Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Novos Tópicos

Visitante
What's on your mind?
  1. Falaê, meu povo estradeiro!!!

     

    De novo estamos por aqui para dividir com os demais irmãos mochileiros mais uma aventura! Desta vez do interior de SP até a Venezuela!! Será a expedição "Venezuela 2007", em julho próximo.

     

    Iremos em três! O grande Flamel, o grande Roger e eu!

    Infelizmente tivemos a impossibilidade de contar com o Guimarães.

     

    O Roger, para os que não sabem, está se mudando de Cuiabá para o Guarujá, onde seremos vizinhos, pois também passei a morar em Santos. O Flamel continua em Teresina.

     

     

    Bem! Já temos um destino definido, mas não temos ainda parte do roteiro. Ainda estamos planejando e pesquisando as alternativas que temos. Aqui mesmo, no "MOCHILEIROS" temos muitos tópicos interessantes!

    O certo até aqui é que para chegar ao nosso destino, sairemos eu e o Roger de Santos e nosso ponto de convergência com o Flamel será em Marabá/PA.

    Depois pretendemos fazer quase 100% da parte de terra da transamazônica (BR230) até Humaitá, no Amazonas. Este trecho, de 2150 km aproximadamente.

    De lá, subir pela BR319 até Manaus e seguir para a Venezuela! Nossas dúvidas estão justamente aí. Em montar um roteiro no País vizinho.

    O mais lógico seria ir para Isla Marguerita, no mar do Caribe. Mas, como lá a gasolina (de 1ª) custa apenas R$0,07, nossa idéia seria aproveitar a chance e rodar bastante por lá!

     

    Por enquanto é isso!!

    Um grande abraço a todos,

     

     

    Fredo

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  171 mais
    2. Edinho

      Edinho

      Grande irmão Fredo!

       

      Andei afastado dos computadores e, só agora estou vendo o que aconteceu. Fiquei muito triste por vc ter que abortar essa viagem. Mas ao mesmo tempo aliviado por não ter sido algo mais grave. Sei muito bem o que é andar na Transamazônica com uma luxação. Quando eu caí na BR 163, empenei o braço do retrovisor com as costelas. Fiquei sem fala por um bom tempo. Depois fiquei sem respirar direito por mais de uma semana. Não sei bem o que aconteceu, mas só fiquei sarado 30 dias depois. Um dia eu expirrei e quase desmaio de dor. Mas eu não dependia das costelas para ficar em cima da moto. Andar 165 Km de moto na Transamazônica sem poder apoiar o pé é demais. Ainda bem que deu certo. Tenho certeza que a próxima vai ser melhor.

      Flamel, Adolfo, onde vcs estão? Vai dar para fazer o roteiro como planejado?

      Amanhã vamos voltar ao Bar da Ostra, aquele que fomos quando vc esteve aqui. Vamos acertar uns detalhes da viagem de Ubajara/Jericoacoara. Quando vc chegar, dê notícias.

       

      Abração !

       

      Edinho.

      •  
    3. RENNY RODRIGUEZ

      RENNY RODRIGUEZ

      hola amigos de la web,agradesco dentro de la posibilidad informacion y referencias de la Br319 ya que tenemos pensado viajar desde aqui hasta porto vhelo,pasando por boa vista,manaos pero nuestro tema principal es el viaje por la ruta 319 somo un viaje familiar mis hijos ,y algunos amigos claro vamos en rusticos 4x4 toyotas bien equipados es asi que nos urge infomacion de estas rutas este viaje esta pautado para los primeros dias del año nuevo entrante es decir 2008 que tal el tiempo para esa fecha que estacion estara activada lluvia,verano etc,puedes escribirme en tu idioma ya que puedo entenderlo algo hablado pero no puedo escribirlo.

      saludos

      Renny R

      [email protected]

      [email protected]

      •  
    4. Flamel

      Flamel

      Olá Renny!!!!!

       

      Bem vindo ao nosso tópico. Seguinte: já enviei para vc via e-mail, um pequeno relato sobre a ruta 319 e algumas fotos tiradas recentemente na 319.

       

      Espero ter ajudado, mas qualquer outra informação estaremos as ordens.

       

      Saludos

      •  
  2. Em Israel vc com certeza deve ir p/ Tel Aviv e te indico este albergue

    http://www.hostelsclub.com/step02_str.php?lang=en&str=1414&mese=4&giorno=5&anno=2007&notti=3&currency=17

     

    já te dei o link com os preços e reais mas vc pode mudar p/ moeda q quiser q o site converte.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  1 mais
    2. Poelho

      Poelho

      Raissagcic,

       

      Estive no Oriente Médio agora no início do ano por mais ou menos um mês. Israel é o país mais caro, sem dúvida alguma.

       

      Comecei pelo Cairo, onde fiquei hospedado no City Plaza Hostel (http://www.cityplazahostel.com) e lá negociei um pacote de 12 dias pelo Egito (Cairo, Aswan, Abu Simbel, Edfu, Luxor e Dahab) incluindo hospedagem com café da manhã, traslados, transporte com guia para os templos e 3 dias/2 noites em fellucca pelo Nilo com todas as refeições por cerca de US$230,00. Fora isso você gastaria com a entrada nos templos e museus (é muito importante que você leve uma carteirinha de estudante internacional para pagar meia entrada em todos eles), almoço e jantar, então considere aí um adicional de uns US$20 a US$30,00 por dia. Nesse pacote você pode negociar o transporte para as pirâmides, mas não o ticket e o passeio com guia de cavalo ou camelo (considere uns US$50,00). Acho o passeio de balão em Luxor imperdível (US$78,00).

       

      O ferry do Egito para a Jordânia custa US$80,00 e, dos três países, o único que cobra pelo visto é o Egito (paguei US$15,00 no aeroporto para a entrada e US$10,00 para sair no porto). Em Aqaba, na Jordânia, negociei com um taxista o transporte até Wadi Rum com passeio pelo deserto (com um amigo dele que mora no deserto) e depois transporte até Petra (paguei algo em torno de US$30,00 pela visita de um dia inteiro nas ruinas). Num outro dia, ligamos para o mesmo taxista que nos buscou em Petra e nos levou até Amman, a capital da Jordânia, tendo passado com a gente antes por vários lugares turisticos, incluindo o Shebak Castle, Mar Morto e Monte Nebo. Isso tudo (exceto hospedagem e entrada nas ruinas de Petra) saiu por US$75,00 por pessoa, sendo que estavamos em quatro. O problema da Jordania é que a moeda vale o mesmo que o euro. Hospedagem no país paguei em média US$15,00 pelo quarto duplo, sendo que em Amman fiquei no Cliff Hotel (US$5,00 com café e internet). O dono do Cliff nos levou para conhecer Jerash por US$6,00 e no dia seguinte nos levou até a fronteira com Israel (p/ Jerusalem).

       

      Em Jerusalem ficamos no Jaffa Gate Hostel (US$24,00 o quarto duplo) e negociamos com um taxista, que também era guia turistico, uma trip por Israel e os Territórios Palestinos incluindo Masada, Mar Morto, Jericó, Belém, Nazaré e o transporte até Tel Aviv por US$120,00 cada em três dias. Jerusalem tem muita coisa interessante pra ver.

       

      Bom, espero ter ajudado.

       

      Abs,

      Pedro

      •  
    3. anamyself

      anamyself

      Olá!

      Vou passar 2 noites em Telaviv (chego num domingo, umas 23h, e parto numa terça, 1 da manhã) e queria indicação de hostel para ficar, de modo que eu fique perto, a pé, de praia e de Old Jaffa.

      Aqui no Mochileiros as informações de hospedagem são bastante antigas, então queria saber se alguém tem dicas novas...

       

      Andei lendo sobre o Gordon Inn, o Florentine Hostel e o Telaviv Beach front. Alguma recomendação?

      •  
    4. MauroBrandão

      MauroBrandão

      Bem eu fiquei em Belém no ARARAT HOTEL 4 ESTRELAS www.ararat-hotel.com o preço com café super café U$ 100 o casal.

      •  
  3. Chineses pintam montanha e fingem reflorestamento

     

    U10P33T1D104012F8DT20070214015719.jpg

     

    Um município do sul da China tomou uma decisão quase surrealista: para economizar o dinheiro e o esforço de reflorestar uma de suas montanhas, decidiu pintá-la de verde em vez de plantar árvores, denunciaram nesta quarta-feira vários jornais do país.

     

    O incidente ocorreu na localidade de Fumin, onde funcionou durante sete anos uma pedreira que arrasou mil metros quadrados da encosta da montanha Laoshou. Os moradores que vivem ao pé da montanha se queixavam do barulho e do pó que a pedreira produzia, por isso esta foi fechada no ano passado. Em julho de 2006, funcionários do Escritório de Agricultura e Florestas de Fumin, foram ao local e pintaram o monte de verde metálico em 45 dias de trabalho.

     

    O fato só veio à tona esta semana, em que fotos da montanha foram divulgadas por jornais de Yunnan, Hong Kong e Pequim, nos quais as casas parecem ter ao fundo, em vez de uma montanha, um cenário gigantesco de cinema de baixo custo. Moradores da localidade consultados se mostraram reticentes a opinar sobre a iniciativa municipal. Na imprensa da província, no entanto, a opinião é de que a idéia é "inútil e feia".

     

    Um jornalista calculou que, com o dinheiro gasto com a tinta necessária para pintar o monte, daria para ter plantado árvores na montanha. A obra foi uma decisão do Escritório de Agricultura e Florestas de Fumin, e aparentemente a cor verde foi escolhida seguindo as regras do feng shui - sabedoria popular milenar que diz como têm que estar dispostos os objetos e a luz em um ambiente.

    •   
    1. ogum777

      ogum777

      ai jisuis!

       

      mas que manezada? então, se eu pintar a rachadura na parede, a parede não cai mais?

      tsc!

      •  
    2. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      Chineses pintam montanha e fingem reflorestamento

      e aparentemente a cor verde foi escolhida seguindo as regras do feng shui - sabedoria popular milenar.

       

      A manchete deveria ser:

       

      Exportaram o "jeitinho brasileiro" pra China que acabou pirateando até floresta

      •  
    3. Kah_Littrell

      Kah_Littrell

      Gente!

      To boba!!

       

      "Made in China"

      •  
  4. Neve volta a cair no vale de Katmandu depois de 63 anos

     

    Incrustado no Himalaia, o vale de Katmandu registrou neve, na noite de quarta-feira (14), pela primeira vez em 63 anos, para espanto de crianças e adultos. A mudança no tempo faz parte de uma tempestade que está sobre o Nepal. O fenômeno tem provocado fortes chuvas e nevascas no leste e oeste do país, segundo o serviço de meteorologia nepalês.

     

    O temporal matou uma pessoa no distrito de Palpa, no centro do país, além de haver provocado a suspensão do transporte aéreo e o fechamento de várias estradas importantes. As autoridades meteorológicas do país prevêem céu nublado e mais chuvas, que continuarão até o final da semana.

    •   
    1. ogum777

      ogum777

      o aquecimento global tá gerando isso. aumentam as chuvas na região das monções, aumentam as tempestades e isso vai alterar o tempo no everest e arredores - o "no ar rarefeito", do jon krakauer, tem menções ao resultado de uma mudança de tempo assim...

       

      sintomaticamente, o aquecimento global tem provocado nevascas em diversos locais do hemisfério norte. vide a onda de neve recente nos e.u.a. e e europa. isso não refuta os estudos sobre aqeucimento, muito antes pelo contrário, apenas os cofirmam. por outro lado, vi fotos recentes do aconcágua e praticamente não havia neve! daqui a pouco, poderemos escalar o aconcágua sem grampões nas botas...

       

       

      ah, pra quem tem grana, recomendo visitar tuvalu enquanto ainda exista. seus habitantes talvez venham a ser os primeiros refugiados ambientais do mundo... tsc!

      •  
  5. Al Gore anuncia ´Live Aid´ ambiental com shows no Brasil

     

    O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore anunciou nesta quinta-feira (15) a realização de uma série de shows de artistas pop com o objetivo de promover a causa do meio ambiente.

     

    A série de apresentações, intitulada Live Earth, contará com mais de cem artistas e prevê uma série de shows no dia 7 de julho em diferentes países, entre eles Brasil, Estados Unidos, China, África do Sul, Austrália, Japão e Grã-Bretanha. Entre os músicos que devem se apresentar estão Red Hot Chilli Peppers, Black Eyed Peas, Bon Jovi, Kelly Clarkson e o rapper Snoop Dogg.

     

    A intenção dos organizadores da série de shows e da campanha Save Our Selves (SOS) é atrair uma platéia de 2 bilhões de pessoas, que incluiría tanto espectadores das apresentações por TV, rádio e Internet, como o público que for pessoalmente prestigiar os shows. "Para solucionar os problemas que afetam o clima, temos de alcançar bilhões de pessoas", afirmou Gore em um comunicado. "Estamos lançando a campanha SOS e o Live Earth para dar início ao processo de comunicação que irá levar pessoas em todo mundo a agir", acrescentou.

     

    De acordo com o ex-vice-presidente, "a crise do meio ambiente só será interrompida com um movimento global sem precedentes. Esperamos começar o movimento aqui e agora".

     

    Inspiração

     

    O Live Earth segue o modelo dos shows Live Aid, de 1985, e o Live 8, de 2005 - ambos organizados pelo roqueiro irlandês Bob Geldof. O Live Aid angariou fundos para combater a fome na África e o Live8 visou pressionar políticos mundiais a eliminar as dívidas dos países pobres.

     

    Al Gore, que saiu derrotado da campanha presidencial americana em 2000, é, atualmente, um dos mais renomados ativistas do meio ambiente mundiais.

     

    Seu documentário, intitulado Uma Verdade Inconveniente foi indicado ao Oscar, que acontece no próximo dia 25 de fevereiro. Muitos nos Estados Unidos querem que Gore entre na disputa presidencial de 2008 e acreditam que, se o filme for agraciado com a estatueta, poderá ser deflagrado um movimento para que ele se candidate.

     

    O nome do ex-vice-presidente também está sendo cotado para o próximo Prêmio Nobel da Paz.

    Fonte: BBC Brasil / Estadão Online

    •   
  6. Quatro jovens morrem atropelados por trem em Brotas

     

     

    Polícia investiga se o grupo dormia nos trilhos, pois havia resquícios de fogueira

    Elvis Pereira

     

     

    SÃO PAULO - Os irmãos Clenildo Rogério Primo e Odair Sérgio Primo, de 19 e 17 anos, e outros dois jovens ainda não identificados morreram na madrugada deste domingo após serem atropelados por um trem na cidade de Brotas, no interior de São Paulo. O maquinista Luiz Carlos Serra, de 42 anos, disse à polícia que avistou as vítimas deitadas sobre os trilhos, buzinou, deu sinal de luz e acionou os freios, mas não conseguiu parar a composição.

     

    O trem, que trafegava com 50 vagões vazios, pertence à América Latina Logística (ALL) e fazia o trajeto de Jundiaí a Pederneiras, na região de Bauru. A polícia científica de Rio Claro levou os corpos ao IML daquela cidade. Os dois irmãos moravam na cidade de São Carlos.

     

    Suspeita-se que os jovens estivessem dormindo sobre a linha, pois foram encontrados vestígios de uma fogueira no local. O tráfego na via férrea ficou suspenso até o início da tarde, quando terminou a perícia e os corpos foram removidos.

     

    O local do acidente fica próximo à entrada da Fazenda Lagoa, entre Brotas e Itirapina, e nas proximidades da rodovia SP-225. O inquérito, aberto na Delegacia de Policia de Brotas, deverá apurar em que condições os jovens morreram e o que faziam ali durante a madrugada. A região de Brotas - a 235 quilômetros da capital - é bastante visitada por praticantes de esportes radicais, facilitados pela presença de montanhas, rios e cachoeiras. A polícia, no entanto, não encontrou junto aos corpos nada que pudesse identificá-los como esportistas.

     

    A linha férrea onde aconteceu o acidente tem pouca movimentação de trens. Desde a extinção dos trens de passageiros, há alguns anos, passam apenas algumas composições de carga. Essa baixa movimentação leva as pessoas que transitam próximas à linha a desconsiderarem o perigo de acidentes. Segundo a ALL, a empresa vem desenvolvendo campanhas de reeducação nos municípios onde passou a operar os trens antes pertencentes às antigas Fepasa e Rede Ferroviária Federal.

     

    A composição envolvida no acidente costuma carregar grãos trazidos pela Hidrovia Tietê-Paraná até o terminal intermodal de Pederneiras, levando a carga para as moageiras nacionais ou para serem exportadas via porto de Santos.

     

    http://ibest.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2007/fev/11/78.htm

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  2 mais
    2. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      o Soto é da filosofia que todos temos um espirito mochileiro

       

      mas sem zoa agora...

       

      ninguém pensou em suicidio não?!

      •  
    3. .Mika.

      .Mika.

      Suicidio em grupo? Estranho...

       

      Sou mais a teoria de que eles tavam chapados ou mto cansados...

      Antes eu tava mais pro lado conspiratorio de "assassinaram e jogaram os caras ali" mas depois que falaram que eles tavam vivos na hora do atropelamento quebraram minha teoria...

      A não ser que tenham amarrado eles vivos...hehe

      •  
    4. ogum777

      ogum777

      pra mim é soma de cansaço/chapação com desconhecimento. desconhecimento da possibilidade de passar um trem ali, às vezes até por indformação errada de algum local,

      e ou muito cansaço (onde vc apaga mesmo! eu já dormi até em pé dentro dum trem!), ou muita chapação, pelo mais comum mesmo: muita cachaça, vinho e etc.

       

      há alguns dias uns alunos meus tavam combinando de acampar... qual a proposta? acampar e encher a lata... há uma semana tavam com as bebidas compradas, mas ontem à tarde ainda faltava barraca... já sei até onde vai dar isso aí.... (na última vez que foram, tinha uma falcon 2 pra cinco pessoas, levaram um monte de miojo, nenhum fogareiro, nenhuma panela e muita pinga. beberam por dois dias e não sabem dizer aonde exatamente, em salles, eles acamparam....)

      espero q dessa vez não haja trilho de trem perto deles.

       

      agora... suicídio coletivo? isso é + cinematográfico, não se vai a brotas pra isso, é mais fácil se jogar em grupo na frente do metrô na estação sé, em sp, que dá mais manchete...

      •  
  7. Segue abaixo um manifesto de um mexicano (perdão não tenho o nome e contato dele) diante das distorções sobre o povo Maya apresentadas no filme "Apocalypto". É muito mais grave que nossas preocupações burguesas diante do filme "Turistas".

     

    Hola saludos a todos, trabajo en una empresa en la riviera maya como Guía de turistas. Este trabajo me gusta mucho por que me permite mostrar la riqueza cultural y natural de nuestro país.

     

    El día de ayer fui a ver la nueva película del director australiano Mel Gibson y Producción Norte americana titulado Apocalypo. Esta película como ustedes estarán ya enterados se desarrolla en el contexto del mundo Maya. Este film ha creado alrededor del mundo una gran expectación.

     

    La producción es en términos cinematográficos bien realizada: una "súper producción americana", nada nuevo en la industria cinematográfica: grandes efectos digitales, persecuciones, asesinatos y el personaje central con poderes divinos destinado a salvar el mundo, un prototipo de película en el mercado de Hollywood. Hacer una película de una de las grandes culturas nacionales por productores de Hollywood es una gran idea y oportunidad para mostrar y reconocer la estupenda y variada riqueza cultural que ofrece México.

     

    Pero en este caso es una pena que se haya invertido tanto en una producción que en lugar de enaltecer los grandes aportes de la cultura maya, sea nada más la adaptación de un triller del modelo americano.

     

    Habiendo tantas vías para llevar una historia de una cultura tan interesante como: su sistema de vida, sus matemáticas (descubren el 0), su armonía con la naturaleza, su astronomía tan avanzada (su capacidad de predecir sucesos astronómicos como los eclipses y equinoccios, etc.), su calendario (basado en la rotación terrestre y en la Luna), la profecía del 2012 o en su desaparición repentina (esta civilización no fue conquistada como todas la del centro de México, sino que desaparecierón de sus ciudades sin dejar rastro de su partida, esos abandonos repentinos se repitieron en varias ocasiones en diversos puntos geográficos).

     

    La película trata de un poblador de la selva que es capturado por los buscadores de esclavos del pueblo maya y tiene que escapar para salvar a su familia. Este es conducido hacia una de las grandes ciudades para ser vendido o sacrificado enfrente de los pobladores. El final no es necesario de contarlo ya que sabrán bien intuirlo o imaginen cualquier final de las 4 armas letales.

     

    La película no tiene como objetivo en ningún momento el mostrar la cultura maya, es todo un paquete de herramientas de mrketing para hacer un film exitoso (en cuestión de ventas, ya que es un thriller mas); pero para nosotros Mexicanos es triste que empresarios americanos vengan a realizar una adaptación de la común y muy gastada historia americana deformando l realidad histórica de la cultura.

     

    Durante toda la historia se muestra a un pueblo Maya salvaje, sediento de sangre, asesinando por puro placer.

     

    La muerte es la principal de las grandes deformaciones que realiza el director (que también es escritor) de la visión y filosofía Maya. Para ellos la muerte era la transformación. Los sacrificados se preparaban física y mentalmente para poder entrar "al viaje". Un ejemplo es en el juego de pelota, la partida se jugaba entre 3 y 4 días, el ganador era sacrificado. El sacrificio para los mayas era cuestión de valentía y entrega.

     

    Los chamanes o brujos eran guías de la civilización, en la cinta aparece brevemente como poseído o idiotizado y con un aire de verdugo de la edad media.

     

    En Apocalypto los sacrificios, se realizan como un juego en la parte alta de las pirámides y en la parte baja toda la población grita como changos asesinos esperando la caída del cuerpo sin cabeza y corazón.

     

    La peor de las escenas fue la del cementerio de los sacrificados, ya que sus imágenes me recordaron las montanas de cuerpos de fotografías del holocausto. Esta escena es absolutamente absurda, los sacrificados mayas eran o enterrados con sus pertenencias o arrojados a los cenotes (cavernas naturales, lugares sagrados para su religión)

     

    Para variar el héroe se salva de la muerte gracias a un eclipse repentino; el detalle que no toma en cuenta el director es que en ese tiempo en el que los europeos apenas se daban cuenta de que la tierra era redonda, los mayas ya conocían la fecha exacta de los eclipses de los próximos 10 siglos.

     

    Actualmente la cultura Maya se ha convertido en todo un misterio por los descubrimientos que se han realizado en los últimos años.

     

    Lo que me inquieta es que en este momento Apocalypto se esta mostrando en miles de salas de todo el mundo con la imagen errónea de la cultura. Creo que Mel Gibson sobrepaso el limite haciendo una deformación tan drástica por puros fines económicos.

     

    La economía nos ha orillado muchas veces a bajar la cabeza a los norte americanos que tratan de imponer su estilo al mundo, pero no es justo que ahora se metan hasta con la historia y tradiciones nacionales, ya nos van a construir un muro que claramente tiene gravada la vergüenza de un pueblo rechazado y humillado.

     

    Se claramente que la justicia no puede hacer absolutamente nada contra este tipo de abusos así que me gustaría proponerles algo.

     

    Les propongo que por puro orgullo nacional no asistan a las salas de cine a ver Apocalypto.

     

    Considero un poco más ético comprar el CD pirata ayudando así a un compatriota que trata de ganar su comida, a pagar por ver la deformación de nuestra historia y además hacer millonario al realizador. El film es un éxito de taquilla en los países que se ha presentado, tratemos de hacer notar que en México existe un rechazo, estoy seguro que aunque sean pocos los que lo hagan la ausencia se notara.

     

    Defendamos nuestro mayor orgullo que es la cultura. Si la economía, la democracia y el Fut bol no son nuestras fuerzas, guardemos nuestra historia y tradición como las raíces de un pueblo fuerte, inteligente y luchador. El único legado de nuestros ancestros que no nos ha sido robado.

     

    Es no asistir al cine y ya, es ver otra película y no esa, es cambiar de actitud con lo que no estamos d acuerdo y poner en marcha algo simple pero moral.

     

    Recuerda que México somos todos.

     

    Reenvía esto a tus contactos si te gusta la idea. Me tomé la libertad de agregar a este mensaje que si tienes en tus listas amigos extranjeros, envíes este correo de igual forma, para que puedan conocer la realidad respecto a una propuesta cinematográfica alterada de la historia, vida y costumbres de una cultura como la maya, y abstenerse de igual manera de verla.

     

    Considero que todas las culturas que han sido falsamente retratadas por el cine norteamericano dígase (japonesa, judía, palestina, marroquí, africana, china, francesa, alemana, latinoamericana, etc.) deben tener derecho a manifestar un repudio real contra la invasión cultural que desde hace más de sesenta años nos han impuesto y que mejor manera que reflejarlo directamente en la variable más importante de la cultura norteamericana "el factor monetario".

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  6 mais
    2. Augusto

      Augusto

      O Mel Gibson e os produtores do filme devem estar adorando essa propaganda gratuita do filme.

       

      Pois tem aquele ditado: "Falem bem ou mal, mas falem de mim!"

       

      Agora com esse manifesto aí, as pessoas vão ficar curiosas e irão asssistir ao filme.

       

      Não duvido muito não que esse manifesto tenha sido até planejado pelos produtores do filme, já que ele não foi bem de bilheteria.

       

       

      E comentando o teor do manifesto, acho meio ingenuo esse guia de turista mexicano achar que o filme vai distorcer a imagem que as pessoas têm da cultura maia.

       

      Cinema é entretenimento, diversão, lazer.

      Nada mais além disso.

      Até filmes de biografias têm sua estórias distorcidas, agora imaginem um filme de ficção.

       

       

      Abcs.

       

       

       

      Augusto

      •  
    3. Jorge Soto

      Jorge Soto

      O Mel Gibson e os produtores do filme devem estar adorando essa propaganda gratuita do filme.

       

      Pois tem aquele ditado: "Falem bem ou mal, mas falem de mim!"

       

      Agora com esse manifesto aí, as pessoas vão ficar curiosas e irão asssistir ao filme.

       

      Não duvido muito não que esse manifesto tenha sido até planejado pelos produtores do filme, já que ele não foi bem de bilheteria.

       

       

      E comentando o teor do manifesto, acho meio ingenuo esse guia de turista mexicano achar que o filme vai distorcer a imagem que as pessoas têm da cultura maia.

       

      Cinema é entretenimento, diversão, lazer.

      Nada mais além disso.

      Até filmes de biografias têm sua estórias distorcidas, agora imaginem um filme de ficção.

       

       

      Abcs.

       

       

       

      Augusto

       

      De fato, Guto... qto mais polemico e cheio de nhenhenhém, melhor pro filme, pq tem publicidade gratuita. E um filme desse porte tem q se pagar nas bilheterias, pois do orcamento de cada producao quase 25% é destinado na divulgacao. Mas tb um filme tem q se sustentar por si, nao pode depender apenas do bafafá, pq será este mesmo boca-boca q pode desmerece-lo nas bilheterias. Prova disso é q Apocalipto ta indo bem nas bilheterias (portanto, deve ter méritos como filme, sejam quais forem).. ja o polemico Turistas caiu no ostracismo por ser decididamente uma merda mesmo,..

      •  
    4. Jorge Soto

      Jorge Soto

      A proposito, alguem teve a pachorra de assistir Turistas??? Depois do lance do guri no RJ, creio q nos mesmos queimamos nosso proprio filme, nao havendo necessidade de celuloides de quinta q por ventura venham faze-lo..

      •  
  8. A partir desta semana, quem quiser visitar o 6◦ maior canyon do mundo, poderá também usar ônibus pela viação Iapó, saindo de Ponta Grossa via Castro. Preço R$ 6.20. Completas informações pelo site www.tibagi.gov.pr.br Aproveite o programa de carnaval em Tibagi, leia mais no site.

    •   
  9. TRILHOS & TRILHAS DA ANGRA-LIDICE

    Proximo dos principais centros urbanos do pais, a Rio-Santos, revela bem + q

    uma seqüência de praias badaladas. Antes da serra cair no mar e adentrando

    na região montanhosa entre Angra dos Reis e Lidice, encontraremos trilhas

    desconhecidas, rios cristalinos e cachus refrescantes em meio a exuberante

    Mata Atlântica. Assim, percorremos esta região num circuitão de 4 dias,

    subindo a serra pela linha do trem sentido Lidice, alcançar o alto da Pedra

    Chata e retornar à Angra pelo Sertão do Sinfrônio. Emendando varias

    caminhadas locais de uma vez só, esta puxada travessia desvenda uma Serra do

    Mar menos conhecida, c/ cenários q não deixam em nada a desejar à sua

    contrapartida litoranea mais ilustre e agitada.

     

    30KM POR TRILHO DO TREM

    Mesmo c/ o busao saindo atrasado - feriado do niver de SP - chegamos no

    horario previsto à Angra dos Reis, as 6:30. Assim, eu, a Lu e os

    recém-casados Guto & Márcia deixamos a rodô sentido a proxima Praia do Anil,

    onde a linha do trem encosta na avenidona movimentada q beira a orla

    litorânea. Tomamos o mirrado café numa padoca de bairro, e as 8:30 tomamos o

    trilho, sentido serra, ou seja, p/ direita! Como estamos ainda dentro do

    perímetro urbano, este trecho inicial não tem atrativo algum e se limita

    caminhar entre casebres e cortiços. Alguns caramujos nos dormentes

    escorregadios parecem lembrar a praga q infesta a região, fora os olhares

    curiosos dos locais, q passeiam c/ suas indefectíveis gaiolas c/

    passarinhos.

    Logo q as casas começam a rarear, temos nosso 1º túnel a transpor. De apenas

    82m de comprimento em meio a pura rocha, demoramos a atravessa-lo devido à

    escuridão, à lama, cascalho solto e da disposição irregular dos dormentes,

    mas serviu como preview dos outros 13 q se seguiriam. A chamada "luz do fim

    do túnel" parece revelar tb jardins de trevos coloridos, capim e pequenas

    cachus caindo da encosta, sinal q de estarmos ja nos limites da cidade,

    mesmo ainda sendo audivel o som da batida "edificante" de um funk. A

    sensação parece se firmar qdo passamos por uma ponte sobre a própria

    Rio-Santos, a seguir. Porem, a civilização foi deixada p/ trás de fato qdo

    bordejamos a morraria de pasto e mato impregnado de cheiro de jaca,

    acompanhando as torres de alta tensão q seguiam rumo às imponentes montanhas

    da Serra do Mar, deixando pra trás a bela enseada da baia de Angra. A esta

    altura o sol começava a fritar os miolos, não corria brisa alguma e

    agradecíamos aos ceus qdo havia um trecho sombreado neste começo de pernada

    no aberto.

    Mas a densa mata nativa não tardou em aparecer, assim como muitas

    bananeiras, embaubas e inconvenientes carrapichos (ou picão) q grudavam na

    gente nos trechos onde a mata insistia em crescer pelos trilhos. E assim

    foi: ora andavamos metodicamente pelos dormentes c/ atencao, pq estavam

    escorregadios nos trechos úmidos; ora andávamos rente os trilhos, nos breves

    trechos onde aparecia um acostamento q permitisse isso. Pode parecer

    entediante (e é!), mas nunca monotono, já q a paisagem descortinava uma nova

    surpresa a cada curva ou penhasco transposto.

    As 10hrs chegamos aos 2ºe 3º túneis, de 36m e 120m, respectivamente. Quase

    juntos, eram separados apenas por uma extensa ponte c/ bela arquitetura,

    sobre furioso rio q serpenteava serra abaixo. Apesar do visu fantastico,

    cruzar a ponte foi nosso primeiro obstáculo real: havia q cruza-la

    rapidamente (pq não sabíamos se o trem passaria), mas isto era impossível pq

    havia q prestar atencao nos trilhos q pisávamos (olhando p/ baixo) pra não

    despencar ou escorregar. A Lu q o diga! No final do 2º túnel, a recompensa

    na forma de pequenas cachus jorrando suas águas sobre os trilhos do trem,

    vieram perfeitas p/ molhar a goela e aliviar a tensão.

    O 4º túnel (75m) veio às 11:30, assim como muitas goiabeiras recheadas.

    Enqto isso, já estudávamos algum local c/ água p/ "almoçar", afinal, uma

    placa indicava q já havíamos percorrido11km. Mas como este lugar não

    chegava, as 12:30 sentamos no trilho p/ comer algo, mas quem comeu de fato

    foram os pernilongos, q haviam aos montes. Alem disso, nuvens carregadas

    escureceram o ceu e o som de trovoes nos obrigou a continuar a pernada,

    apenas p/ logo depois atravessarmos mais uma ponte sobre um rio furioso q

    descia a serra na forma de varias (e belas) cachus. Paramos p/ tomar um

    breve banho num dos convidativos poços abaixo da ponte bem na hora q uma

    pancada de chuva tomou conta do vale. Nessa hora, um pequeno trem apitou

    anunciando sua passagem (sentido Angra) e quase me pega desprevenido no meio

    da ponte.

    O mormaço e umidade pós-chuva tomaram conta da serra, q ficou coberta por

    uma nevoa quase espectral. Refeitos, tardamos em retomar a pernada pq

    ficamos um tempo ajudando o Guto a buscar seu óculos, q ficou por la mesmo.

    Os curtos 5º e 6º túneis (51m e 63m) tardaram em aparecer, mas o fizeram

    quase seqüencialmente, ao mesmo tempo q nossa "sobremesa" se limitou a uma

    banana-anã miúda c/ caroços enormes, q havia aos montes nos bananais rente

    os trilhos. A nevoa deu lugar ao sol outra vez as 15:30, no momento em q

    passamos pelas ruínas do q fora a Estação Jussaral, com bons locais p/

    pernoite.

    Passamos pelo 7º túnel (66m) e o vale se abriu logo depois, revelando o

    litoral recortado da baia fluminense, ao longe; na direção oposta, o trilho

    adentrava sinuosamente os desníveis da verdejante serra de forma

    imperceptível. E veio o 8º túnel (89m), assim como o mesmo trenzinho

    anterior, desta vez sentido contrario. Qdo as torres de alta tensão passaram

    novamente a nos acompanhar o ceu foi tomado por uma nebulosidade ate o fim

    do dia, porem ainda estava quente.

    A tarde ainda não havia morrido mas como estavamos cansados, as 17hrs

    largamos as mochilas num terreno arenoso bem amplo à direita dos trilhos,

    aos pés de um barranco. O fato de ser o único local decente p/ varias

    barracas (a Lu estrou a dela!) foi decisivo, opção reforçada pela

    convidativa bica 50m antes dele, no meio da mata. Assim, montamos nossas

    tendas, tomamos banho e fizemos a janta. Nessa hora passou o "trenzao", uma

    composição enorme e repleta de vagões carregando chapas de aço q estremeceu

    nosso modesto acampamento. Comemos, tomamos capuccino e nos entocamos em

    definitivo assim q começou a garoar. A noite caiu e trouxe consigo uma chuva

    mediana. No entanto, este detalhe passou desapercebido e não atrapalhou

    nosso merecido sono diante do cansaço geral, afinal haviam sido quase 23km

    ate entao.

     

    DOS TRILHOS AO ALTO DA PEDRA CHATA

    O dia irrompe preguiçoso, nublado claro, mas mesmo assim levantamos as 6hrs.

    Tomamos café e arrumamos nossa coisas p/ colocar pe-no-trilho as 7:30. O

    destaque matinal foi o Guto encontrar um filhote de cascavel nos dormentes

    de madeira espalhados rente "nossa" bica. Se o filhote tava ai, a mãe

    provavelmente tb.

    Uma breve chuva nos surpreendeu ao transpor uma pequena ponte q atravessava

    outra queda dagua, bem antes de passarmos pelo 9º túnel (62m), seguido de

    uma ponte bem maior, encravada entre duas imponentes montanhas forradas de

    exuberante mata. Pausa p/ clicks. Mais adiante adentramos - quase

    emparedados - num pequeno cânion, pois os trilhos seguiram um tempão por

    entre muralhas verticais de pura rocha! Felizmente o trem não passou naquela

    hora pq não haveria espaço p/ escapar.. Veio o 10º túnel (54m) e o vale

    novamente se abriu, bem antes do 11º túnel (113m), onde nos encontrávamos na

    encosta oposta da serra q percorríamos, podendo observar bem nosso local de

    pernoite. O 12º túnel, o maior de todos, exigiu o uso de lanternas p/ vencer

    seus 172m. Na seqüência, muitos pés-de-goiaba e bananeiras complementaram

    nosso café da manha, assim como uma enorme cachu despencando por lajotas de

    pedra (a nossa direita) foi motivo de breve pausa pra fotos.

    Qdo o sol teimou em aparecer de vez, foi ocluido por uma neblina q abraçou a

    serra durante um tempão. No entanto, ela não ocultou as belezas do trajeto,

    como enormes paredões reluzindo sua umidade e pipocados de enormes e

    vistosas bromélias, onde tb pequenas cachus caiam formando verdadeiros

    "chuveiros" sobre os trilhos, q nos refrescaram naquele calor abafado

    matinal. Após o 13º túnel (124m) e ao meio-dia, paramos p/ breve descanso e

    comer algo, ao mesmo tempo q voltávamos a ter as torres de alta tensao sobre

    nossas cabeças, sinal q estávamos proximo de Lidice. Havia agora,

    literalmente, uma luz no fim dos 14 tuneis...

    Dito e feito, transposto o extenso 14º túnel (212m), chegamos no q restou da

    velha estação Alto da Serra, as 12:30. Deixamos os trilhos e tomamos a

    estrada de terra (q se alterna com calcamento de pedras) q desce suavemente

    a serra p/ nordeste, passando por pequenas roças, fazendinhas e acompanha o

    Rio Pirai. C/ o sol escaldante daquele horario, foi inevitável um mergulho

    revigorante nas águas mansas do mesmo. Ainda pela estrada, numa bifurcacao

    tomamos à direita, passando por uma ponte de cimento sobre o rio ate nova

    bifurcacao. Tomamos à esquerda (sentido Lidice) pq a da direita seguia p/

    Sertão do Sinfronio (q tomamos erroneamente e tivemos q voltar). As 13:30 e

    apos cruzar uma escolinha, chegamos num bar do lado das corredeiras e cachus

    do Rio das Pedras, um local bem bonito, porem muvucado. Aqui tb há nova

    bifurcacao: esquerda desce p/ Lidice e direita vai p/ Casa do Bispo e p/

    Pedra Chata, quase 8km serra acima. E aqui tb tivemos nossa 1ª baixa, já q a

    Lu seguiu p/ Lidice devido a um imprevisto de ordem pessoal.

    Com o quarteto reduzido a trio, seguimos pela estrada no vale do Rio das

    Pedras - bordejando a encosta esquerda da serra - à mercê do sol

    inclemente, inicialmente subindo suave mas q depois fica bem ingreme,

    exigindo muitas paradas p/ retomada de fôlego, principalmente p/ Márcia.

    Felizmente, antes da cachu do Suiço um jipe dá carona; infelizmente havia

    lugar apenas p/ Márcia e pras nossa mochilas, mas ta valendo! Depois

    soubemos q o motorista era o Bispo cuja casa tínhamos q alcançar. Sem peso

    extra, eu e o Guto ganhamos altura rapidamente, passamos por uma igreja, uma

    escolinha e mais adiante tomamos uma calcada cimentada q sai da estrada, à

    esquerda. Pouco depois e totalmente suados, chegamos na Casa do Bispo, uma

    casa do lado de uma capela de formato octogonal. La fomos convidados pelo

    mesmo e pela jovem freira Iza a tomar um café, q não recusamos, obvio! O

    bispo, ou melhor, Seu Vital - um senhor holandês q no alto dos seus 80 anos

    esbanja vigor e simpatia - nos contou q é bispo aposentado q fez dali seu

    retiro de final de semana, entre muitas outras coisas.

    O papo tava bom, mas devíamos prosseguir, mesmo com a fina chuva q tornava a

    cair la fora. Nos despedimos do gentil senhor e pusemos pé-na-trilha, as

    16:30. Da casa bastou tomar um rabicho de trilha q sobe a encosta de pasto e

    passar uma porteira, onde a trilha ta meio q coberta pelo mato rasteiro q

    cresceu. Mais adiante entramos na mata ate esbarrar noutra porteira (antes

    de um rio, q não cruzamos), onde toma-se uma picada q sobe o morro pela

    esquerda, alguns metros antes. Após transpor novo riachinho e outra

    porteira, saimos novamente no pasto, onde varios sulcos podem confundir, mas

    basta tomar qq um pois todos sobem a encosta pro mesmo destino. Ao tomar

    fôlego p/ continuar, se olharmos à nossas costas temos já uma bela vista do

    vale percorrido ate entao.

    Entramos novamente na mata, q descemos um pouco ate chegar num riacho.

    Pulando de pedra em pedra, passamos pra outra margem, onde a trilha sobe à

    esquerda, acompanhando o rio serra acima durante um bom tempo. Este trecho

    ta com mato alto cobrindo boa parte da picada e repleto daquele bambuzinho

    chato q insiste em se agarrar em qq saliência da mochila e q gruda como

    velcro na pele e roupa. No entanto, a trilha ta la, bem marcada e obvia.

    Chegamos, entao, num corrego q desce cruzando a trilha, q nos abastece do

    precioso liquido pela ultima vez. Perto do riachinho há nova bifurcacao,

    onde toma-se a direita, e subimos aos ziguezagues por quase uma hora,

    eventualmente tendo q remover alguns bambus enormes secos q simplesmente

    caem em função dos temporais de verão. A trilha é mais nitida, porem

    íngreme, úmida e escorregadia, fazendo com q Guto e Márcia fiquem um pouco

    atras.

    Chego, enfim, na crista, mas não o cume. A trilha ainda desce um pouco em

    mata fechada ate um selado de ligação, onde há uma água "parada" (da qual

    bebi sem nenhum problema) p/ subir bem forte a seguir, em meio a um corredor

    de enormes bromelias, as vezes nos valendo das raízes salientes como

    degraus. Logo saimos num amplo capinzal q praticamente é o topo da estreita

    crista, as 20hrs, onde montamos as barracas junto às poucas (e baixas)

    arvores, proximas do q sobrou de um "refugio" de palmiteiros, e q servem de

    eventual protecao, pois é bastante exposto. Mesmo escurecendo e

    parcialemente encoberto, deu p/ reparar nas luzes da orla, cintilando ao

    sul. Extremamente cansados, preparamos a janta e nos recolhemos em seguida.

    Eu ainda fiquei cuidado de uns ralados e assaduras no pé provocados pela

    areia dentro da bota, mas logo a seguir tb cai no sono, mesmo c/ corpo td

    moído e dolorido.

     

    VARANDO SERRA ATE O SINFRÔNIO E OS TIOZINHOS SINISTROS

    Acordamos animados, as 7hrs, pela perspectiva de bom tempo naquela manha de

    sábado. Aos poucos, o vento desfazia as nuves carregadas - q nos

    presentearam c/ chuva fina de madrugada - descortinando um ceu azul

    maravilhoso, as montanhas ao redor e um arrebatador visu do litoral do alto

    daquels quase 1600m: os raios do sol sendo filtrados por nuvens no horizonte

    conferiam à baia de Sapetiba, de Mangaratiba e à restinga de Marambaia um

    aspecto de pintura impresionista; e revelou os picos próximos, tais como o

    Pão de Açúcar e Pico do Papagaio locais, q o dia anterior estavam ocultos

    por nuvens grossas, alem das demais verdejantes serras se esparramando tanto

    pro litoral, como afunilando o Vale do Rio das Pedras, as nossas costas.

    Lidice, por sua vez, estava td encoberta por um tapete de nuvens carregadas.

    8:30 iniciamos a descida, ligeiramente + ágeis e rápidos q na subida, apenas

    atentando ao chão escorregadio (e forrado de folhas úmidas) do trecho em

    ziguezagues pelos bambus. Mesmo assim, derrapagens e tombos foram

    inevitáveis. Chegando na bica tivemos breve pausa de lanche, p/ logo depois

    bordejarmos o rio serra abaixo atraves da trilha onde agora o mato invadindo

    a mesma estava todo umido, nos encharcando por completo. Cruzamos o rio,

    saimos do mato, descemos o pasto, passamos pela porteira, etc... enfim, as

    10:45 já estávamos na Casa do Bispo, onde novamente Seu Vital nos convidou a

    descansar e comer algumas frutas frescas. Alem, claro, fez questão de dar a

    bênçao ao Guto & Márcia, assim q soube q estavam recém-casados.

    Meia hora depois nos despedimos, retornando pela mesma estrada q viéramos.

    Havia muito q andar: devíamos retornar à bifurcacao do bar (uns 6/7km) p/

    tomar o caminho p/ Vale do Sinfronio. Contudo, indagamos da possibilidade de

    cortar caminho atraves das montanhas à nossa esquerda (oeste), pq isso nos

    pouparia de descer ate o bar e subir td novamente!! Felizmente, mal pusemos

    pé na estrada esbarramos c/ um local, Seu Adão, q nos disse q isso era

    possível sim e nos levou ate o inicio deste atalho! Beleza! Assim, da

    estrada adentramos por uma porteira (à esquerda), cruzamos o Rio das Pedras

    por uma ponte pênsil, p depois seguir um trilho enlameado atraves de um

    labirinto de bananeiras, esbarrando eventualmente c/ algum roçado ou

    casinhas de pau-a-pique, subindo suavemente. Finalmente, seu Adão nos deixou

    numa trilha ao pé do enorme morro, do lado de um córrego q o descia. Ouvimos

    bem as recomendações dele pq agora seria por nossa conta.

    Subindo a trilha aos ziguezagues, logo saimos do bananal p/ dar numa íngreme

    encosta de pasto. Daqui em diante nos tomou um tempão não sometne pela

    forte inclinação mas tb pelo sol bravo castigando nossa cachola, nos

    obrigando a várias paradas p/ descanso e goles de água! Contudo, o caminho

    era obvio e mesmo se dividindo em vários trilhos de vaca todos convergiam

    mais adiante, sempre acompanhando um riachinho no meio de uma mata, à nossa

    direita. Ganhando altura rapidamente, olhando pra trás ficamos pasmos com a

    beleza do vale, visto agora da encosta oposta quase à mesma altura do trecho

    inicial pelo qual descêramos pela manha.

    1hr e meia subindo em ritmo de tartaruga-manca, a trilha logo vira p/

    direita indo de encontro ao riachinho, em meio a mata. Descanso na sombra,

    onde aproveito p/ me refrescar num pequeno poço formado entre as pedras. Um

    stress toma conta do casal, mas nada q uma molhada de cabeça não resolva.

    Ainda subindo a encosta de pasto damos num pequeno curral, de onde a trilha

    continua, cruza o riachinho e passa a acompanhá-lo pela direita, pasto

    acima. As 14:30 e após passar pela nascente do riachinho, chegamos à crista

    da serra, onde há uma porteira trancada. Nova pausa p/ descanso, mas

    retomamos a pernada assim q notamos, ao sul, nuvens carregadas e escuras se

    avizinhando sobre Lidice vindo na nossa direcao.

    Saltando a porteira, o trilho desce p/ outro lado da serra, bordejando

    suavemente nova encosta de pasto pela esquerda e de onde já avistamos um

    curralzinho vale abaixo. Galgando trilhos de vaca sucessivamente, alcançamos

    o mesmo (sob olhar perplexo das vaquinhas) p/ depois acompanhar uma cerca (à

    direita), agora cercados de mata. Imediatamente damos numa casinha, onde um

    "tiozinho desdentado" nos indica o caminho. Mas nem precisava, pq bastava

    seguir adiante q logo saimos do mato p/ cair numa bonita fazenda, onde havia

    outro "tiozinho estranho", q parecia não falar mesmo qdo lhe dirigiamos a

    palavra. Na verdade chegamos na Pousada do Zé Angu (sem sinal de vida) pelos

    fundos, já no Sertão do Sinfronio, as 16hrs. Saltando pelas pedras o largo

    Rio Papudo, q é o nome do Rio Pirai no alto da serra, e damos na estrada (ou

    melhor, no final dela) q vem de Lidice, distante quase 10km. O local é de

    uma beleza bucólica singular, com belo gramado, arvores frondosas e a Cachu

    do Papudo, uma linda queda dágua c/ largo poço de águas cristalinas na qual

    não fizemos ceremonia em cair. Dose foi ter como platéia cara-de-pau os

    tiozinhos (o "desdentado" e o "estranho"), q pelo visto não viam mulher há

    séculos, deixando a Márcia meio sem graça. Eu bem q soltei meu cabelo pra

    atrair a atenção deles, porem, sem sucesso.. Por mim acampava ali mesmo, mas

    a presença dos curiosos tiozinhos deixou o casal c/ certo receio (ou

    neurose?). Ou seja, continuamos a pernada, mesmo sem saber se haveria no

    trajeto lugar decente p/ estender a barraca. E o cansaço pegando..

    Do gramado q marca o fim da estrada sai um trilho q sobe um morro p/

    direita, passamos batido uma porteira (à esquerda), subindo suave por um

    caminho q é cruzado por pequenos corregos e é ora enlameado ou pedregoso.

    Saimos brevemente no aberto ate alcançar um barraco, e logo depois um

    riacho. Entre os dois há uma picada escondida q cruza o rio, segue pelo

    capinzal e sai numa encosta, mais acima. Adentramos outra vez na mata

    fechada em definitivo, q serpenteamos sem gdes desníveis. A trilha é clara e

    cortada por pequenos corregos, embora em alguns trechos matacoes de

    bambuzinhos teimem em invadi-la, insistindo em se agarrar à gente por mera

    afinidade; desvencilhar-se dos mesmos as vezes deixava braços e pernas

    cortados e arranhados, alem de transformar minha bermuda numa tanga. Vez ou

    outra alguma picada sai discretamente pela esquerda, mas deve-se seguir

    sempre pela trilha principal, ou seja, pela direita e sentido sudoeste. E o

    cansaço pegando..

    O Guto insistia em chegar na Est. Jussaral (distante ainda umas 3hrs!), o q

    seria mto puxado, principalmente p/ Márcia, q dava sinais de exaustão. Eu tb

    já tava estressado, tendo chiliques e c/ saco na lua de andar, pois alem de

    cansado meus pés esfolados reclamavam de dor. Assim sendo, eu e Marcia

    "intimamos" seu teimoso e decidido maridão a pernoitarmos por ali mesmo,

    assim nos poupávamos de desgaste desnecessários; compensaríamos o dia sgte,

    levantando + cedo e + dispostos. Como atendendo nossa preces, numa suave

    descida em meio à trilha havia um local plano o bastante p/ gente, proximo

    de um brejo, repleto de cipós e bambus. Limpamos o dito cujo e montamos

    acampamento as 18:30, já escurecendo e um pouco antes q começasse a chover!

    Felizmente fora uma pancada breve, mas suficiente p/ deixar o local bastante

    úmido e frio até. No entanto, o cansaço falou mais alto, e foi so preparar a

    janta q na seqüência caí no sono, indiferente aos sons da mata, aos

    vagalumes q cintilavam la fora e às muriçocas q pediam encarecidamente p/

    jantar na minha barraca. Outra: como as propriedades da banana vao alem da

    fonte de potassio - se estendendo ao acúmulo de gases - e eu havia me

    entupido das mesmas, por pouco minha tenda nao infla e sai voando, tal qual

    um balão piramidal..

     

    DESCENDO A SERRA ATE ANGRA

    A ideia era sair as 5hrs mas o fizemos às 7hrs, preocupados em chegar a

    tempo de não perder nosso bus. Tomamos um rápido café (afinal, estávamos

    quase zerados de comida) e deixamos as mochilas engolirem o equipo, p/

    retomar a pernada pelo Sinfronio, q fora um antigo e ilustre morador ( "o

    véio Sinfrônio", segundo Seu Vital) q emprestou seu nome ao local.

    A trilha segue sinuosa por mata fechada e bordeja a encosta esquerda, e

    10min após iniciada pernada chegamos no q pareceu ser o fim dela, diante de

    um barranco enorme q dá vista ao litoral, ao longe, emoldurado pelas

    onipresentes matacoes de bambus. No entanto, a trilha continua poucos metros

    atrás (à esquerda), sobe brevemente um topo de serra, p/ depois descer

    definitivamente, ingreme e forte os quase 700m restantes, em ziguezagues

    intermináveis cercados de mata, pau-brasil e bambus, sem nenhum visual.

    Eventualmente há pequenas janelas na floresta, mas q apenas permite apreciar

    fragmentos de paisagem, bem diferente da fartura de visus do topo da Pda

    Chata e ate do trecho feito na linha do trem. A trilha ta bem marcada e é

    obvia, porem havia tempo ninguém a utilizava pq havia muita mata caída em

    alguns trechos cobrindo a picada, alem de muita (muita mesmo) teia de aranha

    q vinha de encontro direto no meu rosto, algo q particularmente me deixa

    agoniado.

    Após 1 hora de descida, a trilha parece seguir uma curta crista, mas logo

    volta a descer em ziguezgues a encosta por mais um tempão, onde começam a

    surgir os primeiros sinais de "civilização" na trilha, ou seja, lixo. As

    9hrs chegamos numa bifurcacao: tomamos à da esquerda (em frente),

    aparentemente + fechada; já a da direita, mais batida (e p/ trás)

    provavelmente tb devia descer a algum bairro. A pernada parece nivelar, mas

    logo volta a descer, porem suavemente em meio à mata fechada e algumas

    voçorocas de bambus caídas sobre a trilha. Cruzamos o primeiro riachinho do

    dia, onde abastecemos nossos cantis, e em seguida saimos da mata p/

    acompanhar uma cerca ate sua porteira. Daqui basta ir p/ direita, por um

    túnel de vegetação na encosta q parece encobrir a trilha na maior parte do

    trajeto, sempre atentando pro calcamento escorregadio de pedras repletas de

    limo, q nos presenteou com mtos capotes.

    Após passar uma cx dagua enterrada no solo, já podemos avistar a linha do

    trem logo abaixo ate descer, paralelamente à mesma. E assim, as 10hrs

    estamos novamente na Estação Jussaral, pela qual passáramos 3 dias atrás!

    Descansamos merecidamente nos trilhos enqto devoramos um cacho enorme de

    bananas q o Guto encontrou no trajeto. Lanche mto bem-vindo pq nossas

    mochilas já estavam vazias faz tempo! Dali, andamos um pouco pelos trilhos e

    vemos a picada saindo pela esquerda, descendo o resto de serra atraves do q

    logo se torna uma "quase estrada" em meio à mata, agora descendo

    suavemenente. Ainda bem q o trecho td é sombreado, pq neste horario o sol

    estava de rachar e o calor era insuportavelmente abafado!

    As 11hrs chegamos numa bifurcacao, já no perímetro urbano: p/ esquerda e

    1hrs de pernada dariamos no bairro da Banqueta, onde disseram haver umas

    cachus q por pouco não nos seduziram. Mas optamos seguir p/ direita, pro

    bairro do Belém, bem mais proximo e com fácil condução, onde chegamos em

    menos de meia hora já largando as mochilas no primeiro bar q encontramos, do

    lado do pto de bus, alem de tirar as botas p/ deixar os pés respirarem,

    claro! Comemoramos o sucesso da empreitada com cerveja, refris, açaí e uns

    improvisados sandubas de mortadela c/ salame q tavam uma delicia! Após

    enrolar e descansar no bar, tomamos o bus p/ Angra as 13hrs, onde chegamos

    30min depois. Guto & Márcia tomaram banho na toalette enqto eu o fiz na

    mangueira do jardim, la fora. Ficamos bem a vontade, exibindo nossas marcas

    de guerra como valiosos troféus, desde trocentos arranhões e ralados pelo

    corpo todo até enormes bolhas negras no pé q mais pareciam tumores.. As

    15hrs partiu nosso bus p/ Terra da Garoa, viagem tediosa de absurdas 8hrs,

    primeiramente pela linda Rio-Santos e depois pela infernal e demorada

    Tamoios. Não fosse o filminho do 007 q rolou ia ter um troço.. Chegamos em

    SP por volta das 23:30, a tempo de não perder a ultima conducao p/ casa.

     

    Assim, numa das regiões mais movimentadas da costa brasileira, este trecho

    da Serra do Mar felizmente ainda se beneficia da própria geografia

    possibilitando novas alternativas a andarilhos em busca de novidades. Desta

    maneira, é possível sim ainda descobrir estes belos recantos isolados q

    escapam do turismo de multidões estando bem do lado dos mesmos. Porém, é

    esta mesma geografia, acidentada e recortada, q seleciona naturalmente esta

    rara visitação a lugares q ninguém vai. Lugares onde a serra ainda é chamada

    carinhosamente de sertão.

    •   
    1. peter tofte

      peter tofte

      Jorge:

       

      Bela aventura, bela trilha (ou será trilho?).

       

      Porém fiquei preocupado com a questão das pontes, túneis e outros pontos onde vcs teriam dificuldade de sair dos trilhos. Imagine no meio de uma ponte e um trem vindo a toda!! Vc tinha o horário dos trens de modo a evitar surpresas?? Era possível ouvir ou visualizar o trem com bastante antecedência?? Sorte que nossas ferrovias hj são pouco movimentadas.

       

      Valeu pelo relato!!

       

      Peter

      •  
  10. Excesso de desodorante ativa alarme de incêndio

     

    Um grupo de jovens alemãs colocaram tanto desodorante em spray em um banheiro de albergue da juventude na Coréia do Norte, disparando o alarme de incêndio do local. O Corpo de Bombeiros local foi imediatamente atender ao chamado, segundo informou a polícia.

     

    "A fumaça do desodorante foi tão intensa que chegou até o teto e disparou o detector de foto", disse Volker Buttgereit, da polícia de Buesum. Autoridades locais disseram que também ficaram surpresas com a quantidade de spray usado.

     

    "Com sorte, da próxima vez, as garotas usarão menos spray", disse o policial.

    •   
    1. Mihaelo

      Mihaelo

      Eu acho que foi na Coreia do Sul.Duvido que existam albergues na Coreia do Norte.

      •  
  11. Museu da República, em Brasília, continua sem acervo

     

    Segundo secretário de Cultura, a próxima exposição só será em 21 de abril. Visitantes consideram o museu mais atraente por fora.

     

    Do G1 Com informações do Bom Dia DF

     

    Inaugurado há quase dois meses, o Museu Nacional, localizado na Esplanada dos Ministérios, continua sem acervo. Apesar de ser o monumento mais visitado em Brasília, somente em janeiro recebeu quase mil pessoas por dia, os visitantes não entendem por que o museu ainda não abrigou nenhuma grande exposição.

     

    O subsecretário de Políticas Culturais, Tetê Catalão, diz que a primeira exposição deve ser inaugurada somente em 21 de abril. Mas, antes de definir o cronograma, a secretaria precisa aprender a manusear os equipamentos do museu. “Tudo precisa estar acomodado num espaço digno, como é, mas também tecnicamente coerente com a sua beleza. Senão, vira uma casca vazia e com três meses de uso, com as pessoas brincando de apertar botão para saber para que serve, quebram tudo. Seria uma irresponsabilidade com o dinheiro público”, explica Tetê Catalão.

     

    Parte integrante do Complexo Cultural da República, o museu foi inaugurado em dezembro, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde então está exposta a mostra Niemeyer & Niemeyer, na qual são retratadas obras e projetos do criador complexo cultural, o arquiteto Oscar Niemeyer.

     

    O que chama mais atenção dos turistas e moradores de Brasília é a arquitetura do prédio: uma meia esfera envolvida por uma rampa em formato anelar. O estudante Diego confessa que acha o museu mais interessante por fora do que por dentro. “Praticamente tudo que tem no museu tem em Brasília. A gente não precisa entrar para ver as obras de arte. Prefiro ficar olhando do lado de fora”.

     

    Serviço:

    O Museu Nacional fica aberto de terça a domingo, das 9h às 17h.

    •   
    1. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      Museus da República brasileiro vazio é até verossímil

      •  
  12. Recentemente estive em Machu Picchu e fiz a rota alternativa rumo a Águas Calientes. O trem que leva os passageiros pra Machu Picchu cobra mais ou menos 80 dólares ( + ou – 240,00 soles) ida e volta. Em cusco ficamos sabendo desta rota alternativa e resolvemos fazer.

    Em Cusco você deve ir ao terminal Santiago e comprar uma passagem para Quilabamba ( + ou – 20 soles). No onibuns pedir ao motorista para parar em Santa Maria. Chegando em Santa Maria você deve pegar um microônibus rumo a Santa Tereza que custa 6,00 soles. Estrava muito sinistra :lol::roll::shock::D

    Em Santa Maria você deve atravessar uma ponte em uma tiroleza :shock: tipo Indioma Jones e lá esperar um caminhão que cobra 3,00 soles pra levar você até a hidrelétrica de águas Calientes. Da hidrelétrica caminhar umas 3 horas pelos trilhos da linha de trem até Chegar em águas calientes.

    Fazendo esta rota você irá gastar 29,00 soles ida e 29,00 soles volta. Total = 58,00 soles.

    Você sai economizando muito e por quebra irá passar por lugares fantásticos.

    OBS: Pode ficar tranqüilo......você irá encontrar muito mochileiros fazendo este traveto e não ficará sozinho nesta aventura!

     

    Qualquer dúvida..............

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  167 mais
    2. Rodrigo e Gí

      Rodrigo e Gí

      A estrada é realmente muito perigosa.

       

      Uma serra bastante sinuosa onde a pista é estreita, de terra e cascalho, com penhascos onde não se consegue enxergar o fundo do abismo.

      Risco de deslizamentos e motoristas malucos.

       

      Se não quiser correr o risco vale ir de trem, porém sai bem mais caro.

       

      ÁGUAS CALIENTES

      Se achar algo muito barato no booking reserve, caso contrário deixe para o dia, não vai ficar sem.

      As piscinas são legais, mesmo porque não tem muita coisa para se fazer a noite por lá.

       

      Abraço !!!

       

      Rodrigo

      •  
    3. Allan Pericles

      Allan Pericles

      Como a Pat falou, bus até a hidrelétrica e depois caminhada leve de umas 2h30m. Dá pra ir com pacote fechado (com passagem de volta de trem, hostel, alimentação etc em Águas Calientes - você pode fechar esse pacote em qualquer boteco de Cusco... as opções são infinitas) ou por conta, mas aí já não sei te explicar direito.

       

      O hostel que tava no nosso pacote fechava às 22h (não sabíamos disso) e não tinha sequer um desgraçado dum atendente pra abrir. Ficamos meia hora gritando e esmurrando a porta até que um hóspede mesmo veio abrir a porta... e ainda foi meio caro. O que dá pra fazer é pegar um "pacote" de transporte até lá e procurar um hostel por conta em Águas Calientes... pode ser mais jogo.

       

      Mas, contudo, entretanto, porém...

       

      A estrada até a hidrelétrica é ESCABROSA muito longa, com direito a um "cavalo-de-pau obrigatório" da van numa curva em um riozinho com um penhasco do lado e tudo o mais. E eu reforço este fato mesmo depois de ter feito o downhill de Coroico.

       

      Sou meio suspeito para falar sobre essa estrada principalmente porque tivemos a infelicidade de socorrer um acidente grave (com mortos e feridos). Particularmente recomendo fazer o caminho tradicional de trem até Águas Calientes.

       

      Abs.

      Caramba amigo é trash assim mesmo, morte e acidentes acontecem ::ahhhh:: ? Outra coisa como fazer pra alugar um hostel em Aguas Calientes daqui de Sampa, ou deixa pro dia mesmo? Estou pensando em chegar em AC no dia anterior e curtir as piscinas termais, vale a pena? Abraços ::putz::

       

      A estrada foi uma das mais escabrosas pelas quais passei, sem dúvidas, mas, como eu disse, sou suspeito a falar:

       

      Estávamos em uma van com uns 10 brasileiros e 4 dinamarqueses e ajudamos a socorrer um acidente com uma Hillux que não venceu uma curva e caiu num penhasco (2 mortos e 5 feridos, 2 graves - sim, estavam em 7 na camionete), debaixo de chuva e frio. Nenhum hospital num raio de umas 6horas de curvas. Carregamos alguns feridos na van durante horas até chegar a um hospital em Cusco.

       

      Foi um filme de terror, cara, e aconteceu tanta coisa ruim (e boa também, porque por vias tortas todos acabamos absorvendo alguma lição disso) que daria pra escrever um livro com os detalhes dessa volta.

      Um dia depois até tentei procurar alguma coisa nas mídias locais sobre o acidente, mas ninguém deu bola, o que sugere ser algo meio normal por lá, infelizmente :/.

       

      Enfim... Se você vai com alguém que você sinta estar de alguma forma sob a sua responsabilidade - por menor que seja -, recomendo não pegar a estrada até a hidrelétrica e desembolsar uma graninha a mais pra ir de trem ou mesmo fazer a trilha inca ::otemo::

       

      As piscinas termais de Aguas Calientes são legais pra relaxar, mas não têm nada de muito impressionante. A cidadezinha tem um aspecto muito agradável e pitoresco. Também tem bons restaurantes (a maioria com preços meio salgados, todavia). Só que mesmo assim eu, particularmente, não senti a necessidade de ficar um dia a mais lá. Vai de cada um. Se você quiser descansar antes ou depois de subir pra MP, lá definitivamente é um bom lugar pra isso.

      Ah, se te agrada, ouvi falar que tem um campo de futebol por lá em que rola umas partidas divertidas entre gringos e locais... infelizmente fiquei sabendo disso apenas depois que fui embora =/.

       

      Quanto à reserva de hostel, teria que dar uma pesquisada pela web, mas eu deixaria pra bater perna lá mesmo ou reservaria em Cusco com alguma agência.

       

      Abraços

      •  
    4. dr.broca

      dr.broca

      todos os deslocamentos feitos no Peru foram de alto risco se pensarmos que todas as estradas não possuem acostamento, e os motoristas são inconsequentes( ultrapassam na faixa proibida em plena curva, correm, os carros não tem cinto de segurança), terminei com este deslocamento para Aguas Calientes que me senti fugindo para o México, foi bem trash. Adorei a parte histórica, os sítios arqueológicos, mas o povo é muito ignorante, e as cidades sujas e pobres.

      •  
  13. Uma conhecida pretende ir da Venezuela até a Argentina de carro passando por Manaus e pelo Centro-Oeste.

     

    Alguém tem dicas? Quais as condições das estradas? É perigoso para duas mulheres sozinha?

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  1 mais
    2. Iole e Junior

      Iole e Junior

      Bom fiz o contrario subi da Argentina e fui parar la em Manaus

      estavamos em um casal não senti nenhum perigo mas existem alguns documentos que não podem faltar para tudo correr tranquilamente como

      seguro obrigatório na Colombia

      certidão negativa da policia Brasileira para Venezuela

      carta verde para o mercosul

      carteira internacional

      e outras mais

      qualquer duvida pode me enviar um e-mais para [email protected]

      que teremos prazer em ajudar

      •  
    3. Fredo

      Fredo

      Oba!

       

      Pretendemos sair de SP e ir para a Venezuela agora em julho.

      Vamos em 3 motos, pelo menos por enquanto.

      Tb estou estudando roteiros e a parte burocrática.

       

      Neste Site tem umas fotos bem interessantes do roteiro, feita por um casal.

       

      http://www.huarache-feliz.net/

       

      Abraços

      •  
    4. Iole e Junior

      Iole e Junior

      Então estamos ai para ajudar qualquer dúvida só entrar em contato

      •  
  14. Aeroportos da Europa impõem novo limite para bagagem de mão

     

    A partir de 06 de maio de 2007, em todos os países da União Européia, bagagem de mão que excederem mais de 56x45x25cm, incluindo rodas e puxador, serão despachadas como bagagem, excluso, carrinho de bebê e muletas.

     

    Mais informações podem ser encontradas no site: www.aena.es

    •   
  15. Olá pessoal!!!

    resolvi criar esse diário de viagem porque como muitas pessoas deste site me ajudaram e muito com varias informações, resolvi ajudar também.....

    este foi meu primeiro mochilão.... foi eu e meu irmão somente e nosso roteiro fechou em:

    Chile: Santiago - Valparaiso, Vina del mar - Los Angeles - Pucon - Puerto Varas - Puerto Montt - Frutillar

    Argentina - Bariloche - San Martin de los Andes - Buenos Aires

    Fizemos tudo isso (11 cidades) em apenas 17 dias!! 20/jan a 05/fev/2007

    Gasto para duas pessoas (com tudo incluso: passagem,hospedagem, alimentação, passeios, lembrancinhas): R$ 2600,00.

    No relato todos os valores estão para duas pessoas, portanto se quiser saber para uma so precisa dividir tudo por 2.

     

    Dicas: não leve real nem pro chile nem pra argentina.... o cambio da nossa moeda la é muito ruim....... troque tudo por dolar e leve... la vc troca por pesos!!

    Cambio que pagamos (média): dolar - peso chileno = $550,00 (cada dolar valia 550 pesos)

    dolar - peso argentino = $3,06 (cada dolar valia 3,06 pesos)

    Mesmo se for no verão..... leve algumas blusas de frio... pois passamos um frio!!!!!!!

     

    Vo começar a por meu relato em tópicos... assim fica mais facil... se alguem não for passar por alguma cidade não precisa ler tudo!!!

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  41 mais
    2. renan.valani

      renan.valani

      quase 10 anos no futuro e estou animado com sua jornada . continue ....................... se conseguir

      •  
    3. Diogo Inacio Dias

      Diogo Inacio Dias

      Olha, o jeito mais barato e de melhor custo benefício de viajar pelo peru é de ônibus. Há várias empresas. pesquise na PullmanBus, Turbus, Jac, Conquistadores del Sur, Curz del Sur, a maioria dessa tem passagens diárias para várias cidades.

      •  
    4. Diego da Costa

      Diego da Costa

      .

      •  
  16. Rio de Janeiro Sem Dinheiro

     

    Edmilson Vieira

     

    Amigos. O sonho europeu acabou. Sai da Argentina e quem aproveitou,

    aproveitou, quem não aproveitou, deixou pra trás. Cheguei num Rio de

    Janeiro num calor daqueles. Quando fui ao caixa eletrônico do aeroporto,

    a memória não deu ordem pra sacar. Fiz duas tentativas e o resultado

    bárbaro da máquina se resumia à palavra, "inválida". O que vocês

    queriam? Com guerra no Iraque, Big Brother na TV, e um mês fora do

    Brasil sem usar o cartão, esqueci das três letras que precisava colocar

    depois da senha.

     

    Gostaram da insensatez?

     

     

    Contava apenas com o dinheiro do hotel e do microônibus, para o centro

    da cidade maravilhosa, exatamente isso! Como a credibilidade dos

    bancos para os seus clientes só vai até a segunda tentativa, parei. Já

    pensaram nas conseqüências de estar numa cidade grande e

    desconhecida, sem dinheiro? Só tinha uma saída: procurar um médico

    pra receitar um estimulante cerebral.

     

    O bicho vai pegar!

     

    Mesmo nessa situação devastadora, tomei o micro e fui ao hotel. No

    caminho, passando pela Avenida Presidente Vargas, não encontrei o

    médico, e sim, medicamentos sambísticos. Era ensaio de duas escolas de

    samba no sambódromo. Fui com a bagagem ao hotel na Praça Tiradentes

    e armou-se conflito com o funcionário pra que ele recebesse somente no

    outro dia. Calma, calma, mantenha a calma, ele não vai aceitar. Pegou o

    dinheiro com o maior prazer. Só me restavam dois reais. Falei com o motorista

    de um ônibus ali na praça e consegui carona até o

    sambódromo (domingo à noite, 28 de janeiro de 2007). Naquele ensaio

    tinha a fome como samba-enredo e drama pessoal. Não que seja pró-

    samba, mas queria experimentar um pouco do que a Globo mostra como

    extraordinário.

     

    Sobre a cerimônia de ensaio das escolas posso dizer que também tem

    música de ambulância e de bombeiro pra socorrer as vítimas que não

    agüentam o calor. Numa determinada hora, os seguranças abrem os

    portões e parte do público que está na rua tem autonomia pra se sentir

    dono da festa. Do lado que a bateria da escola fica estacionada, tem

    placas indicando o lugar da comissão julgadora. Ao terminar o primeiro

    desfile, passaram quatro ônibus com cartazes na frente informando o

    nome da ala e do responsável. Os camarotes ficam fechados e só existe

    uma categoria, a geral. A multidão eufórica flutuando na arquibancada e

    as pessoas do meu lado conversando sobre escolas rivais. Cada

    integrante é uma estrela e sua alegria colabora pra levantar o ânimo da

    torcida. Fiquei tentando entender o que significava aquele evento, próprio

    do hemisfério sul. Se a festa é feita na maioria pelo povo pobre,

    como diz a TV, porque naquele momento, todos tinham dinheiro pra

    voltar pra casa, pra comer um cachorro quente, e eu não? Só dois reais

    pra sonhar. Arrastei do bolso o valor e comprei um refrigerante, minha

    porção de veneno pra enganar a fome e matar a sede.

     

    Lá pela uma da madrugada, defini a estratégia de volta ao hotel: seguir a

    multidão que ia a pé.

     

    Na solidão do quarto estava proibido de pensar em comida pra não

    destruir os últimos hemisférios do cérebro. Também não podia ficar

    maluco tentando lembrar letra de conta de banco. De manhã ao acordar,

    abriu-se uma trilha e veio nesta ligação, cada uma das três letras

    esperadas. Na própria praça tem uma agência da Caixa Econômica

    Federal. Os dedos digitaram sem precisar de luta. Foi a proporção exata

    que estava faltando.

     

    Vou te levar prum restaurante! A mais importante volta ao mundo da

    alimentação: suco, café, almoço e sobremesa. "Avisa lá, avisa lá,

    avisa lá êô, avisa lá que eu vou" comparar com as comidas argentinas.

    E esse foi o início de uma nova era do sobrevivente da senha digital.

     

    Edmilson Vieira é artista plástico e cronista. [email protected]

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  6 mais
    2. Brunatrip

      Brunatrip

      caramba, ainda bem que deu certo em menos de 24 horas, eu já fiquei 24 horas sem comer e é péssímo =/

      •  
    3. edmilson vieira

      edmilson vieira

      caramba, ainda bem que deu certo em menos de 24 horas, eu já fiquei 24 horas sem comer e é péssímo =/

      Olá, Bruna, obrigado pelo contato.

      •  
    4. edmilson vieira

      edmilson vieira

      Camarada,

       

      Toda vez que vier ao Rio de Janeiro, olhe pra cima e agradeça a Deus, no Corcovado, por você está vivo.

      Parabéns pela crônica!

      Oi Vladimir, pois é, os bancos e suas senhas.

      abraço

      Edmilson Vieira

      •  
  17. Agora em janeiro realizei uma viagem de carro para San Pedro de Atacama e tive muitas dificuldades com o veículo nos Andes.

    Gostaria de saber a opinião daqueles que já fizeram a travessia dos Andes pelo Paso de Jama, como foi o comportamento do carro.

     

    O meu carro é um Fiat Stilo Flex 2006 e a medida que subiamos os Andes ele começou a perder força chegando ao ponto de parar. Isso foi logo após passarmos pelo posto de emigração onde se faz a saída da Argentina. O carro simplesmente não andava. O computador de bordo começou a indicar "avaria no motor", o que me deixou muito aflito pois quem conhece o local sabe como é complicado fica enguiçado naquela localidade.

     

    Bom, esperei alguns minutos e dei partida novamente no motor e começei a subir lentamente, quase "virando roda". E assim foi por muitos quilometros. A medida que começamos a baixar o desempenho melhorou.

     

    Chegando em San Pedro de Atacama muitos me falaram que se tratava da má adaptação dos carros brasileiros à altitude. De fato, em niveis menores o carro manteve o desempenho e consumo normais.

     

    Em Antofagasta levei o carro a uma concessionária que passou o carro pelo "scanner" e nada constatou de errado. Novamente me disseram que era problema da altitude e que muitos carros brasileiros apresentavam esse tipo de complicação.

     

    De antemão eu sabia que haveria uma perda de potência em função disso mas não imaginava que seria de tal magnitude. Gostaria de saber daqueles que fizeram a travessia de carro pelo Paso de Jama ou pelo Paso de Sico qual foi o comportamento do carro.

     

    Estou em dúvida, será que o comportamento do meu carro foi atípico ou é assim mesmo??

     

    Em 2005 cruzei os Andes pelo Paso Libertador, que liga Mendoza a Santiago com um Fiat Stilo 2003, onde a altitude chega a cerca de 3.000 msnm e não pude notar qualquer alteração no comportamento do carro.

     

    Que puder relatar agradeço.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  49 mais
    2. chinaf

      chinaf

      http://blogdocoronado.blogspot.com.br/

       

      Segue o link acima de um relato que não li "on line" mas pode ajudar vcs, caso escolham comprar a Belina, já que a mecânica da Ford antiga era praticamente idêntica nos diversos modelos que vendiam.

      •  
    3. Fabio HPE/RJ

      Fabio HPE/RJ

      Em 14/07/2014 em 11:10, Roberson Ludgero disse:

      Olá a todos, achei muito interessante os comentários e me ajudou bastante. Já tive três experiências na cordilheira dos Andes, a primeira vez foi em outubro de 2009, fiz com dois primos uma viagem de Curitiba até Cusco, e os primeiros efeitos da altitude no carro foi justamente entre Purmamarca e Paso de Jama, estávamos com um Siena HLX 1.8 Flex, subindo com gasolina, antes de chegar na cordilheira, no El Chaco Argentino, o carro fez "acredite" 18 km/l, a gasolina Argentina em 2009 com certeza era pura (Atualmente soube que a Petrobrás está fornecendo a nossa gasolina de baixa qualidade). Ao atingir a altitude de +- 4000 metros, percebemos o primeiro problema com uma perda súbita de potência e o ascendimento da luz indicadora de problemas na injeção eletrônica, encostamos o carro e aguardamos alguns minutos com o motor desligado, aí a luz se apagou e demos a partida e saímos, mas com pouca potência, isso se repetiu todas as vezes que atingia-se cerca de 4000 ou 4200 metros, na primeira vez assustou, mas depois fomos acostumando, teve alguns trechos que parecia que não iria dar pra continuar, mas felizmente seguimos viagem sem maiores problemas. Não sabia sobre a dica de retirar o filtro de ar. Em 2012, abril/maio, fizemos uma outra travessia pelo mesmo lugar, só que com um Sentra S 2.0 Flex automático, desta vez não apresentou nenhum problema, inclusive o consumo que foi de 12, 13 por litro baixou apenas para 10,5 neste trecho, subindo com 4 adultos e carregado de bagagem. Na terceira experiência, cruzamos a cordilheira na regão de Fiambalá - Copiapó com uma Frontier Diesel 4x2, foi muito bem sem perda de potência nas rodovias. Só percebemos uma perda de potência quando fomos até o abrigo Atacama na base do Ojos del Salado, a 5.200m. Abraço.

      DSC00562.JPG.c11d009a8f64e0f903659ef204d39cd1.JPG

      De cara já tem um relato errado... nenhum carro turbo sofre com altitude ( Frontier Diesel 4x2) 

      o que pode ter acontecido com esse Sentra é que sua ECU reprograma a injeção mais rápido e mais eficiente do que o Siena por ser mais moderno !

      qual eram o ano dos carros Siena e Sentra ?

       

      •  
    4. Fabio HPE/RJ

      Fabio HPE/RJ

      Eu já fui para o Atacama e peguei uns 4.700  metros numa parte a frente do Paso de Jama, bem perto da Bolívia, mas o carro nem tchum porque justamente era turbo

      uma L200 Sport da Mitsubishi.

       

       

       

      IMG_1542.JPG

      •  
  18. Perguntas e respostas e avaliações de usuários sobre as botas Bull Terrier

    A Bull Terrier Adventure é uma marca brasileira que fabrica calçados com apelo outdoor (botas e tênis) feitos para uso no dia a dia.  As botas da marca não possuem características técnicas para suportar a prática recorrente de trekking e outras atividades mais intensas, conforme relatado em comentários de usuários neste tópico. 

    No site "Reclame Aqui" a empresa está com status de "Não Recomendada". 
    https://www.reclameaqui.com.br/empresa/bull-terrier/

    A maioria das reclamações é sobre "Sola soltando", "Má qualidade" e "Descosturando"

    Site da marca: http://www.bullterrier.com.br

     

    Você possui um par de botas Bull Terrier? 

    Deixe seus comentários e avaliações sobre o produto clicando no botão "responder"

    Resumo atualizado em 13/10/2018

     

    botas bull terrier

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  139 mais
    2. Jhonata Rodrigues

      Jhonata Rodrigues

      me recomendam alguma impermeável para usar na patágonia?

      •  
    3. gricwb

      gricwb

      Em 11/08/2015 em 17:14, guto.lemos disse:

      Apenas para ajudar a galera

       

      NÃO COMPREM BULL TERRIER

       

      já tive varias... a alguns anos atras elas eram otimas.. de uns 5 anos pra ca a qualidade foi pro saco.

       

      Alternativas: MacBoot e Snake.

       

      .......mas não experimente uma salomon... ou vc desiste.. conforto 100%

      Eu tenho uma bota da marca, modelo Fox Hunter de couro. Comprei em 2010 e tenho ela até hoje. Em 2016 ela começou a descolar levemente o bico, então mandei costurar todo o solado para não correr o risco de descolar durante uma trilha. Durante todos estes anos usei ela pro dia-dia e algumas trilhas leves e moderadas. Este modelo está em linha até hoje, mas sempre que vejo em alguma loja e pego na mão vejo que estas unidades atuais são bem diferentes em qualidade. Solado parece ser de uma borracha diferente, tem rebarbas, o couro é bem diferente também (não sei se mudaram para algum material sintético). Não sei se este par de botas veio premiado, mas sempre fico esperando ela acabar para ter como desculpa para investir em botas novas, mas a bendita não morre nunca kkkk

      IMG_20180204_201453258.jpg

      •  
    4. LeonardoLanna

      LeonardoLanna

      Tenho uma XTerra Bull Terrier desde 2015. Em 2016 fiz o circuito W de Torres Del Paine com ela. Em 2017 o caminho francês do Caminho de Santiago. Dadas outras andanças, já foram mais de mil quilometros, mas ela continua firme e forte.

      O modelo não é impermeável, mas é bem resistente à água. Já peguei chuva e neve pesada com os pés secos. Mas já peguei também chuvas torrenciais que realmente venceram a bota e enxarcaram o pé (normal, dado que o modelo não é impermeável)

      Não tenho do que reclamar. É um ótimo custo benefício e além de tudo acho a bota bem bonita na cor que tenho. Compraria novamente

       

       

       

       

      •  
  19. Olá Galera !

     

    Estou planejando uma viagem com minha namorada para Israel, Jordania e Egito agora pro segundo semestre, esperamos ter entre 20 e 30 dias de férias.

     

    Gostaria de receber dicas de:

     

    - lugares e cidades a visitar;

    - passeios;

    - meios de transporte entre as cidades/países;

    - hospedagens;

    - custos de tudo;

    - burocracia (vistos, taxas);

    - segurança;

    - e outras coisas que julgarem importante.

     

    Agradeço antecipadamente !!

     

    valeu !

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  61 mais
    2. Emerson David

      Emerson David

      Oi Dete, lendo seus relatos e sugestões percebi que vc é conhecedora da região para a qual quero viajar.

      Me chamo Emerson, sou de BH e planejo ir à TURQUIA/ISRAEL/JORDANIA/EGITO, por uns 17 ou 18 dias em JUNHO/JUNHO - 2014. Me interesso por ISTANBUL, TEL AVIV, JERUSALEM, NAZARETH, BELÉM, PETRA, CAIRO, MAR MORTO, MAR VERMELHO, MONTE SINAI. Outros lugares podem ser incluídos. Não sei nada ainda, estou lendo os relatos e ainda não sei o que fazer. Nada em relação a passagens, bus, avião, taxis etc...

      Acho que saio de SP para ISTAMBUL, de ISTAMBUL até TEL AVIV (talvez 2 dias lá) devo ir de avião. Conhece alguma cia aérea barata?

      De TEL AVIV até NAZARETH de táxi ou bus? é perto? quanto sai o preço?

      De NAZARETH até JERUSALEM de bus ou táxi? é perto? quanto sai o preço?

      De JERUSALEM até PETRA como ir? onde descer do bus? quanto tempo? preço? é seguro? Quantos dias lá?

      de PETRA ao Monte Sinai como se chega? tempo de viagem? hospedagem? preço?

      até o CAIRO como chego? de bus? hospedagem?

      Cara, tô com muitas dúvidas, mas tenho tempo ainda.

       

      Me ajuda aê.

      Valeu.

      •  
    3. Tinoco77

      Tinoco77

      Amigos, gostaria de uma ajuda,

       

      estou pensando em fazer Israel-Jordânia-Egito em 15 dias. É possível? Sei que de Israel para Jordânia é relativamente fácil, mas gostaria de aproveitar a viagem e conhecer as famosas pirâmides. Meu plano é ir em Janeiro e ficar 6 dias em Israel, e o restante dividir entre Jordânia e Egito.

       

      Se alguém está planejando ir em jan/2014 podemos nos encontrar por lá.

       

      Obrigado!

      •  
    4. Sandman

      Sandman

      Rapaz, acho que é muito pouco tempo. E o "acho" foi só um eufemismo. Mas se for só para ver as pirâmides deve dar tempo.

      De qualquer forma, se for para Cairo volta aqui e conta como está a situação para turismo lá.

       

      Abs

      •  
  20. Moro em Florianópolis e combinei de ir ao Monte Crista com alguns amigos da minha cidade natal – Joinville.

    Localizada no norte do estado de Santa Catarina, no município de Garuva, esse monte tem 967 metros de altitude e está ligada à cadeia de montanhas do santuário ecológico da Serra do Mar.

    Cercada pela Mata Atlântica, é um monte cheio de lendas e estórias incríveis e conta com uma grande escadaria de pedra e monumentos que, acredita-se, serem feitas pelo povo Inca. Esse caminho já foi usado pelos Jesuítas enquanto estavam do nosso estado, no século XVI.

     

    Cheguei em Joinville por volta das dez da noite de quinta-feira. Encontrei meu amigo na rodoviária conforme anteriormente combinado. A idéia era dormirmos e nos levantarmos no meio da manhã para fazer os preparativos da aventura.

    Acordamos perto das onze e, seguindo orientação de meu amigo Marcos, resolvemos sair para comprar um saco de dormir. Por inexperiência, tinha trazido um cobertor grosso e uma manta, para usar como forro e para me cobrir; porém além de pesados e extremamente volumosos não garantiriam conforto e nem proteção eficiente contra o frio.

    Fomos a um desses grandes supermercados e compramos um saco de dormir de meia estação (R$ 75) e conseguimos emprestado um isolante térmico; imprescindível para quem vai dormir em barraca, principalmente quando a mesma for montada em cima de chão de barro ou grama – durante a noite o solo fica extremamente gelado, ainda mais no nosso caso onde estaríamos acampando em um monte de 100 metros com constantes ventos fortes.

    Almoçamos e nos preparamos para sair pontualmente às duas da tarde. Iríamos com mais três pessoas, sendo que outras quatro já estavam lá no local desde quarta à noite.

    Quando estávamos prontos para sair, uma amiga que iria conosco ligou avisando que só poderia ir depois das seis da tarde e perguntou se não poderíamos acompanhá-la. Diante do solicitado, fazia parte do nosso cavalheirismo aceitar a convocação, enquanto os outros iriam no horário previsto. Esse fato mudou toda a idéia, porque iríamos chegar no local no começo da noite, subiríamos no escuro e estava ainda com cara que também iria chover.

    Conforme combinado, fomos para a rodoviária, compramos as passagens até a balança da polícia rodoviária, a caminho de Garuva e aguardamos a chegada de nossa amiga. Enquanto esperávamos, ela ligou avisando que tinha conseguido carona e nos empenhamos em vender nossas passagens adquiridas, uma vez que não eram aceitas de volta.

    Conseguindo vender duas passagens das três que compramos, fomos de carro até o local.

    Chegando na balança, atravessamos a BR e entramos na rua caminho do Monte, indicado um grande portal de madeira.

    Caminhamos cerca de uma hora até o rio que precisa ser atravessado por uma ponte, que fica no terreno de um morador que possui uma barraca onde pode-se comprar lanches. Esse morador solicita que se faça um cadastro colocando nome, endereço e intenções de permanência no local, assim como telefones para contato de casa e da família. É cobrada uma taxa simbólica de dois reais para realizar a travessia pela ponte.

    Seguindo pela ponte caminhando por uma vegetação rasteira e de caminho bem marcado, há outro rio de fácil travessia pelas pedras e depois dele aos poucos vai se entrando na mata mais fechada.

    São quase duas horas de caminhada não muito pesada com algumas subidas e faixas de água cortando o caminho, servindo para se encher o cantil. Chegamos a um pequeno platô e seguimos ao primeiro trecho pesado da trilha, o que é chamado de saboneteira. A saboneteira é de travessia pesada, íngreme, que precisa ser executada com cuidado, pois é extremamente úmida e cheia de lama. No momento em que subíamos a mata toda fechada dificultava a visão, mesmo cada um tendo sua lanterna. Começou a chover e a lama aumentou. Conseguíamos enxergar apenas o foco de luz da lanterna, que era apontado sempre para o chão, verificando aonde poderíamos dar o próximo passo. Eram onze e meia quando chegamos ao final da saboneteira, em um grande platô chamado de clareira. Até este ponto, é considerada a metade do caminho, a primeira etapa.

    Paramos, comemos e bebemos, permanecendo ali não mais que 20 minutos. Cessou momentaneamente de chover, e a lua cheia apareceu toda maravilhosa no céu. Apesar de muita gente achar besteira, a trilha tem um ar diferente, uma atmosfera estranha. O visual estava lindo.

    Seguimos a trilha para a parte mais difícil do trajeto: a escadaria que os Jesuítas utilizavam para realizar o caminho, que muitos acreditam ser ela feita pelos Incas.

    Toda irregular, com degraus em desnível, a subida pela escadaria é tortuosa, ainda mais com cerca de 15 kg de peso da mochila. Há trechos onde é necessário usar as mãos de tão íngreme. Por causa do frio, toda parada para descanso não podia ser longa, pois começávamos a tremer. A escadaria é extensa – quando pensávamos que ela iria acabar, íamos para um lado e logo víamos sua continuação. Demoramos duas horas e meia para chegar ao topo e encontramos nossos amigos que foram à tarde. Ao todo foram sete horas e meia de caminhada.

    Em cima do monte, estava uma neblina terrível e muito frio. O vento também estava bem forte.

    Como troféu dos campeões, armei nossa barraca e troquei minha roupa suja por uma quente e limpa. Tomei um pouco de vodka para esquentar o peito e após 20 minutos de conversa furada e desinteressada, fomos dormir.

    A manhã apareceu aos poucos, estava bem nublado e frio. O vento parecia que ia quebrar a barraca (mesmo porque era fraca, de camping).

    Ficamos ali durante o dia conhecendo o monte andando pelas trilhas que ficam lá em cima. Há alguns pequenos riachos, onde se pode pegar água para cozinhar e beber.

    Passamos mais uma noite e voltamos domingo por volta do meio dia. A volta foi rápida. Eu e o Marcos fizemos em 2 horas e meia e os mais demorados fizeram em três horas.

    Chegamos no rio, tomamos banho e trocamos de roupa para voltar à cidade. O único inconveniente é que na beira da estrada, durante duas horas que ficamos, não passou nenhum ônibus. Alguns moradores disseram que tinha, mas o fato é que acabamos pedindo para que o pai de um amigo viesse nos buscar.

    Altas aventura.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  12 mais
    2. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Se for neste próximo feriado, a Páscoa, cuidado que a trilha costuma lotar de farofeiros.

      Sempre na Páscoa a "galera" costuma subir o Crista e acampar na Cabeluda, próximo ao rio Três Barras. E é farofada no pior estilo mesmo, muita sujeira, bebida, etc...

      Fora da Páscoa a coisa costuma ser mais tranquila.

      •  
    3. fcamidu

      fcamidu

      Ahh ok, meu marido já esteve por lá com apenas ele e seus amigos, primeira vez q eu vou, e para aproveitar os dias do feriado, conhecer e com certeza voltar em dias de calmaria! Valeu a dica ;)

      •  
    4. roctba

      roctba

      Toda vida reto é muito joinvillense, kkk...eu faço parte da AJM (Associação Joinvillense de Montanhismo), e temos o Monte Crista como nossa montanha adotiva. Sempre fazemos trabalhos de orientação e prevenção ambiental nesta incrível montanha durante todo o ano. E na páscoa, onde a procura é enorme, sempre estamos de plantão na base, em parceria com GRM e Polícia Ambiental...

      •  
  21. Argentina versus China

     

    Edmilson Vieira

     

    Observe o bairro de Belgrano em Buenos Aires e faça uma caminhada por ele. Na verdade não é só isso. É preciso parar para tomar um sorvete, ir até o supermercado chinês, onde decidiram que iam colocar lá dentro, tudo o que fosse capturado na China. Disseram que os produtos chineses baratos são feitos pelos presidiários? É história escabrosa, então os trabalhadores dos países pobres são presidiários universais?

     

    Problema!

     

    Mas o panorama é o bairro de Belgrano e não, o conflito capitalista. Ainda falta contar histórias, personagens; falar de heróis, celebridades... E não, articular greve na China por melhores salários, como você está querendo.

     

    O retrato do bairro é também uma praça, Barrancas de Belgrano, integrada com a população através de um casal, Melba e Santos. Faz cinco anos que eles desconfiaram que na comunidade poderia ter bailarinos de tango. Chegaram no coreto da praça, examinaram piso, teto, deram uma coletiva à imprensa, e disseram que a partir daquele instante estava depositada a suavidade do tango; os passos ousados e a maneira de ir e vir para um lado e outro.

     

    Beleza, mas nesta crônica fica pendente a questão dos chineses. Foi apenas um assunto eventual e não dá pra ser seduzido por essa causa. Parte do bairro, sim, tem chineses, mas não interessa saber se ganham em dólar, real, ou pesos. Nada de drama! Poderia até adaptar algumas palavras pra ver se combinam com a China, mas desviar toda a crônica e esquecer do bairro de "los hermanos", não!

     

    Calaram-se as vozes na Praça Celestial em Pequim e o conflito agora está dentro deste texto. Você exige a presença de uma chinesa, vestida de dançarina de tango, que chega no coreto da praça e espera que um argentino a convide pra dançar (Maradona?).

     

    Opa! Parando! A sua festa acabou! Esta comédia está virando drama. Espere, a chinesa está sendo convidada para dançar. Suspenda o que se falou antes.

    Fantástico! Ele, o cavalheiro perguntou se ela aceitaria.

     

    Ummmmmm...

     

    Ela começou a dançar o meu passo predileto, parou um pouco e virou metade do corpo para o lado. Ei Xin Xin Chang, isso é reduto dos portenhos, saia daí.

     

    É, está ótimo. Força, força...

     

    Ah! Que tempos difíceis em que a pessoa se encontra... Essa chinesa propõe e você apóia. Aproveito enquanto ela dança, para dizer que os moradores vão à esse baile, todas às terças, quartas e quintas-feiras, apenas no verão, das 19 às 22 horas. A senhora Melba fica na entrada recebendo os dançarinos enquanto o marido opera o som.

     

    Terminou a música, todos param ao mesmo tempo. O amigo Fabian Mulis explica que eles reconhecem o final porque escutam desde pequenos.

     

    Estamos aguardando o fracasso da sua convidada chinesa. O quê? As pessoas estão chamando ela de duquesa? Isso é obra sua que está atuando nesta crônica sem açúcar e sem afeto!

     

    Buaaaaaaa... Pentágono por favor, me ajude, esse(a) leitor(a) tem armas químicas. Solidariedade comigo, acerte-o(a)!

     

    Já sei, a partir de agora, a escrita vai ser em "lunfardo", para que você não compreenda.

     

    ¿Si se pueden comprenderme?

     

    Ueé, a técnica não funcionou!!! Esqueci que o lunfardo, gíria portenha, também é formado com palavras em português. Nasceu no bairro da Boca. Os moradores achavam simpáticas algumas palavras faladas pelos marinheiros estrangeiros e aí foram incorporando ao solo argentino.

     

    Enquanto isso, a chinesa faz milhões de passos que refletem a ligação dos chineses com a cidade.

     

    Se neste diálogo aconteceu algum conflito, vamos reconciliar. Agora você recebe habilitação oficial pra continuar participando do relato, com a riqueza do http://www.mochileiros.com é fácil. Então? Dispare na frente e escreva um final pra esta história. Mas por favor, não complique a vida do autor com a personagem chinesa criada por você.

     

    Avante!

    Edmilson Vieira é artista plástico e escreve crônicas. [email protected]

    •   
  22. Amigos, convido todos a visitar o blog Arquivo China, que aborda diversos temas, sempre relacionados de alguma forma à China.

     

    http://www.arquivochina.com

     

     

    Abraços.

    •   
  23. Diário de Bordo – Foz / Buenos Aires

     

    Dia 24/12

    14h15 – Partimos da aduana Brasil/Argentina (aproveitamos para fazer troca de moedas Real a $ 1,22 pesos. Em Buenos Aires estava $ 1,36).

    (34km) 0.034km primeiro Posto Policial às 14h50 (Ruta 12)

    (20km) 0.054km passa por Puerto Esperanza

    (36km) 0.090km primeiro Pedágio em Colônia Victória a $ 1,70 pesos

    (31km) 0.121km passa por Montecarlo (até Posadas são 184 km)

    (48km) 0.169km passa por Puerto Rico

    (98km) 0.267km Pedágio em Santa Ana a $ 2,40 pesos

    (41km) 0.308km chega em Posadas às 19h50

    * Nesse trajeto paramos 5 vezes: uma pela Polícia, duas para abastecer e banheiro e duas no Pedágio.

     

    Dia 25/12

    Às 8h10 com 0.319km percorridos saímos de Posadas sentido Buenos Aires pela Ruta 12

    (18km) 0.337km mais um Posto Policial

    (39km) 0.376km acessar trevo à esquerda sentido Santo Tomé, para pegar a Ruta 14 até Buenos Aires

    (68km) 0.444km paramos num Posto de Combustível em Gdor. Virasoro

    (61km) 0.505km paramos num Posto de Combustível para checar rota e ir ao banheiro.

    A placa indicava – Alvear 85 km e Pasos de Los Libre 193 km

    O trecho entre Santo Tomé e Alvear tem pista com buracos e muitos caminhões. Quando chove tem pontos de alagamentos.

    (208km) 0.713km chegamos em Pasos de Los Libres e paramos para almoçar no Hotel e Restaurante Alejandro I, às 13h40, no centro da cidade.

    Deixamos Pasos às 14h30 sentido Concórdia e aproveitamos para abastecer no Posto Shell (4 km adiante) que vende gasolina com preço argentino (pq se abastecer nos próximos da fronteira eles cobram dos brasileiros $ 2,50 pesos o litro da Super).

    (34km) 0.747km tem outro Posto Policial

    (55km) 0.802km chega-se a Monte Caseros às 16h15. Até Buenos Aires a placa indicava mais 590 km de estrada pela ruta 14

    (62km) 0.864km Pedágio em Piedritas a $ 2,20 pesos

    (19km) 0.883km passa-se por Mocoretá, às 17h05

    (03km) 0.886km outro Posto Policial. Rodovia com radar e velocidade máxima 60 km/h

    (80km) 0.966km Posto Policial em Concórdia, às 18h35

    (21km) 0.987km Pedágio a $ 2,20 pesos – Placa indica até Buenos Aires mais 401 km

    (42km) 1.029km passa-se pela entrada de Elpalmas, às 19h16

    (97km) 1.126km Pedágio em Colônia Elia a $ 2,20 pesos

    (143km) 1.269km Posto Policial Entre Rios - Placa indica Buenos Aires a 119 km

    (34km) 1.303km Pedágio a $ 4,90 pesos - Placa indica Buenos Aires a 88 km

    (56km) 1.359km às 22h50 Pedágio a $ 2,20 pesos – Placa indicava Buenos Aires a 34 km

    (34km) 1.393km rodados chegamos em Buenos Aires às 23h40.

     

    * atenção, ao chegar pela Ruta Costaneira (Caminos Del Sol), deve-se ficar atento às placas indicando qual acesso pegar, pois as placas indicam regiões ou bairros, como San Telmo, Recoleta, Centro, etc., além de nomes de ruas e avenidas mais famosas, como Corrientes, 9 de Julio, Mayo, etc. Imagine a marginal Pinheiros ou a Tietê, em São Paulo.

    [/b]

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  8 mais
    2. Everaldo Caravalho

      Everaldo Caravalho

      Boa!!! será que os valores estão mto diferentes agora?

      •  
    3. MarcioA.Rosa

      MarcioA.Rosa

      Boa noite galera, tudo bem?

       

      Sei que esse tópico foi criado a anos, mas estou planejando essa viagem a algumas semanas, estou louco para fazer essa aventura, alguém foi ou conhece quem foi recentemente esse caminho "Foz/B.Aires"? Tem informação se continuam os mesmos pedágios? Como estão as condições das estradas?

       

      Abraços e agradeço desde já.

      •  
    4. geovanih

      geovanih

      Tenho certeza que a ruta 12 é perfeita, já fiz 2 trechos dela esse ano e estava excelente. (muito bom poder sair do 5º mundo :D )

      Não lembro ao certo, mas acho que os pedágios estão em torno de 10 pesos

       

      Quando tu vai? Tá praticamente certo que irei a BA agora em Junho. (fuck copa)

       

      Abraço

      •  
  24. Site alemão oferece manifestantes de aluguel

     

    Promotores de causas perdidas ou simplesmente movimentos políticos sem apoio suficiente na Alemanha podem a partir de agora alugar seus próprios manifestantes.

     

    Desde dançarinas de strip-tease até exuberantes Ferraris figuram na relação do erento.com, um site alemão especializado em alugar qualquer coisa imaginável. Mas a partir deste ano, a empresa começou a oferecer "manifestantes profissionais", homens e mulheres, geralmente estudantes, desocupados e aposentados, que por um pagamento especial se transformam em defensores de qualquer causa que se possa imaginar.

     

    "Abrimos o serviço devido à crescente demanda", dizem os responsáveis pelo Erento, Chris Möller e Uwe Kampschulte. "Em geral, não sabemos o que os manifestantes contratados acabam fazendo, mas naturalmente rechaçamos qualquer forma de agressividade ou extremismo de direita", afirmam.

     

    Um manifestante não sai barato. Cada um custa em torno de US$ 150 por dia. Alguns manifestantes, porém, cobram honorários reduzidos por causas que os interessam. A empresa fica com 4,9% dos honorários de cada pessoa contratada. Criar uma manifestação de caráter massivo pode custar uma fortuna. Mesmo assim, a Erento afirma que apenas na primeira semana de janeiro foi consultada por cerca de 50 clientes sobre os serviços desses "mercenários da opinião".

     

    No final do ano, soube-se que uma manifestação em frente ao Parlamento, que reuniu cerca de 200 membros da Associação de Médicos Alemães contra uma nova lei de saúde, havia sido coberta por 150 manifestantes alugados e rapidamente disfarçados com o avental branco.

     

    Alugar manifestantes também pode trazer benefícios de imagem. Se a causa carece de apoio jovem ou de adultos, de imigrantes ou de estudantes, o cliente pode pesquisar as fotos e os perfis de cada "manifestante" na página da Erento para escolher o que mais lhe favorece. A empresa também se encarrega de alugar equipamentos como megafones, apitos, caminhões e todo o resto necessário para uma verdadeira manifestação.

     

    A crescente despolitização da população parece fazer com que nem mesmo aqueles afetados diretamente em seus interesses reúnam forças nem ânimo suficientes para sair às ruas. Os responsáveis pela empresa garantem, no entanto, que é impossível distinguir um manifestante real de um alugado. Com uma carteira recheada, muitas iniciativas poderiam simular um apoio popular inexistente, um problema que já começa a preocupar juristas e políticos na Alemanha.

    •   
    1. Sandro

      Sandro

      É a prostituição da con$ciência legalizada...

      Mais um grande avanço da involução na espécie.

       

      k_involucao.jpg
      •  
    2. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      macabro...

      e "viva" o capitalismo que vende tudo, até ideologias

      •  
    3. Sandro

      Sandro

      O grandioso EÇA DE QUEIROZ ( 1845-1900 ) escreveu em 1871 (Observem o ano!):

       

      eca6.JPG

      " Estamos perdidos há muito tempo...

      O país perdeu a inteligência e a consciência moral.

      Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.

      Os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência.

      Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida.

      Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.

      Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram.

      A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.

      O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.

      O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.

      A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências."

       

      Mera coincidência? :(

      •  
  25. Este é um convite para janeiro de 2008

    Quem tiver algum interesse de fazer o cirquito largo de Torres e chegar até la de Carro podemos conversar!

    O roteiro tem como principal objetivo Torres mas passara tambem por Los Alerces, Perito Moreno e Peninsula Valdez. Em aproximadamente 20 dias

    Fica o convite para que tiver interesse entrar em contato

    O convite vem com tanto tempo de antecedencia para termos tempos de discuti-lo nos menores detalhes e fazermos uma viagem inesquecivel

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  8 mais
    2. Iole e Junior

      Iole e Junior

      Valeu pelas respostas estou me organizando e passando para a galera que vai o que é necessario fico felis pela atenção e pronta resposta

      Abraços

      •  
    3. oaaf

      oaaf

      Ei gente, vamos para o Chile em abril e gostariamos de dicas de roteiros. Ainda nao conhecemos nada do Chile. Temos 20 dias e estamos indo de carro. Nosso email eh [email protected] - Obrigado!

      •  
    4. Iole e Junior

      Iole e Junior

      torres del paine, osorno, isla de chiloé,valdivia, vila rica

      •  
  26. Novo passaporte entra em vigor

    Medidas adotadas garantem importante avanço de segurança

     

    Júlia Gouveia

     

    SÃO PAULO - O passaporte brasileiro acaba de ganhar uma versão renovada, com importantes avanços na questão de segurança. Desde segunda-feira, o novo modelo do documento finalmente começou a ser emitido, depois de ter sido anunciado para o meio do ano, mas, por enquanto, apenas em Goiás e no Distrito Federal. Segundo a Assessoria de Imprensa da Polícia Federal (PF), a intenção é que até abril de 2007 os outros 116 postos do órgão em todo o País também já possam expedir a nova caderneta, cuja validade continua sendo de cinco anos.

     

    Com o novo modelo, o Brasil passa a observar as normas estabelecidas pela International Civil Aviation Organization (Icao), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável por fiscalizar assuntos relativos a aviação civil e a documentos de viagem. De acordo com a PF, a grande diversidade racial brasileira torna os passaportes nacionais um dos mais cobiçados no mercado mundial de falsificações. Para dificultar possíveis fraudes, 16 medidas de segurança foram adotadas no novo documento.

     

    Com recursos de dar inveja ao agente 007 James Bond, o passaporte passa a contar com código de barras bidimensional, paginação em filigrana, fio de costura luminescente bicolor e fundo com impressão íris, entre outros itens. Na barra, por exemplo, estarão armazenados dados pessoais e a foto será digitalizada (não será mais necessário apresentar retratos 5X7 datados). Outra mudança notável: o documento deixa de ser verde-oliva e passa a ser azul-escuro, conforme determinação do Mercosul.

     

    O novo passaporte ainda não tem preço definido. Atualmente, custa R$ 89,71. Especula-se que chegará a custar em torno de R$ 150, que, se confirmado, representaria um aumento de quase 70%.

     

    Em São Paulo, o documento (ainda o antigo) pode ser requisitado na superintendência da PF, no Boulevard São Bento e nos shoppings Eldorado, Ibirapuera, Alphaville, Tatuapé e Internacional de Guarulhos. É preciso apresentar identidade, certidão de casamento, título de eleitor e certificado de reservista.

     

    Lembrete: o modelo verde-oliva não precisa ser substituído pelo novo antes de sua data de expiração.

     

    INFORMAÇÕES

     

    Anote na agenda

    Superintendência Regional de São Paulo da PF

    Tel.: (0-11) 3616-5000

    www.dpf.gov.br

     

    Fonte: estado.com.br

    •   
  27. [info]Este tópico é um Guia que está sendo construido com informações de viagens realizadas pela equipe do site e também com informações de usuários que foram postadas nos fóruns relacionados ao tema aqui no Mochileiros.com.

    Este guia é atualizado periodicamente[/info]

     

     

    [align=justify]A mair Ilha fluvial do mundo com seus 50 mil quilômetros quadrados muitos igarapés pântanos, sítios arqueológicos, lagos e fazendas de criação de búfalos marca registrada da ilha.

     

    [t1]ILHA DE MARAJÓ[/t1]

     

    Banhada pelo Oceano Atlântico e pelos Rios Amazonas e Tocantins, a Ilha de Marajó, no Pará, tem tudo para atrair mais ecoturistas em 2007. São nada menos do que 50 mil quilômetros quadrados - ou uma Suíça - de praias fluviais, rica fauna e exuberante flora que fazem desse reduto o maior arquipélago fluviomarítimo do planeta, conservado como Área de Proteção Ambiental (APA).

     

    “Em Marajó, o turista encontra um Brasil autêntico”, afirma o fotógrafo Diego Gazola, de 25 anos, apaixonado pela Amazônia. “É perfeito para quem busca contato com a natureza.”

     

    É verdade. Marajó conta com atividades inimagináveis para os visitantes da cidade grande. Surfar na pororoca - nome dado ao encontro das águas do Amazonas e do Atlântico -, observar jacarés, avistar aves, passear entre igarapés ou mesmo andar de búfalo fazem parte do cardápio ecoturístico.

     

    O búfalo, aliás, é o símbolo da ilha. Os animais podem ser vistos em manadas pelas planícies ou dispersos nas áreas povoadas. Os primeiros foram importados da Índia, no início do século 20. Hoje, são maioria na ilha de 250 mil habitantes - para cada pessoa há dois búfalos. Eles também influenciaram a culinária, com a carne e o queijo.

     

    O acesso à Ilha de Marajó, a partir de Belém, é feito em três horas de barco ou balsa. Suas principais cidades são Soure (a capital), Salvaterra e Cachoeira do Arari. As duas primeiras, separadas pelo Rio Paracauari, têm uma razoável infra-estrutura hoteleira.

     

    Em Salvaterra, faça um passeio pela Praia Grande e pela Joanes, uma enseada com falésias que abriga ruínas jesuíticas e a Igreja Nossa Senhora do Rosário, do século 17. Também não deixe de assistir a apresentações de carimbó e lundu, danças folclóricas que misturam as culturas indígena, africana e portuguesa.

     

    Em Soure, aproveite os roteiros rurais. A Fazenda São Jerônimo (0--91-3741-2093) tem trilhas por manguezais, passeio de canoa e cavalgadas . As atividades custam de R$ 15 a R$ 30.

     

    Na Fazenda Bom Jesus (0--91-3741-1243), a atração é observar aves como o guará. O passeio guiado custa R$ 20.

     

    Reserve um dia para visitar a Cachoeira do Arari e conhecer o Museu do Marajó (0--91- 3758-1102). Há exibição de cerâmica marajoara, peças indígenas, animais empalhados e utensílios regionais. Muitos objetos foram descobertos em escavações arqueológicas e são relíquias do povo marajoara, que ocupou a região até o século 14. Entrada: R$ 2.

     

    [t1]COMO IR[/t1]

     

    A tarifa aérea mínima disponível para os trechos de ida e volta entre São Paulo e Belém custa R$ 698 na Gol (0--11-2125-3200) e R$ 349,50 na TAM (0--11-4002- 5700).

    Do Porto de Icoaraci, em Belém, ao Porto de Camará, na Ilha de Marajó, a balsa (0--91-3249- 3400) custa R$ 56,52 para carros e R$ 10,75 para pedestres.

     

    [t1]ONDE FICAR[/t1]

     

    Diárias para casal com café.

    [t3]Em Salvaterra[/t3]

     

    Pousada dos Guarás (0--91-3765 -1149; http://www.pousadadosguaras.com.br): R$ 111;

    Pousada Boto (0--91-3765-1539; http://www.pousadaboto.com.br): R$ 80.

     

    [t3]Em Soure[/t3]

    Ilha do Marajó (0--91-3741-1315): R$ 150;

    Paracauary Eco Pousada (0--91-3741-1122): R$ 87;

    Pousada O Canto do Francês (0--91-3741-1298): R$ 80.

     

    [t1]QUANDO IR[/t1]

     

    De junho a novembro é a chamada época de verão, quando garças, guarás e outros pássaros procuram alimentos entre os rebanhos de gado zebu nos campos da ilha. De janeiro a maio é o período que mais chove em Marajó.

     

    [t1]SAIBA ANTES[/t1]

    Não há caixa do Banco 24horas na Ilha de Marajó, apenas do Banco do Brasil (BB) e do Banco da Amazônia.

     

    Fonte: estadao.com.br[/align]

    •   
    1. MauroBrandão

      MauroBrandão

      [align=justify][t1]Ilha do Marajó[/t1]

       

      Tem um cardápio ecoturístico bastante original. Os pratos típicos são o filé marajoara (carne de búfalo).

      A Ilha é bem dividida. O lado leste é mais plano onde estão localizadas a maior parte das fazendas e dos vilarejos e na região Oeste é ocupada por uma floresta mais densa e úmida. No clima esta divisão se repete. De janeiro a julho chove quase todos os dias, época de engorda dos rebanhos e propagação de mosquitos.

      No resto do ano o Sol racha e chega a 40 graus fácil. É o momento de ver revoadas de tucanos, jaburus, graças, guarás com as plumagens vermelhas, além de outros animais.

      O tarjeto de balsa ou barco leva três horas aproximadamente de avião meia hora. da para ir de carro.

       

      [t1]Onde ir[/t1]

       

      [t3]Museu de Marajó, em Cachoeira do Arari[/t3]

       

      Localizado a 70 km, de Soure, guarda o maior acervo de arte marajoara do país. Passear de barco pelos igarapés, andar de búfalo e/ou camionhar na selva, conhecer uma fazenda de criação de búfalo. Na maré baixa a pedida é andar de bicicleta nas areias da Praia do Pesqueiro com seus 3 kilômetros de extensão emoldurados com seus coqueiros e quiosques. A praia do Soure tem ótimos restaurantes também.[/align]

      •  
  28. Uma cidade e três opções para o esporte

    Estações de Banff somam 3.135 hectares esquiáveis, divididos em 274 pistas. E precisa de mais?

     

    Camila Anauate/AE

     

    Banff - Encravado nas Montanhas Rochosas canadenses, o Parque Nacional de Banff é o paraíso do esqui: reúne três áreas exclusivas para o esporte a uma curta distância de até 60 quilômetros. Juntos, os resorts Banff Mount Norquay, Sunshine Village e Lake Louise somam 3.135 hectares esquiáveis, divididos em 274 pistas e capazes de receber 46 mil pessoas por hora.

     

    A cidadezinha de Banff, ponto de partida para os passeios, fica a 130 quilômetros de Calgary, maior município da província de Alberta e principal acesso para os turistas. Pequena, porém charmosa, tem infra-estrutura de cidade grande, com hotéis, bons restaurantes e um centro comercial ao redor da Banff Avenue. São lojas de roupas, equipamentos para esqui e até produtos indígenas.

     

    Um roteiro imperdível é almoçar em um restaurante panorâmico bem no meio da Sulphur Mountain, uma das mais altas do parque, cuja base esconde a Upper Hot Springs, uma piscina natural de águas quentes. Lá de cima, observa-se a paisagem que tornou Banff Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 1985: a cordilheira rasgada por lagos e coberta de geleiras.

     

    Banff também é o melhor local de hospedagem para quem pretende conhecer os três resorts. A distância até Norquay é de 6 quilômetros. Até Sunshine Village são 15 quilômetros e para Lake Louise, 59.

     

    NORQUAY

     

    Considerado um resort para famílias, é o menor dos três e o mais perto do centro. Com 28 pistas e 5 lifts, reserva 20% de espaço para os novatos no esporte, 36% para quem tem nível intermediário e 40% para os experts. Apesar de ter as descidas menos atraentes, é a única estação que oferece esqui noturno a 2.133 metros de altitude, nas noites de sexta-feira. Tem um ótimo conjunto de restaurantes e lanchonetes. O passe de adulto para um dia de esqui vale 49 dólares canadenses (R$ 90). A diária dos equipamentos custa 30 dólares canadenses (R$ 55). Site: http://www.banffnorquay.com.

     

    SUNSHINE VILLAGE

     

    A estação Sunshine Village é rodeada por três montanhas: Goat’s Eye, Mount Standish e Lookout Mountain - esta a mais alta, a 2.730 metros de altitude. No total, são 107 pistas, 20% para iniciantes, 55% para esquiadores intermediários e 25% para experientes, e 12 teleféricos. A trilha mais longa tem 8 quilômetros.

     

    O resort está instalado no meio da montanha, a 2.160 metros de altitude, e conta com apenas um meio de hospedagem, o Sunshine Inn, com 84 quartos. O acesso é feito por um sistema rápido de gôndolas. A atração principal é a piscina ao ar livre. O passe para um dia de ski lift custa 70 dólares canadenses (R$ 128,60). Site: http://www.skibanff.com.

     

    LAKE LOUISE

     

    Eleita por revistas especializadas o melhor cenário entre as estações de esqui da América do Norte, Lake Louise tem uma montanha a 2.637 metros de altitude com 10 meios de elevação, que levam a 113 pistas, 45% delas para avançados. O espaço para iniciantes e intermediários é bem parecido: 25% e 30%, respectivamente. O ingresso para os teleféricos custa 69 dólares canadenses (R$ 126,80).

     

    No resort, os visitantes têm mordomia total. Há um amplo salão com lareira para quem prefere apenas observar os esquiadores. A estrutura conta com lanchonetes, cafeterias e restaurantes, além de lojinhas de souvenir. Site: http://www.skilouise.com.

     

    Fonte: estadao.com.br

    •   
      • Obrigad@! 1
    1. Mostrar comentários anteriores  11 mais
    2. Soniabelotto

      Soniabelotto

      Ola. estou indo sozinha por 15 dias ao Canada. Pretendo ir a Toronto e Vancouver. De Vancouver pretendo ir ao Lake Louise. Esse lugar é meu sonho de viagem. Gostaria de saber se tem onibus , trem? Não vou alugar carro e se esquiar será como iniciante. Gostaria de dicas sobre hoteis e formas mais barata de fazer essa viagem.

      Estou pensando em iniciar a viagem por Toronto. O que voce acha melhor?

      Meu [email protected]

      Obrigada

      •  
    3. AGSouza

      AGSouza

      Olá sonia...está indo em que época? Eu também estou indo com uma amiga!

      •  
    4. Soniabelotto

      Soniabelotto

      Estou indo dia 16 de junho. Alguém sabe qual a melhor forma e mais barata de ir de Banff para Calgary?? Obrigada

      •  
  29. Geleiras e quedas-d’água em Jasper

     

    Camila Anauate

     

    Jasper - Jasper é o maior Parque Nacional nas Montanhas Rochosas canadenses, ao norte da província de Alberta. Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 1984, tem vasta vida selvagem nas florestas e um cenário natural deslumbrante. Há geleiras, lagos, quedas-d’água, fontes termais e muitas trilhas para se aventurar.

     

    Na cadeia de montanhas, destaca-se a Marmot Basin, uma área de 7 mil metros quadrados com declives perfeitos, para o deleite de esquiadores e snowboarders.

     

    A apenas 20 minutos da cidade de Jasper, o resort Ski Marmot Basin conta com 84 pistas, de níveis variados, todas devidamente sinalizadas. Iniciantes ficam com as verdes (30% do total) e os esquiadores de nível intermediário, com as azuis (também 30%). Só os mais experientes podem se aventurar nas trilhas vermelhas (20%) e pretas (20%), as mais difíceis. Um dia de ski lift custa 42,46 dólares canadenses (R$ 77,85).

     

    DE TUDO UM POUCO

     

    Quem preferir fazer alguma outra atividade, em vez de encarar a montanha, não ficará decepcionado. Com 4.500 habitantes, Jasper preserva o clima de cidade pequena, mas oferece tudo o que o turista espera de um renomado resort de inverno: hotéis, restaurantes e centros comerciais.

     

    O inverno, considerado baixa temporada em Jasper, é a melhor época para conseguir preços mais acessíveis nas atrações do parque, que completa 100 anos em 2007. Para comemorar, o resort lançou o programa Janeiro em Jasper. De sexta-feira ao dia 28, os tíquetes para os lifts terão descontos especiais e festividades ocorrerão por toda a cidade. Site: www.skimarmot.com.

     

    Fonte: estadao.com.br

    •   
      • Obrigad@! 1
    1. Suelih

      Suelih

      Oi vou colocar aqui o que mais dá pra fazer em Jasper, no VERÃO.

       

      Rafting pelo rio Athabasca, em varios níveis, muito legal, faz com agencia local.

      Trilhas diversas pelos parques e bosques, encontrando muito animais como alce, veado, até urso preto.(no fim de tarde)

      Visitar parques um pouco distantes, como os lagos: Medicine, Maligne, muito lindossss...... o trajeto até lá é incrivel, pelas rochosas.

      ALguns canions pelo caminho.

      Geleira Edith Cavel, mais ou menos uma hora de carro, mais uma trilha de uns 30 min., impressionante, mas vá logo pois está derretendo.... tudo por conta do aquecimento global....

      Subir a montanha (onde tem esqui) de teleferico e ver a paisagem de lá.

      Sentar no topo de um morro careca e ficar apreciando as curvas do rio Athabasca mansinho, com uns mooses na agua....

      Visitar o Le Lac Beauvert, maravilha de lindo, a foto embaixo:

       

      000039A.jpg.d45095bd9ab5572a48572ea8b634cdc3.jpg

      •  
        • Obrigad@! 1
  30. Trilhas no litoral de SP: a boa do verão

    Aproveite as férias para fazer trekking pelas areias de Ilhabela ou pelas cachoeiras da rota Salesópolis-Boiçucanga

     

    Silvia Campos

     

    São Paulo - Sol, sombra e água fresca não faltam nas trilhas promovidas por operadoras de ecoturismo no litoral norte de São Paulo. Passeios como o das praias desertas, em Ubatuba, a 248 quilômetros da capital, combinam caminhadas à beira-mar com trechos de mata atlântica e mergulhos em lagoas de água doce. Outros roteiros, como a travessia de Salesópolis a Boiçucanga, em São Sebastião (a 245 quilômetros de São Paulo), incluem cachoeiras geladas - opção para lavar a alma no primeiro mês de 2007.

     

    “No verão, é gostoso estar ao lado da praia”, diz Márcio Pires, assessor de Marketing da Pisa Trekking. Do ponto de vista atlético, a estação nem é a melhor para o trekking: o calor pode até atrapalhar as caminhadas. Em dias ensolarados com poucos afazeres, no entanto, ninguém liga para isso. “As pessoas procuram as caminhadas no litoral durante o verão porque é quando tiram férias”, explica Lucia Pires Castanho Valente, diretora da operadora Harpyia.

     

    Para não sofrer com o calor, a dica é fazer passeios curtos - ou com várias paradas - e que não exijam muito esforço. Tudo no ritmo preguiçoso das férias. A vantagem é que as trilhas do litoral norte são cheias de lugares para se refrescar, como rios, cachoeiras, lagoas e, claro, o mar.

     

    EXUBERÂNCIA

     

    Suar um pouco nos roteiros pelas praias de São Sebastião, Ubatuba ou Ilhabela (a 234 quilômetros de São Paulo) tem recompensas que vão além de queimar os quilinhos adquiridos no Natal. A beleza das trilhas da região fez com que o assistente administrativo Aléssio Nunes, de 44 anos, repetisse várias vezes passeios como o das praias desertas de Ubatuba. “À beira-mar, as caminhadas são legais pela beleza e pela exuberância da paisagem”, afirma.

     

    Nunes achou fantásticas as Praias Figueira, Mansa, da Ponta Aguda e da Lagoa, trechos de areia branca quase intocados, com acesso somente de barco ou por trilha. As operadoras Cia. Nacional de Ecoturismo e Trilha da Aventura estão entre as que levam turistas para o programa de trekking em Ubatuba (veja acima).

     

    Em Ilhabela, a dica é a trilha no meio da mata atlântica até Bonete, ponto paradisíaco com areias claras. O local abriga a maior comunidade caiçara do arquipélago, com cerca de cem famílias, e também só é acessível por barco ou pela trilha de 15 quilômetros, que passa pelas Cachoeiras da Lage e do Areado. A Cia. Nacional de Ecoturismo tem um roteiro de quatro dias na ilha. Inclui acampamento e passeios nas Praias Vermelha, Mansa e dos Castelhanos.

     

    Uma opção mais curta são as trilhas de duas horas e meia a quatro horas do Tuim Parque, em Barra do Una. Inspirado em empreendimentos ecoturísticos da Costa Rica, o parque é um espaço voltado para a aventura na mata atlântica. Além de trilhas, tem passeios de caiaque e arvorismo. Para a prática de trekking, conta com a trilha do Poções, que margeia o Rio Pouso Alto, e a do Escorrega, que permite brincar de deslizar nas pedras lisas da Cachoeira do Escorrega.

     

    Uma aventura mais desafiante é o caminho pela Serra do Mar, de Salesópolis a Boiçucanga. A trilha é estreita e conta com 12 travessias de rios, além de 4 cachoeiras.

     

    Fonte: estadao.com.br

    •   


×
×
  • Criar Novo...