Iai galera mochileira. Vou postar aqui um relato sobre o São João de Campina Grande.
Primeiramente quero dizer que eu como baiano e nordestino sempre fui apaixonado pelo São João e todos os anos ia curtir no interior da Bahia. Depois que mudei para o Rio, 2 anos atrás, fiquei 2 anos sem ir, porque aqui não é feriado no dia 24 de junho. Este ano o feriado de corpus christ caiu exatamente na época do São joão, 23 de junho, quinta-feira. Foi a deixa para eu pegar uma folga no trabalho na sexta e embarcar para o nordeste.
Este ano escolhi o São João de Campina Grande por ter diversos amigos lá sempre me falando bem do SJ de lá. Comprei as passagens de milhas pois estava muito caro (R$1200,00, ida e volta), por tanto aconselho a quem for comprar a passagem com antecedência. Campina Grande fica a + ou – 1h30min de João Pessoa e 3h de Recife.
Chegamos na madrugada de quinta-feira. Fiquei na casa de uma amiga lá, perto da rodoviária, um pouco longe do Parque do Povo (local onde rola a festa), mas estávamos de carro então isto não atrapalhou.
Acordamos na quinta as 10h nos arrumamos e fomos no shopping comprar ingressos para a Villa Forró (mais a frente explico o que é) para a sexta e o sábado. De lá partimos para o Bar do Cuscuz que fica na lagoa (acho que eles chamam de açude). O bar é muito legal, rola banda de forró, claro, tocando até a noite, fica um publico jovem bebendo, comendo e curtindo. Comemos uma carne de sol acebolada e na nata que estavam fantásticas, vale a pena experimentar. A cerveja estava gelada e o atendimento foi bom.
De lá seguimos para dar uma volta e conhecer um pouco da cidade. Uma cidade do interior, mas com uma estrutura muito boa e muito arrumada, gostei bastante da cidade.
A noite fomos para o Parque do Povo, onde realmente rola a festa. O lugar é enorrrme, tem o palco principal onde rola os shows de bandas grandes. Estava rolando o show de Elba Ramalho. Depois do show dela fomos rodar o parque. Tem vários ambientes. Em uma delas os principais restaurantes da cidade “constroem restaurantes” dentro do parque e entre eles tem “ilhas” de forró, com um trio de forró tocando as melhores do forró pé de serra, são alternativas ao palco principal. Toda essa estrutura é destruída no final dos 30 dias de festa e reconstruída no ano seguinte. Tem a pirâmide do forró, onde fica tocando uma banda de forró, o pessoal chama o local de “risca faca”, uma expressão que significa que o lugar é mais baixo astral, e de fato tinha muita gente caída pelo chão bêbada, dormindo, em um espaço de 1 minutos rolou 2 brigas na nossa frente. Não é um local que aconselho a noite. Durante o dia rola apresentação das quadrilhas, aí é tranquilo, apesar de que eu não fui nenhum dia assistir.
No dia seguinte acordamos tarde, almoçamos no shopping e seguimos para a Villa Forró. É um lugar que rola uma festa com bandas mais famosas e é pago, pagamos 40 reais cada dia (sexta e sábado) O lugar enche bastante e o engarrafamento é gigantesco, é bom sair muito cedo, umas 14h. A festa começa as 16h. Pegamos um engarrafamento até a rotatória e lá pegamos um caminho alternativo por trás, uma estrada de barro muito ruim e um ladeirão, tava engarrafadinho, mas bem menos que o acesso principal. A festa foi muito boa, terminou por voltas das meia-noite e de lá o pessoal segue pro parque do povo pra curtir mais festa e forró.
No dia seguinte foi a mesma coisa. Saimos atrasado de novo e pegamos o engarrafamento de novo (brasileiro nunca aprende, hahahaha...)
No domingo fomos rodar um pouco mais a cidade e fomos em um restaurante que fica fora da cidade depois da Villa Forró, eu vou ficar devendo o nome dele, mas é fantástico, é tipo um sitio grande com mesas espalhadas. A comida é muiiito boa e o preço em conta. Vale a pena sem dúvida!!! Vou descobrir o nome e posto aqui. A tarde fomos em uma feira de artesanato. Eu odeio essas coisas e não tenho paciência, mas as meninas que estavam comigo fizeram a festa lá. Hehehehe... Comprei só uma boneca para minha sobrinha de algodão colorido (o algodão tem tonalidades de branco, beje, marrom e verde, não é tingido, é cultivado nessas cores, um projeto da embrapa).
Pegamos um vôo noturno de João Pessoa para o Rio, pagamos um taxi que deu 40 reais para cada (éramos 4). Cheguei no rio direto para trabalhar.
E assim terminou a viagem. O São João de Campina Grande é bem parecido com o SJ do interior da Bahia, mas em uma proporção um pouco maior. É fantástico e eu gostaria de voltar todos os anos!!!! Recomendo a todos que queiram conhecer essa maravilhosa festa regional!!!
Iai galera mochileira. Vou postar aqui um relato sobre o São João de Campina Grande.
Primeiramente quero dizer que eu como baiano e nordestino sempre fui apaixonado pelo São João e todos os anos ia curtir no interior da Bahia. Depois que mudei para o Rio, 2 anos atrás, fiquei 2 anos sem ir, porque aqui não é feriado no dia 24 de junho. Este ano o feriado de corpus christ caiu exatamente na época do São joão, 23 de junho, quinta-feira. Foi a deixa para eu pegar uma folga no trabalho na sexta e embarcar para o nordeste.
Este ano escolhi o São João de Campina Grande por ter diversos amigos lá sempre me falando bem do SJ de lá. Comprei as passagens de milhas pois estava muito caro (R$1200,00, ida e volta), por tanto aconselho a quem for comprar a passagem com antecedência. Campina Grande fica a + ou – 1h30min de João Pessoa e 3h de Recife.
Chegamos na madrugada de quinta-feira. Fiquei na casa de uma amiga lá, perto da rodoviária, um pouco longe do Parque do Povo (local onde rola a festa), mas estávamos de carro então isto não atrapalhou.
Acordamos na quinta as 10h nos arrumamos e fomos no shopping comprar ingressos para a Villa Forró (mais a frente explico o que é) para a sexta e o sábado. De lá partimos para o Bar do Cuscuz que fica na lagoa (acho que eles chamam de açude). O bar é muito legal, rola banda de forró, claro, tocando até a noite, fica um publico jovem bebendo, comendo e curtindo. Comemos uma carne de sol acebolada e na nata que estavam fantásticas, vale a pena experimentar. A cerveja estava gelada e o atendimento foi bom.
De lá seguimos para dar uma volta e conhecer um pouco da cidade. Uma cidade do interior, mas com uma estrutura muito boa e muito arrumada, gostei bastante da cidade.
A noite fomos para o Parque do Povo, onde realmente rola a festa. O lugar é enorrrme, tem o palco principal onde rola os shows de bandas grandes. Estava rolando o show de Elba Ramalho. Depois do show dela fomos rodar o parque. Tem vários ambientes. Em uma delas os principais restaurantes da cidade “constroem restaurantes” dentro do parque e entre eles tem “ilhas” de forró, com um trio de forró tocando as melhores do forró pé de serra, são alternativas ao palco principal. Toda essa estrutura é destruída no final dos 30 dias de festa e reconstruída no ano seguinte. Tem a pirâmide do forró, onde fica tocando uma banda de forró, o pessoal chama o local de “risca faca”, uma expressão que significa que o lugar é mais baixo astral, e de fato tinha muita gente caída pelo chão bêbada, dormindo, em um espaço de 1 minutos rolou 2 brigas na nossa frente. Não é um local que aconselho a noite. Durante o dia rola apresentação das quadrilhas, aí é tranquilo, apesar de que eu não fui nenhum dia assistir.
No dia seguinte acordamos tarde, almoçamos no shopping e seguimos para a Villa Forró. É um lugar que rola uma festa com bandas mais famosas e é pago, pagamos 40 reais cada dia (sexta e sábado) O lugar enche bastante e o engarrafamento é gigantesco, é bom sair muito cedo, umas 14h. A festa começa as 16h. Pegamos um engarrafamento até a rotatória e lá pegamos um caminho alternativo por trás, uma estrada de barro muito ruim e um ladeirão, tava engarrafadinho, mas bem menos que o acesso principal. A festa foi muito boa, terminou por voltas das meia-noite e de lá o pessoal segue pro parque do povo pra curtir mais festa e forró.
No dia seguinte foi a mesma coisa. Saimos atrasado de novo e pegamos o engarrafamento de novo (brasileiro nunca aprende, hahahaha...)
No domingo fomos rodar um pouco mais a cidade e fomos em um restaurante que fica fora da cidade depois da Villa Forró, eu vou ficar devendo o nome dele, mas é fantástico, é tipo um sitio grande com mesas espalhadas. A comida é muiiito boa e o preço em conta. Vale a pena sem dúvida!!! Vou descobrir o nome e posto aqui. A tarde fomos em uma feira de artesanato. Eu odeio essas coisas e não tenho paciência, mas as meninas que estavam comigo fizeram a festa lá. Hehehehe... Comprei só uma boneca para minha sobrinha de algodão colorido (o algodão tem tonalidades de branco, beje, marrom e verde, não é tingido, é cultivado nessas cores, um projeto da embrapa).
Pegamos um vôo noturno de João Pessoa para o Rio, pagamos um taxi que deu 40 reais para cada (éramos 4). Cheguei no rio direto para trabalhar.
E assim terminou a viagem. O São João de Campina Grande é bem parecido com o SJ do interior da Bahia, mas em uma proporção um pouco maior. É fantástico e eu gostaria de voltar todos os anos!!!! Recomendo a todos que queiram conhecer essa maravilhosa festa regional!!!