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Michela Borges Nunes

Por que Chicago me surpreendeu? Eu me apaixonei...

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Chicago não estava nas prioridades. Mas eis que apareceu uma promoção irresistível e o marido veio com a proposta: vamos comprar as passagens e ir conhecer Chicago? Não sou de recusar, né gente. Vamos, claro! E fomos. Agora, vou te contar uma coisinha: Chicago é um dos lugares que mais amei nos Estados Unidos até hoje! É linda demais e tem muitas atrações e passeios imperdíveis. Vou deixar aqui o link com todas as nossas dicas e nosso roteiro para que tu também te apaixones por lá. Bora ler?

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Michela Borges Nunes

Site: Mapa na Mão

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    • Por Lljj
      Continuando com a série Meus Jeans Viajantes*, trago a citação-tema desta semana. Prontos? Então vamos lá!
      Comecei a arrumar as malas... Ou melhor, as mochilas.

      Meses atrás, quando aprendi sobre a utilidade das mochilas-cargueiras, fiquei alucinada com a quantidade de marcas e modelos. Devo o aprendizado – e parte da loucura – aos tópicos do fórum Mochileiros.com. Meu processo de pesquisa era mais ou menos assim: buscava as mochilas com melhores avaliações em sites → escolhia a marca que trazia mais vantagens → procurava um modelo que se adequasse à minha viagem → escolhia a mochila → pesquisava os comentários sobre ela no fórum → achava uma penca de opiniões negativas → voltava a pesquisar…
      Quanto mais demorava para escolher, mais informações – e dúvidas – surgiam para me atormentar. Fiquei presa nesse círculo de pesquisa e indecisão até meados de maio, quando optei por um modelo Escape da Quechua, adaptado ao corpo feminino.

      Um peso saiu das minhas costas ao fazer o pedido no site da Decatlon. Recebia as atualizações de entrega sentindo a expectativa de um pai que vai encontrar seu filho – sim, sou exagerada. Quando a mochila foi enviada para a loja em que seria retirada, estourou a greve dos caminhoneiros. A pobrezinha ficou presa em alguma BR; eu fiquei tipo assim:

      Os dias se encheram de arrependimento, angústia e tensão enquanto eu ligava de hora em hora para a loja. Ninguém conseguia dar perspectivas de entrega. Quase quinze dias depois de ter feito o pedido, liguei para a central de atendimento solicitando o cancelamento da compra. Dada a situação do estado, que na época estava caótico com a falta de combustível, as lojas aceitavam cancelar até os pedidos fora do prazo. Porém a atendente me ofereceu outra opção: ela transferiria o pagamento para uma mochila que já estivesse no estoque da loja, assim eu só precisaria ir buscar. Enxergando a luz no fim do túnel, topei. Só que essa luz, na verdade, era um trem que vinha na minha direção, pois a mochila não estava no estoque.
      Foi isso o que ouvi quando cheguei na loja. Era noite, tinha ido direto do trabalho, e corria o risco de não encontrar ônibus para voltar para casa. O desespero bateu com força, ainda mais ao constatar como as prateleiras estavam vazias e os corredores desertos. Mesmo assim, pedi que fizessem uma busca mais apurada, até me candidatei a ajudar. Era meu suado dinheirinho que estava em jogo.
      O sistema apontava duas unidades no mostruário, porém ninguém encontrava as mochilas. Por mais vazia que estivesse, a loja ainda era enorme, e operava com um número reduzido de funcionários – o pessoal não conseguia chegar aos trabalhos.
      A atendente me deu carta branca para participar da procura. Desembestada, sai pelos corredores. O cenário lembrava um filme distópico, daqueles pós terceira guerra mundial, no qual os mercados estão revirados e abandonados às traças. Na seção Montanha, as poucas mochilas restantes estavam misturadas entre si. Olhei uma por uma e nada. Olhei de novo para ter certeza. Nada. Mais uma vez por desencargo de consciência. Continuou o nada.
      Vencida, cansada e com fome, retornei para a frente da loja. Pensava em cancelar aquela merda de vez quando um manequim atraiu minha atenção. Sim... no manequim! Uma das mochilas estava apoiada nas pernas, a outra, tombada no chão. Catei as duas num desespero que parecia haver quinhentas pessoas disputando comigo a posse delas. Carreguei aqueles trambolhos até a recepção. Fiquei com uma, que abracei como um bebê até chegar em casa.
      Ok, nessa altura do campeonato, ainda lembra da citação-tema dessa postagem? Pode voltar lá em cima se quiser conferir. A moral disso tudo é que eu continuo tentando e espero continuar sendo poupada.
       
      *Série de postagens inspirada em citações da quadrilogia A Irmandade das Calças Viajantes. Posts anteriores disponíveis no blog www.lljj.com.br.
      Texto original em: https://www.lljj.com.br/2018/07/uma-historia-para-levar-na-mochila.html
    • Por Astrolábio Trip
      Manaus, conhecida como o Coração da Amazônia – a maior Floresta Tropical do Mundo, é a capital do estado do Amazonas. Teve seu crescimento econômico durante o Ciclo da Borracha, com a extração e comercialização do látex para a produção de borracha. Conhecer Manaus foi surpreendente cultural e naturalmente falando. É um destino que deveria ser muito mais divulgado dentro do nosso país, cheio de riquezas naturais e por isso torna-se perfeito para o ecoturismo.
      Como chegar: Aeroporto Internacional de Manaus – Eduardo Gomes. Algumas empresas oferecem transfer quando são reservados passeios com antecedência; táxi e uber, que foi a minha opção ( R$ 23,00 até o centro de Manaus, onde estava hospedada).
      Onde ficar: Há hóteis para todos os tipos de gostos e bolsos. Tive experiências em dois hotés diferentes: um na região central, praticamente ao lado do Teatro Amazonas e um na Praia da Ponta Negra. Foram experências bem diferentes, o mais Central me permitia ir à muitos lugares andando tranquilamente. Já o da Ponta Negra , tinha uma excelente estrutura, com piscinas e uma área incrível, porém era necessário pedir uber para me deslocar para o centro e o valor da corrida saía em torno de R$24,00.
      O que fazer em Manaus:
      Teatro Amazonas : Foi inaugurado em 1896, no auge do Ciclo da Borracha e é o prédio histórico mais suntuoso de Manaus. Sua cúpula foi trazida de Paris e possui belíssimas pinturas no interior, inclusive a pintura quando olhamos para o teto temos a impressão de estarmos sob a Torre Eiffel. Não deixe de fazer a visitação guiada para conhecer mais. Fica no Largo de São Sebastião.
      Visitação: De terça a sábado, das 9h às 17h; e domingos e segundas-feiras, das 9h às 14h . Entrada: Gratuita para pessoas nascidas no Amazonas. Ingresso a R$ 20 inteira. As visitadas guiadas duram geralmente 1 hora.
        Palco do Teatro Amazonas   Passear pelo Largo de São Sebastião – Largo onde se encontra o Teatro Municipal , a Igreja de São Sebastião e o monumento de Abertura dos Portos . É cercado por bares, restaurantes de tacaca e peixes da região, cafés e sorveterias. As construções antigas foram recuperadas e muitas abrigam esses bares. Há geralmente apresentações teatrais e shows gratuitos ao ar livre. Um bom lugar para curtir o dia e a principalmente a noite .
        Monumento de Abertura dos Portos   Mercado Municipal Adolpho Lisboa – Tem uma arquitetura em estilo Art Nouveau que se destaca no Centro Histórico de Manaus. Foi reinaugurado em 2013, após restauração e voltou a ser mais um dos belos espações da cidade. No mercado você encontra diversos tipos de produtos regionais como artesanatos, bebidas, medicamentos tradicionais, peixes. Há também uma área com restaurantes e lanches. O mercado fica em frente ao Porto de Manaus.
        Mercado Municipal Adolpho Lisboa   Praia de Ponta Negra : É uma praia de rio localizada no bairro da Ponta Negra, às margens do rio Negro, localizada a 13 km do Centro da cidade. Além de ser um ponto turístico, a Ponta Negra é um dos bairros mais nobres de Manaus. Possui uma infra-estrutura que a transformou, em um dos principais pontos turísticos da cidade e ponto de encontro de pessoas de todas as idades.
        Praia de Ponta Negra          Está gostando? Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip, em nossa Fanpage Astrolábio Trip e no Canal do Youtube Astrolábio Trip.
      Bosque da Ciência – INPA : O Bosque da Ciência está em uma área de aproximadamente 13 hectares que foi Projetado e estruturado para promover o desenvolvimento do programa de difusão científica e de educação ambiental do INPA, ao mesmo tempo preservando os aspectos da biodiversidade existente no local. Algumas atrações são: trilhas educativas, tanque de peixe-boi , viveiro de ariranhas , viveiro dos jacarés, lago amazônico. Vale muito a pena a visita para todas as idades. Entrada : 5 reais e está aberto para visitação, de terça à Sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas. Sábados, domingos e feriados de 9 às 16 horas.
        Bosque da Ciência   MUSA – Museu da Amazônia :  Criado em janeiro de 2009, o Musa ocupa 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke. Encontramos no Musa: exposições, lago com lindas vitórias-régias, viveiro de orquídeas e bromélias, lago, aquários e laboratórios de serpentes, insetos e borboletas. Mais o atrativo mais procurado é a torre de observação de 42 metros de altura e 242 degraus que permite uma incrível vista das árvores da floresta. Entrada: 20 reais . Funcionamento: Diariamente (exceto quarta-feira), das 08:30 às 17h (o portão fecha às 16h).
        Pirarucu   Passeio para conhecer Encontro das Águas, Parque Ecológico Janauary, interação com os botos e Tribo indígena: 
             Pegamos uma lancha rápido no porto de Manaus em direção ao Encontro das Águas. O fenômeno ocorre onde o Rio Solimões e o Rio Negro se encontram e correm lado a lado sem se misturar. Isso acontece devido a diferença de velocidade, densidade e temperatura da água entre eles. Após admirar este fenômeno paramos em um bairro flutuante, em um local de criação de Pirarucu com venda de artesanato e “pesca” do pirarucu. Por que pesca entre aspas? Porque não é usado anzol, só um pedaço de madeira com uma linha e é amarrado um peixe na ponta e ninguém consegue puxar os bichos que podem chegar a 100kg. Começamos a subir o Rio Negro em direção ao Parque Ecológico Janauary, onde paramos para almoçar, ver alguns artesanatos e fazer uma rápida caminhada para ver as Vitórias-Régias. Após esta atividade, continuamos no Rio Negro até chegar ao local onde é realizada a interação com os botos. Antes de retornarmos a Manaus, paramos ainda na praia do Toque para fazer uma visita à Tribo Dessana, onde tivemos a oportunidade de ver um pouco dos costumes deles e apreciar uma apresentação de músicas e danças indígenas.
        Hora do Almoço   Passeio com pernoite na Floresta Amazônica:
             Que experiência incrível! Todos que vem a Manaus precisam passar pelo menos 1 noite na Floresta pra sentir essa emoção de estar em plena Floresta Amazônica.
      Ficamos em uma pousada no Rio Juma, e passeamos de canoa para observação de pássaros, botos, pesca de piranha , assistir o por do sol e focagem do jacaré. No dia seguinte, fazemos uma trilha bem tranquila pela floresta observando a fauna e flora nativas.
      Não esqueça de levar repelente, roupa de banho, toalha, sabonete, papel higiênico e quando escurecer passar protetor por cima da roupa também.
        Astrolábio a Amazônia   Visitar as grutas e cachoeiras de Presidente Figueiredo
             A cidade de Presidente Figueiredo fica localizada a 107 km ao norte de Manaus,e podemos chegar de carro a partir de Manaus pela rodovia BR174 que liga a capital a Boa Vista. A cidade é conhecida como a Terra do Cupuaçu e das Cachoeiras. São mais de 100 cachoeiras catalogadas pelo Ministério do Turismo. Começamos nossa visita pela Caverna do Maroaga e depois a Gruta da Judeia. Fazemos uma caminhada de 1:30 a 2hs bem tranquila.  Leia mais em https://astrolabiotrip.com/2018/08/12/o-que-fazer-em-manaus-amazonas/
    • Por filosofiadeviajante
      Buenos Aires pode não ser a 'Meca' da comida barata, principalmente se comparada a algumas cidades asiáticas. A capital argentina, que já foi conhecida por seus preços atraentes, foi assombrada pelo fantasma da inflação, e hoje já ostenta valores similares às grandes capitais europeias. Apesar disso, a cidade não decepciona os pães-duros de plantão (como nós), que fazem qualquer coisa pra manter o budgetno limite.
      A linha de frente da comida barata em BsAs é basicamente composta por pizza, empanada e choripán (pão com linguiça). Apesar da fama, o último não é assim tão fácil de achar, pelo menos na rua, já que a capital não é tão rica em opções de comida callejera.
      Preço justo:espere pagar cerca de ARS30 por uma fatia de pizza de mozzarella ou por uma empanada (qualquer sabor, frita ou assada) e ARS50 por um chori (como é chamado carinhosamente o choripán).
      Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-sN

    • Por Blog Por Onde Eu Vou
      Oii galera!
      Escrevi sobre os principais pontos turísticos em um post lá no blog:  http://porondeeuvou.com/o-que-fazer-em-bruxelas-a-capital-da-europa/
      Mas vou colocar um resuminho aqui também:
      ---
      Finalmente (e infelizmente), após 14 dias de viagem pelos países da escandinávia, chegamos ao último destino da nossa road trip: Bruxelas, que além de capital da Bélgica é também a capital oficial do governo europeu.
      Apesar de ser o nosso último destino desta viagem, foi em Bruxelas que começamos essa aventura. Explico. Foi lá que desembarcamos vindo de Barcelona, alugamos o carro e pegamos a estrada rumo à Amsterdam. Se você ainda não viu esse post, clique aqui. Escolhemos fazer desta forma porque quando desenhamos o roteiro no routeperfect.com entendemos que Bruxelas seria o melhor ponto de chegada e partida do nosso voo.
      Sem saber, chegamos na cidade em um dia especial. Além do festival Tomorrowland, que também acontece no verão, era 21 de julho, Dia Nacional da Bélgica. Lá, este é um dia de muita festa e comemorações. Danças, músicas e muitos, muitos fogos de artifício. Parecia a nossa noite de ano novo, hahaha. Foi lindo de ver!!!
      Chegamos bem cansados já no início da noite. Então, a única coisa que conseguimos fazer foi passar umas horinhas na praça do Monumento de Léopold II para assistir à queima de fogos do Palácio Real e, logo depois, fomos para o hotel. Queríamos estar descansados para o dia seguinte, já que íamos bater perna o dia inteiro pela cidade.
      Pulamos da cama logo cedo e tomamos um café da manhã reforçado no hotel. Depois, seguimos para a praça principal, a Grand Place, onde tínhamos agendado um walking tour pelos pontos mais importantes de Bruxelas.
      Grand Place
      Com certeza, um lugar que merece destaque é a Grand Place. Essa, sem dúvida, é a praça mais bonita de todos os países que já visitamos. Por sua história, ela também é conhecida como a Praça do Mercado, porque era ali o centro comercial da cidade na idade média. É impressionante! Quando me pus exatamente no centro da praça e observei todos os prédios e construções grandiosas ao redor, com detalhes pintados na cor de ouro, eu me dei conta de que nenhuma outra tinha me surpreendido com tanta beleza. Inclusive, o guia nos contou que, para Victor Hugo (o autor), essa era a praça mais bonita do mundo. E ele tinha razão!
      Agora, eu fico imaginando como deve ser ainda mais linda quando ali são montados os tradicionais tapetes de begônias coloridas. Deve ser uma das coisas mais maravilhosas do mundo, hahaha. Já está nos meus planos voltar pra Bruxelas só pra participar de um desses eventos.
      Esses tapetes são criados a cada dois anos, e ficam montados durante 4 dias no mês de agosto. Se você também quiser visitar a cidade durante o evento, veja o calendário com as datas oficiais nesse site aqui.
      Manneken Pis, o mascote de Bruxelas
      O Manneken Pis já é conhecido por todos por ser a maior celebridade de Bruxelas. Essa pequena estátua de 60 cm de um menino pelado fazendo xixi em uma fonte é o principal símbolo da cidade há 400 anos (embora a que esteja na praça seja uma réplica de 1960). Parece um pouco estranho, mas, se você pensar na quantidade de cerveja que se toma por lá, realmente, faz sentido, né? hahaha…
      A verdade é que são muitas as lendas que contam a história do Manneken Pis e o motivo de ele ter se tornado símbolo da cidade. A mais contada, no entanto, diz que, ao urinar, o menino teria apagado um pavio de pólvora que detonaria a cidade. O gesto, então, foi imortalizado na estátua.
      Também existe a versão feminina, a Jeanneke Pis, que surgiu bem depois. Uma estátua que mostra uma menininha fazendo xixi agachada. Ela fica mais escondida, no final da Rue des Bouchers, entre os números 10 e 12, bem em frente ao mais famoso bar da cidade, o Delirium Café (se quiser provar algum dos milhares de rótulos de cervejas belgas, esse é o lugar). Dizem que a estátua da Jeanneke, inclusive, teria sido uma ação de marketing do bar, para atrair turistas.
      Estátua de Everard t’Serclaes
      Como em muitas cidades, Bruxelas também tem uma tradição que diz que, se você quiser voltar a visitá-la, precisa tocar o braço da estátua de Everard t’Serclaes, um cidadão que virou herói ao morrer lutando pela cidade, que fica ao lado da Grand Place. A lenda diz que se você a tocá-la, mais cedo ou mais tarde, você volta. Eu que não sou boba, resolvi garantir, hahaha…
      Les Galeries Royales Saint-Hubert
      Também pertinho da Grand Place estão as Galerias Reais. Um conjunto de lojas e restaurantes reunidos num espaço super bonito. Lá você encontra as principais lojas de chocolates belgas, como Godiva, Neuhaus e Leonidas. E dá até para sentir o cheirinho do chocolate…
      Museu de Instrumentos Musicais de Bruxelas
      Esse é o passeio ideal para quem curte música e tem curiosidade de conhecer instrumentos de diferentes partes do mundo e de vários séculos. Mesmo se você não visitar o museu, uma dica é ir ao terraço do edifício, pedir algo no restaurante e apreciar uma vista incrível de Bruxelas.
      Mont des Arts
      Essa é a região onde estão os principais museus. Também é um lugar perfeito para relaxar entre um passeio e outro, enquanto se admira uma das melhores vistas da cidade. Além disso, é possível encontrar ótimos músicos que tornarão o descanso ainda mais gostoso. Para ter uma vista panorâmica para o Mont des Arts, desça as escadarias que estão ao lado da rua Montagne de la Coudo – a rua do Museu de Instrumentos Musicais.
      Palácio Real de Bruxelas
      Esse é o palácio oficial dos reis da Bélgica, onde se realizam reuniões do chefe do Estado. Porém, não é residência da família real. O prédio tem uma grande importância para o país e simboliza o sistema de governo, a monarquia. As visitas estão abertas somente durante o verão (entre final de julho e início de setembro) e apenas algumas salas podem ser acessadas.
      Parque de Bruxelas
      O parque de Bruxelas está bem na frente do Palácio Real. Ele é super bonito e quebra um pouco a imagem que temos de uma cidade lotada de edifícios. O legal é tomar algo por ali mesmo, em um dos bares que estão dentro do parque.
      Distrito Europeu
      Bruxelas é a capital europeia e, por isso, uma visita ao Distrito Europeu vale muito a pena. Esse é um bairro onde ficam todos os prédios das Comissões Europeias e o Parlamento. Durante os finais de semana a região é bem parada, já que o movimento se concentra durante os dias e horários comerciais. Mas se você tiver tempo e interesse em conhecer um pouco mais sobre o funcionamento da UE, existe um espaço aberto para visitação chamado Parlamentarium, que reúne exposições interativas que conta a história desde o surgimento da UE até os desafios enfrentados atualmente.
      Rota dos quadrinhos
      E você sabia que Bruxelas também é conhecida como a capital dos HQs? Pois é. É de lá personagens famosos como Tintin, Smurf, Lucky Luke, Gaston, entre outros. E pra quem gosta de comics, vale a pena fazer a rota Comic Book Route, que percorre ruas, muros e prédios coloridos com desenhos desses e outros personagens. Veja mais aqui.
      Atomium
      No último dia, já com as malas no carro, fomos visitar o Atomium. A escultura foi construída apenas para a Exposição Universal de 1958, mas acabou ficando e se tornou ícone e cartão postal de Bruxelas. Nas 5 esferas do monumento há restaurantes e exposições temporárias. Como fomos bem cedinho, acabamos não subindo. Conhecemos a região ao redor e, o monumento, só por fora. Para quem quer visitar por dentro, no site oficial é possível consultar as exibições atuais, valores e horários.
       
      As fotos e mais dicas tá o blog: http://porondeeuvou.com/o-que-fazer-em-bruxelas-a-capital-da-europa/
       
       
    • Por carolina L. cadaval
      Bom pessoal , demorei um tempão para fazer esse relato, antes de mais nada quero deixar claro que uma das experiencias mais incríveis da minha vida, nunca tinha feito mochilão e graças a ajuda aqui do site pudemos organizar nossa viajem na medida do possível , descobrir o que fazer lá na patagônia argentina , ver algumas fotos... em fim muitas informações.
      Eu e meu marido resolvemos fazer essa vigem em um dia de que voltamos de uma cidade vizinha, eu estava desempregada e as ferias do meu marido estavam chegando... eu sempre via fotos de Ushuaia no google e achava lindo então resolvemos ver aqui no mochileiro o que fazer na patagônia...lemos alguns relatos por aqui no site e descobrimos a existência de El Chalten e El Calafate! não sei como não sabíamos que existia esse paraíso tão perto! Então montamos um roteiro baseado no que lemos e nas passagens que conseguimos comprar , pois essa nossa decisão de viajar foi 2 semanas antes das férias do meu marido, por tanto, duas semanas antes da viagem. Pois é correria total... comprar roupas, conseguir mochilas emprestadas, botinas, reservar os locais que íamos ficar, mil coisas... mas deu tudo certo e fomos!!!! Fizemos um blog para contar tudo e mostrar muitas fotos!! entra lá e confere, e se tiver alguma duvida nós pergunta por aqui!
          -------->       https://casalnatrilha.wixsite.com/casalnatrilha    <---------
      Mas já adianto que a experiencia de caminhar naqueles bosques lindos, de se superar fisicamente e de ver lugares tão lindos nos viciou , por isso criamos o blog, estamos indo para o peru em setembro!! 
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