Desta vez a cidade boliviana de Oruro iniciou uma greve, de 48h em rejeição ao nome Evo Morales para seu novo aeroporto internacional, ao invés de homenagear o herói da aviação nacional Juan Mendoza.
De acordo com a agência EFE, a greve tem 90% de acompanhamento e inclui o bloqueio de ruas.
Escolas, bancos, universidades, mercados e os sindicatos de mineradores e transportadores aderiram ao primeiro dia da greve. Instituições governamentais foram obrigadas a fecharem as portas, sob piquetes de manifestantes.
Oruro já fez uma greve de 24h na semana passada pelo mesmo motivo.
O aeroporto da cidade foi inaugurado este mês e é o quarto internacional boliviano (Santa Cruz de La Sierra, El Alto – que serve La Paz e Cochabamba).
O deputado orureño do Movimiento Al Socialismo (MAS), Marcelo Elío, qualifica a greve como política, uma “luta mesquinha”, conforme falou à ABI, Agência Boliviana de Notícias.
“Eu, como orureño me sentiria plenamente orgulhoso que o aeroporto internacional de Oruro levasse o nome do Presidente Evo, autor da obra e figura internacional, que poderia gerar um marketing turístico, muito maior para sua terra natal que é Oruro”, declarou o deputado.
Fonte: Mochila Brasil
http://mochilabrasil.uol.com.br/noticias/greve-na-bolivia-aeroporto-oruro
Desta vez a cidade boliviana de Oruro iniciou uma greve, de 48h em rejeição ao nome Evo Morales para seu novo aeroporto internacional, ao invés de homenagear o herói da aviação nacional Juan Mendoza.
De acordo com a agência EFE, a greve tem 90% de acompanhamento e inclui o bloqueio de ruas.
Escolas, bancos, universidades, mercados e os sindicatos de mineradores e transportadores aderiram ao primeiro dia da greve. Instituições governamentais foram obrigadas a fecharem as portas, sob piquetes de manifestantes.
Oruro já fez uma greve de 24h na semana passada pelo mesmo motivo.
O aeroporto da cidade foi inaugurado este mês e é o quarto internacional boliviano (Santa Cruz de La Sierra, El Alto – que serve La Paz e Cochabamba).
O deputado orureño do Movimiento Al Socialismo (MAS), Marcelo Elío, qualifica a greve como política, uma “luta mesquinha”, conforme falou à ABI, Agência Boliviana de Notícias.
“Eu, como orureño me sentiria plenamente orgulhoso que o aeroporto internacional de Oruro levasse o nome do Presidente Evo, autor da obra e figura internacional, que poderia gerar um marketing turístico, muito maior para sua terra natal que é Oruro”, declarou o deputado.
Com informações da ABI e Terra.