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Argentina e Chile de carro - 5000 Km – 16 dias.

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Este é o relato de viagem que fiz com minha esposa no mês de Janeiro de 2012 entre Argentina e Chile para realizar dois desejos que tínhamos há muito tempo: andar de carro pelos Andes e conhecer as vinícolas desses dois países. Este relato é uma retribuição pela ajuda que obtive aqui na preparação dessa viagem. Os 16 dias de viagem foram feitos com carro alugado no Chile, sei que é um relato longo, mas a ideia é ajudar quem quer fazer este tipo de viagem com a maior quantidade de informação possível.

Para esta viagem reservei apenas o carro, pois necessitava de uma autorização especial para sair do Chile com o carro alugado, fora isso procurei os hotéis e/ou pousadas no momento em que chegamos a cada cidade (quase todas tem centros turísticos de informações com os preços e categorias dos hotéis e pousadas).

Após diversas pesquisas feitas aqui e em outros sites, além de contato com quem já fez viagens parecidas, montei um roteiro que entrava e saia da Argentina em dois pontos da Fronteira (1º Paso Samoré e 2º Paso Cristo Redentor), porém durante a viagem tive que alterar o roteiro devido a alguns imprevistos e o roteiro que fiz foi este:

 

Dessa forma fiz apenas uma entrada na Argentina, segue o relato detalhado em dias:

 

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1º dia - 16/01/12 – Pegamos um voo da Lan (SP x Santiago) às 02:40hs e chegamos às 05:20 (horário local). Eu havia reservado um carro da TRANSBETEL (http://www.transbetel.cl/) e ficou combinado que o representante da locadora deveria estar às 06:00 no desembarque do aeroporto, contudo o cara não estava lá. Tive que sacar alguns pesos no caixa do Santander (com o cartão VTM) para poder ligar para a locadora, após telefonema (a locadora havia esquecido) aguardei uma hora até que chegou o rapaz da Transbetel . O carro era um Suzuki Alto 1.0, carro novinho 7000 Km rodados apenas, porém pequeno, mesmo para um casal, paciência(vacilada minha em não ter verificado corretamente antes de alugar). O problema é que o cara da locadora só entregou documentos para uma entrada na Argentina e o pior apenas para o entrar entre os dias 15 e 25, o rapaz ainda disse que conseguiria novos documentos para entrar na Argentina por duas vezes só que teríamos que esperar 2 dias em Santiago, inviável, com isso tive que alterar todo o roteiro e neste mesmo dia seguimos viagem para Mendoza.

A estrada entre Santiago e Mendoza foi um dos pontos altos da viagem, começou com o famoso “los caracoles”, passando pelo túnel Cristo Redentor, Parque ACONCAGUA, Puente del Inca e Uspallata:

 

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Entrada do Parque Aconcágua

 

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Los Caracoles

 

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Ruta nacional 7

 

 

Na fronteira levamos 01h30min, contando todo o tempo de fila, documentação e vistoria, como eu tinha toda a documentação preparada pela locadora (inclusive o 2º triângulo) e não portava alimentos perecíveis não houve maiores problemas, só lembrando que neste momento é necessário pegar o comprovante/recibo de entrada com RG(para cada pessoa) e também o comprovante de entrada do carro carimbado.

Durante todo o trajeto paramos para tirar muitas fotos, só não tirei mais por falta de tempo. Em Uspallata parei para sacar pesos em um caixa eletrônico que aceita o VTM e conhecer rapidamente a cidade.

Chegamos a Mendoza às 18:00hs e fomos para a área central, local com muitos hotéis/pousadas, ficamos no terceiro hotel que pesquisamos(http://www.granhotelvenus.com/), porque estávamos muito cansados e o hotel tinha tudo que precisávamos por um preço bom na alta temporada($930 pesos argentinos por 3 diárias). Próximo ao hotel o que não falta é opção para comer e com isso fomos dormir após um dia que passamos por três países.

 

2º dia - 17/01/12 – Como neste dia não pretendíamos estar em Mendoza não tínhamos reserva para nenhuma bodega/vinícola, com isso saímos em busca de alguma vinícola sem reserva. Após algumas tentativas conseguimos fazer o tour/degustação na (http://www.familiaditommaso.com/castellano/index.html) por $15 peso cada, e também almoçamos ali, não é uma das melhores, mas valeu a visita. Durante a tarde tentamos em outras e só conseguimos fazer a degustação na (http://www.carinaevinos.com/) por $15 peso cada. Como no verão escurece tarde em Mendoza, ainda foi possível conhecer o centro da cidade e comprar alguns vinhos baratos no Carrefour próximo ao hotel.

 

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Andes Visto de Mendoza

 

3º dia - 18/01/12 –Depois de trocar alguns dólares por pesos e conhecer mais alguns pontos da cidade, fomos até a bodega Lopez (local bem turístico, ou seja, cheio) que fizemos reserva por e-mail. Local legal, com loja completa de souvenir, vinhos médios(degustamos 2), e não cobra taxa de visita. Eles têm uma opção a parte de degustação individual que pareceu bem interessante (não fiz por falta de tempo). Tínhamos outra degustação agendada na Trapiche(http://www.trapiche.com.ar/) às 17 horas, bodega perfeita para fotos, na chegada a atendente Augustina nos ofereceu três opções de degustação($35 , $50 ou $110 pesos cada), ficamos com a intermediária com 2 vinhos(sauvignon blanc 2010 e Ciento Veinte Años 2007), durante o tour foi oferecido um terceiro vinho ( Gran Medalha 2008), esta degustação valeu muito, pois fizemos sozinhos e houve bastante tempo para tirarmos muitas dúvidas com a sommelier. Durante a noite jantamos na Calle Sarmiento.

 

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Viña Trapiche

 

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Lhama entre Oliveiras na Trapiche

 

 

4º dia - 19/01/12 – Acordamos cedo, fizemos o check out do hotel e pegamos a estrada sentido Neuquén para uma viagem de no mínimo 9 horas, optei para a rota que os ônibus regulares fazem entre Mendoza e Neuquén, isso porque o carro que eu aluguei não aguentaria os diversos KM de rípio da Ruta 40. Sendo assim iniciei a viagem via Ruta 40, depois a RN143 até San Rafael, seguindo até próximo a cidade de Algarrobo del Aguilia onde entrei na RN151, fiquei na RN151 até Barba del Medio onde entrei na RP7 e dessa forma chegando até Neuquén.

Logo no início da viagem ainda na Ruta 40 fomos parados pela polícia rodoviária Argentina, erro meu que na pressa em pegar a estrada estava apenas com a lanterna acessa e o correto durante o dia é o farol baixo. Conforme muitos relatos aqui postados é o mesmo procedimento deles de sempre, pedem o documento e carteira de motorista, perguntam de onde vem e para onde vai, pedem para o motorista sair do carro e dizem que a infração é muito grave que iriam cobrar a multa de $1500,00pesos. Depois de alguns minutos começaram a dizer que o pagamento dessa multa iria atrasar a minha viagem, contudo como em outros relatos pedi então que me multassem que eu iria pagar no banco mais próximo, neste momento o policial mudou de discurso e disse que ficaria com a minha habilitação até que eu pagasse a multa, concordei e perguntei se ele ficaria ali o dia todo ou em qual posto rodoviário eu poderia encontra-lo, claro pedi também um documento dizendo que eles estavam com a minha habilitação (caso algum outro policial me parasse), novamente ele disse que isso seria muito difícil e que eu poderia pagar ali mesmo, mas sem recibo e que dessa forma ele estaria me ajudando a continuar a viagem. Eu fingia que não entendia direito o espanhol e que só tinha tarjeta nada de dinheiro... passados 45 minutos e muita conversa, os policiais conversaram entre si e nos dispensaram sem aplicar a multa. Ele disse que não deveria, mas estava ajudando a continuarmos com a viagem. Em resumo é a mesma conversa de sempre e é só ter calma dizer que não tem dinheiro e fingir que não entende espanhol quando ele sugerir a “propina”, desse jeito eles acabam cedendo depois de uns 40 minutos. Esta foi a única vez em que fomos parados em toda a viagem, isso devido a um erro meu, no mais não houve problema com a polícia rodoviária dos dois países.

A região desértica que passamos neste trecho da viagem é realmente impressionante, chegamos a andar uns 40 minutos sem avistar nenhum outro carro e o calor estava insuportável mais de 40ºC. Depois de 10 horas de viagem chegamos a Neuquén e fomos para o centro turístico (local perfeito com ótimo atendimento) e pegamos a relação de hotéis/pousadas com os preços, escolhemos e fomos dormir depois desse dia cansativo.

 

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RN 143

 

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RN 151

 

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5º dia - 20/01/12 –Saímos cedo novamente em direção a San Martin de Los Andes, (via RN 237, RN40 e RN 234) mais paisagens espetaculares pelo caminho, paramos em Villa EL Chocón para visitar o museu paleontológico (vale a pena para quem estiver passando na RN237) e continuamos viagem, parando para tirar muitas fotos (nada como a mistura de deserto com os Andes) e, assim, chegamos a San Martin depois de 5 horas de viagem. Após acertamos com o hotel (http://www.interpatagonia.com/tunqueley/) e receber algumas dicas da equipe do hotel sobre a cidade e proximidades, fomos conhecer a cidade, realmente linda, principalmente na beira do lago Lacar. A atmosfera da cidade realmente é muito legal e agradável.

 

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6º dia - 21/01/12 – Neste dia fizemos a ruta de los 7 lagos(na verdade só não conseguimos ver o Lago escondido, realmente escondido), este percurso de 110 km da RN234 entre as cidades de San Martin e Villa la Angostura foi um dos pontos altos da viagem, os 40 km de rípio são fáceis de transitar e havia homens trabalhando para melhorar este trecho, contudo o rípio não é nada considerando as belas vistas dos lagos, no final do dia ainda aproveitamos o por do sol do lago Lacar.

 

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Porto de San Martin de Los Andes

 

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Lago Machiónico

 

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Lago Correntoso

 

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Lago Espejo

 

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lago Nahuel Huapi

 

7º dia - 22/01/12 – Partimos logo cedo para Villa La Angostura, cidade bem simpática, apenas a avenida principal é asfaltada, esta cidade foi a mais atingida pelas cinzas da erupção do vulcão Puyehue em 2011, mesmo após 6 meses a cidade tinha muita cinza espalhada e pedra pome nas beiras dos lagos, mesmo assim a visita valeu muito a pena. Ficamos na pousada (http://www.verenas-haus.com.ar/) recomendo, ótimo atendimento, perfeita para o local. Durante a tarde desse dia nadei no Lago Correntoso, os argentinos lotam as praias dos lagos no verão e no final do dia tomam a tradicional yerba mate.

 

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8º dia - 23/01/12 – Já conhecíamos San Carlos de Bariloche no inverno, por isso fomos até lá conhecer a cidade no verão. A estrada entre as duas cidades também rende muitas boas fotos. A cidade estava lotada, muito mais que no inverno e demoramos a estacionar. Andamos pelo centro e pegamos chuva, segundo uma moradora não chovia daquele jeito há três meses (que sorte), após o almoço pegamos novamente o carro e subimos o Cerro Otto de carro, e até a cafeteria que tem no topo tivemos que pegar o teleférico (pena que estava nublado neste momento), depois fomos até o hotel Llao Llao tirar algumas fotos, a vista lá é boa. Retornamos a Villa La Angostura quase à noite.

 

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Estrada para Bariloche

 

9º dia - 24/01/12 – Neste dia pegamos a estrada logo cedo, pois teríamos que andar bastante até Pucón-Chile. Da pousada até a fronteira com o Chile (Paso Samoré) foi rápido e a travessia, tirando a burocracia, foi fácil, lembrando que não podemos portar alimentos para entrar no Chile (eles são muito chatos com isso e revistam tudo), assim como no Paso Cristo Redentor a aduana é conjunta, ou seja, é no mesmo prédio o que facilita bastante. Entrando no Chile paramos para tirar fotos do vulcão Puyehue e rumamos para a Rodovia Panamerica . Saímos dela na cidade de Los Lagos indo por um caminho mais demorado, porém muito mais interessante passando por cidades como Panguipulli, Lican Ray e Villarrica. Chegamos em Pucón após 7 horas de viagem, muito calor por isso mesmo a praia na beira do lago Villarrica lembrava qualquer praia do Brasil de tão cheia.

 

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Fronteira entre Argentina e Chile que foi soterrada pelas cinzas do vulcão Puyehue.

 

10º dia - 25/01/12 – Ficamos na pousada (http://www.hostalpuconsur.com/br/index.html) de dona brasileira e bem localizada, tinha vista para o vulcão Villarrica(que é o grande atrativo de Pucón), cidade muito legal cheia de atrações esportivas e muito turista do mundo todo. Neste dia conhecemos a terma Trancura para relaxar um pouco, valeu a visita, durante a tarde fomos visitar o vulcão (existe um tour com guia para chegar até a cratera, mas leva praticamente o dia todo e infelizmente não tínhamos tempo) até a base que é onde dá para chegar com o carro, vale muito a visita, claro que ir até a cratera deve ser melhor ainda.

 

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Vista do Vulcão Villarrica em Pucón

 

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Base do vulcão Villarrica

 

 

11º dia - 26/01/12 – Mais um dia de estrada até San Fernando, Valle de Colchagua, para conhecer a ruta del vinho. Tirando o calor, a viagem de 10 horas foi tranquila. Chegando no centro turístico de San Fernando só encontramos a opção(questão custo e cansaço) de hospedagem em uma hosteria(http://www.hostalrenoir.cl/), era a casa de um casal simpático que nos tratou muito bem e tinha café na manhã. A cidade não tem muitos atrativos, é bem simples e tem muitas marcas do último grande terremoto do Chile, mas serve muito bem como base para conhecer as vinícolas do Valle de Colchagua.

 

12º dia - 27/01/12 – Saímos cedo para a primeira degustação do dia na vinícola Casa Lapostolle (http://en.lapostolle.com/) o agendamento foi para às 09:30hs, só tínhamos nós e uma senhora, sendo que o tour/degustação foi o melhor da viagem. Extremamente profissionais e os vinhos espetaculares, esta visita compensou a viagem no quesito vinho. Após a compra de alguns vinhos saímos da Lapostolle em direção a Viña Montes (http://www.monteswines.com). Não tínhamos recebido a confirmação da reserva para às 12:00hs, mas fomos assim mesmo e valeu muito a pena, visita também perfeita (recomendo) e só fizemos o tour/degustação com mais um casal de brasileiros. Saindo da Montes fomos conhecer o centro da cidade de Santa Cruz, lá descobrimos que em Santa Cruz havia mais opções de hospedagem, não muitas, mas melhor que San Fernando. Às 16:30 era o horário da reserva na Viña Viu Manent(http://www.viumanent.cl/). Nesta fizemos o tour/degustação sozinhos o que foi ótimo para tirar muitas dúvidas com o guia, mais uma que vale muito visitar no Colchagua. Resumo do dia compramos 4 vinhos e degustamos 12, além do aprendizado.

 

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Vista da cobertura da Lapostolle

 

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Parreiras na Lapostolle

 

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Viña Montes

 

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Viña Viu Manent, tour de charrete

 

 

13º dia - 28/01/12 – Antes de deixar a cidade de San Fernando passamos pela Viña Casa Silva, não conseguimos fazer o tour, só tiramos fotos e continuamos viagem para Santiago, lá conseguimos ficar em um apart hotel (inter suítes) perto da Plaza de Armas no Centro. Financeiramente falando compensou muito, pois o quarto era bem novo e limpo além da opção de poder cozinhar lá. Durante a tarde e noite passeamos por Santiago e para variar bebemos vinho.

 

14º dia - 29/01/12 – Estrada novamente, porém apenas um bate e volta até Viña del Mar, no caminho tentamos almoçar na Viña Indomita, porém chegando lá não permitiram dizendo que não tínhamos feito reserva (mandamos vários e-mail’s sem retorno), fica para a próxima. Em Viña del Mar almoçamos e conhecemos a cidade, para mim o maior atrativo é o Pacifico, contudo a cidade é muito bonita e agitada no verão, antes de voltarmos para Santiago passamos rapidamente por Valparaíso.

 

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Oceano Pacifico em Viña del Mar

 

15º dia - 30/01/12 –Dia de vinho, nenhuma vinícola do Valle del Maipo havia respondido e fomos arriscar. A primeira que tentamos foi a Almaviva, que o porteiro disse que sem reserva não era possível (tentamos), após isso fomos para a Concha y Toro (muitos brasileiros), pelo menos lá tínhamos a certeza que conseguiríamos. Chegando lá foi só necessário aguardar o próximo tour e após a degustação básica fizemos outra com o sommelier que valeu os pesos pagos e degustamos 4 vinhos. No final do dia ainda tentamos a Cousino-Macul, sem sucesso também.

 

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Tour na Concha y Toro

 

16º dia - 31/01/12 – Último dia da viagem, só deu tempo de comprar os últimos vinhos no shopping Parque Arauco e chegar ao aeroporto no horário de entregar o carro. No aeroporto perguntamos para várias atendentes diferentes sobre a questão de poder levar garrafas de vinho como bagagem de mão, não chegaram a um consenso e, na dúvida, despachamos as garrafas que havíamos comprado.

 

Qualquer dúvida, estou à disposição.

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