Galera, esse tema tem muito a ver com a maioria dos membros aqui do site, hein!!!!????
Mas o assunto é sério...
A matéria abaixo também foi publicada na revista Saúde da Associação Pró-Teste, uma das mais respeitadas do país.
"Elas são parte da gastronomia brasileira e fazem muito sucesso também no exterior. As cachaças e aguardentes de cana, porém, podem fazer mal à saúde. E não estamos falando apenas da desagradável ressaca no dia seguinte. Das 10 marcas que foram testadas, 5 apresentaram CARBAMATO DE ETILA - uma substância classificada como provável agente cancerígeno, acima dos níveis aceitáveis. Isso não quer dizer que, se você tomar uma dose ficará predisposto a um câncer, mas é melhor para sua saúde optar por uma marca com baixos teores de carbamato. As marcas que estão acima dos valores permitidos pela Anvisa são PITU, YPIOCA, PEDRA 90, SALINAS E 7 CAMPOS DE PIRACICABA.
SACAROSE DISFARÇA AS IMPERFEIÇÕES DA BEBIDA
Segundo a legislação brasileira, cachaças e aguardentes de cana devem conter de 6 a 30 gramas de sacarose (açúcar) por litro para designar-se adoçada. A adição de sacarose pode disfarçar imperfeições da bebida decorrentes de sua produção e torna o produto mais suave.
Entre as bebidas que estampam em seu rótulo que são adoçadas apenas a Pirassununga 51 recebeu o conceito de fraco por denominar-se adoçada. O problema é que, nas análises feitas, não encontrou-se qualquer vestígio de açúcar no produto, o que não afeta a segurança da bebida.
Temos, ainda, o caso dos aldeídos. Sua quantidade deve ser a menor possível, já que eles contribuem para intoxicações e sintomas da ressaca, como náuseas, vômitos, confusão mental e dores de cabeça. Só a cachaça VELHO BARREIRO ultrapassou o limite máximo.
O álcool metílico, mais conhecido como metanol, é indesejável em bebidas por ser tóxico. E caso esteja presente em cachças e aguardentes, sua quantidade não pode ultrapassar 20 mg por litro de alcool anidro. Nos testes feitos, felizmente nenhuma das amostras excedeu o limite máximo.
DIFERENÇA ESTÁ NA MATÉRIA-PRIMA
Ao contrário do que pode parecer, aguardente de cana e cachaça não são a mesma coisa. Enquanto a primeira pode ser feita do destilado alcoólico simples da cana, a segunda só pode ser obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo da cana-de-açúcar. Além disso, a denominação "cachaça" é exclusiva da aguardente produzida no Brasil.
A destilação do álcool pode ser feita de duas formas: com um alambique (artesanal), ou pelo sistema contínuo (industrial). E é a escolha desse método que vai diferenciá-las. No entanto, o uso da expressão "artesanal" no rótulo de cachaças é proibido pelo Ministério da Agricultura, já que os critérios e os procedimentos para produção e venda de aguardentes de cana e cachaças artesanais ainda não foram fixados.
Galera, esse tema tem muito a ver com a maioria dos membros aqui do site, hein!!!!????

Mas o assunto é sério...
A matéria abaixo também foi publicada na revista Saúde da Associação Pró-Teste, uma das mais respeitadas do país.
"Elas são parte da gastronomia brasileira e fazem muito sucesso também no exterior. As cachaças e aguardentes de cana, porém, podem fazer mal à saúde. E não estamos falando apenas da desagradável ressaca no dia seguinte. Das 10 marcas que foram testadas, 5 apresentaram CARBAMATO DE ETILA - uma substância classificada como provável agente cancerígeno, acima dos níveis aceitáveis. Isso não quer dizer que, se você tomar uma dose ficará predisposto a um câncer, mas é melhor para sua saúde optar por uma marca com baixos teores de carbamato. As marcas que estão acima dos valores permitidos pela Anvisa são PITU, YPIOCA, PEDRA 90, SALINAS E 7 CAMPOS DE PIRACICABA.
SACAROSE DISFARÇA AS IMPERFEIÇÕES DA BEBIDA
Segundo a legislação brasileira, cachaças e aguardentes de cana devem conter de 6 a 30 gramas de sacarose (açúcar) por litro para designar-se adoçada. A adição de sacarose pode disfarçar imperfeições da bebida decorrentes de sua produção e torna o produto mais suave.
Entre as bebidas que estampam em seu rótulo que são adoçadas apenas a Pirassununga 51 recebeu o conceito de fraco por denominar-se adoçada. O problema é que, nas análises feitas, não encontrou-se qualquer vestígio de açúcar no produto, o que não afeta a segurança da bebida.
Temos, ainda, o caso dos aldeídos. Sua quantidade deve ser a menor possível, já que eles contribuem para intoxicações e sintomas da ressaca, como náuseas, vômitos, confusão mental e dores de cabeça. Só a cachaça VELHO BARREIRO ultrapassou o limite máximo.
O álcool metílico, mais conhecido como metanol, é indesejável em bebidas por ser tóxico. E caso esteja presente em cachças e aguardentes, sua quantidade não pode ultrapassar 20 mg por litro de alcool anidro. Nos testes feitos, felizmente nenhuma das amostras excedeu o limite máximo.
DIFERENÇA ESTÁ NA MATÉRIA-PRIMA
Ao contrário do que pode parecer, aguardente de cana e cachaça não são a mesma coisa. Enquanto a primeira pode ser feita do destilado alcoólico simples da cana, a segunda só pode ser obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo da cana-de-açúcar. Além disso, a denominação "cachaça" é exclusiva da aguardente produzida no Brasil.
A destilação do álcool pode ser feita de duas formas: com um alambique (artesanal), ou pelo sistema contínuo (industrial). E é a escolha desse método que vai diferenciá-las. No entanto, o uso da expressão "artesanal" no rótulo de cachaças é proibido pelo Ministério da Agricultura, já que os critérios e os procedimentos para produção e venda de aguardentes de cana e cachaças artesanais ainda não foram fixados.