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O que fazer em Roma: atrações, bairros e roteiros possíveis de 2 a 5 dias

Claudia Severo de Almeida

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Roma costuma causar um problema bom, mas trabalhoso: há muito para ver, e quase tudo parece ficar perto no mapa. Entre uma visita com horário marcado, uma fila de segurança, o almoço e as caminhadas sobre pedras irregulares, porém, o dia acaba depressa. A melhor forma de conhecer a cidade é escolher uma região por vez e deixar espaço para encontrá-la também fora das atrações.

O que fazer em Roma em uma primeira viagem? Reserve um dia para o Coliseu, o Fórum Romano e o Palatino; outro para a região do Vaticano; e um terceiro para caminhar pelo centro histórico, entre o Panteão, as praças e a Fontana di Trevi. Com quatro ou cinco dias, acrescente bairros e experiências que mudam a perspectiva da viagem, como Testaccio, a Centrale Montemartini ou a Via Ápia Antiga. Dois dias permitem conhecer os principais cenários, mas exigem escolhas: tentar visitar todos os grandes museus nesse prazo costuma transformar Roma em uma sequência de filas.

Se você tem…PriorizeDeixe para outra viagem ou escolha apenas um
2 dias completosRoma antiga e centro histórico; região do Vaticano com uma visita principalMuseus Vaticanos e Basílica de São Pedro em ritmo detalhado, mais outro museu grande
3 dias completosUm dia para cada uma das três regiões principaisBate-volta e atrações distantes do centro
4 ou 5 dias completosAcrescente Testaccio, um museu de seu interesse e um passeio mais longoA ideia de preencher todas as horas disponíveis

Os roteiros abaixo consideram dias inteiros na cidade. Se o voo chega à tarde, o dia de chegada serve para fazer check-in, comer e caminhar perto da hospedagem. Ele não conta como o primeiro dia completo.

Quantos dias ficar em Roma?

Três dias completos são uma boa base para a primeira viagem. Você consegue visitar os grandes conjuntos históricos e ainda passar algum tempo nas ruas, sem depender de uma programação que só funciona se nenhuma fila atrasar. Quatro ou cinco dias permitem escolher melhor: entrar em um museu de arte, conhecer um bairro fora do centro monumental ou dedicar uma manhã à Via Ápia.

Com apenas dois dias, decida antes da viagem o que mais importa para você. Quem sonha em ver a Capela Sistina deve reservar um período generoso aos Museus Vaticanos. Quem prefere arqueologia pode dedicar mais tempo ao Fórum e ao Palatino e observar outras atrações por fora. Não é preciso pagar para entrar em todos os lugares famosos para ter uma boa experiência de Roma.

O que vale a pena visitar em Roma?

Coliseu, Fórum Romano e Palatino: um conjunto, não três paradas rápidas

O Coliseu é a imagem mais reconhecível da cidade, mas o Fórum Romano e o Palatino dão contexto à visita. Caminhar entre as ruínas, observar as dimensões da antiga área pública e subir ao Palatino exige bem mais tempo e energia do que parece em fotografias.

Tempo de visita: reserve boa parte do dia, sobretudo se você gosta de história ou pretende acompanhar explicações durante o percurso. Faça uma pausa para almoço depois do conjunto arqueológico. Monti é uma possibilidade para encerrar o passeio a pé, conforme a saída usada e sua disposição.

Vale pagar? Sim, se você quer conhecer o anfiteatro por dentro e explorar a área arqueológica. Se o orçamento é curto ou você tem apenas dois dias, pode observar o Coliseu e os Fóruns do espaço público e investir seu tempo em outra visita. Antes de comprar, confira exatamente quais áreas o ingresso escolhido inclui: arena, subterrâneo e outros espaços têm modalidades e regras próprias. Ingressos e horários oficiais estão no https://colosseo.it/es/horarios-y-entradas/

Combine com: um passeio sem compromisso por Monti depois da visita, caso ainda haja energia. Não coloque outro museu grande como compromisso obrigatório nessa mesma tarde.

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O Coliseu fica em pleno centro da cidade de Roma | Foto: Grigorii Shcheglov/Unsplash.

Museus Vaticanos ou Basílica de São Pedro: o que escolher?

São visitas diferentes, com entradas e ritmos diferentes. Os Museus Vaticanos interessam especialmente a quem quer ver suas coleções e a Capela Sistina. A Basílica de São Pedro reúne arte, arquitetura e vida religiosa em um espaço que continua funcionando como igreja. A Praça de São Pedro também merece tempo, mesmo que você não entre em nenhum dos dois.

Se arte é uma prioridade, reserve ao menos meio dia para os Museus Vaticanos e compre pelo canal oficial de ingressos (aqui). Se você tem pouco tempo ou prefere uma visita menos extensa, considere a Basílica e a praça. É possível fazer as duas no mesmo dia, mas isso requer um dia dedicado à região, pausa para comer e disposição para controles de segurança e caminhada. Não acrescente o Coliseu a esse plano.

A Basílica publica horários e avisos próprios , que podem mudar durante celebrações. Os Museus Vaticanos, em regra, funcionam de segunda a sábado; a abertura no último domingo do mês tem condições específicas. Não planeje a visita aos museus para um domingo qualquer sem conferir o calendário oficial.

Combine com: caminhada até a Ponte Sant’Angelo. Entre no Castel Sant’Angelo somente se ainda houver tempo e vontade de fazer outra visita paga; observá-lo por fora já funciona bem como fim do dia.

Panteão, Piazza Navona e o centro histórico

O Panteão é uma das visitas internas mais fáceis de encaixar em um dia de caminhada, pois o edifício fica perto da Piazza Navona e de outras ruas centrais. Reserve cerca de uma hora para a visita e mais tempo para percorrer a região sem uma rota rígida. Quem quer apenas reconhecer o monumento pode vê-lo por fora; quem se interessa por arquitetura encontra no interior a razão para entrar.

O ingresso do Panteão é pago para a maioria dos visitantes. Na apuração de setembro de 2026, a tarifa integral indicada pela administração é de 7 Euros, após uma alteração em julho. Confira valores, gratuidades e funcionamento antes de sair, sobretudo em dias de celebração religiosa.

Combine com: Piazza Navona e uma caminhada pelo centro. A Fontana di Trevi pode entrar mais tarde no mesmo dia, sem que você precise reservar uma sequência apertada de horários.

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Panteão e Piazza de la Rotonda | Foto: Gabriella Clare Marino/Unsplash.

Fontana di Trevi: ainda dá para ver de graça?

Sim. A fonte permanece visível gratuitamente. Desde fevereiro de 2026, porém, o acesso ao perímetro interno, mais próximo da água, passou a ter ingresso para visitantes não residentes. Na data desta atualização, o valor anunciado é de 2 Euros. Se você quer apreciar a obra e seguir o passeio, não precisa pagar apenas para vê-la. Consulte o site oficial da Fontana di Trevi para regras e horários do acesso interno.

Tempo de visita: alguns minutos bastam para observar a fonte; a permanência depende do movimento e de seu interesse. Evite construir o dia inteiro em torno da expectativa de encontrá-la vazia.

Trastevere: vá pelo bairro, não por uma lista de restaurantes

Trastevere funciona melhor como um passeio a pé com tempo para mudar de rua. A Basílica de Santa Maria in Trastevere e as ruas ao redor ajudam a orientar a visita, mas o interesse está também na escala do bairro e na passagem entre praças, igrejas e margens do Tibre. Há áreas muito movimentadas por visitantes; não espere encontrar tranquilidade em todas as ruas.

Tempo de visita: uma tarde ou início de noite sem pressa. Se você passou o dia nos Museus Vaticanos, deixe Trastevere como possibilidade, não como obrigação. A região também abriga instituições culturais como a Villa Farnesina e o Museu de Roma em Trastevere, que merecem uma visita própria se forem de seu interesse.

Combine com: a Ilha Tiberina e uma caminhada curta, desde que o dia ainda tenha margem. Escolha um restaurante pelo cardápio e preço expostos, em vez de presumir que qualquer mesa em uma rua famosa oferecerá a experiência que você procura.

Mais sobre você pode encontrar aqui.

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Ilha Tiberina | Foto: Divulgação/TurismoRoma.it

O que fazer em Roma além do circuito mais visitado?

Testaccio: mercado, história do bairro e almoço

Testaccio é uma boa escolha para ver uma Roma ligada ao comércio, à comida e à história de trabalho da cidade. Uma visita simples é caminhar pela região e almoçar no Mercado Testaccio. Ele reúne bancas de alimentos e opções prontas para comer, sem exigir que você escolha previamente um restaurante específico.

Vá de manhã ou na hora do almoço. O mercado informa funcionamento regular de segunda a sábado, das 7h às 15h30, com entradas por ruas como Via Lorenzo Ghiberti e Via Alessandro Volta. Confira o site do Mercado Testaccio antes da visita; não deixe esse passeio para um domingo esperando encontrar as bancas abertas. A história portuária e comercial da região também aparece no material do Turismo de Roma sobre Testaccio.

Tempo de visita: uma manhã tranquila, incluindo o almoço. Combine com: uma caminhada pelo bairro. A Centrale Montemartini pode completar a tarde para quem gosta de museus, mas não precisa entrar automaticamente no roteiro.

Centrale Montemartini: esculturas antigas em uma antiga usina

A Centrale Montemartini é uma alternativa especialmente boa para quem quer ver arte antiga em um ambiente diferente dos grandes museus do centro. Parte do acervo dos Museus Capitolinos aparece entre equipamentos de uma antiga central elétrica, em Ostiense. É uma visita com identidade própria, não uma substituição abreviada dos Museus Capitolinos.

Reserve cerca de duas horas, ajustando ao seu interesse. Confira horários e ingressos antes de ir.
Combine com: Testaccio se você tiver chegado ao mercado pela manhã e mantido a tarde livre.

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Imagem de monumento que faz parte do patrimônio cultural da Itália | Foto: Briner2306/CC BY-SA 4.0

Aventino e Giardino degli Aranci: uma pausa com subida

O Giardino degli Aranci, ou Parco Savello, oferece uma vista da cidade e uma pausa ao ar livre no Aventino. A igreja de Santa Sabina e a Piazza dei Cavalieri di Malta ficam na mesma área. A caminhada envolve subida: encaixe-a quando você ainda tiver disposição, especialmente em dias quentes, em vez de tratá-la como um desvio de cinco minutos.

Tempo de visita: uma a duas horas para subir, parar e caminhar pelas redondezas. Combine com: a área do Circo Massimo, se o ritmo estiver confortável. O Turismo de Roma informa os horários sazonais do parque.

Via Ápia Antiga: escolha um trecho, não a estrada inteira

A Via Ápia Antiga merece uma manhã ou mais, mas não funciona bem como uma atração rápida entre dois museus. A antiga estrada e o parque formam um passeio extenso, com trechos de piso irregular e sítios espalhados. Escolha previamente uma área de interesse, confira o acesso e leve água. Caminhar ou pedalar pode ser agradável, mas a opção depende do calor, do pavimento, da experiência de quem pedala e do trecho escolhido.

Reserve ao menos meio dia. Não conte com uma visita completa à Via Ápia e outra visita grande no centro na mesma manhã. O Turismo Roma apresenta um percurso pela estrada e os principais pontos do Parque Regional da Via Ápia.

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Trecho da Via Ápia Antiga | Foto: LuisaV72//CC BY-SA 4.0

Galleria Borghese: para quem quer dedicar tempo à arte

A Galleria Borghese vale uma vaga no roteiro se arte for uma prioridade pessoal. Como a visita tem duração controlada e reserva obrigatória, ela pede um bloco próprio no dia, com deslocamento e chegada sem correria. Não a acrescente apenas porque encontrou uma janela vazia entre o Coliseu e o jantar. Consulte a Galleria Borghese e suas orientações de visita antes de comprar.

Roteiros em Roma que cabem na vida real

As sugestões abaixo deixam o núcleo do dia separado do complemento opcional. Se uma atração com ingresso só tiver horário disponível em outro dia, troque a ordem das sugestões inteira. É melhor fazer isso do que atravessar a cidade repetidamente.

Roma em 2 dias

Dia 1 — Roma antiga e centro histórico

  • Núcleo: Coliseu, Fórum Romano e Palatino, com ingresso escolhido e horário conferidos antes da viagem. Faça a pausa de almoço sem marcar outra entrada logo em seguida. No fim da tarde, caminhe por parte do centro histórico.
  • Complemento opcional: Panteão por dentro ou Fontana di Trevi, conforme o tempo e a disposição. É possível ver outros pontos pelo caminho, mas sem tratá-los como metas obrigatórias.
  • Primeiro corte: entrada no Panteão, se a visita arqueológica se alongar.

Dia 2 — Vaticano e caminhada nas proximidades

  • Núcleo: escolha os Museus Vaticanos ou a Basílica de São Pedro como visita principal. Dê tempo à praça e ao almoço.
  • Complemento opcional: a segunda visita na região, se o dia e as condições de acesso permitirem; depois, Ponte Sant’Angelo.
  • Primeiro corte: Castel Sant’Angelo por dentro.

Se os Museus Vaticanos e a Basílica são ambos indispensáveis para você, dedique o segundo dia inteiro a eles e aceite que outras partes de Roma ficarão para uma próxima viagem.

Roma em 3 dias

Dia 1 — Coliseu, Fórum e Palatino. O conjunto arqueológico é o núcleo. Almoce depois da visita e passeie por Monti somente se houver disposição. Primeiro corte: qualquer outro museu previsto para esse dia.

Dia 2 — Vaticano. Marque os Museus Vaticanos se quiser entrar, faça uma pausa real para comer e avalie a Basílica de São Pedro conforme filas, celebrações e energia. Termine pela Praça de São Pedro e, se quiser caminhar, pela Ponte Sant’Angelo. Primeiro corte: entrada no Castel Sant’Angelo.

Dia 3 — Centro histórico e bairro. Comece pelo Panteão e pela Piazza Navona, deixe espaço para almoço e siga a pé por ruas do centro em direção à Fontana di Trevi. Se o dia ainda render, escolha Trastevere no fim da tarde. Primeiro corte: Trastevere. Assim você preserva a parte central do passeio quando chover ou houver atrasos.

Atenção ao calendário: se um dos dias cair no domingo, confira primeiro os Museus Vaticanos. O mercado de Testaccio também não é uma alternativa de domingo em seu horário regular.

Roma em 5 dias

Use os três primeiros dias acima como base, ajustando a ordem às reservas. Depois escolha:

Dia 4 — Testaccio e Ostiense

  • Núcleo: manhã no Mercado Testaccio, caminhada pelo bairro e almoço.
  • Complemento opcional: Centrale Montemartini à tarde, para quem quer dedicar mais algumas horas à arte e à história.
  • Primeiro corte: o museu. O passeio pelo mercado e pelo bairro já forma um dia leve.

Dia 5 — um interesse, com tempo para aproveitá-lo

  • Opção arqueologia e ar livre: escolha um trecho da Via Ápia Antiga e reserve meio dia ou mais.
  • Opção arte: visite a Galleria Borghese com reserva e deixe o restante do dia para caminhar ou descansar.
  • Opção sem outra grande atração paga: faça o Aventino e o Giardino degli Aranci em ritmo tranquilo.

Primeiro corte: qualquer segunda visita grande que você tenha pensado em acrescentar ao dia 5. Se quiser fazer um bate-volta, use este dia inteiro e deixe as opções acima para outra viagem.
Ostia Antica, por exemplo, é um parque arqueológico com informações próprias de acesso e funcionamento; vale a escolha para quem tem interesse específico no assunto, sem ser uma obrigação de primeira viagem.

Onde ficar em Roma?

RegiãoFunciona melhor paraO que observar antes de reservar
Centro históricoFazer boa parte dos passeios a péPreço, ruído, escadas e distância real até o transporte
MontiEstar perto da Roma antiga e sair a pé à noiteA localização exata: o bairro não é todo igualmente próximo do metrô
PratiPriorizar a região do Vaticano e uma base com ruas mais amplasO trajeto diário até as outras atrações
TrastevereGostar de sair à noite e explorar o bairroBarulho na rua e distância até a parada de transporte mais útil
Perto de TerminiChegar de trem, sair cedo ou buscar mais opções de hospedagemA rua específica, avaliações recentes e conforto para caminhar com bagagem

A localização exata importa mais que o nome do bairro. Antes de reservar, confira o trajeto a pé entre hospedagem e transporte, a existência de elevador e o horário de check-in. Roma tem calçadas e pavimentos que tornam alguns deslocamentos com mala mais demorados do que a distância no mapa sugere. Compare também o preço final com a taxa de hospedagem aplicável; a cidade publica informações sobre a contribuição de estadia.

Como chegar e circular pela cidade?

Em Roma, caminhar faz parte da visita, mas o transporte público ajuda a ligar regiões diferentes. Use metrô, ônibus ou bonde para vencer os trechos maiores e explore cada área a pé. Confira trajetos e eventuais mudanças de serviço perto da data, em vez de planejar conexões cronometradas entre ingressos.

A ATAC oferece bilhetes de viagem única com validade temporal, títulos de 24, 48 e 72 horas e pagamento por aproximação em serviços habilitados. O passe diário só compensa se o seu uso previsto justificar o preço; muitos dias no centro exigem poucas viagens. Veja as opções oficiais da ATAC antes de comprar.

Se você desembarca em Fiumicino, o Leonardo Express liga o aeroporto diretamente à estação Roma Termini em 32 minutos de percurso programado. O trem regional FL1 pode atender melhor outros pontos da cidade, dependendo da hospedagem. Do aeroporto até a porta do hotel, some caminhada, espera e eventual troca de transporte ao tempo do trem; consulte os horários na Trenitalia.

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Foto: Nico Ruge/Unsplash

Quando ir e como controlar os gastos?

Primavera e outono costumam ser mais confortáveis para dias longos de caminhada; no verão, o calor pede pausas e menos atrações ao ar livre nas horas centrais. No inverno, dias mais curtos tornam especialmente útil começar cedo um passeio como a Via Ápia. Em qualquer estação, leve calçados com os quais você já consiga caminhar bastante.

Para gastar com mais critério:

  • Escolha suas entradas pagas: Coliseu, Museus Vaticanos, Panteão e um museu adicional já podem preencher o orçamento e o tempo disponíveis.
  • Confira a gratuidade antes de depender dela: alguns museus e sítios têm datas gratuitas, mas condições de acesso e movimento variam. O Panteão, por exemplo, informa gratuidade no primeiro domingo do mês; confirme a regra vigente no site oficial.
  • Faça a conta dos cartões turísticos: verifique quais atrações estão incluídas, reservas exigidas e quantas visitas você realmente fará. O Roma Pass oficial tem versões de 48 e 72 horas, mas o benefício depende do seu roteiro.
  • Leve uma garrafa reutilizável: as fontes públicas de água potável, conhecidas como nasoni, ajudam durante as caminhadas. A prefeitura explica sua função e presença no centro histórico. Tá precisando de uma garrafa de água para viagem? Confira nosso artigo sobre.
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Foto: Divulgação Turismo de Roma.

Segurança, documentos e seguro viagem

Nas atrações cheias e no transporte, mantenha celular, documentos e carteira em lugar atento e acessível a você. Para ingressos, prefira os sites oficiais indicados neste guia: os próprios Museus Vaticanos alertam para páginas com endereços semelhantes ao canal autorizado que podem cobrar mais.

O seguro viagem é indispensável para uma viagem à Itália. O seguro médico com cobertura mínima de 30 mil euros é requisito formal para quem visita os países do Espaço Schengen, do qual a Itália (e outros 28 países) faz parte.

Antes de comprar seu seguro, vale comparar uma cobertura adequada para despesas médicas, assistência e imprevistos, especialmente em uma viagem internacional. Veja como escolher o seguro viagem para a Itália conforme seu perfil e o restante do roteiro.
Você pode comparar coberturas e preços na plataforma Seguros Promo (aqui), serviço confiável e parceiro do Mochileiros.com.

Como requisitos e sistemas europeus podem mudar, confira o guia do Mochileiros.com sobre o que é preciso para entrar na Itália e as orientações oficiais antes de embarcar. Em setembro de 2026, o ETIAS ainda não recebia solicitações; não pague por uma autorização em sites que anunciem a emissão antes da abertura oficial.

Erros que atrapalham uma viagem a Roma

  1. Tratar o Fórum Romano como uma parada de 30 minutos. O conjunto arqueológico pede caminhada e atenção.
  2. Marcar duas visitas concorridas em regiões diferentes com pouco intervalo. Deslocamento, controle de segurança e almoço precisam caber entre elas.
  3. Comprar o ingresso mais caro sem ler o que inclui. Compare as modalidades oficiais do Coliseu com seu interesse real.
  4. Confundir “ver” com “entrar”. Você pode apreciar a Fontana di Trevi gratuitamente e decidir à parte sobre o perímetro interno.
  5. Deixar Testaccio para domingo ou os Museus Vaticanos para um domingo comum. Confira os dias de funcionamento antes de distribuir os roteiros.
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Fontana di Trevi | Foto: Gary Walker-Jones/Unsplash.

Perguntas frequentes sobre Roma

Preciso reservar tudo antes de viajar para Roma?

Não. Priorize as atrações com horário marcado ou reserva obrigatória que sejam essenciais para você, como os Museus Vaticanos e a Galleria Borghese. Confira também a disponibilidade do tipo de ingresso desejado para o Coliseu. Deixe caminhadas, praças e escolhas de restaurante mais flexíveis.

Os Museus Vaticanos abrem aos domingos?

Normalmente, não. A instituição prevê abertura no último domingo de cada mês, sujeita às exceções do calendário oficial. Essa visita tem horário reduzido e condições próprias; confirme a data específica antes de organizar o dia.

Dá para fazer Roma com crianças ou com mobilidade reduzida?

Dá, mas os percursos deste guia precisam ser reduzidos e adaptados. Faça uma atração principal por dia, preveja pausas e verifique a acessibilidade do trajeto e das entradas escolhidas diretamente com cada instituição. O piso de áreas arqueológicas e da Via Ápia, bem como algumas subidas, pode dificultar a circulação. O Parque de Ostia Antica, por exemplo, publica informações específicas sobre os trechos acessíveis de sua visita.

O que fazer em Roma se chover?

Mantenha a reserva que já comprou, se o acesso estiver normal, e troque uma caminhada longa por uma visita coberta. O Panteão, os Museus Capitolinos ou a Centrale Montemartini podem fazer sentido conforme a região em que você estiver. Confira ingressos e funcionamento antes de atravessar a cidade; não há vantagem em substituir chuva por um dia inteiro de transporte.

É melhor fazer um bate-volta ou ficar mais um dia em Roma?

Se você tem até três dias completos, em geral vale ficar em Roma. Com quatro ou cinco, Ostia Antica pode ser um passeio de interesse arqueológico, mas toma um bloco substancial do dia. Decida pelo que você gostaria de visitar, não pela obrigação de acrescentar uma cidade ao roteiro.

Uma forma melhor de sair de Roma

Você não precisa concluir a viagem com todos os monumentos riscados de uma lista. Escolha as visitas que realmente conversam com seus interesses, reserve o que exige planejamento e proteja algumas horas sem ingresso marcado. Em Roma, esse intervalo entre uma grande atração e outra também é parte do roteiro.

Nota: Este guia com sugestões foi produzido a partir de pesquisa em fontes oficiais, publicações especializadas, avaliações recentes de viajantes e experiências compartilhadas pela comunidade do Mochileiros.com. Preços, horários, condições de entrada e funcionamento de atrações podem mudar. Confirme informações sensíveis nos sites oficiais antes da viagem.
A produção do texto teve auxílio de inteligência artificial, com curadoria e checagem de informações da Redação Mochileiros.com.

A imagem (da home e) que traz até este artigo é do Coliseu de Roma. Foto de Federico Di Dio photography/Unsplash.

Jornalista, há 20 anos escreve sobre Turismo Backpacker/Mochileiro e viagens independentes. Participou do corpo de júri especializado do Prêmio 'O Melhor de Viagem e Turismo' (categoria Hospedagem - Hostel). Cocriadora do site Mochileiros.com.

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