Troca de informações e relatos de trilhas e travessias na região sudeste do Brasil. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
#271446 por Augusto
08 Ago 2006, 21:06
Oi galera.


Esse é um relato de mais duas travessias (Ponta da Joatinga e Trindade-Camburi) que eu e a Márcia fizemos no feriado de 7 de Setembro de 2004 (Terça-feira) na região de Paraty e Ubatuba. As duas eu já conhecia bem.
A Joatinga é bem tranquila e a Trindade-Camburi eu já tinha feito no sentido inverso alguns anos atrás.
Pegamos dias de muito Sol na Joatinga, mas passamos por apuros em uma delas e experiência que tivemos serviu como lição.


Fotos + croqui da Travessia da Joatinga: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5822324635333074017
Fotos + croqui da trilha Camburi-Trindade: https://plus.google.com/photos/113724275009356050810/albums/5822327213526028801


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Saímos de São Paulo de ônibus no feriado da Independência bem de manhãzinha e chegamos em Paraty por volta das 14:00 hrs. Como pretendíamos retornar a SP no Domingo, resolvemos comprar as passagens para o horário das 16h30min. Cinco dias de caminhada eram mais do que o suficientes para fazermos as 2 travessias.
Estávamos com dúvida se ainda conseguiríamos algum barco que nos deixasse na Praia do Pouso da Cajaíba, mas assim que chegamos no cais, encontramos uma escuna que estava retornando para a Praia do Pouso.

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Ela deixou o cais por volta das 14h30min e ainda foi reabastecer. Depois passamos ao lado do barco do Amyr Klink (Paratii 2) que estava ancorado.

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Na entrada do Saco do Mamanguá pegamos o mar um pouco revolto (foi um tal de sobe-desce onda) e chegamos no Pouso por volta das 16h30min.

Dali procuramos a trilha que sobe o morro em direção a Praia Martim de Sá, que sai do lado esquerdo do orelhão, mas se tiver dúvidas é só perguntar para qualquer morador, que eles indicam o caminho certo.
Depois de uma longa subida até o selado que é o topo da trilha, fomos chegar nessa praia pouco antes das 18h30min.

Lá encontramos algumas barracas ao lado da casa do Sr. Maneco e outras próximas da areia da praia, onde montamos a nossa também e fomos fazer o jantar. Como chegamos já escurecendo, nem fomos para a praia e depois do jantar já estávamos dentro da barraca para descansar.

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O dia seguinte amanheceu com um Sol muito forte, mas nem aproveitarmos a praia e só tiramos alguns clics da areia da praia.

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Iniciamos a caminhada em direção a Praia de Ponta Negra as 10h30min junto a casa do Sr. Maneco por trilha que sai a oeste e segue um pouco longe do costão.
A trilha é bem demarcada e não tem como se perder.
Ao longo da trilha vão aparecendo alguns poções nos rios que vamos cruzando, mas não entramos em nenhum.

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Passamos por uma bifurcação à direita que leva até um poção e pouco mais de 1 hora chegamos no Saco das Anchovas, onde existem várias casas de pescadores à esquerda, junto ao costão.
Aqui paramos para descansar um certo tempo onde 2 trilhas se encontram (uma que vem das casas e outra de Martim de Sá).

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Um pouco mais a frente existe uma bifurcação para a Praia do Cairuçú, mas nem chegamos a ir, já que nossa intenção era aproveitar a Praia de Ponta Negra.

Depois quase 3 horas desde Martim de Sá se chega na Casa do Sr. Aplígio, à esquerda.
Atualmente o lugar conta com um camping e com acesso fácil a Praia do Cairuçú. Uns 50 mts depois a trilha passa por um riacho onde alguns os moradores usam para lavar as roupas e logo a frente existe uma casa à direita. A trilha é bem demarcada e uns 100 mts depois tem a bifurcação que segue para o costão (à esquerda), mas a trilha correta é a da direita, que logo chega em uma bifurcação em “T”. Seguimos para esquerda e entramos definitivamente na mata fechada.
Até Ponta Negra, a trilha é bem tranquila, podendo existir alguma dúvida no início dessa subida até chegar na altitude de quase 600 mts, que é topo da trilha.
Nesse trecho de mata, a trilha segue no plano por alguns minutos para só depois iniciar a longa subida, mas sem maiores problemas. Pouco abaixo do ponto mais alto da trilha existe uma pequena gruta, conhecida como Toca da Onça, que pode ser útil em casos de emergência.
Ao chegar no topo da trilha, a partir dali é um trecho com descida muito íngreme, cruzando um pequeno riacho. O ideal é ir segurando nas raízes e nos galhos das árvores para não levar tombos.

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Fomos chegar em Ponta Negra por volta das 16:30 hrs e depois de montarmos nossa barraca fomos atrás de algum tipo de refeição, que incluísse peixe, mas não encontramos nada. O Camping da Branca que também funciona como restaurante (é o que diz a placa) não tinha nada disponível também. Tivemos de nos contentar com a nossa comida mesmo. A praia é convidativa para um mergulho, pois possui uma costeira excelente para uso do snorkel.

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No dia seguinte (Quinta-feira) depois de aproveitar um pouco da praia saímos por volta das 11:00 hrs em direção à Vila Oratório e depois seguir para a Vila de Trindade onde íamos seguir por mais uma outra trilha: a Trindade-Camburi.
A trilha é bem demarcada e depois de alguns minutos chegamos na Praia das Galhetas onde só encontramos pedras, mas nada de areia.
Outra subida de morro e depois de iniciar o trecho de descida, pegamos uma bifurcação à esquerda que leva até a Praia do Antiguinhos, onde chegamos depois de umas 2 horas.
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Não ficamos muito tempo aqui e logo voltamos para a trilha e seguimos para a outra praia, a dos Antigos onde paramos um certo tempo para tomar um banho de mar.
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Nessa praia existem algumas nascentes que desaguam aqui, então é um local bem convidativo para um mergulho.
O Sol, que estava muito quente, nos fez demorarmos um pouco mais aqui.
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Depois de um pequeno banho na água dos riachos, voltamos a subir outro morro até chegarmos na Praia do Sono por volta das 14:00 hrs e encontramos várias barracas montadas na areia e uma fruta que nos fez perder um certo tempo: a pitanga.

Fruta bem pequena e avermelhada que se assemelha à framboesa. Muito gostosa.
Nessa praia também fomos abordados por dois senhores indagando se estávamos fazendo a travessia da Joatinga. Nos encheram de perguntas e sem saber que essa conversa ia ser extremamente útil mais tarde.
Depois de sairmos da Praia, seguimos por trecho inicial de trilha íngreme até cair em uma antiga estrada e chegar na Vila Oratório às 15h30min.
Aqui ficamos sabendo que só haveria ônibus em direção a Paraty depois das 16h30min, mas como não estávamos a fim de aguardar 1 hora, resolvemos continuar na caminhada até a saída do Condomínio Laranjeiras e na bifurcação para a Vila de Trindade, nosso destino naquele dia.

Na estrada, tentamos carona, mas em vão e depois de já termos caminhado mais de 1 hora, resolvemos descansar um pouco, junto à estrada, mas adivinhem quem encostou para nos oferecer carona sem a gente pedir? Aqueles dois senhores lá da Praia do Sono. Eles estavam retornando para o Rio de Janeiro.
Essa carona veio em boa hora e nos economizou uma caminhada de cerca de 1 hora ou mais até a bifurcação para Trindade, onde ficamos aguardando o circular para Vila, chegando lá por volta das 17h30min famintos e cansados e a primeira coisa a fazer era saciar a fome, já que estávamos a 3 dias comendo macarrão, sopa e salame.
Fome saciada, agora era procurar algum camping e opções não faltavam. Escolhemos um da rua principal a $6,00/pessoa com direito a banho quente. Depois de montada a barraca só passeamos pela rua principal para comer algum sorvete e doces e depois fomos dormir com direito a visita de um pequeno rato no meio da noite à procura de comida (não chegou a entrar na barraca, mas deu para ver que ele tentava).
No dia seguinte (Sexta-feira) acordamos bem de manhãzinha e ainda tínhamos uma outra trilha pela frente, a Trindade-Camburi.

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Saímos bem cedo do camping, porque ainda queríamos aproveitar o final da tarde na Praia de Camburi (Ubatuba). Paramos para tomar um café da manhã em um barzinho e seguimos em frente por volta de 09h30min.

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Depois de pegar um pequeno trecho da Praia do Caxadaço chegamos ao início da trilha.
Ela se inicia dentro do Camping Casa Torta, quase no meio da Praia do Caxadaço. Entrando no camping, siga para esquerda até atravessar um riacho.
Poucos metros à frente a trilha cruzará com outro riozinho, que estará à esquerda. Siga pela trilha, sempre subindo e saia na 2ª bifurcação para a esquerda. Agora é só tocar para cima, porque a subida é bem acentuada e sempre com um rio a direita que logo será cruzado.

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Na altitude de pouco mais de 300 mts chegamos na divisa de RJ/SP, onde existe um marco de concreto de aproximadamente 0,5 mt de altura, junto da trilha.

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Até aqui foram pouco mais de 1 hora desde a praia. Descansamos alguns minutos aqui com direito a alguns clics. O lugar está bem diferente de quando passei aqui em Nov/2003, pois está com a trilha mais aberta. Isso é muito bom.
Passado essa divisa haverá ainda um pouco de subida e logo a trilha se estabiliza e cruzará com um pequeno riacho.

Daqui para frente surgirão várias bifurcações para a direita, mas se você quiser se manter na crista, siga sempre para a esquerda. As bifurcações para a direita conduzem a trilhas paralelas, mas em declives acentuados, levando a um riacho que pode ser uma boa opção se você tiver tempo para conhecer. Indo para a esquerda, você terá sempre o costão como guia. Em uma dessas bifurcações, fomos para a direita e perdemos um certo tempo até retornar para a trilha correta.
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Fomos terminar a trilha pouco depois das 15:00 hrs, sendo que o final dela é marcado por uma enorme plantação de mandioca. Não resisti e peguei algumas, pois poderiam ser úteis. Da Praia do Caxadaço, onde começamos a trilha até aquele ponto levamos cerca de 5 horas de caminhada com algumas paradas.
Existem algumas trilhas que descem até a Praia e pegamos uma bem à oeste da plantação.
Ao chegarmos na Praia de Camburi fomos direto para o Camping Ypê (o mais bem estruturado de toda a praia), mas não havia ninguém para nos atender. Resolvemos então procurar outro e ficamos no Camping do Dadá ($5,00/pessoa em terreno bem plano).

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Como iríamos ficar até Domingo, resolvemos procurar algum lugar que vendesse refeições, mas por incrível que pareça não encontramos nada, mesmo nas barracas da praia. E a nossa comida acabando (é difícil quando se tem dinheiro e não tem onde se gastar, viu!!!!!).
Aí não teve jeito, tivemos que fazer uso da mandioca. Cozinhamos em pequenos pedaços e depois misturamos no macarrão e no pouco de salame que restava.
Para o almoço do dia seguinte (Sábado) teríamos que procurar alguma refeição nas barracas da Cachoeira da Escada, localizada na Rodovia e na tarde de Sábado foi o que a gente fez.
O problema é que só encontramos uma porção de calabresa e refrigerantes e foi o que nos salvou naquele dia, mas a coisa ficou pior quando retornamos para o camping.

Ao chegarmos lá, encontramos nossa barraca rasgada na lateral por um cachorro e o salame e o macarrão do lado de fora.
É, parecia que os cachorros estavam com mais fome do que a gente. Mas, ainda nos restou a mandioca. Talvez se demorássemos um pouco mais, nem mais encontraríamos o salame e o macarrão. E como tinha sobrado um pouco de margarina, que tínhamos comprado para o café da manhã, resolvemos fritar a mandioca. E esse foi o nosso jantar: macarrão, um pouco de salame e mandioca frita.
E para não dizer que tragédia pouca é bobagem, o Domingo amanheceu chovendo, sem qualquer expectativa de praia.
Iríamos voltar para SP no ônibus das 16h30min (já tínhamos comprado as passagens de ônibus), então até dava para aproveitar a praia, mas sem chances. E a chuva nada de parar.

Como o terreno do camping era plano, começou a acumular água em certos pontos e um deles era junto a nossa barraca e com isso a água começou a invadir a nossa barraca pela parte de baixo.
Era muito pouco, mas incomodava e aí tivemos de sair e ir para a varanda da casa do dono do camping, onde aguardamos até a chuva parar (na verdade, só deu uma pequena trégua, pois ela sempre retornava).
E aí não teve jeito, tivemos que pagar a uma pessoa para nos levar de carro até a Rodovia, já que não queríamos tomar chuva no caminho.

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Lá pegamos um ônibus até Paraty aonde chegamos pouco depois das 14:00 hrs e tiramos todo o atraso: fomos em um restaurante do centro histórico e nos fartamos com um belo almoço.

Depois ainda passeamos pelo centro histórico para depois retornar a SP, onde chegamos por volta das 23:00 hrs.
É......................foi uma lição viu, mas analisando bem a gente nunca ia imaginar que na Praia de Ponta Negra e principalmente na Praia de Camburi não haveria comida ou algum PF para vender, não é?



Abcs
Editado pela última vez por Augusto em 13 Jun 2013, 05:09, em um total de 1 vez.

#274649 por Augusto
03 Set 2006, 10:07
Oi pessoal.

Aí vão algumas dicas interessantes:

# Plotei no google earth essas 2 travessias que estão no wikiloc:
Tracklog Travessia da Ponta da Joatinga: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1591382
Tracklog Camburi-Trindade: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1579570

# No cais de Paraty é possível encontrar barcos em direção à Praia do Pouso da Cajaíba. Se quiser pagar um valor menor, existem também barcos saindo de Paraty Mirim.
Da Rodoviária sai um circular para esse bairro.

# Ao sair do Camping do Seu Maneco evite o trecho antigo por onde eu segui, que sai de dentro do Camping, próximo da casa. Siga até o extremo da praia e lá sai uma trilha demarcada e bem mais tranquila que segue próxima do costão até a Enseada das Enchovas, onde as 2 trilhas se encontram.

# Não deixe de conhecer a Praia do Cairuçú, apesar de ser bem pequena. Agora no local existe uma “jacuzzi” que é fantástica e com uma única casa que pertence a D. Joelma e Sr. Pedro.

# É possível também acampar próximo da Praia do Cairuçú, mas não na areia, mas no Camping junto da casa do Sr. Aplígio, subindo um pouco a trilha que sai da praia.

# Atualmente na Praia de Ponta Negra existem 3 campings:
- Camping da D. Dilma (às vezes quem está lá é seu filho Bob) – junto da escada de acesso à praia.
- Camping da Branca (24) 9938-1614; (24) 9920-0036; (24) 9815-3780;
- Camping do barqueiro Ismael (24) 9973-8365.

# Existem alguns chalé e quartos para alugar na Praia de Ponta Negra.
- Teteco (24) 3371-2673 e (24) 9956-8822
http://tetecopontanegra.blogspot.com.br

# Leve bastante repelente, porque os pernilongos estão presentes em todas as praias.

# Praias dos Antiguinhos e Antigos são praias desertas, mas o camping selvagem é proibido. Vale a pena passar uma noite em campings da Praia do Sono para conhecer melhor essas 2 praias, que na minha opinião são as mais bonitas dessa travessia.

# Horários do circular que faz a linha Laranjeiras-Paraty:
http://www.paratybrasil.com.br/transporte/horario.htm

# Da Praia do Sono ou de Ponta Negra é possível também contratar um barco que te leve até o cais de Laranjeiras e de lá uma kombi te levará até a portaria do condomínio, onde fica um ponto de ônibus.

# Sinal de telefonia celular da Vivo é muito difícil conseguir nessa travessia. Na Praia do Pouso e em Ponta Negra existem telefones públicos. Em Ponta Negra costuma estar quebrado.

# Água não é problema nessa travessia, já que se cruzam inúmeros riachos e nascentes.

# Barqueiros que fazem o trajeto Praia de Ponta Negra-Laranjeiras ou vice-versa:
- Ismael: (24) 9973-8365
- Fábio: (24) 9959-7841
- Xandi: (24) 9981-9499

# Se puder, vá à Praia Brava de Camburi, onde se chega por trilha a partir da Praia de Camburi. É a preferida de surfistas e deserta.

# Sem dúvida nenhuma o melhor camping da Praia de Camburi é o Ypê
Tel: (12) 3833-7487
http://www.ypecamping.com.br


Abcs
Editado pela última vez por Augusto em 13 Jun 2013, 05:11, em um total de 1 vez.
#276632 por fhmaraujo
23 Set 2006, 12:47
Caso alguém precise, consegui um tracklog desta travessia para o Trackmaker. Tentei anexar mas, não foi permitido, envio para aqueles que quiserem.
#330358 por guilhermerighetto
06 Nov 2008, 10:21
Olá,

eu não encontrei nenhum tópico específico sobre Ponta Negra e a cachoeira do Saco Bravo então estou postando essa mensagem em dois ou três fóruns para tentar encontrar alguém que possa me ajudar com algumas informações... portanto, se vcs encontrarem essa mensagem em outro fórum, peço desculpas..

a partir de Ponta Negra existe uma trilha para chegar à cachoeira do Saco Bravo... qual o tempo de caminhada nesse percurso? será que consigo fazer a trilha sem precisar de um guia?

se alguém tiver outras informações e dicas, também agradeço.

Obrigado.
#330537 por Augusto
07 Nov 2008, 12:09
Guilherme.

A trilha p/ essa cachoeira não é tão dificil não.
O ideal é contratar um guia, mas se vc não quiser, pode tentar chegar em uma pequena casa a uns 10 minutos da praia. A trilha sai de lá e segue próximo ao costão, p/ a esquerda de quem olha o mar da praia

Se vc estiver sozinho, cuidado que lá é perigoso hein.
As pedras são escorregadias.


E qdo for postar duvidas sobre certos lugares, procure sempre postar em um unico tópico.
As pessoas demoram um pouco p/ responder, mas respondem.


Abcs

guilhermerighetto escreveu:Olá,

eu não encontrei nenhum tópico específico sobre Ponta Negra e a cachoeira do Saco Bravo então estou postando essa mensagem em dois ou três fóruns para tentar encontrar alguém que possa me ajudar com algumas informações... portanto, se vcs encontrarem essa mensagem em outro fórum, peço desculpas..

a partir de Ponta Negra existe uma trilha para chegar à cachoeira do Saco Bravo... qual o tempo de caminhada nesse percurso? será que consigo fazer a trilha sem precisar de um guia?

se alguém tiver outras informações e dicas, também agradeço.

Obrigado.
#337063 por juniorleal
15 Dez 2008, 13:47
Aí Augusto

Tõ pensando em trilhar por essa região nos primeiros dias de 2009 ou, dependendo da ocasião, no próprio reveillon hehe.

Dia 30 pego avião pro RJ.

Chegando aí não sei ao certo o que vou fazer.


Descendo pra Paraty, sempre tem galera fazendo essas trilhas?


qualquer coisa eu aparecia por lá e encontrava uma galera pra ir, rs


Abraços
#337715 por Augusto
18 Dez 2008, 04:53
Blz Junior.

Fim de ano vc sempre pessoal indo p/ Martim de Sá.
Pode ficar tranquilo que barco vc encontra com facilidade lá no cais de Paraty, mas o ideal é pegar um bem cedinho, pois a maioria sai a essa hora.

Chegando na praia do pouso, qqer um pode te indicar a trilha p/ Martim de Sá.
Dali p/ frente a trilha segue próximo ao costão e não tem como se perder.

Só tome cuidado que é capaz que vc pegue todos os campings lotados.
É sempre assim no Carnaval e reveillon.


Abcs


juniorleal escreveu:Aí Augusto

Tõ pensando em trilhar por essa região nos primeiros dias de 2009 ou, dependendo da ocasião, no próprio reveillon hehe.
Dia 30 pego avião pro RJ.
Chegando aí não sei ao certo o que vou fazer.
Descendo pra Paraty, sempre tem galera fazendo essas trilhas?

qualquer coisa eu aparecia por lá e encontrava uma galera pra ir, rs

Abraços
#337798 por Augusto
18 Dez 2008, 14:07
Blz Raffa.

Que má noticia hein.
Isso é muito ruim p/ essas praias.

Tudo bem que agora essa região vai ficar mais conhecida, o turismo pode vir a ganhar alguma coisa com isso, mas esse é o problema.

Lugares que ficam muito conhecidos perdem um pouco do encanto.
Lembro muito bem quando eu passava por essas praias e não encontrava uma vivalma.
O pessoal só ficava lá no Sono.
Essa travessia da Joatinga poucos se arriscavam a fazer.

Na minha opinião certos lugares devem continuar a ficar desconhecidos da maioria da "turistada".


Abcs

Raffa escreveu:E ai Augusto,

Hoje li uma materia sobre as 10 melhores praias e colocaram a Antigo e a Antiguinhos !

http://viajeaqui.abril.uol.com.br/viaje ... 7423.shtml

abs
#346806 por Ariel_Sister
06 Fev 2009, 00:04
Olá Mochileiros, sou novato aqui, então se cometer erros foi mal...mas enfim:

Gostaria de saber se alguem ja foi ou conhece a trilha que leva de parati-mirim até a praia do sono?

Sei que existem duas opções:
1º parati-mirim - mamangua - praia do sono
2º parati-mirim - mamangua - cajaiba - ponta negra - antigos - praia do sono

Quero muito percorrer estas trilhas, mas há boatos que elas estão fechadas. Morei naquela região um tempo e quase ninguem conhece essas trilhas inteiras...

grande abraço!
#346913 por Augusto
06 Fev 2009, 11:53
Ariel.

P/ a 1ª opção:
É só pegar uma trilha que sai de Paraty Mirim e segue costeando o Saco do Mamangua e lá no final, pegar uma trilha que segue p/ Laranjeiras (qqer pessoa pode indicar essa trilha. Ela é bem facil). E em Laranjeiras seguir na trilha até a Praia do Sono.

P/ a 2ª opção:
Saindo de Paraty Mirim e seguir p/ o Saco da Mamangua, mas chegando lá não tem como contorna-lo.
Vc terá de pegar um barco p/ levá-lo do outro lado do Mamangua. O ideal é pegar esse barco em Paraty Mirim.
Do outro lado, tem uma trilha que te leva até a enseada da cajaiba, chegando na praia grande.

Dali é só seguir até a praia do pouso e dali continuar a a caminhada sentido Martim de Sá.

E fechadas elas não estão.
Essa de Paraty Mirim até o Mamangua e de lá p/ Laranjeiras e Praia do Sono eu fiz no inicio de 2008. E foi super tranquila.


Abcs


Ariel_Sister escreveu:Olá Mochileiros, sou novato aqui, então se cometer erros foi mal...mas enfim:

Gostaria de saber se alguem ja foi ou conhece a trilha que leva de parati-mirim até a praia do sono?

Sei que existem duas opções:
1º parati-mirim - mamangua - praia do sono
2º parati-mirim - mamangua - cajaiba - ponta negra - antigos - praia do sono

Quero muito percorrer estas trilhas, mas há boatos que elas estão fechadas. Morei naquela região um tempo e quase ninguem conhece essas trilhas inteiras...

grande abraço!
#426957 por rpn
06 Dez 2009, 17:01
Estou planejando fazer a travessia da Joatinga, entre os dias 17 e 20 desse mês. Estou com algunas dúvidas. Vou de carro. O que é melhor em relação a custos, deixar o carro de Parati e pegar o barco para a Praia Grande de Cajaíba ou ir até Parati Mirim e de lá pegar o barco ? Em Parati Mirim tem lugar para deixar o carro ? E no retorno, como faria para buscar o carro ? Onibus de Lanranjeiras para Parati e de lá para Parati Mirim ou tem onibus direto para Parati Mirim ? E se há, quais ou onde posso conseguir os horários desse onibus ? Tenho o guia de trilhas do Guilherme Cavallari, que dá orientações sobre a trilha, principalmente nos pontos de dúvida, será que somente com ele consigo me orientar por lá ou necessito de GPS ? Somos apenas duas pessoas, qual a média de preço os barqueiros cobram ?
Bom se alguem conseguir responder ao menos algumas dessas perguntas já vai ajudar bastante.
Obrigado
#427314 por Augusto
07 Dez 2009, 22:16
O problema de vc pegar um barco em Paraty Mirim é a disponibilidade.
Não é tão facil conseguir um barco nessa praia. A não ser que vc já tenha combinado com algum barqueiro ou der sorte de na hora que chegar na praia, estiver alguém por lá.
No cais de Paraty é bem mais garantido. Lá eu acho a melhor opção. É só chegar cedo no cais.
A economia que vc terá, tentando embarcar em Paraty Mirim não é tão grande assim.
Creio que por ser alta temporada, um barco até o Pouso da Cajaiba deve estar na faixa de $15,00 a $20,00/pessoa. Se chegar a $25,00 pechinche. ::otemo:: ::otemo:: ::otemo:: ::otemo:: ::otemo::

Qto a deixar o carro, tente com alguma pousada ou no camping beira rio, ou no estacionamento do cais mesmo.
Sobre o preço, aí fico te devendo.

Os horários dos circulares estão no link baixo:
http://www.paratybrasil.com.br/transporte/horario.htm

Qto a trilha, fique tranquilo. Ela não é tão fechada não. Um GPS acho desnecessário.
Além desse relato, aqui mesmo nesse fórum vc vai encontrar outros com varias dicas também.
É só ter um pouco de experiência em trilha na mata fechada.
O que eu considero o problema dessa trilha é saber onde se inicia a subida, depois das últimas casas. Achando onde se inicia a subida da trilha, não tem mais erro, pois não existe bifurcação dali até o topo.
Na dúvida é só perguntar ao Sr. Apricho ou aos moradores das últimas casas.


Acho que é isso.


Abcs

rpn escreveu:Estou planejando fazer a travessia da Joatinga, entre os dias 17 e 20 desse mês. Estou com algunas dúvidas. Vou de carro. O que é melhor em relação a custos, deixar o carro de Parati e pegar o barco para a Praia Grande de Cajaíba ou ir até Parati Mirim e de lá pegar o barco ? Em Parati Mirim tem lugar para deixar o carro ? E no retorno, como faria para buscar o carro ? Onibus de Lanranjeiras para Parati e de lá para Parati Mirim ou tem onibus direto para Parati Mirim ? E se há, quais ou onde posso conseguir os horários desse onibus ? Tenho o guia de trilhas do Guilherme Cavallari, que dá orientações sobre a trilha, principalmente nos pontos de dúvida, será que somente com ele consigo me orientar por lá ou necessito de GPS ? Somos apenas duas pessoas, qual a média de preço os barqueiros cobram ?
Bom se alguem conseguir responder ao menos algumas dessas perguntas já vai ajudar bastante.
Obrigado

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