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  1. Como escrevi no relato, Joanesburgo só vale a pena se você tiver acesso a um automóvel. Sem carro não tem como ver a cidade direito sem gastar uma fortuna em taxis. E eu nem sei dirigir! Meu plano inicial era subir por Moçambique, Malawi, Zimbábue.... mas Moçambique era um pouco caro e eu tinha restrições orçamentárias!! aí voltei pra Suazilândia e África do Sul. Eu logo fiz amizades com os gerentes do hostel e como já tinha experiência no ramo, fui convidado para trabalhar.
  2. Em agosto de 2013 viajei sozinho para passar 4 meses na África. Comecei pela África do Sul, passei para Moçambique, fui a Suazilândia e voltei a África do Sul, onde estacionei por mais de 2 meses. Voei pela South African Airways, de Guarulhos a Joanesburgo. Custou 2.400 reais, o que é um pouco caro, mas pelo menos foi direto. Resumo: 10 dias na África do Sul, pouco mais de 2 semanas em Moçabique, outras tantas na Suazilândia e o restante do tempo de volta a África do Sul. 1 Real fazem 4 Rand (o dinheiro sul-africano) e pouco mais de 10 Meticais (o dinheiro de Moçambique). A moeda da Suazilândia se chama emalangeni e é pareada com o Rand. * * * ÁFRICA DO SUL * * * Cheguei em Joanesburgo e já tinha arranjado um transfer para o hostel. É uma boa ideia marcar um transporte com o hostel/hotel antecipadamente já que transporte público em JHB é praticamente inexistente. E, nessa cidade, tudo é longe de tudo! Me custou R100. Me hospedei no Lakeview backpackers, que mais parecia uma casa de condomínio fechado na Barra da Tijuca, mas era limpo, confortável, barato (R100 por noite) e tinha até piscina, mas fazia um frio desagradável e nem mergulhei. Joanesburgo é a capital do país e também a cidade mais rica de toda a África. Dá pra imaginar que tem muita coisa legal pra fazer.... mas não! é perigosa (pelo menos foi o terror que me puseram) e muito espalhada, o que significa que se você não dirige, não vai conseguir ir a lugar nennhum. Por fim, eu e dois outros hóspedes nos juntamos e pagamos um taxi para nos levar ao museu do apartheid, e às torres Orlando, em Soweto. Esse museu valeu os R600 que gastamos nesse dia pelo taxi. Parti logo para Nelspruit. A cidade em si nada demais... Mas é dessa cidade que partem os safaris para o Parque Kruger. Fiz um de um dia por R1450, é caro mas é algo que todo turista ali tem que fazer! Acabei não vendo nenhum dos grandes predadores, mas pelo menos vi um rinoceronte, que é bem raro. Valeu! Fiquei no Funky Monkeys (ótimo hostel, R130) e ali conheci um italiano, com quem aluguei um carro e fomos ver o Blyde River Canyon. Vale muito a pena. Acabei tendo que ficar mais tempo em Nelspruit porque existe aí um consulado de Moçambique. Esperei 3 dias para que meu visto ficasse pronto, foi bem fácil e custou R180 (é mais barato para brasileiros! gringos tinham que pagar R990). Peguei um ônibus da Greyhound por R300 e em 3 ou 4 horas já estava em Maputo. * * * MOÇAMBIQUE * * * Maputo, capital de Moçambique, é uma cidade grande, movimentada, interessante, cara e muito, muito suja. Adorei! Fiquei no Fátima Backpackers (MT500), um dos 3 hostels que existem lá. Vale a pena ver o mercado do Xipamanine, a estação de trem projetada por Gustav Eiffel (o mesmo da Torre), o Museu da Revolução, diversas galerias de arte, restaurantes bons e em conta escondidos pela cidade. As "chapas", como são chamadas as vans, levam para qualquer lugar da cidade bem barato. Elas sempre estão super cheias mas nunca totalmente lotadas! Duas dicas importantes: A polícia de Moçambique é a mais corrupta do mundo! Tenha sempre seu passaporte no bolso, e mesmo assim podem encher o saco, pedindo propinas. A internet é quase inexistente mas, e aqui vai um segredo, se você for a universidade Eduardo Mondlane, é possível acessar o wifi grátis e rápido! De Maputo fui a Tofo, uma cidadezinha a beira do Oceano Índico. Cheguei lá depois de 10 horas de exaustiva viagem com um ônibus organizado pelo hostel e me hospedei, é claro, no Fátima de Tofo por MT400. Da varanda do hostel é possível ver baleias dando saltos no mar... impressionante! depois de alguns dias relaxando voltei pra Maputo. Acabei que tinha feito amigos na cidade e fui ver um espetáculo de dança contemporânea na embaixada da França. Sempre tem algo para fazer em Maputo! Depois de alguns dias, peguei, custando 70 Rands, uma "chapa" e fui em direção à... * * * SUAZILÂNDIA * * * Chegando em Mbabane, tive que pegar uma van para o hostel, que ficava no Vale Ezulwini. Legends Backpackers (E120), ótimo hostel. Por ali tem muita coisa pra fazer: Ir ao Parque Nacional, fazer trilhas ao Execution Rock, banho de cachoeira, visitar uma aldeia tradicional suázi, ir a House of Fire (uma night/balada), a fábrica de vidro Nwengya, fábrica de velas. Peguei carona na estrada até o Mlilwane Wildlife Sanctuary e fiz um safari a pé sensacional! Por sorte eu estava lá bem no fim de semana do festival Umhlanga (em inglês Reed Dance). Milhares de meninas solteiras e virgens se reunem no palácio real (Ludzidzini Royal Village) e fazer uma dança para o rei do país. Foi algo muito interessante de se ver! Depois disso segui para Piggs Peak, no norte, para ver a Suazilândia rural. A viagem demorou umas 2 horas e foi barata, em uma van. Dormi num "guest-farm" chamado Sobanto por E100 por noite. Ao chegar fui convidado para um casamento tradicional na vila. Eu era o único branco e o único que tinha uma camera fotográfica. Me tornei o fotógrafo do casamento! Uma experiência inesquecível! - algumas fotos podem ser vistas aqui (legendas em inglês) http://imgur.com/a/TcYhE#0 Voltando para Ezulwini, conheci dois alemães que me deram carona de volta para a África do Sul. * * * ÁFRICA DO SUL * * * [parte 2] De carro, fomos até uma cidadezinha chamada Underberg, no vale de Drakensberg. Fiquei no Khotso backpackers por R120. É uma fazenda de ovelhas e, como não tinha nada pra fazer, me ofereci para ajudar nas tarefas. Interessante... Peguei uma van para Pietermaritzburg por R80, e fiz baldeação para Durban por outros R50. Fiquei no Happy Hippo Hostel, por R140. Bom lugar, mas wifi era pago. Durban é uma cidade legal, com uma praia linda, cassinos e uma comunidade grande de indianos. Fui com o BazBus, um serviço de transporte para turistas, bem caro (R500!) para Jeffreys Bay. É uma cidadezinha famosa entre os surfistas, com ondas perfeitas e tal - fora isso, nada demais. Fiquei no Island Vibe por R120. É o melhor hostel da cidade disparado! Tem festas todas as noites, aulas de surfe e outras atividades. Após alguns dias, peguei uma van para Humansdorp e de lá, outra para Storms River. Não me lembro quanto custou mas foram uns R100 no total. Fiquei no Dijembe Backpackers por R120 com café da manhã! Ótimo hostel mas a cidade é pequena e não tem muito pra fazer, até porque o tempo estava péssimo. Minha intenção era fazer o bungee jumping da Bloukrans Bridge, que fica perto dali mas o clima não permitiu. Parti para Cidade do Cabo. O ônibus que me levou até lá atrasou 5 horas e me custou R370. Cidade do Cabo é a melhor cidade do mundo e se parece muito com o Rio de Janeiro, tanto na geografia quanto na atmosfera. Fiquei no Long Street Backpackers (R130), onde acabei me tornando barman em troca de acomodação. Também recomendo o Once in Cape Town, um hostel boutique bem legal. Passei 2 meses na "cidade mãe", como é chamada e fiz amigos para a vida toda. Faça a trilha até o topo da Table Mountain, Lions Head, Devils Peak e Signal Hill. Além dos museus e galerias de arte, vá também as praias, ao V&A Waterfront, ao cassino em Goodwood, aos mercados e ao Mzolis, uma festa na favela de Gugulethu com braai, o churrasco sul-africano. Tem coisa pra fazer todos os dias. Alugamos (e e uns amigos) um carro e fomos a Cape Point e ao Cabo da Boa esperança, passando pela Boulders Beach, onde vivem vários pinguins. Muito legal. Vale a pena também pegar um trem até Kalk Bay, uma vila a beira do mar bem simpática com boa comida. Por fim, voei de volta a Joanesburgo, dormi no aeroporto e embarquei de volta para o Brasil. * * * Atenção: Brasileiros podem entrar na África do Sul sem visto por 90 dias. Passei 4 meses no total e acabei recebendo um carimbo de "overstay" no meu passaporte. Quando eu voltar a África do Sul, terei que pagar uma multa de R1500. Achei que saindo do país para Moçambique e Suazilândia iria "zerar" meus dias, mas não é o que acontece! Fique atento!
  3. Perez respondeu ao tópico de Perez em Ásia
    Ok... "muito bom" não é bem como eu o descreveria! É um lugar bem simples, como um apartamento e 3 quartos, 2 banheiros, cozinha, não muito grande, no 4o andar de um prédiozinho com um restaurante no térreo. Mas a atmosfera é ótima, o preço bem razoável e a localização perfeita! Então eu acho que vale a pena se hospedar aí sim.
  4. Perez respondeu ao tópico de Perez em Ásia
    Quanto à alugar carro, não faço a menor idéia - não sei dirigir!! Mas certamente é possível. Não sei nada a respeito dos custos e burocracia... Na minha opinião, transporte público sempre é a melhor opção em grandes centros urbanos. Se você é carioca, fiquei tranquilo: nada é pior do que o que temos aqui no Rio!
  5. Perez respondeu ao tópico de Perez em Ásia
    Não foi nada caro. Meu hostel em Seul custava 12000 won por noite. Isso dava uns 12 dólares na época. 1000 won = 1USD Em Beijing meu hostel saí por 40 yuan, a diária. Uns 10 reais. 4 yuan = 1 Real Para comer, gastava muito pouco na China. Lembro de um prato de macarrão com molho de amendoim (pelo menos tinha gosto de amendoim) que custava 4 yuan, ou seja, 1 real!! Em geral pagava mais, uns 20 yuan por refeição. Eu só comia na rua, mas nunca em restaurantes finos ou para turistas. Sempre explorava os mercados e restaurantes que serviam algo tipo um "PF". Em Seul era um pouco mais caro, mas lembro de um restaurante que cobrava 7000 won por 2 filés de frango, arroz e salada, com água a vontade incluída (água é sempre grátis em ambos os países). Comi um bom combinado de sushi em Jeju por 15000. Era ótimo. A vantagem era ter uma cozinha no hostel, assim eu ia no supermercado e comprava macarrão, atum enlatado, ovos, manteiga e tudo mais que um backpacker sabe cozinhar! Ficou tudo bem em conta. Pra quem precisa economizar ainda mais, 'miojo' é o prato nacional dos 2 países e a variedade de sabores não tem igual no Brasil - não vem só com um sachê de pozinho, vem com 2, vários temperos, molhos etc. Vale a pena experimentar também. E só pego taxi em último caso, só se for ABSOLUTAMENTE necessário. Eu sempre usava o transporte público que, em ambas as cidades, era barato e eficiente. Uma das minhas regras para escolher um lugar para ficar é ser próximo a uma estação de metrô. Essencial. Esses valores tem mais de 1 ano. Lembre-se de levar em conta a inflação e a variação cambial.
  6. Perez respondeu ao tópico de Perez em Ásia
    Oi! Jeju é o destino favorito dos coreanos para lua de mel! A trilha que fiz em Hallim Park (acho!) foi muito tranquila. O caminho era muito bem marcado e tem um trilhozinho de trem seguindo todo o caminho - usado para levar suprimentos pra lojinha e refúgio que ficam no topo. Algumas partes da trilha tem até um chão de madeira e degraus. Só faltava ter corrimão!!! Quando eu fui, a parte final, o topo mesmo, estava fechada. Devia ser baixa temporada ou devo ter chegado tarde. Mas valeu mesmo assim. Ainda tem uma outra cratera na costa, mas esqueci o nome. Essa é bem fácil de chegar, tem até fila. Lembro também do Museu do Sexo, um parque com várias estátuas de pedra típicas da ilha e de fazer uma longa caminhada seguindo uns marcadores (setas e fitas amarradas em postes) nas ruas. Recomendo o lugar que fiquei, apesar da localização complicada. Acho que a "cidade" mesmo está no sul da ilha. boa viagem!
  7. Oi gente Em março de 2011 fui a China e Coréia do Sul, totalizando 3 meses de viagem. Fui sozinho, como sempre. Paguei 3000 reais em um voo da Airfrance Rio-Beijing-Rio, com escala em Paris. Visto: Foi bem fácil e direto. Fiz pelo consulado de São Paulo, bastou preencher o formulário, pagar a taxa, levar 2 fotos e em dois dias estava pronto. Visto para duas entradas de 30 dias cada. Parece que agora está mais complicado. O aeroporto de Beijing me pareceu como um aeroporto brasileiro, com várias pessoas disputando sua atenção por um taxi. Fui pra fora do terminal e peguei um taxi na frente mesmo. Eu tinha o nome e o endereço do hostel impresso em chinês (é importante ter isso!!) e dei o papel pro motorista que me levou até lá. A corrida custou ~100 yuan. Fiquei em um hostel chamado Emperor´s Guesthouse. Era um prédio histórico belíssimo. Como estava na baixa temporada, tive um quarto por 40 yuan! Altamente recomendado. Próximo a estação de metrô Qianmen, estava a uns 10 minutos de caminhada até a praça Tiananmen. Ótima localização. Na mesma rua tinham outros hosteis e guesthouses, e restaurantes e lojas de souvenirs. Passei uns 15 dias em Beijing, cidade que precisa de no mínimo 7 para conhecer. As 5 grandes atrações imperdíveis são a Cidade Proibida (também chamado de Palace Museum), Palácio de Verão, Templo do Céu, Templo do Lama e, é claro, a Grande Muralha. Também vale a pena conhecer o museus de arquitetura, a torre do tambor e a do sino, o 798 Art Zone, uma antiga fábrica ocupada por diversas galerias de arte ou simplesmente passear pelo hutongs, ruazinhas e vielas tradicionais da cidade. Metrô e ônibus são baratos e funcionam bem. É possível ir à Muralha por conta própria, de ônibus. Mas fui com um tour organizado pelo hostel. Foi mais caro mas valeu muito a pena. Fomos a uma parte da Muralha que eles chamavam de "secret wall". E devia ser mesmo secreto, já que nosso grupo era o único ali. Minhas fotos da Muralha não estão infestadas de outros turistas! Peguei o trem noturno para Xangai. Fui na classe mais barata, chamada de "hard seat". Foi como viajar por 12 horas de metrô na hora do rush! Não foi confortável mas foi divertido, eu era o único ocidental no vagão e todos vinham falar comigo, mesmo sem entender nada! Por sorte um grupo de estudantes estava do meu lado e iam traduzindo as conversas. Chegando lá, me hospedei no Rock & Wood Hostel, um dos melhores hostels que já vi na vida! 45 yuan em dormitório. Limpíssimo, arrumadíssimo, tudo perfeito. Perto do metrô também. Xangai é a cidade mais rica e mais ocidentalizada da China e não fiquei muito impressionado. Mas a comida é ótima (mais sobre isso no fim) e vale a pena conhecer Nanjing Rd, o Bund, as torres de Pudong, o museu da propaganda e o impressionante Museu de Xangai. Embarquei no trem-bala para Qingdao. Qindgao é uma cidade fundada/colonizada por alemães e sua arquitetura é de uma típica cidade germânica, com catedral e tudo! Fiquei em um hostel chamado Old Observatory que, como diz o nome, era um observatório astronômico, e o barzinho do hostel é na cúpula do telescópio. Bom lugar, apesar da localização distante. A cidade é onde se fabrica a famosa cerveja Tsintao, que é outra maneira de escrever o nome da cidade. É possível conhecer a fábrica, mas não fui. A comida dos mercados é excelente. Depois de 6 dias na cidade, vi que meu visto ia expirar. Hora de sair do país... * * * Existe um ferry que liga Qingdao à Coréia do Sul mas, apesar de não precisarmos de visto para o país, parece que brasileiros não podem chegar lá de barco, só de avião! então tive que comprar um voo para Seul. Na capital coreana fiquei no Backpacker Friends Guest House, no bairro de Hongdae. Esse hostel fica no 4o andar de um prédio e é barato, limpo e com cozinha - parecia um apartamentinho de um amigo. Hongdae é o melhor lugar pra ficar em Seul! Passei quase um mês inteiro na cidade. Museu Nacional da Coréia, museu da guerra, mercado de peixes Noryangjin, N-Tower, Gyeongbokgung, prisão Seodaemun, Zona desmilitarizada e JSA são imperdíveis. Também passei o aniversário de Buda lá, com festival e paradas nas ruas. A vida noturna é agitada e a comida é ótima! Comprei um voo baratíssimo para Jeju, uma ilha no sul do país, pela JejuAir. Na ilha, o transporte é meio complicado (tem que pegar ônibus caros para todo lugar) mas vale a pena conhecer. Fiquei no Hani Guesthouse, excelente hotel convertido em hostel. A ilha tem praias bonitas, e vale a pena fazer a trilha até a cratera do vulcão! Voltei a Seul e depois à China. * * * Passei uma noite em Qingdao, uma noite em Xangai e embarquei no trem para Guilin. Dessa vez fui na classe "hard sleeper", que é o melhor custo/benefício, confortável e barato. Achei uma cama no Wada Hostel por 25 yuan. Bem razoável, perto do parque. De Guilin, fazia daytrips para Yangshuo, uma cidade belíssima, mas já bem turística. Fiz um passeio de barco e vi aquelas paisagens de filmes de kung-fu. De Guilin tomei um trem para Luoyang. Dessa vez foi "soft sleeper", de cabine fechada para 4 pessoas. Custou uma fortuna! Luoyang foi uma grata surpresa. Cidade pequena (para padrões chineses), fiquei no Yijia youth hostel. Ótimo lugar e ótimas pessoas. Imperdível conhecer as grutas Longmen! Os Budas gigantes escavados na rocha são impressionantes! O museu da cidade e o templo do cavalo branco são indispensáveis. Próximo a Luoyang também está o famoso Templo Shaolin. Mas não fui, era caro e achei difícil de chegar. De Luoyang fui a Xi´an. A cidade é fascinante! Era o final (ou início) da rota da seda e a mistura de culturas impressiona. Chineses han, uigures, mongóis, muçulmanos... tem de tudo. Xian é parada obrigatória na China, graças ao Exército de Terracota. Os hosteis oferecem tours mas fui por conta própria, mais barato e não tem mistério, o ônibus é direto. Fiquei hospedado no Shuyuan Hostel, ao lado do Portão Sul, na parte de dentro - Xian é uma cidade murada. 55 yuan por noite e o lugar é muito bom, grande e com várias atividades + um bar com direito a uma cerveja grátis por noite. Há muito o que fazer em Xian: dar uma volta na muralha de bicicleta, conhecer a Grande Mesquita, o mausoléu do imperador Qin Shi Huang, os dois "Wild Goose Pagoda" (o grande e o pequeno), dança, música e karaoke na praça com os locais, a torre do tambor e a do sino, vários mercados etc. Passei mais de 15 dias na cidade, foi um dos pontos altos dessa viagem. Voltei para Beijing só para fazer compras no Silk Market e no Pearl Market e voei de volta para o Brasil. * * * Considerações finais: 1 - Comida: Comida chinesa não tem muito a ver com que está no menu do China in Box. De uma maneira geral era muita sopa de macarrão (noodles), fresco ou instantâneo, dumplings pela manhã (jiaozi e baozi), churrasquinhos de rua no espeto diversos (os muçulmanos fazem os melhores que já comi na vida). Tem que comer o famoso pato a Pequim. Tudo é bastante apimentado pro nosso paladar mas dá pra se acostumar. Qualquer coisa basta dizer "Bu lá" que significa 'sem pimenta'. A comida coreana é ótima mas também é apimentada. Em Seul é mais facil achar comida ocidental, japonesa e também muitos frutos do mar. Em caso de emergência, McDonalds está presente em quase todas as cidades e os supermercados sempre tem coisas familiares. 2 - Idioma: Mandarim é um desafio mas não é impenetrável! E sempre havia algum chinês que falava alguma coisa de inglês e estava disposto a ajudar. Aprendi bastante. Coreano é completamente impenetrável e pouquíssimos coreanos falam inglês! Mímica ajuda pouco... 3 - Segurança: Me senti absolutamente seguro em todas as cidades que visitei. Na China tem o famoso golpe da casa de chá, onde uma linda menina te convida para tomar um chazinho e a conta sai por 1000 reais, mas tem que ser otário pra cair. Coréia é o país mais seguro do mundo! simplesmente não existe crime. 4 - Ipod Touch: Indispensável. Era meu computador de bolso, especialmente útil com e-mail e os apps de idiomas, dicionários, etc.
  8. opa! Obrigado pela pressão! haha vou escrever aqui, já faz mais de um ano, mas ainda tenho bastante coisa fresca na memória.
  9. Oi gente! Acompanho esse site há algum tempo mas só agora me animei de escrever. Vou dar alguns detalhes sobre minha viagem. Fui sozinho (só viajo sozinho) para o Sudeste Asiático e é uma viagem em que vale a pena ter tempo pra aproveitar e conhecer bem. Resumo: 4 noites em HK, 3 semanas na Malásia, 3 semanas na Tailândia, 2 semanas no Laos, 3 semanas no Camboja e mais uma semana na Tailândia. Mais ou menos isso (não sei se a conta bate!). Parti em fevereiro de 2012. Sou carioca e comprei um bilhete Rio-Hong Kong-Rio (escala em Heathrow) da British Airways por 2.300 reais - aprox 1000 euros na época. Uma barganha! É a coisa mais cara que você vai comprar em toda sua viagem. Talvez eu tenha gastado menos do que isso em todo o resto! Cheguei em HK sem reserva em nenhum hotel mas sabia bem pra onde deveria ir: Chunking Mansions, em Tsim Sha Tsui, Kowloon. Dá pra ir de ônibus (A21). É um prédio gigante com um shopping nos pavimentos inferiores e várias guesthouses, restaurantes e só Deus sabe o que mais nos outros andares. Pra quem é do Rio, seria como ficar hospedado no Edificio Avenida Central! Os locais consideram Chunking Mansions nada menos do que uma favela, mas me pareceu bem seguro e MUITO bem localizado. Fiquei hospedado no 'Apple Hostel' e paguei 200HKD (uns 50 reais) por um quartinho pequeno, limpo e confortável, com internet e banheiro no corredor. Outra opção, um pouco melhor, é se hospedar no YMCA, também em Tsim Sha Tsui. HK é uma cidade cara! mas dá pra encontrar comida barata, o transporte é público super-eficiente e tem bastante coisa pra fazer (tem até praia!). Pegue um Octopus Card logo no aeroporto, com ele você paga as passagens e ainda pode fazer compras de pequeno valor em quase todos os lugares e vending machines. Não deixe de ver o show de luzes dos arranha-céus de HK, o museu de arte, o Buda sentado gigante, templos budistas chineses, o mercado noturno e um passeio no bonde. Brasileiros não precisam de visto para HK. * * * De HK voei para Kuala Lumpur, capital da Malásia. Peguei um voo barato da AirAsia, a companhia low-cost asiática. Em KL, fiquei hospedado no Backpackers Travellers Inn, próximo a estação Pasar Seni de LRT e perto da Chinatown de lá chamada de Jalan Petaling. Dormitório de 8 camas misto por 12 Ringgit (R$7) por noite. Era limpo o suficiente e um ótimo lugar para conhecer outros viajantes e fazer amigos, especialmente no bar do terraço. KL é uma cidade enorme que poderia ser brasileira! É tudo bastante barato. Não deixe de visitar Batu Caves, um templo hindu construido numa caverna enorme, com uma estátua dourada gigante na frente, os jardins e o Museu de Arte Islâmica (IMPERDÍVEL!). Vale a pena conhecer as famosas Petronas Towers, ou KLCC. Mas não achei que valia a pena pagar pra subir. A KL Tower, é mais interessante: mais barata, não tem limite de tempo, a vista é melhor etc. Compre o ingresso pra KL Tower no hostel mesmo - não me pergunte por que mas é mais barato do que comprar no local. De KL fui a Malacca (ou Melaka). Peguei um ônibus comum mas bem confortável. Não posso recomendar o lugar que fiquei, Eastern Heritage, um hostel vazio, distante e sem graça (mas bem barato). Não deixe de conhecer "A Famosa", uma fortaleza portuguesa do século 15, a igreja, chinatown, templos hindus, chineses e mesquitas. De malacca fui a KL só por uma noite e daí parti pra Tanah Rata, nas Cameron Highlands. É uma cidadezinha nas montanhas, boa pra se fazer trilhas. Faz frio, ao contrário do resto do país! Fiquei num lugar chamado Daniels Lodge ou Kahns Lodge (2 nomes pro mesmo lugar). Dormitório compartilhado, por RM12. Faça uma boa trilha, e visite as plantações de chá. A próxima parada foi Perhentian Islands. Fique na ilha pequenha (Kecil). É o paraíso na terra!! Fui com um serviço oferecido pelo hostel, valeu a pena pela comodidade. É uma ilha, não tem caixas eletrônicos, então saque seu dinheiro antes de chegar. E é tudo um pouco mais caro, afinal é uma ilha. Mas tivemos sorte (eu e o pessoal da van/lancha que nos levou a ilha) e fiquei num resort que nem estava aberto ainda. Como éramos 6, o dono decidiu abrir só pra gente. Saiu bem barato. Minha cama estava a 5 passos da praia - a melhor que já vi! aluguei um snorkel e nadei com cardumes de milhões de peixes, tartarugas, tubarões e tudo mais. Inesquecível. Brasileiros não precisam de visto para Malásia. Em tempo: Malásia é um país islâmico! Israelenses não podem entrar e não acho que seja bom ter um carimbo de Israel no passaporte. Bebidas alcóolicas são permitidas mas bem caras. * * * De KL voei para Bangcoc, novamente pela AirAsia. Fui do aeroporto até o hostel usando o SkyTrain. Fiquei os 4 primeiros dias no Saphai-Pae hostel, que era excelente mas bem caro. Depois fui de van (as vans saem da praça onde está o Victory Monument) até a Kanchanaburi, onde está a famosa (ou infame) ponte sobre o rio Kwai. Fiquei no BlueStar guesthouse. Excelente lugar! Visite a ponte, o Museu da Guerra (uma coleção meio bizarra), Hellfire pass e o parque nacional Erawan. Passe uma noite no parque, vale a pena acordar cedo no parque e aproveitar as cachoeiras sem as hordas de turistas pela manhã. Voltei para BKK. De volta a BKK, fiquei em um hostel coreano chamado DDM. Bom, razoavelmente limpo e barato (140 bath em dormitório de 8 camas). Eu era o único não coreano no lugar mas como eu já tinha ido à Coreia e sabia falar algumas palavras, quebrei o gelo e fiz varias amizades lá. Recomendo, fica perto da Rambutri Rd. e de KhaoSan Rd. Não deixe de ver o Palácio Real (vá bem vestido), o templo do Buda deitado (Wat Pho), Wat Arun, Chinatown... Para compras: Chatuchak market nos fins de semana, e MBK mall. Tem mais pra fazer, de vida noturna, ping-pong show etc, mas não consigo pensar agora. Em KhaoSan Rd ainda tem uma opção muito barata para dormir: Mama´s guesthouse (o ponto de referencia é o bar de reaggae que pegou fogo) por 100 bath por noite. Não há nada mais barato do que isso. Logo aprendi a usar os ônibus locais. Cuidado com os pequenos golpes, os tuktuks não são confiáveis, entrei em um apenas uma vez. Os taxis são toyotas corolas mais baratos e confortáveis mas peça para ligar o taxímetro! De BKK fui a Chiang Mai, norte do país, de trem. Uma amiga comprou os bilhetes então não sei bem onde comprar, mas não foram baratos. Mas os trens são limpos e confortáveis! Dividi o quarto com minha amiga no Royal guesthouse. Foi básico e barato (150B pra nós dois) e tinha uma piscina (por isso escolhemos o lugar) mas nem a usamos! Little Bird guesthouse tem uma reputação melhor. Alugue uma scooter e vá ver o templo Doi Suthep, domingo também tem o mercado na parte central das muralhas da cidade. Bons preços. Depois fomos a Pai, uma cidadezinha hippie e muito interessante. Fomos de van e a estrada é infernal! O asfalto é de boa qualidade mas na subida da montanha todos ficam enjoados! Fiquei em um bangalô chamado Pai Country Hut por 100B. Bom, bonito e barato, cruzando a ponte de bambu. Alugue uma scooter e conheça cachoeiras, santuário de elefantes e passear de motinha pela estrada é bem legal! na cidade vale a pena conhecer a casa de chá Good Life. Depois minha amiga foi para India e eu segui para o Laos. Por comodidade, fui a agência AYA Travel e comprei o Long Boat para Luang Prabang por 1700 baht. * * * O long boat pro Laos é como uma viagem de barca. Uma van da agência te deixa na fronteira em chiang khong / huoxai. A imigração é rápida mas o "visa on arrival" custa 30USD (+1USD se for fim de semana). São 2 dias na barca, parando para dormir em uma vila no Laos. Só gringos a bordo, nenhum local. Atenção: os caixas eletrônicos não estavam aceitando meu cartão no Laos! Usei dólares que tinha guardado (meu dinheiro de emergência) e fazia "cash advance" no banco, com taxa de 3 ou 5%. Chegando em Luang Prabang, são poucas as opções de dormitórios compartilhados mas descobri um bom e relativamente barato perto da "ponte velha" (Old Bridge). Meunena (Meunna?) backpackers'! A cidade é linda mas bem calma. Vale a pena conhecer as cachoeiras, Pak Ou caves, o palácio real, alugar uma bicicleta e passear aproveitando a atmosfera da cidade. E existem também 2 opções de vida noturna: um bar hippie-chic bem legal, e o boliche - o único lugar que fica aberto depois das 23 horas! De LP peguei uma van oferecida pelo hostel para Vang Vieng. Existem ônibus, mas as vans te pegam no hostel, são mais confortáveis e custam o mesmo, então vale pela comodidade. VV é uma cidadezinha que foi bonita um dia e hoje é motivo de polêmica! O lugar inteiro é uma night, ou balada, 24horas. Eu detesto night então passei pouco tempo lá. Muitos turistas bêbados e/ou de ressaca a qualquer hora do dia. Mas aluguei uma bicicleta e fui ver as cavernas e os lagos subterrâneos maravilhosos! Recomendo se hospedar no Banana Bangalows, do outro lado do rio. Seu próprio bangalo por 30000kip. Vientiane, a capital do Laos é uma cidade bem agradável. Pequena, nem parece ser a capital de um país! Me hospedei no Douang Deuane 2 (DD2), um lugar limpo mas não muito barato e sem internet. Mas tem wifi gratis no escritório de turismo da cidade. Novamente aluguei uma bike para conhecer tudo e caminhei bastante. Não deixe de ir ao Buddha Park, um jardim repleto de estátuas de Buda. Pegue o onibus #14 (6000K) no terminal. A entrada é 5000K (com camera é +3000!). Embarquei em um ônibus noturno (muito confortável) para Pakse, onde passei apenas uma noite, e de lá segui para Tat Lo, no platô Bolaven. Tat Lo é o nome de uma cachoeira e a "cidade" é só uma rua. Paguei barato por um bangalô. Apesar de tranquilo até demais, dá pra passar semanas nesse lugar. Não perca o banho de elefantes no fim da tarde, as cachoeiras e passe a noite toda no restaurante Mama Pap´s: a vila toda se encontra aí, as porções são enormes e baratas. De Tat Lo, voltei a Pakse e embarquei em um ônibus para o Camboja. Por ter ido a Tat Lo, decidi pular as 4000 Ilhas. * * * Nota: O Camboja tem a própria moeda, o Rial, mas na prática tudo é em dólar americano. Os caixas eletrônicos são em dólar. Cheguei em Pnom Penh na calada da noite e logo fui cercado por tuktuks querendo me levar pra algum hostel... mas os evitei e fui andando em direção ao rio. Acabei ficando uma noite em um lugar meio caro por uma noite. Mas depois achei um quarto com banheiro e excelente ducha no Happy Eleven (ou Happy 11) por 4USD. Também posso recomendar o Okay Guesthouse e o Lazy Geko, todos na mesma rua. Mais ao norte, outra opção é o Nomads, cujo dono é um inglês que vive lá há décadas e sabe tudo sobre o país. Não pague mais de 3 dólares por uma corrida de tuktuk na cidade. Conheça o Palácio Real, o belíssimo Museu Nacional, a orla do rio mekong e dê uns tiros de AK47 no shooting range (isso não fiz mas creio ser uma oportunidade única). E você não pode sair sem visitar a prisão Toul Sleng S-21 e os campos de morte ("killing fields") que são uma triste lembrança do apocalipse que arrasou o país nos anos 70. Depois fui a Kep, uma cidadezinha no litoral. Tirando o interessante mercado de peixes, não recomendo a visita. Como alternativa, vá a Kampot. Fiquei uma noite só e parti para Sihanoukville. Em Sihanoukville me hospedei no Monkey Republic, em Serendipity Beach. A opção mais barata é dormir no Utopia por 1 dólar! Mas é como dormir em uma night. Não gostei da cidade: muitos turistas bêbados, prostitutas, praia maio suja... Talvez Otres Beach seja melhor. Mas na praia você pode comer um churrasco de frutos do mar completo por 3USD e cerveja por 50 cents! Delicioso. Minha recomendação é: não perca seu tempo em Sihanoukville e compre logo seu ticket para Koh Rong, uma ilha paradisíaca na costa. Areia branca e fina, água cristalina, com planctons que brilham a noite e luz elétrica racionada. Dividi uma bangalô de 20USD com mais 3 amigos e assim ficou mais barato. Mas se estiver sozinho, recomendo o AKA guesthouse. Próxima parada: Siem Reap! É a cidade onde estão os templos Angkor. Comparáveis às Pirâmides do Egito ou à Muralha da China, os templos são simplesmente sensacionais. O passe entrada custa 20USD por 1 dia, 40USD por três ou 120USD por 7 dias (creio eu). Comprei o passe de 1 dia, pra mim foi suficiente mas depende de cada um. Outro templo que não se poe perder é Beng Maelea, a 70km de distância. Custa 5USD e é uma experiência incrível, nada está restaurado e você se sente no filme do Indiana Jones. Me hospedei no Garden Village Guesthouse (#434 steng thmey village, svaydangkum commune). Eles tem camas por 1 dólar, mas resolvi esbanjar e paguei 3 para ter meu próprio quarto. Limpo, decente e divertidíssimo. O calor é forte então beba muita água e visite os hotéis mais caros: comprando uma cerveja você pode cair na piscina! De Siem Reap, voltei a Bangcoc. * * * Na minha última semana, deicidi ir ao sul da Tailândia e conhecer alguma praia/ilha. Acabei em Krabi e de lá fui a Tonsai Beach. Tonsai Beach é uma praia meio escondida e uma Meca para escalada em rocha. Escaladores do mundo todo vão pra esse lugar praticar o esporte. Eu, como ex-escalador, gostei do clima entre todos os que estavam ali, locais e turistas mas não escalei nada. O lugar é lindo! Paguei 100 baht pelo meu próprio bangalô no meio do mato. Talvez devesse ter pago um pouco mais e evitado ter que matar um escorpião e perseguir uma barata de 15cm que escapou. Não tem muita coisa pra fazer a não ser a praia e escalar e é perfeito para relaxar. Mas não deixe de comer no Mama´s Chicken, um frango na brasa muito bom! Depois voltei a BKK, HK e finalmente voltei pra casa. * * * Considerações finais: - Fui sozinho mas ao longo da viagem fiz muito amigos e foram raras as ocasiões me que realmente estive só. - Barganhe em tudo que for comprar! - Não senti nenhum perigo de violência, mas olho vivo: existem dezenas de pequenos golpes que se aplicam sobre os turistas. - Tenha o cartão internacional de vacinação de febre amarela com seu passaporte. Parece que também que tem malária por lá mas não me preocupei com isso. - Não fiquei doente nenhuma vez, e comi bastante coisa das ruas. - Tenho amigos em Kuala Lumpur e fiz coisas que não saberia dizer nome nem lugar (me levaram de carro) então não escrevi aqui. - Espero não ter esquecido nada!
  10. Acho que da ate pra gastar menos, vamos ver... Meu voo AirFrance Rio-Paris-Beijing-Paris-Rio custou 3200 reais (incluindo taxas e tudo). Estava pagando 30 yuans por noite em um quarto compartilhado em Beijing (menos de 10 reais!) e 40 yuans em Xangai e Qingdao, que sao mais caras mesmo. Com 20 yuans se pode fazer uma boa refeicao e ainda se pode comer razoavelmente bem por menos. Metro de Beijing custa 2 yuans (50 centavos!). Uma garrafa de cerveja sai por 8 yuans +/-. E a bandeirada do taxi eh 12 yuans. A corrida sai barata. Lembrando que 1 real valem 4 yuans e que quase tudo esta sujeito a negociacao! Ta certo que ainda tem que pagar entradas de museus, tours e atracoes turisticas e transporte entre as cidades (os trens ja nao sao tao baratos assim)... mas sabendo economizar, o mais caro da sua viagem vai ser o voo mesmo. Agora estou passando um mes na Coreia do Sul e aqui eh mais caro (mas ainda menos do que Brasil).
  11. Perez respondeu ao tópico de phipipee em China
    So um aviso: Estou em Qingdao agora e descobri que brasileiros NAO podem ir a Coreia do Sul de navio. Entao nos nao podemos embarcar no ferry daqui ate Incheon. A moca terminal do porto nao deixou que eu comprasse a passagem por isso. Veio uma outra pessoa que trabalhava la e me explicou isso em bom ingles, que eu poderia voar pra la sem problemas mas nao de ferry. Meu visto expira em 5 dias e to procurando um jeito de sair! haha
  12. Pretendo ir a HK também e gostaria de um lugar BARATO para me hospedar. Ouvi falar muito desse Chungking Mansions. Mas quero saber de preços também... Você falam que é barato e tal... o quanto é "barato" e "caro" pra vocês? obrigado
  13. Perez respondeu ao tópico de phipipee em China
    Parto para a China no dia 16 de março! Estou levando cartão de crédito e dólares. É fácil fazer câmbio lá? E cartão mastercard é bem aceito? Há alguma coisa que eu deveria saber sobre esses assuntos de dinheiro? obrigado
  14. Perez respondeu ao tópico de rchia em China
    Acabei de tirar o visto de 6 meses com 2 entradas e não me exigiram nada de comprovante de renda. Só preenchi o formulário que baixei do website do consulado, levei passaporte, uma foto 3x4 e paguei a taxa de R$150. Ficou pronto em 3 dias e não me perguntaram nada.
  15. Perez respondeu ao tópico de phipipee em China
    Ah... tem razão haha.. acabei nem perguntando nada! Mas agora me veio algo: Se eu levar meu telefone celular, posso comprar um chip pré-pago lá? Vai funcionar? Uso um nokia bem simples. obrigado!

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