É com grande orgulho que comunico o lançamento do meu primeiro livro no mercado editorial brasileiro. Uma conquista não somente minha, mas de todo público mochileiro. Agradeço a todas as pessoas que de certa forma acompanharam minha trajetória no site, pessoas que me incentivaram ao ver minhas postagens no site, como relatos fotgraficos e filosofias de vida ...
Lançamento oficial em dezembro !!!
A autobiografia de um viajante solitário que se aventura por
cânions, montanhas, cavernas, geleiras e afins, a natureza na
sua forma mais intocável. Escalando até mesmo um vulcão em
plena erupção em um terreno completamente hostil e implacável.
Um jovem sem lembranças de sua infância, que há anos não tem
contato com sua família. Hospedando‐se em casas de pessoas que
encontra pelo caminho, fazendo com que, ao decorrer de suas
viagens, pessoas se emocionem com seus escritos e seu modo de
viver. Seu caminho percorrido em meio à busca pelo
desconhecido e a vontade de manter‐se vivo. Mais que uma
simples aventura, uma lição de vida.
1ª orelha
Grata surpresa a que tive ao me debruçar sobre o
protótipo do livro “A Senda e o Aprendizado do
Mochileiro Peregrino”, e me senti tão emocionado
quanto senti nas leituras de Jack London, Jack
Kerouac, Jon Krakauer, Thoreau, Airton Ortiz,
Hunter Thompson e outras centenas de livros de
aventuras, de centenas de autores brasileiros,
estrangeiros, famosos e anônimos que já li nessa
minha doença por viagens.
Mochileiro Peregrino é um jovem autor, uma
espécie de Vagabundo Iluminado, termo utilizado
pelo beat Kerouac nos anos 50, para definir
aqueles loucos jovens, pobres como mendigos,
ricos de espiritualidade e com uma fé que levavam
eles aos céus, ao encontro de seu Deus. Com uma
escrita doce e positiva, tua retórica em prol da vida,
da trilha, da estrada, da natureza nos leva, a no
mínimo, ter muita curiosidade a cerca desta
história, com certeza uma boa novidade no
mercado editorial brasileiro.
Afinal, o que você faria se seu passado não tivesse
sido necessariamente um mar de rosas? Se bem
diferente disso desacertos, desesperos,
decepções fossem os protagonistas do filme da
sua vida passada? Você morreria, simplesmente
desistiria ou procuraria um novo mote para sua
existência, um remédio para sua dor? “A Senda e o
Aprendizado do Mochileiro Peregrino” é uma
injeção de esperança, é como pílulas de
motivação, uma fórmula além do obvio dos livros
de auto-ajuda e relatos de viagens, um guia para
alma.
Leonardo Parente é soteropolitano, jornalista,
especialista em Mídias e Linguagens
Audiovisuais e autor do Livro “De Rolê Pela
América do Sul – Diário de um Mochileiro Baiano.
Desde 1989 é viciado em trilhas, montanhas,
cavernas, vulcões, salares e tudo que brota da
terra e nos faz chorar de prazer e emoção.
2 ª orelha
Mochileiro Peregrino, nascido em 1986.
Reside em São Paulo – Capital.
Atualmente dedica-se a escaladas em
vulcões ativos e/ou em erupção.
Continua hospedando-se na casa de
pessoas e pegando caronas. Quando
perguntado onde está sua família, a
resposta é sempre a mesma: Minha
família são os que me abrigam e minha
casa é onde sou bem-vindo.
Apresentação
Há cerca de quatro anos sem ver minha família, eu poderia dizer que tudo o que eu vivi até aqui me fez ser o homem que sou hoje. Mas, e se eu pudesse voltar para os braços de alguém? E disser a esta pessoa o quanto que a amo, e assim, poder contar tudo o que eu vivi? As únicas palavras que minha mãe me disse, e que marcaram minha vida, foram que ela agradece a Deus por eu não ter lembranças do meu passado. Um dos meus maiores aprendizados na vida é saber que embora muitas pessoas admirem e que gostariam de ter uma vida como a minha, elas jamais suportariam viver o que eu vivo.
Muitas vezes fui chamado de herói, mas não foram poucas as vezes em que fui vilão; muitas vezes fui chamado de anjo, mas não foram poucas as vezes em que demônios me perturbavam; muito fiz o bem, porém não foi pouco o meu mal. Muito amor já busquei nos braços de uma mulher, e nunca encontrei. Como posso ter saudades do que eu nunca tive ? Acredito que seja a mesma resposta, de como posso amar a quem ainda não fui apresentado. Fiz o que achava que tinha que ser feito, e nem sempre fiz a escolha certa. Não aconselho ninguém a fazer o que exatamente eu faço ou fiz, mas aconselho a todos a fazerem o que sentem em seus corações, pois a razão limita o homem, o coração desperta a alma. Grandes feitos não serão obtidos pela razão e sim pela nossa capacidade de acreditar que sim, é possível. Muitos morrerão realizando seus sonhos e outros viverão sonhando, aí esta a diferença entre o querer e o fazer.
Talvez eu não tenha sido mesmo um bom filho, mas me alegro por dizerem que me tornei um bom homem. Vivi e vivo intensamente cada segundo da minha vida, me permiti o máximo possível, e não tive medo de ser o que sou, de fazer o que achava que tinha que ser feito e não tive medo do jugo que cairia sobre mim perante minhas escolhas. Posso não ser — e tenho certeza que não sou — o melhor homem, mas também eu nunca quis ser o melhor em nada, e nem sempre eu quis ser o que sou. Trilhei pelo caminho da vida, mas não foram raras as vezes em que a morte sorriu para mim. Mas de uma coisa eu tenho certeza, nunca deixei de ter amor pelo ser humano, nunca deixei de ter fé em Deus e muito menos deixei de ter esperança em viver.
Tenho realizado feitos que me deixaram orgulhoso de mim mesmo, mas não foram poucos os feitos dos quais me envergonhei. Acredito que em nossas vidas é impossível não ser uma má pessoa em determinado tempo ou situação, estamos sujeitos mais aos erros do que aos acertos.
Aprendi que tem pessoas demais querendo viver, e poucas as quais sabem viver. Poucas pessoas são o que realmente são e admitem o que eram ou o que desejam ser. Estas são as minhas palavras, escritas pela minha vida."
É com grande orgulho que comunico o lançamento do meu primeiro livro no mercado editorial brasileiro. Uma conquista não somente minha, mas de todo público mochileiro. Agradeço a todas as pessoas que de certa forma acompanharam minha trajetória no site, pessoas que me incentivaram ao ver minhas postagens no site, como relatos fotgraficos e filosofias de vida ...
Lançamento oficial em dezembro !!!
A autobiografia de um viajante solitário que se aventura por
cânions, montanhas, cavernas, geleiras e afins, a natureza na
sua forma mais intocável. Escalando até mesmo um vulcão em
plena erupção em um terreno completamente hostil e implacável.
Um jovem sem lembranças de sua infância, que há anos não tem
contato com sua família. Hospedando‐se em casas de pessoas que
encontra pelo caminho, fazendo com que, ao decorrer de suas
viagens, pessoas se emocionem com seus escritos e seu modo de
viver. Seu caminho percorrido em meio à busca pelo
desconhecido e a vontade de manter‐se vivo. Mais que uma
simples aventura, uma lição de vida.
1ª orelha
Grata surpresa a que tive ao me debruçar sobre o
protótipo do livro “A Senda e o Aprendizado do
Mochileiro Peregrino”, e me senti tão emocionado
quanto senti nas leituras de Jack London, Jack
Kerouac, Jon Krakauer, Thoreau, Airton Ortiz,
Hunter Thompson e outras centenas de livros de
aventuras, de centenas de autores brasileiros,
estrangeiros, famosos e anônimos que já li nessa
minha doença por viagens.
Mochileiro Peregrino é um jovem autor, uma
espécie de Vagabundo Iluminado, termo utilizado
pelo beat Kerouac nos anos 50, para definir
aqueles loucos jovens, pobres como mendigos,
ricos de espiritualidade e com uma fé que levavam
eles aos céus, ao encontro de seu Deus. Com uma
escrita doce e positiva, tua retórica em prol da vida,
da trilha, da estrada, da natureza nos leva, a no
mínimo, ter muita curiosidade a cerca desta
história, com certeza uma boa novidade no
mercado editorial brasileiro.
Afinal, o que você faria se seu passado não tivesse
sido necessariamente um mar de rosas? Se bem
diferente disso desacertos, desesperos,
decepções fossem os protagonistas do filme da
sua vida passada? Você morreria, simplesmente
desistiria ou procuraria um novo mote para sua
existência, um remédio para sua dor? “A Senda e o
Aprendizado do Mochileiro Peregrino” é uma
injeção de esperança, é como pílulas de
motivação, uma fórmula além do obvio dos livros
de auto-ajuda e relatos de viagens, um guia para
alma.
Leonardo Parente é soteropolitano, jornalista,
especialista em Mídias e Linguagens
Audiovisuais e autor do Livro “De Rolê Pela
América do Sul – Diário de um Mochileiro Baiano.
Desde 1989 é viciado em trilhas, montanhas,
cavernas, vulcões, salares e tudo que brota da
terra e nos faz chorar de prazer e emoção.
2 ª orelha
Mochileiro Peregrino, nascido em 1986.
Reside em São Paulo – Capital.
Atualmente dedica-se a escaladas em
vulcões ativos e/ou em erupção.
Continua hospedando-se na casa de
pessoas e pegando caronas. Quando
perguntado onde está sua família, a
resposta é sempre a mesma: Minha
família são os que me abrigam e minha
casa é onde sou bem-vindo.
Apresentação
Há cerca de quatro anos sem ver minha família, eu poderia dizer que tudo o que eu vivi até aqui me fez ser o homem que sou hoje. Mas, e se eu pudesse voltar para os braços de alguém? E disser a esta pessoa o quanto que a amo, e assim, poder contar tudo o que eu vivi? As únicas palavras que minha mãe me disse, e que marcaram minha vida, foram que ela agradece a Deus por eu não ter lembranças do meu passado. Um dos meus maiores aprendizados na vida é saber que embora muitas pessoas admirem e que gostariam de ter uma vida como a minha, elas jamais suportariam viver o que eu vivo.
Muitas vezes fui chamado de herói, mas não foram poucas as vezes em que fui vilão; muitas vezes fui chamado de anjo, mas não foram poucas as vezes em que demônios me perturbavam; muito fiz o bem, porém não foi pouco o meu mal. Muito amor já busquei nos braços de uma mulher, e nunca encontrei. Como posso ter saudades do que eu nunca tive ? Acredito que seja a mesma resposta, de como posso amar a quem ainda não fui apresentado. Fiz o que achava que tinha que ser feito, e nem sempre fiz a escolha certa. Não aconselho ninguém a fazer o que exatamente eu faço ou fiz, mas aconselho a todos a fazerem o que sentem em seus corações, pois a razão limita o homem, o coração desperta a alma. Grandes feitos não serão obtidos pela razão e sim pela nossa capacidade de acreditar que sim, é possível. Muitos morrerão realizando seus sonhos e outros viverão sonhando, aí esta a diferença entre o querer e o fazer.
Talvez eu não tenha sido mesmo um bom filho, mas me alegro por dizerem que me tornei um bom homem. Vivi e vivo intensamente cada segundo da minha vida, me permiti o máximo possível, e não tive medo de ser o que sou, de fazer o que achava que tinha que ser feito e não tive medo do jugo que cairia sobre mim perante minhas escolhas. Posso não ser — e tenho certeza que não sou — o melhor homem, mas também eu nunca quis ser o melhor em nada, e nem sempre eu quis ser o que sou. Trilhei pelo caminho da vida, mas não foram raras as vezes em que a morte sorriu para mim. Mas de uma coisa eu tenho certeza, nunca deixei de ter amor pelo ser humano, nunca deixei de ter fé em Deus e muito menos deixei de ter esperança em viver.
Tenho realizado feitos que me deixaram orgulhoso de mim mesmo, mas não foram poucos os feitos dos quais me envergonhei. Acredito que em nossas vidas é impossível não ser uma má pessoa em determinado tempo ou situação, estamos sujeitos mais aos erros do que aos acertos.
Aprendi que tem pessoas demais querendo viver, e poucas as quais sabem viver. Poucas pessoas são o que realmente são e admitem o que eram ou o que desejam ser. Estas são as minhas palavras, escritas pela minha vida."
Editado por Visitante