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5 formas de viajar sem precisar gastar com hospedagem

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Viajar sem dinheiro nenhum, apesar de existir maneiras para isso, é uma tarefa bem dificil de se conseguir. Porém, viajar com pouco dinheiro ja se torna bem viavel se souber usar bem algumas estratégias e ferramentas.

O Eco Durismo é expert nesse assunto, e quer compartilhar algumas dicas de como não gastar mais com hospedagem durante sua viagem.

Além da economia que você terá, essas experiências costumam ser únicas, pois permitem vivenciar momentos nos lugares com pessoas locais.

Foto sob licença Creative Commons.

 

Quer saber como? Se liga nas dicas abaixo:

1. CouchSurfing

O Couchsurfing é um tremendo aliado de quem viaja com pouco dinheiro. No site você encontra anfitriões de cidades do mundo inteiro que abrem a porta de suas casas para receber os viajantes em troca de um intercâmbio cultural ou pelo simples fato de gostar de receber pessoas.

2. WorkAway

Essa plataforma reune estabelecimentos de hospedagem no mundo inteiro que oferecem vagas de trabalhos temporarias para mochileiros. Geralmente são hostels, campings e fazendas que permitem que o viajante realize até cinco horas de serviços em troca de hospedagem. Alguns chegam a oferecer alimentação e até uma ajuda de custo.

3. WWOOF

Com o mesmo conceito que o WorkAway, porém voltado exclusivamente para quem busca trabalhos voluntarios no campo, essa comunidade é formada por fazendas e sitios que oferecem serviços a viajantes em troca de hospedagem e alimentação.

Apesar da ideia ser bem legal, até hoje não existe um site integrado e bem claro com as oportunidades. Cada pais conta um portal diferente e geralmente bem arcaico. É preciso ter um pouco de paciência para conseguir informações.

4. Ecovilas

Apesar de não ser um meio de hospedagem, essas comunidades costumam ser bem abertas para receber pessoas de fora interessadas em vivências coletivas, e com atividades voltadas para a sustentabilidade.

Ha diversas comunidades desse tipo em diferentes lugares do Brasil e do mundo. O ideal para tentar uma troca é entrar em contato diretamente e se apresentar, e se possivel, oferecer algum serviço de permuta.

5. Troca de serviços

Em todos os casos acima, sempre é necessario oferecer algo em troca para garantir algumas pernoites sem pagar em dinheiro. E além de todas essas possibilidades citadas, ainda é possivel oferecer serviços diretamente aos meios de hospedagem, sem o intermédio de plataformas e sites.

Serviços de fotografia, web design, design gráfico, marketing digital, edição de videos, etc, costumam ter boa aceitação por parte dos estabelecimentos, que muitas vezes têm dificuldade de produzir esses materiais e acabam sendo uma ótima moeda de troca.

Mas vai muito além dessas especialidades. Se você manja de algum serviço especifico que acredite ser útil para um meio de hospedagem, não hesite em tentar oferecê-lo em troca de hospedagem.

Viajar com pouco dinheiro é totalmente possível, e incrivelmente surpreendente, pois permite vivenciar momentos que muito provavelmente não seriam possíveis em viagens convencionais.

Curtiu este post? Acompanhe nossa viagem de Kombi e outras dicas em nosso Facebook Instagram.

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

Mochileiros.com

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

Mochileiros.com

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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A Mágica dos Anjos

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   Olá, mochileiros!  Hoje vou dividir um pouco da experiência que vivi subindo a trilha do Castelinho em Petrópolis. Petrópolis é um munícipio localizado no interior do estado do Rio de Janeiro, no Brasil, também conhecido como Cidade Imperial. O Castelinho é uma trilha muito frequentada por moradores e turistas, devido ao fácil acesso e uma caminhada leve, levando aproximadamente 1 h para ser concluída. Com vista para toda Baía de Guanabara, Serra da Estrela e parte da Serra dos Órgãos, o local também é utilizado para a prática do rapel. Eu e um grupo de amigos, subimos ao entardecer e apreciamos o nascer da lua. Apesar do cansaço, dos mosquitos, do peso das mochilas e de toda limitação pessoal que cada um carrega, momentos como esses, se tornam místicos e diferenciados pelo simples fato de serem vividos em plena comunhão com as pessoas e com a natureza.

    Quando eu era criança, sempre ouvia histórias de que a floresta era um lugar mágico e repleto de seres mágicos, um lugar, muita das vezes misterioso e perigoso, levando muitos a se perderem e nunca mais voltarem. Hoje, continuo acreditando em tudo isso, apenas com um olhar diferente. Acho que não existe nada mais mágico do que a natureza, e poder encontrar indivíduos que dividam essa paixão com você, é fantástico!  Minhas maiores e melhores experiências sobre coletividade, empatia, cuidado, responsabilidade, limite e respeito, sempre tiveram a natureza como plano central. A primeira coisa que me chama muita atenção quando estou em alguma trilha é a quantidade de ”bom dia”, ”boa tarde” e ” boa noite” que digo para os que estão chegando ou saindo dela. Eu posso nunca ter visto e nem ter a chance de conhecer aquelas pessoas, mas todos que estão naquele ambiente, estão em busca de algo muito parecido, algo que provavelmente não encontraram no trabalho, em casa, nas boates ou em qualquer outro lugar. E esse algo está muito mais ligado ao espírito do que ao corpo! Já encontrei crianças, idosos, adultos, jovens, pessoas com mais peso ou menos peso, pessoas procurando a natureza para curar alguma dor ou simplesmente buscando se conectar com algo maior do que elas mesmas. Enfim, as motivações são várias, mas a conexão é sempre a mesma.

    Em trilhas e acampamentos, a noção do ”Eu” e do ”Meu” não existem. No lugar disso, entra a noção de ”Nós” e ”Nosso”. E acho que por isso, quero estar sempre perto de situações assim, porque são essas situações que me colocam á prova e me fazem revisar tudo que fui, que sou e que pretendo ser! são elas que me fazem sair da minha zona de conforto física, mental e emocional. São elas que me fazem enxergar além do ‘’eu’’ e do ‘’meu’’ para o ‘’nós’’ e o ‘’nosso’’. E isso pode ser muito fácil na teoria, mas é na prática que nos deparamos com a complexidade que é tentarmos sermos melhores para nós e para os outros. Talvez seja um exercício para uma vida inteira, ou algumas vidas! Nunca estaremos completos ou com a bagagem cheia demais. Sempre existe uma lição na próxima curva. E uma grande lição que ficou marcada nesta trilha do Castelinho, foi o quanto o inesperado pode fazer tudo mudar em questões de segundos em nossas vidas. Subimos a trilha no sábado para voltar no domingo na parte da tarde. Eu, como tinha uma viagem marcada, precisei descer a trilha pela manhã. Já estava caminhando para a saída quando fomos surpreendidos com um pedido de uma corda para ajudar uma pessoa a sair de um buraco de 20 metros no qual tinha caído. Eu e Tom voltamos para o acampamento para avisar os outros. No grupo que eu estava, três dos meus amigos, além de instrutores de rapel, eram do grupo de Resgate Petrópolis. Além de terem a corda, tinham todo o equipamento para descerem em segurança e tentarem fazer o salvamento. Foi uma situação bastante inusitada. Além da preocupação da família, nós, que estávamos apenas acampando por lá, também sentimos, mesmo que de forma diferente, a angústia da espera. Mesmo não conhecendo o Eduardo antes ( o senhor que caiu), todos que ali se encontravam, vibravam uma mesma frequência. E isso me faz pensar em duas coisas: A primeira é o que citei no começo do texto sobre a floresta ter seus perigos. E realmente têm! Percebi o quanto um simples passeio ou um simples encontro com os amigos em meio a natureza, podem ter seus imprevistos, e do quanto é importante estar preparado mesmo que minimamente para caso aconteça. Por sorte, os meninos sabiam o que fazer e tudo correu bem. A segunda coisa (também citada no começo), é sobre essa mágica, essa sacralidade que rodeia ambientes naturais, e do quanto isso influencia nas atitudes das pessoas. Parece que voltamos aos instintos primitivos e não medimos esforços para colocar os nossos como prioridade. Como não medimos esforços para proteger a barraca das intempéries, racionar a comida e a água para durar e suprir a todos, não medimos esforços para ver o outro tão bem ou melhor que nós mesmos, nunca pior. E parece que nos dias de hoje, atitudes assim não são mais instintivas, elas simplesmente são escolhidas por aqueles que ainda conseguem ver o próximo como a si mesmos. Sobre o próprio resgate: estávamos em um momento de lazer entre amigos, e mesmo os meninos sendo treinados para situações como essa, a maioria tinha idade para serem netos do seu Eduardo. Não que a idade seja um medidor de caráter, mas é sempre uma grande responsabilidade assumir a vida do outro! É sempre uma grande responsabilidade confiar e acreditar no outro, principalmente (como nesse caso) quando o outro é um desconhecido. E esse acontecido, me ensinou muito sobre agir mais por instinto e menos por convenção. Poderíamos ter chamado os bombeiros ou não termos nos envolvido. Isso aliviaria a nossa responsabilidade e aumentaria o sofrimento da família e do próprio Eduardo. Então, foi simplesmente uma questão de escolha. E esse tipo de escolha, em situações perigosas e difíceis, dizem muito sobre nós e como nos portamos diante da própria vida! Diz muito sobre o tipo de caminho que decidimos trilhar nesta eterna jornada, sobre o tipo de conexão que fazemos com o mundo e com todos os seres vivos. Diz sobre o tipo de mágica que resolvemos acreditar mesmo não sendo mais crianças. Enfim, esse tipo de escolha, me faz lembrar do quanto somos seres de luz, e do quanto podemos SER luz para todos. Não precisamos esperar uma situação extrema para nos darmos conta do quanto a vida é frágil e do quanto os pequenos momentos são importantes. Foi realmente uma grande lição que aprendi sobre esse incrível dom que todos possuímos: O dom de sermos anjos na vida do próximo, de salvarmos o próximo de muitas formas. Só me restam agradecimentos á vida por me proporcionar experiências como essa. Agradeço aos amigos, que sempre fecham em todas as aventuras sem medo do desconhecido, e agradeço, de maneira muito especial, aos amigos Matheus, Tom e Jefferson que fizeram o resgate do Eduardo, que se encontra bem e apenas ralou o corpo. Agradeço a essa equipe maravilhosa, que ‘’coincidentemente’’ se chama Anjos Radicas. Agradeço, por em tão pouco tempo, me ensinarem tanto. Por terem me proporcionado assistir a mágica da vida e das boas ações afetarem tantas outras vidas! Obrigada a todos, e até a próxima estrada!

 

Agradecimentos e muita gratidão!

Equipe  Anjos  Radicais e amigos.

 

 

    

 

 


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Tem parentes portugueses? Saiba quem tem direito à cidadania portuguesa

Mochileiros.com

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Dados revelam que um exército de quase 90 mil brasileiros obteve a cidadania portuguesa nos últimos 8 anos. Esse artigo vai tratar, especificamente, dos critérios para aquisição da cidadania para os brasileiros que têm parentes originários do país.

Segundo dados do Ministério da Justiça de Portugal, entre 2010 e 2016, um verdadeiro exército de quase 87.400 brasileiros obtiveram a cidadania portuguesa.
As razões que levaram a esse número vão além do interesse dos brasileiros em aproveitar a qualidade de vida oferecida por um país europeu.
Na verdade, esse número tem muito a ver com uma política do governo português, que, nos últimos anos, vem incentivando a imigração no país, com o intuito de resolver um problema que, há tempos, tem afetado negativamente a economia lusitana: o envelhecimento da população e a falta de “braços jovens” para a ocupação de determinados postos de trabalho.
Um influente relatório publicado pela ONU, o “Estado da População Mundial”, divulgou que a população portuguesa tem decrescido na ordem de 0,4% ao ano nesse período. E, mais ainda, que ela possui quase 22% da sua população com mais de 65 anos — o suficiente para colocar o país como um dos quatro mais envelhecidos da Europa.
Com o Decreto nº 71/2017 (que dá direito à nacionalidade portuguesa para netos), o governo português pretende incrementar, ainda mais, essa política de imigração no país, que tem como um dos principais objetivos a incorporação de cerca de 900 mil trabalhadores imigrantes no mercado português.
O que, segundo representantes do governo, seria o suficiente para fazer a economia do país caminhar adequadamente.

Graças à política do governo português de incentivo à imigração, quem tem parente português agora passou a ser bem-vindo | Foto: Divulgação.

Atualmente, existem empresas brasileiras especializadas em processo de cidadania portuguesa que cuidam de toda a parte burocrática de forma rápida e segura. Um exemplo disso é a Cidadania Já uma das empresas que mais cresce nesse ramo. Mas você sabe quem tem direito a cidadania portuguesa?

Veja abaixo os tipos de cidadania e se você se encaixa em uma delas:

Tipos de nacionalidades portuguesas
Basicamente, há duas modalidades de cidadania portuguesa: por nacionalidade e por naturalização.
No primeiro caso, ela é concedida aos filhos e filhas de portugueses (e agora também aos netos, bisnetos, etc.) por meio de um requerimento.
Já no segundo caso, a cidadania deve ser requerida por aqueles que se enquadram nas características exigidas pelo governo português, por exemplo, prestar algum serviço relevante para o estado e não ter condenação por crimes cuja pena de prisão tenha sido igual ou superior a três anos.
Também não poderão naturalizar-se os indivíduos que tenham servido, voluntariamente, às Forças Armadas Estrangeiras e tenham ocupado cargos públicos com características exclusivamente técnicas em outra nação.
Nesse último caso, a lei trata de indivíduos que, por algum motivo, ocuparam funções como representantes do governo português ou na qualidade de autoridades públicas legalmente investidas de poderes para falar em nome do Estado.
Enfim, a obtenção da nacionalidade portuguesa, como não é novidade, é extremamente burocrática. No entanto, os que conseguiram atravessá-la poderão beneficiar-se de regalias, tais como: circular livremente pelos territórios de todos os Estados-Membros da União Europeia, não precisar de vistos em mais de 170 países, além do ganho com relação à autoestima por ser considerado um cidadão europeu.

Filhos de portugueses

De acordo com a legislação portuguesa, todos os filhos de cidadãos portugueses (mesmo que não tenham nascido no país) têm direito a requerer a sua cidadania.
Para tal, basta que o interessado busque auxílio com empresas especializadas, de posse da documentação necessária, e dê início ao processo.
Os documentos são, basicamente: certidão de nascimento do português originário e do requerente do processo, e os documentos pessoais autenticados do requerente.

Netos

Em julho de 2017, os netos de portugueses foram presenteados com o Decreto nº 71/2017, que altera o dispositivo da Lei da Nacionalidade Portuguesa e trata da nacionalidade desses descendentes.
Antes da lei, os netos cujos avós tivessem ou não reconhecida a sua nacionalidade só poderiam adquirir esse direito pela via da “naturalização”.
Essa forma tinha graves deficiências, por exemplo, o fato de que os seus descendentes não herdavam essa cidadania — o que fazia com que o vínculo “morresse” com eles.
Agora, os netos de portugueses podem requerer a sua cidadania por meio do mesmo processo realizado pelos filhos, com a diferença de que precisarão comprovar “laços de efetiva ligação à comunidade nacional”; laços que geralmente envolvem serviços prestados, feitos relevantes, participação na vida pública, social, cultural, entre outras inserções na “alma nacional portuguesa”.

Basicamente, há duas modalidades de cidadania portuguesa: por nacionalidade e por naturalização | Foto: Divulgação.

Com o Decreto-Lei nº 71/2017, os netos de portugueses podem obter a cidadania através do mesmo processo exigido dos filhos.

Cônjuges e parceiros de portugueses

Pessoas casadas há, no mínimo, cinco anos (inclusive os do mesmo sexo) com cidadãos ou cidadãs portugueses, ou casados por três anos com filho, podem adquirir a cidadania, desde que tal união esteja devidamente transcrita para Portugal.
Ela também é obtida por meio de um requerimento apresentado juntamente a todos os documentos determinados pela legislação portuguesa.
Um detalhe importante: também é possível obter a cidadania portuguesa, mesmo não sendo casados. Para isso, é preciso que a justiça brasileira tenha reconhecida a relação como “união estável” (também há mais de três anos), com consequente confirmação do Poder Judiciário Português.
Será preciso, apenas, que o requerente contrate uma empresa especializada, como a Cidadania Já, que tenha contatos com advogados em território português, pois somente profissionais qualificados possuem o reconhecimento necessário para atuar junto aos cartórios do país e demais estruturas que compõem o sistema judiciário local.

Descendentes de judeus sefarditas

Durante um período, entre os sécs. XIV e XV, os descendentes de judeus nascidos em Portugal (os sefarditas) foram constantemente expulsos da Península Ibérica.
Desde então, os seus descendentes jamais desistiram de requerer o reconhecimento da sua condição de cidadãos portugueses.
Desde 2015, finalmente, esse sonho tornou-se uma realidade para os quase 40 mil judeus sefarditas residentes no Brasil, que, para tal, precisarão obter o Certificado da Comunidade Judaica Portuguesa emitido pelas comunidades israelitas do Porto e de Lisboa.
No entanto, para os que comprovarem a impossibilidade de apresentar tal certificado, o governo português admite a apresentação de documentos como: registros de templos, sinagogas e cemitérios judeus; comprovante de residência; títulos de imóveis, entre outros.

Bisnetos

Por fim, bisnetos de cidadãos portugueses agora também poderão requerer a sua cidadania, de acordo com os novos termos da Lei de Nacionalidade Portuguesa.
Apesar de atender a pouquíssimos casos, esses também podem sonhar com tal direito, desde que apresentem ascendentes vivos (avós e pais), de acordo com Ministério da Justiça de Portugal.
Mais do que viver na terra de Camões e de Fernando Pessoa, obter a cidadania portuguesa pode ter um valor extremamente subjetivo para algumas pessoas.

E para você, o que significa obter essa cidadania? Tem parentes portugueses? O interessante é a possibilidade de tirar sua cidadania portuguesa com segurança, sem complicação e agilidade em empresas como o Cidadania Já, que é especialista nesse assunto e tira milhares de cidadanias por ano para os brasileiros.

Foto: Divulgação.

Este é um publieditorial.
Texto e fotos: Equipe Cidadania Já.


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Objetos de decoração para apaixonados por viagem

Mochileiros.com

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Dia 25 de julho é Dia do Viajante e a Viagema está com lançamentos fantásticos para quem ama decorar com viagens! E para você que ama viajar, a loja ainda oferece um cupom de desconto!

Confira algumas opções para sua casa e ou escritório:

Frases para decorar mesas, estantes ou nichos: R$ 65

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

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Passo a passo: Como planejar seu Mochilão

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Não sabemos por onde começar, mas para concretizar o sonho uma hora temos que iniciar, e aí vem a pergunta: “Como planejar um mochilão”?

Viajando com frequência vamos percebendo que existe um passo a passo que não muda e devemos segui-lo para aproveitar o máximo esta experiência, por isso, quero dividir com todos como planejo minhas viagens.

1o PASSO – DEFINIR O PERÍODO DAS FÉRIAS.

Quando estamos presos ao trabalho, temos duas formas de escolher nosso período de férias para planejar um mochilão:

  1. Por demanda de trabalho: Escolher se ausentar em um mês que não fará muita falta na empresa facilita a negociação, mas caso, isso não seja um problema, podemos optar por escolher a data das férias de acordo com o melhor mês para visitar o destino desejado.
  2. Por melhor época para visitar o destino desejado: Outra maneira é ter o destino definido, e analisar a melhor época do ano para visitá-lo em relação:
  • Clima: Pesquisar sobre temperatura e clima em geral (chuva, neve, vento , calor etc…)
  • Temporadas e datas festivas: Geralmente períodos de temporadas são mais caros, mas ao mesmo tempo tem festas tradicionais e eventos naturais que valem o preço. Em temporadas comecem suas reservas com pelo menos 6 meses de antecedência.

Foto: Festival de verão Ilha do Marajó – PA.

2o PASSO – DESLOCAMENTO: PASSAGENS AÉREAS.

Passada a primeira etapa, já esta definido o melhor período para seu mochilão, então agora você já pode pesquisar sobre as passagens.

Como você ainda não acordou suas férias especificando os dias na empresa, você pode pesquisar a melhor combinação de ida e volta, em vários dias da semana neste período e tempo de estadia. Geralmente as passagens são mais baratas em dias da semana. Uma vez li uma pesquisa que diz que os melhores dias para comprar as passagens aéreas são terça e quarta a tarde.

Quando encontrar a melhor opção de preço e combinação das datas de ida e volta, é hora de falar com o Chefe para acordar o período de férias e deixar bem claro da impossibilidade de alteração.

Com o objetivo de ganhar tempo e evitar mais deslocamentos internos, quando viajo por mais de um país, costumo comprar a passagem de ida por um destino e a de volta em outro, sai mais caro, mas compensa em relação ao tempo e custo benefício.

Foto: Sobrevoando a Amazônia.

3o PASSO – DEFINIR SEU ROTEIRO.

Definido e fechado o deslocamento e também as datas e horários partida e chegada, chegou a hora de planejar o roteiro do seu mochilão.

Nesta etapa você vai para internet mesmo, pesquisar sites de viajantes e mochileiros, recomendo:

Você então deve observar duas coisas:

  • O que é imperdível de se ver/fazer em cada lugar que passar?
  • Quanto tempo leva para conhecer cada lugar?

Esta análise mais as dicas de quem já foi, irão te dar uma ideia de quantos dias deve ficar na cidade ou lugar de destino para aproveitá-lo ao máximo.

Aproveite essa pesquisa para:

  • Levantar e anotar os custos dos passeios, tours e etc..que deseja fazer.
  • Anotar agências e/ou guias de confiança para agendar passeios com antecedência caso seja possível (recomendo se estiver viajando para um lugar que esta em época de temporada ou é muito complicado de informação).

Com as durações pré-determinadas em cada lugar, você vai poder montar seu calendário e ver a data de chegada e partida em cada um dos destinos, para então ir para a próxima etapa do seu mochilão.

Foto: Praça do amor – Lima – Peru.

4o PASSO – DEFINIR O DESLOCAMENTO ENTRE OS DESTINOS.

Agora você vai escolher a maneira melhor de se locomover entre os destinos e pode optar por 3 formas:

  1. Por conforto: Pagar mais caro e viajar com tranquilidade um trajeto longo. Essa opção vale a pena  para viagens noturnas de grande duração e que no outro dia a rotina será intensa.
  2. Por custo: Esquecer conforto e ir da maneira mais barata, independe do meio de transporte.
  3. Por aventura: Esta é minha opção preferida. Você escolhe viajar da maneira que é cultural naquele lugar, assim conversa com os nativos, observa-os e aprende mais sobre o destino que está percorrendo. Essa maneira pode ser uma longa viagem de barco nos rios da Amazônia, por exemplo, ou de trem na Rússia.

Outra dica: Há principalmente em países da Europa, alguns aplicativos de carona que são bem seguros. Uma ótima oportunidade para viajar de maneira mais barata, flexível e ainda conversar com alguém do país.

O que recomendo nesta etapa do planejamento:

Os destinos que você está seguro quanto as datas de partidas e chegadas, já comprar com antecedência as passagens pela internet, principalmente se for temporada no destino.Também dá pra deixar para comprar tudo por lá mesmo, caso ainda tenha dúvida de quantos dias quer ficar no lugar e quer deixar o seu cronograma mais flexível.

Se não for possível comprar com antecedência suas passagens, sempre compre-as no momento da chegada no destino, isso evita ter que deslocar novamente para rodoviárias, estação, aeroportos etc… para comprar o seu ticket e perder um tempo precioso.

Em lugares que tem dificuldade com a língua, comprar com antecedência pela internet e se não for possível, quando arrumar alguém que consiga se comunicar peça para ele escrever as frases que quer usar para conseguir fechar sua passagem, exemplo:

  • Por favor, poderia escrever os horários e dias para Tal destino?
  • Poderia também escrever os valores?

Essas frases me salvaram na Rússia… rs rs… senão eu estava lá até hoje.

Dica: Muitos lugares têm dias gratuitos para visitações em museus, parques e outros, pesquisar sobre estes dias e planejar sua viagem considerando eles, já é um dinheirinho a mais que economiza.

Foto: Machu Picchu – Peru.

5o PASSO – HOSPEDAGEM.

Muito bem, agora já temos as datas de chegada e partida e a duração em cada um dos lugares, chegou a hora de definir a Hospedagem.

No Brasil ainda é fraca a cultura de Hostel, mas em outros países é o melhor lugar para se ficar em relação a custo- benefício, principalmente para quem mochila e viaja sozinho. Você faz sempre bons amigos e contatos nestas hospedagens. Algo típico de hostel são quartos compartilhados, mas tem também individuais, caso queira privacidade ou esteja em casal.

É bom pesquisar também  as avaliações dos sites de hotelaria e ver pontuações e reclamações, além de anotar sempre o que leu em relatos dos viajantes que já passaram por lá.

Uma dica importante sobre a hospedagem: olhar a localização, se está próxima de metrôs, ônibus, dos pontos turísticos principais(onde se pode conhecer a pé). Isso faz com que você ganhe tempo e economize com deslocamentos.

Foto: Viagens de trem ena Rússia.

6o PASSO – PESQUISAS GERAL.

Durante o seu planejamento de roteiros é importante sempre anotar e aprender sobre:

  • Cultura: os costumes de onde vamos, o que é permitido e o que não é, como devemos nos comportar, e com isso lembrar que como turista temos que respeitar a cultura local.
  • Gastronomia: Sempre procuro entender o que é típico do lugar que vou, o que tenho que experimentar, onde é o melhor lugar para comer, lembre-se que a culinária mostra muito de um país, viaje sem frescuras.
  • Pesquisar sobre objetos típicos e coisas que devo comprar para trazer de recordação também é interessante.
  • Golpes e segurança: Pesquisar sobre golpes no país e segurança ajuda muito a evitar problemas.
  • Nunca viagem sem seguro viagem, em alguns países é um item obrigatório, mas para outros não. Eu já fui assaltado e quebraram meu joelho no Equador, depois do acidente fui reembolsado de todos os custos da minha Ida para Galápagos que ficou para depois.

Há várias agências, procure uma agência de turismo, ou fale com seu cartão de crédito para definir a melhor cobertura. Essa é uma economia que não compensa.

  • Sempre pesquise se estiver viajando para fora do país sobre: Vacinas, vistos e moedas.

Lembrando que a melhor pesquisa é conversar com quem já foi.

Foto: Serra da Canastra – MG.

7o PASSO – ORÇAMENTO.

Conforme for fazendo as pesquisas e for anotando os valores de passagens aéreas, hospedagens, passeios, seguro viagem e deslocamentos,  é hora de planilhar tudo isso e começar a estabelecer de acordo com o orçamento do seu mochilão: gastos com alimentação (café da manhã, almoço, lanches e jantar), itens que quer comprar, o limite de gasto com lembrancinhas,  um dinheiro extra para possíveis outros descolamento (ônibus, taxi, metro etc…) e uma “gordurinha” pro lazer é claro (cervejas, vinhos  e bons restaurantes).

Juntando tudo isso, você vai ter uma estimativa de gasto que poderá controlar, para não se perder no orçamento no calor da emoção e voltar triste do passeio.

Cartão de crédito: Com 7 dias de antecedência, costumo desbloquear meu cartão de crédito para o país que vou passar. Ligo no cartão e informo data e país. Faço isso somente por garantia, caso fique sem dinheiro, ou precise, mas evito usar, pois o imposto é alto, e pagamos a conversão do dia do pagamento.

Compra de moeda estrangeira: Uma boa prática é ir comprando a moeda aos poucos ao longo do ano, todo mês no dia que o valor tiver mais baixo, compre o que seu orçamento permitir e vai juntando, assim, na média, o custo da moeda fica num preço bom, pois se deixar tudo para última hora, pode correr o risco de subir e você perder muito dinheiro.

Para economizar:

  • Corte lembrancinhas, costumamos gastar muito dinheiro em coisas inúteis que logo irão para o lixo e não tem valor para quem recebe e ainda vão reclamar;
  • Procure passar pelas cidades com museus, parques  no dia que ele é aberto gratuitamente ao público;
  • Fique em hostel em quarto compartilhado e faça suas próprias refeições;
  • Viaje fora de temporadas;
  • Ande sempre com sua garrafa de água para encher sempre que possível: 2 por dia a 5 reais (lugares turísticos são caras) dão 200 reais em um passeio de 20 dias.

Foto: Dólar namibiano e Rands – África do Sul.

8o PASSO – PREPARANDO A MALA.

A mala ideal vai variar com o tipo de viagem, eu prefiro o mochilão para viagens que desloco muito, por ser mais prático, a mala de rodinha é mais fácil de organizar, mas é incômoda para carregar.

Preste atenção no peso mínimo dos aeroportos, para não pagarmos sobrepeso.

Boas práticas que uso e ajudarão na sua viagem:

  • Levar a mala com menos roupa e deixar para renovar o guarda roupa na viagem.
  • Levar uma mala média flexível (dobrável) dentro da mochila, para trazer cheia, pois acredite, ela vai crescer.
  • Levar roupas velhas como: meias, cuecas, camisetas e shorts. Muitas vezes principalmente quando faço trekking e sujo muito, uso roupas que já velhas, e vou descartando pelo caminho, ao invés de guarda-las sujas. O mesmo faço principalmente com cuecas e meias, levo todas as velhas, e vou deixando no caminho, se acontecer de faltar compro uma nova. Isso ajuda a abrir espaço na mala.
  • Use nosso CHECKLIST  para preparar a mala: Isso evita esquecimentos.

9o  OUTRAS BOAS PRÁTICAS.

Caderneta: Sempre viajo com a minha caderneta, onde anoto tudo: meu orçamento, o que fiz em cada dia, o que gostei o que não gostei, o nome dos lugares a história, endereços etc… ela quebra um galhão, por isso recomendo – e ainda serve de lembrança do seu mochilão.

Cópia dos documentos: Antes de viajar faça cópia de todos seus documentos, e guarde em um lugar diferente, para caso aconteça algo com os originais, você tem as cópias para te salva.

Money Pocket ou doleira: Recomendo usar este item e andar sempre com seu dinheiro e passaporte nesta vestimenta. Quando fui assaltado no Equador, quase não tive prejuízo financeiro, por estar com quase todo meu dinheiro guardado nela, sob as calças. Nunca mais viajei sem…rs.

Foto: Deserto na Namíbia.

10o PASSO – HORA DE IR.

Chegou o grande dia do mochilão, então viva-o, o planejamento serve para melhorar a experiência, evitar transtornos e otimizar seu orçamento, mas nada te impede de fugir dele, e fique tranquilo, algo vai dar errado – Don´tworry ,be happy!

Ahhh aprenda as palavrinhas mágicas: BOM DIA E OBRIGADO no idioma do país que esta, caso opte por viajar para o exterior.

Todo este planejamento esta de modo didático na planilha na Loja do Quero Mochilar: Dê uma olhada lá.

Loja: Aqui.

Espero ter ajudado e boa sorte!

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Alta do dólar: qual o destino mais barato para estudar inglês?

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Todo mundo conhece alguém que está pesquisando opções de intercâmbio para aqueles destinos que fornecem visto de trabalho como Irlanda, Nova Zelândia e Austrália. E se perguntarmos para essas pessoas qual o objetivo da viagem, em 90% dos casos, a resposta será: “quero ser fluente em inglês e o trabalho é só para me manter”. Se você também tem esse plano ou conhece alguém que tenha, esta matéria é para você.

Alguns intercambistas que foram para os destinos clássicos e q ue permitem trabalhar costumam voltar com uma sensação parecida: a viagem foi ótima, fizeram vários amigos, mas o inglês…

Muitas pessoas voltam de intercâmbios longos – 8 meses ou até 1 ano – com inglês ainda no nível ‘upper-intermediate’ ou ‘pre-advanced’. Isso ocorre em função da baixa qualidade dos cursos, da pouca intensidade das aulas e da imersão reduzida no inglês. A imersão no idioma fica prejudicada quando há muitos brasileiros nas escolas e nos destinos, pois os estudantes acabam ouvindo e falando português grande parte do tempo.

A melhor opção é fazer diferente

Apresentamos um novo destino de intercâmbio para você se desenvolver no idioma de forma intensa, rápida e com menor custo: Filipinas! Sim, é isso mesmo! As Filipinas pertenceram aos EUA e o inglês até hoje é um dos idiomas oficiais do país.
Mas, para saber se Filipinas é, de fato, o destino ideal para você estudar inglês, vale uma reflexão sobre o real objetivo do seu intercâmbio, sobre o seu orçamento e a duração da sua viagem, para você tomar uma decisão consciente.

Caramoan island nas Filipinas o melhor e mais barato país para estudar inglês | Foto: Divulgação.

Um dos belos cenários filipinos | Foto: Divulgação.

Muito além do cenário paradisíaco que você encontrará no país, considere verdadeiramente alguns pontos no momento de cotar e comparar opções de intercâmbio:

Menos contato com a língua portuguesa favorece a imersão

Esse destino já é consagrado entre intercambistas de vários países, mas ainda é pouco explorado pelos brasileiros, o que garante uma imersão em inglês de verdade. Afinal, se for para conviver com brasileiros e falar português durante e após a aula, qual a diferença entre fazer aulas no Brasil e lá fora?

País com baixo custo de vida

O custo de vida é o resultado do câmbio e do poder de compra da moeda local e esse item pode representar mais de 50% do custo da sua viagem, dependendo do tempo que ficar no país. É comum as pessoas não colocarem na ponta do lápis o quanto gastarão no país de destino com alimentação, transporte, celular, lazer, etc. Apesar das Filipinas não fornecerem o visto de estudante com permissão para o trabalho, o custo de vida no país é menor que o do Brasil (aprox. 36% abaixo). Então, é mais fácil se manter, mesmo sem trabalhar.

Cursos realmente intensivos e customizados

Existem muitas agências e escolas que apresentam um valor superinteressante para intercâmbios de 8 meses ou 1 ano. Porém, quando analisamos a qualidade do curso e a carga horária, vemos que na verdade o custo-benefício não compensa.
Sabemos que a escolha por determinados cursos e destinos se dão por conta da permissão de trabalho ou dos orçamentos apertados dos estudantes. Mas, você já pensou em fazer um intercâmbio mais curto, mais barato e com a mesma carga-horária que faria nos programas clássicos de intercâmbio?
É isso mesmo! É possível encurtar o seu intercâmbio (com a mesma carga-horária), fazer um curso de qualidade e ainda gastar bem menos!

MODO CLÁSSICO: ficar 8 meses ou 1 ano estudando inglês 3 aulas por dia. Esse é o programa de estudo mais vendido pelas agências no Brasil. Para baratear o custo, todas as aulas são em grupo e as turmas e escolas lotadas de brasileiros. Sem contar no tempo e energia que serão gastos na busca por acomodação que caiba no seu bolso e por um trabalho.

NOVA PROPOSTA: diminuir o tempo de intercâmbio e canalizar o foco totalmente para o inglês.
Você otimiza o seu intercâmbio em 2, 4 ou 6 meses, no máximo, com um curso personalizado às suas necessidades, incluindo aulas individuais.
Nessa proposta você dedica o seu tempo somente para estudar inglês e se consolidar no idioma, além de se divertir nas horas livres. Sem contar que alguns pacotes incluem hospedagem e refeição, garantindo um controle maior dos gastos com o intercâmbio.

Confira essa tabela comparativa:

Compare e analise | Foto: Divulgação.

Além da questão do custo e efetividade, muitas pessoas estão repensando seus intercâmbios para não ficarem muito tempo fora do mercado de trabalho no Brasil.
Ficou interessado(a)? A equipe da Go to Paradise está preparada para te ajudar a encontrar um programa de intercâmbio alinhado aos seus interesses pessoais e profissionais.
Entre no site (aqui) ou na página do Facebook (aqui).

Belezas além das praias. Vista do vulcão Mayon | Foto: Divulgação.

Texto e fotos: Equipe Go to Paradise.
Este é um publieditorial.


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