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  1. Saudações a todos!

    Alguem já usou esse tipo de laterna? presta?

    Tem tambem lanterna magnetica, que basta agitar pra recarregar.

    Será que elas são a prova dagua?

    []

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  22 mais
    2. alexjfo

      alexjfo

      Pessoal,

       

      comprei uma na loja da polishop, vende pela internet também, que é uma lanterna a dinâmo e que também carrega celular e baterias. Não é a prova de água, mas quebra um galhão em termos de energia. Tenho uma também recarregável que é a famosa punheteira que esta sim é totalmente a prova de água e não usa baterias sua tecnologia usa capacitor que é praticamente eterno e não se desgasta como as baterias. Esta me saiu por 30 reais na cofermeta em Belo Horizonte.

       

      Até,

       

      Alex.

      •  
    3. rafaelbrm
    4. orodrigo

      orodrigo

      Nunca que essa lanterna chega a essa distancia

      •  
  2. Olá ,

     

    depois de muitas pesquisas resolvi apelar para os amigos do mochileiros.com

     

    Moro no Rio e gostaria de dicas (todas e quaisqueres) sobre Praia das Neves (ou Maraobá) localizada no município de Presidente Kennedy.

     

    Havia (ou há?) um Camping Clube do Brasil nesta praia mas pelo que percebi está desativado. Mas já estou fazendo contato com o CCB aqui no Rio para confirmar....

     

    Minha maior dúvida é como ir de ônibus do Rio até à Praia das Neves. No site da Viação 1001 vejo que existe ônibus para Barra do Itabapoama (que acho que é perto)...mas não sei se de Barra consigo chegar à Praia das Neves.

     

    Desde já agradeço pela ajuda.

    Vibrações positivas,

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  3 mais
    2. Waltergaz

      Waltergaz

      Olá pelo tempo que vc postou esta mensagem já deve ter conseguido ir....Caso contrário conheço toda região da FOZ somente. Tenho informações, várias de como chegar e andar com pouco dinheiro, pois sair do Rio aproximadamente 320 km não é desafio.........è brincadeira e muito boa, meu e mail [email protected], aguardo qualquer notícia.

      •  
    3. denisebahiense

      denisebahiense

      pode-se chegar à Praia das Neves por marataízes (rodovia do sol sul) ou por Presidente Kennedy (via BR101).

      Até boa vista (abaixo da lagoa do siri) está asfaltado, a estrada está muito boa. Depois deve-se pegar estrada de chão até a praia das neves. A estrada mesmo sendo de chão está boa.

      Ou ir para Presidente Kennedy pela BR 101 e seguir para o litoral até a praia das neves. Nunda fiz por esse caminho.

      A vista pela rodovia do sol sul é linda. Acho que vale mais a pena pelo visual mas o trajeto será maior, se a saída é do rio...

      •  
    4. chuckramos84

      chuckramos84

      Sei que ja deve ter ido para la umas 2000 vzs pelo tempo que passou, mas caso tenha alguem com a msm duvida vou reponder de qqr forma. Para ir do RJ éw simples, vc pode pegar um onibus ate a barra do itabapoana e de la pegar outro onibus ate travessao de barra e pegar um onibus que sai de la todos os dias pela manha, se nao me engano as 6, 8 e 10 horas. Mas chegando em travessao fica facil. O onibus para em uma rua ao lado da praça. É importante tbm perguntar ao motorista do onibus que pegar no RJ se o onibus passa por travessao de barra, pois tem 2 linhas diferentes, uma que vai direto para barra pelo litoral e outra que passa pela cidafe. Espero ter ajudado pelo menos um pouco. Abraços para todos. Se alguem tiver duvidas sobre a regiao, pm me.

      •  
  3. Sugestões de mochiladas com crianças para Pais mochileiros que não conseguem abandonar o maravilhoso hábito de viajar.

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    1. Mostrar comentários anteriores  39 mais
    2. Adriano Klein

      Adriano Klein

      Mirian

       

      Quando fomos pra Europa o meu já tinha 5 anos, então foi bem diferente.

      Ocupou o banco do meio, se espichou e dormiu a viagem toda, nós é que não conseguimos dormir nada...rsrsrs.

      tem que ver com a comanhia aérea, creio que no teu caso eles oferecem os bancos da frente com mais espaço e um tipo de bebê conforto.

      O fuso horário foi meio complicado, chegamos de manhã e passamos o dia passeando. lá pelas 16:00 hs ele simplesmente capotou e tive que carregar no colo de volta pra casa...

      e de madrugada a gente tava ferrado no sono e mortos de cansaço, e ele acordou e ficou vendo TV direto ( ou seja continuava no outro horário).

      mas depois de 3 dias todos acostumamos e estabelecemos uma outra rotina de horários.

       

      Abs!

      •  
    3. Fabi Fernandes

      Fabi Fernandes

      Olá, pessoal.

      Tenho uma filhote de 3 anos e quero muito voltar a fazer algumas trilhas, agora levando minha mochilinha. rsrs

      Sempre fiz muitas trilhas e viagens até ela nascer, mas depois disso, só coisas próximas e mais tranquilas pra crianças.

      Nossa viagem mais longa foi para Los Angeles em outubro passado (2014), quando ela não tinha 3 anos ainda. Mas não foi viagem de aventura.

      Agora quero começar a programar algumas coisas com ela.

      Outras dicas de mais mochileiros com crias por aqui?? São sempre bem-vindas. :D

      •  
    4. Fabi Fernandes

      Fabi Fernandes

      Olá, André Monteiro.

      Você tem esses outros relatos de viagens com sua filha aqui no Mochileiros pra compartilhar?

      obg

      Fabiana

       

      Quando minha filha foi junto o voo foi super tranquilo, como saia de Brasilia no final da tarde passamos a noite viajando para Lisboa com conexão 3 horas em Roma, precisa levar brinquedos (sem som) e coisas para entreterimento eu levei um notebook, na conexão fiz um montinho no chao com as malas e ela ficou brincando... os detalhes da viagem http://www.mochileiros.com/italia-e-portugal-eu-esposa-e-filhota-de-1-ano-e-6-meses-t68651.html

      Agora desde 3 meses ela viaja conosco, ja foi no RJ, Foz do Iguaçu, Buenos Aires, Estrada Real de Jeep (foto do perfil), Recife, Roma, Lisboa, Milão, Assis,Toscana, etc...

      Em outurbo ou novembro to planejando uma viagem de MotorHome pela Europa.

      •  
  4. Pesoal realizei meu sonho de fazer de moto uma viagem do Alaska ao Brasil descendo pela America Central, Colombia e Venezuela. Foram quase 50 dias de muita emoção e novos conhecimentos. Mandem suas perguntas que vou respondendo, depois vou fazer um relato mais detalhado da viagem.

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  29 mais
    2. Rodrigo Alexandre

      Rodrigo Alexandre

      Doutor estou muito emocionado, meu sonho fazer uma viajem dessas dar volta ao mundo em uma moto.

      Vou fazer esta trilha como é a americo central ate o mexico é perigoso como é o povo e como é se é muito caro as coisas e precisa obter vistos para passar nestes paises. Pode levar mulher com a gente indo de moto.

      Abraços

      •  
    3. Ricardão

      Ricardão

      Parabens meu irmão!! bela viagem sonho de muitos realidade para poucos, 2011 eu vou tambem esse ano só um deserto do Atacama pra esquentar.Por onde vc foi saida e chegada ?o que puder me mandar te agraceço.

       

      abs

      Ricardão

      •  
    4. sergiohoffman203

      sergiohoffman203

      ola amigo,estou saindo de cleveland ohio com destino a caceres mt,tenho algumas perguntas;

      vcs tinham algum tipo de comunicacao,tipo walk talk,cell ou oque?tenho medo de perder-me de meu companheiro.

      qtos km vcs viajavam por dia?

      que tipo de seguros te pediram nas fronteiras?

      qta roupa tu levaste?

      bom por enqto eh soh,espero sua resposta,muito obrigado por seu tempo..........

      •  
  5. Eu estou muito interessada em fazer uma viagem à Tailândia, mas gostaria de saber quanto, em média, eu estaria gastando com passagens aéreas para Bangkok saindo do Brasil, ida e volta.

     

    E quanto eu deveria levar, em dólares?

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  52 mais
    2. Pedro Marques

      Pedro Marques

      To indo pra lá em novembro e comprei as passagens separadas. Primeiro comprei uma passagem de Fortaleza pra Paris, onde tenho uma amiga que mora lá e vou pernoitar lá. No dia seguinte pego um voo pela Lufthansa pra Bangkok via Frankfurt. No total, somando as duas passagens com direito a ficar uns diazinhos em Paris na volta, saiu por R$ 3500,00. A primeira (FOR - PAR) foi numa promo aê da TAM. Aí a segunda eu fui numa loja da TAM e perguntei se eles emitiam passagem dos parceiros deles pela Star Alliance... e ai deu certo. Foi o esquema mais barato que consegui... todos os voos saindo "direto" de fortaleza para Bangkok com as inúmeras paradas no caminho era pra bem mais de R$ 4000,00.

       

      Geralmente quem vai pro SA, vai via Emirados Árabes, África do Sul ou algum país grande da Europa.

      •  
    3. amanda93

      amanda93

      Vou comprar para Hong Kong pela Ethiopian, foi a mais barata que encontrei

      •  
    4. imax

      imax

      Vou de Ethiopian. Com o dólar a 3,10, a passagem saiu por R$ 3100. Emirates eu encontrei a R$3600

      Uma semana depois que comprei fizeram uma promoção e a passagem ficou por R$2600.

      Trecho foi: São Paulo - Addibs Abada - Bangkok.

      •  
  6. [info]Tópico criado para discussão de assuntos relacionados aos fogareiros da marca MSR.

    http://cascadedesigns.com/msr[/info]

    apenas acrescenando, hj entrei em contato com a half dome, o dragonfly, à vista, sai a 500 pilas. melhor comprar no brasil mesmo....

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  41 mais
    2. Otávio Luiz

      Otávio Luiz

      Se encaixa em qualquer cartucho de rosca, eu uso estes da Náutika que vendem por aqui, o Tekgás.

      •  
    3. Patmattos

      Patmattos

      Oi gente. Tenho um whisperlite internationale há uns 10 anos e nunca tive problemas... Até agora.....

      sempre usei querosene nele e da última vez que fui usá-lo não consegui dar a pressão na garrafa e acabei usando o de amigos..... Depois percebi que a bomba tinha quebrado e fiz um "gato" com durepoxi... . Mas agora não dá pressão nenhuma.... Será q o melhor é comprar outro?? Ou será q dá pra arrumar??

      •  
    4. guidealmeida

      guidealmeida

      Olá galera, preciso de uma ajuda, estou em uma cicloviagem e meu fogareiro, um msr whisperligth, está dando problema, um dia fui fazer feijão fradinho, que solta uma espuma grossa e pegajosa, vacilei e a panela transbordou escorrendo essa espuma no fogareiro, ele apagou e eu acendi novamente, terminei de usar e foi tudo vem, mas qua do Fui usar no dia seguinte vi que estava saindo vem pouco combustível, e agora praticamente não sai mais combustível, tentei fazer todas as manutenções que tem vídeo no YouTube mas não consigo "desentupir". Pelo que me parece tem alguma coisa obstruindo a passagem do combustível da mangueira pro queimador, pois a bomba está dando pressão e quando desmonto ele e tiro o cabo de aço da mangueira sai muito combustível, o bico já está limpo, mas por algum motivo o combustível não sai. Alguém o que pode ser ou o que posso fazer? 

      Por enquanto estou me virando muito bem com uma espiriteiraa álcool, mas não sei como será pra cozinhar com álcool em outros países e lugares muito altos e frios. Se puderem me dar uma luz, estou meio desesperado com isso

      •  
  7. aê gnomada!

     

    alguém tem fogareiros azteq innova ou nautika nomad, pra me dar uma respostinha básica que os fabricantes não me dão?

     

    alguém já mediu quanto tempo cada um desses fogareiros leva pra ferver um litro de água?

     

    pq essa informação é muito importante. os fogareiros possuem taxas de consumo extremamente discrepantes, praticamente o consumo por hora de um é o dobro do outro. mas se a eficiência é o triplo, então o nomad, mesmo consumindo bastante, é mais econômico.

     

    alguém aí já prstou atenção quanto tempo levou pra cozinhar ou ferver água nesses fogareiros?

     

    []s

    •   
    1. michel

      michel

      Ogum777, cara, eu não sei direito que metodologia se usa pra fazer essa medição, eu acho que o tempo vai depender diversos fatores: temperaturas (água e ambiente), pressão, panela (material, desenho) ,não é ?

      •  
    2. ogum777

      ogum777

      então michel,

       

      esses dados colocados realmente servem para comparações mais "afinadas" no limite.

       

      mas a observação empírica aqui já ajuda, pq um fogareiro consome o DOBRO que o outro por hora, segundo seus fabricantes.

       

      então, se meia dúzia responder que, em seus usos, sabe-se lá em que condições, um nomad esquentou o rango em 1 minutos, 15 minutos, 13 minutos, etc. e outros responderem mais ou menos a mesma cisa relativo ao zteq innova, já sei que o nomad desperdiça gás. mas se a média das respostas indicar qu eo innova leva o triplo do tempo, já sei que, mesmo consumindo menos por hora, a taxa de aproveitamento é menor...

       

      dada essa diferençã de consumo por hora, dá pra ter uma idéia mesmo com base em dados não muito lá planificados, balizados e padronizados...

       

      sacanagem os fabricantes não disponibilizarem... se vc entrar lá no site da msr, em qualquer fogareiro que vc olhar os detalhes tem um link para uma tabela de comparação entre os produtos deles, sendo que o primeiro dado é o tempo de fervura, o segundo é quanto vc consegue ferver de água com 8 onças de gás ou 11 de benzina...

       

      em resumo, com tanta diferneça de consumo entre o nomad e o innova, já dá pra saber qual efetivamente é mais econômico e mais eficiente.

       

      []s

      •  
    3. michel

      michel

      Vc está certo, já dá pra ter uma idéia, mas não é muito preciso. A comparação feita entre os modelos da MSR deve ser válida porque no mínimo eles testaram os fogareiros nas mesmas condições para todos, mas no seu caso vc vai colher dados aleatórios, ou seja, tem gente que vai passar a medição de quando estava no Pico da Bandeira e outra vai passar na Ilha Grande, aí não dá pra comparar, né ? Utilizar média é uma boa idéia, mas vc precisará de uma amostra meio grande pra ser preciso, coisa acima de 30 medições.

       

      Eu acho que por isso os fabricantes brasileiros não fornecem essas informações pois daria abertura pra diversos processos.

       

      A não ser que o teste fosse feito por uma parte isenta, como o imetro, uma revista, ou até mesmo alguém aqui no mochileiros.com, aí eles poderiam divulgar a informação citando a fonte obviamente.

       

      Por que vc não entra em contato com os fabricantes pedindo emprestado os fogareiros, cria uma metodologia (se quiser posso lhe ajudar), faz os testes e depois apresenta os resultados aqui no fórum ?

      •  
  8. Gente,

    Preciso de ajuda !

    Vou fazer esse rolê a partir do dia 29/12

    E gostaria de saber se alguem conhece pousadas boas e baratas nessas localidades pois irei numa época q lota e principalmente a Ilha do Cajual (que realmente quero ir) não consigo encontrar muitas informações apesar de saber que existem outras pousadas lá além de duas carissimas q dá pra achar.

     

    Outra, é viavel ir de Alcantara para Barreirinhas de Onibus? Ou é melhor de São Luis dar uma passeada lá em Alcantara e depois ir de São Luis para Barreirinhas?

     

    É melhor ir de Parnaiba mesmo para Ilha do Cajual? Vi alguns lugares q falam q pode-se ir de Alcantara direto.

     

    Bom, aguardo ajuda de vcs. Toda e qq info é bem vida :roll:

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  7 mais
    2. debsgalvao

      debsgalvao

      Olá!

      Alguma sugestão de pousada em São Luís e Barreirinhas?

      O Hostel de SL estará fechado pra reforma agora em setembro :cry:

      Por favor, um lugar baratinho... :)

      Obrigada!!

      •  
    3. michel

      michel

      Debs, dá uma lida no meu relato no link:

       

      http://www.mochileiros.com/viewtopic.php?t=16648&highlight=jeri

       

      vc vai encontrar dicas e informações (telefones, valores) sobre pousadas e transporte para São Luis, Lençois Maranhenses, Delta Parnaíba, Jericoacoara e Canoa Quebrada.

       

      qualquer coisa a mais estamos por aqui.

      •  
    4. Igor Arnobio

      Igor Arnobio

      Oi Debis72 tudo bem???

      Sobre a Ilha do Cajual a única forma de se hospedar por lá é numa antiga base de pesquisa de uma Ong chamada Amavida. Paga-se um preço simbólico.

       

      Já fui pra lá para um evento há algum tempo, e posso te dizer o seguinte sobre a Ilha: está praticamente desabitada, morando lá apenas alguns pescadores e remanscentes quilombolas; é preciso levar toda a comida e água a ser consumida. Posso te ensinar a construir um pequeno e simples destilador pra dessalinizar a égua do mar.

       

      Sobre o local de alojamento (a base), é uma casa com uns 60m2 e é cobrada uma taxa simbólica para a hospedagem. Ah, ela está próxima a um dos maiores dep´sitos de fósseis de dinossauros do Brasil, a lage do Coringa. Vale a pena dar uma volta a pé e acampar pela ilha, sempre em companhia dos nativos. Outra coisa: cuidado com os movimentos das marés.

       

      Há outras dicas pra te dar:

      1) Tutóia;

      2) Ilha de Santana no município de Humberto de Campos;

      São ecossistemas parecidos com os Lençóis Maranhenses, mas ainda pouco visados pelo turismo, e com preço mais em conta.

       

       

      Para maiores informações contacta Armênia [email protected]

      •  
  9. Oi galera.

     

     

    Esse é um relato de mais duas travessias (Ponta da Joatinga e Trindade-Camburi) que eu e a Márcia fizemos no feriado de 7 de Setembro de 2004 (Terça-feira) na região de Paraty e Ubatuba. As duas eu já conhecia bem.

    A Joatinga é bem tranquila e a Trindade-Camburi eu já tinha feito no sentido inverso alguns anos atrás.

    Pegamos dias de muito Sol na Joatinga, mas passamos por apuros em uma delas e experiência que tivemos serviu como lição.

     

     

    Fotos + croqui da Travessia da Joatinga: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5822324635333074017

    Fotos + croqui da trilha Camburi-Trindade: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5822327213526028801

     

     

    20090920051206.jpg

    Saímos de São Paulo de ônibus no feriado da Independência bem de manhãzinha e chegamos em Paraty por volta das 14:00 hrs. Como pretendíamos retornar a SP no Domingo, resolvemos comprar as passagens para o horário das 16h30min. Cinco dias de caminhada eram mais do que o suficientes para fazermos as 2 travessias.

    Estávamos com dúvida se ainda conseguiríamos algum barco que nos deixasse na Praia do Pouso da Cajaíba, mas assim que chegamos no cais, encontramos uma escuna que estava retornando para a Praia do Pouso.

     

    001-+Cais+particular.JPG

    01-+Paratii+2.JPG

    Ela deixou o cais por volta das 14h30min e ainda foi reabastecer. Depois passamos ao lado do barco do Amyr Klink (Paratii 2) que estava ancorado.

     

    02-+Seguindo+para+a+Praia+do+Pouso.jpg

    Na entrada do Saco do Mamanguá pegamos o mar um pouco revolto (foi um tal de sobe-desce onda) e chegamos no Pouso por volta das 16h30min.

     

    Dali procuramos a trilha que sobe o morro em direção a Praia Martim de Sá, que sai do lado esquerdo do orelhão, mas se tiver dúvidas é só perguntar para qualquer morador, que eles indicam o caminho certo.

    Depois de uma longa subida até o selado que é o topo da trilha, fomos chegar nessa praia pouco antes das 18h30min.

     

    Lá encontramos algumas barracas ao lado da casa do Sr. Maneco e outras próximas da areia da praia, onde montamos a nossa também e fomos fazer o jantar. Como chegamos já escurecendo, nem fomos para a praia e depois do jantar já estávamos dentro da barraca para descansar.

     

    02j-+Camping+na+Praia+Martim+de+S%25C3%25A1.jpg

    O dia seguinte amanheceu com um Sol muito forte, mas nem aproveitarmos a praia e só tiramos alguns clics da areia da praia.

     

    03-+Em+Martim+de+S%25C3%25A1.jpg

    Iniciamos a caminhada em direção a Praia de Ponta Negra as 10h30min junto a casa do Sr. Maneco por trilha que sai a oeste e segue um pouco longe do costão.

    A trilha é bem demarcada e não tem como se perder.

    Ao longo da trilha vão aparecendo alguns poções nos rios que vamos cruzando, mas não entramos em nenhum.

     

    05-+Pulando+riachos+na+trilha.JPG

    Passamos por uma bifurcação à direita que leva até um poção e pouco mais de 1 hora chegamos no Saco das Anchovas, onde existem várias casas de pescadores à esquerda, junto ao costão.

    Aqui paramos para descansar um certo tempo onde 2 trilhas se encontram (uma que vem das casas e outra de Martim de Sá).

     

    06-+Martim+de+S%25C3%25A1+ao+fundo.jpg

    07-+Cost%25C3%25A3o+rochoso.jpg

    Um pouco mais a frente existe uma bifurcação para a Praia do Cairuçú, mas nem chegamos a ir, já que nossa intenção era aproveitar a Praia de Ponta Negra.

     

    Depois quase 3 horas desde Martim de Sá se chega na Casa do Sr. Aplígio, à esquerda.

    Atualmente o lugar conta com um camping e com acesso fácil a Praia do Cairuçú. Uns 50 mts depois a trilha passa por um riacho onde alguns os moradores usam para lavar as roupas e logo a frente existe uma casa à direita. A trilha é bem demarcada e uns 100 mts depois tem a bifurcação que segue para o costão (à esquerda), mas a trilha correta é a da direita, que logo chega em uma bifurcação em “T”. Seguimos para esquerda e entramos definitivamente na mata fechada.

    Até Ponta Negra, a trilha é bem tranquila, podendo existir alguma dúvida no início dessa subida até chegar na altitude de quase 600 mts, que é topo da trilha.

    Nesse trecho de mata, a trilha segue no plano por alguns minutos para só depois iniciar a longa subida, mas sem maiores problemas. Pouco abaixo do ponto mais alto da trilha existe uma pequena gruta, conhecida como Toca da Onça, que pode ser útil em casos de emergência.

    Ao chegar no topo da trilha, a partir dali é um trecho com descida muito íngreme, cruzando um pequeno riacho. O ideal é ir segurando nas raízes e nos galhos das árvores para não levar tombos.

     

    10-+Enseada+da+Praia.JPG

    Fomos chegar em Ponta Negra por volta das 16:30 hrs e depois de montarmos nossa barraca fomos atrás de algum tipo de refeição, que incluísse peixe, mas não encontramos nada. O Camping da Branca que também funciona como restaurante (é o que diz a placa) não tinha nada disponível também. Tivemos de nos contentar com a nossa comida mesmo. A praia é convidativa para um mergulho, pois possui uma costeira excelente para uso do snorkel.

     

    12-+Saindo+de+Ponta+Negra.JPG

    No dia seguinte (Quinta-feira) depois de aproveitar um pouco da praia saímos por volta das 11:00 hrs em direção à Vila Oratório e depois seguir para a Vila de Trindade onde íamos seguir por mais uma outra trilha: a Trindade-Camburi.

    A trilha é bem demarcada e depois de alguns minutos chegamos na Praia das Galhetas onde só encontramos pedras, mas nada de areia.

    Outra subida de morro e depois de iniciar o trecho de descida, pegamos uma bifurcação à esquerda que leva até a Praia do Antiguinhos, onde chegamos depois de umas 2 horas.

    13-+Na+Praia+dos+Antiguinhos.JPG

     

    Não ficamos muito tempo aqui e logo voltamos para a trilha e seguimos para a outra praia, a dos Antigos onde paramos um certo tempo para tomar um banho de mar.

    15-+Praia+dos+Antigos+deserta.JPG

     

    Nessa praia existem algumas nascentes que desaguam aqui, então é um local bem convidativo para um mergulho.

    O Sol, que estava muito quente, nos fez demorarmos um pouco mais aqui.

    18-+Chegando+na+Praia+do+Sono.JPG

     

    Depois de um pequeno banho na água dos riachos, voltamos a subir outro morro até chegarmos na Praia do Sono por volta das 14:00 hrs e encontramos várias barracas montadas na areia e uma fruta que nos fez perder um certo tempo: a pitanga.

     

    Fruta bem pequena e avermelhada que se assemelha à framboesa. Muito gostosa.

    Nessa praia também fomos abordados por dois senhores indagando se estávamos fazendo a travessia da Joatinga. Nos encheram de perguntas e sem saber que essa conversa ia ser extremamente útil mais tarde.

    Depois de sairmos da Praia, seguimos por trecho inicial de trilha íngreme até cair em uma antiga estrada e chegar na Vila Oratório às 15h30min.

    Aqui ficamos sabendo que só haveria ônibus em direção a Paraty depois das 16h30min, mas como não estávamos a fim de aguardar 1 hora, resolvemos continuar na caminhada até a saída do Condomínio Laranjeiras e na bifurcação para a Vila de Trindade, nosso destino naquele dia.

     

    Na estrada, tentamos carona, mas em vão e depois de já termos caminhado mais de 1 hora, resolvemos descansar um pouco, junto à estrada, mas adivinhem quem encostou para nos oferecer carona sem a gente pedir? Aqueles dois senhores lá da Praia do Sono. Eles estavam retornando para o Rio de Janeiro.

    Essa carona veio em boa hora e nos economizou uma caminhada de cerca de 1 hora ou mais até a bifurcação para Trindade, onde ficamos aguardando o circular para Vila, chegando lá por volta das 17h30min famintos e cansados e a primeira coisa a fazer era saciar a fome, já que estávamos a 3 dias comendo macarrão, sopa e salame.

    Fome saciada, agora era procurar algum camping e opções não faltavam. Escolhemos um da rua principal a $6,00/pessoa com direito a banho quente. Depois de montada a barraca só passeamos pela rua principal para comer algum sorvete e doces e depois fomos dormir com direito a visita de um pequeno rato no meio da noite à procura de comida (não chegou a entrar na barraca, mas deu para ver que ele tentava).

    No dia seguinte (Sexta-feira) acordamos bem de manhãzinha e ainda tínhamos uma outra trilha pela frente, a Trindade-Camburi.

     

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    Saímos bem cedo do camping, porque ainda queríamos aproveitar o final da tarde na Praia de Camburi (Ubatuba). Paramos para tomar um café da manhã em um barzinho e seguimos em frente por volta de 09h30min.

     

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    Depois de pegar um pequeno trecho da Praia do Caxadaço chegamos ao início da trilha.

    Ela se inicia dentro do Camping Casa Torta, quase no meio da Praia do Caxadaço. Entrando no camping, siga para esquerda até atravessar um riacho.

    Poucos metros à frente a trilha cruzará com outro riozinho, que estará à esquerda. Siga pela trilha, sempre subindo e saia na 2ª bifurcação para a esquerda. Agora é só tocar para cima, porque a subida é bem acentuada e sempre com um rio a direita que logo será cruzado.

     

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    Na altitude de pouco mais de 300 mts chegamos na divisa de RJ/SP, onde existe um marco de concreto de aproximadamente 0,5 mt de altura, junto da trilha.

     

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    Até aqui foram pouco mais de 1 hora desde a praia. Descansamos alguns minutos aqui com direito a alguns clics. O lugar está bem diferente de quando passei aqui em Nov/2003, pois está com a trilha mais aberta. Isso é muito bom.

    Passado essa divisa haverá ainda um pouco de subida e logo a trilha se estabiliza e cruzará com um pequeno riacho.

     

    Daqui para frente surgirão várias bifurcações para a direita, mas se você quiser se manter na crista, siga sempre para a esquerda. As bifurcações para a direita conduzem a trilhas paralelas, mas em declives acentuados, levando a um riacho que pode ser uma boa opção se você tiver tempo para conhecer. Indo para a esquerda, você terá sempre o costão como guia. Em uma dessas bifurcações, fomos para a direita e perdemos um certo tempo até retornar para a trilha correta.

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    05-+Planta%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+mandioca.JPG

     

    Fomos terminar a trilha pouco depois das 15:00 hrs, sendo que o final dela é marcado por uma enorme plantação de mandioca. Não resisti e peguei algumas, pois poderiam ser úteis. Da Praia do Caxadaço, onde começamos a trilha até aquele ponto levamos cerca de 5 horas de caminhada com algumas paradas.

    Existem algumas trilhas que descem até a Praia e pegamos uma bem à oeste da plantação.

    Ao chegarmos na Praia de Camburi fomos direto para o Camping Ypê (o mais bem estruturado de toda a praia), mas não havia ninguém para nos atender. Resolvemos então procurar outro e ficamos no Camping do Dadá ($5,00/pessoa em terreno bem plano).

     

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    Como iríamos ficar até Domingo, resolvemos procurar algum lugar que vendesse refeições, mas por incrível que pareça não encontramos nada, mesmo nas barracas da praia. E a nossa comida acabando (é difícil quando se tem dinheiro e não tem onde se gastar, viu!!!!!).

    Aí não teve jeito, tivemos que fazer uso da mandioca. Cozinhamos em pequenos pedaços e depois misturamos no macarrão e no pouco de salame que restava.

    Para o almoço do dia seguinte (Sábado) teríamos que procurar alguma refeição nas barracas da Cachoeira da Escada, localizada na Rodovia e na tarde de Sábado foi o que a gente fez.

    O problema é que só encontramos uma porção de calabresa e refrigerantes e foi o que nos salvou naquele dia, mas a coisa ficou pior quando retornamos para o camping.

     

    Ao chegarmos lá, encontramos nossa barraca rasgada na lateral por um cachorro e o salame e o macarrão do lado de fora.

    É, parecia que os cachorros estavam com mais fome do que a gente. Mas, ainda nos restou a mandioca. Talvez se demorássemos um pouco mais, nem mais encontraríamos o salame e o macarrão. E como tinha sobrado um pouco de margarina, que tínhamos comprado para o café da manhã, resolvemos fritar a mandioca. E esse foi o nosso jantar: macarrão, um pouco de salame e mandioca frita.

    E para não dizer que tragédia pouca é bobagem, o Domingo amanheceu chovendo, sem qualquer expectativa de praia.

    Iríamos voltar para SP no ônibus das 16h30min (já tínhamos comprado as passagens de ônibus), então até dava para aproveitar a praia, mas sem chances. E a chuva nada de parar.

     

    Como o terreno do camping era plano, começou a acumular água em certos pontos e um deles era junto a nossa barraca e com isso a água começou a invadir a nossa barraca pela parte de baixo.

    Era muito pouco, mas incomodava e aí tivemos de sair e ir para a varanda da casa do dono do camping, onde aguardamos até a chuva parar (na verdade, só deu uma pequena trégua, pois ela sempre retornava).

    E aí não teve jeito, tivemos que pagar a uma pessoa para nos levar de carro até a Rodovia, já que não queríamos tomar chuva no caminho.

     

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    Lá pegamos um ônibus até Paraty aonde chegamos pouco depois das 14:00 hrs e tiramos todo o atraso: fomos em um restaurante do centro histórico e nos fartamos com um belo almoço.

     

    Depois ainda passeamos pelo centro histórico para depois retornar a SP, onde chegamos por volta das 23:00 hrs.

    É......................foi uma lição viu, mas analisando bem a gente nunca ia imaginar que na Praia de Ponta Negra e principalmente na Praia de Camburi não haveria comida ou algum PF para vender, não é?

     

     

     

    Abcs

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  24 mais
    2. Augusto

      Augusto

      Blz Zé.

       

      Não sei se vc teria folego, tempo e $$$$$ p/ fazer todo esse roteiro, mas aí vão algumas dicas.

       

      Saindo da Vila Oratório é possível chegar na Praia do Curupira na caminhada em poucas horas.

      De lá vc será obrigado a contratar um barco p/ cruzar o Saco. Já usei 2x o barco do Charles.

      Se quiser pagar caro, peça p/ ele te levar até a Praia do Cruzeiro, onde se localiza o camping do Sr. Orlando e também é de lá que sai a trilha que leva ao topo do Morro do Pão de Açúcar. Creio que dê p/ subir o Morro no mesmo dia. Se deixar p/ o dia seguinte, pode te atrapalhar.

      Já se quiser pagar um pouco mais barato, ao sair da Praia do Curupira, peça p/ o barqueiro só p/ te levar do outro lado do Saco, na Praia do Espinheiro. É coisa de poucos minutos. O problema é que chegando na praia vc terá de seguir até a Praia do Cruzeiro, que tá um pouquinho longe, mas dá p/ ir na caminhada sem maiores problemas de navegação pela trilha.

      Nesse trecho será quase 1 dia de caminhada, dependendo de qto quer gastar. No Camping do Sr Orlando ele vende PF.

       

      No segundo dia é caminhada hard, saindo da Praia do Cruzeiro direto até Martim de Sá, mas se vc quiser gastar $$$$$, contrate um barco da Praia do Cruzeiro até a Praia do Pouso. Sr. Orlando pode indicar um.

      Se for na caminhada, ela é bem puxada, mas possível.

      Eu já fiz esse percurso com um casal, saindo bem de manhazinha e chegando já no inicio da noite em Martim de Sá.

      Vc pode se alimentar na Praia do Pouso (praia com vários restaurantes), ou no Camping do Seu Maneco, em Martim de Sá.

      É só solicitar p/ ele fazer algum PF.

       

      Já o terceiro dia é de Martim de Sá até Ponta Negra, que dá p/ fazer sem correria.

      Saindo de manhazinha do Seu Maneco sempre cheguei em Ponta Negra por volta das 15:00 hrs ou até um pouco menos. Se tiver um ritmo bom talvez até dê tempo p/ visitar a Cachoeira do Saco Bravo. Os guias são os próprios moradores. Nos barzinhos da praia eles indicam.

       

      Se chegar tarde em Ponta Negra, deixe então p/ visitar a Cachoeira no dia seguinte bem de manhazinha, que é uma caminhada leve e tranquila.

      E com isso dá p/ voltar ao camping em Ponta Negra e seguir no mesmo dia p/ Laranjeiras, chegando lá durante a tarde e fechando o circuito.

      Comida vc encontra também em Ponta Negra. Café da manhã já não tenho certeza.

       

      Mas te digo uma coisa: é uma caminhada muito puxada. E p/ quem não conhece o lugar, é mais complicado ainda.

      O trecho Praia do Cruzeiro até a Praia Grande da Cajaíba é muito cansativo.

      Procure ver como está seu ritmo nesse primeiro e segundo dia. Se conseguir chegar em Martim de Sá com fôlego ainda, então o restante do percurso é o mais fácil.

      As trilhas que eu faço é p/ quem já tem uma certa experiencia de caminhada. Atente a isso.

       

       

       

      Valeu.

       

      Abcs

      •  
    3. Zeh Pepy

      Zeh Pepy

      Fala Augusto Blza

       

      Em primeiro lugar obrigado pelas dicas, e pelos contatos que vc passou, tenho certeza que vão ser muito úteis para mim..

       

      Pensando no que vc falou eu vou conseguir mais dias para fazer a travessia, vou pra fazer nos 4 dias, mas posso fazer em 6 se for o caso.

       

      Estou tentando me preparar para conseguir fazer cruzeiro a cajaiba num dia só, se não conseguir eu durmo por la e retomo no outro dia :)

       

      Ao que tudo indica eu devo estar indo na segunda semana de novembro.

       

      Abraços

      •  
    4. Augusto

      Augusto

      Blz Zé.

       

      Da Praia do Cruzeiro até Cajaíba dá p/ fazer tranquilamente em 1 dia.

      Até a Praia Martim de Sá dá p/ fazer também, mas vai ser puxado. Já fiz com um grupo e chegamos inteiros em M. Sá, mas já durante a noite.

      Mas p/ isso o Pão de Açúcar tem de ser feito no dia anterior.

       

      Na verdade, o ideal é ir fazendo essa caminhada de acordo com o seu ritmo.

      Conheci muita gente que já fez o trecho Praia do Cruzeiro - Martim de Sá de barco.

      É uma das opções e com isso vc poderia sair até um pouco tarde da Praia do Cruzeiro.

      Outros só fizeram Cruzeiro-Pouso e ficaram por lá.

       

      Abcs

      •  
  10. Oi pessoal.

     

    Este é um relato de uma trip à Vila de Barra do Una, Peruíbe/SP com a Márcia onde fizemos uma caminhada por praias desertas, cachoeiras e poções. Ficamos por 3 dias e conhecemos as praias desertas próximas à Vila, a Cachoeira do Paraíso e os poções no Rio Perequê. Levei também um bote inflável e remei por alguns trechos do Rio Una.

     

    Fotos + croquis para se chegar lá:

    https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656812924193

     

     

    Depois de me colocarem para trabalhar em pleno feriado de Tiradentes (Quinta-feira) consegui 3 dias de folga (Sexta, Sábado e Domingo). Foi em cima da hora e eu nem tinha planejado para onde iria. Surgiram várias opções, mas eu e a Márcia acabamos decidindo por Barra do Una, em Peruíbe.

    Tínhamos conseguido poucas infos através da Internet e como não conseguimos saber se havia ônibus de Peruíbe para Barra do Una, resolvemos ir de carro. Arrumamos nossas mochilas na noite de Quinta na maior correria porque pretendíamos sair bem cedo.

    Na Sexta de manhã por volta das 06:00 hrs seguimos de Sampa em direção ao litoral.

    Pela Imigrantes o trânsito estava bastante tranquilo e chegamos ao final da descida da Serra por volta das 07:00 hrs, mas ainda tínhamos um longo caminho pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega até Peruíbe, ultima cidade litorânea acessível por essa Rodovia, sentido sul.

    A estrada também estava tranquila e chegamos em Peruíbe por volta das 08:00 hrs.

     

    Tínhamos uma informação de que a Estrada do Guaraú (que leva até Barra do Una) saia próximo do centro da cidade e lá fomos nós procurá-la.

    Seguindo algumas placas não tivemos problemas para encontrar a estrada asfaltada, que inicialmente sobe o Morro do Guaraú com sinuosas curvas para chegar na Praia do Guaraú cerca de 20 minutos depois.

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    A praia é bem extensa e do lado direito deságua um rio. Próximo da praia existem algumas ilhas, acessíveis por escunas, mas nosso destino ainda estava a uns 23 Km adiante, por estrada de terra precária e muita lama – É a continuação da Estrada do Guaraú. Ao sairmos da Praia notamos que existe um circular que sai de Peruíbe até Barra do Una, conhecido como Poeirinha.

    Saindo da Praia do Guaraú é bem fácil encontrar a estrada para Barra do Una.

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    Como tinha chovido em dias anteriores, a estrada estava um lamaçal e torcíamos para que nosso carro não ficasse atolado em algum lugar.

    Tinha bastante lama, mas os buracos eram poucos; pelo menos nos primeiros quilômetros.

    Cerca de 2 Km de estrada e junto a uma ponte (Rio Perequê) existe uma bifurcação para a direita e que leva a algumas cachoeiras e poções rio acima, mas passamos direto.

    Daqui para frente a estrada começa a piorar e em vários momentos o carro raspava no solo, por isso é sempre bom levar o mínimo de peso, a não ser que você venha em um 4x4. Mais 10 Km e chegamos a uma outra bifurcação (ao lado de um quiosque) que leva a Cachoeira do Paraíso.

    Nessa bifurcação existe uma placa indicando 10 Km até Barra do Una.

    A partir daqui é um sobe e desce com inúmeros buracos.

     

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    Paramos no acesso a um Camping da Praia de Caramboré para apreciar a praia ao fundo e fomos chegar em Barra do Una por volta das 09h30min.

     

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    Agora era procurar um camping para ficar. O primeiro que encontramos não tão cheio era o Novo Horizonte, que ficava de frente para a praia e parecia ser um bom local.

    Depois de tirar nossas coisas do carro e montar a barraca resolvemos ir para a praia se refrescar na água, pois o Sol estava muito forte. De qualquer ponto da praia avista-se o Maciço da Juréia à direita, onde o acesso não é permitido. É um local onde 5 ecossistemas se encontram: duna, várzea, manguezal, restinga e mata atlântica, por isso a proibição.

     

    O maciço é interessante, pois se emerge no meio de uma planície com alguns rios e seus meandros. O maciço pertence a Estação Ecológica Juréia-Itatins e é separado pelo Rio Una, que tem sua foz bem no lado direito dessa praia. Para a esquerda segue em direção aos costões rochosos e outras duas praias com acesso por trilha: Caramboré e Deserta.

    Nesse ponto do costão saí pela mata à procura de bambu ou algum tronco de madeira que servisse para fixar as pás dos remos, do qual iria usar no dia seguinte para um passeio pelo Rio Una.

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    A passagem pelo costão é tranquila e em 15 minutos chega-se a Praia do Caramboré.

    É um pouco extensa e bem menos frequentada que a do Una. Ondas fortes, alguns pequenos riachos, areia branca e um camping (MM) estão nessa praia.

    Cruzando a praia e seguindo por uma trilha na mata, em 20 minutos chega-se a praia Deserta.

     

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    Deserta literalmente, pois não encontramos uma vivalma.

    A praia possui ondas bem fortes, com areia branca e fofa. Têm dois pequenos riachos nas laterais da praia e oferece um certo perigo, pois em um eventual afogamento ninguém para ajudar.

    Outro problema são os borrachudos. Encontramos nas 3 praias, mas na Praia Deserta a quantidade era muito maior.

    Ficamos ainda um certo tempo na Praia Deserta, mas logo retornamos. Ao passarmos pelos costões da Praia do Una ficamos por um bom tempo admirando a vista.

     

    Antes do Sol se pôr, voltamos para o camping tomar um banho e comer alguma coisa. É um camping até que bem estruturado, com chuveiros quentes, banheiros limpos, pia para lavar louças e até uma churrasqueira, mas bem ao lado de nossa barraca tinha uma família em uma picape que mantinha o som no volume máximo. E o repertório era bem variado: MPB, axé, samba, rap. Pelo menos durante a noite eles desligaram o som.

    Depois de um jantar básico, fomos ainda passear pela vila, que se restringe a rua principal e a avenida da praia, onde estão a maioria dos campings, além de 2 ou 3 ruas transversais. Como é de praxe, todo camping possui um barzinho e o camping onde ficamos também tinha um, além de possuir algumas suítes.

    Como era Lua cheia, o passeio nem precisou de lanterna. Paramos em um bar para tomar uma batida e fomos procurar o local ideal para colocar o bote no rio, pois o dia seguinte ia ser para remar pelo Rio Una. Naquela noite resolvemos dormir cedo, pois estávamos cansados da viagem e das caminhadas pelas praias da região. O dia seguinte prometia.

     

    No Sábado de manhã acordamos com um Sol muito forte que era o ideal para remar. Tomamos um café da manhã bem reforçado no próprio camping. Terminamos de inflar o bote e seguimos em direção ao rio.

     

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    Bote na água e lá vamos nós. Naquela hora a maré estava um pouco baixa, por isso dava para ver toda a região de mangue que é alagada na maré alta.

     

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    Seguimos em direção a foz do rio, mas devido a força da água do mar ser mais forte e estávamos remando contra a maré, não foi fácil. Demos uma parada em uma pequena praia perto da foz do rio e ali ficamos por algumas horas.

     

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    Era deserta, mas do outro lado do rio estava a Praia do Una com todo o pessoal tomando Sol e se banhando.

     

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    Conforme foi entardecendo a maré subia mais e mais. Logo já não tinha mais areia para ficarmos.

    De vez em quando passava algum barco a motor de pescador. Já com a maré alta e a correnteza a favor, aproveitamos para voltar à vila, mas nem foi preciso fazer muito esforço, pois éramos levados pela correnteza.

    Usávamos de vez em quando o remo como leme para manter a trajetória e logo chegamos na vila.

    Próximos de onde saímos da água notamos um outro braço do rio Una, que circunda uma pequena ilha com vários meandros, mas isso fica para uma outra viagem.

    Fomos direto para o camping e depois almoçar. O camping possui um bar/restaurante. A refeição inclui arroz, feijão, salada e peixe. Comida boa e barata. E como já era final de tarde, a refeição serviu como almoço e jantar.

     

    Saímos novamente pela vila e encontramos o único telefone (que usa ondas de rádios) pertencente a uma residência, mas que disponibilizam para ligações cobrando uma taxa por minuto.

    Durante a noite, como ainda era Lua cheia, resolvemos ir até a foz do rio pela avenida da praia, que passa por algumas residências. A maré estava bem baixa, proporcionando uma visão bem legal de toda a foz do rio e as praias ao redor, formadas pelo acúmulo de areia. Talvez até dava para passar para o lado proibido da Estação Ecológica, mas só avançamos um pouco em direção ao mar, onde existiam alguns pequenos lagos que apareciam por causa da maré baixa. A praia estava praticamente deserta naquela noite, apenas sendo iluminada pela imensa Lua cheia. Uma bela visão poética. Voltamos ao camping para dormir, porque o dia seguinte era o último dia e pretendíamos conhecer todas as cachoeiras da região.

     

    Domingo de manhã acordamos por volta das 08:00 hrs e notamos que várias pessoas do camping já estavam arrumando as coisas para ir embora.

    Barracas desmontadas, agora seguíamos para a Cachoeira do Paraíso. O acesso é feito retornando uns 10 Km pela estrada e tomando uma bifurcação para esquerda que leva a uma pequena vila. É uma estrada muito mais precária e são uns 5 Km até a cachoeira, marcada por vários quiosques, junto ao início da trilha. Para espanto nosso, até aqui existiam flanelinhas, que cobravam só para olhar o carro. É mole?

    Na entrada da trilha existem monitores ambientais do Instituto Florestal que podem ser úteis para quem não conhece nada sobre a região. A cachoeira, na verdade é um tobogã de uns 10 mts de altura que deságua em um imenso poço. No local sempre fica um salva-vidas para um eventual problema.

    O tobogã é muito liso e quase no final possui uma pequena rampa (até arrisquei algumas descidas).

     

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    Depois de escorregar diversas vezes no tobogã e mergulho no poção seguimos para os quiosques, onde comemos alguma coisa por volta das 12:00 hrs. Agora era retornar até o Rio Perequê para conhecer outras cachoeiras e poções.

    Voltamos pela estrada de acesso a Peruíbe e ainda rodamos mais uns 2 Km até um local chamado Eco Point.

    Aqui é um bom local para estacionamento e se banhar na piscina natural do rio ao lado, mas resolvemos atravessar a ponte e seguir por uma estrada bem fechada que leva a outras cachoeiras rio acima, seguindo placas que indicavam Bar do Jorjão. A estrada termina próximo desse bar e aqui tem início a algumas trilhas, que levam a várias cachoeiras e poções.

     

    Seguimos pela trilha mais demarcada que segue por entre dois rios por uns 20 minutos chegamos a uma bela cachoeira com um imenso poção.

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    A profundidade é tanta, que nem se consegue ver o fundo e creio em uns 5 mts ou mais de profundidade. Ficamos por um tempo tomando Sol nas pedras ao lado do poção e logo retornamos.

     

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    Na volta entramos em algumas bifurcações que nos levaram a um outro poção e outra cachoeira (são muitas trilhas e todas elas levam a alguma), mas não ficamos muito tempo.

    Pouco depois das 14:00 hrs resolvemos voltar para Peruíbe e ainda paramos um certo tempo na Praia do Guaraú.

    Saímos de Peruíbe por volta das 16:00 hrs e seguimos pela Rodovia, mas assim que chegamos na altura da Praia Grande o trânsito na rodovia parou completamente e como não tínhamos pretensão de passar o resto da tarde na Rodovia, seguimos pela Avenida Beira-mar da Praia Grande.

    Pelo menos evitamos o trânsito da Rodovia.

    Paramos ainda em um quiosque da praia para apreciar o Por do Sol e depois seguimos pela Imigrantes, que apresentava um pequeno trânsito em direção a Sampa.

     

     

     

    Abcs

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    2. viajandu

      viajandu

      ouvi dizer que qdo chove as estradas ficam impossiveis.... sera que ainda é assim? ::ahhhh::

      •  
    3. Augusto

      Augusto

      Blz Crazy.

       

      Depende muito por quanto tempo choveu e como é o carro.

      Normalmente o que vc vai encontrar é muita lama e algumas poças no meio da estrada.

      Se for baixo pode ter problemas sim.

      Mas que a estrada fica impossível acho um exagero.

       

       

      Abcs

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    4. viajandu

      viajandu

      Blz Crazy.

       

      Depende muito por quanto tempo choveu e como é o carro.

      Normalmente o que vc vai encontrar é muita lama e algumas poças no meio da estrada.

      Se for baixo pode ter problemas sim.

      Mas que a estrada fica impossível acho um exagero.

       

       

      Abcs

       

      ola Augusto. eu tenho uma amiga que foi la ha muito tempo atras e quando ela foi choveu e a estrada alagou.... eles tiveram que ficar na casa de um pescador para passar a noite.... entao neste caso acho que o ideal eh levar muito mantimento para pelo menos cozinhar alguma coisa para todos inclusive para opescador que sempre se mostra hospitaleiro e prestativo.

      •  
  11. Salve galera! Tô planejando uma trip pro começo de setembro (2 a 17/9) e nada melhor do que pegar umas dicas com vcs, que conhecem cada cantinho desse nosso lindo Brasil!

     

    Tô pensando em começar no CE (Jeri) e ir subindo até o MA:

     

    SP - JERI

    JERI - TATAJUBA/CAMOCIM

    TATAJUBA/CAMOCIM - PARNAÍBA

    PARNAÍBA - SÃO LUIS

    SÃO LUIS - BARREIRINHAS

    BARREIRINHAS - SP

     

    Será que 15 dias é tempo suficiente pra fazer tudo? E qto tempo é legal ficar em cada lugar? Se tiverem umas dicas de lugares baratos pra ficar/comer, não tenho frescura com nada, não ligo pra luxo, só preciso de um cantinho pra dormir e tomar banho! Pq o melhor de td fica do lado de fora, junto com a natureza!

     

    É isso aí! Bjs a todos!

     

    PAZ!

     

    Erikinha :D

    •   
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    2. Jaumz

      Jaumz

      Galera,

       

      Estou indo agora em julho fazer um passeio nesse paraíso que é Jeri, Delta e Lençóis. Saio de Fortaleza, fico 2 ou 3 dias em Jeri, e pego o barco para fazer o Delta. Chegando em Tutóia tenho dúvidas qto aos passeios que realmente valem a pena a partir dessa cidade.

       

      Serão 3 dias e meio no qual pretendo encaixar os melhores passeios nos lençóis e arredores. O que vcs sugerem?

       

      Dps sigo para São Luís e Alcântara. Total da viagem 9dias inteiros.

       

      Valeu

       

      jaumz

      •  
    3. billythekid

      billythekid

      salve Jaumz,cara eu iria direto pra barreirinhas,veja esse guia da Karén,ele tá cheio de infos e boas dicas parque-nacional-dos-lencois-maranhenses-guia-de-informacoes-t39264.html

      ::cool:::'> ::cool:::'>

      •  
    4. Jaumz

      Jaumz

      salve Jaumz,cara eu iria direto pra barreirinhas,veja esse guia da Karén,ele tá cheio de infos e boas dicas parque-nacional-dos-lencois-maranhenses-guia-de-informacoes-t39264.html

      ::cool:::'> ::cool:::'>

       

      Valeu, a ideia é essa msm. Só que não quero ir pra Barreirinhas e dps ter de voltar para Caburé ou Atins. Queria me programar para fazer tudo num sentido só. Entende?

      •  
  12. Oi pessoal.

     

     

    Esse relato é sobre a travessia da Serra do Lopo, iniciando em Extrema (MG) pela Trilha do Pinheirinho e terminando na Rodovia que segue para Joanópolis (SP) realizada nos dias 15 e 16/07 juntamente com a Márcia, Jorge, Ronald, Hariel, Silvana e Laura.

    Pegamos um tempo perfeito com visuais lindos, mas tivemos alguns problemas por informações e dicas erradas.

     

    Fotos + carta topográfica + Imagem do Google Earth com a trilha plotada:

     

     

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    O Pico do Lopo é um dos últimos lugares que ainda não conhecia na Serra da Mantiqueira, mas a subida e descida por Extrema em um fim de semana não achava legal.

    O ideal era procurar sobre alguma trilha que descia para Joanópolis, já do outro lado da serra. Depois de algumas pesquisas na net não encontrei nenhuma informação ou quem sabia não queria compartilhar – já tinha passado por situações semelhantes antes e nem liguei.

    Em uma lista de trekking da qual participo, troquei alguns e-mails com um colega da lista.

    Ele me disse existia uma trilha que descia em direção a Joanópolis e que o início dela ficava entre a Pedra das Flores e a Cabeça do Gigante - que na verdade é o topo do Pico do Lopo.

    O roteiro já estava marcado: subir por Extrema, acampar na Pedra das Flores, chegar no topo do Pico do Lopo e no dia seguinte descer para Joanópolis. O Jorge, Ronald, Hariel, Márcia, Silvana e a Laura aceitaram o desafio e lá fomos nós.

     

    Marcamos todos de se encontrar na Rodoviária do Tiete em SP, já com as passagens compradas para o horário das 07h30min de Sábado do dia 15/07.

     

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    A viagem foi bem tranquila e as 09:00 hrs já estávamos chegando na Rodoviária de Extrema. Agora era seguir para o início da Trilha do Pinheirinho, que sobe em direção a crista da serra, o que não é muito difícil.

     

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    Da Rodoviária seguimos na direção da Igreja Matriz e de lá tomamos a rua que termina no antigo reservatório de água da COPASA, a 30 minutos desde a Rodoviária.

    O local é conhecido como Mirante da Caixa D’água e para iniciar a trilha é só atravessar uma pequena porteira e dali seguir pelo meio de um pasto.

     

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    Aqui que se inicia a famosa Trilha do Pinheirinho que segue por trilha demarcada e aclive suave, passando por uma pequena área de brejo alguns minutos à frente.

     

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    Alguns minutos de trilha e logo encontramos a primeira bica de água, mas é melhor esperar um pouco mais, pois à frente tem uma enorme bica que desce de altura de 2 mts por um cano (o famoso Bicão).

    Depois do brejo, a trilha logo sai do pasto e entra na mata e uns 30 minutos desde o início da trilha chegamos ao Bicão.

     

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    Aqui paramos para um lanche e pegamos água.

    A trilha agora segue com subida bem mais íngreme para direita, mas sem problemas de navegação.

     

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    Começam a aparecer algumas janelas com o visual de Extrema e as 11:00 hrs chegamos na Pedra da Sacerdotisa.

    Aqui é bom lugar para um descanso da íngreme subida pela trilha.

    Desse lado só aparece o visual do lado norte.

    A partir desse ponto a trilha começa a se estabilizar e segue um pouco para a esquerda, na direção leste até encontrar um riacho.

    Aqui paramos novamente e para continuar a trilha é só retornar uns 10 metros e seguir por uma outra trilha na direção sul.

    O aspecto da trilha fica um pouco melhor, pois a partir daqui as árvores são muito altas, não deixando o Sol passar e com isso a temperatura fica um pouco mais amena dentro da mata.

     

    Cerca de 50 minutos desde a Pedra da Sacerdotisa, chegamos na Torre da Embratel, localizada à direita da trilha e no meio da mata.

     

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    O lugar estava deserto, então resolvemos pegar algumas mexericas e laranjas dentro do terreno.

    Só deu um pouco de trabalho para pular a cerca.

    Divididas as frutas agora seguimos por uma estrada em meio à mata até chegar nas bifurcações que do lado direito desce para Extrema; para esquerda Joanópolis e em frente nosso objetivo.

     

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    Chegamos aqui por volta das 12:00 hrs e aqui a Silvana se lembrou que tinha esquecido a maquina fotográfica dela na Torre da Embratel e ficamos esperando até ela retornar.

     

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    Depois seguimos pela estrada até iniciar uma longa subida e ao término dela chegamos na entrada de uma Pousada à esquerda, onde paramos para um lanche e descanso.

     

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    A vista daqui é toda voltada para Joanópolis, com a represa ao fundo.

    Energias repostas, seguimos pela estrada até passarmos ao lado de uma rampa de asa delta à esquerda, onde tiramos algumas fotos.

     

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    O lugar tem um lindo visual ao sul, mas ainda tínhamos uma caminhada pela frente, por isso não ficamos muito tempo aqui.

    Voltamos para estrada e as 13h30min passamos ao lado de outras antenas de transmissão à direita e um pequeno estacionamento à esquerda que estava lotado.

     

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    A partir daqui a estrada começa a descer e as 13h40min chegamos na entrada da Pousada Céu da Mantiqueira, onde bem do lado esquerdo se inicia a trilha até o Pico do Lopo. A trilha vai descendo seguindo para sul, mas logo se estabiliza e segue ora na crista, ora à esquerda, com janelas de Joanópolis e o Pico do Lopo bem ao fundo, na crista da serra.

     

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    Depois de uns 30 minutos de trilha cruzamos com um grupo guiado por uma agência. Contamos umas 15 pessoas ou mais e um deles tinha uma camiseta da Pisatur.

    E mais uns 10 minutos chegamos a um pequeno riachinho. Água até tem, mas em pouca quantidade, onde pegamos com uma pequena caneca. Continuando pela trilha vão aparecendo outros mirantes à esquerda e a frente o Pico do Lopo se aproximando.

     

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    Às 14h45min e depois de 1 hora de trilha chegamos na Pedra das Flores. O local é um pouco plano com vistas de toda a região de Joanópolis e a Represa do Jaguari e em frente o Pico do Lopo.

     

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    No local encontramos alguns descampados junto da trilha onde o pessoal acampa e são inúmeros locais.

    Seguimos pelo platô da Pedra das Flores até retornar à trilha e iniciar a subida do Lopo. Bem entre a Pedra das Flores e o Pico do Lopo encontramos uma trilha que desce à esquerda e segundo informações essa era a trilha que descia para Joanópolis.

    Já chegando na base do Pico passamos por bifurcações à direita, que devem retornar para Extrema. É uma outra opção para retornar a Extrema, se não quiser voltar pela mesma trilha.

     

    A trilha que leva ao do Pico segue sempre subindo por entre o bambuzal, passando ao lado de um acampamento e logo chega a um pequeno platô com vistas para leste.

    Aqui deixamos nossas mochilas e resolvemos subir até o topo sem o peso das cargueiras.

    Existe um pequeno trecho de escalaminhada sem maiores dificuldades e as 15h30min chegamos no topo do Pico do Lopo.

     

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    Aqui a vista é de 360º mostrando a Represa do Jaguari, que pertence ao Sistema Cantareira da SABESP e várias cidades ao redor.

     

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    Pedra de São Domingos (Gonçalves) e Pico do Selado (Monte Verde) eram bem visíveis à oeste.

     

    Depois de várias fotos iniciamos a descida para procurar um local na Pedra das Flores onde pudéssemos acampar e na descida ainda passamos por um guia local com um pequeno grupo de japoneses.

    Depois de uma rápida conversa, continuamos a descida.

    Ao chegarmos na Pedra das Flores encontramos inúmeros locais e depois de montar todas as cinco barracas, subimos uma pedra ao lado para acompanhar o pôr do Sol.

     

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    Às 17h35min os últimos raios iam desaparecendo no horizonte e logo depois voltamos para as barracas para fazermos nossas refeições, onde cada um fez uma diferente.

     

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    Por volta das 20:00 hrs eu e a Márcia fomos para o platô da Pedra das Flores, mas algumas nuvens que passavam logo acima não permitiam apreciar o céu estrelado daquela noite e lá encontramos também um casal, que acampou próximo dali, junto ao bambuzal.

    Como o vento era muito forte e a temperatura estava bem baixa voltamos paras as barracas e fomos dormir.

    O termômetro marcava por volta de 8º C e combinamos de todos acordar por volta das 06:00 hrs para ver o nascer do Sol da Pedra das Flores.

    Acordei com o despertador do celular, mas só eu que levantei e fui para o platô. Depois chegaram o Ronald, Jorge e a Silvana.

     

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    Como tinha muitas nuvens não pudemos ver os primeiros raios que apareceram por volta das 06h50min.

     

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    O Pico do Lopo de vez em quando aparecia por entre o nevoeiro e quando o Sol já encobria toda a região voltamos paras as barracas.

    Depois de desmontadas, as 08h30min iniciamos o pior trecho da travessia: o de tentar encontrar a trilha que desce para Joanópolis. Entre a Pedra das Flores e o Lopo encontramos uma bifurcação para esquerda que vai descendo próxima à base da Pedra das Flores, passando por uma pequena bica de água, mas que se fechava completamente logo a frente.

    Com certeza não era essa a trilha. Voltamos para a bifurcação anterior e tentamos encontrar uma outra e até achamos, mas o mesmo problema: ia descendo, passava ao lado de uma outra bica de água e novamente se fechava. Com certeza a informação de que existia uma trilha era furada. Ficamos p. da vida, pois nessa tentativa de encontrar a trilha perdemos quase 2 hrs.

    Aí pensamos que a trilha poderia ser mais próxima ao Pico do Lopo, mas 2 escaladores que estavam aguardando um guia local comentaram de uma trilha que desce do outro lado do Lopo, sentido oeste. Eram cerca de 10:00 hrs e para não perdermos mais tempo eu e o Jorge resolvemos subir sem mochilas até o topo do Lopo para procurar essa trilha do outro lado. A trilha que desce à oeste estava lá sim e tinha até algumas marcações com fitas amarelas no início dela. Era a única trilha que seguia no rumo oeste e tinha de ser essa.

    Rapidamente voltamos para o grupo para pegarmos nossas mochilas e seguir por essa trilha, mas com a dúvida se a trilha seria essa ou não.

     

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    Galera reunida de novo, o desafio agora era subir todo o Pico pelo trecho de escalaminhada com as cargueiras nas costas, o que não foi fácil e as 10h30min iniciamos a descida da trilha pelo outro lado, que vai seguindo para a direita da Pedra por uma pequena canaleta.

    Descendo pela encosta norte da Pedra, logo a trilha vira para esquerda, passando por uma pequena fresta, onde tivemos que passar sem as mochilas, já que era bem estreita.

     

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    Logo chegamos no trecho de rocha exposta e aqui perdemos um certo tempo até encontrarmos marcações de tinta indicando a trilha sentido oeste.

    Passamos se arrastando por um pequeno túnel de bambus e emergimos próximo da base de uma Pedra a oeste do Lopo, onde chegamos as 10h50min.

     

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    Depois de seguir por um pequeno trecho pela mata, paramos em cima de uma rocha para um pequeno lanche e um merecido descanso.

     

    Daqui tínhamos a vista de todo o lado oeste do Lopo e de toda a crista da serra. Ao voltarmos à caminhada, seguimos na direção oeste até encontrarmos restos de um acampamento com lixo e mais a frente algumas bifurcações que seguiam para sul e sudoeste, mas logo se fechavam.

    Voltamos na bifurcação anterior e tomamos uma trilha que seguia rente a uma cerca de arame. A trilha está bem demarcada e vai descendo, sempre seguindo a cerca, ora a esquerda, ora a direita. Passamos ao lado do que pode ser uma bica do lado direito, pelo som da água, mas seguimos em frente e lá pelas 12:00 hrs a cerca de arame termina, mas a trilha vai sempre descendo sem erro.

     

    Paramos para comer um lanche e descansar as 12h20min e continuamos a descida. Por volta das 12h50min encontramos uma bifurcação para a esquerda (talvez devêssemos virar aqui), mas seguimos em frente e logo chegamos em uma enorme pedra (com certeza não é a Pedra do Guaraiúva) que contornamos pela direita. Conforme íamos descendo percebemos que a trilha seguia para direita e então resolvemos procurar um local que seguisse para esquerda. Se fossemos pela trilha íamos sair numa Fazenda e de lá na estrada que termina na Fernão Dias, nos levando de volta para Extrema (não era isso que queríamos).

    O ponto onde saímos da trilha foi quando encontramos uma área de pasto, à esquerda, separada por uma cerca de arame.

    Aqui pulamos a cerca e seguimos rumo sul e quando encontramos outra cerca de arame que dividia o pasto de uma pequena mata, seguimos rente a ela. E assim fomos descendo, passando por algumas áreas de brejo e logo depois cruzamos outra cerca, seguindo para esquerda para sair no asfalto as 14:00 hrs.

     

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    Mas ainda tínhamos um longo caminho até Joanópolis com muitas subidas e descidas. No caminho perguntamos para um senhor quanto tempo faltava para Joanópolis e nos disse “umas 3 léguas”. Não adiantou muita coisa e carona que era bom....nada. Paramos ainda várias vezes para descansar e as 15h30min avistamos a Rodovia, onde podíamos tomar nosso ônibus em direção a Atibaia ou direto para SP.

    Olhei minhas anotações e vi que tinha um ônibus que saia de Joanópolis as 16:00 hrs e seguia para Atibaia. Pelo horário eram 15h50min e pensei comigo: se a gente perdesse esse, outro ônibus só as 18h30min direto para Sampa.

    Seria muito tarde para voltar, então resolvi sair correndo até o trevo da Rodovia e quando o ônibus passasse talvez conseguiria fazê-lo aguardar até a galera chegar.

     

    No trevo onde existia a inscrição de JOANOPOLIS e pouco antes de um pequeno portal, cheguei as 16h10min e nem deu 2 minutos apareceu um ônibus. Pensei .....só pode ser ele. Gritei para a galera correr, mas o ônibus tomou o caminho que a gente estava vindo e seguia para Bragança Paulista - não era esse.

    Mas logo atrás dele veio outro - esse sim era o nosso. Dei sinal para a galera correr e conseguimos embarcar a tempo.

    O ônibus seguia mesmo para Atibaia e estava relativamente vazio. Só foi sentar nas poltronas e cair no sono para refazer das mais de 6 hrs de caminhada exaustiva. Ainda paramos em Piracaia e chegamos em Atibaia por volta das 17h20min.

    Resolvemos comprar passagens para o horário das 18:00 hrs para Sampa e para saciar nossa fome ainda fomos para uma pastelaria ao lado da Rodoviária comemorar o sucesso da nossa travessia, apesar dos perrengues que passamos. O problema foi mesmo chegar em São Paulo, pois pegamos um trânsito horrível e só as 20:00 hrs desembarcamos no Terminal Tietê.

     

     

     

    É isso.

     

     

    Abcs

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  38 mais
    2. Flávio Guerreiro

      Flávio Guerreiro

      Na data de ontem,2 de agosto, eu e mais 3 montanhistas, concluímos esta travessia.

      As coordenadas acima ainda são válidas, mas a vegetação cresceu absurdamente e se não tivéssemos instrumentos de navegação seria muito mais difícil.

      Foram 2 dias de caminhada, onde começamos pelo Mirante da caixa d água em Extrema e passamos pelo Bicão, Pedra Sapo e Pinheirinho. Ao invés de ir para a Pedra Sacerdotisa, seguimos pelo Vale das Samambaias, saindo na torre.

      Seguimos até a Pedra das Flores, onde acampamos.

       

      No segundo dia, baixamos acampamento logo após o nascer do sol e às 7:00 hs seguimos em direção à Pedra do Cume (Pico do Lopo).

      Assinamos o livro do cume, e descemos em direção à Joanópolis com auxílio de GPS.

      Logo onde tem a trilha que as pessoas sobem do rapel, tem a trilha para a travessia, no entanto, ela se fecha logo no começo, onde começou o vara-mato.

      Tinha vestígio de uma lona que possivelmente foi utilizada por caçadores.

      A parte emocionante é quando conseguimos visualizar a represa enquanto passávamos por um grande pasto, a vista é linda!

      Á partir da Pedra do Cume, levamos 3 horas para chegar no sítio Veredas do Sol, próximo ao Hotel Monte das Oliveiras na estrada de Joanópolis.

      Mesmo sendo guia local aqui no Lopo, não faria sem no mínimo uma bússola,

      •  
    3. Aventureiroasb

      Aventureiroasb

      Blz Augusto tentei fazer essa trilha com o trekking que você postou mas tá complicado a trilha sumiu depois daquelas pedras que vc postou como vistas do Lopo a leste ; mas depois até encontrei umas fitas bem antigas e um pedaço de cerca de arame , mas não tinha vestígio de Trilha nenhuma, acho que terá que ser aberta novamente ; tava ficando tarde e sem barraca resolvemos voltar ; sai de lá todo ralado e cheio de espinhos, e olha que já tinha feito essa trilha a uns 7 anos , quando saímos dentro do terreno do Hotel Monte das Oliveiras.

      Abraços  

       

      •  
    4. IvanMoroz

      IvanMoroz

      Caros,

      Alguém sabe me dizer se é possível fazer Rodoviária Extrema - Pico do Lopo - Rodoviária Extrema em um único dia?

      Retornando pela estrada de terra das rampas de asa delta até o centro de Extrema é mais rápido que retornar pela trilha?

      •  
  13. Olá.

    Saudacoes.

     

    Estarei indo para Bulgaria, Sofia, no próximo dia 10 de agosto.

    Por um acaso, alguém já esteve por lá?

    Alguma dica ou sugestão??

     

    Muito obrigada,

    Andrea

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  16 mais
    2. D FABIANO

      D FABIANO

      @Alfredo Lanna post de 2012,e @Nany20,post de 2013.

      Acha que eles vão responder?rsrs

       

      •  
    3. Aaradhana

      Aaradhana

      Amazing post with lots of information, Waiting for more like this.

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      •  
    4. Rafael_Salvador

      Rafael_Salvador

      Em 29/12/2018 em 01:33, D FABIANO disse:

      @Alfredo Lanna post de 2012,e @Nany20,post de 2013.

      Acha que eles vão responder?rsrs

       

      🤣 custa nada tentar...

      •  
  14. Oi pessoal.

     

    Esse pequeno relato sobre a minha primeira experiência em cavernas. A Márcia, minha esposa, que já tinha ido inúmeras vezes foi a que me incentivou. Só me arrependo de não ter conhecido esse ambiente a muito tempo atrás, pois quem vai pela primeira vez não esquece jamais.

    Conhecemos poucas cavernas porque só ficamos um fim de semana, vistando as Cavernas Santana, Água Suja, Ouro Grosso, Alambari de Baixo e depois no retorno para São Paulo passei pela Caverna do Diabo.

     

    Fotos dessa trip e um mapa de acesso aos Núcleos estão no Google +:

    https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5822344780744973425

    * Tinha levado somente uma máquina fotográfica analógica, por isso são poucas fotos. Da Caverna do Diabo não tirei nenhuma porque o filme já tinha acabado.

     

     

    Depois de conhecer o CEU (Centro Excursionista Universitário) através de uma lista de trekking, resolvi ir a um das reuniões lá na USP com a Márcia porque fiquei sabendo que estavam organizando uma trip para um local que sempre quis conhecer: as cavernas do Petar.

    Lá revi o Marcelo Chiossi e alguns velhos amigos de trilhas e marcamos a data da viagem para o dia 20 de Maio (Sexta-feira). O grupo era de aproximadamente 10 pessoas.

    Todos iriam se encontrar na Pousada do Tatu que se localiza no Bairro da Serra, a cerca de 15 Km de Iporanga. Alguns iriam sair de Sampa no final da tarde, outros durante a noite e depois de trocarmos e-mails entre nós para oferecer carona para um ou outro, acabamos eu e a Márcia de sermos os primeiros a chegar lá.

     

    002-Mapa+do+PETAR+2+Fonte+Guia+do+Turista.JPG

    Saímos de Sampa por volta das 18h30min seguindo pela BR116 até Jacupiranga e dali seguimos as placas que indicam Caverna do Diabo (existem várias). Em seguida passamos pelas cidades de Eldorado e Iporanga e dali foram uns 30 minutos por cerca de 15 Km por estrada de terra em bom estado até o Bairro da Serra onde chegamos por volta das 22:00 hrs.

    Tínhamos a informação que na Pousada do Tatu existia camping, mas aconteceu um imprevisto.

    Por sermos os primeiros a chegar, fomos recebidos pelo caseiro, porém o mesmo não sabia sobre o camping ou que iríamos ficar nele e o proprietário Beroaldo, que mora em Campinas, ainda não tinha chegado.

    Sem opção de camping na Pousada, só nos restou mesmo procurar um outro camping pelo Bairro.

     

    Sem conhecer o lugar, eu não sabia que a poucos metros da Pousada do Tatu havia um camping e procurar algum no meio da noite não era uma opção razoável. Lembramos que na entrada do Bairro passamos ao lado de um Camping e então seguimos para lá.

    Era o Camping Recanto das Orquídeas, que se localiza ao lado da estrada que vai para Iporanga. Bem estruturado, o lugar possui um terreno com área plana e gramado.

    Os banheiros estavam em reforma em vista do feriado de Corpus Christi que estava chegando, então tivemos que usar o banheiro da residência do proprietário. Armamos nossa barraca (era a única do camping) e fomos dormir por volta da meia-noite.

     

    No dia seguinte (Sábado) tínhamos que nos reunir por volta das 09:00 hrs na Pousada, que está localizada próxima o Bar do JJ, para o café da manhã e saída para as cavernas e ao chegarmos lá o proprietário Beroaldo veio nos pedir desculpas pelo imprevisto; dissemos que tudo bem e combinamos com ele que faríamos as refeições na Pousada, mas que continuaríamos no camping onde estávamos, já que já tínhamos ficado uma noite lá e o lugar era bom.

    002v-+Entrada+do+N%25C3%25BAcleo+Santana.JPG

     

    Reunidos com toda a galera e o nosso guia Kisuco (filho do JJ), tomamos um belo café da manhã e seguimos de carro em direção ao Núcleo Santana pela estrada que leva até Apiaí por cerca de 4 Km.

    Ao chegarmos na portaria do Núcleo Santana, demos nossos nomes e o do guia que estava com a gente e depois de pagar a taxa, seguimos para a entrada da Caverna Santana.

    Até aí já eram por volta das 11:00 hrs. Essa Caverna é uma das mais visitadas, mas com algumas pequenas dificuldades.

     

    02-+Entrada+da+Caverna+Santana.JPG

    A entrada é feita junto à saída de um rio, que passa dentro da caverna e sua extensão chega a ter uns 8 Km, mas só é permitido a visita por cerca de 800 mts.

    O trecho aberto a visitação só pega a parte seca e turística da caverna, marcada por pequenos salões e um sobe e desce por escadas, rampas e alguns corrimãos.

     

    04-+Interior+da+Caverna+Santana.JPG

    É uma caverna de calcário formada por estalactites e estalagmites de calcita.

    No interior dela já encontramos alguns grupos, então em vários pontos tivemos que ficar aguardando a vez, já que a mesma é formada por estreitos corredores.

    Em vários momentos o guia Ki-suco ia parando para mostra pequenos detalhes dessa caverna e ficamos lá dentro por cerca de 2 horas.

    05-+Sa%25C3%25ADda+da+Caverna+Santana.JPG

     

    Depois da Caverna Santana seguimos em direção à Caverna da Água Suja, aonde se chega por uma trilha de + - 40 minutos, passando pela antiga área de camping do Núcleo e cruzando um rio Betari com água até o joelho.

    A entrada da caverna é bem maior que a da Santana e o trajeto é todo feito pelo leito do rio, que passa por dentro.

    06-+Seguindo+para+Caverna+da+Agua+Suja.JPG08-+Entrando+na+Agua+Suja.JPG

    O trecho interno tem cerca de 2 km no total, mas apenas pouco menos de 1 Km permitido para visitação.

    Em alguns pontos, a água chega acima da cintura e a predominância é de estalactites em grandes salões.

     

    Ao longo do percurso íamos parando para tirar belas fotografias e depois de quase 1 hora (+ - 500 mts de extensão) chegamos próximo à 1ª cachoeira da caverna (a maior parte dos grupos chega até aqui e volta).

    Nesse ponto tomamos uma bifurcação para a esquerda que segue rumo ao Abismo da Dívida Externa. Mas para se chegar lá o sufoco foi grande, pois o trajeto a partir da bifurcação é sempre subindo.

     

    Logo chegamos ao Caracol, que passa ao lado de um pequeno abismo onde a escuridão é total e com alguns lances de escalada. Imaginem o medo, né?

    Você pulando de uma pedra a outra, sem saber onde ficava o fundo de tudo aquilo.

    Várias pessoas do grupo quase retornaram dali, inclusive a organizadora da viagem, mas com a ajuda do Ki-suco e de uma corda todos passaram sem problemas.

    Depois disso tudo só mesmo um descanso para aliviar.

    E foi o que fizemos. Todos paramos para um lanche e um descanso, mas ainda restava um pequeno trecho até o Altar, onde ficava o local conhecido como Abismo da Divida Externa.

     

    10-+Altar+da+Agua+Suja.JPG

    O salão era bem parecido com um Altar mesmo.

    Era imenso e tinha uns 100 mts de altura com gigantescas estalactites. Foto nenhuma conseguia reproduzir a beleza do lugar.

    Junto a esse Altar havia um escorrimento de calcário, onde o grupo se reuniu e bateu a maioria das fotos.

    Depois de ficar um tempo apreciando a beleza do lugar tínhamos que retornar.

    Ao passarmos novamente pelo Caracol algumas pessoas tiveram dificuldade para descer e tiveram que ter a ajuda da corda novamente (a descida foi bem mais perigosa que a subida).

     

    Mais alguns minutos e chegamos no leito do rio e aqui seguimos para a esquerda onde se localiza uma pequena cachoeira. O problema é que o trajeto é bem mais estreito e passa embaixo de algumas estalactites.

    A cachoeira tem + - 3 mts de altura e dali para frente o caminho segue por um duto, mas paramos por ali mesmo e retornamos.

    Fomos sair da caverna já quase anoitecendo e todos combinamos de se encontrar no Bar do JJ, mas eu e a Márcia preferimos seguir para o camping e tomar um belo banho quente e trocarmos de roupa, pois estávamos ensopados.

    Em seguida seguimos para a Pousada para jantar e combinamos o roteiro do dia seguinte: Caverna Ouro Grosso e Alambari de Baixo.

    Pouco depois das 22:00 hrs voltamos para o camping e fomos dormir lá pelas 23:00 hrs.

     

    No Domingo, depois do café da manhã na Pousada, saímos em direção ao Núcleo Ouro Grosso, que não fica muito longe da Pousada.

    Para se chegar lá, só tivemos que atravessar o Rio Betari por uma pinguela improvisada e tomar uma estrada por uns 15 minutos à esquerda.

    11-+Caminho+para+Caverna+Ouro+Grosso.JPG

     

    Não foi cobrada a taxa para visitar esse Núcleo (só foi dar o nome do guia) e depois de uns 10 minutos de trilha chegamos na entrada da Caverna, que possui uma entrada bem estreita e foi preciso se ajoelhar e se contorcer para entrar.

    15v-+Um+por+vez.JPG15-+Trecho+complicado.JPG

     

    Aqui existem pequenas cachoeiras e poços, mas nada impossível de se passar.

    Depois de um pequeno trecho por uma fenda bem estreita e íngreme chegamos na base cachoeira, que é um poço bem profundo.

    A cachoeira tem uma queda de + - 7 mts de altura e dali para frente é bem difícil continuar, por isso resolvemos voltar dali, já que tínhamos uma outra caverna pela frente.

    12v-+Chegando+na+cachoeira.JPG12x-+Cachoeira+ao+fundo.JPG

     

    No retorno não teve jeito e a maioria do pessoal teve que se molhar com água até quase o pescoço para passar pelo poço.

    Quando já estávamos fora do leito do rio e perto da saída encontramos um cachorro perdido dentro da caverna (deve ter visto o buraco da caverna, entrou e não encontrou mais a saída - coitado).

    Saímos da caverna por volta das 11:00 hrs e ainda tínhamos uma caminhada por uma estrada rente ao Rio Betari pelo seu lado esquerdo até a Caverna Alambari de Baixo.

     

    16-+Trilha+para+Cachoeira+do+Alambari.JPG

    Eu e a Márcia estávamos contando as horas, pois ainda pretendíamos visitar a Caverna do Diabo no retorno para São Paulo (a caverna fechava às 17:00 hrs para visitação). O percurso até a Alambari até que não é longo, em vista do grupo ser bem numeroso. Ela está localizada fora dos limites dos Núcleos (isso quer dizer que o guia não é obrigatório, mas recomendável).

    Sua entrada é por um lado e a saída é pelo outro lado do morro. Tem uma extensão de quase 1 Km feito em pouco mais de 1 hora.

    Logo na entrada deve-se ir descendo por entre as pedras para se chegar na base da caverna. A partir daqui é só seguir pela esquerda, por entre algumas subidas e descidas um pouco perigosas, já que o piso é bem escorregadio.

    Depois de passarmos apertados por entre algumas pedras e com uns 20 minutos caverna adentro, chegamos na parte plana dela.

    É um corredor de uns 10 metros de largura por uns 30 metros de altura com várias estalactites.

    Seguindo por esse corredor chegamos ao leito do rio, por onde seguiríamos daqui para frente, pois o restante do trajeto é feito dentro do rio por uns 100 mts até a saída da caverna. Inicialmente o rio segue com profundidade bem rasa e logo chega o pior trecho da caverna. A partir daqui a passagem é feita por um duto de + - 80 mts de extensão com profundidade de + - 1,5 mt, passando rente ao teto da caverna.

    Uma corda presa às estalactites ajuda um pouco as pessoas a se guiarem por esse duto, que possui uns 5 mts de diâmetro. Assim que termina a corda, já pode se ver a luz solar (aqui é o fim da caverna).

     

    Como era pouco depois das 14:00 hrs saímos depressa em direção ao Camping para trocarmos de roupa e almoçar na Pousada.

    Depois de acertar os valores com o guia e com o Beroaldo, seguimos com o peruano Carlos em direção à Caverna do Diabo por volta das 15h50min.

    Ainda tínhamos uns 60 Km pela frente, por isso pisei fundo e por sorte chegamos as 16:45 hrs. Depois de pagar a taxa de entrada, ainda tínhamos uns 300 mts até a entrada da caverna, então começamos a correr, mas de um longe um funcionário nos viu e disse que ia nos levar até lá.

    A boca da caverna é relativamente pequena e por dentro é toda iluminada artificialmente com holofotes em vários pontos para realçar as enormes estalactites e estalagmites. Internamente a caverna é gigantesca e existem algumas rampas e escadas de concreto que ligam a vários salões.

     

    A caverna tem um total de quase 7 Km, mas somente é permitido percorrer cerca de 700 metros.

    Boa parte da caminhada pelo interior da caverna é feito sobre uma passarela de cimento com corrimãos. Apesar de existir iluminação artificial é preferível trazer a sua lanterna também.

    É um passeio que vale a pena.

    A Caverna pertence ao PE de Jacupiranga, por isso as regras de visitação são outras.

    Na época você pagava a entrada e um funcionário do Parque te levava até o interior da Caverna - atualmente isso mudou.

    Ficamos lá dentro por cerca de 40 minutos (foi uma pena o filme da minha máquina fotográfica ter acabado).

    Pegamos novamente a estrada às 18h30min e chegamos em Sampa pouco depois das 23:00 hrs.

     

    Depois eu coloco algumas dicas e infos mais recentes

     

    Abcs.

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    1. Mostrar comentários anteriores  7 mais
    2. msperle

      msperle

      Ola,

       

      mt bom seu relato, parabens!

      Vc saberia dizer as condicoes atuais, ie, Vc ja retornou, pd me dizer o que melhorou ou piorou por la...

      Tks,

       

      Marcia

      •  
    3. Augusto

      Augusto

      Oi Marcia.

       

      Voltei lá em Março de 2013, mas visitando o Núcleo Caboclos, que é próximo do Bairro da Serra, mas um pouco mais selvagem.

      Qto as mudanças, devido ao Plano de Manejo, algumas foram implementadas.

      São essas:

      - Em várias cavernas existem um limite de visitas/dia. Atente a isso.

      - 1 monitor local a cada 08 pessoas;

      - Proibido o uso de carbureteiras;

      - Criou-se a trilha Transpetar, que se inicia no Núcleo Santana e segue até o Parque Intervales passa pelo interior do Núcleo Caboclos. Em vários trechos é possível encontrar enormes marcos de material reciclado sinalizando essa trilha. Necessário agendar com o Parque essa travessia.

      - Reduziram também o percurso que pode ser feito pelos visitantes pelo interior das cavernas.

      - Cada caverna tem as suas próprias regras para visita. Veja no link abaixo:

      http://petarinfo.com.br/site/regras-parque/

       

       

      Na minha opinião, com certeza melhorou e muito.

       

       

      Abcs

      •  
        • Gostei! 1
    4. msperle

      msperle

      Estive lá e fiquei MARAVILHADA com o que vi e fiz. Tks pelo suporte! 

      •  
  15. Olá Murilo78, seja bem-vindo. Temos aqui uma boa variedade de albergues. Eu particularmente gosto dos "registrados" no HI. Tem um site http://www.hostel.org.br onde vc encontra informações sobre os disponíveis aqui. Se quiser um que não seja filiado aí sim a busca é mais ampla. Recomendo, dentro dos que tem no site, o da Barra. Bem localizado, o único prblm dele é ficar "distante" de ponto de ônibus. Pelo menos têm quem ache isso. O do Porto tbm é muito interessante. Dê uma olhada e qqer coisa me avise. Ah, http://www.bahia.com.br lá vc encontra diversas dicas...bjo²

    •   
    1. Mostrar comentários anteriores  109 mais
    2. Juzinha Sp

      Juzinha Sp

      otimo obrigada pela informação estou vendo tb air bnb porque vamos em dois acho mais barato.. ..

      •  
    3. Gleyce Acione Telles Nascimento

      Gleyce Acione Telles Nascimento

      Oi Pessoal, vou com meu marido de 11 a 15 de junho para Salvador, gostaria de ajuda com hotéis (melhor lugar e preço)... e o pontos turísticos.

      Obrigada,

      Gleyce

      •  
    4. Rafael_Salvador

      Rafael_Salvador

      10 horas atrás, Gleyce Acione Telles Nascimento disse:

      (melhor lugar e preço)

      Esta é uma equação difícil (rs)... Vou te indicar um Hotel no centro com um preço razoável. Cuidado com os hoteis da região do Campo Grande e Avenida 7... muitos tem o nome de Hotel mas funcionam como Motel, atendendo uma clientela duvidosa! Salvador é uma cidade grande, a RMS chega a 4 milhões de habitantes.

      Esteja bastante atenta em sua estadia, é uma cidade com muitos problemas de segurança...

      Este fica no Centro antigo, região do Centro Histórico muito proxima, localizado em um dos endereços mais nobres da Capital Corredor da Vitória, colado no bairro da Graça (onde tem excelentes restaurantes e bares por ser um Bairro de alto poder aquisitivo) próximo ao farol da Barra e Pelourinho. Os preços do Hotel são bem acessíveis => http://www.hotelvilavelha.com.br/pt-br/ , recomendo usar taxi a noite.

      Este fica próximo a Rodoviária e Shopping da Bahia (antigo Shopping Iguatemi), região movimentada, próxima ao novo centro financeiro da cidade e aos principais Shoppings da cidade, transporte público acessível para toda cidade. => http://conecthotel.com.br/

      Este fica no bairro do Rio Vermelho, centro da vida noturna da cidade, dezenas de Bares e casas noturnas, fica na orla marítima embora as praias do Rio Vermelho não sejam indicadas para banho (exceção para o Blue Bar, um maravilhoso bar de praia http://www.bluepraiabar.com.br/) => http://bahia-park.hotelsinsalvador.com/pt/

      Existem diversos hotéis nesta região para todos os bolsos: Tem o Golden Tulip => https://www.obomdeviajar.com.br/hotel-em-salvador/golden-tulip-salvador/ e também tem um Ibis na região. Um pouco mais caros...

      Se seu foco são praias (o que não sei se terá muito sucesso no mês de junho) recomendo ficar na Região Metropolitana na parte Norte - Linha Verde (Ba-099)... é praticamente um extensão de Salvador com total infra-estrutura onde encontrara localidades praianas deliciosas como Guarajuba, Arembepe, Barra do Jacuipe, Praia do Forte... Itacimirim, Diogo, até chegar ao luxuoso Complexo de Sauipe (não confundir com PORTO SAUIPE)...

      •  
  16. Se programem para ficar uns dias a mais em La Paz, para fazerem este downhill insano!

    São 85 km de percurso, sendo que você desce 3,5 km.

    Parte de 4700m de altitude e chega em 1200m.

    É uma descida de 5 horas!

    Dá medo, parece que a morte está perto, cansa, machuca, mas VALE A PENA!

    É umas das coisas mais legais que fiz na vida!

     

    Aí vão algumas fotos:

     

    013.jpg

    Quinhos, eu e Edmundo, partindo de El Alto, em La Paz

     

    014.jpg

    Isso que é descida!

     

    f5.jpg

    Eu e quinhos. Reparem na estrada atrás. Muy peligroso!!!

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    1. Mostrar comentários anteriores  257 mais
    2. RicardoRM

      RicardoRM

      Vic R Melo, não é necessário reservar com antecedência, inclusive comprando na hora você pode pesquisar entre as empresas que oferecem o serviço e conseguir descontos. até mais.

      •  
    3. Vic R  Melo

      Vic R Melo

      Vic R Melo, não é necessário reservar com antecedência, inclusive comprando na hora você pode pesquisar entre as empresas que oferecem o serviço e conseguir descontos. até mais.

       

      Obrigada Ricardo!!

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    4. markoov

      markoov

      Alguem sabe informar quais empresas são mais confiaveis para fazer o Downhill de Coroico e quanto está sendo cobrado em média?

       

      Boa tarde Paulo,

       

      Em 11/2015 fiz com a XTREME, e recomendo.

      Pesquisei em quase todas as agencias, que inclusive ficam na Calle Sagárnaga, uma ladeira no centro de La Paz, onde se concentram a maioria das agencias que vendem o Downhill, e acabei ficando com a mais "conhecida"

      Não tenho reclamações, a agencia é de responsa.

      Fui com o guia Freddy, gente fina demais.

       

      Estavam disponíveis vários modelos de bikes, consequentemente, com preços variados.

      Eu escolhi uma "intermediária", porém me arrependi de não ter pego a mais "top". Mas isso é meio que pessoal. Existem pessoas que fizeram com a bike "de entrada" e não se arrependem.

      Mas se voce é como eu, que curte bike, se couber no seu orçamento, pegue a bike mais top (FULL SUSPENSION)!!

       

      Quanto ao preço, paguei 380 bolivianos depois de chorar muito. Vale ressaltar que eu estava com mais um amigo, então, ficou mais facil de pechinchar.

      Se me recordo, o valor com a bike top estava 580 boliviano, isso em 11/2015.

       

      No final, recebi uma camiseta e um DVD com as fotos e os videos que o guia foi tirando durante o downhill.

       

      Ah, tenho alguns conhecidos que fizeram naquela mesma semana, o downhill com a agencia Ride On, e também só passaram elogios.

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  17. Preparativos:

    Para mim, o Alaska sempre foi um lugar inacessível; conhecido apenas por documentários ou livros de aventuras no ártico.

    Foi numa agência de intercâmbio onde vi que este amor platônico poderia ser consumado.

    Eu já conhecia os programas de Work & Travel (trabalho de férias no USA para universitários),

    então resolvi aliar esta experiência de trabalho com um estágio em uma universidade americana

    (University of Alaska Fairbanks), num lugar totalmente diferente de qualquer outro que conheci.

    O pessoal da agência de intercâmbio achou meio estranho: “Meus deus! Nunca mandamos

    ninguém para lá! Tem certeza que quer ir?” Certeza absoluta!!! Ainda mais depois que o hotel em

    Fairbanks me aceitou como camareiro e consegui o estágio voluntário na universidade.

    Tudo certo! Em três meses estaria embarcando em uma viagem de 27 horas para Fairbanks

    Aí caiu minha ficha! Iria para um lugar onde ninguém que eu conhecesse foi. Enfrentaria uma das

    menores temperaturas do planeta e não sabia absolutamente nada sobre The Great Land.

    O primeiro passo foi comprar o Lonely Planet – Alaska. Enfim,

    algumas dicas úteis! Pude ver algo sobre o lugar onde passaria o inverno todo. Achei bastante coisa

    também do Google, mas o livro foi mais útil.

    Com minhas pesquisas, vi que o frio era mais intenso que eu imaginava! Eu tinha roupas

    para um frio normal, de até –10C. Porém, antes de ir, não comprei quase nada, pois além de não

    existirem roupas apropriadas aqui em São Paulo, o pouco que tem é muito caro. Aí vai uma dica: em lugares frios, roupa quente não é artigo de luxo (como em São Paulo), é artigo de necessidade; então, as roupas quentes são MUITO baratas em lugares de frio. Hora de ir! Aproveitei bem meus últimos dias de Sol, já que no solstício de inverno veria o Sol só durante três horas e meia. Parti com uma série de dúvidas e medos, entretanto sorria; pois sabia que seria uma viagem maravilhosa e inesquecível.

     

    Chegada:

    Após 21h de viagem (com 2 escalas) pisei pela primeira vez no 50o estado do USA. Era somente a última escala, em Anchorage, que é a maior cidade do Alaska. Fiquei muito feliz! Mas ainda faltavam algumas horas até chegar em Fairbanks.

     

    DSC00275.jpg

    Boas vindas no aeroporto de Anchorage

     

    Já em Fairbanks, fiquei meio apavorado com o frio! Só que o que mais me apavorou foi quando me falaram que o clima estava morno devido a uma frente quente! Caramba, como -12C

    pode ser ameno?!? Se eu estava tendo dificuldade com -12C, imagina quando a massa de ar quente fosse embora?

    Com os passar dos dias, vi que meu maior problema era com a falta de Sol. Cheguei dia 10

    de dezembro, faltando apenas 11 dias para o solstício. O Sol aparecia por pouquíssimas horas e

    ficava sempre bem baixo, perto da linha do horizonte. Com o tempo meu metabolismo foi se

    acostumando à falta de luz. Apesar dos problemas iniciais, era lindo o nascer/pôr do Sol que durava

    5 horas!

     

    DSC00589.jpg

    Nascer do Sol às 11:20 da manhã

     

    Logo comprei roupas bem quentes e meu metabolismo também se acostumou ao frio. Em

    duas semanas, já me sentia como um local!

    Minha rotina era: trabalhar no hotel 5 dias por semana, ir para a faculdade um dia e passear

    no outro. Claro que também passeava após o trabalho e a faculdade. Aproveitei cada segundo no

    Alaska, pois sabe-se lá quando poderei voltar a este paraíso.

     

    Abaixo, está um resumo dos 3 meses:

    Fairbanks:

    Apesar de ter uma pequeníssima população (35 mil), a cidade tem uma grande infraestrutura,

    devido à universidade, com 10 mil estudantes, e às duas grandes bases militares instaladas

    ao redor. Grandes hipermercados, lojas de departamentos e redes de fast-food dão à minúscula

    cidade ares de cidade média. A vida social também não fica para trás: diversos cinemas, pubs e

    boates esquentam as noites geladas do ártico.

     

    DSC00722.jpg

    Praça no centro de Fairbanks, à margem do rio Cheena

     

    Meu primeiro passeio foi até uma cidade chamada North Pole, onde a atração é a Casa do

    Papai Noel. Foi a primeira vez(de muitas) que usei os ônibus urbanos (que são de graça no inverno!). De lá, mandei diversos postais para o Brasil. O legal é que os postais vieram com o

    carimbo do correio da cidade: North Pole, Alaska! Imaginem o que o carteiro de São Paulo pensou???

     

    DSC00376.JPG

    Eu, pensativo, na casa do Papai Noel

     

    DSC00380.JPG

    hohoho! Encomentei meus presentes pessoalmente

     

    O frio de verdade chegou em janeiro, a média do mês foi de -37C, com mínima de -54C.

    Muito estranha é a amplitude térmica anual. No verão chega a fazer 30 graus positivos! O pessoal

    fala que no mesmo rio onde andam de snowmobile no inverno, andam de jetski no verão.

    Interessante, não?

     

    DSC01217.jpg

    -50F! Frio pra *******!

     

    DSC00896.jpg

    Como se vestir e não sentir frio. Só com os olhos de fora... haha!

     

    DSC01095.jpg

    O frio era tão intenso, que congelava o suor. Aí está a importância de boas roupas, que transpiram

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    1. Mostrar comentários anteriores  60 mais
    2. Igor Kapich

      Igor Kapich

      Sensacional o relato e as dicas nos comentários!!!! estou indo dia 5 de setembro de 2012 para lá, fico 2 dias em anchorage e depois vou para kodiak (uma ilha) pescar salmão! Essas piscinas termais são onde? em anchorage? as lojas A North Face (http://www.thenorthface.ca) e a MEC (http://www.mec.ca) existem lá em anchorage?

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    3. gusortiz

      gusortiz

      Igão,

       

      Valeu!

      As piscinas térmicas são no resort Cheena Hot Springs, a cerca de 1:30h de Fairbanks.

      Em Anchorage, a loja mais renomada na época que eu fui era a Rei (http://www.rei.com/). Lá tem de tudo e para todos os gostos!

       

      Abraço e boa viagem!

      Gustavo

       

      Sensacional o relato e as dicas nos comentários!!!! estou indo dia 5 de setembro de 2012 para lá, fico 2 dias em anchorage e depois vou para kodiak (uma ilha) pescar salmão! Essas piscinas termais são onde? em anchorage? as lojas A North Face (http://www.thenorthface.ca) e a MEC (http://www.mec.ca) existem lá em anchorage?
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    4. Kramerica

      Kramerica

      Olá Gustavo, parabéns pelo relato e pela viagem! Estou indo pra lá com a minha esposa em fevereiro passar 7 noites em Fairbanks e nos arredores. Você acha que dirigir na neve é algo complicado? Queria alugar um carro para ter um pouco mais de liberdade e poder ir até o Cheena e o Denali. O que você acha?

       

      Um abraço e ótimo ano novo!

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  18. Regulador

     

     

     

    Partes do regulador: O regulador é formado por um conjunto, mas suas peças podem ser adquiridas em separado. Ele é dividido em dois estágios: o primeiro, feito de metal cromado, que se conecta à válvula do cilindro e converte seu ar para uma pressão média, com saídas para acoplar outros equipamentos, ja o segundo, fica na boca da pessoa e converte o ar da pressão média a uma pressão respirável, sendo feito de metal plástico de alto impacto ou a combinação de ambos; além do bocal.

     

    Como funciona: O primeiro estágio distribui o ar entre quatro (ou mais) mangueiras. Uma mangueira entrega ar para o segundo estágio e outra ao Octopus (segundo estágio adicional). Outra mangueira é conectada a um colete equilibrador com a função de inflá-lo. A quarta mangueira conecta-se ao manômetro (que pode estar no console), que indicará a pressão de ar disponível.

     

    O primeiro estágio transforma o ar em alta pressão numa pressão intermediária e o segundo torna a pressão intermediária em ambiente.

     

     

    Octopus ou Regulador Reserva

     

     

     

    O reserva (segundo estágio reserva) ou Octopus tambem é ligado aos primeiro estágio do regulador. Deve ser de cor chamativa e ficar sempre à mão, para ser usado em caso de emergência ou seja, fica preso no colete e pode ser utilizado pelo seu “dupla” (parceiro no mergulho) se o ar do cilindro dele acabar.

     

     

     

    Também faz parte do conjunto, o console, que é o suporte que acopla dois ou mais instrumentos como manômetro (que mostra a pressão do ar no cilindro) e profundímetro (que mostra a profundidade em que o mergulhador está). Alguns consoles também possuem bússola.

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  19. Nadadeira

     

    Popularmente conhercida como pés-de-pato (mas o nome não é bem visto entre os mergulhadores, lembro), elas facilitam a natação, dispensando o uso das mãos para deslocamentos durante o mergulho, permitindo, assim, o melhor deslocamento debaixo d´água, o que seria praticamente impossível sem elas em alguns locais. Uma nadadeira é formada pela calçadeira e pala. O material da primeira é normalmente de borracha. Da segunda, plástico, e/ou borracha.

     

    Tipos: Hoje existem diferentes tipos de nadadeiras. Todas podem ser classificadas em duas grandes categorias: com tiras ajustáveis e com calçadeiras completas (fechadas).

     

    Fechadas - devem ter o tamanho dos seus pés porque não são reguláveis. Normalmente dispensam o uso de botas ou meias (em água fria podem ser usadas com meia de neoprene, salvo em águas mais frias (no caso, para usar com bota ou meia, a nadadeira deve ter alguns números a mais do que você normalmente calça).

     

    Normalmente, as de pala mais comprida são usadas para o mergulho em apnéia.

     

    De alça/tira - as reguláveis, ao invés de envolver completamente os calcanhares, vêm com tiras que permitem um melhor ajuste nos pés. A aquisição de um modelo com tira regulável nos obriga a comprar também uma bota ou pelo menos uma meia de neoprene porque seu espaço interno é grande. Essas nadadeiras geralmente são largas e curtas.

     

    Além das diferenças nas calçadeiras, as nadadeiras também podem possuir outra característica, a chamada canaleta (linha longitudinal), em suas palas. Essas canaletas, que podem ser em menor quantidade e mais longas ou em maior quantidade e curtas, ajudam a direcionar a água para frente, aumentando a eficiência em cada pernada.

     

    Coloque aqui suas dicas sobre Nadadeiras

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  20. Mascara

     

    A visão é o sentido que mais confiamos durante o mergulho e quase todas as lembranças das profundezas vêm da informação visual.

     

    A Mascara de mergulho permite que o mergulhador enxergue debaixo d'água, podendo ter lente única ou dupla, ou ainda ter vedação de silicone ou borracha.

     

    Dicas para escolher sua máscara:

    - Verifique se a máscara é de tamanho adequado ao seu rosto coloque a máscara no rosto sem fixá-la com a tira, puxe todo o ar pelo nariz e prenda a respiração por 3 segundos olhando para baixo, a máscara deverá se manter em seu rosto isso mostrara se ela tem uma boa vedação.

    - Os modelos fabricados em silicone são bem mais confortáveis pois o material é bem mais flexível acomodando-se melhor aos contornos do rosto.

    - O modelo ideal é aquele que tiver uma boa vedação e conforto em seu rosto aliado a uma boa visão, pois existem vários modelos e tamanhos, alguns modelos infantis são indicados para mulheres e pessoas mais magras por terem o rosto mais fino.

    - Pessoas que necessitam de lentes especiais (com grau para melhor visão) deverão questionar sobre modelos com 2 vidros, pois existem óticas que fazem adaptação de lentes de grau para máscaras de mergulho.

     

    Coloque aqui suas dicas sobre mascaras de mergulho

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  21. Roupa de Neoprene

     

    Equipamento quase undispensavel ao mergulho pois protege do frio e de eventuais choques com a vida marinha entre outros. Possui várias marcas e espessuras (3mm à 7mm), para se adequar à temperatura da água. Em frio muito intenso, deve-se colocar luvas e toucas, já que as extremidades são partes do corpo que mais perdem calor.

     

    Dicas de Manutencao: todo traje de mergulho precisa der muito bem lavado após cada uso, embora um período de uso frequente convide a relaxar essa recomendação. Mergulhar o traje enérgicamente em um tanque de água doce por diversas vezes, usar xampú suave e esponja para remover manchas e resíduos de organismos marinhos ou sedimentos. Secar à sombra pelo avesso em cabide reforçado. Aplicar lubrificante de silicone nos fechos.

     

    Coloque aqui suas dicas sobre Roupas de Neoprene...

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  22. Amigos,

     

    Me sinto decepcionado por não relatar a viagem inteira, incluindo o Paraguai, Argentina, Chile ou Peru... todos são países muito peculiares, e dignos de excelentes comentários.

    No entanto, é preciso dizer que seria grande injustiça não dar atenção especial ao canto da América do Sul que mais me instigou nesta mochilada... país sobre o qual eu passo a falar.

     

     

    Atrás do Licancabur

     

     

    Frio, vento forte e lua cheia. Lá estava eu apoiado nas paredes calfinadas, totalmente brancas, do muro do cemitério de San Pedro de Atacama – Chile. O sol que horas mais tarde brilharia impiedoso nas areias do deserto, por detrás da cordilheira lançava jatos de luz aos céus, como nenhum conjunto de skywalkers poderia fazer.

    Um grande cone de luz se formava no horizonte... já era hora de voltar para o “centro” da cidade para tomar a van que nos levaria para a fronteira. Argentinos, europeus, americanos e alguns brasileiros... todos ansiosos pelo que estava por vir.

    O micro-ônibus inicia a subida e o contorno de uma escultura feita por um ser superior: um vulcão nevado com quase 6000 metros de altitude, o Licancabur. Não demora muito, chegamos ao Paso Hito Cajones. A aduana da Bolívia parece um rancho, os oficiais são simpáticos e falantes (que diferença do Chile!). O banheiro é “natural” - apenas a carcaça de um ônibus que há alguns anos não conseguiu fazer o caminho de volta.

    Passaportes carimbados, trocamos da van para um 4x4 e paramos para o café da manhã, que acontece na Laguna Blanca. Alguém ouviu falar em café? Quem teria fome??? Só queríamos sentar e olhar aquele lugar. Todos estavam silentes. Quem arriscaria quebrar a harmonia com qualquer som? As águas paradas da grande lagoa refletiam perfeitamente cada montanha ao seu redor. Aquela paisagem era alienígena... me vi obrigado a descer até a lagoa, onde não é permitido, e tocar na água para sentir de verdade aquele local que para mim, insistia em parecer uma grande mentira.

    Uma Toyota Land Cruiser 1997, um guia um pouco calado, quatro brasileiros (eu, meu amigo Mário, e o casal paulista Nivaldo e Tatiana), a inglesa Ruth, a canadense Andrea e muita expectativa em cada coração.

    A idéia de passar três dias convivendo ininterruptamente com pessoas desconhecidas me assustava um pouco... mas foi tarefa fácil. Ouvimos desde música típica boliviana até o último álbum do Coldplay, discutimos todos os assuntos possíveis, e o melhor de tudo: soubemos manter silêncio quando a paisagem, não raramente, fazia por merecer.

    Não existem palavras para descrever como foi a chegada na Laguna Verde. É preciso esfregar os olhos para acreditar que tudo é realidade. Não bastasse a laguna alva e a laguna verde, no final do dia chegamos à inimaginável Laguna Colorada. Histórias, fotos, vídeos, relatos, como sempre não fazem e nunca farão jus ao real... ou seria surreal? Vinícius de Moraes não devia conhecer a Bolívia quando compôs a Aquarela, ele certamente teria citado as lagunas coloridas em sua inesquecível canção.

    A Colorada é de um vermelho sangue. Cor de sangue da rude raça boliviana que contrasta magistralmente com o rosa das centenas de flamingos, que esbeltos e elegantes passeiam pelo espelho vermelho. Impossível omitir o bege das pedras, o verde escuro da vegetação rasteira, e o branco das várias montanhas nevadas que emolduram tal obra viva. Imaginou? Duvido. Um ser humano normal não é capaz de imaginar uma cena dessa magnitude. Um ser humano de carne e osso não poderia ter criado um lugar dessa magnitude!

    Eu poderia ficar ali por horas... e fiquei. Foi no abrigo da Laguna Colorada que passamos a noite. A tradicional confraternização entre os mochileiros de todos os cantos do planeta aconteceu numa mesa grande e farta, onde tivemos o primeiro contato com as cholas, que mais tarde nos serviram a sopa de quinua, feita com todo o carinho e atenção que lhes é peculiar.

    Calma, eu explico quem são as cholas. As definições são as mais diversas possíveis, uns as amam, outros não querem muita aproximação. Eu prefiro vê-las como mulheres simpáticas em tempo integral, curiosas, lutadoras e solícitas demais. Todas têm aquela feição típica andina, quase indígena, com olhos levemente puxados, pele mais escura e queimada pelo sol. Iguaizinhas às fotos da National Geographic, elas estão sempre munidas do auayu, que é um pano colorido e bordado à mão, o qual serve para carregar mantimentos ou mesmo seus filhos pequenos.

    As curiosidades sobre o chapéu das Cholas renderiam uma longa história para um relato como esse, uma delas é o tradicional sombrero, que define em sua forma o estado civil, classe social e até o humor de cada uma. Mas como nem tudo são flores, é uma pena que a limpeza não seja o forte delas, nem na cozinha e provavelmente nem no âmbito da higiene pessoal, uma vez que os odores são facilmente perceptíveis, para não dizer insuportáveis. Sim, todos nós, sem exceção, comemos a sopa de quinua preparada pelas Cholas. Era a nossa única opção. O orgulho estampado no rosto delas em nos ver comendo o que tinham preparado no meio do nada, com tanto esmero, fez valer cada colherada.

    A noite cai, o termômetro exige dois dígitos para marcar as temperaturas negativas, e o vento continua impiedoso. Sair do abrigo é masoquismo diriam alguns... enquanto eu diria que o maior pesar é ficar enclausurado naquele lugar, mesmo a noite. Se o céu do Atacama chileno é considerado o mais brilhante do planeta, não sei o que dizer do céu sul boliviano. Enquanto bate a rajada de vento o rosto petrifica, a orelha é fisgada por agulhas afiadas, mas o céu... o céu tem a via-láctea definida e próxima, como se fosse uma grande faixa luminosa de um cometa. Quisera eu poder resistir ali fora por mais tempo.

    Acordamos cedo, e não era sonho... mais um dia na Bolívia. O sol nascia tímido, os jipes estavam cobertos de gelo e de mochilas prontas para seguir viagem. A primeira parada foi a meros 4.850m acima do nível do mar, nos Geysers Sol de Mañana, que são diversas fumarolas como se fossem vulcões em miniatura, que expelem vapor a mais de 200ºC com um forte cheiro de enxofre. Antes de sairmos do jipe, nosso motorista nos deu um bom conselho: “o terreno é bastante instável e o vapor é bem quente. Por favor, não morram!” Sábio aviso...

    Até Salvador Dali cedeu seu sobrenome a um deserto boliviano. É impossível não lembrar das pinturas do impressionista quando passamos perto das dunas salpicadas por grandes pedras, arremessadas durante a erupção dos inúmeros vulcões ativos há milênios atrás. É improvável passar por este deserto e não ficar imóvel para observar uma imensa árvore de pedra esculpida pela areia e pelo vento, que parece ter sido colocada ali para que todos ficassem admirados com a sua imponência sobre o vazio.

    Sensações. A Bolívia gera algumas sensações que sequer nome têm. Não há como descrever o que senti enquanto me banhava nas termas de Puritama observando as montanhas nevadas que nos cercavam. A temperatura da água era de 35ºC, a do ambiente era de –5ºC! Sim, foi bem difícil sair da água... mas nunca me senti tão vivo!

    Indescritível é poder conversar de perto com as llamas que parecem ser as nossas verdadeiras anfitriãs e pilar que sempre sustentou a vida no altiplano. Inexplicável é chegar num pueblito isolado em lugar algum, e ser recebido por desconhecidos analfabetos que sentam à mesa contigo, te olham nos olhos e com esse sinal, te convencem que realmente um gesto vale muito mais que letras ou palavras.

    Após o almoço, a viagem segue rumo à Uyuni. No final do dia chegamos à cidade cansados e aflitos, por um merecido e necessário banho. Depois da travessia do deserto era hora de ligar para casa, experimentar carne de llama e descansar!? Não! Ninguém dormiu cedo... estávamos todos ansiosos para a aventura do dia seguinte. Fomos para um bar jogar conversa fora, falar sobre o imperialismo americano, sobre as mulheres brasileiras e principalmente sobre as imagens que a nossa retina captaria no dia seguinte: o Salar de Uyuni.

    O dia nascia e um sonho se tornava realidade. Madrugadas de planejamento em frente ao computador traduziam-se em imagens e sons reais. O jipe corria, jorrava água salgada para todos os lados e aos poucos descortinava-se um horizonte infinito. Eram milhares de quilômetros de um espelho perfeito. Espelho de montanhas, de nuvens, de água e de pessoas. Estávamos no maior salar do mundo. Lugar onde as montanhas se ergueram e o mar secou, deixando o sal como testemunha eterna.

    Parecia o céu, sentia o chão flutuando. Difícil explicar! Cruzamos boa parte do salar em cima do teto do jipe, o vento batendo no rosto e a sensação de estar em alpha... Ei, eu não fumo nada, não preciso disso. O lugar por si só já é uma viagem.

    Deixar Uyuni para trás foi um desafio. Meu amigo Mário continuaria comigo na longa jornada até Machu Picchu, mas era hora de nos despedir dos demais companheiros que passaram tantas horas inesquecíveis conosco dentro daquele jipe vermelho. Desafio também foi deixar a cidade, enquanto tudo conspirava para que ficássemos mais tempo por ali. O trem é o meio mais seguro e confortável para ir em direção à La Paz, mas naquele dia não havia trem. Não podíamos atrasar nossa agenda, e acabamos contrariando todos os guias e conselhos. Ao invés de aguardamos o trem, pegamos uma lata velha, digo, um ônibus noturno para a maior cidade do país.

    A moça que nos vendeu as passagens bem que nos avisou: “Vocês devem chegar em La Paz amanhã. Ah, o horário não dá para dizer!”. O que realmente importa é que vinte horas depois de enfrentar todo tipo de gente, bicho, cheiro ruim e estradas no melhor estilo tábua de lavar roupa, chegamos vivos, ou quase vivos à capital mais alta do mundo.

    Nunca me senti tão isolado quanto naquela viagem. Pareceu uma corrida maluca com dose extra de adrenalina. Nosso ônibus atravessou rios largos, quebrou, encalhou e desencalhou algumas vezes, beirou penhascos que pareciam não acabar, passou por caminhões tombados... Enfim, no ônibus tinha mochileiro gritando de tensão, tinha mochileira chorando de medo e tinha boliviano dormindo.

    A chegada a La Paz foi um alívio. A cidade parece um caldeirão entre as montanhas, caldeirão este que estava borbulhando quando chegamos, pois era o dia da posse do populista Evo Morales. Todos estavam na rua festejando, os jornais só falavam sobre isso, e a cidade estava prestes a parar. Por isso decidimos deixar para conhecer a cidade durante a volta para casa.

    No mesmo dia em que chegamos a La Paz partimos para Copacabana. Não para a princesinha do mar carioca... mas para a cidade que deu nome a esta praia! Copacabana é uma cidade santuário que fica às margens do lago Titicaca, a 3800 metros de altitude, na fronteira da Bolívia com o Peru. Não há nada demais na cidade, além de ser um lugar diferente por parecer uma praia num país que sequer litoral tem. Mas Copacabana não é só lago e santuário, é ponto de partida para o berço da civilização Inca, local onde dizem ter nascido Manco Capac, primeiro imperador cusqueño. Estávamos indo para a Isla del Sol!

    A última barca que partiu para a famosa ilha já havia partido. Existia ainda uma opção: atravessar toda a península de van e pegar um barco a remo até a ilha. E lá fomos nós! Cruzamos todo o interior da cidade, percorremos campos de lavanda, plantações de milho e de coca até chegar ao final da península, onde um senhor disponibilizou seu barco e sua filha de treze anos que remaria até a ilha pelo equivalente a R$ 5,00 por pessoa. As feições da menina eram de sofrimento. Rosto queimado pelo sol e mãos de quem desde cedo tem que lutar pela sobrevivência, não pelo conforto. Impossível não se comover com a situação, e inadmissível pagar somente o preço exigido.

    Kamisaraaaaaki, kamisaraaaaaki!!! As crianças da ilha nos avistaram chegando e corriam para nos receber gritando “olá” em aymará, o dialeto local. Meia dúzia delas nos guiavam entre as trilhas que nos levariam à vila no topo da ilha. Cada um contava uma vantagem sobre um albergue diferente, mas o que elas queriam mesmo, era nos convencer a ficar no albergue de seus pais. Enquanto fazíamos a árdua subida, as crianças curiosas como as do mundo inteiro, não paravam de perguntar sobre tudo. Infelizmente, minha resposta nunca ia muito além do “porque sim”. Eles não me irritavam não, foi muito divertido até! O problema é que eu não conseguia falar! A quase 4000 metros de altitude o coração dispara a cada passo, e os pulmões parecem pedir cada vez mais ar.

    A noite na ilha foi incrível, um dos highlights da viagem. Já era tarde da noite, as ruelas da vila não têm nenhuma iluminação e a chuva começou a cair no exato momento em que estávamos tentando voltar para o albergue. Não era possível enxergar os incontáveis degraus das escadas incas, ouvia-se apenas foguetes e várias vozes espalhadas pela ilha, todas elas gritando a mesma frase em aymará... frases que para nós não faziam o menor sentido. No outro dia nos explicaram tratar-se de agradecimentos aos Deuses por terem enviado a chuva tão esperada e tão rara naquele lugar.

    No outro dia deixamos a ilha em direção à fronteira com o Peru, país este que mereceria também um relato exclusivo. Após visitar Uros, toda a região de Cuzco e Machu Picchu, no Peru, iniciamos nosso caminho de volta para casa. A volta é sempre a parte mais chata da viagem, mas desta vez não foi. A Bolívia estava no caminho novamente.

    Estávamos de volta a La Paz. A cidade não é pacífica, é agitada, perigosa e poluída. Durante a viagem fizemos amizade com o Karl, um aposentado alemão que estava dando a volta ao mundo. La Paz é barata, e saímos para fazer compras! Há uma rua chamada Calle de las Brujas (rua das bruxas) onde situa-se um mercado com o mesmo nome. Por lá encontra-se desde fetos de llama até camisetas da seleção brasileira. Karl preferiu comprar a camiseta verde-amarela, e prometeu usá-la durante a copa na Alemanha.

    Acordar cedo nos últimos dias de viagem não é tarefa fácil, entretanto o dia que estava por vir seria especial! O ponto alto da viagem, literalmente, era a montanha Chacaltaya. Tínhamos contratado um tour que nos deixaria no vale de la luna, um lugar com crateras estranhas e geografia perfeitamente lunar, para depois nos levar até a grande montanha.

    A imponência do Chacaltaya assusta. Nossa van foi patinando pelas estradas nevadas e sinuosas que levam ao topo da montanha que é considerada a pista de ski mais alta do mundo. São 5.395 metros bem acima do nível do mar, porém muitíssimo abaixo do nível ideal de oxigênio que uma pessoa normal consegue suportar. Tem gente que regurgita, outros passam muito mal e tem fortes dores de cabeça. Estava nevando muito forte, e eu esqueci que tudo isso poderia acontecer. Fiquei aproveitando o momento em que estava no topo do mundo, e acabei fazendo um boneco de neve, mas ficou estranho porque não tinha nenhuma cenoura para colocar no lugar do nariz...

    Foi lá no alto da montanha que conversamos bastante com o nosso guia. Ele é Paceño e trabalhou numa fábrica clandestina de roupas em São Paulo. Depois de dois anos de ilegalidade e do salário de R$ 150,00 mensais, ele não resistiu às saudades e decidiu voltar para casa. Os imigrantes bolivianos são explorados em jornadas ininterruptas dentro de quartos sem ventilação, e dormem no mesmo local. O sonho de uma vida no Brasil é a ilusão de milhares de paceños que querem apenas dar de comer à sua família. Dos nossos olhos brotavam lágrimas de raiva e de incapacidade diante das situações que o capitalismo causa.

    No final do dia embarcamos para uma longa jornada de 20 horas sentados até Cochabamba e Santa Cruz de la Sierra, onde supostamente pegaríamos o “trem da morte” que nos deixaria na divisa com a Terra Brasilis, em Corumbá no Mato Grosso do Sul. De surpresa ficamos sabendo que todos os bilhetes do trem para até três dias depois já estavam esgotados. Tentamos com cambistas, tentamos com agências, apelamos para as linhas de ônibus pelo Paraguai, mas nada deu certo. A opção que nos restou era rezar para que alguma companhia aérea tivesse um bilhete barato... e nossas preces foram atendidas.

    Quando fechei a compra da passagem aérea, me dei conta que a viagem tinha acabado. O tempo passa tão rápido quando a gente faz o que gosta!

    Da janela do avião, as luzes de Santa Cruz ficavam cada vez menores e iam desaparecendo, mas da minha cabeça não desapareciam as imagens e sensações da Bolívia. Me perguntei afinal, como eu poderia definir esse pedaço de chão quando eu chegasse em casa. Não consegui resposta. É difícil descrever a Bolívia. Quem sabe um país relegado aos interesses políticos de pseudo revolucionistas... talvez um país perto do céu, onde o povo de rosto queimado pelo sol, não tem muito oxigênio, não tem mar, não tem emprego, não tem solo fértil mas é alegre e feliz. Talvez a Bolívia seja um povo e um pedaço de terra que provoca emoções e sensações singulares e indescritíveis. Sim! Talvez só a nossa língua portuguesa consiga exprimir com exatidão um dos sentimentos que a Bolívia deixa no coração de quem a visita... talvez não, certamente SAUDADES de ti, Bolívia.

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    2. Mike Weiss

      Mike Weiss

      Maria Emilia,

       

      Muito legal vc ter “ressuscitado” esse meu tópico... reli e viajei comigo mesmo novamente! Que saudades da Bolívia!!!

      Obrigado pelas palavras... também acho que o relato continua atual. Mesmo após esses anos, a Bolívia continua sendo um destino incrível!

       

      Rodrigo,

       

      Sem um carro 4x4 é muito arriscado (em alguns lugares, quase impossível de passar). As lagunas são mesmo imperdíveis, mas se você já está ali, não pode deixar de ir até o Salar de Uyuni, e aí sim é indispensável ter tração nas 4 rodas (ainda mais se for na época de chuvas). Sem contar que vc não vai querer colocar o seu carro na água do salar...

       

       

      Abração!

       

      Mike

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    3. rodrigosoracco

      rodrigosoracco

      Rodrigo,

       

      Sem um carro 4x4 é muito arriscado (em alguns lugares, quase impossível de passar). As lagunas são mesmo imperdíveis, mas se você já está ali, não pode deixar de ir até o Salar de Uyuni, e aí sim é indispensável ter tração nas 4 rodas (ainda mais se for na época de chuvas). Sem contar que vc não vai querer colocar o seu carro na água do salar...

       

       

      Abração!

       

      Mike

       

      Valeu, Mike. É que o calendário vai ser meio apertado. As lagunas eu visitaria porque vou por Argentina (Paso de Jama), então é praticamente no caminho. Já o Salar, acho que vai ficar pra uma aventura mais ao norte ainda. Mas nada de botar o carro lá, hehehe.

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    4. B.G.

      B.G.

      Lindo relato, emocionante! Parabéns! ::otemo::

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  23. [info]Inverno sempre rigoroso tornam a paisagem deslumbrante nesta época do ano no Estado. A região de São Joaquim, Urubici, mesmo nas outras estações é um convite não só à aventura, como também ao romantismo.

    As informações deste tópico serão aproveitadas nos Guias de Informações, na medida do possível os créditos serão colocados. As mensagens desatualizadas, antigas e duplas serão substituídas independente do autor[/info]

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    2. gvogetta

      gvogetta

      AS chances de neve em Urubici são na noite de quarta-feira 06/6 (máx. 9ºC min. -5ºC) e na manhã de quinta (máx. 7ºC min. -6ºC).

      Na sexta a mínima pode chegar a -7ºC... ::Cold::::Cold::::Cold::

      Informou Climatempo... ::cool:::'>

       

      Olá Pessoal!

       

      Apesar da previsão de tempo seco pode haver neve, segundo especialistas, se ocorrer na região o fenômeno metereológico do "cavado", que traz uma massa de ar úmido.

       

      Abs,

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    3. Oumgue

      Oumgue

      É, devido a umidade não tão elevada, não é certeza de neve. Mas acho que vou arriscar. Na pior das hipóteses conheço São Joaquim e tomo um chocolate quente ::Cold::

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    4. bobweg
  24. Alguem tem informações das Filipinas? Gostaria de dicas. Não de sites, de quem já foi.

    Poxa, É o segundo maior arquipelogo do mundo, Vulcões, praias desertas...

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    1. Mostrar comentários anteriores  17 mais
    2. cpazzolin

      cpazzolin

      hey pessoal

       

      Eu e minha namorada estamos chegando nas Filipinas dia 09 JAN.. Chegamos por Puerto Princesa e vamos partir num voo em Manila dia 18 JAN.

      A ideia seria conhecer pelo menos El Nido, Coron e Boracay. Nao sei se vai ser possivel.. Nao temos grana pra pegar aviao pra tudo e nao sei ateh onde da pra ir de barco/onibus. Filipinas eh um pais chato de achar informacoes...

      Alguma sugestao de roteiro?

      Se alguem tiver por la soh chegar!!

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    3. Ana Carolina de Castilho

      Ana Carolina de Castilho

      Olá! Estou indo para as Filipinas sozinha entre 20 e 30 de março. Mas as datas ainda não estão certas.

      Alguém vai estar por lá nessa época?? Vou para el nido, corón, cebu e ainda não me decidi sobre Boracay.

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    4. takami

      takami

      Salve galera, muito grato por todas as dicas que consegui aqui no site do mochileiros antes da minha viagem a Filipinas. Escrevi um relato sobre a minha viagem e deixei os links do youtube da edição das minhas filmagens. Para quem for para aquela região dê uma olhada:

      Abraços

      •  
        • Gostei! 1
  25. Prezados mochileiros,

    pretendo fazer uma viagem a Curaçao. Tenho milhas da TAM, que pretendo usar até Boa Vista (a TAM não faz vôo até Caracas). Então, gostaria de perguntar, a quem souber responder:

    1) existem pacotes fechados de Boa Vista para Curaçao?

    2) dá pra ir de ônibus atá Caracas ou algum outro ponto mais próximo, onde tenha aeroporto, que dê para ir direito para Curaçao?

    3) para quem já foi lá, qual o tempo ideal para ficar?

    4) e os preços lá, são altos? Quanto se deve gastar por dia em Curaçao?

    5) existe alguma estratégia mais interessante para ir a Curaçao, partindo de Boa Vista ou de outra capital do Norte do Brasil?

    Aguardo ansiosamente informações.

    Abraços,

    Rosebud.

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  26. Estou postando esse texto que escrevi para agradecer a força do pessoal do forum antes da viagem, valeu . Também está publicado no site www.nomad.com.br . Aguardo os comentários .

     

    Estivemos em Bariloche em junho/2006 .

     

    Bariloche

     

    Adoramos a cidade, o clima, os passeios , os lagos, as lindas vistas da Cordilheira dos Andes , os teleféricos, os cães São Bernardo, os chocolates maravilhosos, enfim dias que serão lembrados com muito carinho, saudades e planos para voltar um dia . E sem esquecer dos preços, é claro, bem melhores que no Brasil.

     

    Fomos só eu e o Walter, meu marido, chegamos a Bariloche de ônibus vindo de Puerto Varas/Chile, depois de 5 dias com muitos passeios e longas distâncias percorridas no Chile. Ficamos 7 dias, foi um período bom, mas Bariloche tem tantas atrações que daria para ficar mais uns quatro sem repetir um único passeio, e olha que nem somos esquiadores.

    Atenção todos os preços estão em dolar e são de junho/2006 .

     

    Quando ir

     

     

    Antes de escolher a data para a viagem pesquisei bastante, uma opção é ir fora do período de inverno porque é mais barato, mas sabe qual era a frase constante dos relatos de viagens de pessoas que foram nessa época do ano? “Bariloche é linda, mas um dia quero voltar no inverno”. Eu não podia cometer esse erro, sabe lá quando vou poder voltar, então fomos no inverno.

    Chegamos dia 18/06, à noite, e fomos embora dia 25/06 . A data foi estratégica, chegamos um dia após a abertura do Cerro Catedral para atividades de inverno e nos despedimos um dia depois do início da alta estação, quando os preços de passeios e estadia aumentam até 30% . Outro período de média estação é em agosto até início de setembro, mas não sei exatamente até quando a neve dura. O verão é alta estação também .

     

    O Clima

     

    Li em algum lugar que : “Os dias de chuva são frios, e os dias de sol são mais frios ainda”, é a pura verdade. Pensei que teria problemas com o clima, pois não estou acostumada, moro em Manaus, mais quente impossível. Logo percebi que os meus casacos não iam dar conta então aluguei um bonito, confortável, impermeável. Os preços são ótimos, aí meus problemas acabaram.

    Uma vez bem agasalhada nada mais me incomodou, nem mesmo quando pegamos uma sensação térmica de menos 17ºC no alto do Cerro Otto. A temperatura normalmente era entre menos 1ºC e 4ºC . Nos locais com neve, fora do centro urbano, aí é que você sente até calor, porque precisa fazer esforço para andar, subir, tentar esquiar, realmente o frio não dá medo. A chuva nesse período é meio chata, só tivemos 3 dias de sol em 6 que fizemos passeios, mas a chuva é bem fraca parece uma garoa dá para fazer os passeios mesmo assim, só as fotos que não ficam tão boas.[/b]

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    2. albruschi

      albruschi

      Olá Tatiana,

      Estou indo de SP a Puerto Varas em 8 de setembro. Farei conexão em Santiago, que já conheço. Em Puerto Varas pretendo alugar carro para fazer a região chilena dos lagos, por uns 5 ou 6 dias. Depois, pretendo deixar o carro alugado e atravessar até Bariloche. De Puerto Varas sabe como consigo um onibus e sabe qto tempo e preço??? A viagem é aproveitavel de onibus de linha???A´te pensei em ir de carro alugado, o que acha??? Sei que há uma taxa de 120 USD para a travessia, por isso achei nao valer a pena. Agradeço qualquer dica, abraço,

      Carlos

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    3. Anne Kulik

      Anne Kulik

      ::otemo::::otemo:: Tati apesar do tempo.. que faz adorei seu lelato,graças a vc que perdeu dispendeu seu tempo para escrever aqui.

      Muito Obrigado...copiei tudo..

      Bjos

      •  
    4. Nair Celestina de Freitas

      Nair Celestina de Freitas

      Tati, adorei as dicas, estou com viagem marcada ´para setembro 2013.

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  27. A Partir do dia 29/07/06 começo uma viagem de bicicleta subindo o litoral do NE!!

    Sem destino!

     

    Então deixo esse espaço aqui para mante-los informados do andamento da viagem. Claro, postando raramente..rsrs!! Não posso ficar nem gastando $$$ com Lan!!

     

    Dicas sempre são bem vindas!!

     

    Principalmente ajudas... toda e qualquer!!!

     

    Positividade a todos... :D

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    1. Mostrar comentários anteriores  17 mais
    2. Nando

      Nando

      aih povo!!

      Saiu uma matéria no www.bikesergipe.com.br

       

      se quizerem dar uma confirida por lá....

       

      Abraç[email protected]!

      •  
    3. Nando

      Nando

      Fala POvo...

      Atualmente em Natal/RN

      HJ ainda posto as novas fotos de Alagoas até aqui!!

      Abraços a todos!

      •  
    4. cebola

      cebola

      Aí Nando,boa volta prá casa agora que findou tua Tour ciclística..... :wink:

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  28. :arrow:( Tópico Recuperado )

     

    Postado pelo usuário Márcio Medeiros

    em 06/12/2005 17:24:29

    Mensagem:

    E ai Galera, bem, me amarro em historias de mochileiro, principalmente aquelas em que a gente racha o bico de tanto rir, a minha é bem cômica. Estava eu e minha santa mãezinha (minha heriona, vcs vão saber o pq já já) indo de Sampa pra Salvador de Busão. Depois de algumas horas de estrada (põe hora nisso), quase chegando lá (pra ser mais exato, estavamos quase chegando a Feira de Santana, que fica a uns 100 Km de SSA) resolvi comer um lanche, um misto frio, que devido ao calor do busão tava mais pra "misto morno", como tava com uma baita fome, comi o tal lanche, alguns minutos depois, devido a "atmosfera modificada", um tanto quanto quente do busão, começei a sentir uns certos movimentos, tipo ABTronic, na barriga. Infelizmente o lanchinho tinha ido pro saco, mas na fome, nem notei que ele tava estragado, e agora estava eu, arcando com as consequencias... a barriga fazia barulho, e eu me contorcia, até que fui no banheiro do busão. Ele tava podre de sujo!! abaixei a calça e mandei bala, aliás tava mais pra creme que pra bala! quando comecei a soltar o barro (mole, lógico) o onibus pegou um trecho mó esburacado, eu chaqualhava no cubiculo do banheiro, parecia que eu tava numa coqueteleira!! em resumo, não conseguir, por causa do chaqualhão, mirar o vaso do busão e "despejei" tudo em volta do vaso, menos no meio, onde deveria. Minha calça levou uma rajada também, e após isso, fui pro meu lugar, un tanto quanto "fedendo" por causa da calça suja. Graças a Deus minha mãe tinha um remédio pra desinteria, que foi o que me ajudou a chegar no destino sem ter virado pelo averso. A DICA QUE FICA, CUIDADO COM OS SANDUBAS NAS VIAGENS!!!

     

     

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    Postado pelo usuário Gabriel_lost

    em 06/12/2005 20:08:54

    Mensagem:

    hilário...

     

    essa ngm merece passar mesmo cara

     

     

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    Postado pela usuária Mika_Crazy

    em 07/12/2005 02:48:27

    Mensagem:

    Hahahahahahahahahahahahahaha!!! Q dó....

    Ja pensou a cara de quem foi depois de vc no banheiro???Haha!!

     

    Melhor historia....

     

    []'s....MIKA!!

     

     

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    Postado pelo usuário Mike Weiss

    em 07/12/2005 08:38:57

    Mensagem:

    puuuuuuuts... todos estamos sujeitos a isso. rs

    mas q mico, hein?

     

     

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    Postado pelo usuário Jorge Soto

    em 07/12/2005 16:38:28

    Mensagem:

    Marciao, seu relato ta mais pra roubada mochileira..tem um topico correlato no Interacao! Fui..

     

     

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    Postado pelo usuário Thiago de Sá

    em 09/12/2005 01:47:12

    Mensagem:

    Fala Marcio,

     

    e o resto da viagem, o antes e depois? Nada digno de nota? Porque depois dessa dor de barriga, tudo pode ter acontecido nessa trip!

     

    Até mais

     

     

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    Postado pelo usuário Márcio Medeiros

    em 16/12/2005 17:17:38

    Mensagem:

    Depois de ter deixado o banheiro podre (coitado do tiozinho que foi limpar aquilo) tudo correu bem, curtir SSA pra caramba.

    Aliás, nunca vi um cara mais azarado pra ter dor de barriga como eu! Uma vez voltando da escola pra casa tive uma dor de darriga tão forte e estava no busão, eu suava em bicas... nem gosto de lembrar... eu me contorcia, parecia minhoca em areia quente da praia... mas deixa quieto que isso não é episodio de mochileiro.

     

    Abração Galera!

     

    M.M..

     

     

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    Postado pelo usuário Goianiense

    em 13/03/2006 01:39:52

    Mensagem:

    PESSOAL, MUITO BACANA O RELATO DO CAMARADA...LEGAL..

    E NO CASO QUE ALGUÉM ESTIVER SOZINHO(SEM MAMÃE, COMO EU), COMO JÁ ME ACONTECEU ISSO, DUAS VEZES DE BUZÃO, ANDEM SEMPRE COM UM ESTOMAZIL OU SAL DE ANDREWS NA MOCHILA, PARA NÃO PASSAR ESSE SUFOCO....

    AS VEZES QUE ME ACONTECERAM, FOI 01 VEZ NO TERMINAL GONTIJO EM LUZ(MG) E A 100KM DE CURITIBA(PR), E EU NÃO ESTAVA COM MINHA MÃE, RESALTO....SOMENTE EU, O MOCHILÃO E DEUS.......

    NÃO TIVE CORAGEM DE IR NO BANHEIRO DO ÔNIBUS, MAIS DEPOIS QUANDO EU CHEGUEI NUM ALBERGUE(REPÚBLICA), ALIVIEI GERAL, PESSOAL....

    SOLTEI AQUELA ÁGUA BACANA.....A SORTE É QUE EU TAVA DE BERMUDÃO, SÓ MANCHOU A CUECA...rs.....

    MAIS FICA AÍ A DICA: ESTOMAZIL OU SAL DE ANDRES, OK???

    UM ABRAÇÃO A TODOS E VALEUUUUU.................

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    2. Paulino cash

      Paulino cash

      de La Paz para St Cruz de la Sierra eu vim comendo amendoim e chocolate sneakers, não tinha almoçado aquele dia ::putz:: já em St Cruz eu perdi o trem de para Puerto Quijaro, tive que pegar um ONIBUS às 16:30...fui no ultimo banco com uma familia inteira do meu lado (o patriarca foi ao meu lado roncando!), a janela não abria e fazia um calor de uns 30°C...depois de uma hora veio o revertério...foi a noite inteira cagand#@$%@#$ nas calças ::ahhhh:: foi tenso! não desejo nem para o meu pior inimigo!!! e a minha sorte que a calça era impermeavel!!! ::otemo::

       

      ola Paulinho espero que esse cagand#@$%@#$ nas calças tenha sido força de expressao.... ::lol4::

       

       

       

      auhhuauhaau quem dera fosse Crazy quy...só para você ter uma ideia eu tive que ir para um hotel em Puerto, e depois fui até SP usando o banheiro do buzão em 30 em 30 minutos!!! ::hãã:: e tive que ficar mais um dia em casa perdendo um dia de trabalho pq as férias já tinha vencido! foi feia a coisa! mas agora estou mais astuto ::otemo::

      •  
    3. ncgd

      ncgd

      Um feriadão em Juazeiro do Norte... Tudo correndo bem, nos conformes, era uma viagem religiosa feita só com a vizinhança do bairro onde morava e ainda moro na qual me escalei pra aproveitar a região do Cariri, ou seja, só gente conhecida... Estávamos voltando, tudo muito bom, tudo muito bem, quando de repente sinto o intestino me chamar... Tentei não dar ouvidos ao mesmo, porém ele continuava implorando pela minha atenção... Até que de repente ele começou a berrar em forma de dor e cólica, e não havia o que fazer a não ser atender o chamado o mais rápido possível, não adiantou nem suplicar a Padim Ciço (sim, todo mundo vira devoto na hora do sufoco), acho que aquela estrada tava fora da área de atuação dele...

       

      Coincidentemente, uma hora depois de sairmos da aprazível cidade cearense, paramos na primeira cidade em solo pernambucano, São José do Belmonte, onde todos desceram pra esticar as pernas e fazer suas necessidades... Só que eu, no desespero e talvez até na inocência, preferi não atravessar até o bar do outro lado da estrada e fui fazer o serviço no banheiro do busão mesmo... E que serviço, pense no trabalho que deu pra descarregar o barro todo... Meia hora depois, uns dois quilos a menos no bucho e quase um rolo inteiro de papel higiênico a mais na lixeira, eis que abro a porta do compartimento e vejo uma fila enorme, praticamente todo mundo do busão aguardando minha saída... De repente aquele odor característico tomou conta do ambiente de modo que ninguém mais conseguia permanecer lá dentro...

       

      Resultado disso tudo: uma hora de atraso na viagem pra limpeza do coletivo, fama de cagão entre os vizinhos durante anos e uma lição aprendida: NUNCA MAIS fazer o "número 2" em banheiro de ônibus...

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    4. viajandu

      viajandu

      Na verdade o numero 2 nunca deve ser feito no banheiro do onibus. Isto é empre frizado nas excursoes pelos guias turisticos. Mas qdo o sujeito esta com pi-ri-ri como eh quase tudo agua achoque nao tem muito problemas. Mas acho que os projetistas deveriam fazer um banheiro com super exaustores para evitar estes transtornos.

      Ao sul da bahia e norte os ES dizem que a agua eh meio ferrujenta e dizem que turistas que consomem daquela agua acabam por ficar com diarreia... Entao o certo eh tomar sempre agua mineral de garrafa e mesmo se pedir um suco natural batido em liquidifiador tem que usar agua mineral.

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  29. Ola a todos! Comprei um fogareiro quando estava morando na Inglaterra e se chama Jet Boil, porem nao estou conseguindo achar o cartucho de gas aqui no Brasil

     

    Este é o site do jet boil para quem nao conhece, é um sistema muito interessante pois é muito eficiente contra o vento.

     

    http://www.jetboil.com/

     

    A conexão do gas deve ser por rosca e do tipo autovedante. Nao estou conseguindo achar isto nas lojas aqui em Porto Alegre onde moro.

     

    Veja um modelo de cartucho de gas:

    http://www.jetboil.com/Products/Accesso ... power-Fuel

     

    Se alguem souber ounde posso encontrar me de um toque. A grande dificuldade é que não é possivel transportar produtos inflamaveis.

     

    Abraços

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    2. kaoru noda

      kaoru noda

      Assim que der tempo,vou fucar nas lojas aqui e te dou mais amostras.

      Ao todo,temos mais de 20 lojas aqui na regiao,fora as centenas de lojas na net com suas promos.

      Abracos.

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    3. Gribel

      Gribel

      Ressussitando o defunto.

      Então, camaradas....alguém arrumou uma solução pra esse troço?

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    4. rodrigo-whisky

      rodrigo-whisky

      O fogareiro funciona perfeitamente com o tekgas... A rosca e a mesma apenas não da para guardar o bujão dentro do estojo, não me atrapalha em nada pois uso o espaço do estojo para guardar outras coisas e o. Bujão de 240gramas dura muito mais que o de 110gramas

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  30. Na minha última viagem para Asunción fiquei num hotel bem legal: HOTEL PRECIADO; o dono se chama Juan, super simpatico. O hotel foi renovado recentemente, tem café da manhã (tipo buffet), os quartos são muito limpos e o hotel fica bem central na cidade.

     

    O email é: [email protected]

     

    Qualquer dúvida, falem comigo!! :)

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    1. Mostrar comentários anteriores  63 mais
    2. lscoura

      lscoura

      Exatamente Jpalst,

       

      O El Viajero é uma ótima relação custo-beneficio realmente. Uma dica à quem queira hospedar-se nesse hostel é não fazer reserva direto com eles, pois muitos por "subentender" que não utilizando sites como Booking, Expedia, Hostelworld não vá pagar comissão se ilude. Estive la semana retrasada (conforme informado, pela segunda vez) e fiz o teste, a reserva do quarto compartilhado via Booking.com ficava em Gs 28.000,00 já com imposto incluído e direto com eles ficava em GS 50.000,00, provavelmente foi o seu caso.

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    3. Daniel Paulo

      Daniel Paulo

      Estive em Asuncion em 2014, e fiquei em um hostel próximo ao centro.

      http://www.aranduhostal.com/

      Muito bom, pessoas atenciosas, local muito tranquilo, limpo e barato.

      Recomendadíssimo.

      •  
    4. jpalst

      jpalst

      Exatamente Jpalst,

       

      O El Viajero é uma ótima relação custo-beneficio realmente. Uma dica à quem queira hospedar-se nesse hostel é não fazer reserva direto com eles, pois muitos por "subentender" que não utilizando sites como Booking, Expedia, Hostelworld não vá pagar comissão se ilude. Estive la semana retrasada (conforme informado, pela segunda vez) e fiz o teste, a reserva do quarto compartilhado via Booking.com ficava em Gs 28.000,00 já com imposto incluído e direto com eles ficava em GS 50.000,00, provavelmente foi o seu caso.

      Nossa não sabia disso estava 50.000 com ar condicionado e 40.000 sem próxima vez que for vou pesquisar na Internet e pega mais barato

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