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Olá viajante!

Bora viajar?

ilha do mel - vale o relato?

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olá!

posto o tópico sem saber se um roteiro tão batido vale um relato. muita gente aqui já esteve por lá... talvez esse relato sirva apenas pra dar umas dicas mais recentes.

eu já estava em ctba desde 21 de dezembro. minha família está no paraná, então eu já viajei de mala e cuia, como se diz. com vontade de dar uma escapada à ilha do mel, preventivamente levei tudo pra acampar, na verdade, tudo o que levaria num trekking, menos o bastão de caminhada e as botas. o resto foi tudo, enchendo ainda mais minha elevation 75 (que foi e voltou no volume máximo, em torno de 100 litros, lotada com outras roupas, presentes, e etc.).

dia 31 minha namorada chegou a ctba. ela é friorenta, então o clima ameno estava fazendo-a passar um pouco de frio... sabendo disso, eu não deixei de levar o saco de dormir. para os friorentos, mesmo uma noite na praia pode ser fria...

resolvemos descer à ilha no dia 02 de janeiro. para pegar mais facilmente lugar pra ficar. indo contra-fluxo, obtém-se vantagens mesmo em relação a preços. acabamos por pegar o ônibus pra pontal do sul apenas às 13:30. chegamos lá por volta das 16:hs, pegando uma barca pra ilha lá pelas 16:20, chegando à ilha um pouco antes das 5 da tarde.

eu levava uma lista de telefones de campings, com suas localizações por local (falar em bairro é indevido....), e acabamos por ficar no camping da rhaiana, naquilo que no mapa é o começo da vila do farol..., relativamente perto do trapiche. nova brasília é a região da "muvuca", com mais infra-estrutura (o que significa alguns restaurantes simples, alguns botecos, uma pequena mercearia, orelhões...).

 

na verdade, quando chegamos, não sabíamos bem onde ficar.... descemos do trapiche, fomos andando em frente, demos de cara na praia.... andamos um pouco por ela, perguntamos a alguém, voltamos.... e fomos andando pela trilha de dentro, quando então perguntei pelo camping da rhaiana. eu sabia que lá teria "barreado" (apenas não sabia que era só sob encomenda), era cercado, parecia organizadinho. mas isso era um pouco aparência, pois depois circulando pela ilha vi campings melhores e piores. um, que não lembro o nome, tinha uma ampla churrasqueira coberta e duas pias pro lado de fora dos banheiros, que pareciam ser 4, e não apenas 2 como no camping da rhaianna. se não em engano é o camping do arione, mas é preciso certificar-se.

mas nos beneficiamos de sua excelente localização, perto daquilo que pode ser a única mercearia da ilha.

 

eu tinha coletado um monte de infos no www.ilhadomelpreserve.com.br - mas parece que esse site tá fora do ar agora.

 

como disse, chegamos no final da tarde do dia 02/01. fazia sol (embora tivéssemos saído de ctba sob uma garoa fina), e já na ida, na barca, fomos brindados com a vista de golfinhos.... o que vimos também na volta...

 

bom, chegamos ao camping, montamos a minha barraquinha manaslu (perdida em meio a um mar de náutikas prisma 4 - de umas 7 ou 8 barracas lá, 5 eram desse exato modelo). . montada num limite do camping, estava atrás de outras barracas, debaixo de uma árvore.

 

fomos já dar uma caminhada pela ilha, mais especificamente pela praia do istmo, atravessando o próprio e voltando pela praia de brasília. o restaurante do david havia aberto e então comemos cada um, um "pratão", que nada mais é do que o velho e batido comercial encontrado em diversos botecos e restaurantes baratos brasil afora: feijão, arroz, saladinha, fritas e alguma carne ou peixe. michelle esperou chegar o meu pra arriscar comprar o dela, com camarão. o pratão sai a 8 reais com peixe, e a 10 com camarão - valores intermediários para carne ou frango. depois fomos caminhar pela trilha do meio, e fomos até a praia de fora.

 

 

voltamos ao camping, já anoitecendo, enrolamos e resolvemos da rum passeio noturno. mas especificamente, tomar um café à beira mar. andamos um pouco no escuro (com a lanterna que levei - item indispensável pra quem vai à ilha!), escolhi um cantinho protegido do vento ali no istmo, virado para a praia de brasília, portanto, para o continente, acendi o fogareiro (sim, eu levei o fogareiro, uma panelinha, duas canecas e um garfo), acendi, botei a água pra ferver.... e daí o detalhe. o café, solúvel, era fácil de misturar à água, e seria adoçado com leite condensado de bisnaga... mas quem levou ali pra praia algum objeto cortante pra abrir o lacre da bisnaga? o canivete ficou lá na barraca.... a preguiça de voltar a pé nos fez primeiro ficar tentando abrir com o dente aquela pontinah plástica. por fim minha namorada resolveu abrir com a ponta do garfo enquanto eu controlava ali o fogareiro contr ao vento e.... enfiou a ponta do garfo no dedo indicador.... voou sangue pra tudo quanto é lado, pois o dente do garfo entrou fundo, mas rente à pele, quase um cm. estancamos o sangue ali mesmo, rindo, tomamos o café queimando os lábios e os dedos, no escuro, observando o litoral do continente e a luminiscência de algas na água parada da praia de brasília.

 

o istmo já foi, há alguns anos, atravessado pelo mar... há resquícios de uma casa que havia ali, mas segudos o s moradores locais, o istmo tem se alargado de lá pra cá. há vegetação de areia no istmo, rasteira, mas há. ou seja, o mar não passa mais por ali.

 

rolou uma boa noite de sono e, no dia seguinte, após um café com bolachas, resolvemos ir até a fortaleza. a fortaleza de nossa senhora dos prazeres é de 1767, construída pra proteger dos ataques dos espanhóis. em 1850 (naquela época o paraná ainda pertencia a são paulo) um navio inglês, o cormoran, adentrou paranaguá, sendo expulso pela população. houve troca de tiros de canhão com a fortaleza, diante da qual o navio passou. um morto do lado do brasil. o navio avariou-se mas seguiu viagem. há uma placa comemorativa na fortaleza, pelo rechaçamento do navio. apenas um detalhe, para acabar com o orgulho brasileiro: o navio estava combatendo o tráfico negreiro.

 

pois fomos pela manhã, empastados de filtro solar, com papetes, chpéus, água e etc. fomos o máximo possível pela sombreada trilha da fortaleza, que segue praticamente em paralelo a praia da fortaleza. voltamos pela praia, e fomos, de novo, almoçar no restaurante do david. o tempo fechava, então tomamos um banho rápido e fomos comer. eu fui descalço mesmo, com apenas a carteira e o celular no bolso da bermuda, e uma camiseta... michelle ainda estava de havaianas, mas tb vestida de modo relaxado, tb com os óculos escuros... depois de comer resolvemos dar uma andadinha na praia do farol...... chegamos ao farol, subimos aquele monte de degraus... vimos a praia de fora por cima e resolvemos dar um pulinho pra praia grande.... eu havia deixado o mapinha com a michelle, que memorizara-o e o guardara no bolso... já eu estávamos na praia grande, pq não continuar na praia do miguel? continuamos, com água pelos joelhos... andamos toda a praia, atravessamos a ponta da nha pina... e tomamos água na bica do norinho. aí já estávamos na praia da bóia, pegamos uma trilhinha pra vila das encantadas....

 

a vila não nos encantou. parece haver um certo agito noturno, mas não conferimos. ali fica o albergue do zorro, de modo que vimos alguns gringos. mas nada de mais por ali. apenas um sorvete, e, dada a hora, nos púnhamos a voltar.

 

michelle insistia que havia uma trilha por dentro, pelo outro lado do morro do miguel (ou morro do sabão), de modo que acabamos por "explorar" os limites da vila das encantadas e acabamos de volta no caminho por onde vínhamos. daí eu então resolvi olhar no mapinha... rimos ao perceber que tal caminho por dentro não exisitia. teríamos que voltar pela praia....

 

voltamos, e eu preocupado com o nível da água que encontraríamos ali naquela pontinha entre a praia grande e a do miguel. a maré subia, e eu lembrava bem daquelas rochas cobertas por cracas.... me criei em praias com arrecifes, sei como é ser jogado pro uma onda em cima de uma pedra daquelas.

 

fomos andando rápido. um gole de água bem longo na bica do norinho, subimos a longa escadaria da ponta da nhá pina e ali ultrapassamos um grupo de uns 4 ou 5 que iam tb pra vila de brasília. andavam bem mais lentos, rindo, brincando... todo mundo de tênis... eu tava muito bem descalço! michelle já carregava as havaianas na mão.

 

realmente a água estava mais alta, mas não muito mais. apenas o suficiente pra eu molhar bem a bermuda, e passar com os óculos escuros, celular e carteira enrolados na camisa, na mão. ali, dependendo de como está a maré, não dá pra passar. mas passamos bem.

 

logo após o morro do meio achamos a trilha que corta um pedaço do parque.. andamos bastante, sem cruzar viva alma, até que chegamos a uma encruzilhada meio mal sinalizada, com uma casinha que parecia estar abandonada. a placa indicava a vila de brasília pro lado errado. do outro lado da placa vimos a indicação que era dada pra quem vinha de brasília, aí indicando a direção certa. se fôssemos errado apenas cairíamos na praia do belo. pegamos o lado certo, andamos mais e chegamos finalmente ali pertinho do trapiche da vila de brasília/farol.

 

anoitecia já a este momento. embora não pegássemos sol nessa tarde, o mormaço nos queimou, e meus pés doíam um pouco.

 

ora, se de manhã, andáramos cerca de 8 kms, ida e volta pra fortaleza, à tarde, andáramos mais, cerca de 12 kms e uns quebrados. brinquei com a michelle, que inventáramos um troço diferente do fast and light, inventáramos o lost and light. o que era pra ser apenas uma caminhadinha leve após o almoço virou 12 kms....

 

à noite meus cancanhares doíam, e então descrvi o que eu sentia e michelle me disse que é a mesma coisa que as mulheres sentem ao final dos bailes, após horas de salto alto... eu hein? tô fora...

 

à noite tomamos um sopão feito no camping, e uma voltinha ali pela vilinha mesmo. um café com leite no larica´s café (preço de ilha no verão: 3,50 a xícara!), uma partidinha de xadrez (na verdade 3, duas eu perdi feio pra mi), e cama. aliás, dica pra campistas e eventualmente trekkers que gostem de xadrez (e mesmo damas): xadrez master da xalingo. tamanho próximo do oficial, com tabuleiro em courvin enrolável e dobrável, peças ocas de plástico (rei com cerca de 9 cm, casas com cerca de 4 cm, tabuleiro com notação algébrica), levinho pácas, cabe num saquinho. cerca de 18 reais nos armarinhos fernando, na 25 de março, em são paulo. cabe me qualquer cantinho da mochila e não pesa quase nada. e tem dimensões admissíveis em cameonatos, ou seja, é confortável de jogar.

 

detalhe do sopão. a michelle resolveu fazer, e eu já tinha esquentado a água. assim empelotou um pouquinho. e ela xingava que o troço ficara muito grosso e então tb muito salgado... tomávamos nas canecas, e ela reclamando... até que eu expliquei q o pacote era pra dois litros, e ela tacara tudo num litro só de água... hehehehehehe

 

dormimos pesado. segundo a michelle, eu nem ronquei... ou ela que não ouviu.

 

na manhã seguinte, resolvemos ir embora da ilha. víramos basicamente o que queríamos, faltava apenas a praia do belo. pegamos a trilha e fomos até lá... uma mísera prainha dividida em duas partes, uma com uns 3 ou 4 barcos atracados. a outra com três o quatro pessoas. a praia deve ter uns 9 metros de largura apenas... michelle concluiu que a praia deve ter o nome pq lá deveria morar algum "belo", pois o local não era bonito, não....

 

almoçamos um miojão rápido na volta, arrumamos a mochila, com tudo dentro, e fomos pegar o barco. saímos do trapiche às 15:20, sendo acompanhados por golfinhos no caminho, e só conseguimos passagens pro ônibus de 18:40. ficamos umas duas horas e uns quebrados ali no terminal de embarque pra ilha, esperando o bumba.

 

algumas considerações. pra quem gosta de explorações, a ilha pode ser feita em dois dias. dá pra conhecer praticamente tudo pra quem acorde bem cedo e tenha boa disposição, até em um dia. é um local bonito, com certeza. mas com problemas de infra-estrutura.

 

o fato é que a rede esgotos, conforme apurei depois, tem problemas. no camping presenciei a proprietária negociando com um pequeno empreiteiro local o esgotamento de uma fossa, e asolução pactuada com certeza terminará em contaminação do solo.

 

água mineral é essencial.

 

as coisas na mercearia são carinhas. afinal, têm que viajar do continente. assim, levem o que puderem na mochila.

 

a cerveja é mais cara tb, mas não lembro o valor.

 

a ilha é uma maravilha pra quem gosta apenas de balada à noite e uma prainha básica de dia. dá pra ir pra uma praia diferente por dia, se a intenção é apenas ficar torrando na areia. tinha um grupo que vimos algumas vezes, facilmente identificado por uma imensa geladeira esverdeada que carrregavam pra tudo quanto é lado. devia estar amplamente recheada de cerveja.

 

há botecos à noite, funcionando a pleno vapor, alguns até com música ao vivo. são locais de azaração. então, a ilha é bom point para os solteiros. tanto é que presenciamos no camping uma clássica DR de um casl de namorado, uma vez que a moça tinha primeiro planejado ir à ilha sem o namorado, depois quase fora a uma outra praia só com as amigas, e o namorado percebeu a manobra... sei não, mas parecia que ela estava tentando, digamos assim, variar a companhia...

 

tem um local que dá aulas de surf, e parece tb alugar pranchas.

 

dêem uma rodada pelos campings antes de escolher onde ficar. claro, num reveillon vai estar tudo cheio, mas nem sempre tá no limite máximo. preço que pagamos: 10 reais por pessoa. preço no reveillon, que será o mesmo do carnaval: 15 reais por pessoa.

 

muitos campings têm quartinhos, normalmente alugados a 25 ou 30 por pessoa. há pousadas mais estruturadas tb, é só questão de pesquisar um pouco, e tb um hotel na ilha.

 

na fortaleza há um imenso mural com a evolução geológica do local. o mar já foi bem mais baixo de modo que a ilha era parte do continente, e tb mais alto, de modo que eram apenas ilhotas próximas, constituídas pelos morros da atual ilha. interessante...

 

michelle acampou pela primeira vez ali. gostou, mas quer algo mais selvagem, com menos gente, mais trilha. eu tenho dito a ela que seu espírito é de trilheira, de trekker, e agora ela parece ter assumido isso. tanto que voltou de ctba com uma mont blanc feminina nas costas. namorado legal eu pra dar um presente destes, né? por sinal, ela tava ficando agoniada de ver um monte de gente com mochilas pesadas sem usar a barrigueira. mas tem gente que prefere sofrer mesmo.

 

numa tarde ela flagrou uma senhora comentando com outra, soltando típico comentário de quem nunca carregou decentemente uma cargueira. as duas senhoras viram passar umas garotas gringas de mochilões e comentaram aquilo que ninguém aqui no mochileiros já ouviu...hehehehe:

"não sei com conseguem carregar todo esse peso nas costas! pq não usam uma mala?"

 

repelente. item essencial. não levei e me ferrei. além de mosquitos, tomei picadas de um bicho que parecia uma mosca bem alongada e totalmente esverdeada, de um verde claro. ainda hj, dia 15 de janeiro, as picadas desse bicho estão empelotadas. michelle usou sua estratégia normal: ficou perto de mim, e não tomou nenhuma picada de nada, pq tudo que tá num raio grande vem pra cima de mim mesmo.

 

os gastos não foram muitos. abaixo eu listo tudo o que gastamos, inclusive um isolante térmico da curtlo pra dormimos em cima (ou outro é um isolite da azteq). a barraquinha, manaslu discovery light, mostrou-se bem ventilada. gastamos no total cerca de 288 reais, em duas pessoas, com todo o transporte, desde curitiba.

 

bom, agora, quem sabe, superagüi. ou mesmo a serra dos órgãos, já que a mi quer outro tipo de passeio... e eu não acho nem um pouco ruim isso.

 

p.s. sem fotos. minha câmera deu pau. mas há diversas fotos da ilha na net.

 

Gastos ilha do mel.

 

Passagens (ida) - R$ 43,30

Guarda-volumes - R$ 3,50

Supermercado - R$ 17,66

Isolante térmico - R$ 34,90

Barcos para a ilha (ida e volta) - R$ 36,00

Taxas ambientais - R$ 6,00

Jantar do dia 02/01 - R$ 28,00

Almoço do dia 03/01 - R$24,00

Sorvete - R$ 3,50

Café - R$ 3,50

Camping - R$ 40,00

Passagens (volta) – R$ 38,60

Pastéis - R$ 5,00

Coca cola 2 lts. - R$ 4,00

Total - R$ 287,96

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Postado
  • Membros

Oi Bruno, vlw msm as dicas!!! ::otemo:: Tá sendo de grande ajuda pra eu planejar os meus gastos por lá...

 

Vou chegar em Curitiba sábado e passar o dia lá, pois quero ir pra Paranaguá de trem (vou comprar com antecedência pela net), e ai só rola no domingo. Então já me programei pra esse passeio turístico em Curitiba e a noite jantar no Sta Felicidade, que dizem estar os melhores restaurantes. Principal// comida italiana, que eu adorooooo!!! ::cool:::'> Provalmente vou ficar hospedada no F1 e na Ilha vou ficar em Encantadas. A volta da ilha devo fazer por Pontal do Sul, que é mais perto que Paranaguá, pelo que vi... Vou deixar pra comprar a passagem de volta (Pontal-Curitiba) qdo eu for pegar o trem, pq vou dar uma esticada, volto pra BH apenas na quinta, então o movimento já vai estar bem menor... acho que não preciso preocupar.

 

Bom, vlw msm!!! :D

 

Obs.: se precisar de algumas dicas pelas Minas Gerais e outros lugares que visitei (RJ, RS, SC, GO, etc.) estamos ai pra retribuir o favor.

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

Por nada...

 

Santa felicidade, realmente tem os melhores restaurantes, meu pai só me falou isso depois quando eu cheguei em casa...rs..

No hotel oferecem um pacote chamado Curitiba by night olha que chique! but... 150,00 por pessoa!!! bom para quem perdeu tempo e não pode conhecer a cidade e está desesperado para dar um rolê pela cidade todos os pontos turisticos e jantar em santa felicidade, mais uma visita a adega de vinho com degustação inclusa, passei "pique lua de mel"...rs..

 

Isso mesmo pontal do sul é mais próximo, a passagem de volta sem crise, acha sim...se não for em dia de movimento, caso não ache pegue uma para ipanema e de lá pegar o para curitiba..rs.. dá para pegar uma praia em Ipanema..

 

Quero ir também! esse lugar é "viciante"!

dia 18/3 to indo passar um fds...

 

boa viagem em breve pergunto algo sobre GO...

  • 10 meses depois...
Postado
  • Membros

Pessoal,

estou indo a Ilha do Mel logo após o Carnaval.

Gostaria de fazer pelo menos 1 trecho de trem, como faço pra comprar a passagem?

 

Você conhecem o Hostel Marimar? Estou querendo me hospedar por lá!

 

Já peguei as dicas acima... Se tiverem mais alguma coisa pra acrescentar seria ótimo!

 

Obrigada

  • 5 meses depois...
Postado
  • Membros

Olá Le_ferreira! Não sei se você já fez sua trip, mas você poderá ir de Curitiba para Paranaguá de Trem (http://serraverdeexpress.com.br) e pegar a Barca pra Ilha em Paranaguá mesmo. Acho até que é mais caro que ir de Pontal, não tenho certeza!! Quando ao Hostel, em Encantadas eu não achei lá aquelas coisas, é que eu sou total Nova Brasília, rsrs. Lá, a maré sobe e um rolé a noite é meio tenso. Tem esse mesmo Hostel em Nova Brasília tb a beira mar, que é mais minha área de escolha.

 

Boa sorte!

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Estou pensando em ir à Ilha do Mel em setembro. Pegarei o trem para Paranaguá e depois Ilha do Mel, qual a melhor praia para hospedagem, acho que irei sozinha, portanto não queria um lugar muito sossegado não. Tem algo legal para se fazer em Paranaguá?

Beijosssss

Postado
  • Membros
Estou pensando em ir à Ilha do Mel em setembro. Pegarei o trem para Paranaguá e depois Ilha do Mel, qual a melhor praia para hospedagem, acho que irei sozinha, portanto não queria um lugar muito sossegado não. Tem algo legal para se fazer em Paranaguá?

Beijosssss

 

Oi Fla!

 

Se a sua intenção é relaxar... a ilha do mel é sempre uma ótima pedida. Mas se vc quer entrar na água, olha, só com roupa de neoprene kkkk, nessa época, aqui no litoral a água é muita fria. Um bom local pra ficar é na Brasília, caso vc não saiba, a ilha é tradicionalmente dividida em Brasília e Encantadas, que são os locais onde param os barcos. Na Brasília existem diversas pousadas que ficam muito bem localizadas, tem mercearia próxima, bares, posto de saúde, etc.

 

Eu moro em Paranaguá, o que posso te dizer é que a cidade não é preparada para o turismo. Existem é claro diversas empresas que lutam pra conseguir fazer o turismo acontecer, mas a falta de preparo impera. Mas, não é nada assustador não, é coisa de Brasil mesmo, que não investe nisso.

 

Em Paranaguá, vc poderá visitar a Parte histórica da cidade, onde tem a Beira Mar que é muito bonita e agradável. Tem o Museu da UFPR, tem igrejas muito antigas, passeios de barcos pela Bahia e via Porto. Se calhar de vc chegar a Paranaguá num domingo, visite o Porto, é grátis. Basta pergar um ônibus no centro e ir até lá, mas não sei te dizer a frequencia desse ônibus.

 

Você disse que pretende descer de Curitiba pra Paranaguá de trem, saiba que o trem só vem a Paranaguá aos domingos. Isso é uma coisa RIDICULA que instauraram aqui, antes o trem vinha até a estação e desciam dezenas de turistas que lotavam os restaurantes... de repente, parou, a estação está às moscas há mais de 10 anos e nada é feito, a estação é/ERA linda, um prédio lindo que fica bem de frente e perpendicularmente à Rua Julia da Costa, que é a rua da Prefeitura... tá lá, largada às traças... lamentável. Mas, voltando, recomendo sim que vc venha de trem, mas, desça primeiro em Morretes, se conseguir, almoce por lá e depois venha até Paranaguá de ônibus, o ônibus deve custa algo como 3 reais, não sei, só tenho ido de carro a Morretes... linda cidade, Morretes é muito gostoso, eu sou fotógrafo e gosto sempre de fotografar lá, lindo!

 

Chegando a Paranaguá, curta a cidade e depois, recomendo que vc pegue um barco numa manhã com destino à ilha do Mel... a Baia de Paranaguá é simplesmente estonteante e se tiver um dia de sol, vc certamente não vai se esquecer desse passeio tão cedo. É realmente maravilhoso.

 

Enfim, qq coisa, pegunte mais. Abraço

Postado
  • Membros

Ah, muito obigada pelas dicas. Gosto de praia, mas moro num lugar que tem água quentinha, prefiro tomar banho de mar, por aqui, rsrs. Mas vieram mais dúvidas... Gosto de fotograr apesar de nunca ter feito nenhum curso, massss... diante do que vc falou vale a pena dormir uma noite em Morretes? Em caso positivo, recomenda hospedagem onde? Achei interessante a idéia de pegar o trem até Morretes e ir de ônibus até Paranaguá.

Valeu!!!

Um abraço

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