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Hcardoso

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  1. A melhor bicicleta para touring não é uma bicicleta mas sim uma Trike reclinável(tricicleta). Elas já são muito usadas nos EUA, Canadá, Austrália, Holanda, Alemanha.... Estas trikes são extremamente cómodas e especialmente desenhadas para viagens longas, tipo nos EUA, Canadá e Austrália o costa-a-costa. O que também tem de bom é que toda a nossa energia é oriantada para o pedalar, pois não dispendemos energia no equilibrio. Subir montanhas torna-se mais fácil pois podemos pedalar a velocidades extremamente baixas, já no que toca planos horizontais e descidas......NINGUÉM consegue acompanhar a velocidade de uma trike..... Esta é a que eu uso. Aqui com pneus de downhill, porque não tive tempo para mudar para pneus de estrada. É com uma destas que vou dar a Volta ao Mundo, passando pelo Brasil no trajecto Fortaleza - Belém - Manaus - Venezuela
  2. Obrigado Robson Eu pretendo viajar de bicicleta e pelo que sei acho que a BR147 atravessa uma reserva india e temos tempo limitado para a atravessar (ão sei se estou correcto) daí a pergunta do barco pois o onibus se calhar não leva a bicicleta.
  3. Bom Dia Estou planeando a minha viagem de Belém até á fronteira com a Venezuela. PERGUNTA: existe barco de manaus para Boa Vista (Roraima)? Saudações
  4. Oi Vou dar uma volta por ai ( volta ao mundo heheh) e vou viajar de Cabo Verde em avião até Fortaleza. De Fortaleza pretendo ir até Belém e aí apanhar um barco até Manaus e Boa Vista, para seguir depois para a Venezuela. A minha bicicleta de viagem é na realidade um trike Como eu não tenho nenhuma informação sobre essa zona do Brasil agradecia todas as dicas que me pudessem dar sobre percursos, estradas, barcos, o que ver, melhor altura para viajar ai.....como transportar a trike no barco, etc etc.... Agradeço a vossa colaboração Hernani Cardoso http://hernanicardoso.com http://www.facebook.com/hernani.cardoso http://www.twitter.com/hkardoso
  5. Oi Ligia, obrigado pela sua mensagem. Sim, será a primeira vez que vou pedalar no Brasil (com um pouco de receio, admito). O que pretendia era mesmo visitar os lugarejos todos o mais perto da costa possível (sempre dá para uns mergulhos). A idéia era ir mesmo de Fortaleza até Belém do pará para aí apanhar o barco até Manáus e depois até Iquitos.... Abraços
  6. Estou a planear uma Volta ao Mundo e entrarei no Brasil por Fortaleza (indo de Cabo Verde). Gostava de saber sobre qual o melhor percurso entre Fortaleza - Belém (por estrada) e depois de Belém até Iquitos (de barco) e de Iquitos até Coca (também de barco). Obrigado
  7. Hcardoso respondeu ao tópico de Ducati Monster em Barracas
    Eu tenho 2 Coleman: Coastline 2 e a Rigel X2 A Coastline 2 é grande (2px) pesa cerca de 3kg e dá para guardar a minha bike. Já passou por tempestades e NUNCA meteu água. A RigelX2 pesa sómente 980 gramas, ainda não a experimentei À chuva.
  8. Oi Angélica Se queres afugentar o pessoal, o melhor é usares esta buzina http://www.deltacycle.com/product.php?g=1
  9. Na minha opinião, a melhor barraca para guardar a bike, o trailer e dormir é a Coleman Coastline 2 (+-3kg) Utilizei essa barraca numa viagem entre Áustria e Bulgária. Se quizeres ir mais leve a ideal é a Coleman Rigel X2 (+- 980 gr)
  10. Durante 40 dias eu viajei de bicicleta entre a cidade de Salzburgo (Áustria) e Varna no Mar Negro (Bulgária) até Sófia onde peguei o avião da EasyJet para Lisboa, via Madrid. Saí de Lisboa em voo da Air Berlin para Salzburgo, uma cidade fantástica, com muita história da música clássica e muito visitada também pelos cenários do filme "Música no Coração". De Salzburgo pedalei até Passau, na Alemanha, para daí seguir o rio Danúbio até ao Mar Negro. Esta é uma viagem muito acessivel, pelo menos entre Passau e Viena, onde se vêm muitos casais com filhos nas suas férias, ou simplesmente viajando no fim de semana. Viena foi uma desilusão para mim, tirando os Palácios e alguns Museus, a arquitectura da cidade é do tipo soviético, fachadas rectilineas, e muito cinzentas, contrastando com Salzburgo, cheio de arquitectura barroca. Desde Salzburgo até Viena, inclusive, eu acampei sempre. Em Inzell existe um parque de campismo a 2 metros das águas do rio Danúbio. Bratislava é uma cidadezinha muito acolhedora (fiquem no Hostel Possonium, é o melhor da cidade), contráriamente ao me eu tinha ouvido. Andam neste momento a recuperar o centro histórico. De Bratislava até Budapeste, viajei pela margem esqueda do rio ao longo da fronteira Eslováquia/Hungria. Acampei em Komárom e em Esztergon, cidade magnífica do lado Hungaro do Danúbio. Budapeste é uma cidade com monumentos lindos, mas estava em obras, obras por todo o lado, o que a tornava uma cidade "feia". Em Budapeste NUNCA fiquem no Hostel "OUR HOSTEL" é perto da estação de comboios Kelemeti, mas é um antro de sujidade! De Budapeste até Belgrado integrei a iniciativa Danube by Bike, patrocionada pela União Europeia, em que participaram também 200 outros cicloturistas de outros países da UE. Atravessámos o sul da Hungria, o nordeste da Croácia e a região da Voivodina Sérvia. Em Belgrado juntaram-se a nós mais 200 cicloturistas que tinham saíde de Bucareste para Belgrado. Nessa tarde houve um desfile dos 400 cicloturistas pela capital sérvia e um Concerto para "fechar" a iniciativa. Depois eu continuei o meu percurso ao longo do rio Danúbio. Atravessei de ferry em Stara Palanka para Ram e depois, com a Roménia do outro lado do rio percorri a famosa estrada do Djerdap com os seus 21 túneis sem iluminação, o que torna um pesadelo para os ciloturistas. Atravessei a fronteira da Sérvia para a Bulgária perto de Kladovo/Vidin. Aqui eu ganhei uma tendinite muscular no braço direito devido a ter vindo sempre a travar ao descer (3km) um trilho numa montanha. O meu musculo do braço não resisitu ao peso da bicicleta+atrelado e ao mau estado do trilho que incorpora a EUROVELO6. Em Vidin tive de apanhar um autocarro até Sófia, onde deixei a bicicleta no Hostel Mostel (o melhor de Sófia) e apanhar outro autocarro para Varna no Mar Negro onde fiquei por uns dias na praia. Viajar nos ex-países de Leste é uma descoberta interessante. As pessoas são simpáticas (ao contrário do que dizem). Infelizmente desde a Hungria até á Bulgária, poucas falam o inglês, sómente a lingua nativa , o alemão ou o russo. Antes de vir embora para Portugal, ainda pude visitar o Parque Nacional de Rila, onde se encontra o famoso Mosteiro de Rila, uma visita imperdível. Relato mais pormenorizado em: http://hernanicardoso.com/?cat=156
  11. Durante 40 dias eu viajei de bicicleta entre a cidade de Salzburgo (Áustria) e Varna no Mar Negro (Bulgária) até Sófia onde peguei o avião da EasyJet para Lisboa, via Madrid. Saí de Lisboa em voo da Air Berlin para Salzburgo, uma cidade fantástica, com muita história da música clássica e muito visitada também pelos cenários do filme "Música no Coração". De Salzburgo pedalei até Passau, na Alemanha, para daí seguir o rio Danúbio até ao Mar Negro. Esta é uma viagem muito acessivel, pelo menos entre Passau e Viena, onde se vêm muitos casais com filhos nas suas férias, ou simplesmente viajando no fim de semana. Viena foi uma desilusão para mim, tirando os Palácios e alguns Museus, a arquitectura da cidade é do tipo soviético, fachadas rectilineas, e muito cinzentas, contrastando com Salzburgo, cheio de arquitectura barroca. Desde Salzburgo até Viena, inclusive, eu acampei sempre. Em Inzell existe um parque de campismo a 2 metros das águas do rio Danúbio. Bratislava é uma cidadezinha muito acolhedora (fiquem no Hostel Possonium, é o melhor da cidade), contráriamente ao me eu tinha ouvido. Andam neste momento a recuperar o centro histórico. De Bratislava até Budapeste, viajei pela margem esqueda do rio ao longo da fronteira Eslováquia/Hungria. Acampei em Komárom e em Esztergon, cidade magnífica do lado Hungaro do Danúbio. Budapeste é uma cidade com monumentos lindos, mas estava em obras, obras por todo o lado, o que a tornava uma cidade "feia". Em Budapeste NUNCA fiquem no Hostel "OUR HOSTEL" é perto da estação de comboios Kelemeti, mas é um antro de sujidade! De Budapeste até Belgrado integrei a iniciativa Danube by Bike, patrocionada pela União Europeia, em que participaram também 200 outros cicloturistas de outros países da UE. Atravessámos o sul da Hungria, o nordeste da Croácia e a região da Voivodina Sérvia. Em Belgrado juntaram-se a nós mais 200 cicloturistas que tinham saíde de Bucareste para Belgrado. Nessa tarde houve um desfile dos 400 cicloturistas pela capital sérvia e um Concerto para "fechar" a iniciativa. Depois eu continuei o meu percurso ao longo do rio Danúbio. Atravessei de ferry em Stara Palanka para Ram e depois, com a Roménia do outro lado do rio percorri a famosa estrada do Djerdap com os seus 21 túneis sem iluminação, o que torna um pesadelo para os ciloturistas. Atravessei a fronteira da Sérvia para a Bulgária perto de Kladovo/Vidin. Aqui eu ganhei uma tendinite muscular no braço direito devido a ter vindo sempre a travar ao descer (3km) um trilho numa montanha. O meu musculo do braço não resisitu ao peso da bicicleta+atrelado e ao mau estado do trilho que incorpora a EUROVELO6. Em Vidin tive de apanhar um autocarro até Sófia, onde deixei a bicicleta no Hostel Mostel (o melhor de Sófia) e apanhar outro autocarro para Varna no Mar Negro onde fiquei por uns dias na praia. Viajar nos ex-países de Leste é uma descoberta interessante. As pessoas são simpáticas (ao contrário do que dizem). Infelizmente desde a Hungria até á Bulgária, poucas falam o inglês, sómente a lingua nativa , o alemão ou o russo. Antes de vir embora para Portugal, ainda pude visitar o Parque Nacional de Rila, onde se encontra o famoso Mosteiro de Rila, uma visita imperdível. Relato mais pormenorizado em: http://hernanicardoso.com/?cat=156

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