Bom, tudo começou quando eu estava procurando shows na europa, uma vez que estou morando em Sevilha. Quando procurei sobre a agenda do Mark Knopfler, ex guitarrista e vocalista da eterna banda inglesa Dire straits, tive a grata e inacreditável notícia da turnê do mesmo em parceira com o outro grande mestre e meu ídolo Bob Dylan! Tive várias opções de lugares para o concerto, até cogitei Milao ou Pádova, pelo preço da passagem e etc., mas não podia perder essa chance de conhecer Roma, essa cidade que respira história e encanta a milhões!
Fiquei no famoso Alessandro’s Palace Hostel, uma vez que eu não tinha companhia para o show e conheci um cara que ia ficar lá que pretendia ir no show, estava pensando em ficar de couchsurfing ou em alguma pensão barata.
1º Dia:
Ainda em Sevilha, terminei de arrumar minha mochila e parti para o aeroporto! Voo FR 9667, de Sevilha com destino a Roma-Ciampino.
Saía às 19h10 e chegava às 22h05, mas chegou 21h20! Eu já imaginava que eu ia ficar na ansiedade demasiada, mas tudo bem! É complicado saber que você está perto desse museu a céu aberto de história milenar e ter que esperar. Solicitei um mapa em uma das empresas que faz o translado até o centro e sentei no saguão, tinha um número considerável de pessoas fazendo o mesmo. A grande maioria com suas mochilas nas costas, ou no chão servindo de travesseiro, como foi meu caso. Comecei a traçar minhas rotas em cada dia, com ajuda de dicas anotadas em papéis e o guia do viajante, tentando sempre explorar ao máximo a cidade (máximo não necessariamente é muito, pelo contrário se tratando de Roma) e suas distintas regiões, caí no sono já era 01h30.
Planejamento de regiões no Aeroporto de Ciampino.
2º Dia:
Despertei às 05h30. Sem sono, fiquei esperando o primeiro translado que tivesse disponível! Isso aconteceu às 07h00. No caminho já começava a sentir o que me esperava, uma cidade que a cada passo é uma surpresa, surpresinhas de dois mil anos atrás. Cheguei na Termini, estação central de Roma, de onde partem os trens para toda itália e onde as linhas A e B, únicas do metrô urbano, se cruzam. O ônibus pára na Via Giovanni Giolitti, atravessei a estação para chegar na paralela Via Marsala, virei na Via Vincenza, caminhei três quadras e cheguei no Hostel Alessandros Palace. Deixei minha mala e fui em direção à Roma antiga, 08h10.
Caminhando cheguei a Igreja de S. Maria Maggiore, contornei-a e entrei numa pequena rua chamada Sforza, no final dela você chega na Via Cavour, importante avenida da cidade. Caminhei por esta até que cheguei na esquina com a Via degli Annibaldi. Parei, olhei para um lado e vi uma igrejinha simpática, tirei o mapa do bolso e fui procurar o Coliseu.
– Ué! Era pra estar por aqui!
Virei para o outro lado e lá estava a grande e imponente arena. Fui em direção. Chega-se perto da Domus Aurea, de onde se pode tomar fotos de um pequeno morro, havia pouquíssimo movimento ali no momento, ideal.
Cheguei na parte debaixo, aproveitei para fotografar o Palatino, o Foro e os Arcos de Constantino e Tito sem turistas e fui para fila do Anfiteatro Flávio, nome oficial do Coliseu. Cheguei às 08h30, não comprei o Roma Pass porque não achei que ia ser vantajoso para mim e de fato não foi. Se tinha 10 pessoas na fila era muito, isso exatamente na hora que ele abre. Paguei 12 euros com direito ao Palatino e Foro Romano, e às 08h40 já estava desfrutando desse palco de quase dois milênios que, embora criado para entretenimento na Idade Antiga, já serviu de diversas coisas até se transformar em um dos monumentos mais visitados do mundo.
Bom, tudo começou quando eu estava procurando shows na europa, uma vez que estou morando em Sevilha. Quando procurei sobre a agenda do Mark Knopfler, ex guitarrista e vocalista da eterna banda inglesa Dire straits, tive a grata e inacreditável notícia da turnê do mesmo em parceira com o outro grande mestre e meu ídolo Bob Dylan! Tive várias opções de lugares para o concerto, até cogitei Milao ou Pádova, pelo preço da passagem e etc., mas não podia perder essa chance de conhecer Roma, essa cidade que respira história e encanta a milhões!
Fiquei no famoso Alessandro’s Palace Hostel, uma vez que eu não tinha companhia para o show e conheci um cara que ia ficar lá que pretendia ir no show, estava pensando em ficar de couchsurfing ou em alguma pensão barata.
1º Dia:
Ainda em Sevilha, terminei de arrumar minha mochila e parti para o aeroporto! Voo FR 9667, de Sevilha com destino a Roma-Ciampino.
Saía às 19h10 e chegava às 22h05, mas chegou 21h20! Eu já imaginava que eu ia ficar na ansiedade demasiada, mas tudo bem! É complicado saber que você está perto desse museu a céu aberto de história milenar e ter que esperar. Solicitei um mapa em uma das empresas que faz o translado até o centro e sentei no saguão, tinha um número considerável de pessoas fazendo o mesmo. A grande maioria com suas mochilas nas costas, ou no chão servindo de travesseiro, como foi meu caso. Comecei a traçar minhas rotas em cada dia, com ajuda de dicas anotadas em papéis e o guia do viajante, tentando sempre explorar ao máximo a cidade (máximo não necessariamente é muito, pelo contrário se tratando de Roma) e suas distintas regiões, caí no sono já era 01h30.
Planejamento de regiões no Aeroporto de Ciampino.
2º Dia:
Despertei às 05h30. Sem sono, fiquei esperando o primeiro translado que tivesse disponível! Isso aconteceu às 07h00. No caminho já começava a sentir o que me esperava, uma cidade que a cada passo é uma surpresa, surpresinhas de dois mil anos atrás. Cheguei na Termini, estação central de Roma, de onde partem os trens para toda itália e onde as linhas A e B, únicas do metrô urbano, se cruzam. O ônibus pára na Via Giovanni Giolitti, atravessei a estação para chegar na paralela Via Marsala, virei na Via Vincenza, caminhei três quadras e cheguei no Hostel Alessandros Palace. Deixei minha mala e fui em direção à Roma antiga, 08h10.
Caminhando cheguei a Igreja de S. Maria Maggiore, contornei-a e entrei numa pequena rua chamada Sforza, no final dela você chega na Via Cavour, importante avenida da cidade. Caminhei por esta até que cheguei na esquina com a Via degli Annibaldi. Parei, olhei para um lado e vi uma igrejinha simpática, tirei o mapa do bolso e fui procurar o Coliseu.
– Ué! Era pra estar por aqui!
Virei para o outro lado e lá estava a grande e imponente arena. Fui em direção. Chega-se perto da Domus Aurea, de onde se pode tomar fotos de um pequeno morro, havia pouquíssimo movimento ali no momento, ideal.
Cheguei na parte debaixo, aproveitei para fotografar o Palatino, o Foro e os Arcos de Constantino e Tito sem turistas e fui para fila do Anfiteatro Flávio, nome oficial do Coliseu. Cheguei às 08h30, não comprei o Roma Pass porque não achei que ia ser vantajoso para mim e de fato não foi. Se tinha 10 pessoas na fila era muito, isso exatamente na hora que ele abre. Paguei 12 euros com direito ao Palatino e Foro Romano, e às 08h40 já estava desfrutando desse palco de quase dois milênios que, embora criado para entretenimento na Idade Antiga, já serviu de diversas coisas até se transformar em um dos monumentos mais visitados do mundo.