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  1. Olá pessoal !

     

    Queria saber se alguém aqui já usou um etrex com o cigarrette (aquele cabo pra ligar no acendedor de cigarros do carro).

     

    - qdo tem esse cabo é preciso ter pilhas ?

    - esse cabo carrega as pilhas (recarregáveis) ?

    - esse cabo economiza as pilhas (faz gastar menos pilhas) ?

     

    valeu !

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  70 mais
    2. Rodrigo e Gí

      Rodrigo e Gí

      ETREX 20

       

      Quero muito comprar esse GPS pois vou ao Paraguai em Maio. Por lá está U$ 196,00.

       

      Minhas dúvidas são duas:

       

      - Serve para navegar na cidade ? Pode-se colocar mapas urbanos ?

      - Funciona com a cigarrete (aquele cabo que se liga no acendedor de cigarros) ? Ou apenas pilhas ?

       

      É que quero um GPS que sirva para trilha e cidade.

       

      abraço

       

      Rodrigo

      •  
    3. gvogetta

      gvogetta

      Rodrigo,

       

       

      Repondendo às suas perguntas:

       

      1) Serve, mas é diferente de um navegador convencional veicular. Terá que acostumar com ele (não tem aquelas vozes sexys dizendo a você: vire aqui, faça isso, você chegou, etc...). E sim, pode-se colocar mapas urbanos nele, aliás, muito melhor que a maioria dos mapas para GPS automotivos em uso por aí: os do Projeto Tracksoource, desenvolvidos aqui no Brasil, por brasileiros. Mas terá que aprender a lidar com o aparelho e os softwares auxiliares antes, ok?! Não é algo "plug and play".

       

      2) Funciona com o acendedor de cigarros sim, mas terá que comprar um cabo de alimentação em separado que tenha o adaptador para uso no carro. Procure na loja onde comprar o aparelho, e não esqueça também de alguns outros acessórios úteis, como o suporte para painel veicular. Para trilhas, recomendo também comprar o mosquetão com trilho de encaixe no aparelho (carabiner clip - procure o modelo específico para os eTrex), e uma capa de proteção... Tudo vendido em separado. Vais gastar mais uns USD 40-50 nesses equipos extras. ::grr:: Mas te digo que valem a pena.

       

      Abraço!

      •  
    4. Rodrigo e Gí

      Rodrigo e Gí

      Legal, obrigado Getulio !!!

      •  
  2. Olá pessoal! Estamos montando tipo uma caravana para Cuzco, saindo de Rio Branco/AC em Janeiro/07 (entre os dias 3 e 10), pretendemos ir pela estrada do Pacifico. Acreditamos que em 2 dias (maximo) estaremos chegando em Cuzco. Quem quiser se aventurar junto com a gente é só entrar aqui. A idéia é irmos cada um no seu carro. Qualquer idéia será bem vindo. Grato a todos.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  6 mais
    2. Iole e Junior

      Iole e Junior

      Qual a data desta prevista para esta expedição

      •  
    3. tonymarle

      tonymarle

      Amigos a Estrada já está completa. Agora o Rally virou um gostosa aventura.

       

      Agora em set de 2011 estarei coordenando uma caravana, quem quiser ir maiores detalhes aqui--> http://peruviaacre.com/category/caravana

      •  
    4. Kerly Cherubini

      Kerly Cherubini

      eu e minha familia estamos querendo ir de Rio Branco para Cuzco/Machu Picchu/Aguas Calientes, de carro.

      gostaria de saber?

       

      tem posto de combustivel pelo percurso?

      Problemas com policia/fiscalização?

      Hotel? hospedaria? onde e preço.

      da para ir ate machu picchu de carro ou tem que ir de trem?

      da para comprar passagem para machu picchu na hora ou tenho que comprar antecipado?

       

      depois queremos ir até Arica no Chile para umas comprar. compensa?

       

      obrigada

       

      Kerly

      •  
  3. :roll::roll::roll:

     

    Galera a ideia é sair de Santa Catarina em direção ao Uruguai pelo litoral até Colonia Del Sacramento atravessar para Buenos Aires e depois voltar ao Brasil por Foz do Iguaçu em no máximo uns 12 dias

     

    Só pode participar carros cm mais de 30 anos de estrada

    Já estamos em cinco mas queremos uma grande caravana!!

    Alguem se candidata?

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  22 mais
    2. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Paulo

      Você tem os três ao mesmo tempo? Montou uma oficina? :mrgreen:

      Sou niveiro antigo, tive dois Willys e voltei pro Niva, mas agora trilha só a pé.

       

      Nino

      No fórum sobre o Uruguai deve ter bastante informação, dá uma pesquisada lá.

      •  
    3. nestinho

      nestinho

      valeu pela força ,Piacitelli.

      Nino pelo que pesquisei um tempo atraz no uruguai é onde a gasolina é mais cara ,nao tenho o valor ,mas é facil pesquisar.

      •  
    4. piacitelli

      piacitelli

      Otávio

       

      Oficina ou Museu? ahahahah

       

      Os 3 em casa. O Niva pretendo vender. O CJ nem pensar. Já o Fuqueta to em dúvida. A grana que dá não paga as pinga do final de semana. rs....

       

      Para o Fuqueta to com algumas opções. Uns 3 colegas loucos pra compra-lo, ou reformo ele botando um propulsor mais violento.....estou mais pra essa última...fazer alguma loucura nele. rs....

       

       

      Abração

      •  
  4. Alguem tem alguma dicas sobre boas pousadas em Porto de Galinhas , que nao sejam caras.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  163 mais
    2. Jannaina_TO

      Jannaina_TO

      Olá pessoal! Estou planejando ir a Porto de Galinhas na Semana santa! Passando em recife e olinda antes. Alguém estará por lá?

      •  
    3. Ric10

      Ric10

      Olá para quem interessar um Hostel bem legal em Porto de Galinhas é Che Lagarto, quarto compartilhado com ar, piscina, café mt bom, não é longe do Centro e tem o melhor preço 38,00, fiquei lá em set/2014 e estou voltando agora em março/2015. Para quem gosta de caminhar na praia como eu é tranquilo ir à Muro Alto caminhando, são 14 km ida e volta, vale a pena melhor praia, agua cristalina. Abraço...

      •  
    4. Vanessa Firmino

      Vanessa Firmino

      Pessoal, vou passar minha lua de mel em PG, dos dias 26 de maio a 2 de junho. É uma época q chove muito por lá? E ficaremos no Summerville Resort, alguém sabe me dizer se é realmente bom? Sei q a praia em frente não é própria para banho, mas segundo eles, é utilizada a praia a 200 metros para a esquerda do resort. Alguém pode me dar mais informações? Obrigada

      •  
  5. Pessoal,

     

    Imagino que o Skype seja uma boa maneira de fazer ligações internacionais pra telefone fixo aqui no Brasil... Queria saber se existem outras opções fáceis/baratas de ligar da NZ pra cá?

     

    Valeu

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  6 mais
    2. manobrito

      manobrito

      Tarifas abaixo de 2 cents? Anota aí:

       

      http://www.clonetwork.net ::otemo::

       

      http://www.vainow.com/cartao.html ::cool:::'>

       

      Mano ::ahhhh::

      •  
    3. nilo45

      nilo45

      eu uso a http://www.liguebrasilusa.com para ligacoes internacional tanto do Brasil ou do u.s.a a ligacao e otima

      •  
    4. cammy27

      cammy27

      Eu sempre uso KIwiCall (Ezy pay cards, recarregaveis em qualquer loja de conveniencia), quase tres horas para telefone fixo pra qualquer cidade com um cartao $10 e algumas cidades voce pode ateh ligar pra celular que dah no mesmo (nao incluindo Rio e Sao Paulo).

       

      Vale a pena tentar...

       

      Camila

      •  
  6. Diario 1 dia na fronteira

    R$220,00 VIAÇÃO ANDORINHAS

    Depois de 28 horas de viagem cheguei em puerto soares as 17 horas.

    Tudo para min era estranho.

    nao para o nosso amigo polones (Jaco)e o nativo Andersson

    chegando la o taxi nos cobrou 5 bolivianos para nos levar ao hotel luxuoso Bibosi.

    **

    o nosso amigo polones achou um absurdo cobrar 5 bolivianos que é igual a 1 real

    temtou baixar para 3 bolivianos mais nao conseguiu.

    logo em seguida veio outro taxi que nos cobrou 3 bolivianos.

    Logo penssei (se estivesse sozinho....)

    em 5 minutos chegamos ao bibosi a estadia nos custou 80 bolivianos

    oque seria quase 10 dolares.

    hotel que tinha piscina e tv a cabo.

    la era aonde ficava os artista da cidade.....

    --------------------------------------------------------------------

    2º dia 06/07/2006

     

    Todos acordaram cedo até a fronteira para caribar o passaporte.

    surpresa era dia da independência da bolivia.

    depois de pegar mais de 10 taxis hotel migraçao nada resolvido.

    nesse vai e vem fomos aonde estava os militares no desfile da idependencia.

     

    troquei de hotel fiquei no cochabanba 15 bolivianos pouco mais de 3 reais muito bom hotel.COLCHAO CONFORTAVEL VENTILADOR.BANHO QUENTE

    JA estava dando ate role em puerto quijarro.

    Embarque no trem da morte

     

    A Estação de trem abre 08:00 horas mais ja tem gente na fila.tudo tranquilo.recomendo jantar ante de proceguir viagem.

    a taxa de embarque custa 2 bolivianos.

    A velocidade do trem que poderia ser o treM da tartaruga nao chegava aos 60 km em determinados trechos a velocidade media era de 40 km.

    uma coisa interessante quando o trem chegava em determinadas estacoÊs.

    varios caes chegava junto aos vagoes em busca de comida.

    O TREm é importante para a sobrevivencia das comunidades que existem ao longo da via ferrea.passei por lugares muito pobres.ninguem entrava no trem para pedir esmola,mais dava para notas tinha muitas crianças senhoras fazendo de tudo para vende algum grude.

    Isso na classe pulman do trem a mais cara.

     

    O Penssamento do pessoal era esse

    "aonde eu fui me meter"

    O TREM É BOM NA CLASSE PULLMAN DA PRA SE TIRAR UM SONO.

    NAO TIVE POBLEMAS COM MOSQUITOS(LEVEI REPELENTE)

    A QUASER CERTO QUE A VIAGEM ATRASE.

    O TREM DA INUMERAS PARADAS.A PAISAGEM NAO É BOA.PASSA-SE NO MEIO DO PANTANAL SECO BOLIVIANO

    Chegando a santa cruz de la sierra

    lA PAZ NAO TEM NADA DE INTERESANTE.CHEGUEI EM LA PAZ DE MANHAM QUASE 12:00.

    A ESTAÇÃO E BASTANTE SEGURA. É BOM SE PREPARA UMA DUCHA CUSTA 2 BL

    E DA PRA JANTAR NA ESTAÇAO.

    A VIAGEM ATE LA PAZ É LONGA E REZE PARA O BUS NAO QUEBRAR NA SUBIDA.

    SE QUEIZER IR BEM COMFORTAVEL

     

    TEM A VIAÇÃO COPACABANA 100 A 150 BOLIVIANOS.

     

    GASTEI NO TOTAL 70 BOLIVIANOS 40 BL P/COCHABANBA.COCHABANBA 30 P/LA PAZ

     

    DURAÇAO DA VIAGEM ATE COPACABANA FOI DE 17 HORAS SE NAO QUEBRAR.

    A PARTI DA I QUE VOCE COMEÇA A VER S MONTANHAS GELADA COBERTAS DE NEVES

    CHEGANDO EM LA PAZ

    prA COMPLETAR A VIAGEM O BUS QUEBROU NO TOPO DA MONTANHA

    Ventava muito e no lado de fora do bus era um frizzer..muito gelado e tinha gente que morava nesse lugar terra de ningue durante a subida tinha reparado uma pessoa junto a um cachorro subindo aquela ladeira encrivel.

    Ficamos 3 horas parado no topo daquele lugar Inóspito.e sem previsao de quando a gente ia sair dali...

    ventava tanto que o onibus gigante balançava dava enjou por causa da altura,por causa de tudo.

     

    LA PAZ E UMA BELA CIDADE COM SUAS MONTANHAS COBERTA DE GELO

    TRANSITO CAOTICO.

    EM QUALQUER LUGAR QUE VOCE VA TEM UMA SUBIDA OU DESCIDA ENCRIVEL.

    LA PAZ ME PARECE ESTA DENTRO DE UM GIGANTESCO VA.....

     

    Destino copacabana-Lago titicara

    peguei uma van até o cemiterio 1 boliviano.

    e la peguei outra van ate copacabana 15 bolivianos.chegue na cidade a noite peguei a ultima van.as quase 15 horas cheguei la as quase 20:00 .

    quando se chega a uma cidade desconecida a sensação é de descomforto

    e insegurança.mais depois de um dia voce se sente avontade ja conhece os caminhos e as pessoas.copacabana tem uma historia muito bonita e uma catedral gigantesca.e um lago que parece o oceano.

    copacabana

    cidade bastante religiosa agradavel.esperimentei jantar algo mais nao consegui escolhi um bar que tinha uma comida horrivel.comiga de ontem frango resquentado...cidade boliviana,mais muito cara.geralmente que vai para cuzco passa por copacabana.uma pizza custa no minimo 20 bolivianos.

    e 5 min no siber cafe 5 bolivianos.

    em la paz 1 hora custa 2 a 3 boliviano.

    tem uma bela igreja no topo da cidade.

    com uma subiba encrivel,tem disposição.

     

    Destino cusco-MACHUPICCHU

    A Passagem até cuzco.comprei em copacabana.me custou 90 bolivianos...tinha outros preços mais decidi chegar em cuzco as 06 da manham a viagem foi tranquila.poderia ter gasto menos....

    no embarque conheçi um holandes que era fã de romario e rounaldinho etorcedo dp PSV.

     

    NO LONGO DA VIAGEM CONHECI MUITA GENTE FIZ AMIZADE COM UMA Californiana e etc.

    chequei em cusco na sexta feira bem de manhãn...

    a cidade tem uma infra estrutura bem melhor que la paz parecia que estava na europa.cidade com muitas catedrais muitas ruinas.

    a noite a praça das armas ferve de gente.muito artesanato e segurança nota 10..muitos teatros e etc....

    o melhor lugar

    de cusco peguei o trem e fui em direçaõ a machu picchu.

    depois de 04 horas cheguei a aguas calientes.

    UM TAXI CUSTA EM MEDIA 5 SOLES

     

    Depois de 04 horas de lindas paisagens chego a aguas caliente.

    Saindo da estaço existe a opção de se pegar um bus se nao me engano custa 10 ou 20 soles.

    mais preferi ir a pé mesmo caminhada em torno de 02 horas.

    ATÉ O município de Urubamba.QUE FICA AS RUINAS. No inicio é leve. tem um camping para quem quer passar mais uns dias.

    estava cansado mais nao sabia o percurso mais barra pessada foi a subida quase morri subir uma trilha com uma mochila com quase 20 kg nao e mole.....

     

    Aquilo é uma cidade gigantesca...muito grande se leva horas para explorar tem fonte de agua e etc é tudo organizado.

    So indo a machu picchu mesmo..e ainda tem yanu??? picchu.

    uma montanha ao lado. 02:30 da caminhada.....

    tem as pradas do sacrificio.o observatorio astronomico..

    fora os pedregulhos subir aquilo com uma mochila ´trabalhoso imagina com uma pegra de centenas de quilos...

    mais vale apenar ir...

     

    na volta subi ao monte chacaltaya mais isso é outra historia

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    1. Vladmir Tavares

      Vladmir Tavares

      Ae pessoal do site mochileiros e todos aqueles que estão querendo visitar a cidade de Machu Picchu, realmente vale a pena conhecer essa maravilha. Não posso deixar de mencionar a cidade de La Paz-BO e a própria Cuzco-PE, que também vale a pena conhecer, mas venho aqui deixar um alerta sobre alguns perrengues que eu, meus amigos, um casal de argentino e duas chilenas que conhecemos em Cuzco, passamos.

      Nossa trip começou dia 07/03/11 saindo de Corumbá-MS e terminou dia 13/03/11. Apesar de todos os sufocos passados na viagem (Trem da Morte, falta de informação nas rodoviárias e aeroportos da Bolívia e em Cuzco), nada se compara ao que passamos na volta de Machu Picchu no dia 10/03/11.

      Primeiro, começou na nossa chegada na rodoviária de Cuzco, quando uma senhora gordinha, baixinha, de fala rápida (não me recordo o nome dela) nos abordou, oferecendo hospedagem barata (S 15,00) e passeios à Machu Picchu, além de táxi grátis até o Hotel oferecido por ela. Aceitamos na hora. Chegando nesse Hotel de nome HOTEL SAGARNAGA (LEMBREM BEM DESSE NOME), fomos recebidos pelo marido dessa senhora que já nos aguardava, nos encaminhando rapidamente para nosso quarto. Até então, o atendimento estava sendo mais do que VIP. Como bons brasileiros que somos, ficamos ressabiados com tudo aquilo, mas, deixamos rolar. Passados alguns minutos, a tal senhora chegou ao hotel já nos oferecendo o passeio à Águas Calientes e Machu Picchu, por meio de uma agência de nome SAN BLAS (TAMBÉM LEMBREM BEM DESSE NOME), que funciona dentro do seu hotel. Acertamos ali mesmo, pagamos 120,00 dólares por pessoa para irmos às ruínas de Machu Picchu no outro dia cedo e retornarmos no dia posterior por volta das nove da noite.

      Na ida já ficamos preocupados com o estado de nossa van, os pneus de trás estavam TOTALMENTE CARECAS. Reclamamos com nosso motorista (Emerson) sob as condições dos pneus, esperando que, na volta, estariam melhores. Já na volta, depois de caminharmos a manhã toda e parte da tarde, embarcamos na van e vimos que o motorista apenas inverteu os pneus. Não deu outra, andamos cerca de duas horas, estourou o primeiro pneu, após trocado, andamos mais vinte minutos, estourou o outro. Resultado, ficamos no meio dos Andes, já quase anoitecendo abandonados a própria sorte.

      Falando em sorte, não posso deixar de agradecer o nosso guia FRED (não sei o nome completo dele, mas ele se apresentou por Fred, TAMBÉM GUARDEM BEM ESSE NOME) se não fosse ele, estaríamos todos mortos agora. Passado cerca de uma hora no meio dos Andes, o nosso motorista Emerson, contatou outra van branca da Mercedes que levava umas bikes para fazer downhill que estava em um vilarejo chamado Santa Maria.

      Embarcamos já a noite nessa van, sem percebermos que o motorista estava TOTALMENTE BÊBADO. Quando percebemos, pedimos insistentemente para ele parar, já que estávamos subindo uma os Andes, a noite, a 60km/h com um motorista chapado. Depois de muita discussão, a van parou e saltamos na hora. Já passados da meia noite, conseguimos carona em um ônibus de linha. Devia ter umas 60 pessoas nesse ônibus, a cena era digna de filme de terror e da máfia, homens e crianças deitadas no corredor do ônibus amontoados uns aos outros, um cheiro muito forte de coca misturado a outros odores, a argentina e uma chilena começaram a passar mal, estavam em pânico com a situação. Viajamos por cerca de 4 horas em pé, espremidos, até chegarmos em uma cidadezinha, onde pudemos pegar um taxi entre nove pessoas, contando com o motorista e nosso guia.

      Finalmente, chegamos em Cuzco já de dia, fomos direto para o hotel esfriar a cabeça e tentar descansar um pouco, já que não havia mais nada a fazer, a não ser agradecer a Deus por estarmos vivos. Descansamos um pouco e fomos falar com a dona do hotel que nos vendeu o tour, ela por sua vez, chamou uma mulher dizendo ser a responsável pela agencia, esta, se quer, deu atenção a nossa reclamação, dizendo apenas, em um tom debochado, que havíamos chegados sãos e salvos, não tendo o que fazer a respeito e nem ao que reclamarmos.

      Bom pessoal, espero que este meu relato possa alertar a todos que pretendem conhecer a cidade mágica de Machu Picchu a ficar longe desse hotel e dessa agência de turismo. Fiz a reclamação no sindicato das agências de turismos de Cuzco e na SUTRAN, que é o órgão responsável pela fiscalização das agências, ainda não obtive resposta, assim que tiver, informo a todos no site dos mochileiros. Independente de algum resultado das autoridades de Cuzco, temos a obrigação de usarmos a internet, principalmente sites como o mochileiros, para alertar outras pessoas, independentes da nacionalidade, sobre pessoas irresponsáveis como essas mulheres do HOTEL SAGARNAGA e da agência SAN BLAS em Cuzco.

      Fiquem longe desse lugar. Não deixem que essas pessoas desonestas ofusquem o brilho e a magia que a cidade de Cuzco e Machu Picchu possa lhes proporcionar e se possível, alertem outras pessoas sobre esses lugares. Obrigado. Vladmir Tavares Lima. Ps: enviei uma cópia desse relato para o Hotel Sagarnaga e para agência San Blas.

      •  
  7. Oi pessoal, gostaria de relatar minha última viagem, aqui no Brasil mesmo, para Gramado e Canela. Foi muito melhor do que imaginava, a cidade é linda, muito limpa e organizada, me senti na Europa! Peguei um avião Rio-Porto Alegre e a intenção inicial era alugar um carro para ir até Gramado, mas a burocracia na locadora foi tão grande que acabamos desistindo! foi a melhor coisa que aconteceu!! :)

    pegamos um taxi até a rodoviária e partimos de onibus mesmo, uma viagem tranquila, menos de 2horas... chegando em Gramado, para minha surpresa, a pousada que havia reservado era bem ao lado da rodoviária, Ares da Serra, uma gracinha, bem localizada e café da manhã delicioso, ótimo custo-benefício! depois foi só aproveitar os sete dias que passei na cidade, tudo a pé, ao passeios podem ser feitos todos através de agencias e o pessoal da pousada dá todas as dicas. aluguei carro apenas 1 dia, em Gramado mesmo para ir até Canela pois queria conhecer um parque que nenhuma agencia estava fazendo, o Alpen Park, acho que valeu a pena.

     

    outros passeios imperdíveis:

    maria fumaça e roteiros de agroturismo.

     

    to louca para voltar...

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    1. Mostrar comentários anteriores  34 mais
    2. Ivo.pe

      Ivo.pe

      Alguem indo agora na quinzena de junho?

      •  
    3. Fernando Cardoso Silveira

      Fernando Cardoso Silveira

      Boa tarde Povo.

       

      Estou indo pra gramado amanha e pelo que li e absorvi aqui do grupo, fiz essa lista de lugares que me interessam ir:

       

      Alpen Park Trenó (descida monorail)

      Alpen Park Montanha Russa

      Alpen Park Arvorismo + Tirolesa

      Alpen Park Tirolesa

      Snowland atrações

      El fuego restaurante

      O pasteleiro pastelaria

      Pataciuta restaurante/massas

      El piacere pizzaria

      Challet restaurante

      Maria Fumaça atrações

      Parque da ferradura atrações/paisagem

      Brasil Rafting Park Rafting

      Brasil Rafting Park Mini rating + tirolesa

      Brasil Rafting Park Rafting Noturno

      Brasil Rafting Park Canopy

      Brasil Rafting Park Tirolesa

      Canyon Itaimbezinho paisagem

      Vale da Ferradura paisagem

       

      Devo acrescentar algo, substituir algo, retirar algo? Nota que ficarei por lá 4 dias.

      •  
    4. Juliana Champi

      Juliana Champi

      Oi Fernando, tudo bem??

      Não sei se ainda dá tempo de te sugerir alguma coisa, mas estas coisas todas não cabem em quatro dias, pois a maioria leva o dia todo.

       

      Tá viajando com criança? O Snowland é bem fraco pra adulto... Alpen Park tb não animei.

      Itaimbezinho fica no Parque nacional dos Aparados da Serra, é longinho de Gramado e leva no mínimo o dia todo.

       

      Parque da Ferradura tb gasta o dia todo.

       

      Restaurantes... se vc tiver paciência pra ficar esperando de pé no Pastasciutta... eu não tive, rs. Tem vários bons e vários muito ruins. Enfim.

       

      Tem várias outras coisas legais pra fazer, talvez vc tenha visto e não tenha se interessado, mas eu recomendo o Parque do Caracol, Parque de Lavanda, o templo budista na cidade de Três Coroas, as vinícolas de Bento Gonçalves (e não a Maria Fumaça que é cara e meio fake pelo que li, rs), mas enfim, gosto é gosto.

       

      Boa viagem!

      Se ainda der tempo, segue meu relato de lá deste ano: adorada-serra-catarinense-serra-gaucha-e-um-frio-de-rachar-3500km-de-carro-com-crianca-pelos-3-estados-do-sul-t131346.html

      •  
  8. Estarei indo para Arraial d'Ajuda e gostaria de que me indicassem pousadas bem baratas, não precisa ter luxo, e tambem estarei indo sozinho, não tem problema em pagar quarto de casal.

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    1. Mostrar comentários anteriores  185 mais
    2. Rodrigo Paulista

      Rodrigo Paulista

      Olá, em Arraial existem vários passeios. Destaco Praia do Espelho e Caraívas. Imperdível. Detalhe, vá a Praia do Espelho com a maré baixa, pois formam piscinas naturais e com dinheiro, pois o sinal de internet é ruim e as maquinetas de cartão quase sempre estão inoperantes. Outro passeio bacana é fazer o mergulho com cilindro em Recife de Fora. Se você vai ficar em Arraial, não tem problemas. Os passeios é interessante você contratar sim, para maior tranquilidade. Caminhar nas praias de Arraial é tranquilo. Agora ir até Trancoso pela praia é uma longa caminhada e dependendo do Sol, exaustiva. Esqueça contratar guia. Procure a Arraial Trip Tur, fica na rua do Mucugê em Arraial. Empresa séria. Procure Por Paulo, Charles ou Luciana e fale que foi indicação minha - Rodrigo da Fragata.

      Em relação ao seu voo, a Balsa passa a funcionar depois da 0 hora, de 1 em 1 hora. Portanto procure sair com boa antecedência. Tens vans do centro de Arraial para a balsa tranquilo. Faz a travessia e já pega um táxi. É tranquilo.

       

      Cuidados:

       

      - Celular. É muito visado.

      - Câmeras fotográficas também.

      - Não ande a noite pela praia sozinha, não é seguro. Preferível andar acompanhada.

       

      Em todo lugar tem que ficar ligado, claro. Mas Arraial e Porto já não escapam mais também ;)

       

      Qualquer dúvida, só falar.

      •  
    3. Juh Almeida

      Juh Almeida

      Olá Rodrigo! Muito obrigada pelas dicas, todas anotadas ::otemo::

      •  
    4. guihsilva_

      guihsilva_

      Olá estou me mudando pra arraial da ajuda com pouco dinheiro e só as malas e meu cachorro. Gostaria de saber como faço pra empregos e moradia la porque não consigo nada pela internet. Por favor me ajudem

      •  
  9. Pessoal, em janeiro de 2007 pretendo sair de Natal e conhecer o sul do Maranhão (chapada das Mesas) e os arredores, ou seja, um pouco do Tocantins. Quem poder me passar informações quanto a melhor percurso, pontos importantes para conhecer, pousadas, camping, e idéia de quanto tempo será necessário para toda esta viagem ficarei bastante grato.

     

    sds.

    Janildobr

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    1. janildobr

      janildobr

      Já fiz o planejamento para o percurso de ida. Irei iniciar a viagem na primeira semana de janeiro de 2006 com o seguinte roteiro: Natal- RN / Parelhas-RN/ Picos-PB/ Triunfo-PE/Balsas-Ma/Riação-MA/Carolina-MA/Filadélfia-TO. Irei sem pressa e curtindo os locais. Quem tiver dica neste roteiro será de bastante utilidade. Como também, indicar lugares que eu e familia possa conhecer na volta.

       

      sds.

      Janildobr.

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    2. filipebond

      filipebond

      Oi Amigo,

       

      Olha... uma ótima opção de ficar lá em triunfo-PE é a pousada baixa verde

      Pousada Baixa Verde

      http://www.baixaverdetriunfo.hpg.ig.com.br/

      --------------------------------------------------------------------------------

       

      La em triunfo não deixe de conhecer as cachoeiras, dentre elas a mais bonita é a cachoeira do pina.

       

       

       

      abraço,

      Filipe BOND

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  10. Salve,

    Em Fev/2007 pretendo embarcar uma moto comigo de Porto Velho/RO até Manaus pelo Rio Madeira. Busco informações quanto preço do transporte (moto+passageiro), horários de embarque, duração da viagem, desembarque, ou dicas em geral. Se alguém já fez isso ou é da região e souber de algo, ficarei grato. Esta é uma etapa da grande volta que farei de moto pela Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia até retornar à Florianópolis.

     

    Um abraço,

     

    Doemer.

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    1. Mostrar comentários anteriores  34 mais
    2. Paulo Ricardo Aiello

      Paulo Ricardo Aiello

      Boa noite!

       

      Acabei de fazer essa viagem e preciso dizer que é incrível! O barco saiu Sábado uma da tarde e chegamos na Terça sete da manhã. Paguei 150 reais mas soube de gente que pagou 130 ou até 120. Viajei num barco pequeno, carregado com toneladas de tomates, soja e batatas nos dois andares de baixo e fomos umas trinta e cinco pessoas muito apertadas em redes na área de cima. Não há conforto! A rede eu comprei por vinte reais na agência aonde comprei a passagem no porto mas pode-se comprá-la por uns doze reais em mercados mais afastados do porto. Achei a viagem incrível primeiro pelo visual da floresta e do Rio Madeira. Foi emocionante sentir o ventinho no rosto olhando aquele mundão de água marrom cercado de selva! Outra coisa que muito me agradou foi a interação com o povo local que na minha viagem foi grande maioria. Ficamos todos presos no barco e não havia outra opção a não ser interagir! Ouvi falar que em barcos maiores, há uns em que viajam uns cem passageiros eu creio, há muitos casos de roubos então talvez seja melhor viajar nos menores. Eles navegam mais rápido também.

      Outra dica que eu posso dar é que pude dormir duas noites no barco enquanto ele ainda estava parado no porto sendo carregado. Cheguei em Porto Velho na Quinta fiquei no barco até ele sair no Sábado. Não sei se dei sorte ou se se pode fazer isso sempre, mas vale tentar, economizei uma grana de estadia.

      A experiência foi encantadora para mim. Conheci um austríaco que pirou com todo o clima do barco e já em Manaus sentia saudades e ansiava pela próxima viagem de barco num português muito bem falado: "Ah, eu quero viajar de barco de novo!"

      •  
    3. Zekarlu

      Zekarlu

      Pessoal!

      Alguém já embarcou uma moto de Porto Velho para Manaus?

      É seguro ou é melhor viajar junto com ela? É que pretendo despachar a moto e seguir

      de avião, encontrar minha espôsa e aguardar a moto chegar em Manaus e aproveitando esses dias na Capital do Amazonas.

      Abraço,

      Zekarlú

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    4. Leandree

      Leandree

      Tenho uma dúvida....

       

      Pretendo ir a Porto velho em agosto de 2017 e de lá seguir para Manaus de barco. A navegação entre manaus e PV ocorre normalmente no período de seca ? Já aconteceu da rota ser suspensa nesta época?

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  11. Boa TArde!!!

     

     

    Estou pesquisando escolas e a mais barata sem dúvida é a UK school of London, porém não tem representantes no Brasil e é necessário aplicar via internet e fazer o pagamento com tranferência bancária.

     

    Alguém conhece esta escola? sabe se é boa e em que zona fica?? Segue abaixo o link da escola:

     

    http://www.uk-school-of-english.com/

     

     

    Abraços!

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    1. Mostrar comentários anteriores  80 mais
    2. Taileah

      Taileah

      Oi, Juliana.

       

      Eu vi com a STB pq foi oque me indicaram. As duas líderes no mercado aqui são a CI e a STB. Mas várias pessoas já me disseram que não indicariam a CI, então já descartei a mesma. Ñ pensei em procurar uma agência menor por receio, devido a isso que te falei msm..pensei que se até c/ a CI o pessoal teve problema (falta de orientação, família que ñ tratava bem a pessoa e etc), quem diria as menos conhecidas. Mas posso estar enganada qto à isso, afinal nem smp as líderes do mercado são as melhores.

       

      Mas agora estou pensando seriamente em ir por conta msm, sai bem + barato! De repente dá até p/ ficar + tempo lá.

       

      Vc fechou c/ alguma agência?

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    3. jefcsouza

      jefcsouza

      Oi Pessoal, vamos reativar esse tópico com informações atuais :D

       

      Estou querendo viajar esse ano para Londres para estudar inglês, alguma indicação de escolas, fiquei atraído pelos valores da English Studio e Sprachcaffe, alguém conhece alguma delas? E em relação a moradia alguma dica de como fugir das caras acomodações sugeridas pelas escolas? Pensei em pesquisar no AirBnb, o que acham?

       

      Muito obrigado por qualquer ajuda! ::otemo::

      •  
    4. maristela valerio

      maristela valerio

      O que achou da escola EC ROdrigo?

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  12. Where the Hell is Matt? - O Mochileiro dançarino doidão!

     

     

    Ele viajou o mundo inteiro com sua dança maluca e agora o mundo todo está dançando com ele. Quem é ele? O nome da figura é Matt Harding!

     

     

     

    Se você ainda não o conhece, confira abaixo o vídeo do mochileiro dançarino doidão e de seus seguidores: :lol::lol:

     

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    1. Mostrar comentários anteriores  35 mais
    2. Júnia Pimenta

      Júnia Pimenta

      pronto...o vídeo já está no ar....( e pasmem....foram quase 500.000 acessos em um dia!!!!!!!!!!!)

       

      http://br.youtube.com/watch?v=zlfKdbWwruY

       

      enjoy! JP

      •  
    3. Gabriel_lost

      Gabriel_lost

      Sátira do Matt:

       

      Where The Hell Is Matt 2008? - Horror Version

      http://br.video.yahoo.com/watch/2983784/8548654

      •  
    4. Silnei

      Silnei

      O melhor de todos é esse aqui :

       

      http://br.youtube.com/watch?v=ECoMe8IM3RU

       

       

      :lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol:

      •  
  13. Do aeroporto à rodoviaria de Campo Grande?

    Oi gente, algém pode informar se é longe e como é melhor pra fazer esse percurso? o taxi sai muito caro? A idéia seria chegar em Campo Grande às 22:45 (de avião) e Pegar o ônibus pra Corumbá 1:05 da madruga.

     

    agradeço desde já.

     

    Abraços Maurício.

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    1. Mostrar comentários anteriores  98 mais
    2. Juliana.r

      Juliana.r

      Pessoal, estou indo para a Fazenda San Francisco (Pantanal/Bonito) na semana que vem com mais 3 amigos e queria indicação de transporte do aeroporto até a Fazenda.

      Pesquisei algumas empresas de transporte mas estão cobrando R$ 450,00 por cada trecho... Fica mais barato alugar um carro!!!

      Alguém tem alguma dica? Chego no sábado de manhã e volto terça à tarde.

      •  
    3. D FABIANO

      D FABIANO

      O onibus viação andorinha que vai a corumba para na entrada.

      Só combinar de eles, da fazenda, irem te esperar.

      •  
    4. Juliana.r

      Juliana.r

      Obrigada!

      •  
  14. Olá pessoal!

     

    Eu tive muita ajuda de pessoas desconhecidas aqui quando resolvi perambular pelo mundo. Portanto agora é a minha hora de ajudar, ainda que minimamente com humildes dicas e percepções.

     

    Moro na Nova Zelândia há mais de 4 anos e passei por todo o processo de um imigrante: cheguei como turista para mochilar e acabei gostando do país. Consegui o patrocínio para o visto de trabalho, posteriormente a residência e hoje abri a uma empresa no país, com muito suor. Senti na pele toda a agonia de vistos e afins, portanto entendo todas as dúvidas do pessoal que está saindo do Brasil.

     

    Se tiverem dúvidas com relação a vida aqui, ou mesmo sobre viagens e educação na Nova Zelândia, é só gritar.

     

    Coloquei meu relato de viagem sobre as geleiras e muitas outras pelos países que já passei. Se quiserem dar uma conferida, seja bem vindo.

     

    Forte abraço

     

    Cultura não se disgute. Se aceita!

     

    Mary Rocha

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    2. lobo_solitário

      lobo_solitário

      Em 29/12/2017 em 17:02, Patricia Senatore Grillo disse:

      Olá, pessoal!

      Vocês que foram pra NZ, como fizeram com o câmbio? Levaram NZD daqui? Sabem se é mais esquema levar USD e trocar direto lá? 

      @FranciscoRJ , aproveitando, qual foi o gasto aproximado que você teve com o aluguel de carro? Você tirou a PID aqui antes de embarcar, certo?

      Olá @Patricia Senatore Grillo 

      Quando eu fui já levei alguns dólares NZD daqui. Pra fazer o câmbio lá você terá mais facilidade usando dólares americanos. Pra falar a verdade não me recordo de ter encontrado locais que cambiavam o Real. Outra opção que você tem é usar seu cartão de débito e sacar no caixa eletrônico na moeda local, porém tem q ficar atenta às taxas que são cobradas. Se escolher essa opção tente sacar o máximo possível para nao ter que ficar pagando várias vezes as mesmas taxas de saque + IOF.

      •  
    3. bra_carioca

      bra_carioca

      Em 24/11/2017 em 16:04, Priscila A disse:

      @Pedro Cerqueira

      Olá

       Fiquei 18 dias na New Zealand, voltei dia 6 de novembro 2017, o que posso te dizer com certeza é que a NZ é incrível, a única coisa que me arrependo é de não ter ficado mais dias rs.

      Acho que a primeira coisa é definir o objetivo.
      Qual é seu foco? Natureza? Esportes radicais? Cultura?
      Pretende conhecer as duas ilhas? Se sim precisará de mais tempo.
      Pretende pegar bus? Alugar carro? Pedir carona? (isso tudo é bom definir ou ter uma idéia, pra saber quanto tempo precisará, por exemploÇ na ilha sul, normalmente o onibus entre as cidades saí uma vez por dia apenas)


      Vou compartilhar a minha experiência, ainda ta beeeem fresco na memória hehe.
      Fui sozinha, então optei por ficar em hostel e viajar de bus para conhecer pessoas.
      Meu foco era natureza, trilha e aventura na ILHA SUL, eu dei uma pesquisada e fui apenas com quatro coisas definidas:
      1 - As duas primeiras noites no hostel de Auckland - Haka Lodge (Peguei um quarto pra 20 pessoas. Adorei as camas tem cortininha e o banheiro comunitário super limpo, mas achei meio longe).
      2 - O segundo dia o passeio para Hobitton em MataMata (Fechei pelo site da própria intercity, se fechar por alguma agência local, o preço é bem parecido)
      3 - A passagem de avião para Queenstown
      4 - A primeira noite no hostel em Queenstown (Nomads - peguei um quarto para 6 pessoas com banheiro dentro do quarto, adorei, além de ter o próprio banheiro, quarto com menos pessoas é mais fácil pra fazer amizade, o banheiro comunitário achei meio sujo, a localização excelente).

      TODO o resto eu fechei lá mesmo.
      Na maior parte das cidade da NZ tem centros de ajuda ao visitante chamado ISITE, lá há centenas de panfletos com sugestões de passeios, e por lá você pode pesquisar e também comprar passagem de bus (Intercity) entre as cidades e também fechar hostel.

      Dependendo do mês que você vai, é necessário fechar passeios e hostels com dias e até semanas de antescedência, no verão e no inverno a NZ bomba, se não tiver acomodação e passeio definido, pode ser que não consiga na hora (essa informação foi o povo local que me passou).
       
      No primeiro dia em Auckland eu peguei o ferry boat até a ilha de Waiheke e optei por fazer o Zipline que são 3 tirolesas, é legalzinho mas não é suuper aventura, nem dá medo, a ilha é linda, tem mais opções por lá, vinhedos e tem que perguntar no quiosque no porto, pra ver outras opções e outras ilhas.

      No segundo dia fui para Hobbiton, sou fã do Senhor dos Aneis então pra mim era um "must do" amei, é incrível.

      No terceiro dia fui para Queentown e quase que desisti de ir para outras cidades hehe, é meio difícil de descrever rs, só sei que amei e pra mim é a cidade mais linda e legal que eu já vistiei rs, todas as pessoas que eu conheci na NZ concordaram que é a melhor cidade. Lá eu fiz a trilha de Queenstown Hills, a vista é linda S2!!!!!
      Em Queenstown você pode fazer Bungee Jump, tem vários o primeiro do mundo, o mais alto do mundo e tem uma outra empresa que faz no canyon, todos os lugares são lindos. Eu optei por fazer o Nevis Swing, o mais alto do mundo que fica ao lado do mais alto bungee jump do mundo (https://www.bungy.co.nz/queenstown/nevis/nevis-swing/?gclid=EAIaIQobChMInamK7dnX1wIVh7jACh1orA4BEAAYASAAEgIBYvD_BwE).
      Valor: 200 dolares, mais 100 dolares para as fotos e videos no pen drive, se você optar em fazer por exemplo o Bungee e Swing, consegue desconto fazendo os dois pelo Aj Heckett (a outra empresa eu não fiz).

      Ainda em Queenstown você pode fazer o paragliding e também o passeio de asa delta (eu não fiz pq o tempo não colaborou e o voo foi cancelado).
      Tem a lancha rápida, acho que são três empresas diferentes que fazem, elas andam em caminhos diferentes do lago e rio, e rola um pouco de emoção (nada de morrer de medo, mas é legal), vc escolhe de acordo com o que quer ver. Eu escolhi a Kjet só pq era mais barato 95 dolares.

      Luge - esse é bem divertido, tipo um carrinho de rolemã, vc pega o teleférico (Gondola) até o topo da montanha, (é legal ir com uma turma), e pode escolher se quer ir apenas uma vez, várias vezes, fui com dois caras que conheci no hostel e escolhemos duas vezes, uma em cada pista, a segunda pista é mais rápida, beeem legal, a vista é TOP (https://www.youtube.com/watch?v=pXNE-HFn5hc).

      Quadricículo - Eu fiz pela empresa OFFROAD, ele fica ao lado do Bungee e Swing mais alto, eu adorei, tem uma outra opção que é na montanha, como eu já havia feito a trilha de Queenstown Hills eu optei pelo OFFROAD.

      Há muitas outras opções em queentown, passeio de balão, helicoptero, mais trilhas tipo a Ben Lomond que é bem famosa e nível mais difícil, no ISITE ou mesmo nas agencias tem vários flyers com as atividades e também atividades em outras cidades. Nada é muito barato, mas na minha opinão compensou pois foram atividades diferentes.

      A partir de Queenstown fui para outras cidades.
      - MilfordSound - passeio de um dia, lá você anda de barco no mar da Tasmania o meio dos Fiordes, tem cachoeiras no meio das montanhas, e só o caminho de Queenstown até Milford Sound é incrível, muito lindo!

      - Glenorchy - aproximadamente 40 minutos de Queenstown - passeio de um dia, carro 4x4, esse passeio tem o foco de mostrar lugares que foi gravado o Senhor dos Aneis e conhecer um pouco da história dos bastidores do filme, a natureza é exuberante.

      - Wanaka - lá é legal tirar um ou dois dias, eu fiquei dois dias, fiz a trilha de Mt Iron, queria fazer a de Roys Peak, mas era a época que as ovelhas estão dando cria então fecharam a trilha. Fiz um passeio de 4x4, bem legal, fazenda particular, também com foco em ver alguns lugares que foi filmado o Senhor dos Aneis, mas mesmo se você não ligar pra isso, a natureza é maravilhosa e é possível ver outras faces do Lake Wannaka, dar comida para as ovelhas e alpacas S2.
      Em Wanaka tem kayak e outras trilhas também, o ISITE fica na frente do ponto do bus então é fácil.  Fiquei no Base Hostel, ótima localização, bem limpo.

      - Franz Josef - cidade com 300 habitantes, acho que hoje eu não colocaria no meu roteiro. Eu queria fazer o Heli Hike, achei que não compensou muito, você pega o helicoptero até uma parte da montanha que tem gelo e lá você fica andando com o guia, é legal, mas não tem neve, só gelo, pode ser que isso mude com a época do ano, como era primavera minha visão foi essa, conversei com outros dois gringos que também esperavam mais, não vimos grutas de gelo, só gelo. Em Franz Josef chove 200 dias por ano, então pode ser que chegue lá e não consiga fazer o passeio de helicoptero, talvez compense mais fazer em Mt Cook ou mesmo em Queentown. Um dia eu peguei tempo fechado, com nuvens, optei por fazer o kayak no lago, eu adorei!!!!!!

      - Mt Cook - lindo maravilhoso, sonho! Um mini vilarejo com apenas dois hostels e dois hotéis e umas casinhas, não tem supermercado. Lá tem trilhas, a mais famosa é a HookerValey, e realmente é lindo o lugar, um dos meus favoritos. Fiquei um dia, mas acho que pelo menos dois dias seria legal, pra fazer duas trilhas pelo menos.
      Eu fiquei no YHA, conversando com um pessoal depois, falaram que o outro hostel tinha café da manha e janta e era mais legal, não pesquisei rs.

      - Tekapo - O lago é incrível, depende da época do ano e do tempo a cor muda. Eu fiquei em um motel que tem uma parte de hostel ao lado do ponto de bus de frente para o lago, e do lado tem o supermercado, então a localização foi ótima, o hostel ok para uma única noite rs. Na cidade é legal visitar o Mt John Observatory na madrugada, eles te recebem com um chocolate quente hehe, te explicam sobre o universo, e é possível observar as estrelas, é um dos melhores lugares do mundo para observação de estrelas, eu adorei a experiência.

      É difícil dizer o que eu mais gostei, fiquei encantada com tudo, mas Mt Cook, Queenstown, Milford Sound acho que foram meus favoritos e Hobbiton tb é claro hehe.

      Outras infos:
      Hostel eu fechei pelo aplicativo do HOSTEL WORLD, mas se você for fora de época, da pra pesquisar por lá e fechar na hora que chegar no hostel, fica mais barato.
      Bus eu viajei apenas pela intercity, achei super organizado, eles possuem wifi no bus, o motorista conta um pouco sobre a história do lugar, faz paradas pra pontos legais pra fotos, no site tem dicas de rotas, preços e se comprar o passe com X horas saí mais barato do que fechar separadamente as viagens. http://intercity.co.nz/
      Muita gente viaja de carona, eu não tive coragem, mas disseram que é bem comum e seguro.
      Dizem que alugar carro é melhor pois fica livre pra ir a hora que quer e tudo mais, eu gostei de viajar de bus pois tive a oportunidade de fazer amizade.
      Peguei várias idéias pelo site oficial da NZ mesmo: https://www.newzealand.com/us/destinations/
      Na Nova Zelandia tem muuuito brasileiro, então a gente meio que se sente em casa hahaha.

      Espero que meus relatos ajude.

      Se quiser outras dicas e tiver perguntas chama aí. =)

      Ui! Que alívio!
      Não fui a Franz Josef por falta de tempo. Pelo que vi das fotos e vídeos, achei por bem cortar; pois não correspondiam aos meus anseios. E também li sobre esse passeio de helicóptero, as críticas negativas eram semelhantes a tua e bem contundentes, o que me deu mais argumento para cortar. 

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    4. bra_carioca

      bra_carioca

      Em 29/12/2017 em 17:02, Patricia Senatore Grillo disse:

      Olá, pessoal!

      Vocês que foram pra NZ, como fizeram com o câmbio? Levaram NZD daqui? Sabem se é mais esquema levar USD e trocar direto lá? 

      @FranciscoRJ , aproveitando, qual foi o gasto aproximado que você teve com o aluguel de carro? Você tirou a PID aqui antes de embarcar, certo?

      Como fiquei só 5 dias, paguei tudo no cartão. Aluguel de carro, supermercado, passeio turístico, hostel... até o ônibus do aeroporto de Queenstown a cidade, eu paguei no cartão de crédito pq comprei o voucher dentro do aeroporto. Custa o mesmo preço, se pagar direto ao motorista. Não reparei se o busão aceita cartão. Ah! Além disso, o dólar estava em queda na época. Saiu mais vantajoso comprar no cartão de crédito, mesmo pagando 6.38% de IOF.

      Eu optei por tirar a Permissão Internacional, custa um Duda e fica pronto em menos de 10 dias. Como viajo internacional, 2x ao ano, achei mais prático.
      Aluguei carro na SNAP Rental via rentalcars.com ou rentacar. Esses sites aí de locação. Sempre confundo. Gostei muito do serviço dessa SNAP. Não tive problema algum e preço foi mais em conta. 
      Agora, não me lembro se foi na Austrália ou na Nova Zelândia, que tem uns aparelhos telefônicos disponíveis próximo aos portões,onde vc disca o ramal e entra em contato com hotéis, locadoras... cada empresa tem um ramal. Achei prático, pq assim vc não precisa gastar seus créditos telefônicos. Acho que foi na Nova Zelândia pq na Austrália, eu tinha Sim Card local. Quase uma nativa kkkkkk.

      Foi assim:
      Dia 1 - cheguei de manhã em Queenstown  e sassariquei pela cidade a pé
      Dia 2 - passeio ao Milford Sound por agência local com parada de 1h em Te Anau
      Dia 3 - busão de Queenstown a Christchurch com parada no Lago Tekapo (acho que foram umas 2h de parada. Foi bem longa). Sassariquei a noite em Chistchurch a pé
      Dia 4 - vôo de madrugada a Auckland. Aluguei um carro e parti para Waitako. Já cheguei fazendo o passeio do Waitomo, o combo mais caro pra ver as larvas de barco e numa caverna. Acabou o passeio e já parti direto para Rotorua.
      Dia 5 - passei a manhã no Parque Kuirau. Levei muitas horas lá. E já parti para Auckland, pq queria passar em Devenport. Só que o trânsito de Auckland estava padrão SP, tudo parado. Daí, fiz o retorno, peguei mais trânsito e parti para o aeroporto. Melhor coisa que fiz, senão perderia o vôo de volta ao Brasil.
      Imperdíveis:  Rotorua e Waitomo. Achei o norte mais interessante do que o sul. Quem só puder fazer um lado por falta de tempo, ilha norte.

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  15. Para se chegar em Franz Josef, portal de entrada para as geleiras, voce tem o acesso pela magnifica Artur Pass. Eu sempre ouvi esse nome na recepcao do backpacker pelo qual eu trabalho e nos sites de estrada, mas nunca tinha me dado conta exatamente do que era. Artur Pass e uma passagem em direcao ao oeste da Nova Zelandia que muitas vezes no inverno e bloqueada por conta do excesso de neve.

     

    Tivemos sorte, o dia estava ensolarado e a estrada aberta. Quando voce se depara com as montanhas, e de impressionar. Altissimas, na ponta ou boa parte das montanhas, grandes massas de neve que mais parecem sorvete de creme derramado. A cidade, ou melhor dizendo a vila de Franz Josef e bem pequena, talvez 3 ruas com restaurantes e a empresa que faz o guia para as geleiras.

     

    No dia seguinte, depois de todo o aparato para o treccking proporcionado pela empresa, inclusive grampos para as botas o que faz com que voce fique estavel, comecamos a caminhada. E simplesmente de encher os olhos. Depois de quase uma hora andando pelas matas e rios voce se depara com aquela montanha branca.

     

    As geleiras, nada mais nada menos sao altas grandes massas de neve, gelo cristalizado e pedacos de rocha que se acumulam em grandes quantidades. As mais conhecidas sao no sul da Argentina e Chile, na Austria, e claro na Antartica e Groelandia que possui 90 % disso.

     

    O guia carrega uma especie de machadinha e vai formando os degraus para que voce chegue no topo da montanha. Alguns lugares sao acessiveis somente pelas cordas. Depois de passar por tuneis e cavernas de gelo de puro azul, voce volta e se depara com uma linda cachoeira no meio da mata. Espetacular.

     

    E cansativo, sao aproximadamente 8 horas de caminhada, 6 na geleira. Mas posso dizer que foi uma das coisas mais lindas que ja vi e depois do esforco senti minha alma renovada.

     

    A principal empresa operando e Franz Josef Gracier.

     

    Voce tambem tem a opcao de fazer de helicoptero. Eu fiz, mas ainda recomendo a caminhada. Voce se sente um graozinho diante daquela maravilha da natureza.

     

    Para conferir algumas fotos, de uma olhada no meu site.

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    2. cdrogerioliveira

      cdrogerioliveira

      Eu fiz um trekking de um dia só no Fox Glacier, bem perto de lá. Também foi demais! Só de colocar aquelas travas de ferro nas botas especiais para gelo já foi demais..e andar no meio daquele gelo todo naquelas paisagens super diferentes...valeu muito.

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    3. MiYa

      MiYa

      Em minha viagem à Patagônia Argentina, fiz 2 trekking em gelo: um no Perito Moreno e outro em El Chaltén. Estou indo p/ NZ no final do ano. Será que vale a pena fazer algum desses também ( Fox ou Franz Josef)? Alguém sabe me dizer se os trekking em gelo na NZ são tão emocionantes quanto os da Argentina?

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    4. DeaMetz

      DeaMetz

      Gente, estou muito na dúvida, Fox ou Franz Josef??? Vou em janeiro.

      •  
  16. [/b]E ai pessoal? to vontando ao Mochileiros.com depois de um tempo parado, agora a viagem é por aqui mesmo, Amazônia, Eu, Meu irmão (Ricardo) e meu primo (Lucas) estamos saido de Manaus no dia 15 de Dezembro agora, até Santarém-Pará, serão três Tornados, a primeira parada vai ser em Manicoré, depois em Humaitá, tudo pela 319, depois encontraremos ali em Humaitá-Amazonas a 230 até Rurópolis-Pará e logo a 163 até Santarém-Pará, serão aproximandamente 2.000 km em 4 ou 5 dias...

    alguem que conhece o trecho Manaus-Manicoré??

    E Manaus-Rorópolis, que ja tenha entrada naquele trecho a transamazônica??

    Agente agradesce os contatos e a troca de experiencias...

    Saudações a todos

    Artur Coimbra

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    2. Ramon Ribeiro

      Ramon Ribeiro

      Artur em relação aos mapas eu só comprei um da A.Central pela Amazon, porem não vejo necessidade disto, a gente consegue mapas nos locais que vai passando nos escritorios de atendimento ao turista, e eu levei um gps garmin V que não me deixou perder ( tem algumas falhas, pore o meu não estava atualizado) Tô querendo dividir a Africa em duas partes, pois nunca tenho muito tempo para as viagens, talvez fazer da A.do sul até o Egito e depois a costa do Atlântico entrando via Marrocos. Tô na fase do levantamento de custo e quem sabe um pequeno patrocinio. Com relação ao Alaska não tem segredo é só ter tempo e mandar ver, em relação a Colombia não tive nenhum problema, sempre fui muito bem atendido e não vi perigo em nenhuma parte que andei ( de Bogota em direção ao norte para a cidade de Cucuta divisa com a Venezuela), perigo tipo pessoal (ladrões),pois a estrada que andei tem cheiro de morte a toda curva e muitos malucos na direção ( uns 700 kms a uma altitude de mais ou menos 3000 ms). Os mapas que ví na internet são confiaveís pode planejar por eles que não dá muito furo. Quanto aos furos de pneu ,leve um tirepan, nuca precisei usar ( graças a Deus e meus anjos da guarda) o pessoal que teve que usar disse que resolve o problema momentaneamente. Use um pneu novo bem duro ,tipo pirelli, e com câmera par uso em motocross que é mais grossa, isto vai trazer um pouco mais de confiança. Boa viagem

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    3. Clesio R Pereira

      Clesio R Pereira

      [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20091106183228.jpg 500 375 Legenda da Foto]Caros amigos,eu e meu irmao Wesley,todo ano vamos de Manaus ate Humaita em setembro,sao duas Lander 250 Yamaha,esse ano a estrada estava otima,sem atoleiros,mas pra Manicore o maximo que vcs vao chegar e no entroncamento no KM 355 de la ate Manicore nao existe mais estrada,5KM a frente existe um grande rio e nao existe mais ponte.Pra vcs chegarem em Manicore,vcs vao ate Humaita,la vcs atravessam o rio Madeira e por la,vcs poderao ir em Manicore,Borba,Nova Olinda.Na epoca da viagem de vcs ja vai estar chovendo muito,e nao precisa levar 20 litros de gasolina,na cidade de Castanho no KM 100,vc completam os tanques e levam mais 10 litros,e o suficiente.BOA VIAGEM!!![/picturethis]

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    4. zuludnovo

      zuludnovo

      Olá, mt bacana os relatos q li aqui, galera me mudei pra Manaus a pouco tmp e ainda não conheço mt coisa por aqui, se possível gostaria de dicas e roteiros para pequenas viagem(fins de semana), e se houver alguem interessado em companhia para viajar tbm sera bem vindo.

      •  
  17. Pretendo fazer um mochilão na India e Nepal entre esses dias..se alguém estiver indo nesta época é só dar um toque!

     

    Ainda não sei ao certo o roteiro, ainda preciso dar uma boa lida no lonely planet e nas dicas que temos aqui, ainda bem!

     

    No demais, qualquer tipo de dica..sugestão..será de extrema utilidade. Sabem se é tranquilo viajar sozinho por aqueles cantos?

     

    E aquele negócio de contratar um local na trilha do nepal? sabem como é que funciona? O clima em janeiro lá é tranquilo?

     

    Valeu

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    1. Doug_Ju

      Doug_Ju

      olá hsaad

       

      boa sorte no planejamento da viagem...

       

      bem, janeiro não é um bom mês pro trekking no nepal pois é inverno e o clima de monsões lá é brabo. inverno + grandes altitudes = vixi!!!

       

      o hendrik e o stinkfoot já foram pra lá, eles pode te dizer com mais precisão..os caras são gente fina..

       

      até mais

      •  
    2. hsaad

      hsaad

      Valeu pela força doug!

       

      Fiz uma pesquisa na internet e acabei achando a seguinte informação sobre o nepal(http://www.manualdoturista.com.br/detalhes1.ASP?pesquisa=1172),que não sei se confere:

       

      - época de monções: em geral com início em junho e término em outubro

       

      KATMANDU- temperaturas médias

      Primavera (abril): mínima 4ºC / máxima 28º

      Verão (julho): mínima 18ºC / máxima 29ºC

      Outono (outubro): mínima 6ºC / máxima 27ºC

      Inverno (janeiro): mínima - 2Cº / máxima 18ºC

       

      Se for essa mesma a temperatura, será que existe algum tipo de problema específico da altitude com uma temperatura em torno de 0 graus?

      Nunca tive experiências com altitude, mas com baixas temperaturas em altitudes normais me sai tranquilo em budapeste com -12ºc .

       

      Bom valeu pelas dicas dos parceiros que já fizeram esta parte. Vou entrar em contato com eles, que aliás já passaram excelentes informações nos outros tópicos.

       

      Aproveitando deixo aqui mais um pedido de dica para os que já se aventuram na altitude do nepal: existe alguma recomendação básica, dica, etc. para amenizar os efeitos da altitude? Caso apareçam aquelas dores de cabeça, basta levar umas aspirinas?

       

      Valeu,

       

      Henrique

      msn: [email protected]

      •  
    3. Doug_Ju

      Doug_Ju

      e ai hssad

      pois entao, tem a monção de verão que traz chuvas e a monção de inverno q traz ventos frios e nevascas nas montanhas

       

      sobre a temperatura, katmandu é mais quente do que na trilha do everest porque está numa altitude bem menor

       

      não sei ao certo qual é a altitude de katmandu, mas o acampamento base do everest está a mais de 5mil metros

       

      e a cada mil metros de altitude, a temperatura diminui até 10 graus

       

      nunca fui ao nepal, pretendo ir no ano q vem. minhas experiência em altitude foram 2 vezes ao topo do monte fuji com minha esposa (3776m)

       

      bom, o principal para se acostumar com a altitude é ir bem devagar, mesmo se vc perceber q pode ir mais rápido ou caminhar por mais tempo num dia, vá com calma...

       

      se os efeitos da altitude estiverem muito forte, a solução é descer. se vc ficar ou continuar a subir, a coisa pode ficar feia...

       

      bom, vamos trocando infos...

      falou

      •  
  18. Gostaria de saber se existe algum tipo de curso para aprender a manipular os aparelho GPS. Aprender a fazer downloads na internet e inserir no aparelho GPS.

    •   
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    2. Pedro Silveira

      Pedro Silveira

      Amigo, apesar de ter quase tudo no manual, aqui vc aprende a se virar nas situações reais que sempre aparecem.

      =http://www."EDITADO"=

       

      Um abraço,

      Silveira

      •  
    3. lucci

      lucci

      Amigo, apesar de ter quase tudo no manual, aqui vc aprende a se virar nas situações reais que sempre aparecem.

      =http://www."EDITADO"=

       

      Um abraço,

      Silveira

       

      Só uma pergunta... por que o link foi editado?

      •  
    4. piacitelli

      piacitelli

      Luciano.

       

      O post é editado quando fere as regras de uso do mochileiros.com.

       

      Não sei exatamente o que houve nesse caso.Mas normalmente ocorre isso quando é postado um link contendo atividades comerciais.

       

      Abraços

      •  
  19. Olá pessoal!

     

    Partindo da Alemanha, eu e mais 3 amigos resolvemos fazer um mochilao pelos países bálticos e escandinávia (com excessao da Lituânia e Dinamarca).

     

    Na volta ainda passamos pela Franca.

     

    Os países bálticos que fomos foram Estônia e Letônia.

     

    Báltico e escandinávia marcaram por ter uma paisagem louca, muita festa e muuuuuuuita loira. Acho que o título do tópico deveria ser viagem à loirolândia.

     

    Aos que vao, aproveitem bem na Letônia e Estônia, pois na Suécia, Noruega e Finlândia tudo é absurdo de caro.

     

    A Letônia (Riga) teve o melhor hostel, só trabalha gata lá e ainda ganhamos cerveja. Tudo lá é barato e a mulherada (tirando os dentes) sao muito lindas. As paisagens sao bonitas mas, o país é meio feito, está em constante obras...

     

    A Estônia (Tallinn) foi o meu predileto, lá é tudo limpo, organizado, país bonito e a mulherada além de gatas (com bons dentes) sao muito receptivas. É um país barato também, recomendo sem medo!

     

    Na Finlândia pegamos muita festa e conhecemos muita gente. O povo de lá é muito receptivo aos brasileiros. Lá também só tinha loira gata. Fomos de trem com o scanrail até o norte (Lapônia) e chegamos a Rovaniemi, cidade da casa do "papai noel" e que cruza o círculo polar Ártico. Tudo lá era caro demais... Uma comparacao que posso fazer: O hostel que ficamos na Letônia custou 5,70 EUR. Uma cerveja na Finlândia custou 4,50 EUR. Ainda bem que compramos uma garrafa de vodka na Estônia!

     

    Atravessamos a Suécia e chegamos na Noruega. Se eu já estava achando a Finlândia cara demais, a Noruega é um assalto rs. Mas tudo bem, nao passei fome mas, comi McDonalds na escandinávia toda. A Noruega marcou muito, com certeza o país com as paisagens naturais mais bonitas. Aqueles "fiordes" me lembraram o filme Sr. dos Anéis. Um lugar absurdo de bonito mas, fica aqui o aviso: Se prepare e economize. Uma outra coisa sobre a Noruega: Tem bastante ruiva lá... Loira tbém mas, nem tanto...

     

    De vola para a Suécia, visitamos a capital e mais uma cidade (Uppsala). A Suécia é um país caro, bonito e com bastante loiras, muuito gatas mas, perdem em simpatia para Finlandesas e Estonianas. Lá conhecemos algumas baladas na faixa e aproveitamos demais o último país da Escandinávia.

     

    Por último, Paris, estava chovendo demais. Dormi numa Lan House pois na reservei hostel e meus amigos partiram cada um para um rumo.

     

    As fotos e mais detalhes:

    Se alguém quiser saber mais sobre a viagem, veja o site que fizemos:

    http://viagem.piranho.com

    •   
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    2. dunick

      dunick

      Dunick,

       

      Muito massa o relato. Pretendo fazer essa trip no final do ano também.

      Me diz uma coisa: O cara consegue se virar bem por esses países só falando inglês?

       

      Abraço,

      Felipe

       

      Sim, inglês é suficiente, principalmente na Escandinávia onde todos falam praticamente fluente.

       

      Abraços

      •  
    3. RodrigoCM

      RodrigoCM

      Olá Dunick, muito legal sua viagem. Você mencionou na página de suas viagens que vocês pegaram muitas baladas por lá, é possível verificar se tem baladas principalmente na FInlândia por aqui ou somente na hora? Vi que no fórum não tem muito falando sobre a noite na Europa e muito pouco sobre aquela região.

      Obrigado

      Abraços

      •  
    4. dunick

      dunick

      Olá Dunick, muito legal sua viagem. Você mencionou na página de suas viagens que vocês pegaram muitas baladas por lá, é possível verificar se tem baladas principalmente na FInlândia por aqui ou somente na hora? Vi que no fórum não tem muito falando sobre a noite na Europa e muito pouco sobre aquela região.

      Obrigado

      Abraços

       

      Oi Rodrigo, não me lembro o nome das baladas, mas em todas as grandes cidades, principalmente em Helsinki, Stockholm e Oslo tem uma série de opções. No báltico vale a pena questionar no hostel alguma que eles recomendam e sair em grupo, para não cair numa roubada.

      Não cito aqui neste tópico, mas fiz uma viagem Polonia - Lituânia (último país do báltico) e, neste último, fui na melhor disco que encontrei até hoje. Fica em Villnius (capital da Lituânia) e o nome da disco é Brodvėjus.

      Espero ter ajudado. Abrcs

      •  
  20. Olá, pessoal

     

    Estaremos abrindo um albergue em Manaus e queremos saber as preferências dos mochileiros. Vc pode ajudar respondendo : o que todo mochileiro gosta em um albergue e o que ele detesta!!

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    2. everaldo santos

      everaldo santos

      bom mochileiro estou construindo um hostel para poder servir voçes aki no (GUARUJA) pretendo terminar ate o final de ano e com serteza vou tentar colocar ar condicionado nos guartos uma area de jogos e um cafe da manha razoavel com almoço internet sala de TV ?e janta por translado nos lugares turistico e passeio de escuna ?? etc por um preço rasoavel apartir de R$20 a diaria ABRAÇOS e boa sorte pra todos ??

      •  
    3. Trota Nando O Ateu

      Trota Nando O Ateu

      Espaço entre as camas, um bom armário, se possível um espaço tipo um jardim, um Bar, ou churrasqueira para confraternização e conhecer as pessoas. TV dispenso se quiser assistir TV eu fico em casa ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4:: Detesto malas e mochilas espalhadas pelo chão e roupa pendurada em tudo quanto é canto principalmente de europeu fedorento q nem banho tomam ::lol4::::lol4::::lol4:: Se possível um lugar p lavar roupas e secar as mesmas. Agora o café da manhã tem que ser muito bom ::otemo::::otemo::::otemo::

      •  
    4. mariramalho

      mariramalho

      o básico pra mim é um ambiente limpo e com banheiros suficientes.

       

      acho que ninguém falou aqui sobre staff bilíngue. já fiquei em alguns albergues (às vezes nem tão baratos) onde a maior parte dos funcionários falava apenas a língua local.

      pode parecer supérfluo, mas você pode precisar de uma informação importante (em uma situação eu estava tentando avisar que tinham arrombado meu locker) e ficar falando pras paredes.

      •  
  21. Trekking de 22 dias no Nepal pela região do Everest

     

    Uma caminhada de 22 dias pelas montanhas Himalaias seguindo os passos de Edmund Hillary, desde de Jiri (Nepal), seguindo pelo acampamento base do Everest até Kala Pattar, a 6000m de altitude para captar o nascer do sol no Everest.

    •   
  22. Olá amigos,

     

    Tenho uma Yamaha Fazer 250, cujo pneu traseiro tem as seguintes medidas: 130/70 - 17. Estou pensando em trocar por um maior (150/70 - 17).

     

    Como está chegando a época de férias, pretendo fazer uma viagem longa, em torno de 1200 km até minha cidade natal.

     

    Gostaria de saber a opinião de vocês que tem experiência. Se vale apena trocar o pneu, quais seriam as vantagens e desvantagens que a troca traria, se a pilotagem fica muito diferente (porquê?), se aumentaria muito o consumo, esse tipo de coisa.

     

    Agradeço desde já.

    Atenciosamente, Leandro.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  8 mais
    2. IronPure

      IronPure

      esse negocio de "o engenheiro projetou" nao eh sempre valido. Pois mesmo para a fazer 250 acho que um pneu 130 ja eh bem grande, pois eh praticamente a medida do pneu da cbr450 que eh bem mais potente e tem mais torque. Para falar em numeros cabalisticos, a cagiva coloca em sua moto mito125 um pneu traseiro de medida 160 o que eh inacreditavel para um motorzinho de 125cc. Bem mesmo levando em conta que este motor gera 30cv, o pneu estrapola nas medidas.

       

      Trocar pneu de moto por um de tala maior é um risco, pois quando se troca o pneu é preciso levar em consideração a largura da roda. A moto com pneu mais largo tende a sair de lado e até dobrar quando mal calibrado. ao contrario do que sem pensa, ocorrer perda de aderencia devido a pouco bandagem em contato com o asfalto.

       

      No caso da Cagiva, a roda é projetada para aquele tipo de pneu, dai sem problema com relação a isso. Já a potencia para o penu é outra história.

      •  
    3. Francês1502430033

      Francês1502430033

      Apesar de ser um tópico antigo, resolvi postar para compartilhar minha experiência e afirmar que ao colocar um pneu maior e mais borrachudo na moto, você tem que estar preparado para lidar com pelo menos três situações:

       

      A primeira é o aumento considerável no consumo de combustível;

       

      A segunda, é o problema com a relação que se for boa, original, irá dar problema na metade da vida útil. Se não for de boa qualidade, pode preparar o bolso pois as trocas serão mais frequentes e os reapertos na corrente quase semanais;

       

      A terceira, é a diminuição da velocidade tanto para arrancadas quanto a velocidade final da moto que diminui bastante e gera certos riscos em ultrapassagens pois a moto passa a não responder da forma que respondia com os pneus originais.

       

      A minha moto era uma CG Sport 150 e como eu gostava de viajar e muitas vezes pegava estradas de terra e barro, quando chegou a hora de trocar o pneu traseiro, optei por um Duratraction da Pirelli, de bitola maior. Logo depois troquei o dianteiro também.

       

      A moto ficou muito bonita e espetacular tanto no asfalto quanto em estradas de terra, porém, tive que conviver com as situações descritas acima.

       

      Grande abraço a todos,

      •  
    4. sandrosiqueira

      sandrosiqueira

      Pneu original é o Original, sem palavras

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  23. E ai galera,

     

    To procurando um vilarejo na praia pra passar o reveillon na Paraíba. Tendo uma praia bonita e um forró quente a noite tá valendo. Alguém tem alguma dica? Ouvi falar de Jacumã. Alguém conhece?

     

    Valeu

    Marcelo

    •   
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    2. Fernanda Gotz

      Fernanda Gotz

      Gostaria da opinião de quem conhece a pousada do inglês.

      Vou pra Paraíba e estou em dúvida entre o hostel Manaira e a Pousada do Inglês.

      A pousada do inglês é mais próxima das principais praias que pretendo conhecer, mas não tenho referências dela, já o Manaira foi muito bem indicado

      •  
    3. lojudice

      lojudice

      A pousada do inglês eu não conheço, mas o Manaíra é um dos melhores hostels que eu já fiquei. Pousada nova, sossegada, super limpa e com um pessoal hiper simpático e atencioso.

      •  
    4. Fernanda Gotz

      Fernanda Gotz

      Na minha busca por informações sobre Paraíba e os albergues, encontrei um site bem bacana chamado HI Hostel TV, lá tem dois videos muito bons mostrando os principais pontos turísticos e mostrando o hostel pousada do inglês e Manaíra, por dentro e por fora.

      Foi ótimo pra esclarecer minhas dúvidas !

       

      http://www.hihosteltv.blogspot.com.br/p/paraiba.html

      •  
  24. Pessoal, sou um mochileiro de primeira viagem; andei lendo alguns tópicos e muitas das minhas dúvidas já foram sanadas, principalmente em relação as mochilas.

    Descartei a Nautika (que pelo preço já desconfiei da qualidade), a Trilhas e Rumos (que parece não ser muito melhor) e então fui até a Decatlhon onde vi esta Quechua.

    Como disse, sou de primeira viagem e não sei se terei muitas outras aventuras, mas de qualquer forma, seria uma mochila para viagens comuns também.

    Minhas dúvidas:

    - Quechua, é uma boa marca?

    - O modelo Quechua Symbiun 50 L a R$ 400,00, está na média ou devo procurar melhor?

    - 50 L: Para viagens de até uma semana, viagens convencionais, é um bom tamanho ou vale investir numa maiorzinha?

    - Qtdde de bolsos externos: Qto mais melhor ou poucos, para não ficar perdido?

    - Separadores internos, acesso por baixo, e demais perfumarias: Realmente perfumaria, ou extremamente necessário?

    No caso do acesso inferior, costuma dar problema de arrebentar e tudo parar no chão?

    - Alguma mochila tem capacidade para transportar a barraca, junto com a bagagem? Vocês carregam tudo dentro dela (colchão inflável, isolador termico, barraca e demais parafernalias)?

    Tipo de viagem no qual utilizaria... Montanhismo, praia e camping.

    Caso a Quechua não seja indicada, o que recomendariam?

    Ufa... desculpem o interrogatório, mas novato é assim mesmo!

    Abraços.

    big_80a1b3b91dcc4d00ba520b9e445b40ad.jpg

    •   
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    2. GuilhermeLAR

      GuilhermeLAR

      Será que essa Forclaz de 50L vai ser barrada como bagagem de mão aqui no Brasil e nas lowcost europeias?

      Ela estoura o limite na altura, que geralmente é de 55cm, já que tem 62cm. Dizem que até alguns cm é comum passar se não estiver muito cheia, será que é o caso dessa também?

      Foda que tá dificil de mais pra achar uma mochila interessante nessa faixa de 40L com tamanho ideal pra ser bagagem de mão e um preço atrativo. Melhor opção seria aquela Osprey Fairpoint 40 mas R$1000 em uma mochila é complicado, melhor até comprar lá fora.

      •  
    3. Rycher Rodrigues

      Rycher Rodrigues

      Vou passar 12 dias no Peru, teriam alguma pra me indicar de até 450 reais?
      Curti muito a Quechua Escape 50L, mas passa do meu orçamento, teria alguma parecida? Não precisa ser Quechua necessariamente.


      Valeu

      •  
    4. Gabriela Tavares

      Gabriela Tavares

      Parece que o modelo Forclaz 40L, que seria o tamanho ideal para passar como bagagem de mão, não é mais vendido no Brasil. Estive pensando em arriscar com a quechua 50L mesmo, mas os modelos de 40l e 30 l da quechua me pareceram uma boa opção; Só não gosto dessa abertura tipo saco. Gostaria que tivessem fecho frontal nela toda. Alguém usa uma dessas? Sabe me informar a qualidade? não preocupo tanto com capacidade, pois até 30l acredito que dá pra fazer viagens de até 10 dias, mas tenho escoliose e me preocupa a parte das costas e também a facilidade dos bolsos e abertura.

      https://www.decathlon.com.br/mochila-de-trilha-mh100-30-litros-preto/p

      https://www.decathlon.com.br/mochila-de-trilha-mh100-40-l-quechua/p

      https://www.decathlon.com.br/mochila-de-trekking-forclaz-50-litros-quechua/pspacer.png

       

      •  
  25. TRANSPETAR: TRAVESSIA CAVERNOSA NO VALE DO RIBEIRA

    Durante a Revolução de 32 foram muitos os refúgios serranos q os soldados constitucionalistas encontravam p/ escapar do cerco legalista. Por sua proximidade e terreno acidentado, o Vale do Ribeira (extremo sul de SP) tb teve a sua "trilha constitucionalista". Conhecida por garimpeiros desde o século 17, esta caminhada corta de norte a sul o PETAR, Pq Est Tur. do Alto Ribeira, criado justamente pra preservar esta região q concentra - alem da maior porção continua de Mata Atlântica do pais - um solo repleto de cavernas, q dão notoriedade ao parque. Assim, emendando c/ disposicao 4 dias puxados, é possível refazer este velho caminho e explorar as principais grutas da região. Uma caminhada q é ao mesmo tempo uma legitima viagem ao centro da Terra.

     

    RUMO AO CABOCLOS

    A noite no busao fora mal-dormida, por estar preocupado c/ o detalhe da descida no meio da noite. Mesmo orientando o motora a nos deixar no local mencionado não nos garantia q ele efetivamente o fizesse, razão pela qual às 3 da madruga (na parada em Guapiara, após Itapetininga e Capão Bonito) tive q ir junto c/ ele pra indicar-lhe o local de desembarque, o qual vagamente lembrava. E enqto o busao singrava lenta e sinuosamente aquela região montanhosa q faz parte do complexo da Serra de Paranapiacaba, a chuva fina caia, desanimando qq promessa de tempo bom. De repente, apenas pra animar, no espesso nevoeiro uma família de veados-mateiro atravessa a estrada molhada, e some no meio da mata!

    Enfim, eram 4 da madruga qdo deixamos o busao e pisamos no chão enlameado à beira do asfalto, no meio do nada e lugar nenhum, logo após a placa "PETAR - Núcleo Caboclos 16km". Estava totalmente escuro enqto víamos as luzes do coletivo se perderem na curva seguinte, sentido Apiaí, distante ainda 26km. Assim, eu, Rodrigo e Roberta arrumamos as mochilas e iniciamos a pernada de 16km por estrada de terra bem conservada q sai do asfalto (à esquerda), a antiga Estrada Mineradora Espírito Santo. O silencio da caminhada so era rompido pela conversa colocada em dia e pelos sons da mata, como arapongas, jacutingas e trinca-ferros; por sua vez, o breu total era parcialmente rompido pela headlamp do Rodrigo, mas principalmente por cintilantes vagalumes. A garoa cessara faz tempo, mas o ceu de nuvens grossas não era nada animador naquela quinta-feira de feriado.

    Após passarmos a ponte sobre o rio Temimina, as 5:30 (e 8km do asfalto) chegamos na guarita de entrada do parque, q estava fechada e sem sinal de gente naquele horario. Continuamos pela estrada, pois bastava apenas pular uma corrente q obstruía o caminho. 2km após a guarita chegamos no inicio da trilha pro conjunto de Cavernas Temimina, q sai da estrada (à esquerda) e ta sinalizado por uma discreta placa. Eram quase 6hrs e já amanhecia, portanto demos uma breve descansada ali no chão mesmo, alem de beliscar um lanchinho providencial como café-da-manha.

     

    PERNOITE NA TEMIMINA

    Meia hora após começamos a caminhada, adentrando em mata densa e umida por trilha semi-roçada. Logo já estávamos encharcados por conta da mata molhada q teimava em invadir o caminho, com sinais de pouco uso, pois "beijar" inconvenientes teias de aranha era bem comum. A necessidade de agachar, saltar ou simplesmente forçar passagem nos trechos onde a mata havia caído das encostas apenas tornava a empreitada + adrenada. Desta forma, contornamos a primeira montanha, em terreno sem desnível, ate alcançar um descampado de capinzal salpicado de araucarias solitárias. Aqui, uma bifurcacao sinalizada nos leva pra direita, pois pra esquerda chegaríamos ao Pq Intervales, ao norte. Logo, uma minúscula (e escorregadia) pinguela sobre um córrego é transposta, mas é aqui q levo um tombo cinematografico, prensando minha perna entre as toras cheias de limo da rústica ponte. Não fosse o Rodrigo me dar um help provavelmente estaria lá preso ate hoje.

    Entramos novamente na mata fechada (nordeste), inicialmente bordejando em leve inclinação a encosta esquerda da enorme serra q deveríamos transpor. Logo estamos no topo da mesma, mas por pouco tempo, pq logo depois vem a suave descida pela encosta direita, ao mesmo tempo em q a chuva comeca novamente a cair. Troncos caídos, queda de barreiras e muito mato caído na trilha apenas foram alguns dos obstáculos naturais a transpor. Apesar de termos ampla visao à nossa direita, o mau tempo impedia qq vista do Vale da Ilusão, q apenas nos reservava uma vista parcial das montanhas forradas de verde envoltas em denso nevoeiro.

    Após quase 1:30 de caminhada é q a descida, aos ziguezagues, torna-se mais ingreme, demandando mais cautela no chão molhado e escorregadio. A chuva engrossa e qq bambuzal mais denso, bananeiras ou folhas de palma (abundantes) nos servem de teto providencial, cada vez mais ansiosos pra chegar no nosso destino cavernoso. No final da descida alcançamos um terreno aberto de capinzal, transpomos vários córregos chafurdando na lama, e a trilha passa a fazer um arco p/ direita, se enfiando inicialmente entre palmas e bananeiras pra logo subir a encosta esquerda da montanha seguinte. A dúvida de estarmos de fato na trilha certa passou mais de uma vez na minha cabeça, ainda mais tendo em vista q estávamos totalmente ensopados naquele perrengue previsível. O mato invadindo a trilha fazia o resto do serviço: enqto os taquaruçús (um tipo de bambuzinho espinhento) rasgam minha bermuda, os lambe-papos (um mato grudento) se encarregam de nos arranhar vigirosamente da cintura pra cima.

    Passando por enormes blocos de rocha e finalmente chegamos numa clareira em meio a mata, no final da subida. Aqui há uma "trifurcação":a da direita leva na beira de um abismo de pedra; a da esquerda vai p/ Areados e Buenos; e a do meio é a q nos levaria a nosso destino. Assim, logo vem uma curta descida íngreme (e escorregadia) q nos toma um tempão, bordejando pela esquerda um enorme paredão rochoso. Enfim, as 9:30 chegamos na entrada da Temimina 1, pela qual descemos ao seu interior contornando algumas rochas com limo e chão escorregadio. A Temimina é literalmente a bat-caverna de tão grandiosa q é. Logo após a entrada temos um salão com paredões de quase 100m de altura e um jardim interno bem no trecho avistado de cima (o abismo), q não é nada mais q a enorme claraboia formada pelo desmoronamento do teto da caverna, de onde pende muita vegetação q lhe confere aspecto de jardim suspenso. Mais adiante, temos outro salão colossal igualmente iluminado naturalmente e c/ amplo chão plano e seco, q é onde jogamos as mochilas. A caverna termina num barranco íngreme q dá acesso a um rio subterrâneo, logo abaixo, em meio à visao da exuberante Mata Atlântica do entorno. Devidamente instalados, colocamos a roupa molhada pra secar nas saliências das paredes, comemos algo e ate fizemos um breve reconhecimento do local, mas o cansaço e a falta de sono fizeram mesmo q a gente esticasse os isolantes no chão de calcário e se encasulasse nos sacos de dormir, enqto a chuva insistia em cair la fora.

    Por volta das 12:30 a chuva deu uma trégua e aproveitamos p/ conhecer a Temimina 2, alem de buscar água. Voltamos à trilha e continuamos descendo forte por ela, em meio a mata abundante atraves de pedras ardilosas e muita lama. Em meia hora estamos no fundo do vale, e após uma breve subida alcançamos o chão plano q sinaliza a entrada da Temimina 2, onde há um amplo salão e um local plano pra bivaque, alem de enormes estalagmites e colunas q tornam o local majestoso. Explorar o interior da curta caverna não ta nos planos do casal R&R, pq a escalaminhada pelas pedras (lisas) os inibiu já de cara. Resta pra mim, lógico! Após este obstáculo, alcanço um terreno menos acidentado, e por entre varias formações rochosas e enormes estalagmites, finalmente chego num trecho q culmina num enorme e perigoso abismo, do lado do qual há muitas cavernas adjascentes q provavelmente devem dar nas mais incríveis galerias subterrâneas. Vontade pra ir la não falta, mas sozinho e sem equipo apropriado, sem chance. Assim, retorno à entrada da caverna, onde vamos buscar água 30m logo abaixo, à direita, onde o Rio Temimina ressurge após serpentear as entranhas da montanha, pra logo em seguida se enfiar novamente na pedra e aparecer + adiante com outro nome. Minha vontade era adentrar (como já fizera década atrás) pelo rio subterrâneo, com água nos joelhos e seguir adiante, passar pelo "chuveirinho" e alcançar a saída justamente na base do barranco da Temimina 1. Porem, o volume de água maior, a possibilidade iminente de chuva e a falta de cia novamente desestimularam meus desejos pessoais. Novamente o bom senso impondo rédeas à vontade de aventura. Nada mais prudente.

    Retornamos as 15hrs à Temimina 1 a tempo de não pegar a forte chuva q logo veio pra ficar. O resto do dia ficamos de bobeira, conversando, beliscando besteiras, jogando truco, etc.. Jantamos as 18hrs, e antes q a noite caísse me recolhi imediatamente no aconchegante saco de dormir. A sensação de se sentir como um típico homem pré-histórico, cozinhando e dormindo em abrigo sob pedra próximo a boca da gruta é fantastica! O casal R&R dormiu dentro da barraca, mesmo não havendo necessidade disso já q estávamos numa caverna. Dormi aquela noite tremendamente bem, sem nenhum intercedencia; já o Rodrigo disse ter dormido "por capítulos". Enqto isso, la fora a chuva parecia não ter fim.

     

    BIVACANDO NA DESMORONADA

    A manha seguinte acordamos as 5:30, tomamos café e arrumamos as coisas. Nosso lixo estava revirado, sinal q tivéramos visitas de algum roedor noturno. Felizmente apenas garoava la fora e, aproveitando esta brecha de "bom tempo", saimos as 7:15 dispostos a voltar pela mesma trilha do dia anterior. Incrivelmente, a volta fora mais rápida, apenas demorando um tempo extra nas pirambas lamacentas, q agora deveríamos subir; e na crista da serra pegamos uma cerração brava q tornou a umedecer nossas vestes. Assim, as 9:35 chegamos na clareira da bifurcacao pra Intervales, e meia hora depois alcançamos o inicio da trilha, junto à estrada principal q nos levaria ao camping propriamente dito, distante ainda 7km.

    Caminhamos pela estradinha modorrenta, serpenteando morros verdejantes, agora já sem sinal de chuva porem enevoado. As 11:30 e 5km depois, passamos pela entrada da trilha da Pescaria e Desmoronada (à esquerda, marcada por um portão de ferro), um pouco antes da casa do Seu Dito. Aqui me separo do casal R&R, q opta não continuar no perrengue e prefere o marasmo e sossego do camping, 2km logo adiante.

    Pois bem, entro pela larga trilha gramada em suave aclive, contornando a primeira montanha pela direita ate alcançar um casebre abandonado, onde tenho uma breve prosa c/ jovens da USP-Rio Claro q estudam pássaros da região. A picada, entao, sai discretamente da frente da casa (da porta, pra ser exato) descendo um barranco em meio a capim alto, e discretamente vai contornando um brejo após passar uma cerca farpada. Mas logo depois de uma plantação de bananas a trilha fica obvia, adentrando de vez na mata fechada, sentido nordeste. Caminho um bom tempo sem desnível algum, apenas agachando, pulando ou apenas desviando dos inúmeros troncos caídos, repletos de fungos e cogumelos. Alem disso, deve-se prestar atenção onde se pisa pq a presença de enormes caramujos e sapos cururus-chifrudos mimetizados na trilha é constante.

    Ao chegar no trecho onde enormes blocos escuros de pedra contrastam c/ o verde da mata, é q a trilha comeca a descer de vez. Inicialmente suave, a picada torna-se extremamente acentuada e, em ziguezagues escorregadios, perde-se quase 300m de altitude! As 13:15, e após muito descer, chego numa das entradas da Gruta Pescaria, à esquerda. Ainda descendo pela trilha, logo chego numa pequena bifurcacao, na qual a picada da direita nos leva por um costao rochoso ate a segunda entrada (a de baixo) da G. Pescaria, da qual sai um pequeno riacho. Há a possibilidade de entrar aqui, com água ate a cintura ate o final da caverna e dali se sobe, por rampas de pedras e quebra-corpos, ate a entrada de cima da gruta. Como já havia feito isso noutras ocasiões passei batido.

    Ainda na trilha principal e sempre descendo, alcanço finalmente o Vale do Rio Pescaria (q não é nada mais q o Temimina c/ outro nome), onde acompanhamos o rio pela margem esquerda, ora por trilha, ora pulando de pedra em pedra. Antes, porem, devido ao cansaço e principalmente ao clima quente e úmido, mandei ver um merecido tchibum no rio, as 13:30, alem de abastecer meu cantil pro pernoite. Retomando a trilha, as 14hrs chegamos numa clareira onde esta a entrada de baixo da Desmoronada, da qual sai boa parte do Rio Pescaria, mas a entrada principal obviamente não é esta. Da clareira, tomamos uma trilha q sobe a ingreme encosta à esquerda por quase 40m ate esbarrar num paredão rochoso, q devemos acompanhar pela direita. O ultimo trecho requer uma cuidadosa "escalaminhada" de 20m por rochas besuntadas de limo ate q finalmente, as 14:15, chego na entrada da Gruta Desmoronada. O portal de entrada é bem alto e c/ salões de dimensões diversas, onde abundam estalagmites, estalagtites, cortinas, colunas e travertinos enormes. Daqui já podemos avistar a outra entrada, outro salão enorme iluminado pela luz do sol, mas pra chegar la temos q contornar muitos espeleotemas e escalar muita rocha no escuro, numa rota circular. Demorei um tanto pra chegar la, mas fui recompensado c/ uma visao impressionante q lembrava uma catedral: um salão colossal de quase 100 por 70m, onde uma rampa larga dá acesso a uma clarabóia natural, repleta de blocos e espeleotemas tombados no chao, e onde uma enorme coluna liga o teto ao solo, q mais parece uma escultura barroca de tantos detalhes q possui. Alias, desta claraboia tem-se uma visao do cânion do Vale da Ilusão, q leva à caverna homônima, descoberta recentemente pelo CAP.

    Em seguida busquei um lugar decente pra me instalar, mas boa parte era alvo de goteiras, mas felizmente achei um protegido por uma rocha saliente sobe o chão de terra e calcário. Joguei a mochila no chão, estendi meu isolante e descansei um pouco. O resto do dia explorei os arredores, subi ate a clarabóia e/ou fiquei de bobeira apenas lendo, esperando a noite. Aproveitei a luz natural p/ jantar cedo, as 17hrs, e me recolhi logo depois, enqto a luz na entrada ia lentamente dando lugar ao pleno bréu. Curiosas guaxicas (mistura de gambá c/ lontra) tavam nos arredores mas não se aventuraram a fuxicar minhas coisas após algumas pedradas de aviso, embora o intruso ali fosse eu. Como a escuridão apressa o sono, dormi tranqüilamente toda a noite, embalado pelos sons de goteiras, rãs e da chuva q caia lá fora.

     

    ACAMPANDO NA CASA DE PEDRA

    Assim q clareou o interior da gruta, tomei café, arrumei minhas coisas e tomo o caminho de volta, as 6:30hrs. Escalaminho ate a boca da caverna e, cautelosamente, desço o lance de pedras lisas pra depois levar vários capotes no trecho íngreme de chão escorregadio (e forrado de folhas lisas) ate a clareira. Na volta, ladeando o rio havia muitas arvores e bromélias tombadas. Mas dureza mesmo foi encarar a subida íngreme e interminável q consumiu um bom tempo e me deixou suando em bicas. Cheguei no casebre abandonado e na estrada por volta das 8:40. Dali segui ate o camping por quase 1,5km, não sem recusar a carona de moto c/ um dos guardas do parque e pagar as devidas taxas.

    O Núcleo Caboclos foi a primeira sede do Petar e localiza-se no coração do parque, e por incrível q pareça é menos visitado em fcao da rusticidade e ausencia de infra, tanto q havia poucas barracas por lá. Reencontrei o casal R&R, q depois de visitar algumas cavernas retornaria pra sampa. Fiquei ali ate as 10hrs, esperando a garoa passar, descansando e conversando c/ o pessoal de la, principalmente Seu Ernesto, um senhor de boa prosa contando muitos causos da região, principalmente de gente q se perde.

    Retomei a pernada pela estrada de terra q viera, sentido o bairro do Espírito Santo. No caminho, uma igrejinha solitária indica q cultos aconteçam ali esporadicamente. Sigo na estrada por um tempo e tomo à esquerda numa bifurcacao, adentrando nas encostas da Serra do Mundeo (ou dos Caboclos) q vai dar após outro tanto de tempo, numa antiga pedreira desativada. Daqui parte uma trilha obvia (e lamacenta) q se enfia de vez na mata fechada (sudeste), subindo e descendo suavemente a encosta direita das montanhas por quase uma hora, onde atravessamos pequenos córregos de agua cristalina. Pela trilha há exemplares típicos da Mata Atlântica tais como figueiras, palmitais, paus-Brasis, perobas, canelas e cedros, entre outros. A garoa fina teima em continuar deixando a mata mais úmida, me ensopando por inteiro. Mais adiante, uma bifurcação descendo forte à direita leva as Cachoeiras do Maximiniano e Sete Reis, localizadas no vale logo abaixo. Ainda na trilha principal, salto uma rústica porteira de madeira a logo dou num terreno descampado, onde há um pequeno casebre aos pés de um morro pelado. É a casa do Seu Jair, um morador dali mas q não se encontra no momento. No entanto, quem ta é o seu filho jovem, Josualdo, c/ quem tenho uma breve prosa, embora ele insista em me convidar pra tomar café, costume dos moradores deste fim de mundo. Alias, ha vários caboclos "teimosos" q ainda residem por lá, espalhados na mata, q não foram embora c/ as restrições do parque, e normalmente são pessoas de idade (descendentes de antigos quilombolas) q se criaram ali e não sabem fazer outra coisa senão tocar sua rocinha de subsistência, embora os demais 16 irmaos(!?) de Josualdo já tenham debandado pras cidade grande.

    A trilha bordeja o descampado pra adentrar novamente na mata, atravessa um riachinho e continua num inipterrupto e ardiloso sobe-desce, ora por pedras ora pela lama. Chegamos noutra bifurcação, onde pela esquerda voltariamos ao Caboclos, passando pela caverna Arataca, encimada num platô no alto da serra. Tomamos à direita por uma picada meio íngreme ate alcancar um caminho q me é familiar de outras ocasiões, ao lado de outro riachinho cristalino! Noutra discreta bifurcação à esquerda tem-se a casa de Dna Zenaide, outra cabocla famosa dali. Neste trecho tenho a companhia de 2 adolescentes dali q retornavam p/ Iporanga e q tavam meio "mamados" de pinga caseira. Me oferecem um gole da "marvada" e não é q tava boa mesmo? So não bebi mais pra evitar tombos na lama e chegar lúcido no meu destino. Mais adiante, outra bifurcacao nos levaria à caverna Monjolinho, à esquerda. Mas nos seguimos sempre em frente. As 12:30 o terreno levemente acidentado nivela, após um pequeno córrego, ate q finalmente saimos da mata e damos num pequeno descampado de capinzal, salpicado de muitas bananeiras ressequidas, aos pés de um morrote desnudo de vegetação. Daqui parte discretamente a trilha p/ Iporanga (à esquerda) morro acima. Me despeço dos guris, mas não sem antes dar + um gole daquela otima "agua-q-passarinho-nao-bebe", claro!

    A trilha principal vai beirando o sopé deste morro por alguns arbustos espinhentos altos, q ocluem parcialmente a trilha, agora estreita, porem obvia! Descemos agora de vez, novamente por mata fechada, repleta de cipós, arbustos e troncos obstruindo o caminho. Borboletas coloridas revoam este trecho, dando-nos as boas-vindas àquele belo e selvagem vale. O desnível aqui é de quase 250m, q logo se tornam bem acentuados qdo a trilha se alternar entre chão lamacento e degraus de pedras lisas! Por entre as pequenas frestas das arvores, já podemos ter visão parcial da majestuosa Casa de Pedra, cada vez mais próxima. Aqui encontro 2 turistas gringos voltando ao Caboclos, e relatam surpresos terem visto de relance uma jaguatirica no matagal.

    No fundo do vale, a trilha acompanha a margem esquerda do ruidoso Rio Maximiniano, mas logo termina numa encosta, nos obrigando a seguir ora pelo rio (com água nos joelhos) ora pelo seu leito pedregoso. O ultimo trecho tem uma curta picada q acompanha o rio, mas q culmina em vários blocos de rocha, q são transpostos cautelosamente na base da escalaminhada. Finalmente, as 14hrs dou de cara com o imponente Portal da Casa de Pedra, uma fenda vertical de quase 215m, considerado o maior pórtico de caverna do mundo. Daqui temos o rio descendo por uma serie de pequenas quedas caverna adentro, 100m abaixo. Sob ela, o imponente paredão rochoso tava repleto de orifícios, servindo de ninho a numerosos andorinhões q la davam seus rasantes. Há uma travessia (hj proibida) por dentro da caverna, q logicamente não fiz por estar sozinho e pq tb um bom trecho dela é a nado, inviável pra quem ta c/ uma pesada cargueira. No entanto, estar ali já era suficiente e la permaneci, descansando, c/ direito ate a um banho (peladao) revigorante num dos muitos poços do cânion do Rio Maximiniano.

    As 15:30 retornei pelo mesmo caminho, e decidi acampar num trecho plano e seco no meio da trilha, um pouco antes da piramba q sobe a montanha, do lado do rio e com belo visu da Casa de Pedra. A esta altura o sol despontou, radiante, possibilitando secar boa parte das minhas tralhas molhadas. O resto da tarde descansei dentro da barraca - em virtude da qtdade industrial de pernilongos q la haviam - e jantei antes das 18hrs, dormindo assim q o manto negro da noite cobriu o vale. Pra variar, de madrugada choveu mas não o suficiente pra me fazer perder o sono dos justos.

     

    PERNADA PRA IPORANGA E A VOLTA

    O dia irrompe naquele inicio de domingo juntamente c/ o som da algazarra de bugios na mata. Após um rápido café, jogo td dentro da mochila e começo o ultimo trecho da travessia, as 6:20. Amanhece nublado, mas lentamente o ceu abre janelas azuis bastante promissoras. Volto pela mesma trilha, agora subindo brava e vigorosamente, ate chegar na bifurcacao onde me separei dos guris o dia anterior, as 6:45. Daqui, a picada sobe a encosta do morro pelado ate seu topo (leste), onde temos uma vista panorâmica do mar de montanhas forradas de verde logo abaixo; a opaca neblina matinal confere à paisagem um aspecto singularmente jurássico.

    Daqui em diante é só descida de serra; ora suave, ora íngreme; ora por chão firme e rocha, ora em chao liso e enlameado; ora por mata fechada, ora com eventuais janelas. As 7:35 saio numa encosta descampada de capim, onde algumas vacas pastam tranqüilamente, e onde tenho dificuldade em encontrar a continuação da trilha. Na duvida, desci ate um casebre abandonado logo abaixo (à esquerda), de onde parte uma trilha bem batida q encontra aquela q buscava, mais adiante. Agora a descida é no aberto atraves de muita lama, no mesmo instante em q o sol resolve sair em definitivo. Apos um córrego e uma porteira, logo estou na casa de Dna Benedita, com quem converso rapidamente e coleto infos.

    A trilha atravessa o córrego Mte Alegre, q salto de pedra em pedra, pra entrar novamente na mata, beirando a encosta da serra ate passar por outra cerca. Agora desço uma piramba interminável, chafurdando o pé na lama e dando altas derrapadas, ate chegar outra vez no mesmo rio anterior, q cruzamos pra outra margem. Logo saio num caminho maior e tomo à direita (sul), onde cruzamos (outra vez) o rio ate alcancar a casa da nora de Dna Benedita. A pernada parece estabilizar, mas numa nova bifurcacao, subo brevemente à direita (a esquerda leva numa caverna) pra depois descer o ultimo trecho em definitivo, dando num punhado de casas q compoem o Bairro Camargo, as 9:20, as margens do grandioso Rio Iporanga.

    Cruzar agora o Iporanga é no mínimo curioso: é feito atraves de uma rustica pinguela seguida de uma ponte de cimento construida pela metade(!?). Lógico q tb mandei ver um rapido mergulho pra me refrescar do sol forte das 10hrs. A guarita do Núcleo Casa de Pedra esta logo depois, e fechada. Fim de travessia, mas não de jornada. Ainda tinha q percorrer os 10km de estrada de terra ate Iporanga, mas felizmente não andei nem 3km q tive carona com um local q se dirigia p/ la, onde cheguei as 10:45.

    Iporanga é uma cidade pacata q já teve passado glorioso em fcao do ouro, mas q hj vive à mingua por estar dentro do parque. Incrivelmente, seu potencial ecológico é pouco explorado. Pois bem, lá fui informado q não haviam ônibus no domingo!! E agora? Bem, antes de nada fui num boteco onde bebemorei o sucesso da empreitada c/ cerveja enqto matutava como sairia dali, ao mesmo tempo q aturava um crente querendo me converter. Na seqüência, andei ate a saída da cidade p/ tentar carona ate Apiaí, pois la eu sabia q havia condução p/ SP as 13:30 (difícil!) e as 23hrs. Do contrario, já tava de olho no ótimo gramado atrás do letreiro de boas-vindas à cidade caso tivesse q pernoitar, onde no dia sgte tomaria cedo o único busao p/ Registro, e dali pra SP. Mas aquele era meu dia de sorte: não deu nem pra trocar de roupa e terminar minha Caracu qdo, as 11:50, passou uma picape do parque p/ qual estendi o dedão mecanicamente, sem esperar nada... e não é q ela parou?! Subi na caçamba e la fomos nos, sacolejando pela poeirenta estrada atraves da serra. No caminho, acompanhamos o Rio Bethari - afluente do Ribeira do Iguape e onde muitos praticavam bóiacross - tivemos breves paradas nos Núcleos Ouro Grosso e Santana, e passamos pelo Mirante, de onde se tem uma vista deslumbrante da Serra de Boa Vista. Chegamos em Apiaí as 13:10, a tempo de pegar o busao das 13:30 p/ Terra da Garoa, onde cheguei, após muito pinga-pinga, as 19hrs.

     

    Enfim, engana-se quem imagina q a Transpetar seja do todo selvagemente desconhecida. Como pude constatar, caboclos, funcionários do parque e mateiros locais a percorrem quase q diariamente, porem desconhecem seu nome e muito menos sabem sua historia pregressa. A empreitada de tratar trazer à tona esta trilha de um passado recente da historia do pais acaba não tendo razão de ser, a não ser de ordem pessoal. Afinal, na nossa lógica relativista uma caminhada q pra eles é corriqueira, pra nós - aventureiros urbanoides - ganha merecidamente contornos épicos e ate pitorescos.

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    1. otavio_aon

      otavio_aon

      Grande Jorge ...

      To pensando em fazer essa trilha e queria saber se vc teria mais alguma informação sobre esse trekking .... Mapas e Rotas? Arquivos de GPS? Valores e/ou horários de onibus?! Valores das taxas do parque?!

      Qualquer coisa ajuda ... :D

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    2. Mateus Magrão

      Mateus Magrão

      Tava afim tb de fazer essa trilha agora no feriado de abril.Porem não conheço o local.

      Alguem anima?

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    3. Jovem

      Jovem

      Aew Mateus!

       

      Também estou começando a me programar para ir no feriadão de Abril para PETAR... Por enquanto achei pousada por R$ 520,00 (4 dias) ou R$ 615,00 (5 dias) com passeio incluso... Enfim... Ainda estou pesquisando, vendo se irei de moto ou carro... Mas se vamos na mesma época podemos trocar dicas ^^

       

      Achei esse relato: novatos-no-petar-t40017.html

       

      Fora outros inúmeros tópicos com dicas valiosas hehehe

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  26. Vou fazer aqui o relato da realização de um sonho: a viagem à Copa do Mundo. Foi minha primeira viagem no estilo mochilão e eu sou bastante detalhista e precavido então comecei a pensar nela quase 1 ano e meio antes do evento, quando eu ainda viajaria sozinho. Claro que meu sonho era assistir jogos da Copa, e o desenho do meu roteiro ficou muito facilitado quando fui contemplado em fevereiro/2005 com o direito de

    comprar os ingressos para os 7 jogos do Brasil (explicando - eu tinha garantido os 3 da primeira fase e caso o Brasil caísse na 2a. fase eu seguia o time que o eliminou até a Final, que foi o que acabou acontecendo).

     

    Com a garantia dos ingressos eu já sabia em que cidades ia estar e quando ia estar. A partir daí comecei a traçar o roteiro para desviar a rota entre as cidades e aproveitar o tempo de intervalo entre dois jogos. A sequência dos jogos do Brasil ajudou muito pois a seleção ia jogar a 1a. fase em 3 cidades muito distantes e 1 em cada canto da Alemanha, o que

    facilitaria incursões em outros países.

     

    Com a idéia em mãos passei a ler diariamente o Mochileiros.com e só tenho a agradecer o pessoal que escreve no fórum da Europa e mais especificamente da Alemanha. Nunca vou esquecer o cara que disse que só levou camisas de dri-fit e andava com elas amarradas na cabeça pra secar. Eu fiz o mesmo, mas amarrava elas na cintura, e funcionou perfeitamente! No meio do caminho ainda consegui convencer mais 2 amigos a viajarem, nessa época me senti um verdadeiro Agente de Turismo pois refiz todas as reservas de albergue e programação para nós 3. Ah, bendito Google Earth também, não tenho palavras pra descrever o quanto isso pode ajudar um viajante!

     

    O mais incrível é que tudo o que foi programado foi cumprido e tudo deu muito certo! As coisas que ameaçavam a dar errado acabaram dando mais certo ainda e tivemos pouquíssimos "micos" mesmo sendo bem inexperientes no caso (eu conhecia os EUA e os 2 nunca tinham saído do Brasil).

     

    Pra começar, um resumão da nossa viagem:

     

    - Data: 10/06/06 a 12/07/06

    - Pessoas: 3 (na verdade 1 deles voltou dia 30/6)

    - Países: 8

    - Estimativa de gasto básico (sem compras, balada, cerveja...): 3500 euros (incluindo aí 740 de ingressos)

    - Transporte: carro alugado (4 dias) + Passe de Trem Eurail Selectpass 4 países com 10 dias (Alemanha, Suíça, Áustria+Liechtenstein, Benelux) + Avião Low Fare

     

    Obs: o unico grande vacilo foi incluir a Áustria no passe de trem, podíamos ter pego só 3 países pois planejávamos ir para Vienna e trocamos a programação. Acabamos indo pra Innsbruck fazer um bate-volta mais pra dizer q gastamos a parte austríaca do passe.

     

    Roteiro:

     

    10/6 - Berlin

    11/6 - Leipzig (Jogo Sérvia x Holanda) / Berlin

    12/6 - Berlin

    13/6 - Berlin (Jogo Brasil x Croácia)

    14/6 - Praga

    15/6 - Praga

    16/6 - Plzen/Praga

    17/6 - Munique

    18/6 - Munique (Jogo Brasil x Austrália)

    19/6 - Zurich

    20/6 - Zurich

    21/6 - Frankfurt (Jogo Argentina x Holanda)

    22/6 - Dortmund (Jogo Brasil x Japão)

    23/6 - Düsseldorf/Copenhagen

    24/6 - Copenhagen

    25/6 - Malmö/Copenhagen/Berlin

    26/6 - Colônia/Dortmund

    27/6 - Dortmund (Jogo Brasil x Gana)

    28/6 - Amsterdam

    29/6 - Amsterdam

    30/6 - Frankfurt

    1/7 - Frankfurt (Jogo Brasil x França)

    2/7 - Barcelona

    3/7 - Barcelona

    4/7 - Barcelona

    5/7 - Munique (Jogo França x Portugal)

    6/7 - Munique

    7/7 - Innsbruck/Munique

    8/7 - Berlin

    9/7 - Berlin (Final - França x Itália)

    10/7 - Berlin

    11/7 - Hamburgo/Berlin

    12/7 - Berlin

     

    Nos próximos posts o relato dia a dia...

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    1. Mostrar comentários anteriores  5 mais
    2. derose

      derose

      23/6 - Düsseldorf / Copenhagen (Dinamarca)

       

      Albergue: DanHostel Amager (Copenhagen) - bom

      Pontos visitados: Rio Reno, Torre, Centro Velho (Düsseldorf)

       

      Deixamos o albergue depois de comer um café da manhã fantástico onde ainda encontramos uns brasileiros que iriam até Paris(!!) de carro! Pegamos o trem pra Düsseldorf, largamos nossas malas nos lockers e fomos andar um pouco pra passar o tempo até a hora de ir ao aeroporto.

       

      A estação de Düsseldorf, apesar de não ser cidade-sede, também estava toda tematizada com a Copa do Mundo. Pegamos o metrô até uma das 2 pontes gigantes que cortam o Rio Reno e fomos andando pelo pier até a Torre da cidade. O pier é bem legal, o pessoal dá uma relaxada, almoça, toma uma cerveja e ouve um som à margem de um dos rios mais importantes da Alemanha. Subimos na torre e apreciamos a vista da cidade. Na volta, sentamos e apreciamos a Altbier, cerveja tipica de Düsseldorf, ela é escura e um pouco forte, mas muito boa! Na Alemanha os caras levam o negócio de cerveja a sério e a Altbier de Düsseldorf e rival da Kolsch de Colônia. Pra expressar o orgulho que os cidadãos têm da sua cerveja, vale o diálogo que tive com a garçonete:

       

      Eu: "Hi, do you have altbier?"

      Ela: "Of course, you´re in Düsseldorf!"

       

      Ainda demos uma passeada no centro velho, comemos o tradicional Bratwurst e seguimos pro aeroporto, pra pegar nosso vôo da Easyjet rumo a Copenhagen.

       

      Chegamos em Copenhagen 11 da noite e o céu ainda estava azul claro! É uma coisa que não se vê no Brasil, nem dá pra comparar tipo "ah é como se fossem 6 da tarde no Brasil", não dá porque é uma tonalidade diferente, sei lá devido à posição geográfica certamente, mas nunca tinha visto algo assim.

       

      Trocamos nossos euros por Coroas Dinamarquesas e como já era tarde pegamos um táxi pro albergue. O táxi era insano: uma Mercedes com teto solar, DVD, banco de couro, GPS, etc etc etc... Chegamos e logo fomos dormir, dia seguinte era nosso programa favorito: city tour!

       

      24/6 - Copenhagen

       

      Pontos visitados: Centro, Prefeitura, Pequena Sereia, Christiansborg, Kastellet

       

      Mais uma vez demos sorte com café da manhã, era muito bom! A única coisa que tirou a classificação de ótimo desse albergue é a localização, que eu julgo como fundamental. Ele era muito longe do centro e também do metrô (uns 10min a pé - tranquilo nesse dia mas já começamos a imaginar como seria o passeio carregando as mochilas no dia de ir embora).

       

      Pegamos o metrô pra estação central, pois nossa idéia era já pegar o trem pra Malmö na Suécia. O metrô de Copenhagen é praticamente o aero-trem do Levy Fidélix! O mais legal é que tem estações no ar, no chão e abaixo do chão, e o trem é completamente automático sem condutor, e na frente tem um vidrão então você vê tudo e se sente numa montanha russa porque ele sobe, desce, faz curva, entra em túnel, etc. É diversão garantida!

       

      Chegando na estação, estávamos sem passaporte então o vendedor recomendou que não fôssemos a Malmö assim pois havia uma pequena chance de pedirem o documento. Compramos então o bilhete pro dia seguinte e fomos caminhar. Andando a pé, de trem e metrô conhecemos alguns dos pontos da cidade. O centro e a prefeitura são muito bonitos, bastante gente caminhando e um ar bem tranquilo. Fomos também até o Castelo de Christiansborg e depois seguimos rumo ao mar para ver a Pequena Sereia. Sim, já sabíamos que era uma estátua pequena e tal, mas mesmo assim tiremos nossa fotinho com a musa escandinava. O Kastellet, uma fortaleza medieval, era logo ao lado e já aproveitamos a viagem.

       

      Voltamos à estação e aí um grande vacilo nosso (mas que não tinha muito como ser evitado). Precisávamos comprar a passagem de volta à Alemanha pois o Brasil jogaria contra Gana em Dortmund dia 27 e tínhamos que estar lá dia 26 pois eu precisava retirar meus ingressos pra sequência da Copa. Se o Brasil tivesse se classificado em 2o., jogaria dia 26, então deixamos pra comprar a passagem de volta da Dinamarca após a classificação. O problema é que os preços já estavam lá no alto e os lugares também esgotados. Tivemos que comprar uma passagem para Berlin e passaríamos uma noite em Berlin e dia 26 seguiríamos pra Hagen/Dortmund usando nosso Eurail, foi a alternativa menos cara.

       

      Depois dessa, fomos relaxar num bar assistindo Alemanha 2 x 0 Suécia junto com uns brasileiros que achamos do nada olhando o cardápio do bar. Lá tomamos a cerveja mais cara da viagem: uma Carlsberg de 6,5 euros! A Dinamarca é um lugar muito caro, assim como a Suíça, por isso não saímos muito do roteiro "passeios a pé de graça".

       

      À noite já no albergue vimos a Argentina passar pelo México na prorrogação e aí fomos dormir para no dia seguinte ter um dia histórico: 3 países em um dia!!!

      •  
    3. derose

      derose

      25/6 - Copenhagen (Dinamarca) / Malmö (Suécia) / Berlin

       

      Albergue: Heart of Gold (Berlin)

      Pontos visitados: Castelo, Praia (Malmö)

       

      Dia histórico pra nós: passamos por 3 países no mesmo dia. E mais: fizemos uma refeição em cada país: café na Dinamarca, almoço na Suécia e janta na Alemanha! No mínimo inusitado! A desvantagem disso é a enchição de saco da troca de moeda, não tem jeito de não perder dinheiro nas taxas de comissão, mas faz parte.

       

      Tomamos o ótimo café e deixamos o albergue de Copenhagen de manhã. Nosso trem para Malmö partia por volta das 11hs e o avião para Berlin por volta de 18hs. Deixamos nossas malas em lockers na estação de Copenhagen e partimos pra Malmö.

       

      A viagem demora apenas meia hora e passa pela maior ponte sobre o mar do mundo: a Oresund Bridge, com uns 14km de extensão. Infelizmente não pudemos contemplar muito o mar pois o trem passa pelo "meio" da ponte, abaixo de onde passam os carros, então nas laterais têm muitas estruturas de metal impedindo assim umas fotos legais.

       

      Malmö estava deserta - era um domingo - e não achamos muito o que fazer. A moça do centro de turismo nos indicou um castelo e a praia. Seguimos a pé e a caminhada durou mais ou menos meia hora, desde a estação até a praia, passando pelo castelo que era meio sem graça. Fomos surpreendidos pelo calor (aprox. 26 graus) e estávamos de calça, já que no dia anterior estava meio frio na Dinamarca. Assim, tivemos que arregaçar a calça até o joelho pra podermos entrar no mar. Agora já podemos colocar no currículo que entramos na água numa praia sueca! Mais um fato inusitado no dia. Pra nossa tristeza porém, não havia suecas fazendo topless. Almoçamos em Malmö numa barraca em frente à prefeitura e voltamos à Copenhagen. De Copenhagen fomos ao aeroporto e pegamos o vôo rumo a nossa velha conhecida Berlin.

       

      Chegando em Berlin já nos sentíamos em casa. Nos instalamos no albergue e assistimos no telão o jogo mais brigado da Copa: Portugal x Holanda - obviamente acompanhado de um chopp Gösser tirado no bar do albergue. Mais tarde fomos matar saudade do Döner Kebap do albanês na Oranienburger Strasse, demos uma volta e fomos dormir.

       

      26/6 - Hagen / Dortmund / Köln

       

      Albergue: Jugendherberge (Hagen)

      Pontos visitados: Catedral de Colônia (Köln)

       

      Deus abençoe o Eurail!!! Esse dia judiamos do sistema ferroviário alemão. Fizemos várias viagens com o mesmo passe, economizando muitos euros.

       

      Saímos cedo de Berlin e fomos até Hagen, onde deixamos as coisas no albergue, o mesmo da vez anterior. De Hagen fomos a Dortmund pois eu precisava retirar no estádio o ingresso para o jogo Brasil x Gana. Pra minha alegria, eles já me deram os 4 ingressos restantes, até a Final. Isso me aliviou muito pois pela regra da FIFA eu precisava sempre retirar os ingressos 1 dia antes do jogo, o que estava meio que travando o roteiro.

       

      De Dortmund fomos até Köln, para conhecer a cidade e também porque lá iria rolar o jogo entre Suíça x Ucrânia então com certeza a cidade ia estar bem agitada. Chegamos em Köln e saindo da estação você já se depara com a imponente Catedral. Pelo curto tempo que tínhamos não subimos na torre.

       

      Na Fan Fest, que era do lado da Catedral, encontramos nosso companheiro Maurício e como ele já havia estado na cidade nos levou a um bar para tomarmos a cerveja tradicional de lá, a Kolsch. A Kolsch vem num copinho alto e fino, deve dar uns 200ml. Como estávamos em 4, cada um pagou uma rodada e tomamos no balcão ouvindo os lamentos de um australiano que estava puto por seu time ter sido eliminado pela Itália devido a um pênalti inexistente.

       

      Saímos do bar e Maurício nos levou a um restaurante brasileiro! Era exatamente a metade da minha viagem e eu senti que era um momento bom pra dar aquela "recarregada", que iria me deixar satisfeito até o fim da viagem. Comemos um belo PF - arroz, feijão, bife e salada - tomando Guaraná. Assistimos lá o 1o. tempo do jogo mas desistimos porque estava muito ruim, e voltamos pra estação, pegamos o trem, chegamos já de madrugada em Hagen e fomos dormir.

       

      27/6 - Dortmund - Brasil 3 x 0 Gana

       

      Pontos visitad: Westfalenstadion

       

      Dessa vez nossa ida ao jogo foi bem mais tranquila, sem desencontros e trens perdidos. O jogo era à tarde então fomos de manhã a Dortmund pra dar aquele passeio. Entramos numas lojas de esportes e fizemos umas compras. O centro da cidade estava lotado e os brasileiros tomavam tudo quanto era lugar. Havia poucos ganeses, a maioria eram estrangeiros torcendo pra Gana.

       

      Perto do estádio encontramos o Zé, outro companheiro "temporário" de viagem que estava em Roma e voltou para a Alemanha. O jogo foi tranquilo, o time de Gana pouco ameaçou. Valeu pelo primeiro gol do Brasil, o golaço de Ronaldo que lhe deu o recorde de gols marcados em Copas, superando Gerd Müller.

       

      Depois do jogo fomos à Fan Fest mas ficamos pouco pois tínhamos que dormir para pegar o trem das 8 da manhã para Amsterdam. No caminho de Dortmund a Hagen, mais um trem de madrugada com bêbados e situações cômicas. Um alemão dormiu no bagageiro e outro entrou cantando Ganaaa Ganaaa e quando foi sentar errou o banco e caiu no chão, batendo a cabeça no encosto do banco do lado.

      •  
    4. eduardofleck

      eduardofleck

      Fantástico relato, parabéns!

      só fiquei decepcionado com dortmund, eu vou ficar uns 4 dias lá, espero que a cidade seja boa!

      •  
  27. Olá pessoal,

     

    estou atras de uma barraca que de para ficar de pé e que tenha uma certa qualidade para que resista a chuva e também pq vou acampar na praia.

     

    Encontrei as seguintes

    Jumbo 5/6 da nautika por R$399,00

    Barraca Coleman Weather Lite 5 R$423,00

     

    alguem pode me ajudar dar uma opinião sobre estes modelo ou sugerir outros. Também aceito sugestões quanto a barraca mais indicada para praia mas que aguente chuva .

     

    Obrigado!

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  23 mais
    2. marianamochi

      marianamochi

      Gente,

      precisei pesquisar uma barraca mais "casinha" para passar um bom tempo mesmo enquanto meu irmão e eu estamos construindo a casa ecologica no sítio. E encontrei esse trem aqui que parece um sonho: Instant Tent 8 da Coleman...

      Vejam o que os parece, eu já tô babando aqui achando que será essa mesmo a casinha provisória ...mas quero ouvir de vocês. alguém já comprou?

       

      http://www.coleman.com/product/2000007832#.UMPhI4WxyEM

       

      abraços!

      •  
    3. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Sinto lhe informar que não é uma boa... o problema é que não vai aguentar muita chuva.

      Estas barracas "one skin", que não tem sobreteto, saturam logo o tecido e começa a entrar água. o ideal é uma com sobreteto até o chão, ou seja, que tenha o quarto (habitáculo fechado e de nylon permeável e respirável) e sobre este o sobreteto (de nylon impermeável).

      Pesquisa sobre as barracas da Quechua, tem umas bem legais e grandes :arrow:www.decathlon.com.br

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    4. gvogetta

      gvogetta

      [...] encontrei esse trem aqui que parece um sonho: Instant Tent 8 da Coleman...

      Vejam o que os parece, eu já tô babando aqui achando que será essa mesmo a casinha provisória ...mas quero ouvir de vocês. alguém já comprou?

       

      http://www.coleman.com/product/2000007832#.UMPhI4WxyEM

       

       

      Olá!

       

       

      Só de ver as avaliações dela, na própria página de reviews do fabricante, já dá para ter uma ideia... É bem ruim!

      Saudações,

      •  
  28. Ola,

     

    Otima a ideia de fazer um site que da um suporte a inumeras pessoas que pensam em sair do pais e se aventurar por esse mundo a fora!

     

    Estou na Italia a procura de um curso de italiano, porem nao consigo achar um curso em conta por aqui.

     

    Alguem saberia me informar sobre algum curso de italiano em Milao e onde poderia me hospedar por la???

     

    Agradeço desde ja a atençao dispensada.

     

    Abraços

     

    Vanessa Detomi

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    1. Mostrar comentários anteriores  13 mais
    2. diogon

      diogon

      A minha professora de italiano estudou na Universidade da Peruggia e recomendou o local.

      Estou pensando em fazer um curso de 1 mês.

      att

      •  
    3. juliabm

      juliabm

      Eu estudei no Istituto Michelangelo, em Florença. Organizei tudo daqui, por e-mail, e eles me arranjaram um alojamento em casa de família no Centro Histórico.

      O ponto alto do curso, para mim, foram os extras: aulas de história da arte (na forma de walking tours pela cidade), culinária, escultura, desenho, sessões de cinema, passeios aos sábados e excursões para outras cidades nos domingos. Recomendo.

      •  
    4. bbr

      bbr

      OLA BOA NOITE (BOM PELO MENOS AQUII E HAHAHA)

       

      ME CHAMO BRUNO TENHO 21 ANOS E ESTOU PROCURANDO UM INTERCAMBIO DE 4 MESES PARA MILAO

       

      NESSE TEMPO QUERO TIRAR MINHA CIDADANIA POIS MEU PROCESSO AQUI NO BRASIL ESTA PARADO E LENTO DE +

       

      GOSTARIA DE SABER QUAIS AGENCIA DE INTERCAMBIO BARATAS....

      (ESTOU FEXANDO COM A EXPERIMENTO INTTERCAMBIOS POREM NAO E CETEZA AINDA ..)DEPEENDENDO DO PREÇO EU MUDE

      E TAMBEM LISTA DE CASAS DE FAMILIAS QUE ACEITEM RECEBER BRASILEIROS CONFIAVEIS E DE UMA PREÇO BAIXO

       

      GOSTARIA DE SSABER QTO FICARIA PRA FICAR EM ALBERGUE OU HOSTELS OU CASA DE FAMILIAS BARATAS POR 3 MESES E 15 DIAS

       

      TENHO PARA ESSE PERIODO DE ESTADIA FORA O VALOR DO INTERCAMBIO E AFINS

      4 MIL REAIS (QUE SAO MINHA ECONOMIAS) PARA ACOMODAÇAO E TIRAR A CIDADANIA SEM ACESSORES

      E NAO QUERO GASTAR MUITO PQ ESE DINHEIRO FOI SOFRIDO DE +++++ HAHAHAH

       

      ALGUEM ME AJUDA AI

      AH E PASSAGENS AREAS + BARATAS POSSIVEIS PRA DEZEMBRO DE 2012 POIS QUERO PASSAR O NATAL JA EM MILAO

      DESDE JA AGRADEÇO A AJUDA ABS MOCHILEIROS!

      ::otemo::

       

      AJUDA AI GALERA ! ::hahaha::

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  29. Prezados colegas, cheguei do Peru a pouco tempo (29/09), e resolvi postar aqui minhas impressões para enriquecer ainda mais este fórum.

    * Viagem em si: Fui de avião S.Paulo-Lima-Cuzco. Ficamos em Cuzco (3.400 mts) num hostal (Sumac Wasi), recomendo, limpo, barato (U$30.00/dia em quarto privativo para 02 pax com banheiro) e, principalmente, muito bem localizado, a poucos metros da Plaza de Armas e perto das baladas da noite...porém existem inúmeras opções de hospedagem ao redor, como já colocado aqui. Fiz tudo via internet e sem depositar nada antes.

    * 2º dia-Machupicchu (2.4000 mts): Não ficamos em Aguas Calientes, fomos de trem de manhã bem cedo e voltamos de trem no mesmo dia no final da tarde. A viagem de trem compensa só na ida (visual e etc...), sentando-se no lado esquerdo do trem é melhor. Na volta não compensa, a viagem dura 1 hora a mais, você já está muito cansado do dia em si e não vê nada mesmo pois já escureceu. É melhor voltar de ônibus. Gastamos U$ 119.00 no trem ida e volta, mas fomos em um trem "melhor" com janelas mais amplas e janelas no teto, o backpacker custa cerca de U$ 20.00 ida e volta. Como disse, achamos que vale a pena somente a ida de trem (iria novamente no mais caro) e retornar de ônibus.

    Nos arrependemos (um pouco) de não termos pernoitado em Águas Calientes, pois assim poderíamos ter chegado no parque (M.Picchu) mais cedo, não consegui subir o outro topo (esqueci o nome, "Huana"...) pois a quantidade limite do dia já tinha se esgotado. Pernoitando em Águas Calientes, vc chega cedo e aproveita mais. Peguem algum grupo com um bom guia (há guias e guias...) porque vale a pena. Nossos guias, em todos passeios, foram ótimos. Foram providenciados por pacotes comprados em separado na Sumac Wasi com o Alfredo (fala Inglês também). Como se percebe, não fiz a trilha Inca. Particularmente, não estava afim de fazer a trilha porque queria aproveitar mais o tempo de minha viagem, a trilha dura cerca de 3 noites, 4 dias. Muito gringo picado por mosquitos, quem for...bem, quem for é melhor consultar as dicas da galera que fez, eu não tenho condições de "aconselhar".

    Obs.: Muitos turistas lá, mesmo sendo "baixa estação", dizem que em Julho é um "inferno", você tira uma foto de M.Picchu e as ruínas e pedras não aparecem, "só aparece turista"....

    * 3º dia-Valle Sagrado: Fomos, com guia e de ônibus (qdo digo ônibus, é ônibus do grupo fechado para o passeio, são confortáveis e com ar, não me refiro a bus regular). Fomos aos sítios arqueológicos de Pisaq, Ollantaytambo (entre 3.400 e 2.400 mts) e Chinchero (3.740 mts).

    - Pisaq: Tem uma feira de artesanato que é a mais barata de todas feiras e lojas que visitamos. A feira é muito tumultuada, parece mais um camelódromo da rua XV em Barbacena de tamanho maior. Muitas cores, isso as vezes dá uma sensacao de "coisas feias"...tipo rua Caetes no centro de BHte...mas há muitas coisas belas, mas como é tudo junto, zoneado, passa despercebido. Sempre há que se negociar, tipo nossos camelôs aqui. Almocamos em uma cidade cumprida no Valle que chama Urubamba (ou Vilcanota), nome do Rio que corta o valle e que é um dos dois rios que formam o "nosso" rio Amazonas.

    As ruínas são bem legais, mas gostei mais de Ollantaytambo que são show. Chinchero é simples, o mais legal é o caminho e suas paisagens até chegar lá.

    - Os sitios arqueológicos sao indescritíveis, impressionante como no meio do "nada" e em locais de dificil acesso, surgem ruínas do que foi cidade no século XIV/XV...pedras grandes em locais contrastantes com a geografia local. Eles construíam tudo baseado na astronomia, sol, lua e estrelas, de modo que as luzes do sol faziam diversas sinalizacoes para que eles pudessem saber e conhecer as estacoes do ano. Desta forma eles tinham sucesso em sua principal atividade e ciência: Agricultura. Sistemas de irrigacao montanha "abaixo", diferentes níveis de (solo) para a cultura agrícola que serviam inclusive de testes para que as desenvolvessem melhor, pois nos diferentes níveis haviam diferentes temperaturas e de vento, etc...

    Nao tinha idéia da dimensao do império Inka, ele ocupava o Peru, parte da Bolívia, parte norte do Chile, parte sul do Equador e ainda parte norte da Argentina.

    Descobri tambem que, apesar do mundo todo (inclusive o Peru e de maneira oficial) chamar a cultura de "Inka", é algo falso, deveria ser Quechua...que era o povo, Inka era o imperador que tinha este nome por ser "filho do Deus Sol", sol em Quechua era Inti, a palavra Inka veio daí. Muitos escrevem Inca, os dois tao certo...

    -

    A paisagem é exuberante em termos de montanhas e, claro, arqueologia. As vezes fica um pouco repetitivo, mas quando voce chega perto e anda nas ruínas voce se surpreende. Gostei mais das ruínas de Ollantaytambo, a de Chincero sao muito pequenas, mas o caminho em si (a viagem), passa por locais bonitos e pouco habitados e quando habitados, pobreza e condicoes de vida muito ruim. Nao sei tambem se estou "exagerando" na pobreza porque no Brasil ficamos "vacinados" e a ignoramos no dia a dia e aqui, como estava viajando e conhecendo, observava mais atentamente, mas uma diferenca é gritante: Estamos em uma regiao turística e nao se vê "classe média alta ou alta".

    No Brasil, o contraste é gritante, aqui a pobreza é predominante.

    -

    Muitas criancas, muitas mesmo, com as bochechinhas rosadas e trincadas pelo vento frio e seco, sao bonitas, mas, como disse, o trato é complicado...

    -

    * 4º dia- Cuzco: Pela primeira vez fomos conhecer a cidade onde estávamos, casario, museus, igrejas, etc...isto pela manhã. A tarde, no grupo e guia e fomos a alguns sítios arqueológicos ao redor, um chama-se Saqswaman, que é o mais legal deles, muito impressionante, fica no alto de Cuzco e os gringos chamam de "Sexy Woman" por conta da pronúncia. O outro é Puka Pukara, Q'qencho e Tambo...desculpem-me, mas esqueci a grafia correta de alguns. São interessantes e valem a pena. Este passeio incluiu também o templo sagrado dos Incas em Cuzco (Qorikancha), é bem interessante.

    * 5º dia-Cuzco: Reservamos o último dia para ficarmos full-time em Cuzco, rodando, caminhando, museus, fotos, igrejas, etc...era domingo no entanto e eu tinha exagerado nas doses de Pisco Sour na noite anterior no Mamma Afrika, resultado: pela manhã estava ainda ressaqueado. Recomendo não exagerarem nas doses, pois a altitude parece que aumenta o impacto da ressaca...

    Noites em Cuzco: A balada na região da Plaza de Armas é show, muitas gringas européias lindas, algumas peruanas bonitas outras nem tanto, muita animação, música variada e de bom gosto, muita animação. Não achei os preços caros, considerando que estava em um ponto turístico internacional. Restaurantes variados, o que incomoda um pouco é a galera te "empurrando" cardápio na rua o tempo todo, tipo quando vamos a alguma praça de alimentação em Shoppings aqui...porém mais agressivo ainda. Os preços dos restaurantes da praça são mais caros um pouco mas nada diferente das grandes cidades do Brasil, até mais barato.

    Cuidado com as massagens que oferecem, eu fui fazer uma no sábado a noite, pensando em relaxar para aguentar a noitada e o dia seguinte e foi um desastre. O produto utilizado e a massagem em si quase me causam lesões nas pernas e me irritou os pelos das pernas. Depois o cara do Hostal me disse que existem algumas que são profissionais mas a maioria são de aventureiros, sem técnica e atrás de um tipo de trabalho. Antes que perguntem: Estava atrás de massagem mesmo, não estava atrás de "programa" e a pessoa oferecia massagem mesmo, porém, amadora e desastrosa.

    * 6º dia-Viagem Cuzco-Puno (Lago Titicaca): Fomos de ônibus com grupo e guia e parando em 4 locais ao longo da viagem (10 horas). Se for direto, de bus, sem parar, são 6 horas. Valeu super a pena, conhecemos mais alguns locais e paisagens interessantes fora as informações de cunho histórico e cultural que o guia fornece. Almoço incluído, guia e transporte, saiu tudo a U$ 30.00/pax.

    - Em Puno ficamos no hotel Ferrocarril (U$ 35.00/diária, suíte para 2 pax). Não contra-recomendo mas não recomendo muito, faltou água quente na primeira noite e a noite em Puno é mais fria ainda que Cuzco, existem outros hotéis e hostels melhores...

    - Puno: A cidade é muuiito feia e tumultuada, parece que se está em uma cidade da Índia, não gostamos. Mas Puno só serve mesmo como ponto de apoio para conhecermos o

    - Lago Titicaca ("Puma cinza"), cuja alta estação vai de Julho a Setembro...como dizem os peruanos, "Titi" é do Peru e "Caca" é da Bolívia...Compramos um passeio de barco com guia para irmos às ilhas flutuantes (Los Uros) e a ilha Taquile. Isto foi no 7º dia, saímos bem cedo e voltamos a Puno no final do dia. Almoçamos na ilha Taquile (opção e peixe ou omelete, escolhi omelete e passei mal a noite toda, vomitei muuiito).

    O passeio vale super a pena, fiquei bem impressionado como Los Uros, é muuiitto interessante. Taquile, que é tombada pela Unesco, possui um visual muito bonito e o meio de vida da comunidade é igualmente exótico, vale a pena. Não fomos à parte boliviana, ilha do sol e etc...não dava tempo.

    * 8º Dia-Viagem Puno-Juliaca-Lima: De ônibus até Juliaca (cidade bem feia também, é só para pegar o avião mesmo...), pegamos o vôo para Lima e chegamos em Lima ainda a tempo de curtir a noite em Miraflores, que é bem legal !

    * 9º dia-Lima: Nossa viagem de volta a S.Paulo/Rio era a noite, então acordamos bem cedo (ficamos no HitchBackpackers em Miraflores, quarto privativo com banheiro, 1 pernoite e late check-out, U$ 25.00 por pessoa) e fomos rodar algumas partes da cidade. Miraflores, San Isidro e Centro Histórico. Gostamos do que vimos, Lima me surpreendeu. Claro, é outra realidade, possui 1 terço da população do país, é nível do mar, etc...Lima parece que está em um país diferente do Peru do Valle Sagrado e Titicaca...como no Brasil, quando vamos a alguns cantões e comparamos com as cidades grandes mais conhecidas, parece países diferentes...

    - Preços em geral: repito, considerando se tratar de uma região turística internacional, achamos os preços bem acessíveis.

    - Altitude: Eu não senti nada, tomei o Diamox antes e lá, como sugerido por aqui, minha irmã passou mal as 4 primeiras noites. Ela aguentava o tranco de dia mas sentia a noite. Ela não podia tomar o Diamox que lhe era contrarecomendado. Eu sentia o cansaço normal quando resolvia querer andar rápido e/ou subir as ruínas rápido, fora isso, foi ok.

    - Dolar x Soles: Vale a pena trocar dinheiro e gastar em soles, caso contrário voce perde nas conversões nas compras. Exceto nas passagens e passeios que os preços já são em dólar mesmo.

    - Peru em si: Mais pobre que a gente, poucos carros particulares, a maioria é táxi ou carro de hotel, vans e etc...povo cordial e receptivo, clima seco nesta época. Cuzco, Valle Sagrado e Lago Titicaca, frio de manhã e a noite e quente de dia. Lima, tá sempre com garoa forte (muita névoa).

    O turismo é efervecescente, gente do mundo todo e a cada passeio (com grupos diferentes) conhecíamos pessoas de tudo quanto é lugar.

    Se alguém quiser perguntar algo, fique a vontade,

    Abraços e boa viagem !

    •   
  30. ROTEIRO DE VIAGEM Argentina e Uruguai POR BUENOS AIRES – COLONIA DE SACRAMENTO MONTEVIDEO – PUNTA DEL ESTE - RIVERA

     

    Relatório da viagem realizada por Marcelo Gazzoni, Vera Galera Gazoni e Ani Gazoni

     

    Sexta feira, dia 01 de julho, saída de Pato Branco – PR com destino a Alegrete – RS, onde foi pego o ônibus para Buenos Aires com a Viação Pluma, as 23:05 com chegada prevista para as 12:00 do dia seguinte.

    Valor da passagem: R$ 76,00

    Valor do combustível gasto: R$ 145,00 (custo por pessoa de R$ 48,35).

    Alimentação: R$ 18,00 (almoço, lanches e pizzaria em Alegrete).

     

    Buenos Aires - Milhouse Hostel, 20 reais a diária (ou 28 em quarto privado), localizado perto da Plaza de Mayo, Casa Rosada e Obelisco. Bem localizado, pode-se conhecer vários pontos turísticos caminhando. ([email protected]) ou www.albergues.com.br .

     

     

     

     

    Primeiro dia - Após instalações no albergue, seguimos para a Recoleta caminhando via Alvear para aproveitar a Feira, artesanatos, antiguidades, roupas.

     

     

    Buenos Aires – Recoleta

     

     

    Um dos bairros mais pitorescos, a Recoleta é imperdível, principalmente nos finais de semana devido a enorme feira de artesanatos, e por seus cafés e bares. Imitando Paris, possui grandes áreas verdes e fachadas em estilo francês.

     

    Apesar de ter perdido um pouco no setor de diversão para Porto Madero, o charmoso bairro ainda concentra algumas construções de época e uma das ruas mais caras do comércio portenho.

     

    A feira de antiguidades, localizada na praça da Recoleta, é ponto de parada obrigatória.

     

    E, mesmo que possa parecer mórbido, entrar no cemitério da Recoleta é uma atração, no mínimo, pitoresca. Lá estão enterradas as principais figuras da história Argentina, entre elas, a talvez mais famosa, Eva Perón. Outro detalhe “interessante” são os caixões que ficam expostos, e não enterrados ou colocados em gavetas.

     

    É lá que fica o Hard Rock Café argentino, com sua lojinha de camisetas, bonés e moletons famosos que circulam por aí, bem como um shopping de design e móveis.

     

    O bairro também abriga o Museu Nacional de Belas Artes, recheado de novidades e instalações em sua volta, prédios e monumentos e a embaixada do Brasil.

     

     

    Gastos do 1° dia:

    Passagem ALE-Buenos Air. 76,00

    Albergue: 108,00

    Pizzaria 2,80 (pizza grande de mussarela /3 + coca cola.

    Joguinho de lembrança 1,80

    Relógio de parede 27,00

    Imãs de geladeira 4,50

    Táxi 1,50

    TOTAL 221,60

     

     

     

    Buenos Aires - San Telmo

     

    Segundo dia – Domingo, imperdível a feira de artesanatos e principalmente antiguidades em San Telmo.

     

    Marque na agenda portenha: domingo (e só) é dia de ir a San Telmo. A principal característica do bairro, é a concentração de antiquários e galerias de arte que deixam qualquer um com vontade de redecorar a casa.

    Apesar dos preços nem tão satisfatórios para o bolso brasileiro, San Telmo mantém o charme em mais de 30 antiquários, entre 200 pontos comerciais.Todo domingo, de manhã à tarde, a Plaza Dorrego de San Telmo é ponto obrigatório. Não precisa comprar nada, mas vá, dê uma volta entre as barracas, onde vendem-se talheres, bandejas de prata, mesas, cadeiras, luminárias, moedas, tudo de época.

    Por ser ponto de concentração turística, artistas se apresentam nas ruas de San Telmo, desde os dançarinos de tango até os que fazem performances de estátua viva, todos pintados de branco, prata ou dourado, em troca de uma moedinha em peso. Nunca, mais nunca tente tirar fotos dos artistas sem deixar-lhes uma moeda, você pode ser ofendido por alguns, afinal, eles estão lá para ganhar a vida.

    Além dos bares, cafés e restaurantes, San Telmo abriga também uma das mais tradicionais casas de tango de Buenos Aires, a El Viejo Almacén, que oferece jantar e show.

    A tarde ainda fomos novamente a feira da Recoleta e ao bairro da Boca. E voltamos andando ao Centro

     

    Buenos Aires - Boca e Caminito

    Reduto de criminalidade, o bairro da Boca é, para todo o mundo, um exemplo de maquiagem (ou seria revitalização?!). Formado por imigrantes italianos, em maioria, o bairro tem como característica principal às casas construídas com lata. São cortiços, na verdade, feitos com pedaços de navios em que chegaram os italianos no passado, como reza a história.

     

    Revitalizadas (ou maquiadas?!) com ajuda do governo, algumas casas ganharam cores fortes e identificação em qualquer lugar do mundo. A sua rua mais famosa é a Caminito, que ganhou homenagens como nome de tango e é ponto turístico obrigatório.

     

    É um espaço turístico, e talvez a moeda de troca com a população local. Por estar na periferia de Buenos Aires, o bairro não é aconselhável à noite. Tem becos muito escuros e perigosos, uma linha de trem assustadora e uma comunidade nem tanto amigável, segundo o que dizem.

     

    No éden Caminito, no entanto, a arte é efervescente. Há artesanato, telas de artistas locais e que vendem, por 10 pesos ou 30 pesos, quadros originais que podem servir de lembrança local.

     

    Lá também há dançarinos de tango pelas ruas e performers que fazem estátua viva para divertir o público. Há músicos e uma espécie de display de madeira conhecidíssimo dos turistas, que podem simular que estão dançando tango na hora de fotografar.

     

    Nas redondezas da rua, onde também é permitido ser turista, tem lojas que vendem quinquilharias para turistas, como chaveirinhos e coisinhas para levar para casa, bares e cafés para sentar e conversar.

     

    Sede da Bombonera, o estádio do Boca Juniors, o bairro se transformou em palco da maior rivalidade no futebol argentino, contra o arquiinimigo River Plate. Ver a Bombonera de perto é quase impossível. Só abre em dia de jogo.

    Aconselha-se não ficar a noite, ou seja, vá de dia e quando pensar em começar a escurecer, adiós.

     

     

    Gastos do 2° dia:

    Moedas: 27,00 (antigas, compradas na feira).

    Táxi para a Boca 3,15 (fomos ao Bairro da Boca após a feira)

    Postais 4,50

    Imã de geladeira 4,05

    Empanadas de almoço + coca 6,75

    Jantar 16,20 (jantamos em um rodízio, churrasco, pizzas, massas, quiches, coca cola e sobremesa livres. Muito bom e barato.

    TOTAL 61,65

     

     

    Terceiro dia – Segunda, passeamos pelo centro até Palermo (parques), Jardim Japonês, Observatório, Puerto Madero, Plaza de Mayo e Shopping Abasto.

     

    Na segundo, saímos a pé em direção ao parque de Palermo, onde, no caminho, observamos muitos e muitos monumentos e atrações arquitetônicas de Buenos Aires, onde a cada esquina é uma surpresa.

    Saindo do albergue, passamos pelo Congresso, pelo Teatro Colon, pelo prédio da Águas Argentinas, muito interessante. Seguindo o passeio, passamos pela Faculdade de Medicina, outras pequenas praças (tudo a pé) até chegarmos a Recoleta. Tomamos um belo café com “medialunas” (croissant, brioches), e seguimos observando as construções. Almoço (empanadas) e entramos no Jardim Japonês, muito lindo e interessante. Entrada de menos de 3 reais. Seguimos após até o parque, observatório.

     

     

     

    Congresso de Tucuman, Águas Argentinas, Jardim Japonês

     

    Parque de Palermo e Observatório

    Após passearmos pela região, até a Plaza Itália, aproveitei também para comprar as passagens de buquebus para Colônia de Sacramento – UY, e caminhamos pela Plaza de Mayo e Puerto Madero.

    Após decidimos comprar a janta em um Mercado. Fomos então ao Shopping Abasto, de metrô, onde tem um mercado em frente. Passeamos pelo shopping, e compramos a janta composta de diversos produtos tipicamente argentinos. L´ocro (que eu havia comido em Salta, norte da Argentina) frutas secas, quiches, tortas salgadas, um suco de laranja e muitos doces (chocolates, alfajores).

    Jantamos no albergue e após, seguindo o ritmo dos colegas do albergue, compramos algumas garrafas de vinho, pegamos a mesa de sinuca e ficamos até tarde se divertindo no ambiente “internacional” do albergue.

     

    Shopping Abasto e Noite no albergue.

     

    Casa Rosada, Puerto Madero.

    Buenos Aires - Puerto Madero

     

    Aqui sim temos um exemplo de recuperação/revitalização. Às margens do rio de la Plata, Porto Madero é um conjunto arquitetônico de galpões que já serviram, no passado, para armazenagem de produtos e alimentos que chegavam pelo mar.

     

    Revitalizados há cerca de dez ou 12 anos, eles abrigam atualmente o maior pólo de diversão portenha, que, para alguns, já tira o posto da Recoleta. Há 43 restaurantes, oito cinemas, uma casa noturna, 11 lanchonetes e cafés, passeios, um museu, o Iate Clube, hotéis e uma bela vista do rio e de novos pólos financeiros e residenciais de Buenos Aires.

     

    Tem até cassino, apesar de eles serem proibidos na província de Buenos Aires. A história do cassino é pitoresca: para driblar a lei, seus donos o instalaram dentro de um navio em Porto Madero. Lá, ele não fica sediado no território de Buenos Aires, e, assim, responde às leis marítimas, que permitem o jogo.

     

    Interessante é você observar (a sua sorte) as pontes que, para dar passagem aos barcos, giram e encaixam-se nas laterais, ao contrario da grande maioria que conhecemos que se ergue.

     

    A crise econômica obrigou muitos restaurantes e casas noturnas que haviam se instalado no local a fecharem suas portas. Um projeto de Planet Hollywood argentino, construído em Porto Madero, nem chegou a estrear. O prédio foi ocupado por outra boate, mas também está fechado.

     

    Entre os restaurantes, há opções de massas, carnes (inclusive um brasileiro), peixes e buffets. Os cardápios ficam visíveis na frente dos estabelecimentos para consulta de preços e opções.

     

    Encontrar um lugar, no entanto, pode ser motivo de estresse. Tente reservar antes. O povo argentino costuma sair para jantar a partir das 22h, especialmente as sextas e sábados.

     

    Em Buenos Aires, uma cidade que praticamente não dorme, a lógica da diversão funciona assim: aproveite o dia para visitar museus, parques, praças, bairros, prédios históricos e monumentos; tempo para tomar banho e relaxar, ver algumas das besteiras que eles têm na TV ou encontrar preciosidades como “Tumberos”, um seriado sobre a vida na prisão; saia para jantar entre 21h e 22h; por volta de 1h ou 2h, é hora de ir a uma (ou várias, em “peregrinação”) boate.

     

    Gastos do 3° dia:

    Café: 4,05 (café, medialunas, suco de laranja).

    Empanadas 4,59

    Entrada Jardim Japones 2,70

    Metro 1,89

    Passagem à Colônia (Buquebus) 45,90

    Jantar 8,20

    Vinho/Sinuca 14,40

    TOTAL 81,73

     

    Quarto dia – Terça-feira, fizemos o passeio pelo Delta do Tigre, local onde deságuam os rios Paraná (já tendo recebido o Paraguai) e Uruguai, formando o Rio da Prata.

     

    Fizemos o passeio, que as agências cobram em torno de R$ 80,00 para fazer, gastando somente R$ 13,00 (pelo passeio idêntico), única diferença é que não tínhamos a van pegando na porta de casa, e sim, tivemos que pegar um metro (0,70) até a estação retiro.

    Após pegamos o trem até Tigre (0,75) 40 minutos depois chegamos. Cidade simpática, procuramos logo um tour, infelizmente, chegamos 5 minutos atrasados e não pudemos pegar o passeio em Catamarã. Mas o infelizmente deu sorte, pois logo após saia uma lancha rápida, que recomendo, e que fazia o mesmo passeio. Ainda deram café e alfajores. Muito interessante, passamos por vários canais, pequenas “avenidas” de água (como Venezia), onde existem muitas casas de veraneio e outras construções interessantes.

     

     

     

    Na volta ainda paramos em San Isidro para dar uma caminhada no local.

     

    Gastos do 4° dia:

    Trem 2,40

    Lanche 1,80

    Passeio no Tigre 9,00

    Metro 1,26

    Globos (luminárias) 27,00

    Jantar 7,65

    TOTAL 49,11

     

    Quinto dia – Quarta-feira livre para compras e passeios pelas lojas.

     

     

    Gastos do 5° dia:

    Bijouterias 36,00

    Perfumes 27,00

    Pizza de almoço 1,50

    Pasta de sapato verde (Jeep) 18,00

    Presentes 45,00

    Presente 3,15

    Kebabi (janta) 3,15

    Telefone 18,00

    TOTAL 151,80

     

    07/07 Quinta saída para Colônia de Sacramento as 09:00 da manha de buquebus.O Eladia Isabel é um barco relativamente grande, tem restaurante, free shop... Preço 490 pesos (R$ 50,00). Chegada ao Meio dia.

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