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Guapé, Ilicínea e Carmo do Rio Claro - Perguntas e Respostas

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Estou abrindo como um relato de viagem esse tópico de PERGUNTAS E RESPOSTAS sobre Guapé, Ilicínea e Carmo do Rio Claro.

 

A maioria das cachoeiras ficam entre essas duas cidades, então posso dizer que elas “meio que se completam”.

 

A prefeitura de Guapé informa pela sessão Turista do site oficial (http://www.guape.mg.gov.br/secao/29/atrativos-turisticos-), os seguintes atrativos: Parque Ecológico do Paredão, Cachoeira do Paredão, Cachoeira do Macuco, Cachoeira da Água Limpa, Cachoeira do Capão Quente, Cachoeira do Garimpo, Cachoeira do Inferno e Cachoeira do Moinho. Também tem o fato de Guapé de ter sido inundada pelo lago de Furnas, tornando-a então uma atração náutica.

 

A prefeitura de Ilicínea (menos de 30km de Guapé) reivindica a Cachoeira do Buracão e informa a Cachoeira do Sr. Paulo Domingos e Cachoeira das Furninhas: http://www.ilicinea.mg.gov.br/index.php?option=com_k2&view=item&layout=item&id=62&Itemid=13

 

EM TEMPO: a Cachoeira do Buracão e Cachoeira do Inferno são a mesma. À partir de Guapé é conhecida como Cachoeira do Inferno e tem 2 únicas placas com esse nome: uma em Volta Grande e outra um pouco mais a frente no caminho. A partir de Ilicínea existem várias placas com o nome Cachoeira do Buracão e a distância que falta para chegar.

 

A prefeitura de Carmo do Rio Claro (uns 50km de Ilicínea e uns 80km de Guapé) 'toma para si' a Cachoeira da Água Limpa, informa Cachoeira Santa Quitéria e Cachoeira da Alegria, além da Serra da Tormenta que é famosa por quem pratica vôos de parapente: http://www.carmodorioclaro.mg.gov.br/visite-o-carmo-belezas-naturais.php

 

Com tanta coisa a fazer resolvi passar o Reveillon nessa região, e acabei escolhendo Guapé por ser o lugar que concentra a maior quantidade de atividades. Foi uma peleja conseguir lugar com preço acessível para ficar. Deixei para decidir tudo em cima da hora e é claro que já estava quase tudo lotado. E onde não estava lotado, os preços eram exorbitantes. Encontrei o Hotel Barros (http://hotelbarrosguape.no.comunidades.net/), que a Ângela nos faria por R$30 a diária com café da manhã se eu depositasse integralmente o valor das diárias, e assim foi feito. Tem um quarto de casal com frigobar e ar-condicionado e outro com 2 camas de solteiro só com ar-condicionado que ficam um pouquinho mais caro.

 

Quando estávamos no caminho, logo que saímos da MG050 e entramos na MG446 sentido Alpinópolis, vi uma placa indicando entrada para Guapé através de São José da Barra. Fiquei intrigado e entrei. Perguntei a um camioneiro que estava parado no acostamento e ele me disse que não precisava dar a volta por Carmo, onde eu iria. Era assim: “segue reto no asfalto, aí no trevo para São José você continua reto que vai virar estrada de terra. Anda um pouco na terra e vira asfalto novamente. Depois do asfalto vai virar mais um pedaço de terra e você já chega na balsa. É pertin”. Puwtis, pensei, vou economizar uns 80km.

 

Vai nessa! Nesse asfalto-terra-asfalto-terra acho que andamos uns 10km e já pude ver como a represa estava com o nível baixo. Muito baixo, de dar dó. Vi depois uma reportagem informando que esse foi o nível mais baixo dos últimos 10 anos: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2012/11/lago-de-furnas-enfrenta-pior-seca-em-10-anos-diz-alago.html A reportagem fala de 11 metros abaixo do nível normal. Em alguns trechos, essa baixa provocou o recuo da água em mais de 100 metros.

 

DSC_4978.JPG.ef84bdc2a34da58816e8bd9f7cb1bb6b.JPG

 

Chegamos na balsa! Ufa!!! Perguntei o preço no barzinho e ele disse que seria uns R$8. “É só você descer até a beirada que já eles vem te buscar”. Olhei do outro lado do rio e a balsa estava lá, há uns 200 metros de mim. Perguntei para o cara: “Ué, ali já é Guapé”? E a resposta: “Não, depois tem mais 40km de terra”!

 

Na outra linha, parágrafo, travessão: _ @#$#@ #@% #@$% # %#$% $&%”& !!!!! Mais 40km de terra????? E ainda tenho que pagar R$8 para atravessar daqui até alí????? Eu deveria ter ido por Carmo!!!!

 

Estrada de terra ruinzinha passando por alguns povoados um tanto isolados. Só me lembro dos dois últimos antes de chegar: Jacutinga (18km) e São Judas (8km).

 

Minha impressão sobre o hotel é que não tem nada de hotel, mais parece uma pousadinha. A famosa hospitalidade mineira deixou MUITO a desejar. O café da manhã, simples obviamente, é melhor que muitos hostels/hotéis que já fiquei, mas nos 2 últimos dias foram praticamente as 'sobras' ressecadas dos primeiros dias, o pão de queijo mineiro que tanto esperávamos era na verdade um pão de polvilho bem xing ling. O quintal onde tem a 'jacuzzi' e a churrasqueira (pretendíamos fazer um churrasco!) que o site mostra estava todo sujo, cheio de tranqueiras, vasos com flores e fedendo a sujeira de gato. Uma pena!!!

 

Almoçamos e como já estava quase acabando a comida no único restaurante aberto, o cara fez R$10 para comermos a vontade. Isso já era umas 15h. Perguntamos sobre as cachoeiras e a coisa começou a ficar complicada. Eles só conheciam o Paredão. As outras cachoeiras, quase nenhuma eles tinham ouvido falar.

 

Fomos então ao IPÊ CAMPESTRE CLUBE descansar da viagem em uma piscina geladinha. Como chegamos tarde, conversei com o funcionário da bilheteria e no fim pagamos R$10 (metade), mas logo depois chegou uma turma e não teve choro nem vela, pagaram o preço cheio. O clube é bacana, tem quiosques na beira da água (mas por causa da seca a água estava longe), 2 bares, mesas de sinuca, piscina, sauna, campo de vólei, futebol, brinquedos para crianças, vários banheiros e duchas espalhados por todo lado, é bonito e bem cuidado. Valeu a pena.

 

À noite choveu, tomamos um sorvete e tentamos mais informações sobre as cachoeiras. Novamente informações apenas do Paredão.

 

Acordamos cedo, tomamos café e vazamos para o Paredão (R$10). Quando chegamos o lugar estava quase vazio. Vimos placas informando que é proibido levar comida e bebida para as cachoeiras e deixamos tudo no carro. No caminho já percebemos que muita gente leva comida e bebida, pois os latões de lixo estavam cheios e tinha bastante sujeira.

 

DICA >>> lá tem um esquema em que você paga R$20 e pode comer o dia inteiro. O aparador do self-service fica disponível o tempo todo, então você pode ficar nas cachoeiras, volta para um petisco/almoço, vai novamente nas cachoeiras, volta para outro petisco/almoço, etc.

 

As cachoeiras são bonitas. Logo começou a chegar bastante gente e lá pelas 11h aquilo já estava uma muvuca. O estacionamento lotado com carros competindo som, impossível distinguir qual música estava tocando em qual carro.

 

1ª Cachoeira

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2ª Cachoeira

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3ª Cachoeira

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Passamos pela Cachoeira do Macuco mas a entrada estava fechada com corrente, e a placa que indica a entrada estava para o lado de dentro virada para um muro, claramente dizendo “cai fora, estamos fechados”.

 

Fomos para a vila Jacutinga e lá encontramos uma cachoeira. O nome é Cachoeira da Elisa, mas o dono é o Dr. Pedro. No site da prefeitura, a descrição da Cachoeira do Capão Quente corresponde exatamente a essa que citei, mas duvido que alguém a conheça por esse nome. Chegando na Jacutinga, pergunte sobre a cachoeira do Dr. Pedro que todo mundo conhece e é fácil de achar. Pena que tinha chovido na noite anterior e a água estava barrenta e cheia de sujeira, mas aposto que é um lugar bem bacana.

 

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Na volta a Guapé, parei no único boteco em São Judas e perguntei por alguma cachoeira alí por perto. Tinha 2 caras que foram comprar cerveja e estavam indo para a Cachoeira do Silvarão. Seguimos eles mas o local estava uma verdadeira farofa, bagunça, com disputa de som e muita muita muita gente bêbada dando regaço com carro e moto. Caímos fora, nem descemos do carro.

 

A noite fomos em uma pizzaria/sorveteria na avenida principal do centro e aproveitamos a pizza e o sorvete :D. Lugar lotado (lotou depois que chegamos), atendimento beeeeeem ruinzinho e demorado. Se não tiver espírito esportivo dá para estressar kkkkkk

 

No 3º dia fomos procurar a Cachoeira do Garimpo, que novamente ninguém sabe direito onde é nem como faz para chegar. Pegamos a estrada sentido Ilicínea e entramos no trevinho que vai para Formiga/Pimenta. São 20km de estrada de terra até Volta Grande. Lá tem uma placa indicando Cachoeira do Garimpo à direita e Cachoeira do Inferno à esquerda. Perguntamos pela do Garimpo e a moça disse para ir até a vila de Cava e perguntar pelo Morro do Nelo, pois era preciso virar à esquerda logo antes de subir o morro.

 

Ficamos meio perdidos e perguntamos para um homem que estava por ali a cavalo. A conversa foi bem ansim:

 

_ Bom dia. Por favor Cachoeira do Garimpo.

_ Que é que tem?

_ Como faz para ir?

_ Uai vai, uai!

 

Começamos a rir e pelo jeito ele não gostou não.

 

_ Onde é a vila de Cava?

_ Caaaaaaava?

_ É, onde é a vila? Falaram para perguntarmos na vila.

_ Ahhh, eu num tô intendenu nada que ceis tão falanu!

_ Qual é o caminho para chegar na cachoeira? Por onde vai?

_ Num compensa i lá não. É custoso. Já faz uns 2 anu qui num vô lá. Num compensa. É custoso dimais!

 

Resolvemos seguir e quando chegamos em um morro, não pensamos que fosse e continuamos subindo. Encontramos um carro no sentido contrário e o cara nos disse para voltarmos um pouquinho, que logo na subida tinha uma entrada à esquerda. Esse era o Morro do Nelo mesmo. Voltamos, entramos, fomos fomos fomos fomos até chegar uma parte em que só 4x4 continuaria, senão ia acabar com o carro. Resolvemos voltar e vimos que logo na entrada à esquerda, tem uma casinha. Paramos e o dono nos disse que o caminho era aquele mesmo, e que até a parte que chegamos era só metade do caminho. Então o tiozinho estava certo, é custoso mesmo kkkkk.

 

Cachoeira do Garimpo

 

Mas ele nos indicou um poção que tinha ali pertinho, e como já estávamos cozinhando dentro do carro, resolvemos conferir. Um pouquinho antes de subir o Morro do Nelo, tem 2 porteiras à esquerda. Entramos na porteira da esquerda e paramos quase dentro de um curral. Tinha 2 molequinhos ali e nos disseram que podia deixar o carro, e que a “cachoeira” que procurávamos era logo depois do milharal.

 

O lugar é uma delícia, água morna, poço cristalino, uma pequena queda d'água e uma pedra grande com sombra para descansar. Dava para ficar ali o dia inteiro.

 

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Na volta encontramos 2 homens pulverizando o milharal, recém-plantado. Conversamos um pouquinho e perguntei de quem era a propriedade e um deles respondeu: é do meu pai, o Nelo. O poço que estávamos eles conhecem por Cachoeira do Nelo, e o nome Morro do Nelo também faz referência ao dono da fazenda.

 

Fomos para o Buracão, ou Inferno como eles chamam por ali. Voltamos até Volta Grande e andamos mais 21km. No caminho, como não sabíamos a distância, perguntei para um rapaz de moto e a resposta foi:

 

_ É logo ali. Tá pertin.

 

Cheguei até esticar o pescoço e olhar para frente achando que estava realmente logo ali. Resolvemos marcar quantos km o pertin dele valeria e chegamos na marca dos 12km. Então, CUIDADO COM O PERTIN DE MINEIRO. Dizem que você calcula a distância pelo tanto que o mineiro ergue o queixo na hora de mostrar a direção kkkkkkk.

 

Comemos uma porção de peixe (R$20) no barzinho que fica na “entrada” das cachoeiras. Fomos subindo, passamos pela pontinha e continuamos subindo até se não me engano a 7ª cachoeira. E alí apoitamos.

 

DICA >>> esse lugar é MUITO mais bacana que o Paredão. Se você for, vá cedo e fique por ali quase o dia inteiro. Depois vá para a Cachoeira do Sr. Paulo Domingos. Eu não fui, mas é no caminho de volta para Ilicínea.

 

1ª Cachoeira

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Última Cachoeira

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Alguns dos vários poços que passamos na ida até a última cachoeira

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DICA >>> melhor visitar de manhã, pois o sol incide diretamente nas cachoeiras. À tarde forma sombras, que fica ruim para fotos e também para nadar, pois a água é bem fria.

 

Na volta, em vez de fazermos o caminho que fomos, por Volta Grande, resolvemos ir por Ilicínea. Mais ou menos 25km de terra e o resto de asfalto. Vimos que para quem vai de Ilicínea, tem váááárias placas indicando o caminho para a Cachoeira do Buracão. A estradinha é melhor e pega menos terra. Então compensa esse caminho.

 

Fizemos um lanche a noite e fomos para Ilicínea ver a queima de fogos do Reveillon, pois o prefeito de Guapé perdeu a eleição e resolveu não fazer festa. O Ipê Clube estava vendendo convites, mas como não teria nada na cidade, o preço estava superfaturado: R$70.

 

No 4º dia, apostamos que o pessoal estaria todo de ressaca e que não teria ninguém no Silvarão e esticamos até lá. Fomos um pouco acima de onde tinha o vuco-vuco anterior e encontramos alguns poções em um tipo de canyon, mas como a água por lá estava escassa, não compensava ficar. Acredito ser um lugar bacana se tivesse mais água.

 

Resolvemos tentar encontrar alguma entrada para a Cachoeira do Macuco, que não passasse pela portaria que estava trancada. Acabamos chegando na parte alta da cachoeira, também com pouquíssima água. Uma pena!

 

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Como somos teimosos, tentamos descer até a parte baixa, mas acabamos dentro da propriedade. Não dá para chegar na cachoeira sem passar pela casa dos donos. Bati palma e uma mulher nos atendeu, e ficou surpresa de como chegamos lá. Expliquei mais ou menos por onde passamos e ela nos disse que não podia entrar, que estava fechado porque eles estão construindo alguns chalés (muito bacana por sinal) e só vão inaugurar em setembro. Inclusive oferecendo almoço. Pelo que entendi, mas ela não falou, eles vão diferenciar o público para não virar aquela farofa do Paredão, que fica quase do lado, uns 2 km.

 

Chorei as pitangas, falei que andamos 500km só para conhecer as cachoeiras da região, blá blá blá … até que ela liberou uma visita rápida, uns 15 minutinhos. Pronto, ganhamos o dia. O lugar é espetacular, mais do que essa foto pode sugerir, e deve ser mais bonito quando tem mais água, como ela mesmo disse depois.

 

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Voltamos para Guapé, almoçamos, tomamos um sorvetinho na pizzaria/sorveteria e fomos no rio ver o quanto estava baixo. Com certeza a água recuou mais de 100 metros. A noite fomos em outra pizzaria, seguindo a rua da prefeitura, passa uns 3 quarteirões e vira à esquerda. Fica logo à direita descendo a rua. Essa sim valeu. Pizza deliciosa, atendimento nota 20, sem lotação … Chama Galpão da Pizza.

 

No 5º dia fomos embora bem cedo, logo após o café. E resolvemos procurar o Poção, ou Poção das Virgens, que fica entre Ilicínea e Carmo do Rio Claro. A entrada fica mais ou menos a 13km de Ilicínea, assim que ver uma igrejinha do lado esquerdo, tem uma entrada à direita para o Bairro Providência. Entrando na estradinha de terra, logo tem uma bifurcação, pegue à esquerda sentido Sítio Felicidade e siga por mais ou menos 5,5km. Quando chegar você saberá, pois a vegetação ao redor já está batida onde o povo enfia os carros e tem sujeira espalhada. Para chegar ao poção, é necessário cruzar o riozinho e seguir uma trilha de uns 15 minutos.

 

O poção é lindo, o lugar é tranquilo, a água é cristalina e não tinha ninguém. Por ser uma trilha um pouco íngreme, a maioria fica lá embaixo, perto de onde se para os carros.

 

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Poço das Virgens (Poção)

 

DICA >>> leve repelente, leve repelente, leve repelente. Foi o único lugar que os mosquitos, pernilongos e seus parentes me incomodaram.

 

Seguimos caminho e na ida acabei parando na vila de Furnas e ficando mais 2 dias por lá. Mas já é outra história.

 

Intééé

Featured Replies

  • 2 semanas depois...
Postado
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olá galera!! por favor, alguém sabe como está a estrada entre CARMO DO RIO CLARO e ILICINIA ?? Se asfaltaram ou é terra, e como está a estrada?? Muito obrigado e boa viagem a todos!!

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