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Ibiraci - Perguntas e Respostas

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Estou abrindo como um relato de viagem esse tópico de PERGUNTAS E RESPOSTAS sobre Ibiraci.

 

Antes de viajar no feriado de carnaval, procurei informações sobre alguma coisa na área de IBIRACI-MG mas não encontrei muito.

Procurando por camping, fiquei entre Camping Águas Claras (R$18 quiosque e R$20 área coberta) F: 35 3545-2505 com Marlene e Acqua Camping (http://www.acquacamping.xpg.com.br/) R$15 quiosque e R$18 área coberta F: 35 3545-2608 com Marcelo. Os dois tem piscina adulto e infantil com água corrente direto da nascente, sem cloro, pias, churrasqueiras, energia elétrica, mesinhas e cadeiras, mesa de sinuca no bar, etc.

 

Águas Claras é maior, mais muvuca, com as áreas cobertas muito perto uma da outra. Acqua Camping é mais bem cuidado, menor, mais controlado.

 

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Saindo de Franca, passa por Ibiraci, por uma vilinha chamada Lage e depois que desce a serra, primeiro se chega no camping Águas Claras, em frente ao Hotel Fagundes, e um pouco mais à frente, também do lado esquerdo, o Acqua Camping. Facinho encontrar.

 

Arrumamos o quiosque que já estava reservado, fizemos almoço e fomos aproveitar a piscina. Fizemos amizade rapidinho com os donos do camping. Uma geração inteira filhos e netos dos antigos proprietários da Fazenda Piçarra, que ocupava toda essa região. O Hotel Fagundes, Acqua Camping, Camping Águas Claras e outras propriedades por ali são todos de parentes :D

 

O Marcelo falou pra irmos ao Hotel Fagundes (da tia dele) e pedir para conhecer a mina, a estrutura do hotel, e a Cachoeira da Piçarra, que fica ao fundo. Na nascente (a água brota do chão) existe uma casinha em volta da mina, que desagua direto na piscina, e corre para o riozinho abaixo da cachoeira. Depois de nos mostrar o hotel e nos deixar conhecer a cachoeira, o André (quem nos atendeu), falou para irmos ao antigo e desativado Hotel Piçarra, que fica em uma entradinha quase na frente da Capela Nossa Sra. De Lourdes da Piçarra. Chegamos nesse hotel e notamos que a obra de ampliação está embargada, e que o hotel está realmente desativado. Os donos estavam no local e foram muito simpáticos nos deixando entrar e conhecer a mina, uma piscina impressionante com pedras no fundo e uma cachoeira bonita escondida mais ao final. Ficamos um tempo conversando com uns amigos dos donos que estavam lá e voltamos para o camping. Antes passamos na igrejinha para fazer umas fotos.

 

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Cachoeira da Piçarra, no Hotel Fagundes

 

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Piscina do Hotel Fagundes

 

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Nascente do desativado Hotel Piçarra

 

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Piscina com chão de pedras no desativado Hotel Piçarra

 

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Cachoeira do desativado Hotel Piçarra

 

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Igrejinha da Piçarra

 

Domingo de manhã atravessamos a vila de Peixoto (vila da usina Marechal Mascarenhas de Moraes) que fica a menos de 1km do camping e 5km de Lage, passamos pelo Mirador, pelo Paredão de Pedra, atravessamos a ponte do Rio Grande e viramos à esquerda, sendido Clube Camping Aqua Minas (http://www.acquaminas.com.br). Para visitar a cachoeira, que eles alegam que faz parte do clube, paga uma taxa de R$5. Acho que essa taxa é só em temporada, pois tinha um monte de gente reclamando que já foi lá e nunca pagou. Como chegamos cedo, não tinha praticamente ninguém na água, dei uma chorada e pagamos R$10 em 3 pessoas. Fiquei com a impressão de que se tivesse insistido o carinha da portaria nos deixaria ficar sem pagar nada.

 

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Subimos uma trilhazinha que dá acesso à parte alta da cachoeira e lá em cima tem um riozinho e uma quedinha d'água ... e o visual. Pouca gente vai ali.

 

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Descendo o rio, de barco, tem mais 3 cachoeiras que o pessoal fala que são fantásticas, mas conseguir informação desses mineiros vou te falar, é dose viu? A dona do bar que fica em frente da cachoeira até ligou pra um fulano, mas disse que o barco/chalana dele estava alugado. E não soube me dizer nem os nomes das cachoeiras, nem outra pessoa que pudesse nos levar, nem onde fica … nem nada. Passamos umas horinhas por lá, tentamos achar um dono de barco que nos levasse e desistimos. Voltamos para o camping.

 

O mercado de Peixoto só funciona até as 18h dia de semana e até meio dia no domingo, e como já tinha passado dessa hora, tive que subir a serra e ir até Lage comprar gelo (10km ida e volta). Quase que eu chego no camping com água gelada em vez de gelo hehe. Fizemos comida e fomos até o cristo que tem pertinho do camping. O Pepe (um dos cachorros do camping) nos acompanhou o tempo todo.

 

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Pepe

 

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Imagem do Cristo com o camping ao fundo

 

No sábado eu já tinha falado com o Marcelo e ele disse que assim que liberasse um “cobertinho”, esse seria nosso. No domingo a tarde um pessoal foi embora e nos mudamos do quiosque pra lá. Esse “cobertinho” tem churrasqueira, como todo quiosque, mas tem pia individual e é fechado, além de uma varandinha. Bem bacana, vale a pena tentar um desse se você for pra lá.

 

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Segunda fomos até a Cachoeira Nascente das Gerais (cachoeira do Danilo). Seguindo pelo mesmo caminho do clube, passando pelo Mirador, Paredão de Pedras e ponte do Rio Grande, em vez de virar à esquerda depois da ponte, é só virar à direita na estrada de terra. Depois de alguns km, quando avistar uma bifurcação (sem placa), vire à esquerda. À direita vai para Delfinópolis, à esquerda vai para Sete Voltas. Aí é só seguir as placas da cachoeira. Cobra taxa de R$10 e tem uma trilha de menos de 1km para chegar até ela. A cachoeira é bonita, tem 83m mas achei caro a taxa de “manutenção”. O cara faz comida lá e acho que o forte dele é esse, almoço. Tem um pesqueiro também colado no casarão e uma bica d'água que dá para se refrescar antes de pegar o caminho de volta.

 

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Cachoeira Nascente das Gerais

 

Já no camping, era hora de descansar, mas chegou um pessoal depois das 21h fazendo bagunça, falando alto, som ligado, e o Marcelo pediu para baixar o som. Eles desligaram, mas continuaram fazendo bagunça e falando alto até umas 3h da manhã. Foi duro dormir, maaaaaaaaaaas, a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena :D

 

Fiquei contando os segundos pra dar 7h e adivinha? Hehehe Liguei o som e o carro estava DO LADO das barracas desse povo. O som ficou ligado o tempo todo enquanto arrumávamos as coisas para ir embora. Não teve jeito, incomodou bastante até que a galera desistiu e saiu das barracas!

 

Fomos ver o Sr. Zé (cunhado do Marcelo) tirar leite das vacas. Todo dia, de manhã e a tarde ele faz esse trabalho, e a cada 2 dias, o caminhão do laticínio vai lá buscar a produção. Pagam pra ele R$0,85 o litro, quase metade do que pagariam (R$1,50) se ele vendesse pessoalmente, de porta em porta.

 

Estava na hora de abastecer o carro, maaaaaaas em MG o álcool custa R$2,06, e a gasolina, quase R$3, então fomos até Franca abastecer a R$1,65. De lá seguimos para Cássia e então sentido Itambé, por uma estradinha de terra até a Cachoeira do Itambé. Demos sorte de perguntar onde ficava a cachoeira a um senhor que nos disse ser nessa mesma baixada onde chegaríamos, virando à esquerda, mas não tem identificação nenhuma. Dá mais ou menos 14km desde a entrada na estrada de terra.

 

Tentamos subir a cachoeira pelo lado esquerdo, mas é difícil o acesso, tem caixas de cultivo de mel (de abelha hehehe) e quando chegamos lá, não dava para subir nas pedras, pois eram muito altas, cheio de fendas e muito muito escorregadias. Voltamos, perguntamos em um sítio, e descobrimos que tem que ser pelo lado direito. Continuamos, mas mesmo assim é meio arriscado chegar até a queda por conta das pedras escorregadias. Mas dá pra chegar pertinho.

 

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Cachoeira do Itambé

 

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Cachoeira do Itambé

 

Voltamos por uma estradinha até Ibiraci (12km) e então para Franca e regressamos pra Rio Preto. Não tem necessidade de ir até Cássia, mas como já estávamos em Franca por causa do álcool, arriscamos esse novo caminho, que dá uns 20km a mais.

 

Intééé

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Outras cachoeiras que pesquisei na região:

 

Rio Canoas > Cachoeira Canoas (sem poço para nadar)

Córrego da Furna > Cachoeira Furna

Cachoeira Grotão (sem poço para nadar)

Ribeirão do Ouro > Cachoeira Sta Cruz (volume de água grande, sem poço para nadar)

Ribeirão do Ouro > Cachoeiras Maria Rosa (limite entre Ibiraci e Claraval, com poço)

Cachoeira Macaranduba (artificial, água escura)

Córrego Jacarancá > Cachoeira Jacarandá (difícil acesso, uns 100m de queda)

Córrego da Laje > Cachoeira Barra da Laje (pouca água, muitas pedras)

Cachoeira dos Campeiros (bonita)

 

José Limonti Junior é o responsável da PROBRIG (Protetores da Bacia do Rio Grande)

 

Até tinha intenção de fazer uma visita e pedir informações, mas acabei passando batido por Ibiraci e depois eu não quis voltar lá, pois do camping até Ibiraci dá uns 25km.

 

Praça Raul Soares n° 13 - centro

Telefone: (35) 3544 - 1856

 

Alguns vídeos sobre Ibiraci e as cachoeiras:

 

Ibiraci: Bem-Vindos a Minas Gerais (parte 01)

 

Ibiraci: Bem-vindos a Minas Gerais (parte 02)

 

Ibiraci: Bem-vindos a Minas Gerais (parte 03)

 

Ibiraci: Bem-vindos a Minas Gerais (parte 04)

 

Intééé

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