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Encontrado 1 registro

  1. Olá galera. No planejamento de minha viagem li vários relatos aqui do fórum, porém eram relatos antiquíssimos. Vou pouco a pouco digitando meu relato de viagem e editando. Dia 03 Através do fórum conheci o Pedro (@pedroefd) no tópico na área de Destinos por data. Peguei o whatsapp e conversamos alguns dias antes, descobrimos que pegaríamos o mesmo vôo. Chegando na area em que aguardamos o avião o conheci pessoalmente e começamos a conversar sobre a trip. Saímos de Campinas, no vôo da Azul direto para Corumbá que decolou por volta das 12:50. Nunca tinha voado até então, achei o máximo! Minha cara de feliz após o primeiro vôo. Chegamos por volta das 14h no horário local (do MS pra frente o horário era -1, importante salientar). Saímos do aeroporto com as mochilas, num sol escaldante que Corumbá tem. Seguimos andando, até que vi uma loja de materiais de construção e comprei um cadeado. Seguimos andando, até pensamos em ir pra fronteira andando, até que chegamos num comércio e perguntamos se estávamos longe e de fato estávamos! Paradinha pra descansar Como ambos ainda não tínhamos tirado a CVIP e como não queríamos ter dor de cabeça.. Fomos atrás. Aqui vai o meu primeiro alerta pra quem for tirar a CVIP em Corumbá: Não faça como nós! Se você entrar no site da Anvisa, verá que o nome da agência de Corumbá se chama Fronteira de Corumbá. Ótimo para pegar qualquer pessoa desatenta ou que não reparou. A Anvisa fica no centro de Corumbá!!! Porém, só descobrimos depois de ter esperado um tempão o ônibus circular que ia pra Fronteira e dar de cara com a PF e descobrir que a Anvisa não ficava ali. Mais do que depressa retornamos ao ônibus circular e voltamos para o centro, descemos no 'terminal' de Corumbá e seguimos andando. Acabamos encontrando 2 moto taxistas e pedimos para nos levar até o endereço que estava no site. Ao chegarmos lá ... O local onde era a agencia estava em reformas! Porém a pessoa que estava trabalhando lá nos indicou o endereço. Agora, de cabeça eu não vou lembrar mas fica muito próximo da agência da Caixa. Chegamos lá por volta das 16:00. Olharam nossas carteirinhas, pediram RG, deram entrada no sistema, imprimiram a carteirinha e carimbaram e supimpa! Estávamos de CVIP na mão e prontos para enfim, partir pra Bolívia. Os mototaxistas como pedido, nos esperaram. Combinamos todo o deslocamento total, inclusive para nos levar até a fronteira novamente por R$20. Chegamos na fronteira, tivemos de enfrentar uma baita fila para dar saída no Brasil. Infelizmente, é necessário esse passo. Na fronteira Boliviana eles pedem o cartão de saída do Brasil para poder dar a entrada. Cartão de saída carimbado, simbora pra Bolívia. Já deviam ser umas 17:40, estava muito próximo do por do sol. Entre todo o deslocamento ida-volta fronteira e anvisa e também a fila da fronteira perdemos a tarde toda. Ao chegar na fronteira boliviana, novamente fila! Conseguimos o cartão de entrada no país ja eram 18:00. Minha intenção seria tomar o trem da morte, já a de Pedro dormir 1 noite em Quijarro. Mas ainda sim, tomamos um táxi ao lado da fronteira para irmos a estação ferroviaria. Taxista nos roubou, pediu 30 bolivianos. Depois descobri que o valor que outros taxistas cobravam era entre 10~20 bolivianos pela corrida. Chegamos por volta de 18:15 na estação ferroviária, uma pausa para fotos antes de entrar na estação. Entrei na estação ferroviária e para minha grande surpresa a bilheteria já estava fechada! Conversei com o rapaz que trabalha lá pra tentar comprar a passagem e ele tentou resolver o problema. Pra minha grande sorte tinha um grupo de Cristãos que estavam fazendo uma missão Brasil-Bolívia. O pastor tinha comprado passagem para todos... e uma pessoa desistiu! Me vendeu essa passagem e mais do que depressa entrei para o trem da morte. Pedro como tinha reservado um hotel em Quijarro decidiu dormir 1 noite lá, nos separamos! De cara fiz muita amizade com as pessoas desse grupo. Como tomei o Trem da Morte na segunda feira, fui no Ferrobus, a classe "mais alta" do trem da morte. A viagem começou com algumas músicas em espanhol, por volta das 20h começaram os filmes. Apesar do site da Ferroviaria Oriental dizer que o jantar é incluso, é mentira! Eles cobram 20 bolivianos pelo jantar.. que não tinha uma boa cara. Eu e meus novos amigos não encaramos! Por volta das 23h apagaram as luzes do vagão. As pessoas começaram a dormir enquanto eu ainda batia papo com os remanescentes acordados. Por volta da 00 meu último amigo que estava acordado resolveu dormir : restava tentar pregar os olhos. Quem disse que consegui dormir? O trem pula muito, sem contar os barulhos que a cabine faz! Essa noite eu passei quase toda em claro, por vezes tirava alguns cochilos mas logo quando o trem parava eu reacordava e a mente agitada ressurgia! Eis um fato muito engraçado : Um homem no alto da madrugada ia e voltava no nosso vagão. Tive a leve impressão de que ele estava mexendo com um homem sentado no banco da frente. Comecei, no escuro, a encarar ele toda vez que ele ia e voltava de nosso vagão. Na minha mente ele seria um ladrão que queria roubar o rapaz da frente. Eis que depois de tantas encaradas, ele para no corredor e fala comigo. Mas falou num espanhol tão rápido que não entendi. Ele tinha algo na mão, e estava próximo de meu rosto. Amedrontado, olhei para os lados e vi todos meus amigos dormindo... Dentro de segundos pensei : Esse cara provavelmente vai me apagar aqui! Mandei um no no e ele foi embora. A noite passou e entre um cochilo e outro, o dia foi chegando. Abaixo, alguma das imagens que capturei. O tédio era tão grande que já não achava uma posição de sentar ou deitar que não incomodasse. O senhor funcionário da empresa passou oferecendo café, mas eu não bebo café. 10 bolivianos. Contei aos amigos o ocorrido da noite anterior. Eis que reparo bem no senhor e noto uma certa semelhança com a sombra da noite que me amedrontara. Eis que conto o episódio para o mesmo e descubro que na verdade ele estava oferecendo coberta para os passageiros, inclusive para mim! E eu imaginando abobrinhas Aí vai a dica, cobre a coberta! Eu e quem não levou coberta passamos frio a toa, porque o Ferrobus oferece. Dia 04 Por algum motivo que oficialmente não sei, mas suponho que seja a falta de manutenção dos trilhos, nosso trem estava andando muito devagar. O horário previsto de chegada em Santa Cruz seria as 7:00 da manhã, mas chegamos por volta das 9:00. Cheguei! Troquei contato com os amigos que fiz no trem combinando que iríamos nos encontrar a noite para jantar: Tinham reservado um hotel na rua do terminal bimodal. Porém, tinha um brasileiro no fundo do vagão que iria para o mesmo hostel que eu, nome dele era Deimer, que estava acompanhado com o Eduardo, que iria seguir para Sucre mas foi conosco até o hostel. Chegamos lá, dei um sinal de vida com o uso do wifi e dei uma descansada. Hostel Jodanga, muito bonito e organizado, inclusive emitiram nota fiscal sem sequer eu pedir! Topamos com alguns brasileiros e conversamos um pouco sobre o roteiro que eles fizeram e o que cada um faríamos. Deimer e Eduardo queriam sair pra conhecer a cidade. Eu, queria almoçar. Afinal, minha última refeição tinha sido há 24h: um lanche de 15cm no subway em Viracopos. Combinamos que andaríamos até achar um local confiável onde poderíamos comer. Saímos do hostel e andamos um pouco para tomar um táxi. Aqui vai uma dica: Se tem problemas cardíacos, não tome táxi em Santa Cruz de la Sierra Não tenho problemas cardíacos, mas sentei na frente no táxi. Tomei altos sustos com as manobras arriscada do taxista e também dos outros motoristas que vinham em nossa direção. Chegamos no centro e conhecemos a igreja. Em um dado momento, estávamos subindo o mirante da igreja (custa 3 bolivianos) e fraquejei. Respirei fundo e subi mais devagar. Fizemos a visita e ao sair da igreja fomos a procura de algum lugar bacana para comer. Ao andar umas 2 quadras encontramos o grupo de amigos que conheci no trem da morte... Se tivéssemos combinado não teria dado tão certo! Almoçamos no restaurante El Tomate. Entrada uma sopa de trigo (que não tive coragem de encarar), salada livre e strogonoff e suco de limão. O rango estava bom, pagamos 30 bolivianos cada. Aceitam cartão (raridade na Bolivia). As meninas queriam tomar sorvete então nos direcionamos a uma heladeria. Decidi continuar com o grupo enquanto Deimer e Eduardo se foram. Os sorvetes não me chamaram a atenção, então eu e Gilson decidimos ir comer doce. Comemos uma deliciosa torta com massa folhada, não me recordo o nome do estabelecimento. Após comermos essa sobremesa, decidimos ir em uma feira popular em Santa Cruz. Como nosso grupo era relativamente grande nos dividimos em 2 táxis. Por maldade ou não, os taxistas não nos avisaram que a feira era fechada de terça feira. Só descobrimos quando chegamos! Ficamos sentados descansando um pouco nesse local, até que decidimos voltar andando. Me separei do grupo para comprar água (estava sem beber água desde o dia anterior) no mercado e comprar minha passagem para La Paz, onde eu iria no dia seguinte. No mercado, tudo ok.. Como é bom beber água quando você está praticamente desidratado! Segui em direção a rodoviaria. Comprei minha passagem na Trans Copacabana MEM, 220 bolivianos se não me falha a memória. Me dirigi a saída da rodoviária, sozinho. Eis que fui abordado por um policial boliviano com os dizeres em sua farda "INTERPOL". Ele pediu meu documento de identificação e o visto. Apresentei meu RG, porém meu visto de entrada na Bolívia tinha ficado juntamente com todos os outros documentos dentro de uma pasta em minha bolsa.. no hostel! Tentei explicar para o policial, porém ele bravo.. Me encaminhou para uma salinha. Eis que foi um dos momentos mais tensos da minha vida! Me perguntou se portava drogas, se estudava medicina (comum brasileiros estudarem medicina na bol). Sentados a uma mesa ele começou a conversa. Disse que na Bolívia todos estrangeiros deveriam poder o visto. Tentei justificar que tinha, porém estava no hostel mas sem sucesso. Ele me revistou totalmente, pediu pra tirar tudo o que tinha em meus bolsos. Inclusive, viu minha carteira (tinha todo meu dinheiro ali, cerca de 500 dólares, 50 reais e alguns bolivianos). Disse então que tinha cometido uma falta grave, mas não muito grave. Que se eu pudesse o ajudar, ele poderia me ajudar. Que o escritório precisava de um computador novo, impressora e outros insumos. Logo aí, percebi que ele estava tentando me cobrar propina, mas continuei na minha bancando o inocente. Prosseguiu dizendo que era uma contribuição voluntária, e que poderia contribuir como quisesse. Caso não houvesse tal contribuição me levaria a um agente aduaneiro e eu teria que pagar uma multa de 2000 bolivianos (MENTIIIIIIIRA, a multa para esse caso é de 10bol, só descobri depois). Ofereci algo como 25~40 bolivianos (não me recordo ao certo), ele deu risada. Disse a um parceiro policial que esse valor sequer compraria um cartucho para impressora. Disse que não estava com dinheiro, que o dinheiro que tinha fora gasto na passagem. Ele perguntou como continuaria a me manter durante a viagem, respondi que faria saque e usaria meu cartão de crédito. Perguntou sobre os dólares: Eis que nunca inventei uma mentira tão rápido e tão convincente quanto naquela hora. Disse que era de um amigo brasileiro que estava no hostel. Por fim, ele disse que queria 200 bolivianos. Ofereci 100 (50 reais) e ele topou. Me liberou, alertou para que fizesse xerox de minha documentação e andasse com ela e começou a dar dicas turísticas como se nada tivesse ocorrido. E ainda por cima pediu para que não contasse a ninguem! CARA DE PAU. Passado o sufoco, fui pro hostel. Queria contar pra alguém o ocorrido, mas não achei brasileiros no hostel. Falei com Rafael no Whatsapp e ele tentou me acalmar. Aproveitei e fui num comércio tirar xerox de TODOS MEUS DOCUMENTOS. Tinha combinado com meus amigos de nos encontrarmos no shopping por volta das 19h. As 18 tomei um banho, me arrumei mas não me recordava o nome do shopping. Apenas lembrava que começava com 've'. Sai do hostel, fui andando e perguntando para todos os taxis se conheciam algum shopping com nome parecido. Nenhum conhecia ou sabia dizer. Andei mais adiante e pedi para um taxi parar! Eis que esse taxista sabia o nome: Ventura Mall. Me cobrou 30 bolivianos para me levar. Estava no Jodanga (2ndo anillo) e o shopping era no 4rdo anillo. A 'viagem' é relativamente longa (30~40 minutos). Estava sozinho no taxi, conversando com o taxista sobre coisas diversas. Certo momento o medo começou a me abater! Será que ele estava realmente me levando ao shopping ou estava me levando para algum beco para me roubar/assaltar? Graças a Deus, chegamos no quarto anillo e com ele os grandes comércios. De longe, vi o shopping e respirei aliviado. Já eram por volta das 19:40, tinha combinado de me encontrar as 19 na praça de alimentação. Mais do que depressa entrei no shopping a procura da área de alimentação. Saí do elevador, andei um pouco e encontrei meus amigos! QUE ALEGRIA! Compartilhei pessoalmente sobre o ocorrido com o policial corrupto, andamos um pouquinho e rachamos duas pizzas! Deliciosas! Acredito que o Ventura Mall seja o maior shopping de Santa Cruz de la Sierra. É grande e muito bonito, um dos mais bacanas que já conheci. Ficamos até por volta da meia noite lá, fomos no starbucks ao lado. Deixei combinado com meus amigos que nossa despedida seria no almoço do dia seguinte. Eles tomariam o trem de regresso por volta das 13h da tarde. Meu ônibus partiria as 14:30. Decidiram que almoçariam no andar superior da rodoviária, e eu consenti. Finalizamos a noite nos divindo em 2 taxis. Fechamos em 30 bolivianos, o taxista me deixando no meu hostel e deixando meus amigos no hotel onde estavam. Rachando o valor entre nós deu menos de 8 bolivianos para cada. Bem barato! Dia 04 Acordei por volta das 08h. Tomei o café da manhã do Jodanga, pense num ótimo café da manhã!!! A foto não me deixa mentir! Após tomar meu café da manhã tomei um banho e resolvi acessar um pouco a internet até por volta das 11h da manhã. As 11h decidi tomar minhas coisas, ir pra rua e tomei um táxi até a rodoviária. Coincidentemente ou não, ao chegar na rodoviária meus amigos também estavam chegando. Na porta, exatamente! Mesmo estando hospedados em locais diferentes. Conversamos um pouco, alguns dos meninos contaram que logo pela manhã policiais bolivianos foram até o hotel, viram eles no elevador e os revistaram. Foram até o quarto deles para revistar as malas. Certamente, os policiais queriam achar alguma irregularidade para poder pedir propina! Como tinha contado o que aconteceu comigo no dia anterior, estavam BEM ESPERTOS de como proceder com esses policiais corruptos! Subimos ao piso superior e eis que decidimos sentar em uma mesa. Mal sabíamos que a mesa era de um dos restaurantes e a moça logo já veio empurrando seu cardápio. Se arrependimento matasse, acho que não estaria aqui para relatar. Não simpatizei com o restaurante, da mesa dava para observar o preparo dos alimentos. Não achei que eram muito asseados, mas vida que segue. Pedi Arroz, Papas e Pollo empanado. O arroz estava duro e com mal gosto, as papas cheíssimas de óleo e o frango cheio de óleo. Tentei comer um pouco, mas deixei boa parte do prato ali. Tomei uma coca cola para tentar aliviar os altos níveis de óleo. Depois do almoço, andamos um pouco pela rodoviária e tivemos o doloroso momento de separação. Meus amigos teríam de tomar o trem de retorno e eu teria de aguardar meu ônibus. Antes de me separar deles... Adivinhem quem encontrei sentado na rodoviária? Sim, meu grande amigo Pedro, que ficara em Quijarro! Tirei foto com meu grupo de amigos e eles tomaram a fila. Fiz a compra do bilhete da taxa de uso da rodoviária e sentei com Pedro, onde ele contou sobre sua estadia em Quijarro e compartilhamos impressões sobre a viagem no Trem da Morte. Ele tinha comprado passagem para La Paz na mesma companhia que eu, entretanto para as 16h. Sugeri que fizesse a alteração para as 14:30, se fosse possível para tomarmos o mesmo ônibus. Fomos até o guichê e a alteração foi feita. Mas a funcionária não se atentou a um detalhe. Com a troca realizada, nos dirigimos até onde seria o embarque do ônibus. Aguardamos por volta de 30~40 minutos e o ônibus das 14:30 chegou. Um ônibus relativamente antigo, um pouco decepcionante pelo preço pago. Subimos no ônibus e uma funcionária começou a pedir a passagem. Eis que minha poltrona na verdade não era minha. Pediu para que fosse em outro ônibus que estava ao lado (esse foi o pequeno detalhe que ela não se atentou). O ônibus ao lado era da mesma empresa mas era totalmente diferente. Um Volvo novíssimo, acho que meu amigo deve ter ficado com uma pontinha de inveja, rsrs. Por volta das 14:40 o ônibus partiu. A saída da rodoviária de Santa Cruz é um pouquinho lenta e próximo ao portão entra um funcionário que pede para apresentar a tarifa de uso da rodoviária. E a viagem começou! Coloquei umas músicas para tocar no fone de ouvido mas por volta das 15h um desconforto começou a ficar crescente. As 15:30 já tinha virado enjôo e mal estar. Pois é meus amigos, aquela implicância com o restaurante foi um mal presságio! Estava passando mal! Abri minha sacolinha de remédios e peguei o Plasil. Tomei com um pouquinho de água e fiz uma oração pedindo que Deus não me deixasse passar muito mal. Por volta das 16h os dois ônibus fizeram sua primeira (e última?) parada. Vendem comida, lanches e tem um banheiro bem sujinho por 1 módico bol. Por volta das 17h os efeitos da comida mal indigesta cessarão. O agir d'Ele através da medicação foi feito. Continuo o relato em breve ... Peço perdão pela demora, voltei a trabalhar e a vida anda corrida. Mas continuarei o relato!
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