Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''barbados''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas e Respostas
    • Destinos
  • Companhia para Viajar
    • Companhia para Viajar
  • Relatos de Viagem
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Lugares que já visitei


Próximo Destino


Ocupação

Encontrado 2 registros

  1. Mochilando por Barbados – 13/09/2014 – 21/09/2014 Relato Victor Pereira Firmes Decisão e planejamento A decisão de viajar para Barbados foi quase que de última hora assim como quase tudo de interessante que faço minha vida. Mais ou menos duas semanas antes de ir para Barbados estava no meu período de descanso em uma plataforma de petróleo quando comecei a procurar lugares bons para viajar e por coincidência acabei acessando um site que tinha muitas informações sobre Barbados (http://www.visitebarbados.com). Como já tinha muita vontade de conhecer o Caribe juntou a fome com a vontade de comer. Esse site inclusive falava de uma promoção para quem viajasse nos meses seguintes para Barbados teria direito a um voucher de US$200 dólares se a estadia fosse de no mínimo 7 dias em hotéis participantes dessa promoção. Outro fator que me encorajou foi que saiam voos diretos do Brasil para Barbados pela Gol e a passagem estava super em conta em torno de U$550 com permanência mínima de 7 dias. Como meu estilo de hospedagem foge muito de resorts e hotéis de luxo (Barbados tem hospedagem para todos os bolsos) acabei descartando ficar em algum desses hotéis pois a diária do mais barato era US$100. Sempre que viajo prefiro ficar em locais com hospedagem mais barata apenas para dormir e explorar bastante o local, ou seja, ficar o dia todo fora do hotel. E como todo mochileiro passei a buscar hospedagem mais barata em Barbados. Procurei por Hostels mais descobri que em não existia esse tipo de hospedagem em barbados. Foi então que através do relato do (mochilando-em-barbados-5-dias-t79111.html) descobrir que um local mais barato para ficar seriam as Guesthouses. Isso mesmo nunca havia falar desse tipo de hospedagem e fiquei com um pouco de receio no início, mas fui lendo pesquisando e vi que tinham muitas Guesthouses em Barbados, acabei olhando os sites e comecei a mandar e-mails para os donos das Guesthouses pedindo informações e qual data teriam disponibilidade para fazer uma reserva. Foi ai que mandei e-mail para a Guesthouse Desert Rose, o nome é bem engraçado mas fui muito bem recebido em todos os momentos, desde a reserva, a minha chegada em Barbados etc. Comprada a passagem e reservada a Guesthouse fui providenciar as outras coisas. Em Barbados, Brasileiros precisam apenas de passaporte e certificado internacional de vacinas emitido pela ANVISA para entrar no país. A vacina exigida é a de febre amarela. Aqui em Vitória-ES o certificado é emitido em dois lugares no aeroporto e na sede da ANVISA perto do shopping Vitória, se você não é de Vitória pode olhar no site (http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home) e localizar o lugar mais próximo para emitir seu certificado. Feito isto comecei a arrumar minha mala e comprar algumas coisas que precisaria para viajar. Na mala levei as mesmas roupas que usava aqui no brasil, bermudas de praia, sunga de praia, camiseta regata e camisa normal, protetor solar, vários óculos escuros, um snorkel para mergulho, duas câmeras fotográficas sendo que uma poderia tirar fotos embaixo d’água, documentos e dinheiro em dólar americano. Vale lembrar que a moeda de Barbados é o dólar de Barbados BD$ que equivale a mais ou menos R$1,20 e US$ 0,50. Como aqui no Brasil não há casas de câmbio que trocam nossa moeda em BD$, levei tudo em US$. Mas não se preocupem em qualquer lugar aceitam US$ em Barbados, eles fazem o câmbio na hora que basicamente é a metade em US$ e te devolvem o troco em BD$. Com tudo pronto era só esperar para o dia do embarque que por sinal fiquei bastante ansioso.
  2. Faz tempo que estou pra escrever este relato, e agora um ano após a viagem resolvi fazê-lo. A viagem foi feita em agosto de 2013, e foi o destino de minha lua de mel. Com a data do casamento marcada, comecei a procurar um destino atendido pela Gol, já que tinha muitas milhas do Smiles e estava decidido a gastá-las nesta ocasião. Sabia que a Gol tinha alguns destinos no Caribe, mas não sabia quais, aí acabei encontrando um voo para Barbados, que até então não conhecia nada. Emiti as duas passagens por 15.000 milhas cada trecho (quantidade que considerei muito boa). Outro fator que contribuiu para a escolha foi um incentivo concedido pelo governo local a turistas de alguns locais do planeta, e por sorte o Brasil estava nesta lista. O nome do programa que acontece algumas vezes por ano, é Barbados Island Inclusive, e se você fizer a reserva pelo site deles (é fácil achar no google) de algum dos hotéis participantes, você ganha US$ 150 se ficar 5 dias ou US$ 200 se forem 7 dias. Ao chegar no hotel, é fornecido um talão com vouchers de 50 dólares barbadianos (a moeda local) equivalente a 25 dinheiros estadunidenses, que podem ser gastos com hospedagem, atrações turísticas, restaurantes, entre outros. Após a emissão comecei a pesquisar sobre Barbados aqui no mochileiros e na internet, e a pouca quantidade de relatos que encontrei me motiva a contribuir para quem pretende conhecer a ilha caribenha. Embarcamos em um voo direto de Guarulhos para Bridgetown, a capital do país, que dura pouco menos de 5 horas. O avião não estava muito cheio, o que eu achei bom. Foi servido um jantar com uma massa com molho branco e parcas ervilhas espalhadas, bastante insosso, uma espécie de bolo com uma cobertura sabor limão, também sem graça, além de uma barra de chocolate. Li em alguns relatos aqui no site, que algumas pessoas tiveram problemas na imigração, mas comigo foi tudo tranquilo, perguntaram quantos dias iria permanecer por lá e nos liberaram. Apesar de ter levado a carteira internacional de vacinação (emitida pela Anvisa nos aeroportos) contendo a imunização contra a febre amarela, o pessoal da imigração nem pediu pra ver. Durante o voo conhecemos alguns brasileiros que moram por lá e fomos pegando algumas dicas do local, e ao desembarcar uma moça que veio conversando conosco nos deu a dica para pegarmos um dos táxis oficiais do aeroporto, evitando aqueles que vem oferecer os serviços ao desembarcar. Por termos chegado após às 21h, nem cogitamos de tentar qualquer tipo de transporte público e embarcamos num dos táxis indicados, e pelo que lembro o valor não foi nada absurdo. Nos hospedamos no hotel Yellow Bird, que fica em St. Lawrence Gap, e recomendo muito para quem pretende ficar bem acomodado sem gastar muito (a diária custou US$ 120). Como o motivo da viagem era especial (lua de mel), mandei um e-mail para o hotel informando-os da situação, e perguntei se seria possível que eles decorassem o quarto para eu fazer uma surpresa para minha mulher. E ao chegarmos no nosso quarto, até eu fiquei surpreso com a tamanha arrumação que eles fizeram, ficou bem bonito! Além disso nos deram de cortesia uma garrafa de vinho. Nem precisa dizer a média que fiz com ela com esta surpresa.
×
×
  • Criar Novo...