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  1. Olá! Vou escrever um pouco sobre minha viagem de lua de mel para a Namíbia. Muita gente tem me perguntado sobre o país e como funciona o turismo na região. Vou compartilhar um pouco sobre minha (maravilhosa) experiência no país. A primeira coisa que sempre nos perguntam é por que escolhemos a Namibia. Sempre gostamos de viajar, e gostamos de destinos exóticos e de aventura, não podia ser diferente na lua de mel. Inicialmente nossa escolha era Tanzania e Quênia, mas os preços exorbitantes nos levaram a procurar outras alternativas. Bem nessa época em que estávamos decidindo o destino assisti um documentário sobre a Namibia, e na hora que mostrei pro Otavio a nossa decisão foi tomada. Apesar de ser um destino bem mais em conta que a Quenia e Tanzania as ofertas são bastante variadas: de hostel a resorts de luxo. A gente sempre viajou com dinheiro bem contado e economizando no que dava, principalmente hospedagem e comida. Na lua de mel resolvemos fazer uma viagem um pouco mais elaborada, para evitar os perrengues de viagens econômicas, então selecionamos hotéis um pouco mais confortáveis. Coincidentemente, poucas semanas após nossa decisão de conhecer a Namibia conseguimos uma passagem em promoção para lá. Pagamos 2 mil reais cada na passagem (SP-Windhoek). Vou contar o dia a dia da viagem com fotos para que possam entender como é viajar para lá. O país vive basicamente de turismo, então fomos sempre muito bem tratados e muito bem servidos. As pessoas são bem simpáticas e alegres e a cidade super limpa e bem organizada. Uma das coisas que mais nos impressionou é o tanto que o país é vazio. A Namibia é o 2º país menos povoado do mundo (perde apenas para a Mongólia), ou seja, é raro encontrar pessoas foras dos “grandes” centros urbanos. Na estrada viajávamos muitos e muitos km sem que uma alma viva aparecesse. Até as cidades consideradas grandes eram bastantes vazias e pouco movimentadas, algumas com pouca dezenas de habitantes. Então, precisávamos sempre estar preparados para algum imprevisto, já que a possibilidade de pedir ajuda para alguém na estrada é remota. Sobre o clima: Muito calor! Durante toda nossa estadia fez bastante calor (cerca de 35oC) e muito sol. O sol nasce cedinho e o por do sol era por volta de 10h da noite, sempre muito forte, o que praticamente nos impedia de realizar algumas atividades (especificarei no dia a dia da viagem). Junto com o calor a seca. Muito raro encontrar alguma fonte de água por lá. Nos hotéis no meio do deserto o abastecimento de água se dava por meio de poços artesianos, o que faz da água um item raro e caro. O sol + areia + seca da ao céu uma cor bastante peculiar. O ceu da Namibia, exceto na região costeira, é cinza, como vocês irão perceber em algumas fotos. Sobre a questão dos preços. O dólar namibiano (NAD) tem o mesmo valor que a moeda sul africana, e na época que viajamos 1 NAD = 0,24 reais. Achamos os preços no geral um pouco mais barato que o Brasil, mas o que nos chamou a atenção é que não nos sentimos explorados lá, a variação de preço era pequena (Ex: uma garrafa de cerveja na capital Windhoek era o mesmo valor de uma garrafa de cerveja em um hotel completamente isolado no meio do deserto). Bom, vou contar melhor como foi cada dia da viagem com fotos, para que vocês tenham uma ideia melhor da nossa experiência na Namibia. DIA 1 Dia de aeroporto e voo. Voemos com a South African, saindo de SP, fazendo escala em Johannesburg e com destino final Windhoek (capital da Namíbia). Vale lembrar a todos da obrigação do certificado internacional de Febre Amarela para quem vai para a áfrica. O Otavio esqueceu o dele e tivemos muita dificuldade para embarcar (só conseguimos por que a escala na Africa do Sul era pequena e na Namibia é recomendado mas não obrigatório). Em nenhum desses países é necessário visto para brasileiros. DIA 2 Chegamos em Windhoek por volta de 11h da manhã do horário local, mas demoramos 3 horas para passar na imigração. Totalmente desorganizado e sem fila. Ficamos em pé no meio de uma multidão apertada em um espaço pequeno por 3h até que conseguimos passar e finalmente começaríamos a nossa viagem! A oferta de taxi é grande no aeroporto, e como a fila para trocar o dinheiro estava grande e a gente estava cansado acabamos acertando com um taxista em dólar americano mesmo, ele nos cobrou 20 USD do aeroporto até o nosso hotel, que era no centro. Ficamos hospedados no Hilton, um hotel completo e confortável, com um rooftop com uma vista bem bonita da cidade e das montanhas ao fundo. Deixamos as coisas no hotel e fomos dar uma volta na cidade para conhecer e comer algo. Windhoek é uma cidade de 350 mil pessoas, a maior do país, e é super organizada, limpa e moderna, nossa primeira impressão foi super positiva! Voltamos logo para descansar e aproveitar a piscina e o rooftop do hotel. Jantamos no próprio hotel. DIA 3 Acordamos, tomamos um café super completo e fomos andar no centro para resolver algumas coisas: trocar dinheiro (1 USD = 12,4 NAD), comprar chip com internet para o celular (270 NAD com 1,5 GB), fazer um supermercado básico e pegar o carro que já tínhamos reservado pela internet. A reserva do carro para os 11 dias de viagem foi 714 USD, não pagamos nenhum seguro ou nada a mais que o oferecido, o carro foi alugado na Hertz. Voltamos para pegar as coisas no hotel e iniciamos nossa roadtrip pela Namibia. Paramos ainda em Windhoek para almoçar (Joe’s beerhouse: bom ambiente e boa comida, a conta ficou em 140 NAD). Seguimos em direção a Outjo, que fica a 3h de Windhoek. A estrada é toda asfaltada, bem conservada, super vazia e praticamente uma linha reta do início ao fim. A única coisa que achamos perigoso foi os animais na pista, essa região tem muito javali, e eles ficam na beira da estrada, as vezes vimos alguns atravessando, então tem que ter muito cuidado. Além do javali vimos muita galinha d’angola e macacos na beira da estrada. Outra consideração importante é que na Namíbia é mão inglesa, o que leva um tempinho para acostumar. Dormimos em hotel simples nas proximidades de Outjo (Ijaba Lodge), jantamos por lá mesmo. Joes Beerhouse DIA 4 Acordamos entusiasmados para chegarmos ao hotel que era o ponto alto da viagem: Mowani Mountain Camp. A estrada de Outjo até o Mowani é totalmente deserta. Passamos apenas por 1 cidade no meio do caminho, chamada Khorixas, onde abastacemos (1/2 tanque de diesel = 400 NAD). De Khorixas até o Mowani a estrada é de cascalho, o que prolongou um pouco a viagem. Grande parte das estradas da Namibia são de cascalho, o que leva a muito acidentes com pneu furado ao longo do caminho. São inúmeros restos de pneu que a gente via durante os percursos e várias pessoas com esse relato de ter que parar na estrada para trocar o pneu do carro, o que não poderia ter sido diferente com a gente. Após quase 4 horas na estrada finalmente chegamos ao paraíso tão esperado, o Mowani. O lugar é mágico e maravilhoso, completamente isolado de qualquer tipo de civilização. Ao chegarmos lá fomos recebidos como reis! Descansamos um pouco, almoçamos e as 15h partia nosso primeiro passeio, para conhecermos um pouco mais da região. O passeio foi no próprio jipe do hotel, com mais 3 casais. Visitamos a Burnt Mountain (uma montanha formada por lava vulcânica), o Organ Pipe (formação rochosa que lembra um órgão) e por ultimo o Twelfelfontein (sítio arqueológico com pinturas rupestres da idade da pedra, muito legal!). O passeio todo durou 3h. Quando voltamos notamos que o pneu do nosso carro (que estava no estacionamento desde que chegamos) estava furado! Felizmente notamos ainda no hotel, e os próprios funcionaram se prontificaram a ajudar. Eles arrumaram o pneu furado para gente, não cobraram nada, demos uma gorjeta e muitos agradecimentos. Depois da situação com o carro resolvida fomos jantar e dormir. DIA 5 Acordamos cedinho para fazer o Elephant Drive. Saímos do hotel as 7h com um grupo de mais 5 pessoas no jipe do hotel. Durante o caminho fez muito frio, pois era cedo e o carro é todo aberto, mas o próprio hotel disponibilizou mantas para todo mundo. Dirigimos cerca de 40 minutos até chegar no local onde os elefantes normalmente estão. Ficamos absolutamente encantados com a beleza e grandiosidade dos elefantes africanos. Encontramos vários dele, livres na natureza, comendo, andando e descansando. Foi muito legal, ficamos algum tempo lá, observando cada passo deles. Depois de um tempo fomos para um lugar mais afastado um pouco para a gente poder comer e levantar (na área perto dos elefante não pode sair do carro). O guia levou um café da manhã para a gente, com leite, café, chá, pão e bolo. Depois de alimentados fomos para outro canto em busca de um elefante macho que foi visto na manhã anterior. Depois de cerca de 30 min no jipe, com uma paisagem deslumbrante avistamos o elefante. Era um macho bem grande, estava sozinho, lindo! Durante o passeio o guia ia ainda parando em vários lugares para nos contar sobre a cultura, sobre plantas e animais que apareciam no caminho. Voltamos para o hotel por volta de 13h, super satisfeitos com o passeio. Almoçamos e de tarde ficamos na piscina do hotel, que é uma delícia! O jantar foi servido no início da noite (pagamos o pacote com todas as refeições incluídas). DIA 6 Últimos momentos no Mowani! Acordamos cedo para aproveitar um pouco mais a piscina e a vista do hotel. Por volta das 10h partimos rumo a Swakopmund. A viagem durou mais de 5h, com direito a pausa de quase 1h para almoçar em Uis e pausas para fotografar a estrada. Paramos em uma barraquinha na beira da estrada para comprar souvenir de umas mulheres da etnia Himba, um dos povos nativos da região. Os himbas são na grande maioria bem pobres mas super alegres, as mulheres e crianças ficaram super feliz com a nossa parada e dançaram para a gente, muito legal. A estrada tem trechos de quase 100km em linha reta, no cascalho e sol escaldante, sem aparecer nenhuma alma viva. Chegamos em Swakopmund por volta de 16h. Nos ajeitamos no nosso hotel, o Swakopmund Luxury Suites e fomos jantar. Comemos no Secret Garden Bistro, um restaurante agradável, com comida maravilhosa e com preço justo (1 pizza média = 90 NAD). Depois do jantar passeamos um pouco na cidade, que é bem fofa, toda alemã, e fomos dormir. O hotel é muito limpinho, confortável e bem localizado, recomendo! DIA 7 O nosso hotel não servia café da manhã mas nos dava um cupom de 100 NAD pra cada para comer em alguma das lanchonetes conveniadas. Fomos no Village Café, que vimos muitas referencias na internet. Nos amamos lá. Comida muito bem servida e boa. Fomos então para Walvis Bay, cerca de 40 min de carro, a cidade na qual iriamos fazer o passeio no deserto. Fomos direto para a nossa agencia, e depois de um pouco de atraso nosso passeio para Sandwich Harbour começou (1350 NAD pp). No carro estava o guia, nós 2 e um casal espanhol que também estava na lua de mel. Foram cerca de 20 min até a entrada do parque, lá paramos para calibrar o pneu e começamos o tour. O passeio incluía muita adrenalina, com o carro fazendo várias manobras em alta velocidade nas dunas de areia. O local é muito lindo, o encontro do deserto com o mar! Encontramos ainda vários animais no meio das dunas (springbok, chacal, avestruz). O passeio durou cerca de 4h e valeu muito a pena. Voltamos para o nosso hotel em Swakopmund e tomamos um banho rápido para conseguir chegar a tempo do por do sol no píer, que é lindíssimo. Jantamos no mesmo restaurante do dia anterior, de tanto que gostamos. A conta foi 260 NAD (comida + bebidas + sobremesa), o que corresponde a 45 reais! Voltamos a pé para o hotel e fomos descansar. P.S.: Walvis Bay foi o lugar melhor e mais barato para comprar souvenir em toda a viagem. DIA 8 Acordamos e tomamos café no hotel Anton (do lado do nosso hotel, nosso voucher de café da manhã valia lá também). As 09:30 demos início a nossa jornada até Sesriem, a porta de entrada para o Namib-Naukluft National Park. Paramos várias vezes para fotos. Paramos também em uma fazenda que custei a achar informações sobre ela na internet. Eu vi uma foto uma vez que achei lindo e eu e o Otavio ficamos horas na internet pesquisando sobre que lugar era aquele e como chegar, até que descobrimos que o tal local era propriedade do “Boesman”, um fazendeiro local. Pesquisamos bastante o caminho, e descobrimos que a entrada fica no meio da estrada, poucos km antes de Solitaire, na entrada tem um plaquinha com os sapatos dela, da esposa e das filhas dependurados, logo após a placa do Trópico de Capricórnio. Entramos e encontramos com ele, a esposa japonesa e as 2 filhas. Eles tem um camping no local, mas que estava vazio no dia. Eles são uma família muito interessante. No momento que chegamos fomos super bem recebidos, e ao ver nossa curiosidade ele fez questão de contar muitas histórias sobre ele, a família dele e o país. Em um mapa antigo da região ele nos contou várias curiosidade. Foi um bate papo muito interessante, recomendo quem estiver fazendo esse percurso passar por lá. Compramos uma água e umas lembrancinhas para ajuda-lo e seguimos viagem. Paramos para almoçar em Solitaire, parece uma cidade grande no mapa mas quando chegamos a cidade era composta por 1 hotel, 1 posto de gasolina, 2 lanchonetes e 1 borracheiro (que tem em todo canto). Fizemos um lanchinho por lá e seguimos para Sesriem. No meio do caminho, num sol escaldante de 40o C encontramos 2 senhoras americanas pedindo ajuda para trocar o pneu do carro. Elas alugaram o carro e não conferiram os equipamentos e as ferramentas para troca de pneu vieram erradas, não encaixavam! Eles estavam desesperadas pois já estavam no sol há algum tempo e não passava ninguém para ajuda-las. Oferecemos água e encontramos um carro que estava indo na direção oposto, sentido Solitaire, que foi pedir ajuda para os borracheiros e tantar falar com o seguro delas (o celular não pega na estrada). Após um dia inteiro na estrada muito árida, com trechos de cânions, muitos oryx e até cavalos selvagens chegamos no em Sesriem por volta das 16h. Abastacemos (48L = 515 NAD) e fomos do check-in direto aproveitar a piscina. O hotel “Le Mirage” é realmente um pedaço de paraíso no meio do deserto. Um local bem tranquilo, com uma piscina, quarto rústico e espaçoso e rodeado de um imenso deserto. Jantamos no próprio hotel e fomos dormir. Quase todos os locais lá são de difícil acesso e fica complicado sair para comer em outros lugares, por isso é importante se programar para fazer as refeições nos locais de hospedagem. DIA 9 Inicialmente tínhamos programados de fazer o tour no Sossusvlei com o hotel, mas o passeio tinha esgotado então resolvemos ir por conta própria, e foi a melhor coisa! Saímos cedinho do hotel (por volta de 6:40, mesmo horário que partem os passeios) e chegamos no parque ainda com o sol nascendo. O parque abre as 7h, pegamos um pouco de fila para conseguir entrar (80 NAD pp) e seguimos a estrada para subirmos a duna. O parque inteiro só tem 1 rua, bem longa e com várias paradas, mas não tem como se perder. A duna mais famosa que tem no parque é a Duna 45 (fica no km 45 a partir da entrada do parque), que é e a mais alta, mas nós paramos na Duna 40 mesmo (é bem mais vazia). Subimos até o topo dela! Foi bem cansativo e muito quente, demoramos cerca de 1h para chegar até o topo, e o que amenizou um pouco o cansaço foi a paisagem maravilhosa. Após muito tempo admirindo o local descemos e fomos para o famoso Deadvlei (km 60). Lá na entrada tem um estacionamento bem grande de onde partem vários transfers para o deadvlei. O caminho é de areia e precisa de um 4x4 para conseguir atravessar. Deixamos nosso carro e pegamos o transfer (150 NAD i/v pp), que sai toda hora. Chegando no ponto final do transfer é preciso andar mais 1km até chegar no deadvlei, o que foi bastante difícil, pois é areia quente, com sol escaldante e sem nenhuma sobra. Estava fazendo 40oC. Valeu muito a pena, o local é cinematográfico. As árvores permanecem intactas há mais de 800 anos, quando uma duna mudou de local e secou o rio que passava por ali. Com o calor e falta de umidade as árvores viraram “fósseis” e não sofrem decomposição. Fizemos o caminho inverso com ainda mais dificuldade devido ao calor mas muito satisfeitos. Almoçamos na portaria do parque e voltamos para o hotel. Chegamos lá quase 15h e passamos o resto do dia na piscina. Jantamos e dormimos cedo. DIA 10 Acordamos mais um dia super cedo para o passeio de balão. Eles nos pegaram no hotel as 06:45 e fomos direto para o local onde o balão nos esperava. Nosso balão tinha 16 pessoas (4 em cada cesto) + o piloto, um australiano muito experiente e divertido. O voo durou pouco mais de 1h e foi muito legal! Eu morro de medo de altura mas fiquei super a vontade no balão, apesar da altura o voo é bem calmo e suave, a imagem maravilhosa e podemos observar muitos animais pelo alto, principalmente oryx, que tem muito na região! Nos pousamos e fomos direto para uma café da manhã que nos esperava no meio do deserto, com direito a brinde de espumante e conversa com os outros turistas (a maioria é alemã, holandesa, belga e americana). Apesar de caro eu achei que valeu muito a pena o passeio! A única dica que eu tenho é de levar um chapéu, touca ou algo para cobrir a cabeça, pois o calor do fogo queima muito. Eles nos levaram de volta ao hotel, onde fizemos check-out e pegamos estrada rumo a Windhoek. Chegamos lá as 15h e fomos comer de novo no Joes Beerhouse, que é no caminho e já conhecíamos. De lá fomos para o nosso hotel, que é na estrada já saindo da cidade. Ficamos hospedados no “Immanuel Wilderness Lodge”, uma propriedade de um casal alemão. O hotel é simples mas aconchegante, mas não vale a pena para quem quer conhecer Windhoek pois é um pouco longe. Ficamos lá justamente pois no dia seguinte iriamos seguir viagem. Jantamos lá mesmo e fomos dormir. DIA 11 Tomamos café e as 9h seguimos viagem rumo ao nosso último destino, o Etosha. Paramos para abastecer (550 NAD) e após 4h de estrada reta chegamos no nosso hotel! Nós escolhemos o Etosha Village, que é pertinho da entrada do parque e é bem estruturado, junto a natureza e confortável. Tivemos um problema com o chuveiro do nosso quarto mas logo foi resolvido. Comemos por lá mesmo, um buffet com muita variedade que já haviamos reservado antes. DIA 12 Tomamos café cedinho e as 06:45 nosso full day tour partia para o Etosha National Park (1200 NAD pp) com mais 7 pessoas. Vimos girafa, elefante, suricate, avestruz, milhares de springboks e zebras, cheeta e leões! Vimos uma leoa deitada descansando do lado de uma carcaça de zebra, vimos lagoas repletos de animais em harmonia, de várias espécies e o mais legal de tudo, vimos um casal de leão acasalando! Eles estavam há cerca de 5 metros da gente, foi incrível! Na hora do almoço nosso guia nos deixou em um hotel em Okoakuejo onde almoçamos (210 NAD pp, buffet) e visitamos um waterhole lá perto com muitos e muitos animais, inclusive um família inteira de elefantes. De tarde continuamos o nosso tour, vimos mais girafas e leões, soltos na natureza. Voltamos para o hotel cerca de 18h, super satisfeitos com aa experiência de safari. Não conseguimos ver rinoceronte, mas o nosso guia disse que, infelizmente, por causa da caça eles são raros e difíceis de serem vistos. O dia foi cheio e cansativo, fomos direto comer e dormir. DIA 13 Dia de iniciar nossa jornada de volta. Saimos do hotel rumo a Windhoek, mas paramos em Outjo e outra cidadezinha vizinha para comprar souvenir e por volta de 15h chegamos no local combinado para devolver o carro. O processo todo foi super rápido e sem complicação. Pouco tempo depois já pegamos um taxi e fomos para o nosso hotel para a ultima noite. Ficamos em um hotel bem arrumadinho e com funcionários muito simpáticos e prestativos, o MonteBello Guesthouse, o único porem é que fica em um bairro residencial, não tem comércio próximo. Pedimos então uma pizza por telefone e fomos dormir. DIA 14 Nosso voo saía cedinho. Combinamos com uma empresa de táxi de nos buscar as 04:00, mas o cara não apareceu e não conseguimos falar com ele. O segurança do hotel então conseguiu outra pessoa para nos levar e chegamos no aeroporto sem problemas. De lá seguimos para Johannesburgo, São Paulo e por fim BH! Bom, espero que tenha esclarecido as principais dúvidas de quem planeja viajar para lá. Como não conseguimos informações com tanta facilidade resolvi escrever para quem precisar de dicas e informações. Estou a disposição para eventuais dúvidas. Uma ótima viagem a todos!
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