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l.vianna

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  1. Voltei hoje de lá e confesso que não queria vir pra casa não...amei Cartagena demais. Sem dúvidas, é minha cidade preferida da Colômbia (pelo menos dentro das que eu visitei). Estou preparando o relato mas enquanto ele não sai, fiquem com as fotos, no facebook, que eu deixei públicas: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10151335453280523.821076.878405522&type=1
  2. Hmm, curti Baru. Como que é o esquema lá? Barco que sai do porto também ou por terra? Dura o dia inteiro, o passeio?
  3. Isso, El Viajero. Haha. Cismei de falar o nome errado, credo. Já tinha lido sobre ir direto ao porto. Mas ok então, barco pequeno it is. Não vou a San Andrés. Pelo menos não desta vez. Faço o snorkel mesmo assim ou nem vale a pena?
  4. Estou indo para a Colômbia daqui a dois dias. Vou passar 3 em Cartagena. Estarei sozinha na maior parte da viagem e espero fazer amigos nos hostels. Já reservei o El Viajante. Alguém já ficou lá e sabe me dizer se é animado, se dá pra conhecer bastante gente pra me fazer companhia? Também tenho uma dúvida sobre o passeio à Isla del Rosário. Li para evitar o barco grande porque demora muito e enjoa. E depois li que o pequeno bate muito e é pior para conversar com as pessoas. O que vocês pensam sobre isso? Obrigada, gente. Beijos, Lívia.
  5. Foi exatamente o que meu amigo pensou sobre o Grey e o Perito Moreno! Eu também confesso que pensei, ainda mais com o cansaço mas queria terminar o W. Fazê-lo em 3 dias teria sido sensacional. Nossa, essas moscas que seguem são péssimas! Às vezes eu me irritava e começava a xingá-las. O pior foi quando uma delas cismou de querer entrar no meu ouvido no alto de um precipício. Acho que foi na subida das torres. Também tive esse problema com o chuveiro do Paine Grande. Na volta do Francés, não esquentava por nada e desisti. No dia seguinte de manhã ficou quente, ainda bem! Gente, uma dúvida que eu tenho...eu só fui até o Mirador Las Torres, nem me toquei na hora que ainda tinham o vale do silencio e do asencio depois. Alguém foi lá? Tem o que ali? Vale muito à pena?
  6. Nossa, não nos encontramos por pouco então! E seu pai, aguentou bem? Achei Ushuaia uma cidade tão pais, tão casal...recomendei que meus pais vão um dia, acho que eles iam gostar. Os passeios são tranquilos, os restaurantes ótimos...mas enfim, deixa que isso posta no fórum de Ushuaia depois.
  7. Ah, que bom saber que fiz o mais bonito. E com o tempo maravilhoso, ainda por cima! (acho que no total, foram só 3 dias de tempo ruim na viagem toda). E ainda peguei muitas vistas bonitas andando de carro pelo parque. Esse acampamento que eu fiquei (acho que é campamento de la hosteria pehoé) era mais cara mas tinha uma infra estrutura legal e tinha uma vista linda pro lago. Quanto aos bichinhos...eu os vi em toda parte, por isso não comentei de nenhum lugar específico. Lá tem uns bichos muito estranhos. Uns mosquitos mutantes gigantes, umas abelhas gordas imensas. Nunca tinha visto. Pelos comentários dos gringos, o Chileno é caro demais pelo que oferece. Lembro que pensei em fazer xixi porque a gente tá bebendo água toda hora na trilha mas era 1 dólar só pra usar o banheiro. Ah vá! Aliás, por falar em banheiro, no dia que eu peguei a tempestade louca em Chaltén, na Laguna de Los Tres, eu entrei na barraca, tirei a roupa molhada, comi e fiquei lá morrendo. Quando eu deitei tive vontade de fazer xixi - não fazia desde que tinha acordado, ainda no Capri. Chovia muito e o banheiro era longe e resolvi aguentar de manhã. Não sei como consegui ficar mais de 24h sem fazer xixi. A médica em mim temeu por uma infecção urinária. Haha. Quando chegamos ao Paine Grande, eram 10:30 da manhã. Montamos tudo e já saímos pra trilha. Só voltamos 22h. Ninguém nos cobrou. Acho que demos sorte então. Olha, 120 reais é caro mas pra dentro do parque não achei absurdo. Claro, dependendo do que viesse. Em Ushuaia, eu paguei uns 280 pesos por uma salada caprese, um prato de bife de chorizo com papas fritas, uma sobremesa (bombon de calafate, que é um sorvete com cobertura dura de chocolate) e uma taça de vinho ou uma quilmes. Nos pratos, também tinha opção mas não lembro agora qual era. Era um dos únicos lugares abertos. Não sei se pela companhia ou pelo excesso de vinho mas eu adorei meu ano novo, foi bem animado. Voltamos às 5 da manhã pro albergue.
  8. Eu também achava isso mas na ida, vindo da Argentina, eu segui as placas pro parque. Tínhamos um mapa que a mulher que alugou o carro pra gente deu. Eu perguntei como fazia pra chegar ao parque depois da fronteira e ela disse que era logo depois. Na fonteira, pedimos informação aos guardas chilenos e eles nos apontaram por Natales mesmo. Eu achei estranho mas onde deu. Na volta, voltamos pelo mesmo lugar.
  9. Marina, devo insistir que não é necessário mesmo. Eu não tinha experiência nenhuma com trekking e me saí muito bem. Inclusive vi várias famílias com crianças de 4, 5 anos. Não sei informar a respeito de guias mas eu vi um grupo de americanos com um guia em Torres del Paine. Em El Chaltén não me lembro de ter visto nenhum. Minha sugestão seria você mandar um email ou pro centro de visitantes ou pro seu albergue perguntando.
  10. Oi, gente. Voltei de viagem há 2 dias e vou contar como foi minha estadia em El Chaltén. Tinha alugado todos os equipamentos de camping em El Calafate, por 55 dólares (3 dias). Fomos pra Chaltén no dia 25/12 e rolou uma mega festa no hostel no Natal e no dia 25 não acordamos pra pegar o ônibus das 8h. Tivemos que pegar o das 13h, o que basicamente, nos ferrou. Chegamos à cidade lá pelas 17h e depois de pararmos no centro de visitantes pra receber informações, o ônibus pára da rodoviária. Não sabíamos que ele ia até o Rancho Grande e por isso descemos lá. Ao sermos informados que deveríamos andar 30 min antes do começo da trilha com as mochilas, resolvemos pegar um táxi, que saiu por 10 pesos. Como já estava tarde, só conseguimos chegar até o acamapamento da Laguna Capri (2h de subida), armar a barraca, comer e dormir pois a essa hora já estava quase escuro. No dia seguinte, fomos até o Poincenot, armamos acampamento, almoçamos e fomos sem carga até a Laguna de Los Tres. Acontece que começou a maior temporal e foi justamente nesse dia que resolvi sair pela primeira vez sem a calça impermeável. Minhas roupas - inclusive a calça térmica - ficaram encharcadas. A bota também. Ninguém subia além de nós dois, só víamos gente descendo. A chuva e o vento estavam bem intensos e estava bem perigoso de subir em algumas partes, principalmente no final. Cheguei exausta e fazia MUITO frio lá em cima. Além disso, as pedras estavam muito escorregadias e por esses motivos, não tinha como ir à Laguna Súcia e ao Piedras Blancas. Só cheguei ao topo e observei a Laguna - belíssima - de lá. Meu amigo ainda chegou até perto dela mas eu confesso que fiquei com medo e não fui. Foi a única vez em toda a viagem em que não fiz algo por sentir medo. Estava realmente bastante inóspito lá em cima. Voltamos pro acampamento (total ida e volta = 4h) e dormimos. No nosso último dia, estava planejado descer pelas Lagunas Madre e Hija até o Torres e de lá, voltar à cidade pra pegar o último ônibus de volta pra El Calafate. Ficamos com medo de perdermos esse ônibus, que é o último. Se isso acontecesse, prejudicaria muito o nosso roteiro. Além do que, a volta pelo Torres é algumas horas mais longa que por onde viemos (Poincenot e Capri) e não aguentaríamos caminhar tanto com as mochilas. Optamos por voltar pela trilha que subimos no primeiro dia, portanto. Bem decepcionante pois vimos as mesmas paisagens, basicamente. Digo basicamente pois o tempo na volta estava melhor e conseguimos fotos lindas. Voltamos pra cidade com tempo suficiente para um almoço tranquilo no Rancho Grande (um prato generoso de ensopado de cordeiro e batatas fritas + refrigerante por 54 pesos). Ainda pudemos tomar banho pois além do restaurante, há um albergue. De lá, sai às 17:30h, o ônibus que sai às 18h da rodoviária. Descobrimos isso por acaso, não tinha lido essa informação em lugar nenhum. Num balanço geral, é claro que nosso tempo já era curto mas pela sucessão de eventos desafortunados, nos demos muito mal. Com certeza voltarei a esse lugar maravilhoso um dia. Volto aqui pra postar o link do relato completo com fotos. Beijos a todos.
  11. l.vianna respondeu ao tópico de chiconeto em Chile
    Voltei ontem de viagem. Gastei muito mais do que esperava e estou endividada até a alma mas valeu à pena. QUE LUGAR! Vou colocar resumidamente o que fiz e vou escrever o relato completo depois. Como eu já dizia antes de viajar, tive a ideia de alugar um carro, pela falta de tempo. Pra quem puder gastar um pouco mais e tiver pouco tempo, eu recomendo demais!!! Saiu bem mais caro, de fato, porque além do carro, tem a gasolina, os kms extras que pagamos e o voo pra substituir os ônibus mas pude conhecer lugares no parque que não conheceria a pé no tempo que eu tinha. Fora as caminhadas poupadas. Bom, pegamos o carro à noite pra podermos sair de manhã cedo porém tinha esquecido de trocar dinheiro e não tinha nada em pesos chilenos. Bobeamos e perdemos muito tempo nisso porque as casas de câmbio só abriam às 10h. Acabou que só saímos de El Calafate às 10:45h e chegamos em Paine (na portaria da Laguna Amarga) por volta das 17h. A mulher da agência garantiu que o parque era logo depois da fronteira mas andam-se 160km desde a fronteira até lá. Não chegava nunca! Ainda fui mongol de perguntar pro guarda que nos vendeu os tickets de entrada se daria tempo de ir até a base das torres e ele riu da minha cara, óbvio. Perguntou se eu tinha asas. Como teríamos tempo sobrando e nenhuma trilha pra fazer, pegamos o carro e fomos até a Laguna Azul, que é o fim da estrada praquele lado do parque. Tirei fotos ótimas ali, o lugar é bem bonito. Paramos pra fotos na Laguna Amarga e tal e depois fomos até o acampamento da Hosteria Torres. Pode-se parar o carro bem ao lado da barraca, o que deixa tudo mais prático. Comemos, tomamos banho (ótimo banheiro, por sinal), o carinha veio cobrar (PCH 4 mil por pessoa), vimos um por do sol incrível com vista pra torres e dormimos. No dia seguinte, saímos às 9:15h da hosteria las torres. Deixamos o carro lá perto do hotel mesmo e fizemos até o Chileno em 2h exatas, subindo devagar. Paramos pra almoçar no Chileno (salame, torradinhas temperadas, água e uma barrinha de cereal de sobremesa - haha, quanta fartura, não?) e seguimos até a base das torres, chegando lá às 13h. O tempo tava ótimo, muito sol - inclusive, fiquei de regata e não passei protetor. Tô toda descascada agora. O final da subida, aquela parte das pedras, é bem puxada. Não só pela subida em si, mas por eu ter achado bem perigoso. Principalmente na descida, há umas partes de pedra que escorregam. Um guia me ajudou porque meu amigo é pesado e acha que subir devagar é pior porque você precisa dar impulso duas vezes. Bom, eu não consigo subir rápido, não tem jeito. Enfim, o importante é que conseguimos e num tempo bom. OBS: Depois de ter penado pra subir com as cargueiras em El Chaltén, eu definitivamente não teria conseguido fazer essa subida com a minha mochila. Nem até o Chileno! Bato palma pra quem vai até o Camping Las Torres com carga, viu. A nossa ideia era pegar o barco das 18h no Pudeto pra já dormirmos no Pehoé nesse mesmo dia e por isso nem ficamos muito tempo lá em cima e voltamos na correria. Fizemos a subida em 4h e a descida em 3. Acabou que ficamos na cabeça que a hora do catamarã era 18:30 e chegamos atrasados. Saímos 17h da hosteria torres e mesmo assim chegamos umas 18:10 lá no Pudeto. Não fazia ideia que era tão longe. Tinha calculado uma meia hora mas deu bem mais. Cuidado com as distâncias dentro do parque, são bem grandes, dependendo do trecho. A solução foi ficarmos hospedados num camping que tinha ali no lago Pehoé, uns 10km de onde pega o catamarã. Mas antes fizemos alguns passeios de carro ainda. Chegamos a ir até a entrada da trilha pro Salto Grande mas estávamos tão cansados que não aguentaríamos mais 1h de trekking. Esse acampamento da hosteria Pehoé foi o melhor camping que eu já fiquei. Tinha um aparador de vento e chuva no lugar pra armar a barraca, churrasqueira, uma vista linda de morrer e o melhor banheiro da cidade. Mas paga-se caro por isso. 10 mil pesos chilenos por pessoa. Paguei com cartão de crédito, dentro do parque nacional! Sei lá, achei meio bizarro isso, tava no meio do nada e usando minha tarjeta, numa lojinha de souvenirs. Comemos um gnocchi com molho de tomate e queijo parmesão e tomamos um bom vinho de Mendoza. Luxos que o carro pôde nos dar, pois não precisamos ficar carregando esses pesos. No outro dia, deixamos o carro no Pudeto e pegamos o catamarã de 9:30h. O embarque começa às 9:15h e faz-se uma micro trilha pra chegar até lá. Mas muito micro mesmo. O acampamento Pehoé é bem na cara do porto mesmo. Montamos tudo e às 11h saímos pra fazer nossos 25km de trilha, o dia mais puxado de toda viagem. Pehoé-Italiano fizemos em 2h. Paramos meia hora pra almoçar e em mais 3:30 estávamos no mirador do Vale do Francês, indo bem devagar e parando muitas vezes para fotos. Gente, sério, nesse ponto eu não sabia como ia voltar porque estava bastante cansada mas vale muito a vista. Toda a subida tem-se vistas lindas. Eu tirei trocentas fotos mas nenhuma corresponde à beleza do lugar. A vista é de 360 graus. De tirar o fôlego. Ficamos com medo de anoitecer no meio do caminho e engrenamos a quinta até o Italiano. Paramos um pouco pra descansar e pra um xixi. Tinha um grupo grande de pessoas que foi até lá e não tinha vaga pras barracas deles. Eles não sabiam se voltavam ou se iam até o Pehoé. Deu muita pena. Eu sugeri pra eles irem até o Pehoé porque 1) voltar é foda, dá mó sensação de fracasso e 2) O trecho Italiano-Pehoé é a trilha mais fácil do parque! Bom, não sei o que foi feito deles mas nós prosseguimos e chegamos ao acampamento às 22h, já escurecendo mas ainda claro e com 11h de caminhada, eu parecia uma velha me apoiando no meu bastão de trekking, não conseguia dar um passo. Comemos só uma sopa, não deu tempo de cozinhar mais que isso porque o comedor tava fechando, já tava muito tarde. Tentei tomar banho mas não tinha água quente. A água tava gelando a alma. Sem chance. Medo de pegar pneumonia ou algo pior. Fiz o que pude com os baby wipes mesmo. C'est la vie. Ah, ninguém cobrou o camping! É de graça e eu não sabia? O nosso último dia seria só a volta porque às 10h tínhamos que pegar o catamarã pra dirigirmos até Calafate e pegarmos o voo pra Ushuaia. Bem corrido. Eu tinha pensado em sair às 5h da manhã pra fazer um bate-volta ao mirante Grey, a única perna que faltava do W. Até acordei mas minhas pernas doíam horrores do dia anterior e vi que seria impossível caminhar daquele jeito. Fora que meu amigo já disse que eu iria sozinha, que não tinha chance dele ir. Haha. Voltei a dormir e quando acordei, às 8 ou 9, já tava me sentindo em condições de caminhar mas não tinha tempo. Fiquei muito triste de não ter ido. Foi mó correria na volta. Fui dirigindo do Pudeto até Puerto Natales o mais rápido que pude mas ainda paramos algumas vezes pra fotos. Passa-se por muitas vistas deslumbrantes. Umas das minhas melhores fotos são desse trecho. Paramos pra um almoço rápido em Natales e trocamos no volante. De lá até Calafate, foi velocidade 5 do créu pra chegarmos a tempo mas deu tudo certo. Minhas impressões de Torres del Paine: que lugar sensacional! Não é barato ir pra lá mas compensa cada centavo. Lindo de morrer. Quero voltar um dia. Não em breve porque tenho outros planos mas um dia. Muito obrigada a todos que contribuíram com informações e podem mandar perguntas que vou tentar responder. Depois venho postar o link do relato completo com fotos. Beijos.
  12. Ai gente, meu voo foi cancelado! Estou a espera de um telefonema da Aerolíneas pra saber o horário do meu novo voo. NINGUÉM MERECE!
  13. Eu juro que eu tentei fazer um trabalho de condicionamento físico mas este fim de ano foi bem pesado pra mim. Eu cheguei a ficar duas semanas sem sair de casa, só com a cara nos livros. Mas agora não tem jeito né. Já tô levando salompas, gelol e dorflex pra remediar possíveis dores e contusões. Haha. Eu fiz um mochilão pra Europa e um pela Bolívia/Peru, nos quais andei bastante e fiquei com dores no começo mas depois a gente acostuma. Bom, enfim. Eu concordo com o marioluc quando ele diz que é melhor fazer Pehoé-Italiano sem a cargueira mas não tenho muita frescura com lugar pra dormir não. andremuxa, entendi o que você quis dizer com esse negócio do por do sol. Realmente, deve ser praticamente impossível. E não rolar nascer do sol lá pra mim. Uma pena. Ah, uma dúvida mongol que eu tenho: alguém sabe quanto tempo demora pro barquinho fazer o trajeto Pehoé-Pudeto?
  14. l.vianna respondeu ao tópico de chiconeto em Chile
    marioluc, Acho até que eu copiei de você. Não sabia que dava pra ir de carro até o Pudeto, fiquei sabendo depois de um relato que eu li aqui. Esse segundo dia, você não acha que fica muito puxado? E no terceiro, que catamarã é esse que vai pro Grey? Eu só conheço o que faz Pudeto-Pehoé e vice-versa.
  15. André, brigadão pelas dicas. Vou dormir no Italiano então. "Acho que se vc conseguir ficar no Italiano no primeiro dia, subir e voltar do Valle, no segundo dia (dependendo da sua resistência) rola de você voltar até o Pehoé, armar acampamento, subir até o Grey e voltar." - Ce jura??? Acho que eu não aguento isso tudo num dia só não, não tenho muito preparo físico. Sabe como é, estudante de Medicina do sexto ano. É muita bunda sentada na cadeira estudando e pouca esteira. Mais uma dúvida que eu tenho: como as pessoas fazem, normalmente, pra ir ou voltar das torres depois (ou antes) que escurece, no caso de ir pra ver o nascer ou por do sol lá? Uma lanterninha de mão dá conta do recado?

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