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  1. Visitamos Medellin em Dezembro de 2021 e aqui seguem algumas de nossas impressões! Post extraído de: https://brotherspelomundo.wordpress.com/2021/12/30/medellin-a-cidade-mais-inovadora-do-mundo/ Bora lá: De fato, Medellín merece esse título. Afinal, para se tornar de “a cidade mais perigosa do mundo” para “a cidade mais criativa do mundo” deve-se muita inovação. Em Medellín vimos de perto diversas coisas que gostaríamos de ver aplicadas em nossas cidades brasileiras: de favelas pacificadas a um centro voltado a pessoas – e não a carros. Ou, ainda, praças e parques revitalizados após serem palcos de usuários de drogas (como a Cracolândia, em São Paulo). Parque de las Luces, aonde há alguns anos localizava-se a Cracolandia da cidade O transporte público todo conectado também é algo a se admirar: duas linhas de metrô, diversos corredores de BRTs, uma linha de VLT e duas linhas de teleféricos (que dão acesso aos lugares mais remotos dos morros de comunidades). Tudo isso em uma cidade de 2,5 milhões de habitantes, a qual já sofreu bastante com o tráfico de drogas. Mirante em Medellin,m Nós dois não saímos de Medellin os mesmos que entramos. Saímos com uma grande luz de esperança de dias melhores para diversas cidades no Brasil que sofrem com a insegurança ou, ainda pior, com o narcotráfico. Nossa passagem pela Comuna 13 – a favela mais famosa do mundo Vimos que, com políticas públicas de longo-prazo, é possível fazer acontecer! O exemplo mais claro é o da Comuna 13: comunidade carente, que por anos sofreu com o narcotráfico e, hoje, é um caso de sucesso na reurbanização de favela (havendo acesso facilitado aos moradores para se subir o morro via escadas rolantes) e há presença permanente da polícia. Escadas rolantes que dão acesso ao Morro da Comuna 13 (favela pacificada) E não é só isso: o projeto conta com incentivo a cultura e acesso à educação, fazendo com que os jovens nascidos ali tenham de fato uma formação voltada para a cidadania e vislumbrem de fato um novo futuro. Projetos como os implantados em Medellin são de longo prazo! Não são puramente eleitoreiros, como no Brasil, em que se começa, funciona, ganha a eleição e se para! Tanto é que em Medellin, muitos desses projetos iniciaram-se há mais de 20 anos (especialmente após o desmonte da quadrilha a qual Pablo Escobar liderava) e nenhum governo deixou de investir no bem estar da população, a fim de, de fato, deixarem o passado obscuro para trás. Gostamos muito de tudo que vimos! Inclusive, há um museu chamado Museo de La Memoria, o qual conta bem a história da Colômbia! Gratuito! Excelente! Vale muito a pena visitar a cidade e ficar ao menos 3 dias - incluindo um dia para conhecer a Pedra El Piñol, a qual se localiza a 2h da cidade e muitos colombianos se referem a ela como "A vista mais bonita do mundo".
  2. 13/12, Colômbia. Décimo-quarto dia de viagem e quarto dia de Medellin. Acordamos às 8:30, nos trocamos, tomamos café da manha numa padaria próximo ao hostel, pegamos o metrô e às 9:30 já estávamos na rodoviária. Pegamos o busão das 10h para Piedra El Piñol, por 16 mil pesos (aprox 24 reais). Nosso vídeo completo na Pedra Como são 70 km, pensamos que seria uma hora de viagem. Mas levou 2h o trajeto! O ônibus parou várias vezes – tanto para embarque e desembarque de passageiros, quanto para a entrada de ambulantes (nessas estradas da Colômbia, os ônibus não param em postos, entretanto diversos ambulantes sobem no ônibus para venderem suas mercadorias). Chegamos ao parque meio-dia – o ônibus pára na porta do parque, sendo necessário andar somente uns 10 minutos até a bilheteria. Compramos o ingresso por 20 mil pesos (aprox 30 reais). Iniciamos a subida! São quase 700 degraus para se alcançar o topo dessa rocha. Segundo os colombianos, trata-se da Melhor Vista do Mundo! Fomos conferir! Meia hora de subida e estávamos no topo! Havia idosos e crianças subindo a pedra! Não é tão difícil quanto parece e há espaços de descanso. Ficamos lá em cima por mais de uma hora apreciando, tirando fotos e gravando vídeos! Valeu muito a pena! O dia estava lindo! Demos sorte! Então decidimos descer! Quando chegamos lá embaixo, decidimos ir andando até Guatapé, vilarejo a 4 km da rocha. Sob sol, fomos andando morrendo de fome por 40 minutos! Chegando lá nos deparamos com uma cidade fofa!! Vila toda colorida e cheia de artesanias para a venda para os turistas. Vimos a igreja mais bonita até o momento. Ruas claramente feitas para turistas fotografarem. Almoçamos por 10 mil pesos na praça da igreja. Após, demos uma volta pelas ruinhas dali e as 16:45 passamos na rodoviária (a beira de uma das partes da represa e a dois quarteirões da praça principal). Pegamos o ônibus das 17h. Chegando em Medellin pegamos MUITO trânsito! Demoramos quase 1h a mais só para entrarmos na cidade. Chegamos na rodoviária já eram quase 20h. Então fomos em direção ao hostel. No caminho passamos novamente na padaria e compramos: pão agridoce (Luan) // pão de queijo e um doce parecido com massa folhada com recheio de goiaba (Helder). Sendo esse pão de queijo algo parecido com nossa chipa, no Brasil. Chegamos no hostel e ficamos desde então tranquilos. Não podemos deixar de falar do hostel em que ficamos: Ivy Hostel. Recomendamos muito! Gastos: 75.500 pesos colombianos + hospedagem (26 mil) = 101.500 pesos colombianos (26 dolares, ou seja, 149 reais, pela conversão que conseguimos via Western Union).
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