transporte para trajetos desse tipo. Bem óbvio porque pagando geralmente uns 50 ou 100 reais a mais dá pra chegar de avião em duas horas.

     

    Não dá pra sentir enjôo porque no rio só tem marola (que chamam de banzo por aqui), mas tem um trecho em Belém, chamado de baía onde você não vê a outra margem do rio. Lá venta muito e as marolas são maiores, o barco balança um bocado, mas por pouco tempo, talvez por uma ou duas horas.

     

    O que precisam levar além da bagagem convencional:

    - Rede (dá pra achar por uns R$ 25,00) sugiro as de tecido pq são maiores e mais confortável

    - Uma coberta boa para não sentir frio à noite. O ar condicionado era tão frio que o lençol q eu estava não dava conta de me aquecer. Não consegui dormir direito e ainda fiquei resfriado.

    - Toalha (eu nunca levo pra outras viagens pq tem no hotel/pousada)

     

    Falando em toalha, a água das torneiras e do chuveiro vem do próprio rio Amazonas.

     

    Pra quem curte o visual da amazônia é uma viagem e tanto. Sugiro colocar uns livros na bagagem pois quando não tiver papo com os passageiros ou a conversa não estiver interessante é legal ficar lendo na rede ou numa cadeira no deck superior, com uma brisa bem legal.

     

    Se quiser privacidade ou não curtir a idéia da rede, vá de camarote, se quiser uma experiência humana e diferente, vá de rede ;)

     

    Um abraço,

     

    Kiev

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    1. Mostrar comentários anteriores  19 mais
    2. rocha.lu

      rocha.lu

      Olá, resgatando este tópico. Alguém fez este passeio há pouco tempo?

       

      Eu também estou procurando informações mais recentes! Alguém?

      •  
    3. skipperj05

      skipperj05

      POR AÍ disse: "Estou pensando em fazer uma viagem pelo amazonas com algumas paradas pelo caminho. Gostaria de comecar a viagem por santarém e terminar em manaus. Sabe se subir o rio é pior que desce-lo? A maioria dos comentários sao sempre no sentido manaus-belem."

       

      Em 2010 eu estive em Manaus e pretendia fazer esta viagem, quando me explicaram que como a correnteza o Rio Amazonas vai de Manaus para Belém, neste sentido as embarcações vão pelo meio o rio, onde tem menos ataques de mosquitos. Já as embarcações que fazem o percurso inverso, de Belém para Manaus, precisam fugir a correnteza principal, e portanto vão mais próximas das margens, onde apesar de verem mais animais, paisagens, etc., são mais sujeitas a ataques do temíveis carapanãs...

      •  
    4. lucas.eduardo

      lucas.eduardo

      REVIVENDO O TÓPICO!!! hahahah

       

      Alguém recentemente fez esse trajeto?

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  12. Câncer ligado a trabalho mata 200 mil ao ano

     

    Tumores relacionados a riscos no local de trabalho atingem principalmente o pulmão. Doença é causada pela inalação de fibras de amianto e fumaça de tabaco.

     

    Pelo menos 200 mil pessoas morrem a cada ano por algum tipo de câncer relacionado com seu ambiente de trabalho, enquanto milhões de empregados correm o risco de desenvolver essa doença por causa da inalação de fibras de amianto e fumaça de tabaco, revelou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).

     

    Na véspera do Dia Mundial da Segurança e a Saúde no Trabalho, a agência sanitária da ONU lembrou que os tipos de câncer que possuem relação com o trabalho são os de pulmão, os mesoteliomas (tumores na membrana que cobre os pulmões), os de vesícula e a leucemia. De acordo com a pesquisa, 10% das mortes causadas pelo câncer de pulmão estão diretamente relacionadas com os riscos nos locais de trabalho.

     

    "Atualmente, cerca de 125 milhões de pessoas no mundo estão expostas ao amianto em seu trabalho e pelo menos 90 mil morrem por essa razão", disse Fadela Chaib, porta-voz da OMS.

     

    Outras milhares de pessoas morrem de leucemia por sua exposição ao benzeno, um solvente orgânico amplamente utilizado pelos trabalhadores na indústria química e de diamantes.

     

    Chaib informou que as taxas de câncer ocupacional são mais altas entre pessoas que trabalham em ambientes que não cumprem os requerimentos de proteção da saúde e a segurança, e que, ao mesmo tempo, precisam de medidas para prevenir a contaminação do ar com substâncias cancerígenas.

     

    Os trabalhadores que estão altamente expostos à fumaça do tabaco, mesmo não sendo fumantes, possuem duas vezes mais vezes chances de desenvolver câncer de pulmão em relação aos que desempenham suas atividades num ambiente livre de fumaça.

     

    A maior parte desses cânceres ocorre em países desenvolvidos, onde o uso de diferentes substâncias cancerígenas era constante há 20 anos, enquanto hoje, após a descoberta de seus efeitos nocivos para a saúde, os controles são mais rigorosos.

     

    Mesmo com este controle, a OMS lamentou que ainda existam empresas que usem produtos que podem levar seus funcionários a desenvolver diferentes tipos de câncer. Além disso, afirmou que algumas companhias estão transferindo suas fábricas para países ainda em desenvolvimento, onde as leis são menos rígidas.

     

    "Se o uso desregulado de cancerígenos continua nos países em desenvolvimento, é possível esperar por um aumento do câncer ocupacional nas próximas décadas", afirmou Chaib.

     

    No entanto, a porta-voz da OMC disse que os cânceres relacionados ao trabalho podem ser evitados, e, para isso, é necessário que os Governos e o setor privado garantam que os locais de trabalho cumpram os padrões internacionais de saúde.

     

    (Fonte: EFE / Portal G1)

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  13. Empresas negam ou dizem estar empenhadas em acabar com testes em animais

     

    Com o objetivo de orientar o consumidor na hora de escolher qual produto usar, a organização Projeto Esperança Animal (PEA) elaborou listas com empresas que fazem testes em animais. “Não queremos que ninguém se torne um radical anti-social. A idéia da lista é que se você tiver opção de escolher, opte por quem não faz os testes”, diz o presidente da PEA, Carlos Rosolen.

     

     

     

    A lista foi organizada a partir de um comunicado enviado pelo PEA às empresas, perguntando se fazem ou não uso de animais vivos em testes de laboratório. As empresas que responderam “sim” ou aquelas que não enviaram resposta entraram na relação daquelas que fazem os testes.

     

    A Bionatus, fabricante de alimentos e medicamentos fitoterápicos, que consta da lista da PEA, informou à Agência Brasil, por meio de nota da assessoria de imprensa, que não realiza testes toxicológicos ou clínicos dos seus produtos, porque eles já têm segurança de uso e eficácias comprovadas cientificamente. “Estes estudos já foram realizados por pesquisadores e publicados em livros ou revistas científicas e são estes que a Bionatus utiliza para registrar os medicamentos”, afirma o comunicado.

     

    Outra empresa citada pela PEA foi a Unilever, fabricante de produtos alimentícios, de beleza, higiene e limpeza. Também em nota enviada à Agência Brasil, a assessoria da Unilever diz que a empresa está empenhada na eliminação total de testes com animais em seus produtos. “A aplicação de testes em animais é a exceção e não a regra na Unilever, utilizada muito raramente e apenas quando não há método alternativo disponível (testes em laboratórios ou modelos computadorizados) ou quando a legislação de um país realmente exigir e não existir alternativa segura”.

     

    O documento informa também que, no Brasil, a Unilever não realiza testes em animais e que a empresa está empenhada em eliminar a realização de testes em animais da legislação em todo o mundo. “Mas isso leva tempo, pois cada país tem diferentes diretrizes sobre o tema”, explica a assessoria.

     

    A Galderma, que fabrica cosméticos e produtos para cuidados pessoais, diz que a empresa segue normas que garantem a qualidade e segurança de seus medicamentos, expondo da menor maneira possível o uso de animais em pesquisas. “Todos os programas de testes em animais são supervisionados pelo Animal Welfare Officer, sendo que a empresa não faz uso desses testes para desenvolvimento de quaisquer produtos cosméticos”, afirma a empresa, em nota. A Galderma diz que também não faz testes com animais no Brasil e afirma que acompanha todos os esforços mundiais atuais para o desenvolvimento de alternativas que eliminem a necessidade desses testes.

     

    A fabricante de cosméticos Embelleze está na lista de empresas que não usam animais para testar seus produtos. De acordo com a gestora de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embelleze, Vanderlina Oliveira, essa é a realidade há mais de dez anos, e a decisão foi tomada levando em conta as demandas da sociedade. Ela explica que os produtos a serem testados são mandados para um laboratório especializado, que faz os testes de segurança de uso e de comprovação de eficácia.

     

    Oliveira acredita que não há mais espaço na sociedade brasileira para empresas que não estão comprometidas com o meio ambiente. “Hoje em dia a sociedade está bastante consciente com relação à preservação do meio ambiente, da fauna e da flora e não aceita mais esse tipo de atitude. Basta olhar os inúmeros movimentos de sociedades protetoras dos animais e a preocupação crescente com o meio ambiente para o futuro do nosso planeta. E os animais estão inseridos nesse contexto”, afirma a gestora.

     

    (Fonte: Sabrina Craide / Agência Brasil)

    •   
  14. Mais de 8 mil peças de artesanato com partes de animais são apreendidas na Operação Moda Triste

     

    O total de multas aplicadas durante a operação Moda Triste, deflagrada pelo Ibama anteontem, passou de R$ 3 milhões. Os fiscais apreenderam em 25 estados e no Distrito Federal 8.567 peças de artesanatos que utilizam ilegalmente partes de animais da fauna silvestre brasileira. Os técnicos da divisão de fiscalização de fauna em Brasília ainda estão consolidando os dados da operação.

     

    Segundo o coordenador geral de Fiscalização do Ibama, Arty Fleck, a intenção desta operação foi coibir este comércio que é alimentado pelo tráfico de animais e pela caça ilegal. Para o coordenador, a operação também teve o objetivo de conscientizar a população. “Ao comprar estes produtos, as pessoas estão indiretamente estimulando o tráfico e a caça ilegal e estas práticas, devido ao volume do que é comercializado, trazem danos consideráveis à natureza.”

     

    Entre os objetos apreendidos, encontram-se brincos, colares e outros enfeites com penas de araras e papagaios e também alguns artesanatos e acessórios de decoração e moda esdrúxulos como um uirapuru vendido em um vidro de formol, um perfume feito a partir de testículos de boto e um lote de tampas de vasos sanitários com borboletas.

     

    (Fonte: Ascom Ibama Sede)

    •   
  15. Ambientalistas pregam boicote a empresas que fazem testes com animais

     

     

    Empresas brasileiras fabricantes de cosméticos fazem testes desnecessários em animais, segundo organizações ambientalistas como o Projeto Esperança Animal (PEA). De acordo com esses ativistas pelos direitos dos animais, a maneira mais eficiente de convencer os empresários a desistirem dessa prática é deixar de comprar produtos dessas marcas e informar à empresa o descontentamento em relação ao uso de animais para testes em laboratórios.

     

    Nina Rosa Jacob, fundadora do Instituto Nina Rosa, entidade que promove o bem-estar animal e o consumo sem crueldade, explica como são os testes. Ela diz que, ao contrário do que pensam alguns consumidores, quando se fala em testes de cosméticos em animais, isso não significa que o pêlo do animal seja lavado com um determinado shampoo, por exemplo.

     

    Segundo ela, são testes de toxicidade, nos quais são injetadas substâncias tóxicas nos olhos de coelhos vivos em graus de concentração bem mais fortes dos que aparecem no produto final. “Os coelhos são escolhidos para esses testes por serem baratos, dóceis e fáceis de conter. Além disso, eles são incapazes de lacrimejar, portanto, não podem se defender nem mesmo através das lágrimas”, diz Nina Rosa.

     

    Ela diz que mesmo testes de batons são feitos nos olhos do animal, também para testar a toxicidade. Há também, diz, testes na pele dos coelhos, após a remoção de seus pêlos. “Como são feitos com altas concentrações do ingrediente tóxico, os testes causam danos irreparáveis nos animais, como cegueira e dor extrema. No final do período, os animais são mortos para averiguar os efeitos internos dos produtos”, explica a ativista.

     

    O presidente da entidade ambiental Projeto Esperança Animal (PEA), Carlos Rosolen, concorda que apenas a atitude do consumidor poderá mudar essa realidade. “O consumo é o que realmente determina a mudança de postura de uma empresa. Se ela sente que o consumidor está se incomodando com alguma coisa, ela vai mudar de atitude, mesmo que não concorde com a idéia”, diz Rosolen.

     

    Ele recomenda que o consumidor vá às compras já sabendo as empresas que testam e as que não testam. “Existem alternativas para todo tipo de produto que colocamos dentro de casa, e existem empresas que fazem produtos com toda segurança sem usar animais para testes”, diz o presidente do PEA.

     

    Rosolen diz que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige apenas que os produtos sejam seguros, mas quem escolhe a forma de testá-los são as próprias empresas.

     

    (Fonte: Sabrina Craide / Agência Brasil)

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  16. Estou pensando em ir pra patagonia com mais alguns amigos... de carro. Mais tenho algumas dúvidas. Como é a região na época de dezembro a março? Os preços são muito altos? Vou pegar muita chuva ou frio? E neve... existe bastante? Qual desses meses é o melhor pra viajar pra lá? Também estou pensando em passar por Bariloche. Quais são os cuidados que devo tomar nessa época? Os albergues são muito cheios nessa época? Desde já agradeço a ajuda de todos. Quem esteve por lá nessas datas, peço que me auxiliem. Muito obrigado!!! :D

    •   
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    2. Iole e Junior

      Iole e Junior

      sim tenho [email protected]

      podemos conversar abraços

      •  
    3. _paula_

      _paula_

      Obrigado pelo tempo de vocês.. por estarem me ajudando. Gostaria também de saber então qual seria um periodo bom para pegar uma nevezinha? :D Um friozinho também seria muito bom. Estava mesmo pensando em não reservar albergues.. para poder viajar mais tranquilo.. sem precisar me preocupar com datas. Estava pensando em ir em Fevereiro/20008. O que vocês acham? Desde já, agradeço vocês. Mais alguma dica que devo estar atento? Obrigado

       

      Kewrom,

      Não sei se esta resposta vai chegar a tempo, mas...

      Eu fui à Patagônia agora em outubro e novembro/2007, peguei bastante frio, com bastante vento. Peguei um pouquinho de neve em Torres del Paine e uma neve razoável em Ushuaia, mas acho que não dá para contar com isso.

      Quanto ao frio acredito que eu qualquer época vc vai pegar. Se seu objetivo for pegar neve, melhor ir no inverno ou no máximo começo de setembro.

      Ats,

      Paula

      •  
    4. michel

      michel

      Kewron, tb estivémos em novembro e dezembro na patagônia, nevou diversos dias em Ushuaia no começo de novembro, mas parecia atípico e foi pouca, não dando pra esquiar. Eu seguiria o conselho da Paula e iria até começo de setembro.

      •  
  17. Gostaria de saber onde consigo encontrar boas lojas que vendem roupas para neve em São Paulo? Ja vi algumas lojas na internet mas prefiro ir pessoalmente a loja para poder experimenta-las... alguem pode recomendar alguma loja em especial? Preciso de pelo menos um conjunto completo para enfrentar o frio que pretendo pegar na Patagonia agora em Junho...Obrigado!

    •   
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    2. Kely Guimarães

      Kely Guimarães

      Há uma loja excelente e com muita variedade. Sempre que preciso vou lá: http://www.mundoterra.com.br/index.pl (loja de pinheiros)

      Há também um bazar da OBB, que ocorre duas vezes ao ano, onde é possível comprar roupas e acessórios Curtlo e Solo com preços excelentes.

      •  
    3. Biamorim

      Biamorim

      Pessoal !!!

       

      Quem estiver indo viajar pro exterior vê se não vai jogar dinheiro fora comprando porcaria no Brasil !!

       

      A gigante maioria dos países da América do Sul possuem preços bem melhores e muito mais variedade que o Brasil.

       

      Europa e EUA nem se fala.

       

      Quem precisar de ajuda com lojas em cidades de fora do Brasil, só postar a dúvida.

       

      Abraço a todos,

      Leo

       

      Leo, quero ir para Noruega em Tromso ver a Aurora Boreal. Pelo que vejo tudo lá é carissimo e me corrija se eu estiver errada: Nao vale a pena comprar roupa de neve na Noruega ne ??? Obrigada!

      •  
    4. Biamorim

      Biamorim

      Há uma loja excelente e com muita variedade. Sempre que preciso vou lá: http://www.mundoterra.com.br/index.pl (loja de pinheiros)

      Há também um bazar da OBB, que ocorre duas vezes ao ano, onde é possível comprar roupas e acessórios Curtlo e Solo com preços excelentes.

      Kelly eu vou para Sao Paulo em Maio (19 a 28 de Maio). Por acaso isso ocorre nesse periodo? Preciso comprar calca e sapato para neve.... Obrigada!

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  18. Estou postando aqui o relato da minha viagem para Aracaju.

     

    Na verdade não tinha intenção nenhuma de visitar essa cidade, mas pelo destino da vida estava escrito que iria parar nessa cidade.

     

    Acordei de madrugada um certo dia para assistir o treino de F-1, aproveitando a oportunidade entrei na internet para verificar as passagens promocionais da GOL, analisando N esquemas, acabei achando três locais possíveis para viajar pela promoção: Aracaju, Salvador e Porto Alegre. Acabei decidindo comprar a passagem para Aracaju, pois é um lugar que poucas pessoas conhecem, será?

     

    Foi muito complicado obter informações de Aracaju, aqui no próprio site existem poucas dicas de albergues, passeios, etc... E como eu havia comprado a passagem uma semana antes do vôo, tinha um tempo curto para fazer uma programação interessante. Não consegui descobrir nenhum albergue, então a solução era reservar um hotel para posteriormente achar alguma coisa mais em conta.

     

    Descobri uma empresa de turismo chamada NOZESTUR que fazia vários passeios em Aracaju e Canindé de São Francisco.

     

    No final de minhas pesquisas acabei reservando minha estádia na Pousada do Farol, a diária é R$ 50,00 com café da manhã, a pousada fica na praia da Atalaia e tem na área de lazer uma piscina maneira.

     

    Reservei dois passeios altamente conceituados pelos nativos da Aracaju: Canyon de São Francisco e Foz de São Francisco. Consegui pechinchar com a Sergipana e consegui um bom desconto.

     

    Dia 13:

     

    O vôo para Aracaju era 01:05 da manhã com previsão de chegada as 03:10. É um horário complicado, pois se chegasse nesse horário na pousada, iriam me cobrar o valor da diária, após uma conversa com o encarregado da pousada na hora da reserva, consegui entrar em um comum acordo que se chegasse as 6:30 não pagaria a diária, então tive que tirar um bom cochilo no aeroporto altamente desconfortável para dormir de Aracaju... Rssss... Minha primeira opção foi no banheiro... Mas fui atrapalhado pela mulher que faz a limpeza, saí a procura de um outro lugar e me deparei com uma cena muito engraçada, um cara dormindo no banco com um pano na cabeça, para acompanhá-lo sentei, coloquei o boné tampando meu rosto e dormi amarradão, fico imaginando as pessoas olhando essa cena tosca, de um lado um maluco com um pano tampando a cabeça dormindo e do outro lado eu com o boné... E vida mochileiro... Rss

     

    Obs.: No banheiro foi o momento que eu descobri que tinha esquecido a câmera digital no porta-luvas do meu carro... que RAIVA!!!

     

    Bom depois que acordei peguei um táxi e fui para pousada. O acordo estava de pé e fui para o quarto... Nesse dia fui à praia, fiquei em um quiosque perto da pousada, almocei e fiquei a tarde inteira bebendo uma cerveja. Olhava as ondas bater e viajava, imaginado que vida maravilhosa essa e quanto é bom viajar. A praia estava vazia, tinham poucas pessoas nesse quiosque, mas acabei conhecendo uma pessoa muito louca, que ao meu ver era gay, tenho sérias dúvidas, começou com uma papo que viajar sozinho é chato, que precisa conhecer alguém e bla bla bla... Me chamou para ir em um lugar chamado Parati, onde não passa ônibus, só dá para ir de carro... Meu amigo, ficava imaginando qual é desse cara. O idiota teve cara de pau de falar: - Nossa, você é o carioca mais mole que eu conheço, vamos logo para lá... Depois dessa conclui que esse cara tinha alguma intenção errada comigo. Ele foi ao banheiro e rapei fora correndo... Hahahaha.

     

    Como ainda estava cansado da viagem, fui para a pousada, fiquei na piscina e relaxei. Como disse anteriormente reservei dois passeios: Canyon de Xingó no sábado e foz de São Francisco no domingo. Tinha quer acordar cedo no sábado para o passeio, pois era bem longe.

     

    Dia 14:

     

    O Telefone tocou e era o maluco da vã que iria fazer o passeio, desci e parti para o passeio... O destino era a cidade Canindé de São Francisco, fica +/- 3h de Aracaju. Fiz amizade com o motorista, dois cariocas e um mineiro durante o passeio... Fui passando por cidades muito pequenas, mas algumas delas muito interessantes. Passamos pela hidrelétrica de Xingó, é a segunda maior do Brasil, perdendo obviamente pela Itaipu. Sou engenheiro eletricista e essa é minha área, realmente fiquei encantado com a estrutura. Foto? O mineiro tirou e ficou de mandar por e-mail... Hahaha!!! Depois paramos em um museu arqueológico muito interessante, a entrada custa R$ 3,00.

     

    Andamos mais um pouco e chegamos. A saída seria em um restaurante flutuável, pegamos um catamarã (barco) e partimos. Para os que não sabem o Canyon de Xingo é o quinto maior do mundo, mas o maior do mundo navegável. Infelizmente água não estava tão verde como de costume, pois me Minas Gerais havia chovido muito, então a água do rio São Francisco estava um pouco escura, mais em nenhum momento diminuindo a beleza do local. A parada do passeio é mais bonita ainda, em uma gruta. Onde é liberado o mergulho. Foi avisado que era proibido passar da segunda bóia por segurança. A água é quente, muito agradável, fui nadando até a segunda bóia e fiquei muito curioso para saber o que havia depois, fui nadando devagar e comecei me afastar lentamente... Cheguei perto de uma entrada que tinha dezenas de morcegos, quando me aproximei realmente vi a quantidade enorme de kuano (fezes de morcego), mas houve um pequeno problema nessa aproximação, uma porrada de morcegos voou em minha direção e não tive muito escolha a não ser mergulhar, fiquei alguns segundos submerso na dúvida se aqueles animais ridículos estavam ali ainda... Depois que subi, não tinha mais nada para minha sorte, então decidi voltar, já estava muito longe e poderia dar algum problema. Fotos? O mineiro tirou várias!!! Hahahahaha... E mineiro salvador!!!

     

    Na volta, comemos no restaurante flutuável, comi um dourado frito maravilhoso e bem barato para ocasião. Retornando para Aracaju, conversando com os cariocas, sendo que um deles mora há dois em Aracaju, me convidaram para sair com eles pela cidade no domingo, então decidi cancelar o passeio para foz de São Francisco.

     

    Cheguei na pousada e desabei. Havia combinado com as cariocas 9:30 no dia seguinte lá na pousada. Detalhe: meu plano era achar um albergue ou um hotel/ pousada mais barato. Mas com a correria nem consegui.

     

    Uma dica muito importante: O transporte público em Aracaju é precário, muito ruim mesmo, quem não tem carro se ferra, então gastar uma grana de táxi para rodar a cidade estava fora de cogitação, isso que me desanimou para achar outro hotel.

     

    Dia 15:

     

    Acordei, encontrei os cariocas e carioca “nativo” me convidou para ir ao mesmo lugar que o gay de sexta-feira, PARATI... Rss... Que coincidência... Bom, passamos pela orla da praia de Atalaia, fiquei encantado, que infra-estruta e que natureza, vários coqueiros, quiosques muito bem estruturados, passei pela famosa Passarela do Caranguejo, muitos dizem que é orla mais bonita do Brasil, sou meio suspeito para dizer, pois não conheço muitas.

     

    Bom, Parati é o nome de um bar que fica na praia da Atalaia, mas fica bem longe (obs: que praia grande, Jesus!!!), como disse anteriormente o transporte público é muito ruim, então para essa área, vão os “nobres” de Aracaju... Rss... Chegando nesse bar, fiquei cabismado com a estrutura do quiosque, sinceramente muito foda, depois disso falo que os quiosque do Rio de Janeiro são uma MERDA, o preço um pouco caro. Uma skol R$ 3,50.

     

    Depois fui para o clube da AABB, entrei de graça, graças ao k.o de nós cariocas que é infalível... Tomei o famoso caldo de sururu... Que aconselho a todos... Muito gostoso e barato também, R$ 3,00.

     

    Após essas aventuras do dia, fomos para casa, ficamos conversando um pouco e depois fomos para o shopping jantar, fui para a pousada para me preparar para a depressão de ir embora, o vôo era 4:00 da manhã, chegaria 6:30 no rio e ainda teria que trabalhar, que beleza, né?

     

    --

     

    Essa foi minha aventura de 3 dias em Aracaju. É uma cidade muito bonita, limpa, o custo abaixo no normal. Os passeios são maravilhosos, então acho que seria ideal ficar 6 dias para conhecer bem a cidade.

     

    Para os mochileiros zuadores de plantão existem várias opções: Passarela do Caranguejo, onde têm vários bares com banda ao vivo, a maioria, bandas de forró, claro, né? Esperava o que? Banda de Rock? Existem duas boates chamadas: Colisseo e Live, fora os bares e as casas de forró pela cidade, então o que não falta são opções de zoeira.

     

    Para os homens, uma dica. Dizem por aí, ainda mais aqui no rio, que as mulheres nordestinas são feias... É mentira, as mulheres são muito bonitas!!! E são muito simpáticas por sinal.

     

    Bom, é isso ae...

     

    Abraços e GODSPEED para todos nós mochileiros de plantão!!!!

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    2. Rosiane Vital

      Rosiane Vital

      Gente boa, moro em Aracaju e estou às ordens para quelaquer dúvida!!!

      Abraços. ::otemo::

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    3. bessssa

      bessssa

      ola, estou indo para aracaju em janeiro e queria tirar umas duvidas....pode me ajudar?

      Gente, já tinha deixado meu email anteriormente p/quem precisar de informações sobre Aracaju, mas segue novamente: [email protected], vou atu
      Gente boa' date=' moro em Aracaju e estou às ordens para quelaquer dúvida!!!

      Abraços. ::otemo::[/quote']alizar meu blog c/informações gerais sobre Aracaju, passeios, hospedagem, etc... por enquanto segue um site de hospedagem mt bom q/achei: http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/sergipe/aracaju/hotel-pousada/" onclick="window.open(this.href);return false;

      qq informação podem solicitar pelo email. t+++

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    4. Rosiane Vital

      Rosiane Vital

      Se eu souber, claro que sim!

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  19. Roteiro de cicloturismo em Santa Catarina. Parece valer muito a pena...

     

    http://www.circuitovaleeuropeu.com.br

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    2. tonelato

      tonelato

      Olá Frossard!

       

      Eu fiz o completo em 4 dias, isso foi no ano de 2007... Foram 400km o total. Cinco dias é suficiente!

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    3. mochileiro_campogrande

      mochileiro_campogrande

      é possível fazer este circuito com uma criança de um ano? se não for possível que lugar legal nesta área dá para ir com criança de um ano sem precisar fazer circuito

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    4. tonelato

      tonelato

      Você pretende ir de bicicleta? O caminho normalmente é de bike, tem muitas subidas e descidas em estrada de terra. É possível percorrer de carro e moto também.

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  20. Patagonia Parte 1 - BsAs, Ushuaia, El Calafate, Perito Moreno

    http://www.youtube.com/watch?v=lVmzeISf7-Y

     

    Patagonia Parte 2 - El Chalten, Torres del Paine, Ice Trekking, Fitz Roy, Bariloche

     

    http://www.youtube.com/watch?v=L_3nYr9Tusc

     

    Patagonia Parte 3 - Puerto Varas, Salto Petrohue, Pucon, Viña del Mar, Valparaíso, Santiago, Mendoza, Córdoba, Puerto Iguazu, Making Of

     

    http://www.youtube.com/watch?v=kBVmd8_P7GM

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    2. jorge_moretto

      jorge_moretto

      E ea Mike!

      Meu os videos ficaram muito loko! É o seguinte wu sou novo no site, nunca fiz 1 mochilão. Estou vendo com mais dois amigo de ir pra la em maio, junho. O q vc acha qual a melhor época? ficaram qtos dias la? os trakking q vcs fizeram tem q ser c guia? vc tem o roteiro? lugar onde ficaram preços e etc? gostaria q vc me enviasse o maximo d informações q vc pudesse. Obrigado e Parabens.

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    3. michel

      michel

      bacana os vídeos !! Cara,vcs pegaram um dia fantástico em El Chaltén, passei 6 dias lá e não consegui ver o Fitz Roy !!!

       

      aguardo o vídeo da próxima trip !

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    4. fpcardoso

      fpcardoso

      Muito legal os videos...Mike, estarei fazendo essa mesma viagem no começo de novembro/2009, será meu primeiro mochilão, estarei indo sozinho, o meu roteiro é muito parecido com o de vcs, gostaria de saber o valor das diarias de hostels, quais ficaram (recomenda ou não), gasto com transportes, tempo de viagem, que moeda é recomendável levar (tanto argentina quanto chile), roupas é melhor comprá-las aqui ou fora?

      Abraços

      Felipe

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  21. Companheiros mochileiros,

     

    Notei que existem por aqui inúmeras dicas a respeito de viagens pela Bolívia, hospedagem, passeios... enfim, tudo que precisamos saber para uma boa e tranquila viagem pelo país...ou melhor, quase tudo...Não vi por aqui nenhum tópico com dicas mais aprofundadas e realmente úteis para um problema que afeta, segundo as estatísticas médicas, 92% dos turistas que chegam a altitudes superiores a 2800, vindos do nível do mar e de uma hora para outra...é o tal do "mal da altitude", termo "popular" para o Mal Agudo das Montanhas (Acute Mountain Sickness, AMS). Eu, como médico, mochileiro e participante do fórum, resolvi postar aqui algumas dicas de como, se não evitar, minimizar os efeitos desse problema.

    Na grande maioria dos casos os sintomas são leves e duram de 4 a 24 horas, dependendo de cada pessoa. São eles:

     

    - dor de cabeça (95%)

    - náuseas e vômitos (70%)

    - tontura (58%)

    - perda de apetite

    - insônia

    - falta de ar aos médios esforços

     

    Normalmente no segundo ou terceiro dia da viagem você já estará aclimatado e esses sintomas diminuirão bastante, desaparecendo por volta de 5 dias. É muito importante, portanto, nesse período de aclimatação tomar algumas medidas para amenizar esses sintomas e evitar complicações, como o edema agudo pulmonar e cerebral. São algumas dessas medidas:

     

    - Na altitude, principalmente com o clima seco da Bolívia, perdemos muito líquido. A hidratação deve ser reforçadíssima. Recomenda-se a ingestão de 3 a 4 litros de água diariamente nessas condições; portanto, garrafinha de água na mochila! Restrição na ingestão de sal e ingestão de uma carga maior de carboidratos é uma boa idéia.

     

    - Nada de atividades físicas extenuantes nos dois primeiros dias...caminhadas leves. Se ficar muito cansado e ofegante, pare e descanse, se não melhorar, volte para o hostel. Se te convidarem para jogar bola, resista, não dá nem para jogar no gol!!

     

    - Nada de subir ainda mais enquanto não estiver aclimatado. Acima dos 3800 metros recomenda-se no máximo mais 300 por dia, seja escalando ou de busão...ou seja, se vc chegou a La Paz em um certo dia e for ao Chacaltaya (a mais de 5000 metros) no dia seguinte, a chance de vc ter um edema pulmonar ou cerebral é gigantesca!!

     

    - Nada de álcool ou cigarro!! Álcool desidrata e provoca mais tonturas e náuseas. O cigarro vai te atrapalhar ainda mais para respirar!!

     

    Além dessas medidas comportamentais, há também a prevenção e tratamento medicamentoso:

     

    - Se você vai sair do nível do mar e seu destino é uma cidade acima dos 3500m, como Cusco ou La Paz, há alguns medicamentos que podem ser administrados previamente e que, se não evitam os sintomas, pelo menos minimizam seus efeitos e, principalmente, evitam as complicações e aceleram a aclimatação:

     

    * Acetazolamida (Diamox): recomenda-se a ingestão de 125mg 2 vezes ao dia (a cada 12 horas) um dia antes da saída para a altitude e segue até o segundo ou terceiro dia, na altitude. Essa substância é um diurético, que acidifica o sangue, fazendo com que respiremos mais rápido, facilitando na adaptação. A acetazolamida não mascara os sintomas, apenas minimiza, principalmente a falta de ar noturna (quando dormimos a frequência respiratória cai, e isso na altitude causa muitos problemas...). Por ser diurético, você vai ir ao banheiro por diversas vezes (mais um motivo para tomar bastante água, não vá ficar desidratado!) e pode ter um formigamento na ponta dos dedos e na face. Os refrigerantes e outras bebidas gaseificadas podem ficar com sabor estranho. Alérgicos a sulfa não podem tomá-la!!

     

    * Dexametasona (Decadron): se você for médico ou for viajar acompanhado de um ou passar em consulta antes da viagem; alguns pesquisadores recomendam o uso de 4mg de decadron, de 12/12h no dia da viagem e no primeiro dia na altitude...eu não recomendo o seu uso sem supervisão especializada...a dexametasona, ao contrário da acetazolamida, mascara os sintomas, ou seja, você vai sentir-se bem, mas não ajuda na adaptação à altitude.

     

    Para os sintomas do "Mal da altitude" recomenda-se:

     

    - dor de cabeça : o Ibuprofeno (Alivium, Dalsy...), 600mg de 8/8h é normalmente a primeira escolha. Paracetamol (tylenol) e AAS também podem ser usados.

     

    - Náuseas ou vômitos: O Plasil ou o Motilium podem ser usados. Evite o Dramin, como ele causa sono, a frequência respiratória diminui e pode piorar a falta de ar.

     

    ***Cuidado: Não use medicação para dormir!!! (Diazepam ou equivalentes). Esses remédios causam diminuição da frequência respiratória, e na altitude isso pode até mesmo ocasionar uma parada respiratória!!! Se estiver com dificuldades para dormir, tome um diamox (125 ou 250mg) pela noite, ele vai aumentar a frequência respiratória, propiciando uma melhor oxigenação noturna (apesar de acordar várias vezes para ir ao banheiro...)

     

    Sinais de alerta:

     

    - Tosse, com expectoração espumosa ou com sangue

    - Falta de ar mesmo em repouso

    - Perda de coordenação na fala ou motora

    - Alterações visuais

    - Excesso de fadiga, sonolência

    - Alucinações

     

    Se você começar a apresentar alguns desses sintomas, pode estar com Edema Pulmonar ou Edema Cerebral, nesse caso procure ajuda médica o mais rápido possível e DESÇA da altitude que estiver o mais rápido possível, de preferência abaixo dos 2500 metros.

     

    Bom pessoal, espero ter ajudado a amenizar o "sofrimento" de quem vai fazer uma viagem para elevadas altitudes e que com essas dicas possam aproveitar mais a viagem.

     

    Qualquer dúvida ou se quiserem perguntar alguma coisa a mais, estou a disposição, é só mandar um e-mail. Isso não é propaganda, não vou cobrar consulta, hehehe!!!( mesmo por que nem tenho consultório, trabalho em PS...).

     

    Abraço a todos!

     

    Juliano Paes

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      • Gostei! 3
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    2. Rezzende

      Rezzende

      Eu tenho uma dúvida/teoria quanto a esse caso de "a partir de tantos metros de altitude começam a aparecer os sintomas da altitude". Eu moro numa cidade que está a 1000 metros de altitude. Já fui pra Cusco de avião, sem aclimatação e não senti nada, nem eu nem meus amigos que também moram aqui. Enquanto isso conhecemos cariocas (nível do mar) sofrendo com altitude. Em outra ocasião também fui a Bogotá (2600m), de avião e sem aclimatação e novamente não tive nada. Inclusive subi o Cerro Monserrate a pé (3150m) e até dei uma corridinha lá em cima pra testar meu corpo e não senti nada. Minha tese então é: será que por eu morar a 1000m eu tenho isso de "vantagem" ou isso não influencia nada? Se pra alguém do nivel do mar os problemas surgem a partir de 3000m pra mim seria a partir de 4000m? Se das outras vezes que estive a 3500m não senti nada pode ocorrer de sentir algo da próxima vez? O fato de eu não ter sentido nada das outras vezes é algo individual do meu organismo ou tem relação com eu morar a 1000m? Desculpe se as perguntas ou a teoria são meio idiotas mas é que cada pessoa reage de uma forma com a altitude e eu só gostaria de entender melhor. Agradeço qualquer colaboração!!

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    3. Emiceh

      Emiceh

      Pesquisando sobre o soroche pra eu não morrer quando for ao Peru, também descobri que a menstruação pode adiantar. Estejam preparadas aí meninas.

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    4. tonelato

      tonelato

      Isso é muito particular de cada um. Cada organismo reage de um jeito.

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  22. Reporteres do Jornal Zero Hora e do Clarin pecorreram a Ruta 14 e testemunharam como motoristas brasileiros são extorquidos por policias argentinos.

     

    Quem tiver interesse na reportagem deixo aqui o endereço.

     

    http://www.clicrbs.com.br/jornais/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=7586&template=&start=1&section=&source=a1475863.xml&channel=9&id=&titanterior=&content=&menu=23&themeid=&sectionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=

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    1. Jorge Soto

      Jorge Soto

      isso nao é novidade.... qq jipeiro sabe q p/ ir p/ patagonia e Bolivia fatalmente haverá aquele din-din reservado pros gambés locais.. q sempre colocarao algum impedimento (ou irregularidade, seja no veiculo ou na documentacao) pra prosseguir a viagem.. Teve uns q, na cara de pau, qdo viam o adesivo verde-amarelo e o carro mal estacionava, falavam euforicos: "obaa, propinaaa!"

      Ja no Chile isso raramente ocorre, e se vc tentar extorquir os carabineros é cana na certa.

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    2. robsoncesar

      robsoncesar

      Amigos Mochileiros.

      É de suma importância nós, desta comunidade, apoiar esse tipo de reportagem, por isso peço para quem puder, enviar uma mensagem aos dois jornais parabenizando pela excelente matéria e iniciativa.

      É muito importante eles saberem que muiiiita gente tomou conhecimento do fato e está apoiando e se congratulando com o excelente trabalho jornalistico prestado pelos dois veículos. Eu já mandei minha mensagem descrevendo o que passei e que o assunto em questão foi muito discutido aqui no site Mochileiro.com.

      Quem puder, envie para o e-mail dos dois repórteres para que eles saibam que a nossa comunidade está ligada e sempre repudiou as ações dos guardas argentinos.

      Os e-mails são: [email protected] [email protected]

       

      Valeu!

       

      Robson Cesar

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  23. da Folha Online

    link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21938.shtml

     

    Os telespectadores já não precisam mais invejar aquele apresentador que conhece o mundo inteiro e ainda ganha fama narrando suas aventuras em algum canal de televisão.

     

    Uma das maiores editoras de guias de viagem para mochileiros, a Lonely Planet, acaba de lançar em seu site www.lonelyplanet.com uma nova ferramenta de acesso a internautas e viajantes: o canal de vídeos "Lonely Planet TV".

     

    O endereço www.lonelyplanet.tv exibe vídeos dos próprios internautas, que enviam seu material ao site mostrando cenas e contando histórias de suas viagens.

     

    A nova ferramenta utiliza recursos semelhantes a outros sites de vídeo on-line; classificando os vídeos de acordo com o número de acessos, a data de publicação e a nota atribuída pelos usuários do site. O site classifica ainda os vídeos segundo "canais" temáticos e oferece links relacionados ao tema.

     

    O vídeo é acompanhado de música e narração dos mochileiros, enquanto o site oferece ainda um mapa do Google Maps com a localização do lugar exibido nas imagens.

     

    Alguns vídeos já reúnem mais de 1500 acessos, como o "Bohemian Rhapsody", "Tokyo" e "Miniclips".

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  24. DA JURÉIA ATÉ IGUAPE... a pé (e à nado)

     

    Tardou 2 anos p/ q se juntassem as condições - e vontade - p/ dar continuidade a uma caminhada q só não finalizei por falta de tempo, a Trilha do Imperador (ou do Telégrafo). Esta, por sua vez, já fora bem tradicional outrora por coincidir c/ uma romaria local, mas atualmente esta proibida por atravessar boa parte da Reserva Ecológica da Juréia. O trecho Guaraú (Peruíbe, litoral sul de SP) ate Barra do Una foi perfeitamente viável num final de semana. Restava apenas o trecho q vai da Barra do Una, segue ate a Pta da Jureia e termina na Barra do Ribeira, em Iguape, 30km depois. Assim, atento ao tempo e à tábua das marés, resolvi de ultima hora "terminar o serviço", numa pernada q exige o mínimo e legitimo espírito "aventureiro" pelas condições acima expostas. De quebra, a beleza singular de um dos rincões de nosso pais q são poucos os privilegiados de pisar. Legalmente, claro.

    A lotação q tomei no Term. Jabaquara, as 10hrs, c/ destino a Peruíbe foi ate q bem rápida, e o ceu azul desta vez permitiu apreciar atentamente os detalhes da descida de serra pela Imigrantes, q não ficam atrás da Tamoios. E, num piscar de olhos e passando por Mongaguá e Itanhaem,cheguei em Peruíbe quase meio-dia. Assim, fui p/ rua atrás da rodoviária q é de onde partem os ônibus p/ td qto é canto, incluindo Guaraú e Barra do Una, p/ qual partimos as 13hrs, depois de tempo suficiente p/ um lanche. Viagem q fica emocionante somente depois da Praia do Guaraú, pois a precária estrada de terra serpenteia, em altos e baixos, a verdejante serra q compõe este trecho inicial da Juréia. Após passar pela farofada Cachu do Perequê, pelo Núcleo Itinguçu e da Cachu do Paraíso, é q definitivamente seguimos p/ vila da Barra do Una, onde chegamos as 14:30.

    Minha ideia era aguardar o anoitecer p/ cruzar à nado a barra do rio até outra margem (longe da vista do pessoal da Reserva), mas como era cedo fui bisbilhotar as condições do mesmo. Pela praia plana e larga, logo alcancei a ampla foz do belo Rio Una do Prelado, onde apenas alguns pescadores tentavam fisgar alguma coisa nas águas calmas e escuras. O rio, por sua vez, é obstáculo natural p/ inicio da caminhada (na outra margem), já propriedade da Reserva Ecológica. Mas bastou notar a guarita do outro lado fechada q resolvi cruzar-lo naquele mesmo instante afim de andar c/ luz e não à noite, conforme inicialmente previsto! Assim, munido de sacolas de plástico, ensaquei meus poucos pertences, tanto q minha cargueira tava mais p/ mochila de ataque de tao leve: isolante, lanche, 2,5L de água, sobreteto da barraca, rede, lona de plástico, chinelo e a roupa do corpo. Depois de cair na água p/ testar profundidade e correnteza, joguei a mochila nas costas e mergulhei, resoluto a transpor os quase 70m de largura do rio. Inicialmente tive dificuldade em nadar de peito, pois a barrigueira da mochila tornava a mesma "dura" demais nas minhas costas, impedindo de levantar a cabeça p/ respirar satisfatoriamente. Mas bastou solta-la q tive mais tranqüilidade e liberdade em continuar minhas lentas e vigorosas braçadas, sob o olhar perplexo dos pescadores, q deviam estar apostando entre si se chegava lá ou não. Devo ter demorado a "eternidade" de 7min. p/ atravessar o rio, tempo suficiente ora p/ descansar e tomar fôlego qdo preciso, ora p/ compensar as suaves e frias correntezas q tendiam a me levar p/ mangue, bem mais abaixo da margem arenosa q visava.

    Qdo pisei em terra firme quase desabei de cansaço, mas a sensação de vencer o rio bastou p/ continuar a pernada, as 15:30. Dei um rapido trato na mochila (apenas p/ constatar q as sacolas vedaram td perfeitamente) e, descalço, tomei a longa, deserta e ampla Praia do Una, q seguia 12km intermináveis p/ sudoeste. Neste longo trajeto, agraciado por um ceu limpo e sol na cara, passei por restos de um barco naufragado, urubus comendo a carcaça de um golfinho e muitos carangueijos, gaivotas, quero-queros e carcarás. A larga faixa de areia, plana e dura, era limitada à direita por uma extensa planície de restinga arbustiva (com cactos!) q se estendia kms, à noroeste, e terminava aos pés da grandiosa Serra do Itatins. A pernada transcorreu tranqüilamente e so teve uma breve pausa num raso riacho q foi motivo p/ um refrescante banho, e numa simpatica capelinha do Bom Jesus, q devia ser o objeto de culto das peregrinações ali efetuadas. Enqto isso, à minha frente o maciço da Serra da Jureia ia lentamente se materializando, onde um curioso pico parecendo o "Garrafão" (do parnaso) chamava minha atenção em sua curta crista, à oeste.

    As horas se passam e o sol vai se pondo lentamente atrás da silhueta recortada das montanhas, no mesmo instante em q a maré sobe, deixando a praia cada vez mais estreita e inclinada, agora com areia grossa e fofa. Faltando pouco p/ Ponta da Grajauna, resolvo encostar o isolante na praia, um pouco acima da faixa das marés e antes da restinga. Após comer, me cobri com o sobreteto da barraca e fiz da mochila travesseiro, disposto a dormir. No entanto, o vento continuou soprando do mar - pipocado de luzinhas de embarcações ao longe - assim q a noite caiu, deixando o firmamento coalhado de estrelas, e onde uma "quase" meia-lua iluminava parcialmente a praia ao meu redor. Um espetáculo p/ os olhos, q so fechariam mais tarde vencidos pelo cansaço! A noite de sono bom correu tranqüilamente, fora um sereno frio de madrugada e investidas de carangueijos curiosos da minha presença.

    O domingo acordei com o cafuné de um enorme siri, as 5:30. A escuridão lentamente se dissolvia qdo retomei a pernada, logo após comer algo e guardar meus pertences. Minutos depois, outra pequena barra de rio (raso) é facilmente transposta e logo estava no final da praia, onde uma placa ao pé do enorme rochoso indica q estou no "Jureia: Núcleo Grajauna". Uma picada entra na mata de encosta (já maior q a restinga), à direita, onde há mais duas casas fechadas e a trilha se torna uma precária estrada de terra q vai lentamente contornando a ponta. Ignoro uma bifurcacao sai da mesma pela direita, atravessando uma ponte e aparentemente indo planície adentro. Logo depois, deixo a estrada e tomo uma discreta picada, à esquerda, q acompanhando a base do morro se enfia na mata fresca e, em pouco tempo, sobe suavemente ao alto de uma encosta, do outro lado da ponta. A vista privilegiada (a 40m acima do nível do mar) da imponente Ponta da Juréia, iluminada pelos primeiros raios raios do sol é realmente fantástica!

    Uma picada desce por degraus erodidos ate a areia e, num piscar de olhos, atravesso a curta praia, indo parar num costao rochoso, onde o mar impede passagem. Mas, saltando de pedra em pedra, vou ganhando altura outra vez em diagonal, ate alcançar uma trilha q o contorna por cima. Tenho minhas duvidas deste trecho ser feito na maré alta, pq ao galgar as pedras as furiosas arrebentações das ondas so não me atingiam pq escolhia o momento apropriado p/ andar, ou seja, qdo o mar se recolhia!! A trilha desce e - outra vez de pedra em pedra - alcanço a areia, onde logo me vejo cruzando os 3km desertos e largos da Praia do Rio Verde, onde apenas algumas gaivotas e maçaricos pareciam se incomodar com minha intromissão. A verdejante ponta da Jureia parece desabar junto ao mar e faz jus ao seu nome q, em tupi-guarani significa "ponto saliente".

    Chegando no final da praia, retorno algo de 200m onde acho um trilho arenoso, à direita, q se enfia na restinga arbustiva, passa por uma caixa dagua (e restos de uma construção), e adentra um belo túnel de vegetação p/ depois me ver no interior de uma baixa floresta, típica de mangue, ate alcançar uma pequena casa caiçara, onde parecia haver alguém em seu interior. Logo adiante está o manso Rio Verde e a trilha continua nas pedras da outra margem, contornando a Jureia por cima. Felizmente, os 30m de largura do rio, q ganha este nome por refletir a verdejante serra em torno, foram facilmente vencidos carregando a mochila na cabeça, com água ate o peito, as 8hrs.

    Do outro lado, a picada se enfia na mata subindo p/ direita, mas logo beira a encosta em definitivo p/ esquerda, ganhando altura rapidamente. Aqui ha muita água potável na forma de vários pequenos córregos descendo a montanha, e o percurso é feito em gde parte dentro de densa mata, com alguns trechos abertos, permeados de matacoes de samambaias e vistosas bromélias. Num deles, somos brindados com uma vista espetacular da Grajauna e da praia do Rio Verde, 100m acima do rio homônimo. A trilha contorna a ponta e passa a bordeja-la agora p/ sudoeste, subindo e descendo suavemente, tendo um enorme costao e pequenas prainhas logo abaixo, à nossa esquerda. Na seqüência, se embrenha novamente na mata, descendo em ziguezagues q exigem cautela nos trechos escorregadios, principalmente qdo se esta calçando um simplorio chinelo de dedo. Numa curva, a trilha parece descer p/ esquerda e ignorar uma bela e pequena queda dagua, mas o certo é seguir p/ cachoeira, visível no meio da mata. Esta, por sua vez, despeja suas águas num pocinho de água cristalina, onde faço questão de um breve banho. Na seqüência, a trilha continua da base da cachu, bordejando a encosta de mata fechada, onde vamos perdendo altura sutilmente. Numa curva de trilha, temos uma janela na vegetação q permite um visu do outro lado da ponta: os intermináveis 15km da Praia da Jureia em meio a uma vasta planície de restinga! Praia q alcanço as 9hrs, após passar pela Portaria da Reserva, na qual não vi sinal nenhum de vida!

    Com o sol começando a bater forte e sem ninguém à vista, não me restou alternativa senão a caminhar por horas aquela enorme e larga praia de chão duro e repleta de bolachas-do-mar em sua areia escura, trecho q seria tedioso não fosse a presença constante de urubus, gaivotas mas principalmente de umas inconvenientes mutucas, q me obrigavam a estar sempre em movimento. O tempo foi passando e a sola calejada do meu pé começando a doer, mas felizmente faltando uns 3km consegui carona c/ um motoqueiro q me deixou na muvucada praia da Barra do Ribeira (sinalizada por uma enorme antena de radio), sob o sol e calor escaldante do meio dia.

    Dali bastou cruzar a pequena vila - cujas ruas de terra, areia e grama lembram uma Marujá c/ mais infra - e embarcar na balsa q cruza o grandioso rio Ribeira do Iguape. No outro lado, enqto aguardava o bus das 13:30 p/ Iguape comemorei num boteco o sucesso da empreitada. O cansaço e alguns cochilos quase me fizeram perder o bus, cujo trajeto de pouco mais de uma hr fiz no mundo dos sonhos. Em Iguape, tomei o busao das 15:30 p/ Sampa, onde cheguei 4hrs depois. Exausto e cansado, claro, porem satisfeito de ter tido o privilegio de percorrer um trilho histórico num dos redutos mais preservados de Mata Atlântica, q por conta de suas tantas dificuldades e restricoes de acesso, ironicamente ainda mantem a paz e beleza preservadas.

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    2. carlanog

      carlanog

      Hehehehehe

      Belo relato...

      Tanto a escrita, com o senso de humor...

      Moro em Iguape e morro de vontade de fazer o trajeto com meu marido... Mas não com os romeiros da festa de agosto, daí não tem graça... Mas me falta coragem e fôlego...

      Parabéns por sua coragem...

      Valeu!!!

      Carla Nogueira

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    3. rafael7eodoro

      rafael7eodoro

      Muito legal o relato (cafune do siri foi fod....)kkkk

      Em breve quero fazer esse percurso. Praia do Rio Verde.

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    4. msantaguida

      msantaguida

      É uma pena que está proibido o acesso até hoje, pois já faz anos que quero fazer esta travessia

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  25. Montanhistas testemunham impacto da mudança climática

     

    Enquanto especialistas em clima anunciam que os efeitos do aquecimento global já podem ser sentidos no mundo, montanhistas trazem relatos em primeira mão sobre derretimento de gelo, desmoronamento de formações rochosas e lagos prestes a inundar regiões onde antes existiam geleiras.

     

    Os alpinistas estão preocupados com a perda de rotas clássicas em montanhas, desde os Alpes na Europa aos Andes na América do Sul e o Himalaia, na Ásia.

     

    Segundo Yvon Chouinard, fundador da Patagonia Inc., empresa de equipamentos para atividades ao ar livre, o gelo está desaparecendo na região de Diamond Couloir, no monte Quênia. A neve também já não existe nas partes baixas de Ben Nevis, a montanha mais alta do Reino Unido, disse.

     

    Nesta sexta-feira, especialistas em clima reunidos em Bruxelas para preparar o novo relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) sobre o impacto do aquecimento global disseram que muitas geleiras se transformarão em lagos e haverá muitas avalanches devido ao derretimento de solo congelado.

     

    Geleiras

     

    O famoso monte Matterhorn, na Suíça, teve de ser fechado para os visitantes algumas vezes no verão devido a desmoronamentos, que foram atribuídos ao aquecimento global. A geleira Great Aletsch, a maior da Europa, retrocedeu alguns quilômetros. O solo gelado dos Alpes suíços, que mantém as rochas "coladas", está se tornando instável. No Parque Nacional dos Glaciares de Montana (EUA), geleiras estão desaparecendo, tal como vem ocorrendo com a neve no alto do monte Kilimanjaro, na África. Na América do Sul, os grandes campos de gelo da Patagônia argentina e chilena estão diminuindo.

     

    A geleira de onde Edmund Hillary e Tenzing Norgay fizeram sua primeira ascensão ao monte Everest, em 1953, retrocedeu tanto que os montanhistas agora caminham horas para alcançá-la. Segundo o explorador japonês Tomatsu Nakamura, editor do "Japanese Alpine News", montanhistas estão vendo menos gelo e neve nas montanhas do leste do Himalaia, Tibete e Butão, que abrigam os picos mais altos e ainda não conquistados no mundo.

     

    Fonte: Folha Online com agências internacionais

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    1. ogum777

      ogum777

      eu me impressionei há alguns dias, ao ver fotos do aconcágua, com muito menos neve do que eu imaginava ter por lá. a altitudes bem altas, não havia neve, apenas pedras e pedras. o que, inclusive, pode gerar falta de água para o uso dos montanhistas.... assustador!

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  26. [info]Tópico para dicas, perguntas e respostas sobre a Região de Rivera, Uruguai, fronteira com a cidade brasileira de Santana do Livramento - RS. Tem alguma dúvida, dica ou informação, poste-as aqui![/info]

     

    Olá pessoal do mochileiros!

     

    Visando facilitar a busca dos sites de free shops vamos postar links de free shop aqui...

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    1. Mostrar comentários anteriores  106 mais
    2. beneduzi

      beneduzi

      Olá, pessoal, sou novo aqui no forum, então me desculpem se já tiver esta pergunta. Pesquisei mas como não achei...

      Alguém pode me indicar onde consigo comprar as capsulas de cafe da Dolce Gusto, em Rivera?

      Já procurei nas mais conhecidas: neutral, Barao, etc.. e não achei.

      Agradeço se puderem dar uma luz

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    3. Fischer123456

      Fischer123456

      Gostaria de uma informação, está escrito que podemos trazer a cota de $300 via terrestre, porém gostaria de saber se é os $300 pelo cpf comprado nos free shops ou quando param na receita ? 

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    4. D FABIANO

      D FABIANO

      @Fischer123456 Quando a receita fiscaliza a cota é essa pois terá direito de comprar isso,mas Uruguay?Valor lá é muito alto,não sei se compensa. 

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  27. hello children!

     

    eu e um outro amigo q adora programa de índio estamos indo provavelmente para o peru agora em julho (sim, mp está no roteiro!) e uma das roubadas q eventualmente façamos é choquequirao, todavia sem pacote, indo a pé mesmo (a alternativa seria mula - e de mula bsta eu - ou sair voando....) a partir de cachora.

     

    seriam 2 dias pra ir e dois pra voltar e pelo menos um dia lá. 5 dias.

     

    uma dúvida crucial é quanto à alimentação. eu não pretendo sair de SP levando comida pra 5 dias de trilha nas costas.

    como rola a alimentação no peru?

     

    valeu!

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    2. Márcio/Sp

      Márcio/Sp

      Uma indicação que faço são os restaurantes que ficam no Larcomar, pedi um Ceviche chamado "misto" que foi um negócio de louco

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    3. viviand

      viviand

      Oi, Leo e Marcio!

       

      Muito obrigada! Já anotei as dicas!!!

       

      Se tiverem dicas de restaurantes bacanas em Cusco e Arequipa (sem querer explorá-los!), seria de grande valia!

       

      Abraços!!!

       

      Vivi.

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    4. DeboraWeber

      DeboraWeber

      Particularmente toda cidade peruana que conheço procuro comer em mercado publico, o que é tradição milenar em Peru. A culinaria peruana é de um modo geral de alta cozinha, há ganhado premios de como melhor culinaria do mundo (http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1201033-peru-ganha-premio-de-melhor-destino-gastronomico-do-mundo-em-2012.shtml ) detalhe que mesmo nas casas de familias se seguem processos de cozinha bem tradicionais e se leva muito a sério "cozinhar rico".Também recomendo ir ao um restaurante CHIFA que é a fusão de comida chinesa com peru.

       

      PRATOS:

       

      Ceviche (os do litoral são os melhores, também do mercado central de arequipa)

      Lomo Saltado - no centro de lima é o melhor lugar para comer

      Aji de Gallina e Locro - são muito bons, meus favoritos

      Escabeche de Pescado ou Frango

       

      Alguns dificeis de encontrar

      Pachamanca - Cozinhado a baixo da terra, tecnica que vem da serra e era executada pelos inkas, vale muito a pena participar do processo além de comer é claro. (Se alguem se interessa posso passar o contato de um grande amigo que vive em uma casa de campo que alugam dormitórios em Mala e prepara pachamanca desde criança e tambem prepara para almoços)

      Carapulca com sopa Seca - Mala ao sul de lima é melhor lugar para comer

      Aji de Cochayuyo - Preparado com algas do lago titikaka, muito nutritivo

       

       

      FRUTAS:

      Lucuma - a melhor de todas

      Chirimoya

      Granadilla

       

      Debora Weber

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  28. Alstom pretende construir trem rápido entre o Rio e SP

     

    Um dia depois de quebrar o recorde mundial de velocidade sobre trilhos, a companhia francesa de transportes Alstom anunciou a intenção de construir um trem de grande velocidade entre o Rio e São Paulo. O trajeto tem dimensão dentro do ideal para exploração pelo modal ferroviário e seria feito em parceria público-privada (PPP), segundo os moldes já estudados pelo Ministério dos Transportes. A pré-proposta foi apresentada ontem (4), em Paris, ao governador do Rio, Sérgio Cabral.

     

    A negociação teve início com o convite da empresa para que uma comitiva brasileira testemunhasse o desempenho do trem V150 no trajeto Paris-Estrasburgo, que, na terça-feira, rompeu o recorde mundial de velocidade sobre trilhos ao alcançar 574,7 quilômetros por hora.

     

    Na tarde de ontem, em Paris, Cabral e o secretário estadual dos Transportes, Júlio Lopes, foram recebidos na sede da empresa para conhecer dois planos de investimento no Brasil. A pré-proposta da Alstom - que ainda não envolve valores, já que um estudo de viabilidade técnica precisa ser realizado - é a quarta do mercado de empresas que exploram os trens de grande velocidade na Europa. Antes, uma companhia italiana e duas alemãs haviam demonstrado interesse no projeto, cuja elaboração teve apoio inicial do governo federal, mas segue estacionado.

     

    As informações são de O Estado de S.Paulo

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    1. Mostrar comentários anteriores  4 mais
    2. viajandu

      viajandu

      Esse negocio eh formacao de cartel para nao dizer que eh formacao de quadrilha. Pois no Tom Jobim no rio de janeiro tem onibus convencional com ar condicionado que te leva ate a rodoviaria, centro ou copacabana, com a opcao de pegar o taxi comum. La no rio nao tem essa palhacada de nao ter taxi comum no aeroporto internacional. Fala serio! Neste pais nao tem nada que o dinheiro nao compra neh? :lol:

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    3. ogum777

      ogum777

      puts, por falar em táxi, os taxistas de guarulhos agridem os taxistas de sp q forem lá pegar algum passageiro. em frente à minha casa, em sp, tem um ponto de táxi, e cada vbez que um deles vai pegar um passageiro lá (previamente combinado), os caras vão, eparam os táxis bem longe do aeroporto e vão a pé, pra não serem agredidos.

       

      em congonhas, temos dois tipos de táxi, e se não tiver na porta, vc anda 10 metros, atravessa a rua e vai pra avenida, q passa um monte.

       

      por essas e outras, por mais barato q um vôo seja de cumbia, o povo prefere congonhas. era pra congonhas estar desativado, mas vc leva mais tempo prachegar ao aeroporto (fora o tempo de chek in e etc) do que para chegar ao seu destino, p. ex. esses tempos, dispensei a passagem pra ribeirão preto e fui de bumba que era mais rápido!

       

      inté!

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    4. marcelvinicius

      marcelvinicius

      pois é... há décadas se fala desse "trem-bala" entre Rio e São Paulo, mas sempre ouve o lobby contra das cias aéreas e também das empresas de ônibus...

       

      não é só um trem-bala que falta no brasil

      falta toda e qualquer estrutura ferroviária que se possa imaginar nesse país...

       

      quanto ao acesso aos aeroportos de São Paulo... Congonhas só pode ser considerado de fácil acesso porque fica dentro da cidade....... é ridículo não ter uma estação de metrô no local... e tantas e tantas linhas que se projetam... mesmo assim este aeroporto fica de fora.................. nem precisava ter estações intermediárias.... para quem não vai de táxi e não tem quem levar, a solução são os ônibus lotados também

       

      quanto ao aeroporto de Guarulhos, só não usa o ônibus urbano quem não quer.... com certeza levar muitas malas no meio de tanta gente indo trabalhar pode ser desconfortável para todo mundo e é até proibido.... mas nada diferente comparado ao metrô (respondendo à opção táxi-metro citada acima).

       

      já peguei este ônibus várias vezes... custa 3,40

      e tem dois caminhos... um vai pela rodovia Airton Senna e é bem mais rápido... o outro circula muito mais pelos bairros e, portanto, demora mais... ......... já há muito tempo ele não sai mais da estação Bresser.... agora é da Tatuapé

       

      confiram: http://www.airportservice.com.br/

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  29. Para quem já foi, mais um pretexto pra voltar. Para os que não foram, coloquem mais 1 dia no roteiro!!!!

     

    "Historiadora espanhola afirma ter encontrado a cripta de Paullu

     

    Em uma modesta igreja do bairro de San Cristóbal, nas proximidades da cidade de Cusco, no Peru, jazem os restos do último inca que chegou a governar. A tumba intacta de Paullu Topa Yupanqui Inca, encontrada no final de março, mas que será aberta dentro de duas semanas, representará uma descoberta inédita, já que não se conservaram restos de nenhum de seus antecessores. Os incas embalsamavam seus mortos, e os primeiros conquistadores, que chegaram em 1532, encontraram as múmias dos incas no principal templo de Cusco, as despojaram de suas jóias e terminaram queimando-as sob para "extirpar idolatrias".

     

    Mas até agora ninguém se lembrou de Paullu Inca, filho de Huayna Cápac, irmão de Atahualpa, Huáscar e Manco Inca, morto em 1548. Talvez porque foi protegido por sua própria lenda obscura. Passou à história como um traidor, um colaboracionista, um governante fantoche dos conquistadores espanhóis na capital do império inca. Mas, segundo a historiadora espanhola Mari Carmen Martín Rubio, Paullu Inca foi um pacifista, um governante moderno, inteligente e com visão de futuro.

     

    Ela chegou a essas conclusões depois de consultar diversas referências dos cronistas da época. Afinal encontrou o testamento de seu neto, Carlos Melchor Inca, que morreu no Escorial (Espanha), mas que deixou escrito que queria que seus restos repousassem junto dos de seu avô, na igreja de San Cristóbal, onde Paullu levantou uma ermida ao lado de seu palácio.

     

    Dizem que ele criou uma escola para que os cusquenhos não esquecessem os conhecimentos de seus antepassados. Há dez dias um engenheiro geofísico realizou com equipamentos sofisticados uma espécie de ecografia do lugar, detectando quatro importantes anomalias no solo, correspondentes às criptas.

     

    "Os documentos deixam antever que Paullu manteve suas práticas da religião inca junto com as cristãs. Também que ajudou seu irmão Manco Inca, que se rebelou contra os espanhóis, e seu sobrinho Sayri Túpac, também fugido", explica a autora da descoberta. Tanto o pároco da igreja como os dirigentes locais estão encantados com a notícia.

     

    A imprensa peruana deu grande cobertura à descoberta. "Como é uma igreja pobre, o fato de ali se encontrar a única tumba conservada de um inca os faz sentir orgulho, além dos benefícios que o turismo poderá trazer no futuro", diz a historiadora.

     

    Tanto ela quanto os cientistas que colaboraram até agora o fizeram por amor à arte. Ninguém apoiou economicamente o projeto. Agora que as autoridades eclesiásticas e estatais lhes deram permissão para escavar, esperam encontrar apoios. "Só vou tocar a múmia para tirar uma amostra de DNA, que servirá para confirmar sua identidade", diz Martín Rubio, que espera que no futuro se construa um museu no lugar.

     

    Se o chamado senhor de Sipán, encontrado em 1987 em uma tumba rica, rodeado de suas esposas e um séquito, com suas jóias e pertences, se transformou num tesouro arqueológico, é muito provável que a tumba do último inca reinante não decepcione. Em todo caso, os xamãs vizinhos já estão realizando rituais para que o rei dos incas lhes dê sua bênção."

     

     

    Fonte: UOL/El País, 3 de abril de 2007

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  30. Chegando no terminal de buses de La Paz, conforme aconselhado neste forum, peça à Polícia Turística para ajudá-lo a tomar um taxi (devido às histórias de taxis falsos, roubos, etc. Eles já estão acostumados, vão anotar a placa, no do carro, nome do motorista - é meio constrangedor mas ..).

     

    O taxista pode levá-lo à região da Calle de las Brujas (centro) por 10 Bs. Por 10 Bs a mais (cerca de 5 ou 6 Reais ao todo) você percorre os hotéis e hostais da reião, visita as habitaciones e escolhe a que lhe convier.

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    2. Márcio/Sp

      Márcio/Sp

      @FelipeSC  Eu passei quase 1 semana no Hotel Torino em 2014, sempre falaram mal dele pq muitas pessoas criam uma expectativa irreal,.

      O hotel é simples, antigo, em alguns quartos a janela parece de presídio, mas o preço é justo. Tive uma infecção alimentar em La Paz e agradeci muito a Deus por estar no Hotel Torino em um banheiro privativo rs rs rs 

       

       

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        • Obrigad@! 1
        • kkkkkkk 1
    3. FelipeSC

      FelipeSC

      1 minuto atrás, Márcio/Sp disse:

      @FelipeSC  Eu passei quase 1 semana no Hotel Torino em 2014, sempre falaram mal dele pq muitas pessoas criam uma expectativa irreal,.

      O hotel é simples, antigo, em alguns quartos a janela parece de presídio, mas o preço é justo. Tive uma infecção alimentar em La Paz e agradeci muito a Deus por estar no Hotel Torino em um banheiro privativo rs rs rs 

       

       

      Obrigado, Marcio! :)

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    4. Marcos A

      Marcos A

      @FelipeSC Hostal Copacabana sem dúvidas. Fiquei por lá em 2010 e não tenho nenhuma reclamação. Não confundir com o Hotel Copacabana. 

      Site: http://hostalcopacabana.com/

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