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Lluqui: sites mostra oportunidades para trocar trabalho por hospedagem

Claudia Severo

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Depois de HelpX e Worldpackers, está disponível mais uma plataforma que permite aos viajantes pagarem com trabalho suas estadias mundo afora. Trata-se da chilena, Lluqui, que até a publicação deste post apresentava opções em Santiago e outras regiões do Chile e em algumas cidades da Argentina (Mendoza e Buenos Aires), Colômbia (Medellín), Peru (Punta Sal e Arequipa), Bolívia (Tarija), Equador (Quito e Baños) e Brasil (Rio de Janeiro).
“Tudo fica registrado na plataforma. Os hostels avaliam a experiência que tiveram com o viajante e vice-versa, para gerar confiança e demonstrar aos próximos voluntários e hostels que venham a fazer parte da rede, como funciona o site”, explica ao portal El mostrador, o idealizador do projeto Nicolás Lavín.
Para “candidatar-se” às vagas disponíveis o viajante deve pagar uma cota anual de US$ 20.
Lluqui, em Quechua quer dizer “Destino desconhecido”, de acordo com a publicação.

Lluqui, em Quechua quer dizer "Destino desconhecido"

“Viaje e economize colaborando com o seu destino”, diz a página principal da plataforma | Foto: Reprodução.

Lluqui, em Quechua quer dizer "Destino desconhecido"

Plataforma apresenta (ainda poucos) destinos (e somente) na América do Sul | Foto: Reprodução.

Lluqui, em Quechua quer dizer "Destino desconhecido"

Simulando uma possível candidatura à vaga em Baños no Equador, por exemplo, a plataforma informa que os US$ 20 serão pagos pelo viajante somente se o mesmo for escolhido para o trabalho voluntário | Foto: Reprodução.

Confira também:

– 10 sites para te ajudar a viver nômade, aqui.
– Rede social oferece hospedagem gratuita em troca de praticar idioma estrangeiro. É só botar a prosa em dia! aqui.
– Site propõe troca de acomodações entre particulares. Você recebe um viajante na sua casa e com isso, acumula créditos na plataforma. Com eles, você pode viajar para uma das mais de 180 mil acomodações cadastradas no site em mais de 160 países mundo afora, aqui.

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

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Work exchange

5 motivos para viver uma experiência de work exchange

Mochileiros.com

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O work exchange, também conhecido como intercâmbio de trabalho, é uma modalidade de turismo em que a pessoa troca algum tipo de serviço por hospedagem, uma ótima alternativa para quem quer viajar e conhecer novas culturas e de quebra economizar vivendo experiências únicas. Uma das plataformas web que conectam anfitriões a viajantes interessados em trocar habilidades por acomodação, a Worldpackers, listou alguns motivos que podem te ajudar a decidir por esse tipo de viagem, que visa promover o desenvolvimento pessoal e inspiracional das pessoas.

A plataforma que é brasileira, é uma das mais seguras e mais utilizadas por viajantes de todo o mundo. Ela liga seus mais de um milhão de viajantes cadastrados a cerca de quatro mil anfitriões de hostels, hotéis, pousadas, ONGs e casas de famílias em mais de 170 países, dos quais trocam acomodações por demandas no local, como produção de conteúdos de marketing, cuidados com crianças, serviços de voluntariado, cuidados com animais, recepção de hóspedes, cozinha, organização de festas e eventos, ensino de idiomas, entre várias outras habilidades.

Confira 5 motivos para viver uma experiência work exchange:

1- Aprender e aperfeiçoar um idioma

Existem diversas formas de aprender outras línguas, mas nada se compara com a prática no dia a dia. A necessidade vai te obrigar a se comunicar em inglês, espanhol, ou qualquer outro idioma e em pouco tempo você percebe a evolução.
Segundo dados da Worldpackers, 49% das pessoas que buscam intercâmbio têm como principal motivador aprender ou adquirir fluência na língua inglesa. O levantamento, realizado com base nos mais de 1 milhão de usuários registrados, identificou também que o espanhol é a segunda língua mais procurada, com 20% dos viajantes.

2- Economizar

Você pode viajar por muito mais tempo se realizar o work exchange, já que você economiza com acomodação, que é uma das maiores despesas de quem viaja. Além disso, a maioria dos anfitriões oferecem mais benefícios, como lavanderia gratuita, refeições, passeios na faixa, drinks com desconto e por aí vai.

3- Aprender novas habilidades

Sempre importante aprender coisas novas, além de deixar o cérebro mais ativo e jovem, é uma ótima forma de descobrir novos hobbies e quem sabe outros talentos.

4- Fazer a diferença no mundo (nem que se seja um pouco)

Em diversos casos, quando a pessoa opta por uma experiência de work exchange, ela pode atuar em ONGs que apoiam diversas causas e, com isso, realmente influenciar e mudar a vida de pessoas.

5- Sair da sua bolha

Em uma época de fake news e polarização social, arrumar uma maneira de sair da sua bolha é a melhor forma de ter uma perspectiva diferente do mundo. Viajar e colaborar com causas são ótimas ferramentas para isso. Esse tipo de viagem tira todos da zona de conforto e desenvolve o relacionamento com pessoas bem diferentes, o que só tem a agregar na vida de todos os envolvidos.

Como participar do Worldpackers?

Para candidatar-se às vagas de troca de trabalho por hospedagem mundo afora disponíveis no Worldpackers, você precisa se tornar um ‘membro verificado’ e ter mais de 18 anos de idade. Assim poderá conversar com quem está oferecendo essas vagas, confirmar sua estadia, ter o suporte da plataforma antes e durante a viagem, como por exemplo, se você não estiver satisfeito(a) com seu anfitrião, a Worldpackers paga por 3 noites de acomodação em qualquer outro anfitrião na mesma cidade.
É pago?
A plataforma cobra uma taxa anual de US$ 49, mas utilizando o código MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula) você ganha US$ 10 de desconto, caindo a taxa então para US$ 39.
Sendo ‘membro verificado’ você contará com os benefícios citados acima e poderá confirmar quantas viagens quiser dentro do período de um ano, sem precisar pagar por novas taxas de confirmação.

O pagamento da taxa anual pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Utilizando o código MOCHILEIROS#WP você ganha US$ 10 de desconto | Foto: Reprodução.

Você pode registrar-se através do desktop ou do celular e preenchendo o campo de desconto com MOCHILEIROS#WP, ganhar US$ 10 na taxa anual | Foto: Reprodução.

Não se esqueça que, ao fazer o seu registro no https://www.worldpackers.com/pt-BR e completar o seu perfil, ao finalizar a inscrição escreva no campo destinado ao ‘código promocional’ a palavra MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula).

Mais

Experiências de quem já viajou sendo um ‘Worldpacker’ podem ser conferidas aqui e aqui e em alguns comentários e posts sobre a Worldpackers no nosso grupo no Facebook (aqui).

A foto (da home) que traz até este post está sob licença Creative Commons.


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Blog

Saiba o que é o Work exchange, uma opção para baratear sua viagem e enriquecer sua experiência

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Uma das alternativas que mais cresce entre os viajantes é o work exchange, mas você sabe exatamente como isso funciona?
Há três anos, eu comecei uma volta ao mundo com orçamento limitado e foi naquele momento que vi muita gente ficando de graça em hostel em troca de trabalho. Antes mesmo de conhecer os sites que facilitam esse tipo de atividade, eu comecei como voluntária em um hostel na Espanha, onde ajudava na recepção dos hóspedes e, em troca, tinha hospedagem e alguns outros benefícios, como café da manhã, passeios e lavanderia.
Soube da existência de sites que oferecem esse tipo de oportunidade através de uma amiga, a Suéllen Mascaro, que ficou meses na Europa como voluntária e a primeira experiência dela foi cuidando de Rusky siberiano na Finlândia. Depois, me cadastrei no site e fui voluntária na Índia e Nepal.

Suéllen Mascaro fez work exchange cuidando de cães na Finlândia | Foto: Arquivo pessoal.

De lá para cá, os sites que oferecem o serviço de conexão entre lugares e viajantes cresceram e a variedade de oportunidades hoje é imensa. Você pode ser voluntário em hostel, ONG, cuidar de animais, ajudar em com decoração, restaurantes, projetos culturais, etc. Basta entrar em um desses sites para ver um horizonte se abrir na sua frente!

Quais são os principais sites que viabilizam esse tipo de troca?

Worldpackers – esse site brasileiro é um dos maiores do mundo e ainda tem suporte em português.

WorkAway – um dos primeiros e possui uma grande variedade de oportunidades.

HelpEx – é menor que os anteriores, mas também tem oportunidades legais.

TrustedHousesitters – exclusivo para quem quer cuidar de animais.

Aqui também tem outras opções de sites para te ajudar a viver nômade!

Mas como começar?

O primeiro passo é entrar nesses sites e pesquisar qual você mais se identifica e tem opções no estilo que você está querendo.
Aí para entrar em contato com os locais, você precisa se cadastrar – todos cobram pelo serviço de assinatura, que geralmente é anual. Para a Worldpackers, leitores/membros do Mochileiros.com têm desconto especial de US$ 10 (dez dólares) usando o código MOCHILEIROS#WP.

E como escolher para onde ir?

Comece a pesquisa pelo país ou pela atividade que você está buscando para exercer.
Leia atentamente todos os detalhes que o anfitrião escreveu como: horas de trabalho, turnos, refeições, se vai dividir quarto, tempo mínimo e máximo de permanência, se tem outros mimos como lavanderia, passeios, etc.
Vá para um lugar pelo qual você se interessa, pesquise bem antes de viajar para ir a um destino onde você realmente vá gostar de passar esse tempo.

Gilsimara Caresia como voluntária em ONG no Nepal pela Worldpackers | Foto: Arquivo pessoal.

Como entrar em contato com o local?

As plataformas/sites oferecem esse serviço. Dê preferência para combinar tudo por escrito nas plataformas, é mais seguro e fica registrado.
Quando tiver em busca de uma oportunidade, mande mensagem personalizada para cada anfitrião. Nada de copiar e colar o mesmo texto para todos.

Posso fazer por conta própria, sem os sites?

Sim, é possível. Mas os sites oferecem mais segurança, como notas de outras pessoas que já ficaram no lugar e também permite que você receba uma nota do anfitrião, o que pode ajudar em outras oportunidades.
Tudo o que você conversar pelos sites, fica gravado, então é uma forma de garantia.
Geralmente os sites também verificam se os lugares realmente existem e outros detalhes de segurança.
A Worldpackers, por exemplo, oferece algumas diárias de hospedagem caso você tenha algum imprevisto com o anfitrião.

Preciso levar dinheiro?

Esse tipo de troca não é renumerada e embora reduza o orçamento da viagem, você vai precisar de dinheiro para os dias de folga e horas livres, comida, passeios, transporte, etc.

Sou voluntário, trabalho quando quiser?

É preciso ter responsabilidade, afinal, seu anfitrião está contando com sua mão de obra. Acorde todos os detalhes antes da sua ida.
Geralmente, o trabalho não excede 20 horas semanais.

Preciso falar outra língua?

Você não necessariamente precisa ir para o exterior, há oportunidades no Brasil, também, ou em Portugal ou outros países que têm como idioma, o português.
Se for para outros países, na oportunidade vai dizer qual idioma é necessário para cada função e o nível preciso.
Em um hostel por exemplo, pode ser necessário inglês para quem trabalhar na recepção, mas não para quem for ajudar na organização.

Existe mínimo ou máximo de idade?

Os sites trabalham com pessoas a partir de 18 anos, mas o mínimo e máximo da idade buscada pelo anfitrião, geralmente está descrito na oportunidade nos sites.
Tem pessoas que se julgam por si só “velhas” para esse tipo de trabalho, porém, vale o clichê: nunca é tarde para começar.
Uma prova de que idade não é impeditivo, é a Paula Ramos do projeto Mochila da Papaula. Ela já é avó, e aos 55 anos está viajando o Nordeste brasileiro fazendo work exchange pela primeira vez.

Aos 55 anos, Paula Ramos está em seu primeiro work exchange | Foto: Arquivo pessoal.

É um intercâmbio?

O programa de intercâmbio geralmente inclui aulas, embora o work exchange não tenha aula, ele ajuda muito a aprender outra língua, já que você estará exposto a um outro idioma por muito tempo. E você pode se matricular em uma escola de idiomas para as horas vagas. Sem dúvidas, sai mais barato do que um programa de intercâmbio.

Há outras vantagens em work exchange?

Sinceramente, ao final de cada work exchange que fiz, a economia de dinheiro passou a se tornar um ganho secundário!
Fiz tantos amigos, aprendi tanto sobre outras culturas, que me emociono toda vez que lembro dos lugares pelos quais passei.
Sem dúvidas, essas oportunidades me ajudaram também como profissional, foram atividades que hoje compõem o meu currículo, me tornaram mais flexível.

As passagens estão incluídas?

Esses sites ou anfitriões não incluem transporte, você é responsável pelo seu deslocamento e vôos.

Importante: lembre se, tenha a mente aberta, você vai trabalhar com pessoas de outra cultura, abra-se para entender os costumes locais. Um mundo de oportunidades espera por você!

Quer saber mais sobre a minha experiência? Acesse GirlsGo no Instagram e no Facebook!

Você pode se tornar um ‘membro verificado’ Worldpackers e ganhar US$ 10 de desconto utilizando o código MOCHILEIROS#WP | Foto: Reprodução/Acesso via smartphone

Foto: Reprodução/Acesso via pc.

A foto (da home) que traz até este post é de Gilsimara Caresia e moradoras locais em algum ponto do Sri Lanka. Mais no https://www.instagram.com/girlsgo/ 


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Viajar Sozinha

Dei uma volta ao mundo e zerei a vida!

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Estou me despedindo de 2017 com a vida zerada!
E por quê? Porque foi quando eu voltei para o Brasil depois de viajar 2 anos, cinco continentes, uns 50 países…

Apesar de me chamarem de louca por largar um emprego de 17 anos, de falarem que o mundo era violento para uma mulher sozinha, de perguntarem se eu tinha dinheiro suficiente e eu ter certeza que não, de vender um carro e gastar todas as economias…

Lá fui eu, viver um sonho, com uma mochila e sem passagem de volta. Sem a certeza de que seria tão fácil torná-lo realidade.
Sim, fiz sendo mulher, sim, viajei sozinha o que chamam de países mais perigosos para mulheres, ao invés de agressões, recebi sorrisos e acolhimento, por onde passei.

Apesar da pouca grana, sempre aparecia alguém para rachar uma coisa, apesar de largar um emprego de carreira concursada, hoje, sei que emprego nunca vai me faltar, por que posso fazer qualquer coisa, em qualquer lugar. Não preciso mais ganhar muito, o que me move não é status, são sorrisos.

Hoje vi na timeline, a notícia da morte de um rapaz da minha idade… já não senti angústia, porque se eu morrer, vou levar comigo o meu maior sonho realizado.
Não acho que esse precisa ser o sonho de todo mundo, mas era o meu!

Então, vou deixar para vocês amigos, um desejo para 2018: que você descubra qual é o seu sonho e, depois, tenha forças para acreditar nele, por mais que ninguém entenda a razão dele, nem mesmo você…

Sonha em fazer o mesmo, uma viagem de longo prazo? Seguem algumas dicas.

  • Escolha países de acordo com o seu orçamento. Europa e América do Norte são bem mais caras do que o Sudeste Asiático e o Leste Europeu, por exemplo. Viajar na Africa, também, não é tão barato quanto se imagina, dependendo do país, é mais caro do que aqui. A Oceania tem preços comparáveis aos da Europa.
  • Quanto gasta? Vai depender muito de quanto você está disposto a abrir mão do conforto. Já vi gente dando volta ao mundo com nada, com US$10,00 por dia ou US$ 100,00 dia. Só você vai conseguir entender em qual se encaixa.

    Voluntariado (work exchange) no Nepal

  • De onde tirar dinheiro? Para bancar uma trip dessas ou você vai ter que ter dinheiro guardado, fazer um bicos na viagem, ser nômade digital ou fazer work exchange.
  • O que é work exchange? São opções de trabalho voluntário onde você ajuda em um lugar e em troca tem hospedagem, às vezes comida e outros benefícios, esses são alguns sites: Worldpackers, Workaway e Wwoof. 
  • Transporte/passagens é um dos itens que mais impactam no orçamento, então, se estiver com pouca grana, dê preferência a países que sejam próximos uns dos outros.
  • Alimentação também é um gasto a ser considerado, cozinhar é sempre uma boa opção para quem vai com pouco orçamento.
  • Sites como BlablaCar (carona) e CouchSurfing (hospedagem) podem ajudar a reduzir muito os gastos.
  • Antes de ir pesquise sobre a cultura local, veja até que ponto você se identifica com o lugar em que está planejando ficar mais tempo.
  • Planejamento pode ser importante, mas nunca limite-se a ponto de deixar a sua viagem inflexível. Você pode perder oportunidades incríveis se estiver com tudo reservado.
  • Fique de olho no clima, quanto mais frio, mais pesada a sua mochila. Sem contar que tem países com temporada de furações, monções, muito calor ou inverno rigoroso… vale pesquisar antes.
  • E por último, lembre-se: você não estará de férias, você estará morando no mundo, o que é bem diferente.

Torço para que seu sonho se realize. E acredite: ele só depende de você.

Se quiser acompanhar um pouco de como foi o meu, essa é minha página no facebook GirlsGo e esse meu instagram GirlsGo.

 

*Gilsimara Caresia acredita na viagem como ferramenta de autoconhecimento e transformação. Brasileira, jornalista, turismóloga e uma apaixonada por viagens. Já viajou por mais de 80 países sozinha. Voltou recentemente de uma volta ao mundo de dois anos, pelos 5 continentes. Compartilha suas experiências na página GirlsGo.


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Work exchange

Viaje com pouca grana, sozinho (a) e seja feliz

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Como concluir a cura de uma forte depressão, ocasionada por levar uma vida, nos últimos anos, em que eu não conseguia mais lidar com tantos percalços e problemas? Procurar profissionais de saúde especializados em tratar de depressão? Sim. Contar com os fundamentais apoios da família e de amigos de verdade? Sim. Isso tudo foi suficiente? Em primeiro momento, claro que sim, mas eu precisava de um plus decisivo.

Pois bem, isso posto, comecei a pensar em qual seria o próximo passo para retornar a ser quem sempre fui, uma pessoa alegre, tranquila e, na maioria das vezes, de bem com a vida, superando com luta, mas de maneira serena, os obstáculos rotineiros, que todos têm. Jornalista que sou, comecei a ler muito sobre meios para se livrar de vez da depressão e cheguei nas viagens.

A luz maior, então, surgiu por acaso. Não estava lendo sobre o que citei acima, mas me deparei, na internet, com uma publicação em facebook de alguém que mencionava Worldpackers. Me perguntei: ‘que raios é isso?’. Descobri, portanto, após pesquisar, um meio importantíssimo que facilita para que as pessoas consigam economizar muito, ao trocar hospedagem e refeições por trabalho digno.

Li, reli, li de novo e resolvi arriscar (sou habituado a viajar muito por aí. No entanto, dessa forma, foi a primeira vez). O destino: Viña del Mar, no Chile, mais precisamente a linda praia de Reñaca, destino que sempre sonhei em conhecer, por curiosidade pessoal. Me candidatei ao Reñaca Beach Hostel e fui aceito para aquela que seria uma das melhores experiências da minha vida, sem sombras de dúvidas.

Passagem comprada em promoção de companhia aérea, parti para um mês e pouco naquele lindo país. Pouso, ônibus, mais um ônibus e, por fim, novo ônibus…ufa, cheguei ao hostel. Não consigo encontrar palavras para descrever a incrível receptividade que tive por lá, por parte de Cata, a responsável pelo hostel, e Jonathan, o proprietário do local.

Quatro horas de trabalho por dia, como combinado, e, depois, todo o tempo do mundo livre para desfrutar de todas as imediações. Valparaíso e sua fantástica arquitetura, Viña del Mar, dunas de Con Con, encontro do Rio Aconcágua com o mar e muitas praias, além de gastronomia de primeira linha e ampla atividade cultural (aprimorar a língua espanhola, na prática, é outra coisa). Tudo isso não gastando quase nada, pois é possível ir a pé ou de ônibus de linha aos locais (em um mês, somando tudo, exceto passagens aéreas, não gastei nem 400 reais. É sério!).

Mas, a mim, a parte que ficará marcada ao resto de minha vida serão as amizades que fiz por lá, no hostel. Especialmente com a chilena Cata, os venezuelanos Engel e Isa e os franceses Gui e Margot.

Dica: fundamental, a nós brasileiros, combinarmos tudo o que faremos no hostel, quando chegarmos, e, mais que isso, cumprirmos e não sermos folgados.

Erik Oliveira

Siga-me no Instagram: erikao_backpacker

Entre em contato comigo pelo e-mail: [email protected]


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Nômades Digitais

Nômade Digital: 10 sites pra te ajudar a se tornar um!

Mochileiros.com

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Se transformar em um nômade digital é o sonho de muitos viajantes brasileiros. Está já é uma prática muito comum entre mochileiros gringos e nós já mostramos aqui várias histórias de viajantes que estão rodando o mundo assim.  É claro que ter nacionalidade americana ou europeia torna a vida de qualquer um menos complicada, mas não é só isso que conta, exitem profissões que são muito valorizadas em todo o mundo e algumas são praticamente um passe livre para a vida nômade digital. Se você tem inglês fluente e trabalha em qualquer área no ramo de internet e TI, se é designer,  se é profissional da área de saúde, se é publicitário ou escreve bem em inglês, ter uma vida de nômade digital pode ser mais fácil que você  que você imagina e essa lista de apps e websites podem te ajudar a cair na estrada.

Sites para ganhar grana na estrada

Speedlancer.com

O speedlancer é uma plataforma com ofertas de trabalhos freelancer com um diferencial: o tempo de entrega!  Os trabalhos oferecidos são rápidos (até 4 horas). Se você trabalha com design, se escreve profissionalmente (em inglês) ou se trabalha com tecnologia da informação, a plataforma é uma ótima opção pra descolar serviços rápidos, o que é perfeito pra quem está vivendo na estrada.

As vagas para novos speedlancers são postadas nesse endereço: https://speedlancer.recruiterbox.com/

Nômade Digital

Peopleperhour.com

Na mesma linha do Speedlancer, o Peopleperhour como diz o nome conecta empresas que estão procurando profissionais para desenvolver projetos nas áreas de desenvolvimento web, design, conteúdo e marketing pagando por hora.

Site: https://www.peopleperhour.com/

Jobbatical

Boa parte das ofertas são para trabalhos ligados a área de Tecnologia e por períodos que variam entre 3 e 12 meses de duração. Além do trabalho temporário, que pode servir de ajuda à mochilada, o site tem opções em vários destinos de sonho para qualquer viajante e ou destinos que seguramente servirão de base para os deslocamentos mundo afora.

Site: https://jobbatical.com

Nômade Digital em jobbatical

Remote OK

Oportunidades de trabalhos freelancer em diversos lugares do mundo.

Site: https://remoteok.io/

Nomad List

O Nomad List mostra quais são os lugares mais baratos são para viver e trabalhar como nômade digital.  Você pode filtrar os locais por valor , qualidade de conexão internet, segurança, clima entre outras opções. Ótima ferramenta pra você ter uma noção do custo de vida em cada lugar.

Site: https://nomadlist.com/

 

Sites para trabalho voluntário

Idealist.org

O idealist.org é uma plataforma que conecta mais de 120.000 ongs com pessoas que estejam procurando vagas para trabalho voluntário. São mais de 12.000 vagas em todo o mundo.

Site: http://www.idealist.org/

Work Exchange

Na hora do aperto na estrada você também tem a opção de trocar trabalho por estadia, essa é o foco dos sites abaixo

Workaway

O Workaway é um projeto que utiliza o trabalho voluntário para promover intercâmbio cultural. A plataforma conecta pessoas que necessitam de voluntários para trabalho temporário com viajantes de todo o mundo.  Nós já postamos aqui o relato da Raphaela Luz que está viajando o mundo com seu a família utilizando a plataforma e você pode conferir também o vídeo abaixo.
Confira aqui o post, no qual a Raphaela dá dicas de como criar um ótimo perfil e ser aceito no Workaway.
Site: http://www.workaway.info

 

wwoof

WWOOF é uma plataforma que conecta voluntários com produtores e agricultores orgânicos em todo o mundo.  Os viajantes ajudam excutando diversas tarefas nas fazendas orgânicas, geralmente trabalhando meio expediente em troca de hospedagem e alimentação.

Site: http://wwoof.net/

 

Sites para trocar trabalho por hospedagem

Wolrdpackers

O site Worldpackers reúne oportunidades para quem quer viajar e trabalhar pra seguir viajando. De acordo com um dos criadores do projeto, Ricardo Lima, o conceito é muito simples: “você colabora durante algumas horas por semana (20-24 na média) para hostels em qualquer continente e, em troca, não paga nada para dormir e às vezes, ganha comida e um dinheiro extra. O ‘trabalho’ é algo bem divertido e muito simples, incluindo recepção, DJ, líder de pub crawl, limpeza, artes, ensino de línguas, marketing digital e vários outros.”
Hoje o site conta com centenas de opções em vários países. “A ideia é que cada um viaje o mundo usando seus dons e habilidades e, como o hostel já tem uma cama livre, ele só tem a ganhar com isso”, ressalta.

wordpackers

Leitores e membros do Mochileiros.com têm 10 dólares de desconto no Worldpackers.
Na sua inscrição via https://goo.gl/uGFqHX basta inserir a palavra MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula) no campo ‘Código promocional’ para ter o desconto.

HelpX

Outra dica para conhecer algumas ofertas é o portal HelpX, iniciativa do inglês Rob Prince, que esteve um bom tempo viajando pela Oceania pagando suas estadias com horas de trabalho e que, anos mais tarde sofreu um acidente de parapente que o deixou com mobilidade limitada. O tempo de recuperação foi o impulso para criação do site. Hoje, recuperado Rob voltou a viajar e em suas andanças busca parceiros para o HelpX.

helpx


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Nômades Digitais

Viajar e trabalhar… e seguir viajando!

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No Brasil ainda são poucos os viajantes que se arriscam em uma viagem mais longa, 99% dos mochileiros brasileiros fazem viagens de no máximo 30 dias e o motivo é óbvio: as pessoas só viajam nas férias de trabalho.  Porém, existe uma minoria que talvez nem chegue a 0,05%,  que vive na estrada, como eles fazem isso? Nesse seleto grupo há 2 tipos de pessoas, as que juntaram grana antecipadamente, porque trabalharam pra juntar essa grana ou já são endinheirados, e as que não tem grana e trabalham durante a viagem.  Se você está lendo esse post é muito provável que você faça parte do grupo que não tem muita grana, mas tem muita vontade de fazer uma viagem longa. Seja bem-vindo clube, vamos juntar aqui algumas maneiras de como é possível fazer isso.

01 – Trabalhos digitais remotos

Existem profissões que te permitem trabalhar em qualquer lugar, bastando para isso ter um computador com acesso a internet. Entre elas, qualquer área no ramo de internet, tecnologia da informação, design e publicidade. Também ajuda ter inglês fluente. Se essa é sua praia você vai encontrar o caminho aberto para se transformar em um Nômade Digital.  No site Remote OK, há uma lista (aqui) com as vagas e os trabalhos remotos mais bem pagos do nomadismo digital.  No Nomad List você encontra um ranking com as cidades com do mundo mais favoráveis para quem quer trabalhar dessa maneira.  O site mostra o valor médio do aluguel, a velocidade da internet e custo de vida em diversas cidades do mundo.

 

 

02 – Trabalhando na Austrália e Nova Zelândia

Estes dois países da Oceania são os que mais valorizam o chamado turismo backpacker, ambos descobriram há muito tempo como os mochileiros trazem boas divisas para a economia local e também como estes viajantes podem ajudar nela. Por isso  há vários sites especializados trabalho para viajantes em ambos.

Backpacker Board
São dois sites, um para a Austrália e outro para a Nova Zelândia e as vagas oferecidas vão desde trabalhar em fazendas de todos tipos, passando por babás e empresas de turismo.

Jobs 4 Travellers
Vagas de trabalho para viajantes na Austrália

TAW ( Travellers at Work)
Vagas para viajantes na Austrália .

Seasonal Work
Site com mais 1200 vagas para trabalhos temporários na Nova Zelândia

Você pode encontrar  diversos sites no Google utilizando a palavra chave  “backpacker jobs

Vistos para a Nova Zelândia

Brasileiros não precisam de visto para viajar a turismo para a Nova Zelândia, porém há diversos tipos de vistos para quem quer trabalhar, incluindo um especial para brasileiros de 18 a 30 anos. Você pode preencher este formulário para ver qual é o mais adequado pra você.

Vistos para a Austrália

Para trabalhar é preciso um visto de trabalho temporário e você pode ver qual o visto mais adequado para o seu caso nesse página aqui.

03 – Work Exchange: Trocar trabalho por hospedagem

O site Worldpackers reúne oportunidades para quem quer viajar e trabalhar pra seguir viajando. De acordo com um dos criadores do projeto, Ricardo Lima, o conceito é muito simples: “você colabora durante algumas horas por semana (20-24 na média) para hostels em qualquer continente e, em troca, não paga nada para dormir e às vezes, ganha comida e um dinheiro extra. O ‘trabalho’ é algo bem divertido e muito simples, incluindo recepção, DJ, líder de pub crawl, limpeza, artes, ensino de línguas, marketing digital e vários outros.”
Hoje o site conta com centenas de opções em vários países. “A ideia é que cada um viaje o mundo usando seus dons e habilidades e, como o hostel já tem uma cama livre, ele só tem a ganhar com isso”, ressalta.

wordpackers

Outra dica para conhecer algumas ofertas é o portal HelpX, iniciativa do inglês Rob Prince, que esteve um bom tempo viajando pela Oceania pagando suas estadias com horas de trabalho e que, anos mais tarde sofreu um acidente de parapente que o deixou com mobilidade limitada. O tempo de recuperação foi o impulso para criação do site. Hoje, recuperado Rob voltou a viajar e em suas andanças busca parceiros para o HelpX.

helpx

04 – Nomadismo Digital: Trabalhos temporários na área de tecnologia

Diferente do HelpX e do Worldpackers, que apresentam oportunidades para quem quer trocar trabalho por hospedagem, o Jobbatical é um site de emprego: são opções em mais de 27 países.

Boa parte das ofertas são para trabalhos ligados a área de Tecnologia e por períodos que variam entre 3 e 12 meses de duração. Além do trabalho temporário, que pode servir de ajuda à mochilada, o site tem opções em vários destinos de sonho para qualquer viajante e ou destinos que seguramente servirão de base para os deslocamentos mundo afora.

Confira também nosso post Nômade Digital: 10 sites pra te ajudar a se tornar um!

jobbatical

05 – Deixe seu talento fluir e caia na estrada

Se o seu talento não está na esfera corporativa, mas sim no mundo das artes e do espetáculo, o exemplo do japonês Keiichi Iwasaki pode lher cair como uma luva.   Depois de trabalhar na empresa de ar condicionado de seu pai durante vinte anos, Keiichi Iwasaki decidiu abandonar a rotina e assumir o controle de sua vida.  Em 2001, com 28 anos, Iwasaki pegou sua bicicleta e 160 ienes (cerca de US$ 2) e partiu para viajar por todo o Japão.  No entanto, seus planos mudaram durante a viagem e em vez de voltar para casa, ele pegou uma balsa para a Coreia do Sul e continuou explorando a Ásia antes de ir para a Europa.  Durante os oito anos seguintes, ele rodou 45 mil km em 37 países diferentes. Isso é mais do que a circunferência da Terra, que possui 40.075 km.

Iwasaki fez a maior parte dessa viagem com sua bicicleta, ou melhor, cinco bicicletas. Duas foram roubadas e outras duas quebraram durante a jornada.  Ele também remou 1.300km do começo do rio Ganges na índia e foi até o oceano Índico em 35 dias.

Em sua estada no Nepal ele estudou montanhismo por um ano e participou de uma expedição internacional que partiu em um trekking no nível do mar até chegar ao topo do Monte Everest (8.848 metros). Ele é o primeiro  japonês na história a conseguir este feito.

Mas como é que ele conseguiu viajar tanto com apenas US$ 2? 

Ele vai ganhando grana ao longo do caminho, fazendo pocket shows de mágica pelas ruas das cidades por onde passa.  Essa foi literalmente a “mágica” da viagem!  Ele já chegou a ganhar 2.000 euros em shows de rua na Suiça.  Confira a história completa de Iwasaki aqui.

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Keiichi Iwasaki em um de seus shows de mágica – Foto: Arquivo pessoal

Publicitário holandês viaja o mundo trocando trabalho por rango e hospedagem

Desde janeiro de 2014, o copywriter holandês Mark van der Heijden viaja o mundo trocando seu conhecimento profissional por comida e um lugar para dormir. “Minha missão é ganhar experiência em 7 continentes e inspirar as pessoas com a minha história ao longo do caminho e na web”, diz em “The Backpacker Intern” (algo como “O mochileiro estagiário”) o site onde ele conta suas experiências mundo afora.
Com seu trabalho, Mark ajuda agências, marcas e instituições de caridade. E já o fez em mais de 22 países e a viagem segue. Neste mês ele está em seu sexto continente: África – trabalhando (em troca de comida e hospedagem) para a Olgivy, agência que faz parte de um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo.
E tudo começou com um vídeo de pouco mais de um minuto que ele publicou (em dezembro de 2013) em seus canais de mídia e que logo se espalhou por vários veículos o que atraiu nada mais nada menos que mais de 750 ofertas de emprego de todo o mundo. Confira a história completa de Mark aqui.

 

Não espere o tempo passar, descubra seu dom e pé na estrada! (ASSISTA ESSE VÍDEO!)

 

 


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Work exchange

Publicitário holandês viaja o mundo trocando trabalho hospedagem e alimentação

Mochileiros.com

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Em janeiro de 2014, o copywriter holandês Mark van der Heijden começou a viajar o mundo trocando seu conhecimento profissional por comida e um lugar para dormir. “Minha missão é ganhar experiência em 7 continentes e inspirar as pessoas com a minha história ao longo do caminho e na web”, diz em “The Backpacker Intern” (algo como “O mochileiro estagiário”) o site onde ele conta suas experiências mundo afora.
Com seu trabalho, Mark ajuda agências, marcas e instituições de caridade. E já o fez em mais de 22 países e a viagem segue. Neste mês ele está em seu sexto continente: África – trabalhando (em troca de comida e hospedagem) para a Olgivy, agência que faz parte de um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo.
E tudo começou com um vídeo de pouco mais de um minuto que ele publicou (em dezembro de 2013) em seus canais de mídia e que logo se espalhou por vários veículos o que atraiu nada mais nada menos que mais de 750 ofertas de emprego de todo o mundo.

The Backpacker Intern from Mark van der Heijden on Vimeo.

Mark fez trabalhos em grandes agências, na Anistia Internacional na Tailândia, passando por escolas de idioma (uma delas em Florianópolis, Santa Catarina), abrigos para cachorros, operadoras de turismo e trabalho em ONG em comunidade do Rio de Janeiro.
No primeiro dia de projeto ele foi convidado a dar uma palestra em Nova York (TEDxTeen). Recentemente foi reconhecido pela Casa Branca (é, a Casa Branca, também está de olho nos blogs de turismo – risos) como um dos ‘100 mais influentes blogueiros de turismo do mundo’.
Em entrevista ao site sul africano Media Update, o publicitário afirma “Eu poderia ter ido [viajar] de mochila por um ano. Mas isso pode ser muito chato. Depois de duas semanas é tudo a mesma coisa”, acrescentando que é muito mais interessante para alguém ouvir algo como essa experiência ” dizer que você mochilou por um ano e trabalhou em empresas e instituições ao longo do caminho”, explica. E reforça que não se trata sobre como ganhar dinheiro, mas de conhecer pessoas legais, inspirando outros e produzindo um bom trabalho no caminho.

Mais sobre essa e outras histórias e o trabalho do holandês, no site, Facebook , Twitter e Instagram.

Confira algumas fotos do mochileiro pelo mundo:

Mark em uma expedição pela Antártida | Foto: The BackpackerIntern.com

Mark em uma expedição pela Antártida | Foto: TheBackpackerIntern.com

Em Florianópolis (SC) - Brasil | Foto: TheBackpackerIntern.com

Em Florianópolis (SC) – Brasil | Foto: TheBackpackerIntern.com

No Rio de Janeiro (RJ) - Brasil | Foto: TheBackpackerIntern.com

No Rio de Janeiro (RJ) – Brasil | Foto: TheBackpackerIntern.com

No Rio ele trabalhou numa ONG da comunidade de Vila Cruzeiro | Foto: TheBackpackerIntern.com

No Rio ele trabalhou numa ONG da comunidade de Vila Cruzeiro | Foto: TheBackpackerIntern.com

E mochileiro que é, se vira também na cozinha. Na imagem, preparando um prato em algum lugar da Hungria | Foto: TheBackpackerIntern.com

E mochileiro que é, se vira também na cozinha. Na imagem, preparando um prato em algum lugar da Hungria | Foto: TheBackpackerIntern.com

Mark e a ativista paquistanesa, prêmio Nobel da Paz (2014), Malala Yousafzai | Foto: TheBackpackerIntern.com

Mark e a ativista paquistanesa, prêmio Nobel da Paz (2014), Malala Yousafzai | Foto: TheBackpackerIntern.com

Um dos 100 mais influentes blogs de turismo do mundo, reconhecimento da Casa Branca | Foto: TheBackpackerIntern.com

Um dos 100 mais influentes blogs de turismo do mundo, reconhecimento da Casa Branca | Foto: TheBackpackerIntern.com

E segue aumentando o número de bandeirinhas na mochila... | Foto: TheBackpackerIntern.com

E segue aumentando o número de bandeirinhas na mochila… | Foto: TheBackpackerIntern.com


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Work exchange

Troca de trabalho por hospedagem: site mostra oportunidades

Claudia Severo

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O site Worldpackers reúne oportunidades para quem quer trocar horas de trabalho por hospedagem em hostels mundo afora. De acordo com um dos criadores do projeto, Ricardo Lima o conceito é muito simples: “você colabora durante algumas horas por semana (20-24 na média) para hostels em qualquer continente e, em troca, não paga nada para dormir e às vezes, ganha comida e um dinheiro extra. O ‘trabalho’ é algo bem divertido e muito simples, incluindo recepção, DJ, líder de pub crawl, limpeza, artes, ensino de línguas, marketing digital e vários outros.”
“A ideia é que cada um viaje o mundo usando seus dons e habilidades e, como o hostel já tem uma cama livre, ele só tem a ganhar com isso”, ressalta.
*Hoje a plataforma que tem mais de 1.000.000 de viajantes conta com oportunidades além das possíveis nos hostels (os trabalhos podem ser em ONGs, projetos ecológicos e em casas de família, por exemplo) oferece descontos em hospedagens e produtos aos ‘membros verificados’ etc.

Worldpackers

Mais do que dar um pouquinho do seu tempo e habilidade e com isso economizar, uma oportunidade enriquecedora | Foto: Reprodução.

Worldpackers

Versão antiga do site: plataforma confiável e segura, logo no início já trouxe opções em mais de 73 países | Foto: Reprodução.

Criadores são viajantes brasileiros

Ricardo, ou Riq, largou seu emprego estável em um banco de São Paulo e foi conhecer o mundo. Foram mais de 50 países, voluntariando-se em hostels pelo caminho. Seu amigo (e sócio no projeto) Eric Faria, deixou de ser auditor contábil e foi realizar seu sonho de morar na Califórnia. Acabou virando gerente de um hostel em San Diego, sendo responsável por dezenas de voluntários internacionais.

Riq e Eric, os idealizadores do Worldpackers | Foto: Reprodução

Riq e Eric, os idealizadores do Worldpackers | Foto: Reprodução

No vídeo abaixo você pode conhecer um pouco mais sobre Worldpackers:

https://www.youtube.com/watch?v=3VebrcFXOUg

Como participar?

Você pode fazer seu cadastro no site e sendo um ‘membro verificado’ pode candidatar-se às vagas de troca de trabalho por hospedagem mundo afora disponíveis, conversar com quem está oferecendo essas vagas, ter o suporte da plataforma antes e durante a viagem, confirmar sua estadia etc e aí… é só preparar a mochila!

Desconto para leitores/membros do Mochileiros.com

Você que está lendo este post pode ter 10 dólares de desconto ao se tornar um membro verificado no Worldpackers.
Ao fazer o seu registro no https://www.worldpackers.com/pt-BR complete seu perfil e ao finalizar a inscrição escreva no campo destinado ao ‘código promocional’ a palavra MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula).

Worldpackers

Faça o seu registro com o código e tenha 10 dólares de desconto | Foto: Reprodução.

Worldpackers

Foto: Reprodução.

A viajante e colaboradora do Mochileiros.com, Gilsimara Caresia fez um post falando um pouco sobre a experiência dela com o Worldpackers. Confira aqui.

*Este post foi feito em 2014, logo depois do lançamento da plataforma e atualizado em 17/05/2018.


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Work exchange

HelpX: Trocando trabalho por hospedagem

Claudia Severo

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HelpX

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Esta é uma das maneiras que muitos mochileiros, principalmente gringos, encontram para esticarem suas viagens; economizando com um dos itens, a hospedagem, o orçamento pode incluir mais algum lugar no roteiro!
A troca de algumas horas de trabalho diário por hospedagem é negociada (geralmente de maneira bem flexível) diretamente entre ‘trabalhador-viajante’ e o ofertante da vaga – um quer economizar e viver a experiência no exterior e o outro, a mão de obra barata.
Uma dica para conhecer algumas ofertas é o portal HelpX, iniciativa do inglês Rob Prince, que esteve um bom tempo viajando pela Oceania pagando suas estadias com horas de trabalho e que, anos mais tarde sofreu um acidente de parapente que o deixou com mobilidade limitada. O tempo de recuperação foi o impulso para criação do site. Hoje, recuperado Rob voltou a viajar e em suas andanças busca parceiros para o HelpX.

O boca a boa é o forte do portal. O perfil dos usuários é de gente jovem , disposta a trabalhar e aprender.
É possível participar do portal gratuitamente ou pagando (Premier). A segunda opção dá entre outras informações, possibilidade do usuário entrar em contato diretamente com os possíveis anfitriões.

O banco de dados do HelpX já oferece oportunidades em várias partes do mundo. Vale conferir!


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Os 10 + vistos do Mês

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