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julianamulatinho

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  1. Olá, vou à Montevideu em Abril e estou pensando em passar um dia em Punta. Alguém pode me dizer como é a locomoção lá? Tem algum ônibus turístico lá ou a melhor alternativa é mesmo alugar um carro? E o tour das empresas de turísticas, valem a pena, são muito caros? Agradeço qualquer dica!
  2. Renato, Quanto a ficar sem hospedagem, acho bem difícil, pois, pelo que vi, existem muitas pousadas - mas é claro q vc corre o risco de não conseguir a sua primeira opção. Realmente, no caso da Casa de Sol, reparei que o preço da Venebrasil era bem superior ao que eu fechei diretamente com eles. Tente contato com as pousadas por email, sempre é mais confortável já estar com a reserva feita. No mais, boa sorte e excelente estadia no paraíso.
  3. 12/11 a 15/11 Cartagena Acordamos, tomamos café numa pousada bem pé de chinelo quase vizinha a nossa (o que, aliás, não recomendo, café ruim, atendimento péssimo) e pegamos um taxia até o terminal. Apesar de termos chegado um pouco antes das 9hs, só conseguimos passagem para o ônibus de 10hs, que aliás, só saiu as 10:30 (o mais engraçado é que não vi ninguém reclamando do atraso, se fosse no Rio já teria rolado um barraco terrível, mas os colombianos são muito conformados com essas coisas). A viagem até Cartagena foi tranqüila, o ônibus parou em Barranquilla, onde deu para fazermos um lanche. Lá pelas 15hs, finalmente, chegamos em Cartagena!! Chegando á rodoviária de Cartagena, pegamos um ônibus para a cidade amuralhada. O ônibus não deixa lá dentro (não circulam ônibus lá dentro) mas deixa próximo a uma das entradas, peça pro motorista te avisar, você estará próximo quando já estiver na beira mar. No caminho até a cidade amuralhada pode-se observar alguns trechos bem pobres da cidade, muito diferente do que será visto na parte histórica. Quando finalmente entramos na muralha foi relativamente fácil encontrar nossa pousada, chamada Sol de La Índia, fica próxima a Praça do Relógio. É uma pousada pequena, mas aconchegante, e bem limpa, valeu a pena. Após nos acomodarmos e tomarmos banho (nossa, como faz calor naquela cidade), pegamos um mapa na recepção do hotel e fomos explorar a cidade percorrendo as ruas sem muito método. A cidade amuralhada de Cartagena lembra um cenário de novela de época, percorrer suas ruas é uma experiência inesquecível. Na primeira noite, fomos ao Café Del Mar, tentar ver o famoso por do sol, mas, infelizmente, choveu um e as nuvens cobriram o sol (o que aliás, aconteceu todos os dias em que estivemos lá). Nos dias que se seguiram, tratamos de aproveitar Cartagena, fomos a vários museus, nosso preferido foi o Museu Naval, conhecemos também o Castillo San Felipe (que fica fora das muralhas mas dá pra ir andando). Em um dos dias fizemos um walking tour, que foi bem legal, mas infelizmente não lembro o preço – foi o próprio dono da pousada que nos indicou a guia. Em relação à comida, existem restaurantes para todos os bolsos, e há tam um waffles and crepes muito legal. Para economizar, é melhor levar mais dinheiro em espécie, nós acabamos fazendo 2 retiradas em caixa eletrônico porque muitos restaurantes mais baratos não aceitam cartão. Valeu muito a pena ir a Cartagena, voltaria com certeza. No dia 15 de novembro, fizemos um late check out, pegamos um táxi e fomos pro aeroporto. Próxima parada: Medellin Passagem Santa Marta - Cartagena Estadia 3 diárias (com café da manhã) R$ 300,00 Cartagena-Medellin – R$ 330,00 (despegar)
  4. Pedro, De qq forma, não deixe de pedir um desconto ao José, quando nós começamos as negociações ele tava cobrando diária 125 doletas por casal, mas no fim fechou com desconto. Boa sorte!
  5. Santa Marta Gastos: estadia Hostel Solymar R$ 176,00 parque Tayrona R$ 80,00 (entrada do parque + passagem, não anotei separado) Preços para 2 pessoas
  6. 10/11 a 12/11 Santa Marta – Parque Tayrona O táxi nos deixou na pousada (fiquei com medo de sair caro, pois do tal trevo até o hostel Solymar era bem longinho) mas custou só 6 mil pesos, aproximadamente 6 reais. Esse hostel parece mais um hotelzinho mesmo e o quarto é bem legal, super limpo, com ar condicionado (indispensável, Santa Marta é super quente). Jantamos no restaurante em frente ao hostel e caímos na cama rezando para que a chuva parasse (afinal, ir ao Parque Tayrona com chuva ia ser furada total). No dia seguinte, acordamos e fomos abençoados pelo sol. Tomamos café numa lanchonete próxima, fizemos check out, deixamos as malas na pousada e fomos só com uma mochila leve para o Parque Tayrona. Pegamos um táxi até o mercado onde saem os ônibus para o parque, demos uma paradinha em um caixa eletrônico, e mesmo assim a corrida ficou super barata, acho que 4 mil pesos. Chegando no mercado, pegamos o ônibus quase imediatamente, e, após uma pequena viagem, estávamos na entrada do parque. Logo na entrada do parque há um grande mapa e o funcionário nos mostra as principais atrações, depois pagamos a entrada e fomos encaminhados para uma van que nos leva pela primeira parte do trajeto, nos deixando em um local onde é possível pagar para carregarem sua bagagem em mulas e até alugar uma para ir cavalgando. No nosso caso, que só tínhamos mochilas bem leves, não foi preciso nada disso. A trilha até arrecifes é bem leve para quem está acostumado a caminhas. Vá de tênis porque há muita lama no caminho, mas a maior parte do terreno é plana. É uma trilha muito bonita, pois a floresta parece muito bem preservada e é possível visualizar árvores imensas. Um pouquinho antes do fim dessa trilha, há uma placa indicando a localização do camping Don Pedro, que é o mais barato do parque. Foi lá que nós almoçamos e decidimos ficar. Alugamos uma barraca para passar a noite (12 mil pesos por pessoa, eles dão a barraca com o colchão e travesseiros – tudo bem simples) e fomos fazer as trilhas. Nesse dia, conseguimos fazer a trilha até a praia nudista, passando pelo Cabo San Juan que tem a praia mais bonita do local (pelo menos das que eu vi rsrs). Na praia do cabo há um camping que tem uma vista muito linda, ficamos com muita vontade de dormir por ali, mas não dava tempo de irmos buscar as coisas no outro camping. Por volta das 16:30, conforme orientação dos funcionários do parque, começamos a fazer a trilha de volta e chegamos ao camping pouco antes de escurecer. A nossa idéia era fazer mais trilhas no dia seguinte (como não chegamos cedo ao parque, não deu pra ver algumas praias), mas meu esposo não dormiu nada nessa noite, por conta do calor absurdo que fazia. Daí, no dia seguinte, ele estava sem a menor disposição para trilhas, de forma que tomamos café e voltamos para Santa Marta. Em Santa Marta, voltamos à pousada para um novo check in, pois só iríamos no dia seguinte para Cartagena e saímos para conhecer a cidade. Demos uma volta pela orla, onde almoçamos, vimos algumas igrejas e praças (Santa Marta é uma cidade bem cuidada e bonita) e resolvemos ir ao terminal de passageiros verificar os horários de ônibus para Cartagena, afinal aprendemos algo com o chá de cadeira que tomamos em Mérida hehehe. O terminal, verificamos que, apesar do primeiro ônibus só sair as 9hs, há ônibus de hora em hora para Cartagena. Na volta do terminal, passamos em um shopping só por curiosidade mesmo, era bem bonita, mas não encontramos nenhuma pechincha. Nessa noite, fomos até uma praça, onde rola o “agito” da cidade. Estava rolando um jogo da Colômbia, então até que havia algum movimento sim, mas nada demais. Tomamos um drink cada um em um barzinho bonitinho, que não tinha nada para comer, então resolvemos ir até a orla caçar um restaurante. Na orla de Santa Marta existem vários restaurantes, mas nem todos aceitam cartão, outros já não estavam servindo comidas, só bebidas, enfim, acabamos achando um que ainda estava servindo, comemos umas empanadas e bebemos cerveja, já ansiosos pelo próximo destino: Cartagena.
  7. Pedro, A pousada foi 625 por casal mesmo. É bem mais barata do que as mais famosas que costumamos ver pela net. Não tenho o email do José (dono da Casa de Sol) mas tenho o contato dele no face https://www.facebook.com/profile.php?id=100001259943497 A única desvantagem da pousada é mesmo não ter um gerador capaz de manter o ar condicionado em funcionamento qdo falta luz. Então prepare-se para acordar no meio da noite sufocando de calor, mas em geral a energia volta logo em seguida e tudo se resolve. A comida é maravilhosa. E considerando a diferença de preço, valeu muito a pena. Lá em Los Roques existem muitas pousadas, e, apesar de não ter pesquisado qdo estava lá, é muito provável que existam outras pousadas com preço similares a Casa de Sol, acontece que a maior parte não possui contatos pela net (ou pelo menos não respondem os emails) e eu fiquei preocupada de chegar lá sem reserva. A passagem comprei pela Venebrasil mesmo, foi o melhor preço q encontrei na época.
  8. julianamulatinho respondeu ao tópico de jmohor em Venezuela
    Irene, Estive lá em novembro, esse é meu relato: 21-ou-melhor-22-dias-entre-venezuela-e-colombia-t62803.html . Ainda tá faltando a parte da Colombia, mas já tem Los Roques...
  9. 6 a 9/11 – Mérida Chegamos em Maiquetia e imediatamente pegamos um táxi para o terminal La Bandera, com intenção de pegarmos um ônibus diretamente para Mérida. O taxista sugeriu procurarmos primeiro em outra estação, próxima ao La Bandera, onde, segundo ele saem ônibus mais novos, mas nesse local não havia mais passagem, de forma que fomos mesmo para o La Bandera. No terminal, descobrimos que não havia mais passagem para Mérida, o último ônibus saía às 18:30 e já eram 19hs (de qualquer forma, parece que as passagem se esgotam cedo). Conversando no local, nos informaram que era possível pegar um ônibus para “Vigia” e de lá pegar outro para Mérida, pois são cidades muito próximas. Foi o que nós fizemos, e deu tudo certinho. O ônibus era confortável e fomos dormindo bem. Há uma parada na estrada, onde se pode fazer um lanchinho e depois o ônibus segue direto até a estação de Vigia, onde embarcamos quase que imediatamente em outro ônibus, agora sim, para Mérida. Acho que a viagem durou pouco mais de uma hora e chegamos ao terminal de passageiros de Mérida. No terminal, pegamos um táxi até a pousada Guamanchi – indicação que peguei aqui no Mochileiros.com. Fica quase em frente a praça las heroinas onde funcionava o teleférico (que está em obras a séculos). O quarto é limpo, a cama confortável, não há ventilador ou ar condicionado nos quartos, mas a noite é fresca mesmo em novembro. Na mesma rua, existem várias pousadas e hostels, de vários preços e níveis de conforto. Quando estávamos nos dirigindo para a pousada, conhecemos um venezuelano que tem uma agência de turismo em frente a praça, foi com ele que fizemos câmbio (1 USD = 7,90 bol). Ainda em Los Roques, nos falaram que o parque “Venezuela de antiayer” era muito interessante, indicação que também recebemos do taxista que nos levou a pousada. Assim, quando meu esposo foi fazer o câmbio, ele perguntou pelo tal parque ao cambista e fechou com ele mesmo uma ida lá na mesma tarde (depois descobrimos que o parque não é tão longe e ficaria mais barato e mais simples combinar direto com qualquer taxista). Então, por volta de 13hs, pouco depois de tomarmos banho e deixarmos nossas coisas na pousada, fomos para o parque. Sinceramente, foi um passeio meio sem graça. O parque Venezuela de antiayer procura mostrar com era cada estado da Venezuela há décadas atrás, mas nós achamos as atrações desinteressantes. O mais legal foi uma demonstração de tourada, na qual eles faziam alguns turistas protagonizarem o “espetáculo” e meu esposo foi convocado para ser o “toureiro” – chorei de rir. Almoçamos lá pelo parque mesmo e o táxi nos pegou às 17hs (por volta das 16:30 já tínhamos percorrido o parque todo, mesmo tentando andar bem devagar, então o jeito foi esperar). A noite jantamos em um dos restaurantes na rua da pousada, uma pizza gostosinha, o lugar não tinha muitas opções de comida e menos ainda de bebida, achei meio fraquinho, mas olhamos o cardápio de vários e era tudo parecido. Mais tarde, fizemos nossa contabilidade, e decidimos ficar o dia seguinte conhecendo a cidade e ir embora logo ao início da noite, pois a essa já não tínhamos tanto dinheiro e só queríamos sacar grana na Colômbia, pois o câmbio oficial da Venezuela mata qualquer cristão. Então, no dia seguinte, acordamos e fomos conhecer a cidade. Esse é um dos arrependimentos que tenho da viagem, pois deveríamos ter feito o passeio pelos páramos, pois a cidade se revelou sem maiores atrativos. A sorveteria famosa pelos inúmeros sabores de sorvete estava fechada, então percorremos as ruas vendo as igrejas e praças. O teleférico continua em obras. 9 a 10/11 Mérida-Maracaibo-Maicao- Santa Marta (Colômbia) Por volta das 17hs, voltamos para a pousada, pegamos as malas que tinham ficado guardadas lá, e fomos para o terminal de passageiros, com o objetivo de começarmos a peregrinação rumo a Colômbia. Chegando ao terminal, descobrimos que só havia passagem para o ônibus de 22:30, e ainda assim, eram as últimas duas. Compramos imediatamente e esperamos longamente no terminal (passamos o tempo vendo um DVD que compramos por lá rsrs). Então fica aí o aviso, só há 4 ônibus na linha Mérida-Maracaibo (não há ônibus direto para Maicao), são dois pela manhã e dois pela noite, a passagem só é vendida no mesmo dia. Antes de entrar no ônibus, é preciso pagar uma taxa de saída no corredor do terminal, é bem baratinha, mas não lembro o valor exato, não esqueçam de pagar, porque antes do ônibus sair, um funcionário verifica os comprovantes. O trecho Mérida-Maracaibo foi feito por um ônibus confortável, mas extremamente gelado, quando parou peguei minha mala e coloquei o maior casaco que eu tinha e mesmo assim continuei congelando. Tirando o frio, a viagem é tranqüila e chegamos em Maracaibo por volta das 6hs da manhã. Em Maracaibo logo que descemos do ônibus fomos abordados por uma pessoa oferecendo vaga para viagem até Maicao por 80 bolívares. Era uma dessas “busetas” venezuelanas, super velhas, mas na falta de alternativa, fomos assim mesmo. Ficamos horas esperando a bendita buseta encher para poder sair. Só depois descobrimos que seria possível também pegar um carro por 100 bolívares, mas aí nossas malas já estavam devidamente guardadas na buseta embaixo de dezenas de outras e o jeito foi esperar. A viagem para Maicao é uma verdadeira experiência antropológica. A cada 20 minutos a buseta é parada pela polícia. Por alguma razão, alguns venezuelanos não possuem os documentos necessários para viajar (os caras não tem RG, não me pergunte o motivo). Então, toda vez que a polícia para, esse pessoal, que “não tem os papéis”, tem que soltar uma propina. Em alguns trechos da viagem, o motorista da nossa buseta fazia esses pessoas embarcarem em outros veículos, onde eles iam escondidos por alguns trechos, assim não tinham que pagar a tal propina, mas eles sempre acabavam sendo devolvidos para nossa buseta. Em algumas das paradas, os policiais queriam ver as bagagens, daí todo mundo que tinha bagagem tinha que pagar propina (uma verdadeira loucura, levem trocados, porque senão seu dinheiro se esgota antes de chegar a fronteira). Um pouco antes do posto de imigração, paramos para pagar um taxa de saída da Venezuela. Na fronteira propriamente dita, tivemos que apresentar esse comprovante para recebermos o carimbo no passaporte. Logo à frente, existe o posto de imigração da Colômbia, onde apresentamos nossos passaportes e recebemos nosso carimbinho. Voltamos para a buseta e uns 20 minutos depois, finalmente, estávamos em Maicao. Logo depois de pegarmos nossas bagagens, fomos fazer câmbio e encontrar um ônibus para Santa Marta. Fomos abordados por uma pessoa oferecendo o ônibus para Santa Marta, no qual embarcamos imediatamente, inclusive almoçamos dentro dele – os restaurantes do terminal servem dentro do busão uma quentinha razoável. Só depois que o ônibus já tinha saído do terminal foi que o motorista nos explicou que o tal ônibus não ia até o terminal de Santa Marta, apenas nos deixaria no trevo de entrada da cidade. Ficamos muito preocupados, pois o ônibus saiu lá pelas 14hs, logo sabíamos que só chegaríamos à noite na cidade, por isso ficamos temerosos de sermos largados no “meio da estrada” – mas não havia muito a ser feito, pois já estávamos no “meio da estrada” heeh. Enfim, apesar do susto, quando chegamos finalmente ao tal trevo, havia alguns táxis esperando (o que na ocasião era imprescindível, além de ser noite, chovia muitooo) e entramos imediatamente em um. De qualquer forma, fica o aviso, se estiverem indo de Maicao para Santa marta, certifiquem-se de que o ônibus irá até o terminal de passageiros. Preços para um casal: táxi maiquetia- la bandera 200 bol Mérida estadia Guamanchi 200 bol Merida-Maracaibo 180 bol Maracaibo-Maicao 160 bol Maicao-Santa Marta 50 mil pesos
  10. Planilha de custos de Los Roques (valores para um casal): Estadia - Posada de Sol USD 625 pernoite Maiquetia - Catimar - USD 70 jantar e café da manhã* R$ 75,00 Maiquetia-Los Roques-Maiquetia USD 560 Los Roques - passeios* R$ 370,00 Los Roques - cava* R$ 150,00 Tx Los Roques* 300 bol Tx aeroporto Maiquetia* 130 bol *Valores aproximados, não anotei e estou me baseando na minha memória - que não é das mais confiáveis
  11. julianamulatinho respondeu ao tópico de jmohor em Venezuela
    Pessoal, Acabo de voltar de uma viagem entre Venezuele e Colombia. Como esse site ajudou demais, não podia deixar de colocar o relato, como envolve mais que Los Roques, coloquei em outro local, mas segue o link (ainda estou escrevendo): 20-ou-melhor-21-dias-entre-venezuela-e-colombia-t62803.html#p656913

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