Não faça reserva por mais de um dia, procure no dia seguinte outros hotéis e pousadas, as fotos não dão a certeza de serem atualizadas e nem do conforto oferecido.
Estivemos em BELÉM em novembro de 2012, fomos de avião , e nos hospedamos na POUSADA KARIMBÓ AMAZÔNIA, perto de ponto turísticos da cidade, e tbém muito próximo de ponto de prostituição e de venda de drogas, o quarto é grande, porem cheira a esgoto, mesmo depois de limpo, o proprietário compartilha o mesmo pequeno espaço reservado pois reside no local, tirando assim toda a liberdade tanto de sua família quanto a dos hospedes.
HOTEL BOM PARA FICAR : GRÃO PARÁ, Avenida Presidente Vargas, 718, Centro Belém - PA, 66017-000
(0xx)91 3321-2121, local movimentado e limpo, e com policiamento.
Se quiser também pode ficar no hotel IBIS AV. JOSÉ BONIFÁCIO, 244
66090-363 - PARA, antigo FORMULE 1. nos hospedamos lá no fim da viagem, limpo e confortável. Fica próximo a rodoviária e ao aeroporto, um pouco distante do centro histórico.
Não faça visitas em feriados, tudo fica fechado, e na segunda fazem a manutenção, rs.
Infelizmente pela falta de orientação da pousada, mesmo sendo solicitada, conseguimos conhecer do lado fora, A casa das Onze janelas e o Forte, mas a Igreja e o Mangal das garças estava aberto. O bosque também estava fechado, mas ainda conhecemos o bosque museu Emílio Goeldi, e mercado ver o peso, e o não comentado Parque dos Igarapés.
Prefira andar de taxi, (ar condicionado,) o calor é insuportável , andar de ônibus é correr risco de vida, trânsito infernal.
Procure passeios pequenos, os distantes são cansativos e não valem a pena o cansaço.
ILHA DE MARAJÓ :
SOURE :
Nos hospedamos na POUSADA CANTO DO FRANCÊS, Ao chegarmos foi oferecido em um quarto no qual não havíamos reservado, fomos transferidos , porem avisados que deveríamos desocupar o mesmo pois já havia sido feito outra reserva para outro hospede. Permanecemos apenas pelas três diárias antecipadas, o quarto era bom, só não tinha como acomodar as roupas. Saímos da Pousada a qual o proprietário não se encontrava para esclarecer nossa reserva feita meses antes por seis dias. Fica em um local escuro e distante do centro de maior estrutura. Tinha apenas um restaurante, e a simpatia do ARMAZÉM da CRIS e do MAZZAROPI, o qual nos ofereceu iguarias como o Turu, camarão, queijo de búfula.
Fomos a praia do JOANES, muito peixe em decomposição na praia, muito, mas muitos corvos, e muito lixo vindo com a maré, garrafa pet, sacos plásticos, etc. Mas ficamos de a pé, não conseguíamos que viesse nenhum táxi que deveria estar disponível . Pegamos carona com o ônibus escolar, não existe ônibus fora de temporada.
A praia do pesqueiro foi a mais mais agradável, e limpa, sem lixo , com areia branquinha, mas novamente ficamos de a pé, o moto táxi agendado e oferecido pela pousada esqueceu de ir nos buscar como havíamos solicitado.
Gostamos mais do vilarejo de Salvaterra, indico ficar por lá. Tem a "praia grande" , que vc pode ir de a pé, bonita, limpa. Lá conhecemos a simpática Dona Anastácia que tem um restaurante e uma pousada também no local.
Marajó fica a três horas de barco de Belém e as embarcações partem do porto da capital. Quem vai de carro deve usar a balsa diária de Icoaraci, a 20 km do centro, para Porto Camará.
ALGODOAL :
Lá nos hospedamos na POUSADA MARHESIAS, Chalés com colchões desconfortáveis, fizemos um passeio de barco para Fortalezinha, que sairia as sete da manhã, e embora estivesse incluso na diária da pousada o café da manhã, fui informada que existia uma regra café apenas após as 7:30, o qual só sai mesmo depois das oito. Mas acabamos conhecendo e tomando o café com vista panorâmica do mar, da POUSADA DO BOIADOR, com espaço externo imenso, confortável e aconchegante no deck, inclusive com show na alta temporada.
Fomos a praia da princesa, travessia de bote de um canal para a praia, depois pode-se ir de a pé, ou de charrete, poucas barracas e distantes das mares a qual só chegava por volta de cinco da tarde.
Celular e internet só com muita sorte.
O principal acesso à Ilha de Algodoal se dá por Belém do Pará. Partida do Terminal Rodoviário de Belém, em São Brás.
Não tome o ônibus, para em todos os pontos, se for, exija ir até o ponto final que é no porto. A viagem dura quatro horas então melhor ir de van que tem ar condicionado. Toma-se um taxi até o porto, é pertinho.
São 163 quilômetros das rodovias BR-316, PA-136 e PA-318 (todas em bom estado de conservação) até o porto de Marudá. De lá, toma-se um barco, que leva cerca de 40 minutos para chegar à ilha.
Mas aconselho a ir a Belém, conhecer a cidade e seus pontos turísticos, depois ir até Santarém em Alter do chão e por lá se deliciar com a praia maravilhosa que existe. Lá vc pode se hospedar na pousada do Mingote, e fazer passeios deslumbrantes e inesquecíveis.
Infelizmente nossa viagem foi muito conturbada, mas acredito que existam pessoas que deram mais sorte que nós.
Já chegamos a ir para Natal apenas para ficar apenas três dias, mas a recepção e o carinho foi tanto que lá permanecemos por trinta dias maravilhosos.
Não faça reserva por mais de um dia, procure no dia seguinte outros hotéis e pousadas, as fotos não dão a certeza de serem atualizadas e nem do conforto oferecido.
Estivemos em BELÉM em novembro de 2012, fomos de avião , e nos hospedamos na POUSADA KARIMBÓ AMAZÔNIA, perto de ponto turísticos da cidade, e tbém muito próximo de ponto de prostituição e de venda de drogas, o quarto é grande, porem cheira a esgoto, mesmo depois de limpo, o proprietário compartilha o mesmo pequeno espaço reservado pois reside no local, tirando assim toda a liberdade tanto de sua família quanto a dos hospedes.
HOTEL BOM PARA FICAR : GRÃO PARÁ, Avenida Presidente Vargas, 718, Centro Belém - PA, 66017-000
(0xx)91 3321-2121, local movimentado e limpo, e com policiamento.
Se quiser também pode ficar no hotel IBIS AV. JOSÉ BONIFÁCIO, 244
66090-363 - PARA, antigo FORMULE 1. nos hospedamos lá no fim da viagem, limpo e confortável. Fica próximo a rodoviária e ao aeroporto, um pouco distante do centro histórico.
Não faça visitas em feriados, tudo fica fechado, e na segunda fazem a manutenção, rs.
Infelizmente pela falta de orientação da pousada, mesmo sendo solicitada, conseguimos conhecer do lado fora, A casa das Onze janelas e o Forte, mas a Igreja e o Mangal das garças estava aberto. O bosque também estava fechado, mas ainda conhecemos o bosque museu Emílio Goeldi, e mercado ver o peso, e o não comentado Parque dos Igarapés.
Prefira andar de taxi, (ar condicionado,) o calor é insuportável , andar de ônibus é correr risco de vida, trânsito infernal.
Procure passeios pequenos, os distantes são cansativos e não valem a pena o cansaço.
ILHA DE MARAJÓ :
SOURE :
Nos hospedamos na POUSADA CANTO DO FRANCÊS, Ao chegarmos foi oferecido em um quarto no qual não havíamos reservado, fomos transferidos , porem avisados que deveríamos desocupar o mesmo pois já havia sido feito outra reserva para outro hospede. Permanecemos apenas pelas três diárias antecipadas, o quarto era bom, só não tinha como acomodar as roupas. Saímos da Pousada a qual o proprietário não se encontrava para esclarecer nossa reserva feita meses antes por seis dias. Fica em um local escuro e distante do centro de maior estrutura. Tinha apenas um restaurante, e a simpatia do ARMAZÉM da CRIS e do MAZZAROPI, o qual nos ofereceu iguarias como o Turu, camarão, queijo de búfula.
Fomos a praia do JOANES, muito peixe em decomposição na praia, muito, mas muitos corvos, e muito lixo vindo com a maré, garrafa pet, sacos plásticos, etc. Mas ficamos de a pé, não conseguíamos que viesse nenhum táxi que deveria estar disponível . Pegamos carona com o ônibus escolar, não existe ônibus fora de temporada.
A praia do pesqueiro foi a mais mais agradável, e limpa, sem lixo , com areia branquinha, mas novamente ficamos de a pé, o moto táxi agendado e oferecido pela pousada esqueceu de ir nos buscar como havíamos solicitado.
Gostamos mais do vilarejo de Salvaterra, indico ficar por lá. Tem a "praia grande" , que vc pode ir de a pé, bonita, limpa. Lá conhecemos a simpática Dona Anastácia que tem um restaurante e uma pousada também no local.
Marajó fica a três horas de barco de Belém e as embarcações partem do porto da capital. Quem vai de carro deve usar a balsa diária de Icoaraci, a 20 km do centro, para Porto Camará.
ALGODOAL :
Lá nos hospedamos na POUSADA MARHESIAS, Chalés com colchões desconfortáveis, fizemos um passeio de barco para Fortalezinha, que sairia as sete da manhã, e embora estivesse incluso na diária da pousada o café da manhã, fui informada que existia uma regra café apenas após as 7:30, o qual só sai mesmo depois das oito. Mas acabamos conhecendo e tomando o café com vista panorâmica do mar, da POUSADA DO BOIADOR, com espaço externo imenso, confortável e aconchegante no deck, inclusive com show na alta temporada.
Fomos a praia da princesa, travessia de bote de um canal para a praia, depois pode-se ir de a pé, ou de charrete, poucas barracas e distantes das mares a qual só chegava por volta de cinco da tarde.
Celular e internet só com muita sorte.
O principal acesso à Ilha de Algodoal se dá por Belém do Pará. Partida do Terminal Rodoviário de Belém, em São Brás.
Não tome o ônibus, para em todos os pontos, se for, exija ir até o ponto final que é no porto. A viagem dura quatro horas então melhor ir de van que tem ar condicionado. Toma-se um taxi até o porto, é pertinho.
São 163 quilômetros das rodovias BR-316, PA-136 e PA-318 (todas em bom estado de conservação) até o porto de Marudá. De lá, toma-se um barco, que leva cerca de 40 minutos para chegar à ilha.
Mas aconselho a ir a Belém, conhecer a cidade e seus pontos turísticos, depois ir até Santarém em Alter do chão e por lá se deliciar com a praia maravilhosa que existe. Lá vc pode se hospedar na pousada do Mingote, e fazer passeios deslumbrantes e inesquecíveis.
Infelizmente nossa viagem foi muito conturbada, mas acredito que existam pessoas que deram mais sorte que nós.
Já chegamos a ir para Natal apenas para ficar apenas três dias, mas a recepção e o carinho foi tanto que lá permanecemos por trinta dias maravilhosos.